Arquivo para novembro \30\-04:00 2017

GGN: GEBRAN IMPEDE QUE OAB REPRESENTE DEFESA DE LULA EM AÇÃO CONTRA MORO

Foto: Divulgação/TRF4

 Jornal GGN – O desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região João Gebran Neto negou, no último dia 28, o pedido do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da seccional da OAB em São Paulo para ser parte na ação movida pelo escritório da defesa de Lula contra uma decisão do juiz Sergio Moro.
 
O escritório do advogado Cristiano Zanin, defensor de Lula, quer que Moro cumpra com a promessa que fez ao ministro Teori Zavascki e descarte o conteúdo de um grampo que atingiu mais de 20 advogados da empresa. A OAB entrou com um requerimento para ser assistente alegando que a violação das prerrogativas dos advogados deve ser confrontada pela classe.
 
Segundo Gebran, a tese não se sustenta porque “inexiste possibilidade de seus efeitos atingirem os advogados enquanto categoria.”
 
 “(…) embora se reconheça a excepcional representatividade da entidade de classe na defesa das prerrogativas da categoria profissional, o que delimita o interesse na discussão é a natureza da impugnação – notadamente porque não se está a tratar de parte hipossuficiente – e a utilidade jurídica da futura decisão que, seja qual for, não produzirá efeitos abstratos e de interesse de toda a categoria, mas apenas para o caso ora tratado”, escreveu o desembargador.
 
“O interesse jurídico para o processo diz respeito ao seu resultado útil, ao conteúdo da
decisão – no caso, mandamental – e não às teses e fundamentos de direito que a circundam. Em outras palavras, a tese jurídica que o Conselho Federal da OAB e a Seccional de São Paulo, como terceiro interessado, querem fazer prevalecer ou mesmo a sua intenção de ‘formar’ uma jurisprudência sobre o tema, não lhe conferem legitimidade, pois, com tal objetivo é irrelevante ao interesse jurídico processual.”
 
O Conselho da OAB havia argumentado, tecnicamente, que é “recomendável e de interesse de toda a sociedade a intervenção da OAB em processos nos quais se discutem prerrogativas
profissionais dos advogados, as quais constituem mecanismos de defesa do cidadão.” 
 
No mérito, sustentou que o grampo no ramal principal do escritório de Zanin fere prerrogativas da advocacia. “(…) a essencialidade do advogado abrange a sua inviolabilidade e o sigilo profissional, garantia que assegura o estado de direito, prevista no art. 7º, II, do Estatuto da OAB.”
 
Além disso, lembrou que os procuradores de Curitiba conseguiram autorização de Moro para o grampo de forma “dissimulada”, pois disseram que o número que seria objeto da quebra de sigilo era do Instituto Lula, mesmo tendo sido avisados pela operadora de telefonia que a informação não procedia.
 
Ao Supremo, Moro havia admitido o erro na autorização do grampo no escritório, e prometeu que iria descartar o conteúdo. Na prática, ele colocou o material à disposição para consulta e disse que ainda vai analisar se tornará o conteúdo inutilizável. 

TEREZA CRUVINEL: ADVOGADO TACLA DURÁN PÕE EM XEQUE ÓRGÃOS QUE DEVERIAM FISCALIZAR O JUDICIÁRIO

VEM AO CASO

Ele revelou que o advogado Zucolotto, padrinho de Moro, pediu R$ 5 milhões “por fora” para aliviar multa que teria de pagar. Com a palavra os conselhos superiores da Justiça e do Ministério Público

por Tereza Cruvinel, no Brasil 247.
 
                                                                    REPRODUÇÃO
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Advogado revelou que dados do sistema de controle de propinas foram manipulados para atingir algumas figuras

Brasil 247 – O advogado Tacla Duran falou a uma CPI do Congresso Nacional. Não foi entrevista ou postagem em rede social. E falou coisas da maior gravidade sobre os métodos da Lava Jato, que não passariam em brancas nuvens num país observador do devido processo legal. Tacla Duran apontou várias condutas irregulares de procuradores da Lava Jato, o que exige um posicionamento do Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM), órgão de supervisão e controle do MPF. 

Ele revelou que o advogado Zucolotto, padrinho de casamento do juiz Sérgio Moro, pediu R$ 5 milhões “por fora” para conseguir aliviar a multa que teria de pagar, se firmasse acordo com a Lava Jato.

Isso exige um posicionamento do Conselho Nacional da Justiça, o CNJ, que existe para supervisionar o Poder Judiciário. Revelou ainda que dados do sistema de controle de propinas da Odebrecht foram manipulados para atingir seletivamente algumas figuras. Seu depoimento por videoconferência, ao longo de três horas, foi acompanhado por milhares de pessoas que esperam dos órgãos de controle mais do que declarações desqualificando Tacla Duran como foragido.

Na verdade, Duran é um refugiado legal na Espanha, que não irá extraditá-lo. Só por isso está falando, ao contrário dos outros investigados e condenados da Lava Jato, que temem sofrer retaliações.

O que ele conta suscita perguntas incômodas aos homens da Lava Jato. Se Zucolotto pediu “por fora”, outros mediadores de delações também não pediram e levaram? Não seria este um padrão das negociações? Por que alguns, como o casal Monica e João Santana, conseguiram “salvar” uma parte de seus recursos.

As provas apresentadas por Duran devem começar a ser requisitadas por advogados de réus da Lava Jato, a começar pela defesa do ex-presidente Lula, a quem Moro já negou algumas vezes o pedido para que Duran fosse ouvido em seus processos. Já sabemos. Ele negará também o apensamento das provas apresentadas pelo “foragido”.

Acima do Moro, como juiz, e acima dos procuradores, estão o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público. Se continuarem ignorando o que se passou hoje na CPI da JBS, estarão reconhecendo a própria inutilidade.

PAPO COM ZÉ TRAJANO

GGN: TACLA DURÁN ACUSA VAZAMENTOS DO MPF COMO ESTRATÉGIA INCISIVA

Jornal GGN – “Eu me senti constrangido, aquilo parecia mais uma extorsão”, afirmou o advogado Rodrigo Tacla Durán, em referência a troca de mensagens com o advogado Carlos Zucolotto, em que demonstra uma tentativa de negociação para reduzir o valor da multa que seria paga por Durán em um acordo de colaboração com a Procuradoria, em troca de aumentar em R$ 5 milhões os honorários advocatícios de Zucolotto.

O GGN e o DCM anteciparam parte das declarações do advogado [leia aqui] aos parlamentares, que está sendo realizada na manhã desta quinta-feira (30). Tacla Durán explicou que tirou uma fotografia, por meio de outro celular, das mensagens trocadas com Zucolotto e que passou por perícia para comprovar que a imagem não foi manipulada.

Ainda entre as acusações, Durán mostra preocupações com algumas táticas adotadas pelos procuradores da Lava Jato em suposto conluio com o jornal O Estado de S. Paulo, pelo colunista Fausto Macedo. Cita o episódio em que o advogado foi prestar depoimento às autoridades norte-americanas, em uma reunião em Washington, e os procuradores já tinham em mãos a íntegra de um depoimento em sigilo que teria sido vazado pelo MPF brasileiro ao jornal.
 
 
“Para a minha surpresa, no dia em que chego a Washington para a minha primeira reunião, tem o vazamento com cópia na íntegra do depoimento do senhor Vinicius Morin, que é o laranja da Odebrecht no Meinl Bank e Antigua [Overseas, tomado pelo procurador Orlando Martelo”, contou. 
 
“No dia que chego em Washgton, a cópia do depoimento dele vazou no Estado de S. Paulo, no blog do Fausto Macedo, na íntegra. Os procuradores americanos já tinham a cópia traduzida da matéria. Isso, considerando o fuso horário, eu cheguei a conclusão que eles leram o Estado de S. Paulo antes do Washington Post”, completando: “Esse vazamento, pela coincidência de dados e por eles terem conhecimento foi nitidamente para me prejudicar nas negociações, eles [procuradores brasileiros] não queriam que o meu acordo nos Estados Unidos saísse. Nem eles, nem a Odebrecht”.
 
Entre as outras revelações dadas pelo ex-advogado da Odebrecht à CPMI da JBS, que teve início nesta manhã e segue no Congresso, destacou também a afirmação de que a força-tarefa da Operação Lava Jato omitiu contas de  investigados no exterior.
 
O objetivo, segundo ele, seria que os recursos não fossem bloqueados, ainda sem descrever detalhes das motivações que levariam os procuradores da República a ignorarem tais contas secretas. Entretanto, da mesma forma como apontou nos casos anteriores, Durán narrou os indícios de forma a gerar o raciocínio lógico dos ouvintes, neste caso, os parlamentares.
 
Como exemplo de contas no exterior que teriam sido ignoradas pelos investigadores da força-tarefa, o advogado citou a do casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura. Ambos acusaram, em suas delações premiadas, de receberam propina relacionada à campanha eleitoral da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2014. Esse foi um dos casos das atuações de advogados chamados de “panela de Curitiba”, que têm bom trânsito junto aos investigadores.
 
Em outro assunto já adiantado pelo especial do GGN em parceria com o DCM, Durán reafirmou aos congressistas que o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve ter usado documentos manipulados na segunda denúncia apresentada contra o presidente Michel Temer (PMDB).
 
“Todas as provas que foram obtidas ou utilizadas a partir do Drousys, elas padecem de vício, são nulas pela movimentação, alteração e manipulações externas antes, durante e depois do bloqueio realizado pelas autoridades suíças”, afirmou, em referência ao sistema digital utilizado pela Odebrecht para registrar transações financeiras, que incluíam propinas. 
 
Tacla Durán também lembra que o sistema Drousys foi bloqueado pelas autoridades suíças em março do ano passado, sem a possibilidade de modificações. Entretanto, segundo ele, o arquivo teria sido manipulado, em sua tese, pela Odebrecht para saciar as intenções do MPF sobre trechos que precisariam ser comprovados de delações premiadas. 
 
Questionado se o ex-PGR teria atuado de forma proposital, Durán respondeu que não acredita que Janot “estava mentindo”, mas que “ele de fato obteve aquele documento dentro do Drousys, isso indica que o sistema estava manipulado depois do bloqueio”. “É um documento falsificado”, completou.
 

DCM:”TACLA DURÁN DIZ QUE LAVA JATO OFERECEU-LHE DELAÇÃO “À LA CARTE” COM LISTA DE POLÍTICOS PARA DENUNCIAR

“Marcelo Miller [o ex-procurador afastado por Janot] me mostrou uma lista de parlamentares e perguntou: qual o senhor conhece, qual o senhor pode entregar?”, disse Tacla Durán.

Em novembro de 2016, Sergio Moro saiu em defesa da Lava Jato durante a audiência do doleiro Alberto Youssef, que testemunhou  no processo em que Lula é acusado de receber propinas da OAS na forma de um apartamento no Guarujá, entre outras vantagens ilícitas.

José Roberto Batochio, defensor de Lula, tentou fazer uma “última pergunta” a Youssef.

“Comenta-se no meio forense, pelo menos em algum setor dele, que existe uma delação que se denominou delação premiada à la carte”, disse Batochio.

Moro interrompe: “Doutor, decline quem comenta isso. Isso é calunioso, inclusive! Eu peço que decline quem é [que comenta isso]”.

VIOMUNDO: “MEU CONTATO VAI CONSEGUIR QUE DD ENTRE NA NEGOCIAÇÃO”; VEJA AS CONVERSAS DE TACLA DURÁN COM O COMPADRE DO JUIZ MORO PERICIADAS NA ESPANHA

Da Redação.

Em seu depoimento à CPI da JBS, o ex-advogado da Odebrecht, Rodrigo Tacla Durán, confirmou ter trocado mensagens com o compadre do juiz Sérgio Moro, Carlos Zucolotto Júnior, que garantia ter influência sobre procuradores da Lava Jato para dar vantagens a Durán se ele fechasse acordo de delação premiada.

Durán disse ter fotografado a conversa e apresentou os prints periciados na Espanha como prova.

Veja, abaixo, os documentos que o advogado entregou à CPI, inclusive registrando a conversa eletrônica.

PORTAL FORUM: AMIGO DE MORO OFERECEU DESCONTO DE US$ 10 MILHÕES, SE PAGASSE US$ 5 MILHÕES POR FORA, DIZ TACLA DURAÁN

Da Redação*

Moro divulgou nota no dia 27 de agosto deste ano (leia aqui), negando que o “seu amigo pessoal”, Carlos Zucolotto, tenha tido qualquer contato com Tacla Durán. Tacla apresentou as provas periciadas

Em depoimento à CPMI da JBS nesta quinta-feira 30, o ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Durán revelou que o advogado Carlos Zucolotto, amigo do juiz Sergio Moro, lhe ofereceu reduzir sua multa de US$ 15 milhões para US$ 5 milhões se o pagamento fosse feito em uma conta bancária em Andorra.

“Percebi que as preocupações eram estritamente financeiras”, disse Tacla Duran, relatando que, numa conversa por meio de mensagens com o advogado que negociava seu acordo de delação premiada, ele recebeu a oferta de redução da multa. A conversa foi encaminhada à perícia da CPMI.

O juiz Sérgio Moro divulgou nota (leia na íntegra abaixo), no dia 27 de agosto deste ano, negando de maneira resoluta que o “seu amigo pessoal”, Carlos Zucolotto, tenha tido qualquer contato com o, segundo Moro, “advogado foragido Rodrigo Tacla Durán”. Na mesma nota, Moro diz que Durán não apresentou “qualquer prova de suas inverídicas afirmações e o seu relato não encontra apoio em nenhuma outra fonte”.

Tacla Durán disse ainda em seu depoimento que recebeu uma minuta do Ministério Público (sobre o acordo de delação) que constava “que o valor seria reduzido para um terço, mas que eu pagasse os US$ 5 milhões para uma conta de Andorra. A procuradoria sempre soube que eu não tinha dinheiro em Andorra. Ou seja, era juridicamente impossível descontar de uma conta minha em Andorra. Então era fato que o que seria pago seriam US$ 5 milhões, não US$ 15 milhões”.

Neste momento, o deputado Wadih Damous (PT-RJ) lhe perguntou sobre uma reportagem publicada pela jornalista Monica Bergamo, na Folha de S.Paulo, em que ele denunciava ter recebido proposta para que fizesse pagamento “por fora”. “A matéria da Folha falava em ‘pagamento por fora’. É isso?”, questionou Damous. “É isso”, respondeu Tacla Duran.

“Eu não aceitei porque me senti constrangido. O valor seria para ele e para quem estava ajudando ele. E seria pago em troca da atuação dele no caso”, completou o advogado. Questionado, ele disse que não sabia quem era a pessoa que estava ajudando Zucolotto.

DOCUMENTOS EM DELAÇÃO DE EXECUTIVOS DA ODEBRECHT FORAM ADULTERADOS, DIZ DURAN

CPMI

Em primeira parte de seu depoimento, advogado confirma encontro entre diretores para acertar o teor de delações e que emails da empreiteira podem ter sido modificados
por Hylda Cavalcanti, da RBA.
 
TV SENADO / REPRODUÇÃO
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O advogado que prestou serviços à Odebrecht, Rodrito Tacla Durán, em depoimento no Congresso que pode atingir a Lava Jato

Brasília – Em depoimento prestado por videoconferência à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS, o advogado Rodrigo Tacla Duran, que trabalhou para a Odebrecht entre 2011 e 2016, disse que a perícia encomendada por ele junto a profissionais da Espanha comprovam que documentos do sistema de e-mails internos (intranet) da Odebrecht foram alterados antes e depois de o sistema ter sido bloqueado pelo Ministério Público Federal. Ele também encaminhou documentos e e-mails trocados com seus advogados à CPMI.

O advogado, que está na Espanha, onde reside, disse que, por conta das falsificações encontradas nas delações premiadas dos executivos da Odebrecht, considera que todos os documentos obtidos diretamente do banco de dados da empreiteira podem estar comprometidos. “Não falo por todos, mas aponto vários extratos como adulterados e acredito, como advogado, que isso constitui vício para todos os documentos”, afirmou.

Tacla Duran confirmou a informação de que recebeu proposta do Ministério Público para fazer um acordo de delação premiada, mas não aceitou. O advogado entregou aos integrantes da CPMI, cópia do e-mail com a proposta da delação e a minuta do suposto acordo, que foi negado pelo procurador Luiz Fernando dos Santos Lima. Duran contestou Luiz Fernando.

“Refleti sobre o acordo e não aceitei porque achei que queriam criminalizar minha profissão e me imputar crimes que não cometi. Mesmo diante das dificuldades que passo e que sabia que iria enfrentar, resolvi não assinar este acordo.”

‘Delações combinadas’

O advogado confirmou a versão de que houve um encontro, promovido pela Odebrecht, entre seus executivos para combinar as informações a serem repassadas durante delações premiadas.

Disse também que soube, antes e depois da realização do evento, que a empresa alugou um hotel em Brasília no qual se reuniram por vários dias aproximadamente 100 executivos, para que acertassem os termos dos acordos e tudo o que cada um deles diria. Depois desse encontro foram homologados acordos com 77 executivos.

“Isto significa que foi uma delação totalmente combinada entre eles”, acusou o deputado Wadih Damous (PT-RJ). “A reunião me lembra o filme ‘O Poderoso Chefão’ em que é realizado num hotel um encontro de grandes mafiosos”, comparou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

Tacla Duran, porém, evitou falar, durante a primeira parte de seu depoimento, sobre a mulher do juiz Federal Sérgio Moro, a advogada Rosângela Moro. “Não tenho nada a falar sobre o juiz Sérgio Moro, apenas que ele está extrapolando o papel de juiz, me prejudicando um pouco”, disse. Rosângela Moro faz parte da equipe do advogado Carlos Zucolotto, de Curitiba, a quem Duran contratou para representá-lo no processo.

Ele admitiu aos deputados e senadores ter contratado o escritório paranaense por ter sido “aconselhado” a contar com “alguém que fosse da patota de Curitiba” – dando a entender que podem existir acordos entre as bancas de advogados e a equipe da Operação Lava Jato, mas sem apresentar provas, nem se estender no assunto.

Duran também confirmou ter recebido uma proposta de Zucolotto de que parte dos pagamentos dos honorários advocatícios deveriam ser “por fora”, o que entendeu que se tratava de uso de recursos para um possível caixa dois ou pagamento a terceiros. Esses pagamentos seriam direcionados a uma pessoa identificada como “DD”, mas disse não saber de quem se trata.

A oitiva não tem hora determinada para o encerramento – às 12h30, quando o depoimento já durava cerca de três horas e meia, apenas dois parlamentares haviam feito suas perguntas e ainda havia parlamentares inscritos para fazer perguntas a Tacla Duran.

infográfico

DEPUTADOS PAULO PIMENTA E WADIH DAMOUS CONVOCAM: TACLA DURAM VAI FALAR HOJE! NÃO PERCA!

A CPI da JBS ouve amanhã (30) o depoimento do ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Durán. Em agosto desse ano, Tacla Durán acusou o compadre do juiz Sérgio Moro de oferecer “facilidades” junto ao MPF e ao Poder Judiciário, por meio do pagamento de propina.

Nesta quinta, o ex-advogado da Odebrecht promete entregar à CPI as provas das conversas com o compadre de Sérgio Moro, o advogado Carlos Zucolotto, que era sócio em um escritório de advocacia de Rosângela Moro, a esposa do juiz da Lava Jato.

LULA: “A EDUCAÇÃO É O MELHOR INVESTIMENTO QUE PODEMOS FAZER”

Lula.com.br.

Foto: Ricardo Stuckert

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a afirmar nesta quarta-feira (29) a importância de se retomar os investimentos na Educação, rompidos durante o processo do golpe. Em entrevista à Rádio Capital 95,9 FM, do Mato Grosso do Sul, Lula ressaltou que o desenvolvimento do país em todas suas esferas depende das políticas públicas voltadas para a Educação. “A Educação é o melhor investimento que podemos fazer”, destacou.

O ex-presidente reforçou a necessidade de se promover um referendo para revogar medidas do governo Temer e de se garantir um “debate civilizado” nas eleições de 2018 para recuperar a estabilidade no país. “Na época das eleições a gente não coloca raiva e ódio na urna. A gente coloca esperança por um futuro. Espero que as eleições do ano que vem sirvam pra isso”, ponderou.

Para Lula, desde 2013 o país passa por um período tumultuado e o debate político precisa ser qualificado. “O país não pode viver um clima tenso e pesado como está vivendo. O fato das pessoas terem partidos diferentes não precisa fazer delas inimigas”, analisou.

Sobre a operação Lava Jato e a intensa agenda contra a figura do ex-presidente, Lula afirmou estar tranquilo e de cabeça erguida. “Se juntar todas as críticas que todos os presidentes da República já receberam não chega a metade das críticas que fazem a mim na Globo. Entretanto, depois de três anos investigando ainda não encontraram nada”, concluiu.

TJ-SP NEGA RECURSO E INDENIZAÇÃO PARA O FOTÓGRAFO ATINGIDO PELA PM

Desembargadores afirmam que, mesmo cego, não há provas que o ferimento é oriundo de disparo de bala de borracha, apesar da intensa repressão policial contra a manifestação em que o profissional trabalhava

                                                              IMPRENÇA/TWITTER
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Sérgio Silva reivindica que o Governo de SP seja apontado como responsável pela perda de parte de sua visão

São Paulo –  A 9ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) rejeitou o recurso do fotógrafo Sérgio Silva, nesta quarta-feira (29). Por 3 votos a 0, a decisão dos desembargadores diz que não há provas de que o ferimento foi causado por um disparo de bala de borracha pela Polícia Militar. 

“Mesmo que a situação seja dramática, não é possível desvendar que o objeto que atingiu seu olho esquerdo seja uma bala de borracha”, afirmou o relator do caso, o desembargador Rebouças de Carvalho

O fotógrafo contestava a decisão dada em 1ª instância da ação judicial impetrada por ele. Em 10 de agosto do ano passado, o juiz Olavo Zampol Junior, da 10ª Vara da Fazenda Pública, afirmou que a responsabilidade pelo ferimento era do próprio fotógrafo.

“Fico revoltado. Porque eu sei e milhares de pessoas sabem o que aconteceu naquela noite de 13 de junho. O que se ouve aqui hoje é que você não tem prova, nexo causal, de que foi o agente do Estado que atirou. Aí fica a pergunta: quem manipula bala de borracha? Quem são as pessoas feridas naquela noite? O tempo está passando e isso está legitimando aquela ação policial naquela noite”, disse Sérgio, ao portal UOL.

O fotógrafo reivindica que o governo de São Paulo seja apontado como responsável pela perda de parte de sua visão.  Em 13 de junho de 2013, o fotógrafo foi atingido no rosto por uma bala de borracha disparada pela Polícia Militar enquanto cobria manifestação contra o aumento da tarifa de transporte público em São Paulo, marcada pela intensa repressão policial. Sérgio perdeu o olho esquerdo.

registrado em:      

FASCISTAS SÃO EXPULSOS POR ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP)

Veja o vídeo em que os fascistas são escorraçados e deixam as dependências da Universidade de São Paulo (USP). 

LINDBERGH FARIAS PODE SOFRER RETALIAÇÃO DA GLOBO, DIZ LALO LEAL

PLIM-PLIM
Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou nesta terça (28) requerimento do senador petista para realizar audiência pública sobre denúncias envolvendo a emissora da família Marinho
por Eduardo Maretti, da RBA.
 
                                                                         REPRODUÇÃO
Copa do Mundo

Segundo empresário argentino Alejandro Burzaco, negociações eram sobre as Copas de 2026 e 2030

São Paulo – A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado aprovou, nesta terça-feira (28), requerimento do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) para realizar uma audiência pública sobre as denúncias envolvendo a Rede Globo. A empresa teria participado de um esquema de pagamento de propinas para obter apoio e conseguir direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2026 e 2030.

A revelação foi feita pelo empresário argentino Alejandro Burzaco, ex-executivo da empresa Torneos y Competencias, em depoimentos nos dias 14 e 15 de novembro, ao Tribunal do Brooklin, em Nova York, no julgamento do ex-presidente da CBF José Maria Marin. A Globo foi citada junto com a mexicana Televisa. Juntas, elas teriam desembolsado 15 milhões de dólares, parte dos quais pagos a Julio Grondona, presidente da Federação Argentina de Futebol por 30 anos. As copas Libertadores e Sul-Americana também faziam parte do “pacote”, segundo Burzaco.

“São denúncias seríssimas que mostram relações promíscuas entre a Globo e os dirigentes do futebol, nacional e internacional, que, pelas denúncias, já vêm de longa data e nunca ganharam atenção da mídia e dos órgãos públicos, como Polícia Federal e  Judiciário”, diz o jornalista e professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) Laurindo Lalo Leal Filho. “Um debate público no Congresso é bem-vindo, porque é necessário esclarecer o que está acontecendo.”

Ele considera louvável a iniciativa de Lindbergh Farias, mas acha possível que  o parlamentar seja objeto de retaliação. “Uma retaliação da Globo virá. Quando ela sofre algum tipo de denúncia, rapidamente aciona seus organismos para replicar.” O professor lembra o ex-governador do Rio de Janeiro Leonel Brizola. “Ele era uma figura que não podia aparecer na Globo, porque teve coragem de denunciar falcatruas da emissora.”

Devem ser convidados para a audiência pública, ainda sem data definida, representantes da Rede Globo e do Ministério Público Federal. Uma semana depois do depoimento de Burzaco, PT, PDT e Psol apresentaram representações contra a Globo à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações.

Em nota divulgada no dia 15, a Globo negou as acusações. “O Grupo Globo afirma veementemente que não pratica nem tolera qualquer pagamento de propina”, disse a empresa.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encaminhou denúncia contra a empresa da família Marinho ao Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ). “O primeiro passo a ser dado seria o Ministério Público assumir a responsabilidade de uma investigação, depois o Judiciário e a própria Polícia Federal, se for o caso”, diz Lalo Leal.

Ele observa que as informações contra a Globo só vieram a público após investigação realizada não no território brasileiro, mas nos Estados Unidos. “Denúncias desse tipo a gente ouve falar, mas nunca ninguém tem coragem de assumir. Só foi possível pegar a Globo porque a denúncia foi feita fora do Brasil. Essa rede que se formou para conseguir benefícios por meio de propinas na transmissão de competições internacionais de futebol inclui corporações midiáticas de outros países”, lembra o professor.

“O poder da Globo, para muita gente, é maior do que os poderes da República. Mesmo os órgãos institucionais – Judiciário, Legislativo e mesmo o Ministério Público – têm algum tipo de receio de enfrentar esse poder”, acrescenta.  “A Globo tem um poder de contra-ataque muito forte e eles evitam a todo custo um confronto com ela. “

O deputado Wadih Damous (PT-RJ) já afirmou que há elementos para se propor a cassação da concessão da Rede Globo de Televisão, pois o artigo 53 da Lei 4.117, que trata do setor, estabelece que “constitui abuso, no exercício de liberdade da radiodifusão, o emprego desse meio de comunicação para a prática de crime ou contravenção”.

Para Lalo Leal, se for desencadeado um processo isento que vá a fundo nas apurações, “poderia haver razões para isso”. “Não que vá acontecer, mas podem surgir razões que legalmente determinariam a cassação da concessão”, afirma.

Lindbergh defende a realização da audiência ainda em 2017 e aventou a possibilidade de se abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso. “Se os representantes da Rede Globo decidirem não participar do debate, estamos estudando a possibilidade de recolher assinaturas para a criação de uma CPI”, disse o petista ontem. A reportagem procurou o senador, mas não obteve retorno.

GGN: QUANDO OS PROBLEMAS PESSOAIS DE MORO ATRAPALHAM A DEFESA DE LULA

Moro impede, de novo, que Lula use Rodrigo Tacla Duran como testemunha de defesa. Duran virou desafeto pessoal do juiz depois que revelou que Carlos Zucolotto, amigo pessoal de Moro, supostamente cobrou propina para facilitar um acordo de delação premiada
 
 
Jornal GGN – O juiz federal Sergio Moro impediu, de novo, que Rodrigo Tacla Duran seja ouvido no processo em que Lula é acusado de receber vantagem indevida da Odebrecht. Segundo informações do Uol, o juiz decidiu, na terça (28), que Tacla Dura “não é digna de crédito.”
 
Duran virou desafeto de Moro quando decidiu divulgar na imprensa que Carlos Zucolotto, advogado e amigo pessoal do juiz, supostamente cobrou propina para facilitar o acordo de colaboração com a Lava Jato. O GGN e DCM publicaram juntos uma série de reportagens especiais sobre a indústria da delação em Curitiba, que inclui as evidências apresentadas por Duran para sustentar sua denúncia. Entre elas, mensagens de texto trocadas com Zucolotto e um e-mail dos procuradores, com a minuta do acordo.
 
Moro decidiu não ouvir Duran sob o argumento de que palavra de criminoso não tem valor. 
 
 “Rodrigo Tacla Duran é acusado de lavagem de cerca de dezoito milhões de dólares, teve a sua prisão preventiva decretada por este Juízo, fugiu, mesmo antes da decretação da prisão, e está refugiado no exterior”, disse Moro ao recusar a oitiva em favor de Lula.
 
“A palavra de pessoa envolvida, em cognição sumária, em graves crimes e desacompanhada de quaisquer provas de corroboração não é digna de crédito, como tem reiteradamente decidido este juízo e as demais Cortes de Justiça, ainda que possa receber momentâneo crédito por matérias jornalísticas descuidades e invocadas pela defesa”, acrescentou.
 
A decisão é contraditória justamente porque Moro já condenou Lula com base em depoimentos de empresários que pagaram propina e decidiram ajudar a acusação em busca de benefícios. Duran, por outro lado, desistiu do acordo e ainda revelou os bastidores à imprensa, expondo o amigo de Moro e virando seu desafeto.  
 
Quem apontou a contradição foi a defesa de Lula em resposta à reportagem do Uol. “Negar sob o argumento de que a palavra dele não merece credibilidade por estar sendo acusado da prática de crimes é absolutamente contraditório com a própria condenação imposta pelo juiz ao ex-presidente Lula no caso triplex, que está baseada na desconexa e frágil versão de um réu confesso, Léo Pinheiro”, disse o advogado Cristiano Zanin.
 
Zanin também apontou que não há como Moro saber quais provas Duran poderia acrescentar ao processo de Lula sem ouvi-lo antes. “Somente com a coleta do depoimento da testemunha e dos elementos concretos que ela pode fornecer é que será possível avaliar o valor provatório da sua palavra. Não há razão jurídica para negar mais uma vez o depoimento de Tacla Duran.”
 
A decisão de Moro foi uma resposta a um segundo pedido da defesa de Lula para que Duran explicasse documentos relacionados à Odebrecht que o Ministério Público Federal juntou aos autos. Os advogados do ex-presidente contestaram a veracidade de alguns deles e solicitaram o depoimento de Duran para ajudar a esclarecer os fatos. Na primeira tentativa, Moro também havia rejeitado ouvir Duran, sob o mesmo argumento.
 
Quando Duran veio à tona com a denúncia envolvendo Zucolotto, Moro entrou em contato com o amigo pessoal e divulgou na imprensa a sua defesa. Ela consistia em apontar que Zucolotto é advogado trabalhista e não teria atuação em área criminal, muito menos na Lava Jato. Ele também negou proximidade com os procuradores de Curitiba, mas Mônica Bergamo revelou que seu escritório representava Carlos Fernando dos Santos Lima em uma ação trabalhista. 
 
Zucolotto também tinha sociedade com Rosangela Moro, a esposa do juiz de Curitiba. Documentos da Receita Federal mostraram pagamentos de Duran ao escritório. A Lava Jato omitiu os papéis, possivelmente para não comprometer a jurisdição de Moro sobre os assuntos da Lava Jato.

PRETA RARA MOSTRA, EM ENCONTRO COM LULA, QUE É RARA

CARAVANA LULA PELO BRASIL SEGUE PARA O ESPÍRITO SANTO E RIO DE JANEIRO

Foto: Ricardo Stuckert

A caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue na sua terceira etapa para o Espírito Santo e Rio de Janeiro entre os dias 4 e 8 de dezembro. Na caravana, o ex-presidente conversa com a população local, conhece os avanços que aconteceram nos governos do PT e os retrocessos que tem sofrido os avanços sociais durante o governo Temer.

O percurso, que será todo feito de ônibus por Lula, começa em Vitória com um grande ato de abertura às 18h na Praça Costa Pereira, no centro da cidade.

Depois do ato de abertura, a caravana segue para Cariacica e de lá para o Rio de Janeiro, onde haverá um ato de recepção em Campos dos Goytacazes e atividades em Maricá, Duque de Caxias, Belford Roxo, Nova Iguaçu, terminando em um grande ato em defesa da educação na capital carioca, no dia 8 de dezembro na UERJ.

A caravana é uma iniciativa do Partido dos Trabalhadores em parceria com a Fundação Perseu Abramo, que lançou a Plataforma “O Brasil que o povo quer”, com o objetivo de ouvir a população e elaborar uma estratégia para o futuro do país.

Segunda, 04 de dezembro de 2017

Vitoria
18h00 – Ato de abertura da Caravana
Local: Praça Costa Pereira

Terça-feira, 05 de dezembro de 2017

Cariacica
10h00 – Visita ao campus Cariacica do Instituto Federal do Espírito Santo e reunião com reitor e diretores
Local: Rod. Gov. José Sete, s/n
Campos
19h00 – Atividade de recepção da Caravana no Rio de Janeiro
Local: Praça da Câmara

Quarta-feira, 06 de dezembro de 2017

Campos
09h00 – Visita ao Polo Avançado do Instituto Federal Fluminense e encontro com reitores e diretores
Local: R. Dr. Siqueira, 273

Marica
18h00 – Ato em Maricá
Local: Praça da Igreja Matriz

Quinta-feira, 07 de dezembro de 2017

Itaborai
09h00 – Ato no COMPERJ
Local: Rodovia Estadual RJ-116, Km 5,2, S/n

Duque de Caxias
12h30 – Parada no centro de Duque de Caxias
Local: Praça do Relógio

Belford Roxo
14h30 – Parada no centro de Belford Roxo
Local: Praça Eliaquim Batista

Nova Iguaçu
17h00 – Ato no calçadão de Nova Iguaçu
Local: Praça Rui Barbosa

Sexta-feira, 08 de dezembro de 2017

Nova Iguaçu
11h00 – Visita ao campus de Nova Iguaçu da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Local: Av. Dr. Salles Teixeira, 10

Rio de Janeiro
18h00 – Encontro com intelectuais
20h00 – Ato em defesa da educação na concha acústica da UERJ
Local: Av. Radial Oeste, Maracanã

PARA POLÍCIA FEDERAL, AÉCIO USOU ‘LARANJAS’ PARA FAZER LIGAÇÕES TELEFÔNICAS CLANDESTINAS

NOVA DESCOBERTA

Celulares apreendidos com o senador têm como donos pessoas simples. Congresso vive novo dia de tensão por conta de relatório sobre atividades suspeitas do senador tucano
por Redação, RBA.
 
                                                    FABIO RODRIGUES POZZEBOM
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O senador Aécio Neves, do PSDB, envolvido em novas denúncias da Polícia Federal

Brasília – O Congresso vive um dia de tensão e mal estar, em meio à agenda de votações da Câmara e do Senado. Tudo por conta da notícia, divulgada no início da manhã por vários veículos de imprensa, de que relatório elaborado pela Polícia Federal (PF) revela haver indícios de que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) teria usado celulares registrados em nome de laranjas para fazer ligações sigilosas.

A observação feita pelo documento da PF tomou como base objetos apreendidos no apartamento do senador no Rio de Janeiro, em maio passado. E provocou constrangimentos entre parlamentares integrantes do PSDB e de outros partidos vinculados ao tucano mineiro.

Até agora, diante do grande número de reuniões nas comissões técnicas, ninguém falou oficialmente a respeito, nem por parte da oposição, nem mesmo por parte do senador ou da executiva do PSDB. Na assessoria de Aécio, as informações são para que os jornalistas procurem seu advogado de defesa, Alberto Zacarias Toron.

Toron, por sua vez, disse que não pode se pronunciar ainda por não ter tido acesso à íntegra do relatório e, por isso, ter conversado diretamente sobre a questão com o seu cliente.

Expectativa por resposta

Espera-se para o meio da tarde, além de pronunciamentos ácidos dos senadores sobre o caso no plenário, também alguma resposta oficial de Aécio – seja por meio de nota, por intermédio de seu advogado ou por alguma entrevista. 

De acordo com as informações da PF, os celulares foram encontrados no closet do apartamento de Aécio Neves e consistem em aparelhos simples, sem muita tecnologia. A apreensão cumpriu determinação judicial para mandado de apreensão nos dois endereços do parlamentar feita pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

A iniciativa de Fachin foi adotada logo após a divulgação da gravação de conversa entre Aécio e o empresário Joesley Batista, divulgada na delação premiada de Batista, no dia 17 de abril passado. No encontro, o senador pede R$ 2 milhões ao empresário e acerta como pode ser feita a entrega do dinheiro.

‘Pessoas simples’

Em tom lacônico, o relatório da Polícia Federal destaca que “pelas descrições dos itens 20 e 25 acima, tratam-se de aparelhos telefônicos simples/descartáveis normalmente utilizados para conversas ponto-a-ponto (análogo a uma rede fechada) com pessoas determinadas/restritas de modo a evitar eventuais vazamentos do número utilizado na ligação, visando a maximização do sigilo das ligações”.

Após investigar os proprietários dos aparelhos junto às operadoras de telefonia, ficou constatado que um está no nome do agricultor Laércio Oliveira, que trabalha no cultivo de café em fazendas do interior de Minas Gerais. E o outro, no nome de Mitil Ilchaer Silva Durao, montador de andaimes, residente no Espírito Santo.

Além disso, um dos aparelhos já havia sido registrado em nome de Valquiria Julia da Silva e Agnaldo Soares, pessoas que têm contato com familiares do parlamentar.

Valquiria trabalha como empregada doméstica para a irmã de Aécio, a jornalista Andréa Neves. Já Agnaldo, trabalhou como motorista de Andrea no ano passado. 

No relatório, a PF ressalta que todos os proprietários dos aparelhos são pessoas simples e que “não se pode descartar a possibilidade de os celulares terem sido habilitadas sem o consentimento delas”.

GGN: DEPUTADO GRAVA VÍDEO EM RESPOSTA A DALLAGNOL: “MOSTROU SUA NATUREZA AUTORITÁRA”

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O deputado federal Paulo Teixeira gravou um vídeo em resposta a declarações feitas pelo procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, sobre o Congresso atual articular para enfraquecer o combate à corrupção. Segundo Teixeira, o membro da força-tarefa de Curitiba “teve rompante de extremismo e mostrou sua natureza autoritária.”

No vídeo, o parlamentar lembra que a Lava Jato lançou mão de recursos, como a delação premiada, que foram criados durante o governo petista. E defendeu que, apesar dos avanços na legislação de combate à corrupção, ainda é necessário regulamentar algumas normas para prevenir que outras operações façam o que a de Curitiba faz: destruir as empresas investigadas, afetando a economia.

 

Teixeira também criticou o fato de Dallagnol, assim como o juiz Sergio Moro, atacar o projeto de lei contra abuso de autoridade que está sendo discutido no Senado. “Ao combater legislação de abuso de autoridade, o senhor quer ficar acima da lei. Quer que não tenha lei de abuso de autoridade para continuar praticando abuso. O senhor e Sergio Moro. Ambos participaram de um golpe, e olha o que deu no Brasil. Um retrocesso.”

O deputado também criticou o manifesto lançado pela Lava Jato em 3 estados, denotando uma tentantiva de influenciar a eleição de 2018. Ele disse que um conselho para Dallagnol é largar o Ministério Público e se lançar candidato. “Fará política partidária de maneira legítima, e não utilizará seu cargo e privilégios para atacar a democracia.”

TRANSPORTE PÚBLICO ADERE À GREVE CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA DE TEMER

LUTA POR DIREITOS
Mobilização de trabalhadores para 5 de dezembro contará com apoio de diversos setores ligados ao transporte. Decisão foi tomada em reunião de representantes de trabalhadores, realizada hoje
por Redação RBA.
 
                                                               ROBERTO PARIZOTTI / CUT
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Reunião de hoje: contra o ataque à classe trabalhadora, que terá de contribuir mais se o governo emplacar a reforma

São Paulo – O ramo dos transportes filiado à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística da CUT (CNTTL) vai aderir à greve nacional em Defesa da Previdência e dos direitos, convocada pelas centrais sindicais para a próxima terça-feira (5). Em reunião realizada nesta terça-feira (28), na sede da Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de São Paulo (FTTRESP), filiada à Nova Central, dirigentes da CNTTL e dos sindicatos rodoviários de Sorocaba, condutores de São Paulo, Guarulhos, Vale do Ribeira, ferroviários e metroviários alinharam estratégias de organização e debateram a necessidade de unificar as paralisações e os atos públicos que serão realizados pelas centrais nas capitais no dia 5. 

“Tiramos como encaminhamento que faremos um documento que será entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, reafirmando a nossa posição em favor da paralisação contra a reforma da Previdência e em defesa dos direitos”, disse o vice-presidente da CNTTL e diretor da executiva nacional da CUT, o portuário capixaba Eduardo Lírio Guterra. 

Segundo o sindicalista, a orientação é que todos os modais de transportes das centrais sindicais tenham uma interação e façam uma grande paralisação nas suas bases, e depois participem dos atos públicos nas capitais. 

“O transporte tem um papel preponderante em qualquer luta em defesa da nossa classe social, ainda mais sendo um tema tão importante, que é a Previdência Social, que mexe com a vida de todo povo brasileiro. Nós do ramo do transporte da CUT daremos a nossa mensagem à sociedade brasileira neste dia 5”, frisa Guterra.

A nova proposta de desmonte da Previdência Social apresentada pelo governo  Michel Temer (PMDB-SP) e que deve ser votada no dia 6 de dezembro, é ainda mais perversa do que a anterior, afirmam os sindicalistas. Eles acrescentam que, ao contrário da propaganda do governo, não corta privilégios, como as altas aposentadorias dos parlamentares, ataca apenas a classe trabalhadora que terá de trabalhar mais, ganhar menos e, se quiser receber o valor integral da aposentadoria, contribuir durante 40 anos, sem ficar nenhum período desempregado.

Para o presidente da CUT, Vagner Freitas, o desmonte da Previdência agrava ainda mais a situação dos trabalhadores que já foram duramente atacados com o desmonte da CLT.  “A reforma trabalhista legalizou o bico e muitos trabalhadores perderam os direitos e, em muitos casos, receberão menos do que um salário mínimo. Se já estava quase impossível contribuir para se aposentar, imagine com essa nova proposta de reforma da Previdência”, diz. 

Perda no valor da aposentadoria

A nova proposta vai diminuir o valor a ser pago aos trabalhadores em praticamente todas as faixas, conforme tabela abaixo. Mesmo quem conseguir atingir a idade mínima imposta na nova proposta, mas contribuir, por exemplo, apenas 15 anos, que é o tempo mínimo exigido, vai receber apenas um benefício parcial, de apenas 60% da média de todas as suas contribuições.

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Aposentadoria por tempo contribuição

Já a possibilidade de se aposentar por tempo de contribuição – hoje correspondente a cerca de 5,4 milhões dos benefícios concedidos – não será mais possível, caso a nova proposta de Temer para a Previdência seja aprovada pelo Congresso Nacional. Após o período de transição previsto no projeto, que vai de 2018 a 2042, apenas quem atingir a idade mínima – 65 anos, homem, e 62, mulher – conseguirá se aposentar no Brasil.

E só terá direito à aposentadoria integral (benefício de 100% da média de todas as contribuições, sem descontos) se, além de atingir a idade mínima, completar 40 anos de contribuição.

Por exemplo, um homem, com 55 anos de idade e 33 anos de contribuição, precisaria, com as regras atuais, de mais dois anos para ter o direito de se aposentar por tempo de contribuição. Para receber o benefício integral com a fórmula 85-95 – modalidade instituída no governo da presidenta eleita legitimamente, Dilma Rousseff – teria de trabalhar mais 3,5 anos. Já com a nova regra proposta por Temer, após o período de transição, este mesmo homem só poderá se aposentar com 65 anos e, para receber o valor integral, terá de ter contribuído por 40 anos.

Regras servidores públicos

Os servidores públicos também entraram na mira do ilegítimo Temer. O tempo mínimo de contribuição para que os servidores tenham direito à aposentadoria será de 25 anos, com o valor correspondente a 70% da média salarial.

As regras atuais possibilitam aos servidores públicos que entraram em 2012 o direito de receber até o valor integral de seu salário. Com as regras previstas na proposta reciclada do governo, para o servidor/a atingir o valor integral, que passará a ser o teto do INSS, de R$ 5.531,31, terá de contribuir por 40 anos.

Com informações da CUT-SP

DCM: ESCUTA CLANDESTINA FLAGROU CONVERSA DE MORO COM O AMIGO ZUCOLOTTO, MAS DIÁLOGO NUNCA FOI DIVULGADO, POR JOAQUIM DE CARVALHO

Zucolotto, Moro e a ficha do réu que denunciou o amigo do juiz: com a denúncia, vem à tona passado incômodo para Moro

Esta reportagem foi publicada numa série sobre as origens da Lava Jato, projeto de crowdfunding do DCM.

A denúncia do advogado Rodrigo Tacla Durán, antigo prestador de serviços da Odebrecht, de que um amigo de Moro tentou lhe vender facilidades na Lava Jato desenterrou um passado incômodo para o juiz federal de Curitiba.

O passado incômodo foi revelado em dois CDs entregues à jornalista Denise Mello, então na rádio Bandnews de Curitiba. Ali estavam as transcrições das conversas de Moro. Bertholdo divulgou os registros da interceptação clandestina para se defender de um processo em que se encontrava preso, acusado de lavagem de dinheiro e tráfico de influência.

Na entrevista que concedeu à rádio, de dentro da cadeia, ele contou que o doleiro Alberto Youssef, solto por Moro num acordo de delação premiada em 2004, estava operando intensamente no mercado paralelo e, com a delação dele, outros doleiros haviam sido presos ou saíram do mercado. Youssef ficou praticamente sozinho no comando do submundo da lavagem de dinheiro.

Segundo Bertholdo, “a delação premiada concedida pela 2.ª Vara Criminal Federal de Curitiba ao doleiro Alberto Youssef tem feito com que ele estabeleça um monopólio do câmbio no Brasil”, conforme registro da entrevista, feito pelo jornal O Estado do Paraná.

A Bandnews, propriedade do grupo J Malucelli, cujo dono é hoje muito amigo de Moro, publicou a entrevista, mas não levou ao ar o conteúdo da interceptação telefônica.

Segundo Denise contou em depoimento à Justiça, a razão foi a origem clandestina das gravações. O depoimento dela foi relatado num processo que tramitou no Tribunal Regional Federal da 4a. Região:

“Denise arrematou, ainda, que, uma vez terminada a entrevista, relatou o ocorrido ao seu coordenador, Gladimir Nascimento. Após deliberarem em conjunto sobre o assunto, levando em conta que os áudios tinham sido obtidos de forma clandestina, resolveram não divulgá-los (sic), motivo pelo qual a entrevista em questão foi ao ar no dia seguinte, 15/03/2006, sem que fosse divulgado ao público o conteúdo das gravações ilícitas.”

Denise Mello já não trabalha mais na Bandnews. Eu a localizei na Banda B, outra emissora de Curitiba.

Pouco antes de entrar no ar, ela falou comigo por telefone. “Lembro vagamente desta história”, contou. Você prestou depoimento à Justiça? “Não lembro, posso ter prestado”. Quando eu li o que a Justiça relatou sobre seu depoimento, ela disse que ocorreu, sim, o depoimento, mas que não havia registrado na memória em razão da falta de notoriedade do Moro à época.

“O Moro não era ainda o MORO, entende?”, afirmou. Houve alguma pressão do Malucelli para que as gravações da escuta não fossem divulgadas? “Não, de jeito nenhum. Foi uma decisão minha e do meu chefe na época, Gladimir”, respondeu, e em seguida disse que entraria no ar e que não poderia mais falar.

Em outra ação, apresentada como recurso perante o Superior Tribunal de Justiça, existe o registro de um depoimento de Moro prestado à forca-tarefa do Ministério Público Federal na época, da qual fazia parte o procurador da república Carlos Fernando dos Santos Lima. É relatado que, no grampo clandestino, há a gravação de uma conversa entre Moro e o advogado e amigo Zucolotto.

” (…) foram ouvidas as conversas referentes às fitas apreendidas e que constam nos autos, podendo o depoente reconhecer sua própria voz e diálogos mantidos com o Delegado de Polícia Federal Paulo Roberto Falcão, com o Procurador da República Vladimir Aras, com a Desembargadora Maria de Fátima Labarrère, com o Promotor de Justiça do Estado do Paraná Cruz (de Maringá), com um amigo de nome Carlos Zucolotto, com familiares (filha e esposa) e, segundo lhe parece, também uma conversa com o DPF Luiz Pontel “(fls. 11/12 do Apenso I, volume I).

Apenas a partir desse instante (da obtenção dessa prova) é que o Magistrado pôde ser considerado vítima do delito estando, assim, impedido para o julgamento do feito. O MP, na mesma data da oitiva do Julgador, ingressou com a respectiva Exceção (fls. 281/284, do apenso V, volume II). Em 29.08.05, Sérgio Moro acolheu o pleito, dando-se como impedido (fl. 285 do apenso V, volume II).”

O juiz Sérgio Moro se mobilizou para que Roberto Bertholdo fosse condenado por crimes contra a honra. Sua mulher e o amigo Zucolotto atuaram no processo em que o advogado e lobista pretendia que fosse aceita exceção da verdade — isto é, quando a alegada injúria ou difamação são decorrentes de fatos ocorridos efetivamente.

O expediente da exceção da verdade não foi aceito, e as fitas foram colocadas sob segredo de justiça e jamais divulgadas, o que é correto.

Grampos ilegais atentam contra o direito à intimidade e à privacidade,  princípio que o juiz Moro, onze anos depois, não respeitaria, ao divulgar conversas privadas e de autoridades com foro por prerrogativa de função ao Jornal Nacional, da TV Globo.

O que faria Moro de 2006 se julgasse Moro de 2016, quando as conversas da presidente Dilma, de ministros e dona Marisa Letícia foram expostas como gasolina atirada a uma fogueira que ardia em praça pública?


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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