Arquivo para 14 de fevereiro de 2018

AUMENTA ADESÃO À GREVE CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

NOCAUTE: ZÉ DIRCEU RELEMBRA 1968 A GERAÇÃO QUE MUDOU O BRASIL

PAPO COM ZÉ TRAJANO

BEIJA FLOR É CAMPEÃ DA GLOBO E PARAÍSO DE TUIUTI CAMPEÃ DA DEMOCRACIA DO POVO BRASILEIRO

foto mídia ninja.

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, texto

Produção Afinsophia.

Como se sabe, toda manifestação artística é simulação do sério. No carnaval oficial das escolas de samba do Rio de Janeiro faz parte dessa simulação do que se quer passar por sério. Há um corpo de jurados que acredita sintetizar o gosto e a opinião do público. O que não é real. O que significado que todo resultado dos desfiles tem caráter pessoal de alguns componentes deste corpo. Esses são os se curvam às imposições de alguns grupos. Principalmente, de mídia. Como é ocaso dos seguem os ditames da Globo.

  O resultado desse ano não mudou essa prática. A Escola de Samba Beija Flor, preferida da Globo, atavicamente, levou o campeonato. A Beija Flor foi a escola que mais defendeu a Lava Jato sem tocar na realidade que hoje passa o Brasil com a manipulação das chamadas elites, que lutam sempre por seus interesses.

 Já a Escola de Samba Paraíso de Tuiuti, por um décimo, ficou com o segundo lugar. Um segundo lugar que pela sua nobreza, inteligência e autonomia, Tuiuti, se torna a campeã da democracia do povo brasileiro. Tuiuti conseguiu, na avenida, sintetizar q realidade perversa que sociedade brasileira, em sua maioria, vivencia. Não tergiversou e não delirou uma outra realidade que não a do golpe que contou com a forte participação  da própria Rede Globo. 

   Diante desse resultado, manipulado pela Globo, senhora de todos os tipos de golpes contra às liberdades, a Escola Paraíso de Tuiuti confirma sua sensibilidade, inteligência e ética através de uma estética que nenhum tirano consegue ofuscar. 

     Quando escolheu o samba enredo e criou os elementos-cênicos, Tuiuti, já havia se revelado a escola da democracia do povo brasileiro. O povo brasileiro não é escravo de ninguém!

NOCAUTE: IMPLACÁVEL, MARCELO COELHO, DESCE A LENHA EM FHC

 

Em geral polido e cortês, o jornalista Marcelo Coelho, membro do Conselho Editorial da Folha, dedicou a sua coluna semanal desta Quarta-feira de Cinzas ao “autoritarismo” e à “arrogância” do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

 “Aquele famoso “sabe com quem está falando?” ganha uma versão particular nos modos do ex-presidente. Em teoria, quem diz isso se coloca acima dos demais. No caso FHC, o autoritarismo é inclusivo: ‘Eu e você sabemos perfeitamente quem sou eu que está falando’. Por sermos da mesma patota, você sabe, sou eu que mando”, diz o texto.

Coelho também critica o apoio do tucano à candidatura do apresentador Luciano Huck: “Como ex-presidente, FHC poderia se colocar num plano bem elevado, o de sábio estadista. Suas considerações sobre a oportunidade de uma candidatura Luciano Huck confirmam, infelizmente, a característica que ele sempre teve: a de ser um imenso falastrão, cuja única inocência é a de achar sinceramente que é um sábio estadista”.

Leia abaixo a coluna na íntegra:

Vamos falar de Fernando Henrique?

O autoritarismo e a arrogância têm muitos disfarces. Conheço gente capaz de dizer barbaridades com um grande sorriso nos lábios, dando tapinhas nas costas da vítima. A simpatia, pensam, absolve tudo.

Não é bem simpatia: cabe mais falar num senso de familiaridade. O agressor age na certeza de que sempre foi e será apreciado.

A indulgência com que trata a si mesmo, ele a projeta nos demais. Quando esmaga alguém, não deixa de olhar para um espelho imaginário, colhendo desde logo os aplausos pela proeza.

É uma espécie de abuso patriarcal, uma bonomia do mando, uma opressão grugulejante, um babado no despudor.

Claro que muita gente cabe nesse modelo, que tem variações de sexo, idade, ofício e região do país.

Já recordei, neste espaço, um exemplo do comportamento. Bem antigo, aliás: Fernando Henrique Cardoso era candidato ao Senado, em 1978, e estava num debate com Claudio  Lembo  —que tinha a espinhosa tarefa de defender o regime militar.

Elogiando a “abertura” de Geisel e Figueiredo, Lembo resolveu citar um cientista político americano, Samuel Huntington, que destacava a função “modernizadora” do autoritarismo de direita na América do Sul.

“Huntington defende a ditadura”, cortou Fernando Henrique, com razão. Lembo quis balbuciar resposta. Com o mais simpático dos sorrisos, FHC falou grosso: “Não adianta, disso eu entendo mais do que você”.

Houve depois a famosa foto em que FHC se sentou na cadeira de prefeito, dando por certa uma vitória eleitoral que acabou sem acontecer.

Já presidente, Fernando Henrique deu entrevista coletiva pouco após anunciar um aumento pequeno do salário mínimo. Um repórter da Folha perguntou, com uma ponta de demagogia, como faria o presidente se tivesse de viver com tão pouco.

“Faria o mesmo que você”, respondeu, em tom de “ora essa!”. Queria dizer que não adianta um jornalista se fazer de “povo” quando, afinal, todos “nós”, ou seja, “eu e você”, pertencemos à mesma classe.

Simpatia do ex-presidente pela candidatura de Huck desmascara o mito do estadista e revela o falastrão

“Eu mesmo tenho um pé na cozinha”, brincou FHC ao tratar do racismo brasileiro. Era uma frase simpática, mas ao mesmo tempo escandalosa: ao usar expressão obviamente racista, ele sem dúvida tirava da cozinha o pé que dizia estar ali.

Resumindo, uma permanente sensação de estar “à vontade” disfarça em Fernando Henrique a sua profunda arrogância. Aquele famoso “sabe com quem está falando?” ganha uma versão particular nos modos do ex-presidente.

Em teoria, quem diz isso se coloca acima dos demais. No caso FHC, o autoritarismo é inclusivo: “Eu e você sabemos perfeitamente quem sou eu que está falando”. Por sermos da mesma patota, você sabe, sou eu que mando. Pode ficar quieto, já sabemos aonde você quer chegar. Só que eu cheguei antes. Já estou eleito, fique à vontade no meu gabinete de prefeito.

Como ex-presidente, FHC poderia se colocar num plano bem elevado, o de sábio estadista.

Suas considerações sobre a oportunidade de uma candidatura Luciano Huck confirmam, infelizmente, a característica que ele sempre teve: a de ser um imenso falastrão, cuja única inocência é a de achar sinceramente que é um sábio estadista.

“Ora, ora, você sabe que eu sou um estadista mesmo… Pare com esse nhe-nhe-nhem.”

FHC poderia conferir peso a propostas de reforma política ou equilíbrio nos debates sobre a Previdência; poderia moderar os embates entre o Judiciário e os políticos.

Não. Chama os holofotes para elogiar Luciano Huck.

Provavelmente, acha que qualquer um é tão inferior a ele mesmo que, entre Huck, Serra, Alckmin, Doria, Justus ou Romário, qualquer um serve, desde que ganhe.

Talvez FHC esteja mais uma vez seduzido por seu grande fetiche, o da “modernidade”, no seu modelito Jardins. Huck? Um rapaz “simples, boa figura, falei com ele outro dia no La Tambouille”.

O Plano Real, com seus grandes méritos, trouxe essa modernidade como bandeira: o câmbio baixíssimo e os juros altos permitiram nossas compras de bebida importada e nossas viagens com cartão de crédito internacional.

Dizia-se que aquela demagogia do dólar barato era na verdade uma aposta na possibilidade de renovar tecnologicamente nosso parque industrial. Entraríamos no Primeiro Mundo; quanto a você, se for um dos 60 milhões de excluídos de quem FHC fez pouco, saiba que, no Caldeirão do Huck, um arquiteto de grife redesenhará o seu barraco.

MÁRCIO POCHMANN: O GOLPE DE TEMER E OS DESASTRES NA POLÍTICA EXTERNA

MARCIO POCHMANN

Sem plano estratégico e sob um governo desqualificado, o país se subverte rapidamente ao novo colonialismo, sem soberania e com perda de suas riquezas e patrimônio nacional
por Marcio Pochamnn, para RBA.
 
                                                           FARUK PINJO / BETO BARATA-PR / ALEX IBAÑEZ

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Entre a submissão aos interesses dos Estados Unidos e o assédio da China, Temer só consegue mesmo entregar o futuro do país

A ascensão do governo Temer gerou novas expectativas em relação à condução da política externa frente às críticas dos ministros tucanos que assumiram o Itamaraty à experiência altiva e ativa dos governos petistas. De imediato, as articulações sul-sul que estavam em curso foram imediatamente secundarizadas, o que logo indicou o quanto a temática da soberania nacional poderia ser abalada.

Pela sucessão de fiascos protagonizados pelos ministros de Temer no Itamaraty, o problema se revelou não apenas no enfoque ideológico e programático associado ao retorno da integração subordinada aos países ricos, sobretudo aos Estados Unidos. Apareceu ser também de competência, a começar pela escandalosa imprudência de apoio pré-eleitoral do então recém empossado ministro do Itamaraty de Temer, José Serra, à candidata Hillary Clinton.

Com a confirmação da vitória de Donald Trump nas eleições estadunidenses do final de 2016, a pretendida aproximação subordinada de Temer ao governo dos Estados Unidos sofreu abalo sísmico. Na sequência, a manifestação de desinteresse dos EUA pelo ingresso do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), clube dos 35 países ricos do mundo, revelou mais um fracasso do governo brasileiro, terminando por asfaltar o horizonte de irrelevância geral e crescente a que o país passou a se situar sob a governança de Temer e seus ministros de baixíssima qualificação e competência.

Concomitante com a irrelevância assegurada ao Brasil seguiu liberado o desmantelamento das bases da soberania, com o desfazimento de ativos nacionais, como o petróleo. Na agenda econômica, a pauta de privatização interessou ao grande capital estadunidense, seja na privatização, especialmente no petróleo, como na condução destrutiva dos competidores nacionais pela operação Lava a Jato.

Para além dos Estados Unidos, outros países se interessaram em participar da feira de liquidação de empresas estatais e do patrimônio de riquezas nacionais. Somente a China, por exemplo, adquiriu 21 empresas, equivalendo à somatória de 21 bilhões de dólares.

Ao mesmo tempo, o processo chinês de internacionalização de sua moeda nacional (Yuan) contemplou participar em diversas operações de fusões e aquisições. No mercado financeiro, os chineses começaram com o investimento de 100 bilhões de dólares, por meio de um dos seus bancos. Todas as regiões brasileiras foram impactadas pelos investimentos chineses, embora venha sendo a região Sudeste a que concentrou 56% do total dos empreendimentos, acompanhada pelo Nordeste (17%), Centro-Oeste (17%) e Sul e Norte, ambas com 6%, cada, no total dos investimentos.

Essa realidade brasileira, se ampliada para a América Latina, expressa a rapidez com que a China se recoloca no mundo, com perda relativa dos EUA. No ano de 2016, por exemplo, 1/3 de todas as importações da América Latina era proveniente dos EUA, a passo que em 1980 representavam a metade.

Em compensação à perda de importância relativa dos EUA, observa-se que a China passou a responder por 18% das importações da América Latina em 2016. No ano de 1980 era apenas de 3%. Destaca-se, além disso, que desde 2014, o presidente chinês (Ji Jinping) visitou três vezes a América Latina, tendo o seu ministro de Relações Exterior (Wang Yi) realizado duas viagens pela região em menos de 2 anos.

Como o Brasil segue à venda pelo governo Temer, a presença chinesa parece ser cada vez mais crescente. Sem um plano estratégico nacional, conjuntamente com o desfazimento da capacidade de coordenação econômica do governo golpista, o país se subverte rapidamente ao novo colonialismo, sem soberania e perda de suas riquezas e patrimônio nacional.

Marcio Pochmann é professor do Instituto de Economia e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho, ambos da Universidade Estadual de Campinas

FLÁVIO AGUIAR: O MELHOR CARNAVAL DO MUNDO, OU O BRASIL É OUTRA COISA

INTRADUZÍVEL

Parodiando e invertendo Castro Alves: “Existe um povo que a bandeira empresta, Pra descobrir tanta criação e alegria…”

por Flávio Aguiar.

DHAVID NORMANDO/RIOTUR

O que o “Classe Médião” quer é devolver o Povão às senzalas e à escravidão do trabalho precário

Li, consternado, as observações de quem lamenta que o povo brasileiro se compraza com “a catarse” do desfile da escola Paraíso Tuiuti, com seu vampirão, e que um povo que assim se comporte jamais fará qualquer Revolução, sequer a Francesa. Respeito a opinião, mas discordo em gênero, número, grau, corpo e alma.

Além de se basear numa compreensão equivocada do que seja “catarse” a observação pula por cima do fato de que o Brasil é outra coisa. Não é a França tardia (como queriam os positivistas), não é a Rússia de 1917 nem o da revolução burguesa postergada (como queriam os comunistas), a China dos anos 40 (como queriam os maoistas), a Cuba de 59 (como queriam os foquistas) etc. O Brasil é o Brasil, e a gente, que fica escrevendo e pensando sobre ele, tem de entender isto, e pensa-lo a partir do que ele é, e não a partir do que a gente quer pensar que ele deveria ser. Sérgio Buarque fez isto. Raimundo Faoro, Antonio CandidoCelso Furtado… 

Uma das faces do complexo de vira-lata que assola a intelectualidade brasileira é a ideia de que as outras línguas são muito mais complexas do que o português do Brasil, e por isto são “melhores” e são um sinal de como outros povos são “melhores” do que nós, embora quem pense assim talvez goste de usar a expressão “de que o nosso”, sem se misturar com ele. Em outras línguas há palavras e conceitos que não conseguimos traduzir.

Pois bem, no Brasil há uma palavra que não dá pra traduzir em outra língua: “Povão”. Como traduzir? “Das grosse Volk”? “The big People”? “Le grand peuple”? “El pueblón”? “Il grande popolo”? Não faz o menor sentido. Mas a gente sabe que no Brasil existe esta coisa chamada “o Povão”, este que inventa e se compraz com o vampirão da Tuituti, com a ala das carteiras do trabalho, com a alegoria da manipulação dos coxinhas pelas mídias reacionárias.

O que quer o Povão no Brasil? É óbvio: quer votar. Porque este é o jeito, por ora, do Povão. Porque para o Povão este é o jeito de reconduzir Lula ao Palácio do Planalto. Pode ser que não dê. Pode ser que seja uma ilusão. Mas este – está mais do que óbvio – é o jeito do Povão, hoje, no Brasil. Contra o Classe Medião, a parcela da classe média que teima em querer devolver o Povão ao lugar de onde nunca deveria ter saído: a Senzala. Para continuar a ser identificar, ilusoriamente, com a Casa Grande, onde a elite gosta de ir a Miami fazer compras e de se imaginar em Davos – aliás, nome de rua num dos bairros chiques de Campos do Jordão, o “Nova Suíça”.

Pode ser que depois o Povão queira outra coisa. Mas uma coisa é certa: o Povão não é burro, ao contrário do que se pensa, à esquerda e à direita. Não vai dar murro em ponta de faca. Derrubar Temer nas ruas? Para quê? Para entronizar Rodrigo Maia? Que forças organizadas podem prometer um outro destino? Nas esquerdas reina grande balbúrdia, esta é a verdade. Lula unifica, mas de forma precária, pelas injunções legais, ou ilegais, melhor dizendo, que se tramam nos bastidores dos tribunais e debaixo das togas. O resto ainda é incógnita: Ciro? Manuela? Boulos? Wagner? Haddad? À direita, um deserto, exceto a certeza de Bolsonaro fascista e a incerteza de Marina vai com os outros.

Tem razão o Povão em hesitar, desconfiado, no Brasil: nisto que não cabe nos manuais já sabidos e decorados. Não cabe nos manuais da Revolução Francesa, da Norte-Americana, da Inglesa, da Russa, da Mexicana, da Cubana, da Chinesa, da Vietnamita, da Etc. Nem mesmo no manual do FMI o Brasil cabe. O Brasil é outra coisa.

Mas é uma coisa cheia de criatividade. Não vai fazer, esperemos, a Revolução Francesa, com sua guilhotina, nem a Cubana, com seu paredón, e olhem só no que deu a Russa e no que deu a Chinesa. Esperemos que nosso caminho seja outro.

O nosso, por mais incerto e não sabido que seja. Terra incógnita. Mas cheia de Povão, uma coisa que não existe em outras línguas nem plagas.

E sem euforias: isto não significa que sejamos melhores do que outros povos. Mas também não significa que sejamos piores nem inferiores. E este Carnaval de 2018 foi o melhor do mundo e dos últimos tempos.

registrado em: carnaval desfiles 2018 escolas de samba paraíso do tuiuti governo Temer revolução lula manifestoches povão


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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