Arquivo para 13 de setembro de 2017

ADVOGADO DE LULA CONCEDE ENTREVISTA SOBRE DEPOIMENTO DO PRESIDENTE

ATO EM SOLIDARIEDADE A LULA EM CURITIBA

LULA DEITA E ROLA DIANTE DE MORO. VEJA O TRECHO FINAL DO DEPOIMENTO DE LULA

LULA É ESPERADO PELO POVO DEPOIS DE SEU DEPOIMENTO

CIRO VALORIZA FALA DEPALOCCI, CONTRA LULA, E REAFIRMA O BURGUÊS QUE SIMULAVA SER PROGRESSISTA

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Produção Afinsophia. 

 O falastrão e canastrão Ciro Gomes, sentindo que sua candidatura só sairá de seu partido PDT, mas não chegará ao Palácio do Planalto, segundo afirmações das pesquisas, resolveu deixar de lado a simulação e se mostrou claramente o bom e velho reacionário que sempre foi. Não esquecer suas forte ligação com Fernando Henrique e a a turma do PSDB, principalmente seu conterrâneo Tsso Jereissati.

  Embora tenha tentado durante todo esse tempo apresentar uma face de aproximação com Lula, jamais deixou de não mostrar sinais de inveja e sentir que o Sapo Barbudo era o seu grande obstáculo rumo à presidência da República. Seu sonho dourado, mas que jamais vai se concretizar. Diante dessa certeza, deixou de lado os poucos pruridos democráticos e passou a agredir Lula. Aproveitou o delírio do ajoelhado Palocci diante de Moro e lhe deu o voto de confiança para tentar atingir Lula e o Partido dos Trabalhadores.

      “Fere o centro da narrativa de Lula e do PT, de que há um inimigo externo ao PT promovendo, via judicial, uma perseguição injusta contra o presidente. Na medida em que um braço direitos de Lula faz isso, fica difícil sustentar a narrativa e atribuir a inimigo”, se explicitou Ciro.

     Em sua inveja incontrolável, Ciro tenta mas não muda a certeza da maioria do povo Brasileiro de que há um complô nacional e internacional para inviabilizar a candidatura de Lula em 2018, porque eles sabem que o eterno metalúrgico já se encontra eleito. Enquanto seu anseio já deu Chabu. 

 

MÍDIA NINJA: LULA CHEGA NO FÓRUM DE CURITIBA

APÓS DEPOIMENTO DE PALOCCI, LULA VOLTA A ENCARAR MORO

por Redação da Carta Capital.
Ex-presidente prestará novos esclarecimentos ao juiz responsável pela Lava Jato em Curitiba, agora sobre caso de terreno em São Bernardo
 
Reprodução
Moro e Lula

O petista volta a encarar o magistrado que o condenou a 9 anos e meio de prisão

O depoimento ocorre uma semana após Antonio Palocci implicar o ex-presidente. Segundo o ex-ministro, as denúncias contra Lula no caso “são verdadeiras”. De acordo com o Ministério Público Federal, a Odebrecht pagou 12,4 milhões pelo terreno, mas a obra não foi executada. Conforme a acusação, Lula teria recebido como vantagem indevida um apartamento vizinho ao que mora.

Além de Lula, está previsto para esta quarta 13 o interrogatório de Branislav Kontic, ex-assessor de Palocci. Os três são réus no processo, que também inclui Marcelo Odebrecht, herdeiro do grupo empresarial, Paulo Melo, ex-diretor da empreiteira, Glaucos da Costamarques, dono do apartamento vizinho ao de Lula em São Bernardo, e Roberto Teixeira, advogado e amigo do petista.

O depoimento desta quarta-feira 13 tem início previsto para as 14h na sala de audiências 2 da Justiça Federal do Paraná. Os vídeos do encontro entre Lula e Moro devem estar disponíveis ao público à noite. A expectativa é de que cerca de 2,5 mil cidadãos e 40 ônibus desloquem-se para a capital paranaense.

Às vésperas do primeiro depoimento de Lula a Moro, realizado em maio, a concentração foi maior, com uma caravana de 200 ônibus. Lula deve chegar a Curitiba de carro. No depoimento anterior, foi de avião à capital paranaense.

Assim como no primeiro depoimento, a audiência será registrada em duas câmeras, um focada em Lula, a outra posicionada na lateral da sala, que registrará o juiz e o ex-presidente em um mesmo quadro.

No depoimento, Lula deve ser questionado por Moro a respeito das acusações feitas por Palocci contra o ex-presidente. O ex-ministro, atualmente preso em Curitiba, afirmou na quarta-feira 6 que o terreno em São Bernardo seria parte de um suposto “pacote de propinas” da Odebrecht destinado ao ex-mandatário petista. Na ocasião, o ex-ministro afirmou que Lula fez um “pacto de sangue” com Emílio Odebrecht. Segundo a narrativa, o empreiteiro reservou 300 milhões de reais ao ex-presidente para “atividades políticas”.

A Moro, Palocci narrou que, após a eleição de Dilma Rousseff, Emílio Odebrecht procurou Lula, pois o empresário dizia estar “em pânico” com a eleição da sucessora do ex-presidente. Ainda segundo o ex-ministro, a apreensão se devia a rusgas entre a empreiteira e a petista, quando esta era chefe da Casa Civil. Em episódio citado por Palocci, Dilma atuou para a Odebrecht não comandar o conjunto de obras das usinas de Santo Antonio e Jirau.

Palocci menciona duas supostas reuniões entre Lula e Emílio Odebrecht nas quais teria sido acertado o “pacote de propinas”, mas afirma que não estava presente em ambas. Na primeira, Emílio teria oferecido o terreno para o instituto Lula, o sítio para uso da família do ex-presidente e uma reserva de 300 milhões para o petista. No segundo encontro, narra Palocci, Emílio encontrou-se com Lula e Dilma. O ex-presidente teria pedido a sua sucessora que “preservasse” a relação do governo com a Odebrecht.

Palocci alegou ainda ter aconselhado o ex-presidente a receber o terreno onde seria sediado o Instituto Lula como doação formal, ou ‘revestida de formalidade’.

A defesa de Lula afirmou que Palocci mudou sua versão “em busca da delação”. “O depoimento de Palocci é contraditório com outros depoimentos de testemunhas, réus, delatores da Odebrecht e com as provas apresentadas. Preso e sob pressão, Palocci negocia com o MP acordo de delação que exige que se justifiquem acusações falsas e sem provas contra Lula”, afirma Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente.

Em nota, o Instituto Lula comparou a postura de Palocci com a de Léo Pinheiro, que também mudou sua versão no caso tríplex ao incriminar o petista. Segundo o instituto, “não há nada no processo ou no depoimento de Palocci” a indicar que o terreno foi comprado com recursos desviados da Petrobras, motivo aludido para o caso estar sendo julgado por Moro.

A nota lembra ainda que Glauco da Costa Marques afirmou em seu depoimento ser o proprietário do imóvel vizinho ao da residência do ex-presidente e ter contrato de aluguel com a família de Lula. O réu diz estar recebendo o aluguel. 

Por problemas de saúde, Roberto Teixeira, advogado de Lula em processos da Lava Jato, terá seu depoimento colhido em 20 de setembro. 

Será a primeira vez que Lula e Moro estarão frente a frente desde a condenação do petista por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, relativas ao caso do tríplex no Guarujá. Em julho, Lula foi condenado por supostamente se beneficiar de recursos desviados para a compra e a reforma do imóvel.

A pena imposta por Moro foi de seis anos de reclusão por corrupção passiva e três anos e meio por lavagem de dinheiro. O petista foi absolvido, porém, da acusação de ter se beneficiado irregularmente do transporte e armazenamento de seu acervo presidencial. Neste momento, Lula recorre da decisão no Tribunal Regional Federal da 4ª região.

O JORNAL GGN E O DCM VÃO INVESTIGAR A INDÚSTRIA DA DELAÇÃO PREMIADA NA LAVA JATO E CONTAM COM VOCÊ

Pela primeira vez, o DCM e o Jornal GGN, duas das marcas mais conhecidas do jornalismo digital, vão participar juntos de um projeto de crowdfunding.

Nos últimos anos, o maior negócio do meio jurídico foi a indústria da delação premiada na Lava Jato.

Advogados foram contratados por honorários milionários, de dezenas de milhões de dólares, para oferecer aos clientes o conforto de uma negociação confiável com procuradores e juiz da Lava Jato.

​Ter a confiança do magistrado passou a ter um valor inestimável. Ao mesmo tempo, surgiram discrepâncias variadas entre as sentenças proferidas, algumas excessivamente duras, outras inexplicavelmente brandas.

Tudo isso ocorre no reino de Curitiba, território em que a justiça criminal é dominada há anos pelo grupo que conduziu a Lava Jato, juiz Sérgio Moro à frente.

Esse modelo ganha consistência no caso Banestado, em que não houve culpados.

As reportagens visarão levantar as origens dessa parceria, as razões de criminosos notórios, como Alberto Yousseff, sempre sair beneficiados, o caso da advogada Beatriz Catapretta e os negócios envolvendo Rosângela Moro e escritórios de advocacia de Curitiba, incluindo as relações entre ela e Marlus Arns, consolidadas no período em que ambos atuavam para a APAE do Paraná.

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Um capítulo especial será dedicado ao aprofundamento das revelações do advogado Rodrigo Tacla Durán, que teria sido procurado pelo também advogado Carlos Zucolotto Júnior, amigo de Moro, com uma oferta de venda de facilidades na Lava Jato, com um acordo de delação premiada em condições mais favoráveis.

O dinheiro arrecadado servirá para custear o trabalho dos repórteres em Curitiba, Belo Horizonte e outras cidades, eventualmente do exterior. As matérias serão publicadas nos dois sites simultaneamente.

No final, um vídeo reportagem será produzido.

Contamos com você.

Acesse aqui para saber mais sobre o projeto.

CONJUR – ALI MAZLOUM: ÁUDIOS DE JOESLEY DESNUDAM O PROJETO DE PODER DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Por Ali Mazloum

Existe certo padrão na atuação dos operadores do Direito. Conhecê-lo tem sido crucial para a sobrevivência na carreira do magistrado que vela por sua imparcialidade.

O Ministério Público Federal não convive bem com a oposição de ideias, sendo este um padrão de todos conhecido. Contrariar suas pretensões persecutórias pode levar o opositor ao opróbrio. Daí a existência de tantos juízes, na verdade tartufos togados, que simplesmente preferem chancelar até os piores desatinos formulados pelo órgão acusador.

Têm sido cada vez mais frequentes, lamentavelmente, persecuções penais midiáticas, marcadas pela indigência probatória, mas cercadas do aplauso passadiço das ruas.

Falta coragem para enfrentar o desejo de vingança que tomou de assalto o devido processo legal. Para cada caso, uma receita processual diferente.

A vulgarização do instituto da colaboração premiada demitiu o investigador do dever de investigar. E, sabe-se que a condição de colaborador é conquistada somente com a delação de determinados alvos.

O acordo premial celebrado entre a Procuradoria-Geral da República e os irmãos Batista situa-se nesse standard, mas contém ingredientes que fogem ao padrão-MPF.

O episódio envolvendo o presidente da República, dissemos à época, retratava o chamado flagrante preparado e revelava uma tentativa rocambolesca de plantar provas.

Afora o impacto provocado pelas delações no meio social, político e econômico, nada havia em termos de prova. Podia-se divisar no acordo, todavia, uma imensidão de irregularidades, dentre elas até mesmo possível crime de responsabilidade atribuível ao chefe do MPF.

Os termos extremamente generosos do acordo de colaboração, contrariando o padrão-MPF, suscitaram fundadas desconfianças e deveriam ter merecido a total repulsa de todos.

Impende lembrar, a despeito das contundentes críticas, o Procurador-Geral da República foi de encontro até mesmo ao grosso da imprensa (o que também foge ao padrão-MPF), procurando vender seu produto como algo altamente vantajoso para o Brasil.

As conversas recuperadas pela Polícia Federal em equipamento de gravação utilizado por Joesley Batista, agora demonstram o total acerto das críticas àquele acordo e a necessidade imperiosa de investigar, com profundidade, os motivos ou o que haveria por trás desse trato mal feito.

É preciso rever imediatamente sua homologação pelo Judiciário, sendo o acordado passível de anulação ante a aparente combinação entre investigador e delator, o que retiraria o pressuposto da voluntariedade exigida pelo instituto, ou considerar sua rescisão pelas mentiras e omissões de outras tantas infrações praticadas pelos “colaboradores” (artigo 4º da Lei 12850/2013).

Muito estranha a repentina saída da carreira de um procurador da República que agora se sabe atuou nos dois lados da negociação. Altas autoridades já haviam chamado a atenção para sua contratação por escritório que cuidava dos interesses da JBS, pairando em torno disso a movimentação de alguns milhões de reais.

Surgiram nessas mesmas conversas recuperadas, dentre outras, que “o Janot não vai concorrer mais ao cargo. Ele faz parte do nosso escritório”. Ele falou: “Janot vai sair e vai advogar com esse mesmo escritório. Mesmo escritório que ele está hoje”.

O que veio à tona com a gravação desvelada não representa apenas graves ataques às instituições democráticas do país (e à sociedade), colhe-se dela fragmentos de um projeto de poder que há tempos é nutrido pelo MPF.

A intimidade que demonstram os delatores com membros do MPF, naquilo que foi até agora desnudado, não impressiona tanto quanto a deplorável conivência de procuradores com o intento dos colaboradores em destruir os Poderes da República.

Isso está claro em diversas passagens das conversas, sendo exemplo: “(Joesley) Ricardinho, eles vão dissolver o Supremo… Vou entregar o Executivo e você vai entregar o Zé… O Zé vai entregar tudo? … Nós só vai entregar o Judiciário e o Executivo…. A Odebrecht moeu o Legislativo, nós vamos moer… Eu falei para o Marcelo [Miller, ex-procurador da República, que se demitiu do MPF para trabalhar para a JBS]: você quer pegar o Supremo, pega o Zé”.

A escandalosa descoberta não mereceu, de início, o devido enfrentamento. O chefe do Parquet preferiu antecipar-se à revelação feita pela perícia da Polícia Federal para promover insinuações desairosas contra ministros do STF. Optou-se por conceder entrevistas coletivas para analisar as reações do público em geral.

Não dissipadas as suspeitas que recaem sobre a atuação do MPF, decidiu-se, como se diz no jargão futebolístico, atacar para se defender. Ainda não se deu por descumprida a negociação com os delatores, ainda que estejam a alardear ou chantagear que têm ainda gravações escondidas.

Serodiamente está sendo retomado o curso das investigações dos diversos crimes perpetrados, em tese, pelos “colaboradores”. Ao lado dessa curial medida, sem o padrão-MPF, empreendem-se buscas domiciliares (estas quase uma semana depois da malsinada coletiva do PGR) e prisões temporárias de alguns dos envolvidos na negociação premiada.

A injustificada omissão e demora, porém, bem como o conteúdo das conversas desvendadas, não isentam o chefe do Parquet e seu staff de uma criteriosa investigação, especialmente diante da comprovada utilização deliberada de provas ilícitas para promover denúncias.

De toda essa lama que se espalha, três pontos ficaram bastante claros: é preciso desconfiar das 10 medidas “moralizadoras” apresentadas pelo MPF; deve-se rever o instituto da colaboração premiada, buscando seu aprimoramento, especialmente, formas de repressão à sua utilização publicitária; e, urge aprovar o projeto legislativo do crime de abuso de poder paralisado no Congresso Nacional, abrindo-se a possibilidade de o próprio ofendido promover a ação penal.

 é juiz federal em São Paulo, mestre em Ciências Jurídico-criminais, especialista em Direito Penal, pós-graduado em gestão pelo Insper, professor de Direito Constitucional.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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