Arquivo para 8 de setembro de 2017

WADIH DAMOUS: “FALA DE PALOCCI, DIANTE DE SEU ALGOZ MORO, NÃO VALE NADA”

TRANSLULAÇÃO

Produção Afinsophia

Quem fala em morte de Lula são “calunistas” sociais e a grande mídia que desde a proclamação da independência do Brasil chamava nosso povo de gentalha.

O objetivo dessas pessoas é ver o povo na miséria. Abandonado. Comendo detrito do lixo. Morando debaixo de ponte. Mendigando. Miserável. Sem escola e Universidade.

Lula nunca morrerá. Lula é eterno no coração do povo brasileiro. E a prova disso é o que ele disse nesta última e estrondosa caravana pelo Nordeste do nosso país: cada brasileiro é um Lula. Com isso se configura o termo que criamos na última campanha dele para presidente da República: Translulação. A Translulação é uma subjetividade que atinge toda pessoa comprometida com o outro. Com o sublime. Com a beleza. Isso ficou evidente no depoimento do médico  Luis Henrique Correia Lima de Oliveira que atendeu Lula durante a caravana. A Translulação se manifesta no mar de pessoas cantando, gritando, tocando, beijando, tirando fotografias com Lula.

Lula não morreu e nunca morrerá. Podem lançar todo tipo de denúncia contra ele. Palocci pode delatar o que ele quiser porque o povo sabe que essa é a arma das direitas para tirar Lula da corrida presidencial de 2018. Palocci tem que falar dos Bancos e da Vênus Platinada.  É deles que Palocci tem que falar.

Lula será nosso presidente.

Dia 13 de setembro todos com Lula em Curitiba na 2a. Jornada pela Democracia.

 

XADREZ DE JANOT, O ASMODEU TRAPALHÃO, POR LUIS NASSIF

Ninguém imaginaria, anos atrás, que, indicado Procurador Geral da República, um burocrata mediano, especializado nas pequenas demandas corporativas do Ministério Público Federal, se constituiria – por omissão e por iniciativas empurradas pelo medo – no grande anjo vingador, o Asmodeu capaz de decretar a morte das instituições brasileiras para punir os pobres pelos anos de dissipação e corrupção dos poderosos.

Na defesa do regime democrático, principal missão do MPF, o PGR Rodrigo Janot falhou vergonhosamente, contribuindo por omissão e ação para um golpe de Estado, mostrando falta total de compromisso com a República.

Agora, a divulgação, pela PGR, de cópias de mensagens do celular de uma advogada brasiliense, insinuando corrupção para diversos desembargadores do Superior Tribunal de Justiça e um Ministro do STF, Gilmar Mendes, é o terremoto final a derrubar as últimas estacas da institucionalidade brasileira.

Assim como em relação à economia e à política, em lugar do trabalho profissional de investigar a corrupção e limpar o país, resguardando as instituições, repetiu-se o mesmo trabalho de desmonte, de jogar a bomba na mídia despertar suspeitas generalizadas, promover um curto-circuito geral no sistema de informações inaugurado pela Lava Jato.

​Só um país institucionalmente débil aceitaria passivamente a indicação de um procurador medíocre para o alto cargo de Procurador Geral da República; advogados ou juízes deslumbrados para os altos cargos de Ministro do Supremo Tribunal Federal. E, sobre eles, se jogasse o supremo desafio de abrir a caixa de Pandora da corrupção brasileira, sem destruir completamente a economia e as instituições.

O que se tem, agora, na grande tragédia brasileira.

Peça 1 – o poder Judiciário

Pelos diálogos publicados pela Veja, a advogada em questão trata-se de uma filha típica da alta aristocracia brasiliense, arrotando ligações íntimas com o Poder e se dispondo ao trabalho sujo.

Pelo teor dos diálogos, tem-se duas possibilidades. A primeira, da compra efetiva de votos de magistrados. A segunda, o golpe da “taxa de sucesso”, muito comum em Brasília. O sujeito se apresenta como intermediário do desembargador e pede um pagamento para conseguir o voto favorável. Há 50% de possibilidade de se adivinhar a sentença: ou o juiz votará a favor ou contra. Votando a favor, o falsário embolsa o dinheiro e o juiz fica sob suspeita.

Quais dos casos vazados se enquadram na primeira hipótese; quais os na segunda hipótese?

Houvesse um PGR maduro, esse material seria utilizado para abrir investigações sigilosas, nas quais se levantariam as provas contra os culpados e se inocentariam os inocentes. Afinal, é o MPF que possui poderes constitucionais para investigar, não a revista Veja.

No país da Lava Jato, o primeiro tribunal é o da mídia, com resultados previsíveis: destrói os honestos, pela mera exposição da suspeita; fortalece os criminosos, por estarem no mesmo balaio dos honestos. Só agora o jogo não é mais do bandido contra o mocinho das primeiras etapas, é a bandalha completa, em que a posição mais prudente é encostar na parede e se resgyardar.

Um dos implicados nas conversas é desembargador João Otávio Noronha, corregedor do Conselho Nacional de Justiça. Há um ano, ao tomar posse no cargo de corregedor, fez um discurso duro contra a república dos procuradores.

Segundo matéria do Estadão

“Lemos todos os dias nos jornais a censura a quem vota a favor ou contra determinado investigado. Não se pode um juiz ser refém do Ministério Público, da Polícia Federal, de quem quer que seja. O magistrado existe para garantir os direitos fundamentais”, disse ministro. Segundo ele, o seu papel no CNJ é “de proteger, é de blindar a magistratura das influências externas, fazer com que o juiz exerça a magistratura na mais plena liberdade, fazer com que juiz não tenha medo da mídia, mídia que se tornou um poder”.

Nas conversas divulgadas pela PGR para Veja, a advogado insinua a cumplicidade de Noronha. A reportagem constata que a demanda da JBS não foi atendida. Pouco importa, Noronha está exposto definitivamente ao julgamento público.

Na outra ponta, surgem as indicações óbvias da influência de Gilmar Mendes na captação de patrocínios para o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), através de Dalide Correa, seu braço direito na instituição. Como disse Gilmar sobre a relação Miller-Janot, os patrocínios ao IDP por parte de empresas interessadas em votos favoráveis de Gilmar, nem são segredo de carochinha: são fatos públicos, documentados. Mas o bravo MPF prefere investigar as flores recebidas pela sra. Gilmar.

Como fica, agora? A irresponsabilidade de Janot joga uma bomba de hidrogênio no colo de sua sucessora, Raquel Dodge. Ela não terá a tranquilidade para uma investigação séria e profissional, como é de seu estilo. Cada passo será acompanhado pela mídia e sujeita a toda sorte de pressão por parte dos tribunais.

Conseguiu-se, com o vazamento, colocar todos os tribunais superiores sob suspeita.

Peça 2 – a mídia e o Executivo

Na edição em que noticia a descoberta de R$ 51 milhões em dinheiro vivo de Geddel Vieira Lima, o Globo divulga vídeo em que, nas passeatas do impeachment, ele deblatera contra a corrupção.

Obviamente a reportagem deixa de relatar que a Globo foi a madrinha da entrega do poder nacional ao mais deslavado esquema de corrupção política da história, comandado pelo próprio presidente da República, Michel Temer.

Como fica agora? Os bandidos de dentro do bunker, podendo utilizar a artilharia pesada das Medidas Provisórias, das negociatas em todas as linhas. E o nosso Asmodeu da selva, dando flechadas a torto e a direito, principalmente no próprio pé.

E a mídia perdida entre atender à demanda dos leitores, de denúncias contra Temer, e ser submissa às verbas da Secom, já que a Lava Jato, com o auxílio precioso de Dilma-Levy e de Temer-Meirelles, desmontou a economia e o fôlego que havia no setor privado.

Peça 4 – a continuidade do golpe

Desde o ano passado sabia-se que Antônio Palocci já estava negociando a delação premiada com a Lava Jato. Com José Dirceu ainda preso, Palocci já tinha sido transferido para uma ala do presídio dedicada aos futuros delatores.

Agora o anjo vingador lança seu hálito pestilento sobre a candidatura de Lula, trazendo os pecados dos tempos em que o PT se julgou da copa e sala do poder.

Repete-se o mesmo modelo de outras delações, de acordo com os manuais da “teoria do choque” adotado por várias polícias políticas. O sujeito fica detido e torturado (no caso da Lava Jato, a tortura moral da expectativa de prisão duradoura) até entregar os pontos. Depois, a “omertá”, a prova de sangue para garantir sua lealdade à “famiglia” Lava Jato: declarações bombásticas de fundo político, como afirmar que Lula e Emilio Odebrecht tinham um “pacto de sangue”.

Como disse Joesley Batista na conversa auto-grampeada com Ricardo Sur, para os acordos o MPF exige palavras fortes, falar de “bandidos”, “organizações criminosas” já que o grande tribunal é a mídia.

Comentando a delação de Palocci, mesmo a mídia tradicional tem divulgado a receita do bolo das delações da Lava Jato, vendo no seu comportamento o padrão típico de delação exigida pela Lava Jato. O método ilegal tornou-se carne de vaca. Todos comentam, menos os tribunais superiores, com a tranquilidade de um país que aprendeu a conviver com a ilegalidade no crime e na luta contra o crime.

 A delação de Delcídio do Amaral demonstrou amplamente as leviandades que são ditas sob a pressão da tortura moral. Pouco importa se mais adiante a delação de Palocci cair no vazio, por falta de provas. Matar-se-ão dois coelhos com uma só cajadada: politicamente, a Lula; penalmente, cassando os benefícios de Palocci com a delação.

Peça 3 – os mercadores da ética

As instituições estão tão desmoralizadas que os agentes dessa barafunda, juiz e procuradores da Lava Jato, se locupletam dos frutos do trabalho em palestras regiamente pagas. E, pior, para setores potencialmente sensíveis às investigações da Lava Jato – como o financeiro. Ou então, com parentes sendo remunerados por advogados investigados pela operação, como é o caso da senhora Moro, recebendo do doleiro Tacla Duran.

Nas empresas afetadas, montou-se a maior das maracutaias legalizadas da história.

Tome-se o caso da Eletrobras. Para investigar suspeitas de corrupção que não devem chegar a poucas dezenas de milhões de reais, contratam-se escritórios de advocacia sem licitação, como honorários na casa dos 200 milhões de reais.

Na Procuradoria Geral da República explode o escândalo Marcelo Miller. E, aí, o próprio Janot torna-se vítima do clima de julgamento midiático, acusado de ter negociado antecipadamente com a JBS a delação premiada. Como se todas as delações premiadas não fossem fruto de negociações prévias, nas quais o MPF diz o que quer e o que oferece e o delator aceita ou não.

Peça 4 – quem dará a freada de arrumação?

Conferiu-se ao mais sem noção dos PGRs o maior desafio da história da instituição. Sem sua liderança moral, o MPF se tornou uma legião estrangeira, com cada procurador penal praticando tiro ao alvo a esmo, mostrando uma musculatura incompatível com a sobriedade da instituição, militando em redes sociais e passeatas pró-impeachment.

E agora? No momento em que as instituições se desfazem como os castelos de areia, em que se tomam medidas e fazem negócios que comprometerão daqui para futuras gerações, quem fará a mediação?

É o pior momento da história do país. A República foi proclamada com a estrutura parlamentarista do Império dando um ponto de apoio, retrogrado, anacrônico, mas ponto de apoio. 1930 acontece com os positivistas gaúchos e os tenentes dando as linhas mestras do novo regime e um estadista maior, como Getúlio Vargas, assumindo o leme.

1964 é um golpe de Estado clássico, no qual o voto é varrido do mapa, os que assumem implementam um modelo de país, não aceito pelas urnas mas, em todo caso, com cabeça, tronco e membros.

O fium do regime militar ocorre sob os ventos da nova Constituição, permitindo um pacto político que garante a governabilidade por 25 anos.

Agora, não se tem nada. Há um assalto indiscriminado ao país ,do parlamento e seu balcão de negócios ao mercado financeiro e suas tacadas com empresas públicas, de grandes escritórios de advocacia conseguindo contratos milionários para coibir à corrupção, a pequenos ditadores se locupletando do seu próprio trabalho.

No meio do caminho há uma pedra, as eleições de 2018.

Duas observações

A responsável maior por essa destruição do país foi a concentração da mídia nas mãos da Globo.

No único contato que tive com Rodrigo Janot, quando uma colega dele queixou-se da manipulação de entrevista que dera, ele fez um ar de malandro experimentado e me disse:

– Nós que somos experientes sabemos que não devemos dar entevista para o outro lado, não é Nassif?

O “outro lado”, obviamente, era eu.

Quando deixar a PGR, Janot será alvo de uma perseguição implacável, que certamente atropelará seus direitos. Sabe quem irá defende-lo? O “outro lado”. Afinal, canalha Janot não é. No máximo, um Asmodeu trapalhão. 

JURISTA TÉCIO LINS E SILVA DIZ QUE NÃO PODE CONVIVER COM ADVOGADOS ‘DELACIONISTAS’

GEDDEL FOI `”AS COMPRAS”, DEIXOU DIGITAIS NOS R$ 51 MILHÕES E FOI PRESO

Geddel cumpria prisão domiciliar, desde julho deste ano, por tentativa de obstruir a Justiça(EBC)

Produção Afinsophia.

 Quando foi preso pela primeira vez, Geddel Vieira Lima (PMDB), um dos anões dos Orçamento, amicíssimo de Temer e Eduardo Carangueja, chorou. Não se sabe se seu chorou convenceu a justiça, mas o que se sabe é que ele foi solto e continuou levando sua vida como se nada de ruim tivesse lhe ocorrido. Foi solto e sem tornozeleiras para poder movimentar com desenvoltura suas breves perninhas.

  Mas Geddel, um dos figurões do golpe, sempre vai “às compras” como dizia seu conterrâneo Antônio Carlos Magalhães, o Toninho Malvadeza. Só que foi “às compras” , mas não gastou. Guardou! Guardou em um apartamento de um amigo ( só a título de sarro: o filósofo Nietzsche diz que escravo não é amigo e tirano não tem amigo. Como o capitalismo é um sistema do roubo, ninguém é amigo.) R$ 51 milhões que a Polícia Federal desvendou. Como se diz, uma grana pretíssima que ajudaria centenas, ou milhares, de famílias carentes que tiveram seu Bolsa Família surrupiado por seu amigo Temer.

    Hoje, Geddel, foi preso: os policiais encontraram digitais suas nas malas com a pretíssima. Geddel foi preso em Salvador, onde mora, e será transferido para o Presídio da Papuda, em Brasília. Também foi preso, na operação policial, Gustavo Ferraz, ex-assessor de Geddel e atual diretor da Defesa Civil municipal da prefeitura do netinho de Toninho Malvadeza, ACMzinho.

     Durante a busca os agentes foram até a casa da mãe de Geddel, Marluce Quadros, com mandado de busca e apreensão. Durante a ocorrência ela, que não é psiquiatra, deu o diagnóstico do capitalismo: “Meu filho não é bandido, é doente”.

LUIS NASSIF: NA DELAÇÃO DE PALOCCI, A LAVA JATO PRESERVA OS OPERADORES FINANCEIROS

O ensaio de delação do ex-Ministro Antonio Palocci é a demonstração cabal de como funciona a Lava Jato. Sua missão não é prender e punir corruptos e corruptores. É usar o poder de prender e punir corruptos e corruptores para livrar corruptos e corruptores, desde que atendam aos objetivos políticos da operação.

É o caso de Palocci.

Palocci tinha duas formas de operar. Uma delas, era para o PT, as conversas informais com financiadores de campanha.  Nessa ponta, conversava com empreiteiras e frigoríficos. Na outra, atuava em benefício próprio agindo preferencialmente com investidores e bancos de investimento.

​Havia dois terrenos preferenciais para operar. Um deles, histórico, era o insider information sobre o comportamento das taxas de juros nas reuniões do Copom (Conselho de Política Monetária do Banco Central) e nos leilões de títulos públicos.

A probabilidade é um elemento eficiente de análise. O gênio tatibitate de Deltan Dallagnoll utiliza para embasar julgamentos: se tem tantas delações apontando Lula, mesmo sem provas, a teoria da probabilidade indica que Lula é culpado. A teoria da probabilidade indicaria que se TODAS as delações são comandadas pelo mesmo juiz e procuradores, seguidores da teoria penal do inimigo, a probabilidade de todas serem iguais é igual a 1. As desiguais não seriam aceitas. Simples assim.

Onde interessa, esses Sherlocks não sabem usar. Uma análise probabilística das vezes que o Banco Pactual, e outros atores, acertaram nos leilões do BC e no mercado a termo da taxa Selic seria um indício eloquentes de que operavam com informações privilegiadas.

A corrupção em torno das informações sobre indexadores e leilões de títulos é o campo mais profícuo para corrupção desde as priscas eras de Maílson da Nóbrega Ministro da Fazenda. O escândalo do Banco Marka, aliás,  não foi com os dólares do Banco Central, como erroneamente interpretou o Ministério Público Federal, mas com os leilões de títulos públicos.

Mas trata-se de área tabu. Em parte pela complexidade da avaliação; em parte por desinteresse e cumplicidade dos órgãos de fiscalização, incluindo a mídia.

O segundo campo de atuação de Palocci era no CARF (Conselho Administrativo da Recursos Fiscais). Lá ele operou diretamente para o Banco Pactual, em episódio que denunciei fartamente pela Folha, até ser impedido de continuar.

Meses atrás, Palocci insinuou que poderia trazer informações sobre o mercado financeiro. Ameaçava revelar suas operações privadas.

Aparentemente, Sérgio Moro e os procuradores propuseram um acordo melhor.  Entregando Lula, Palocci resguardaria suas operações de enriquecimento pessoal e, principalmente, o interesse de seus patrocinadores. Gozaria em liberdade o capital acumulado no período.

Quanto custaria a blindagem de um grande banco de investimento? No episódio da delação de Delcídio, a mera prisão do banqueiro André Esteves provocou uma queda de bilhões de dólares nos ativos do Banco BTG-Pactual.

Aparentemente, a Lava Jato e Sérgio Moro acreditam que os valores envolvidos são miçangas.

O combate à corrupção não pode depender da crença nas virtudes individuais. As empresas precisam ser submetidas a regras e transparência, de accountability. O mesmo se aplica às instituições públicas. Nem será necessário contratar um escritório de advocacia estrangeiro para ensinar que cabe ao agente público a plena publicidade sobre seus ganhos.

Por isso mesmo, para que não pairem dúvidas sobre as omissões da Lava Jato, seria relevante que o Conselho Nacional do Ministério Público explicitasse as palestras pagas dos procuradores, com indicação de valor e de instituição contratante. E que a Receita abrisse as contas das declarações do primeiro-amigo do juiz Sérgio Moro, Carlos Zucolotto.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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