Arquivo para 18 de fevereiro de 2018

PORTAL FORUM: MORO, LAÇOS DE FAMÍLIA E O “GROUND ZERO” DA DESTRUIÇÃO DA JUSTIÇA E DA ESQUERDA NO BRASIL

A sanha de Moro em destruir as esquerdas, Lula e o PT é promessa de família

Foto: Lula Marques
 

Artigo de Marcos Cesar Danhoni Neves, Professor Titular da Universidade Estadual de Maringá, autor de “Lições da Escuridão” entre outras obras

 

Compreender o personagem Sérgio Fernando Moro, seu trabalho e sua sanha em prender o presidente Luís Inácio Lula da Silva e liquidar com seu partido é mergulhar, antes de tudo, na construção de sua psiquê. Compreender este personagem que destruiu não somente os fundamentos da própria Justiça, mas, sobretudo, as bases da Constituição de 1988, é compreender a fixação paranoica e psicopática de um homem que mergulhou a nação no caos do pós-golpe de 2016.

Moro é filho de Odete Starke Moro e Dalton Áureo Moro. Seu pai, falecido em 2005, era originário de Ponta Grossa (PR), cidade próspera do estado do Paraná, e conhecida ultimamente na mídia como “Reaçolândia”, devido aos fortíssimos componentes ultra-conservadores advindos de políticos e empresários que se enquadram na Bancada BBB (Boi, Bala e Bíblia) do Congresso Nacional. A cidade, colonizada por alemães, ucranianos e polacos guarda os traços mais estereotipados de uma cultura branca avessa à miscigenação e fortemente patriarcal. Estas marcas permanecerão indeléveis em Dalton Moro e se tornarão ainda mais evidentes em seu rebento Sérgio Fernando Moro.

Dalton Moro muda-se de Ponta Grossa à Maringá, e torna-se professor de Geografia de um colégio estadual e do Departamento de Geografia da Universidade Estadual de Maringá. Sua mãe, Odete Starke, torna-se professora do Instituto Estadual de Educação, tradicional colégio público do Estado.

A vida em Maringá, é agradável, uma vez que a cidade, com grande colonização italiana e japonesa (e, em menor escala, de alemães), guarda os traços conservadores da velha Ponta Grossa. No entanto, três fatos abalarão a vida do Sr. Dalton: a greve de 1980, praticamente no estertor final do regime militar, de professores, com apoio do DCE (Diretório Central dos Estudantes), na Universidade Estadual de Maringá, a eleição de um prefeito pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em 2000 e a eleição do presidente Lula em 2002.

Mas aqui estamos nos adiantando na história … A vida em Maringá, apesar de pacata, tem lá seus desafios: a educação dos filhos seguindo uma moral cristã monolítica, as tradições, o civismo, a Pátria… Tudo isso dentro de uma família de cunho pesadamente patriarcal. A mãe de Moro, provavelmente sufocada por essa tradição extremamente anti-feminista se consola numa especialização no Departamento de Letras escrevendo uma monografia intitulada “Clarice Lispector: As personagens femininas de Laços de Família”, em 1987. Segundo Machado,

A sujeição ao pensamento patriarcal e o comportamento condicionado é um dos reflexos sociais mais perceptíveis nos dois contos (de Clarice Lispector) analisados. Uma leitura atenta à condição feminina das personagens lispectorianas revela uma consistente crítica social, em que a sociedade ocupa um papel fundamental no desencadeamento dos conflitos psicológicos pelos quais passam as personagens retratadas. Além disso, é importante dedicar atenção ao que está no exterior do universo psicológico de cada personagem. Neste aspecto, o título de cada conto se mostra indissolúvel na hermenêutica de seus significados se relacionados ao título do livro. É o Amor que Ana nutre pelos filhos e pelo marido que a mantém ligada a eles; é a Festa de Aniversário razão única do encontro dos distintos membros da família de D. Anita. Estas duas razões, na esfera da instituição máxima que mantêm organizada a sociedade, mais que unir – tal como sugere o título Laços de Família -, tornam por agrilhoar pessoas distintas por natureza (in: http://desenredos.dominiotemporario.com/doc/13_-_artigo_-_Wellington_Machado.pdf).

 

Obviamente este trabalho acadêmico da mãe de Moro é uma válvula de escape ao seu papel de mãe e esposa sob o jugo patriarcal. No entanto, este pequeno candeeiro logo se apagará quando na educação dos filhos, será o papel do pai a se sobrepor na construção da psiquê do filho mais famoso do casal: Sérgio Fernando Moro. Educado e treinado sob as hostes do ideal da classe média, qual seja, fazer um filho “Doutor em Direito”, escalando as benesses da classe e dos altos salários pagos ao funcionalismo público hierarquizado do Poder Judiciário, Sérgio Moro torna-se uma máquina de estudar e galgar posições elevadas.

O verniz conservador torna-se tintas grossas após um incidente em no início da década de 80 na Universidade Estadual de Maringá. Este ano, 1980, é importante para a cidade e para o Brasil: marca os estertores finais do regime de exceção iniciado pelo golpe militar de 1964, pelo nascimento do Partido dos Trabalhadores, pela luta da Lei de Anistia e pela volta dos exilados políticos. Dalton Moro é contrário à abertura política. Na UEM está alinhado com a linha dura que administra a Universidade, cujo reitor é um administrador biônico escolhido pelo Governador de época. Eis que, no fervor da abertura da nova década, 1980, professores e alunos resolvem iniciar uma greve pela volta à Democracia no país e contra o ensino pago nas universidades públicas estaduais. Dalton Moro sente o golpe e não se sujeita à votação da maioria em favor da greve. Decide que no dia seguinte, ele e a esposa do então reitor, darão aulas independentemente da decisão democrática da Assembleia de Greve. Porém, os alunos não estão dispostos ao prosseguimento das duas disciplinas destes dois fura-greve. Diante do impasse, dois amigos meus, Professores da UEM, são chamados para conversar com os fura-greve. Os professores, em tom sereno, acabam convencendo Dalton e a esposa do reitor a dispensarem seus alunos. Após a saída de todos, as salas são trancadas, assim como as entradas do Bloco.

Terminada a greve, o descontentamento de Dalton Moro se faz sentir no pedido de inquérito administrativo contra os dois professores que haviam intercedido no imbróglio com os alunos. A sede persecutória durou cerca de dois anos, com Dalton contente com as vicissitudes que passavam seus colegas grevistas, graças à punição aprovada. Este estado de ânimo conservador não ocorreu como um rompante contingencial: era traço característico de sua formação que ele impunha desde seu entorno imediato, sua família, até seu entorno institucional (universidade e escola). Enquanto chefe de Departamento, nunca permitiu a entrada de alunos e professores para discussões políticas, especialmente em épocas de eleições para Centro Acadêmico, Diretório Central do Estudante e Sindicato de Professores.

Apesar de não ser um militante político, sua postura extremamente conservadora, simpática ao golpe militar e à administração biônica da UEM, influenciou demasiadamente seu filho que, aos cinco ou seis anos de idade, já vivia em primeira pessoa as batalhas do pai contra desafetos socialistas e comunistas…

Em 1990, Sérgio Moro passa no exame vestibular da UEM para o curso de Direito. Gradua-se nos cinco anos do curso, formando-se em 1995.

Dalton Moro e Odete Starke assistem com orgulho a ascenção meteórica do filho na magistratura, com Sérgio Moro tornando-se Juiz Federal em tempo recorde: um ano após a formatura na graduação em Direito. Mais recorde ainda, e fora de qualquer parâmetro exigido pela Academia e pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior-CAPES/MEC, Moro se tornará Mestre e Doutor em Direito pela UTFPR em dois anos (2001-2002). Este fato inusitado carece de explicações plausíveis porque, em geral, um Mestrado e Doutorado tomam cerca de seis anos para sua consecução efetiva (dois anos para Mestrado e quatro anos para Doutorado).

Entre 1995 e 2000, Sérgio Moro ajuda um prefeito embaraçado na subtração de dinheiro público, Jairo Gianotto do PSDB, a livrar-se da cadeia. A quantia do roubo é astronômica (500 milhões à época; atualizado, este valor supera um bilhão de reais). Segundo consta no site do BRASIL247, Sergio Moro, atuando em parceria com o tributarista e advogado do prefeito, Irivaldo Joaquim de Souza, consegue um habeas corpus para evitar a prisão do prefeito. Irivaldo advoga para o então prefeito, para o clã Barros (hoje representado pelo Ministro da Saúde do governo golpista, Ricardo Barros), em negócios que envolviam o tesoureiro de Gianotto, Paolicchi (assassinado anos depois), Alberto Youssef, Álvaro Dias e Jaime Lerner. Sérgio Moro faz um depoimento favorável ao Prefeito, determinante para a soltura do mega-meliante.

A população de Maringá, irada com o roubo de seus impostos pelo ex-prefeito defendido por Moro, dá o troco nas urnas e, em 2000, elege o candidato José Claudio Pereira Neto, do Partido dos Trabalhadores, com quase 107 mil votos (uma das mais surpreendentes votações para Prefeito até os dias de hoje). Infelizmente, José Claudio não conseguirá terminar seu mandato posto que abatido por um câncer letal em 2003.

Dalton Moro deve ter ficado lancinado com esta eleição. Transtornado com a vergonhosa administração de Jairo Gianotto, do PSDB, vê ascender ao poder um político socialista cuja primeira medida, como prefeito eleito é expor em praça pública duas mega-colheitadeiras confiscadas de uma das fazendas de Gianotto, compradas com o roubo do dinheiro público.

A situação diante da família Moro torna-se ainda mais acachapante quando o então candidato Luís Inácio Lula da Silva vence as eleições presidenciais em 2002. É necessário que Moro filho honre o conservadorismo do pai, batalhando para destruir num plano muito maior as batalhas que seu genitor havia travado contra professores e alunos esquerdistas e o prefeito municipal. Corre uma lenda urbana em Maringá que Sergio Moro teria prometido ao pai, agonizante por um câncer que o mataria em 2005, que eliminaria a esquerda no Brasil.

Importante destacar na formação de Moro, a orientação de seu Doutorado realizado sob o comando do Prof. Dr. Marçal Justen Filho, da UFPR: um ultraconservador, colaborador assíduo do Jornal de Direita A GAZETA DO POVO e defensor da ideia de que “o Estado só pode oferecer algo além do mínimo se for capaz de oferecer o mínimo muito bem” e ainda: “pode ser que a Petrobras sobreviva, mas ela vai sobreviver bem menor do que era”. Graças à esta doutrinação e patifaria, Sergio Moro e também seu colega de doutorado João Pedro Gebram Neto (do TRF4 que condenou Lula a 12 anos + 1 dia de prisão), conspiraram contra não somente Lula da Silva, mas contra os fundamentos da Justiça e da Democracia brasileira. Gebram deveria se julgar impedido, por conflito de interesses devido à sua amizade com Moro na pós-graduação; mas não! Preferiu o caminho da conspiração, assim como o outro juiz, Paulsen, também do TRF4, que ministra, junto com Moro, disciplinas de especialização na PUC do Rio Grande do Sul.

O resto é História já conhecida … Moro torna-se professor (sem dedicação exclusiva) do Departamento de Direito da UFPR, em Curitiba, em 2007. O pai ainda teve o “orgulho” de ver o filho pródigo participar do “Program of Instruction for Lawyers” na Harvard Law School” em julho de 1998. Este curso de atualização (em sentido extensionista) seria o primeiro degrau para quase dez anos depois, em 2007, Moro participar do “International Visitors Program” organizado pelo Departamento de Estado norte-americano com visitas a agências e instituições dos EUA encarregadas da prevenção e do combate à lavagem de dinheiro. Este treinamento garantirá a conversão total de Moro no destruidor dos baluartes de nossa frágil Democracia. É neste momento que Moro encontrará o “mapa da mina” para destruir Lula, Dilma e o PT usando estratagemas da Lei, numa política aberta de Lawfare (perseguição política usando hermenêuticas relativistas da Justiça e da Constituição), honrando o pai Dalton e replicando toda sua educação baseada no patriarcalismo. Perdeu sua mãe, que timidamente, tentou romper o conservadorismo sufocante daquele que nasceu e havia se criado na Reaçolândia de Ponta Grossa! Os laços de família, sempre comandados pelo patriarca, parira um Juiz que destruiria não somente as bases da República e da democracia brasileira, mas, sobretudo, sua pujante indústria petrolífera, naval, nuclear e de engenharia civil, minando o futuro da Nação. Cumpre-se, pois, a promessa de Moro ao pai agonizante: destruíra as conquistas da Esquerda, mesmo que para isso tivesse jogado no lixo toda a população brasileira e seus anseios de um país soberano…

Foto: Lula Marques

 

CONFIRA A AGENDA DE MOBILIZAÇÕES CONTRA RETROCESSOS DO GOVERNO TEMER

 Greves, protestos e atos públicos serão organizados desde o início da manhã desta segunda (19), para barrar de vez a reforma da Previdência e a retirada de direitos civis, humanos e trabalhistas da população

por Redação RBA.
 
PAULO PINTO/AGÊNCIA PT
CUT reforma previdencia

São Paulo – Movimentos sociais e sindical mantém esta segunda–feira (19) como dia de mobilizações, greves e protestos para pressionar o Congresso a cancelar e arquivar definitivamente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, que trata da reforma da Previdência. A decretação de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro pelo governo de Michel Temer, na sexta–feira (16), levou à suspensão da votação da matéria pela Câmara, prevista para ser iniciada nesta terça (20). Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), afirma porém que a pressão contra o governo deve ser ampliada nesse momento para garantir que o direito à aposentadoria das trabalhadoras e trabalhadores seja mantido.

“A nossa luta é para enterrar de vez a reforma e uma das estratégias é realizar uma forte mobilização no dia 19, com greves e paralisações, além de intensificar as ações nas ruas e nas redes. Nós não podemos aceitar, de forma alguma, que esse governo continue com esse tipo de medida contra os trabalhadores da periferia, como é o caso do Rio”, disse o dirigente.

O dia de atividades, programadas para desde as primeiras horas da manhã em todo o país (confira programação abaixo) terá seu maior ato na cidade de São Paulo onde, em frente ao Masp, na Avenida Paulista, será organizado um grando ato público, com concentração a partir das 16h.

Também em São Paulo, o dia de mobilização contra a reforma da Previdência terá atos e assembleias de servidores e de professores municipais, além de paralisações dos bancários, químicos e outras categorias. Metroviários farão panfletagem nas estações. No ABC, os metalúrgicos vão parar atividades, assim como químicos e trabalhadores em confecção

Confira a agenda de mobilização nas principais capitais. As informações são da CUT:

Bahia

Em Salvador, terá manifestação no Iguatemi, a partir das 7h. No período da tarde, a concentração começa às 15h para o ato no Campo da Pólvora.

Ceará

Em Fortaleza, haverá atos e paralisações em todas as regiões, sendo a maior delas marcada no centro, a partir das 9h. Haverá uma caminhada pelas ruas do centro com concentração na Praça da Bandeira;

Cariri: 8h – concentração na passarela da avenida Padre Cícero (na CE 292, entre Juazeiro do Norte e Crato);

Crateús: 7h – Praça da Matriz;

Iguatu: 8h – concentração na Praça da Caixa Econômica;

Itapipoca: 8h – em frente ao prédio do INSS;

Sobral: 7h30 – Praça de Cuba;

Vale do Jaguaribe: 5h – concentração no Triângulo de Peixe Gordo em Tabuleiro do Norte.

Brasília

Ato às 17h, no Museu da República.

Espírito Santo

Em Vitória, as 9h, tem concentração na Praça 8 e caminhada até a sede do INSS, onde ocorrerá um ato público.

Mato Grosso

Em Cuiabá, às 8h, tem ato no INSS da Avenida Getúlio Vargas.

Pará

Belém – às 7h, ação nas agências bancárias da Avenida Presidente Vargas. Às 11h, ato no Mercado São Brás;

Marabá – às 7h30, panfletagem em frente à agência do INSS. Às 9h, audiência pública na Câmara Municipal.

Paraná

Curitiba – às 8h, panfletagem no Terminal Guadalupe – esquina das Ruas Marechal Deodoro e João Negrão. Às 9h, panfletagem em frente à agência do INSS. Às 10h, concentração seguida de aula pública na Boca Maldita. A partir das 14h, panfletagem na Assembleia Legislativa.

Pernambuco

Recife – às 15h, ato público no Parque 13 de Maio.

Piauí

Teresina – ato às 8h, na Praça Rio Branco. Outro ato público está marcado no aeroporto da cidade, a partir das 14h.

Rio de Janeiro

Ação no aeroporto Santos Dumont, pela manhã, no embarque dos deputados para Brasília. Grande ato público a partir das 16h, na Candelária;

Campo dos Goytacazes – concentração a partir das 8h no Sindicato dos Bancários, seguinda de caminhada até o Calçadão e encerramento com ato público.

Rio Grande do Norte

Natal – ato a partir das 14h, em frente à agência do INSS da Rua Apodi, no Tirol.

Rio Grande do Sul

Porto Alegre – às 5h, marcha do Laçador até o aeroporto. A partir das 7h, concentração seguida de ato público em frente à agência do INSS da rodoviária. Ato público, às 17h, na Esquina Democrática.

Santa Catarina

Florianópolis – o transporte coletivo municipal ficará paralisado durante todo. A partir das 9h, a CUT e demais centrais sindicais e entidades planejam “arrastão” por ruas do centro para fechar o comércio e agências bancárias. A partir das 16h, concentração para ato público na Praça de Lutas, que terminará com passeata até a agência do INSS;

São Miguel do Oeste – às 10h30, ato na praça central;

Chapecó – 9h, concentração na Praça Coronel Bertaso e ato nos bancos Itaú e Bradesco;

Xanxerê – 13h30, ato em frente ao banco Bradesco;

Criciúma – 8h. ato em frente à agência do INSS;

Caçador – 9h, ato no Largo Caçanjure;

Lages – 14h, ato em frente ao prédio da Previdência Social;

Blumenau – 15h, ato em frente à Prefeitura;

Rio do Sul – 7h, ato em frente à agência do INSS;

Joinville – 13h30, concentração em frente à Tupy. A partir das 16h, concentração e ato na Praça da Bandeira;

Jaraguá do Sul – 13h, ato em frente à empresa WEG;

Canoinhas – 9h; ato na Praça do Chimarrão.

São Paulo

São Paulo – os municipais, filiados ao Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), farão ato e assembleia, às 13h, na Rua da Quitanda. Trabalhadores ligados ao Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) farão ato em frente à Prefeitura, no Viaduto do Chá, às 14h;

químicos e bancários também preparam mobilizações durante todo o dia. Metroviários mobilizam suas bases e farão panfletagem nas estações do Metrô Jabaquara, Itaquera, Brás, Barra Funda, Luz, Tamanduateí e Capão Redondo;

às 16h, concentração seguida de ato público, em frente ao MASP, na Avenida Paulista.

ABC – base dos metalúrgicos, comporta por 70 mil trabalhadores, se mobilizará por greve desde o início da manhã. Químicos e trabalhadores de confecções também paralisam atividades. Em Mauá, trabalhadores da saúde farão protestos em frente ao Hospital de Clínicas Radamés Nardini. Há previsões de mobilizações em agências e bancárias e centros comerciais das cidades da região.

Baixada Santista – CUT, sindicatos e movimentos ligados à Frente Brasil Popular fazem panfletagem na Alfândega, na Praça da República, no centro histórico de Santos. Às 12h haverá panfletagem e diálogo com a população na Praça Rio Branco centro de São Vicente. Às 18h, as entidades farão ato contra a retirada de direitos, na Praça da Independência, no bairro Gonzaga, em Santos.

Bauru – movimentos e sindicatos farão ato em frente ao INSS, no centro da cidade.

Campinas – trabalhadores do transporte, os urbano e os fretados, irão paralisar serviços. Petroleiros, setores de energia e da construção civil também fazem greve. Servidores ligados ao sistema judiciário também mostrarão adesão aos protestos. Encerramento com ato público, às 17h, no Largo do Rosário.

Guarulhos e Arujá – greve dos condutores e cobradores irá atingir o transporte. Bancários confirmam paralisação nas principais agências. Trabalhadores da construção civil, aeroviários e aeroportuários sinalizam participação ao movimento.

Jundiaí – sindicatos e movimentos organizam protestos, panfletagem e diálogo com a população no calçadão do centro da cidade, a partir das 9h.

Matão – metalúrgicos terão assembleias com atraso, a partir das 6h30, nas empresas da região.

Mogi das Cruzes e região – panfletagem na estação de trem. A partir das 9h30, concentração e ato público na Praça dos Expedicionários.

Presidente Prudente – Trabalhadores e movimento estudantil se concentram a partir das 15h em frente ao INSS, para ato em defesa da aposentadoria.

Ribeirão Preto – assembleias de trabalhadores e panfletagem no calçadão do centro. Às 17h, está previsto ato no campus do Hospital das Clínicas.

São Carlos – O Sindicato dos Metalúrgicos fará assembleia nas empresas da região. A partir das 9h, concentração na Praça Itália, seguida de marcha até a estação ferroviária. Trabalhadores de Araraquara se somam ao dia de luta neste ato.

São José do Rio Preto e Catanduva – Bancários param as principais agências das cidades. Também haverá panfletagem no Terminal Rodoviário de São José do Rio Preto.

Sorocaba – Os trabalhadores em empresas de transportes urbano, intermunicipal, rodoviário, de fretamento e de cargas irão cruzar os braços por 24 horas. A greve irá atingir os 42 municípios da região, de Araçariguama até Itararé, passando pelos municípios das regiões de Sorocaba, São Roque, Itapetininga e Itapeva. Os metalúrgicos e químicos também sinalizam paralisação nas fábricas.

Vale do Ribeira – 14h, na cidade de Registro, ato público em frente ao INSS, no bairro Vila Tupy.

Sergipe

Aracaju – às 14h, no Palácio dos Despachos, ato unificado dos servidores públicos do Estado.

<p>São Paulo – Movimentos sociais e sindical mantém esta segunda–feira (19) como dia de mobilizações, greves e protestos para pressionar o Congresso a cancelar e arquivar definitivamente a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, que trata da reforma da Previdência.  A decretação de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro pelo governo de Michel Temer, na sexta–feira (16), levou à suspensão da votação da matéria pela Câmara, prevista para ser iniciada nesta terça (20). Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), afirma porém que a pressão contra o governo deve ser ampliada nesse momento para garantir que o direito à aposentadoria das trabalhadoras e trabalhadores seja mantido. </p><p>“A nossa luta é para enterrar de vez a reforma e uma das estratégias é realizar uma forte mobilização no dia 19, com greves e paralisações, além de intensificar as ações nas ruas e nas redes. Nós não podemos aceitar, de forma alguma, que esse governo continue com esse tipo de medida contra os trabalhadores da periferia, como é o caso do Rio”, disse o dirigente.</p><p>As atividades, programadas para desde as primeiras horas da manhã em todo o país (confira programação abaixo) será encerrada na capital paulista onde, em frente ao Masp, na Avenida Paulista, será organizado um grando ato público, com concentração a partir das 16h.</p><p>Também em São Paulo, o dia de mobilização contra a reforma da Previdência terá atos e assembleias de servidores e de professores municipais, além de paralisações dos bancários, químicos e outras categorias. Metroviários farão panfletagem nas estações. No ABC, os metalúrgicos vão parar atividades, assim como químicos e trabalhadores em confecção</p><p>Confira a agenda de mobilização nas principais capitais: </p><p>Bahia</p><p>Em Salvador, terá manifestação no Iguatemi, a partir das 7h. No período da tarde, a concentração começa às 15h para o ato no Campo da Pólvora.</p><p>Ceará</p><p>Em Fortaleza, haverá atos e paralisações em todas as regiões, sendo a maior delas marcada no centro, a partir das 9h. Haverá uma caminhada pelas ruas do centro com concentração na Praça da Bandeira;</p><p>Cariri: 8h – concentração na passarela da avenida Padre Cícero (na CE 292, entre Juazeiro do Norte e Crato);</p><p>Crateús: 7h – Praça da Matriz;</p><p>Iguatu: 8h – concentração na Praça da Caixa Econômica;</p><p>Itapipoca: 8h – em frente ao prédio do INSS;</p><p>Sobral: 7h30 – Praça de Cuba;</p><p>Vale do Jaguaribe: 5h – concentração no Triângulo de Peixe Gordo em Tabuleiro do Norte.</p><p>Brasília</p><p>Ato às 17h, no Museu da República.</p><p>Espírito Santo</p><p>Em Vitória, as 9h, tem concentração na Praça 8 e caminhada até a sede do INSS, onde ocorrerá um ato público.</p><p>Mato Grosso</p><p>Em Cuiabá, às 8h, tem ato no INSS da Avenida Getúlio Vargas.</p><p>Pará</p><p>Belém – às 7h, ação nas agências bancárias da Avenida Presidente Vargas. Às 11h, ato no Mercado São Brás;</p><p>Marabá – às 7h30, panfletagem em frente à agência do INSS. Às 9h, audiência pública na Câmara Municipal.</p><p>Paraná</p><p>Curitiba – às 8h, panfletagem no Terminal Guadalupe – esquina das Ruas Marechal Deodoro e João Negrão. Às 9h, panfletagem em frente à agência do INSS. Às 10h, concentração seguida de aula pública na Boca Maldita. A partir das 14h, panfletagem na Assembleia Legislativa.</p><p>Pernambuco</p><p>Recife – às 15h, ato público no Parque 13 de Maio.</p><p>Piauí</p><p>Teresina – ato às 8h, na Praça Rio Branco. Outro ato público está marcado no aeroporto da cidade, a partir das 14h.</p><p>Rio de Janeiro</p><p>Ação no aeroporto Santos Dumont, pela manhã, no embarque dos deputados para Brasília. Grande ato público a partir das 16h, na Candelária;</p><p>Campo dos Goytacazes –  concentração a partir das 8h no Sindicato dos Bancários, seguinda de caminhada até o Calçadão e encerramento com ato público.</p><p>Rio Grande do Norte</p><p>Natal – ato a partir das 14h, em frente à agência do INSS da Rua Apodi, no Tirol.</p><p>Rio Grande do Sul</p><p>Porto Alegre – às 5h, marcha do Laçador até o aeroporto. A partir das 7h, concentração seguida de ato público em frente à agência do INSS da rodoviária. Ato público, às 17h, na Esquina Democrática.</p><p>Santa Catarina</p><p>Florianópolis – o transporte coletivo municipal ficará paralisado durante todo. A partir das 9h, a CUT e demais centrais sindicais e entidades planejam “arrastão” por ruas do centro para fechar o comércio e agências bancárias. A partir das 16h, concentração para ato público na Praça de Lutas, que terminará com passeata até a agência do INSS;</p><p>São Miguel do Oeste – às 10h30, ato na praça central;</p><p>Chapecó – 9h, concentração na Praça Coronel Bertaso e ato nos bancos Itaú e Bradesco;</p><p>Xanxerê – 13h30, ato em frente ao banco Bradesco;</p><p>Criciúma – 8h. ato em frente à agência do INSS;</p><p>Caçador – 9h, ato no Largo Caçanjure;</p><p>Lages – 14h, ato em frente ao prédio da Previdência Social;</p><p>Blumenau – 15h, ato em frente à Prefeitura;</p><p>Rio do Sul – 7h, ato em frente à agência do INSS;</p><p>Joinville – 13h30, concentração em frente à Tupy. A partir das 16h, concentração e ato na Praça da Bandeira;</p><p>Jaraguá do Sul – 13h, ato em frente à empresa WEG;</p><p>Canoinhas – 9h; ato na Praça do Chimarrão.</p><p>São Paulo </p><p>São Paulo – os municipais, filiados ao Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep), farão ato e assembleia, às 13h, na Rua da Quitanda. Trabalhadores ligados ao Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) farão ato em frente à Prefeitura, no Viaduto do Chá, às 14h;</p><p>químicos e bancários também preparam mobilizações durante todo o dia. Metroviários mobilizam suas bases e farão panfletagem nas estações do Metrô Jabaquara, Itaquera, Brás, Barra Funda, Luz, Tamanduateí e Capão Redondo;</p><p>às 16h, concentração seguida de ato público, em frente ao MASP, na Avenida Paulista.</p><p>ABC – base dos metalúrgicos, comporta por 70 mil trabalhadores, se mobilizará por greve desde o início da manhã. Químicos e trabalhadores de confecções também paralisam atividades. Em Mauá, trabalhadores da saúde farão protestos em frente ao Hospital de Clínicas Radamés Nardini. Há previsões de mobilizações em agências e bancárias e centros comerciais das cidades da região.</p><p>Baixada Santista –  CUT, sindicatos e movimentos ligados à Frente Brasil Popular fazem panfletagem na Alfândega, na Praça da República, no centro histórico de Santos. Às 12h haverá panfletagem e diálogo com a população na Praça Rio Branco centro de São Vicente.  Às 18h, as entidades farão ato contra a retirada de direitos, na Praça da Independência, no bairro Gonzaga, em Santos.</p><p>Bauru – movimentos e sindicatos farão ato em frente ao INSS, no centro da cidade.</p><p>Campinas – trabalhadores do transporte, os urbano e os fretados, irão paralisar serviços. Petroleiros, setores de energia e da construção civil também fazem greve. Servidores ligados ao sistema judiciário também mostrarão adesão aos protestos. Encerramento com ato público, às 17h, no Largo do Rosário.</p><p>Guarulhos e Arujá – greve dos condutores e cobradores irá atingir o transporte. Bancários confirmam paralisação nas principais agências. Trabalhadores da construção civil, aeroviários e aeroportuários sinalizam participação ao movimento.</p><p>Jundiaí – sindicatos e movimentos organizam protestos, panfletagem e diálogo com a população no calçadão do centro da cidade, a partir das 9h.</p><p>Matão –  metalúrgicos terão assembleias com atraso, a partir das 6h30, nas empresas da região.  </p><p>Mogi das Cruzes e região – panfletagem na estação de trem. A partir das 9h30, concentração e ato público na Praça dos Expedicionários.</p><p>Presidente Prudente – Trabalhadores e movimento estudantil se concentram a partir das 15h em frente ao INSS, para ato em defesa da aposentadoria.</p><p>Ribeirão Preto – assembleias de trabalhadores e panfletagem no calçadão do centro. Às 17h, está previsto ato no campus do Hospital das Clínicas.</p><p>São Carlos – O Sindicato dos Metalúrgicos fará assembleia nas empresas da região. A partir das 9h, concentração na Praça Itália, seguida de marcha até a estação ferroviária. Trabalhadores de Araraquara se somam ao dia de luta neste ato.</p><p>São José do Rio Preto e Catanduva – Bancários param as principais agências das cidades. Também haverá panfletagem no Terminal Rodoviário de São José do Rio Preto.</p><p>Sorocaba – Os trabalhadores em empresas de transportes urbano, intermunicipal, rodoviário, de fretamento e de cargas irão cruzar os braços por 24 horas. A greve irá atingir os 42 municípios da região, de Araçariguama até Itararé, passando pelos municípios das regiões de Sorocaba, São Roque, Itapetininga e Itapeva. Os metalúrgicos e químicos também sinalizam paralisação nas fábricas.</p><p>Vale do Ribeira – 14h, na cidade de Registro, ato público em frente ao INSS, no bairro Vila Tupy.</p><p>Sergipe</p><p>Aracaju – às 14h, no Palácio dos Despachos, ato  unificado dos servidores públicos do Estado.</p>

DIEESE: GESTÃO DA PREVIDÊNCIA PASSA POR REVOGAÇÃO DA REFORMA TRABALHISTA

tuiuti reforma trabalhista

Instituto rebate argumentos recorrentes dos defensores de mudanças: “Peça retórica da disputa para atender a interesses particulares de segmentos da sociedade”.

por Redação RBA

São Paulo – Pensar efetivamente em uma Previdência pública impõe três medidas, segundo o Dieese: rever as restrições aos gastos da União, discutir o financiamento de longo prazo e revogar, total ou parcialmente, a recente “reforma” trabalhista, efetivada pela Lei 13.467. Em nota técnica, o instituto rebate argumentos recorrentes usados pelos defensores das mudanças: “Eles constituem, na verdade, peça retórica da disputa para legitimar e aprovar a Reforma da Previdência e, assim, atender a interesses particulares de segmentos da sociedade“.

Segundo o Dieese, a necessidade de mexer na lei recém-criada considera “a possibilidade de desproteção previdenciária de grandes contingentes de trabalhadores” devido às mudanças nas regras trabalhistas. Assim, é preciso discutir uma revogação, ainda que parcial “e/ou novas formas de inclusão previdenciária, que conceda garantias e segurança ao contingente de trabalhadores e trabalhadoras que ficaram sujeitos às formas desprotegidas de contratação”.

Além disso, o instituto defende que a primeira “tarefa” é “rever, revogar, ou, no mínimo, flexibilizar as restrições ao crescimento das despesas primárias da União. Ou seja, repensar o chamado “teto dos gastos”, aprovado pelo atual Congresso por emenda constitucional.

“Sem a contenção da evolução das despesas previdenciárias, dificilmente o próximo presidente ou a próxima presidenta conseguirá obedecer à regra constitucional que impede o crescimento real das despesas primárias. Com isso, poderá ser refém do Congresso Nacional pela ameaça de novo impedimento ou poderá, mesmo a contragosto, tornar-se defensor da Reforma da Previdência”, argumenta o Dieese.

Também é preciso debater Previdência, seguridade social e financiamento de longo prazo. Mas os técnicos do instituto questionam os argumentos usados para aprovar de qualquer forma a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287, como dizer que o projeto já foi “suavizado” e que as mudanças visam a combater “privilégios”, entre outros. “Esses argumentos, em larga medida, são improcedentes e inverídicos.”

Sobre o alegado “déficit”, por exemplo, o Dieese observa que isso vem de uma soma “indevida” de duas contas distintas, do Regime Geral (RGPS) e do Regime Próprio (RPPS) da União. “Pelos preceitos da Constituição Federal, não faz sentido falar em ´déficit da Previdência’, uma vez que a Previdência Social, no que corresponde ao RGPS, integra a Seguridade, a qual conta com base ampla de financiamento, não restrita às contribuições previdenciárias.”

Na questão dos chamados “privilégios”, o instituto afirma em sua nota técnica que o foco da questão não está na Previdência pública. E a reforma em tramitação pode “agravar o problema da concentração de renda no país, ao excluir da cobertura previdenciária segmentos da classe trabalhadora e ao reduzir o valor dos benefícios”. 

O Dieese alerta que, mesmo sem aprovação da PEC, o tema não sairá da agenda política. “Uma forte coalizão articulada em torno de grandes interesses insistirá nesse tema, com a finalidade de incentivar a contratação e privatização da Previdência Pública, reduzir as políticas públicas, intensificar a dinâmica da acumulação financeira e restringir a função do Estado na redução das desigualdades e na promoção do desenvolvimento.”

Confira aqui a íntegra da nota do Dieese.

Dívidas e devedores

Em 2017, graças a perdões bilionários de dívidas e impostos que financiam a Previdência concedidos a grandes setores da economia, governos estaduais e prefeituras, foram mantidos os privilégios, diferentemente de um dos principais argumentos do governo Temer para tentar convencer a população a aceitar a reforma da Previdência que dificultará o direito à aposentadoria e irá rebaixar os valores das pensões. As informações são do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

Segundo reportagem da entidade, os bancos também foram favorecidos pelo governo Temer no ano passado. “Em abril, o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, perdoou uma dívida de R$ 25 bilhões do Itaú em Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) na fusão com o Unibanco, ocorrida 2008”, diz o sindicato. O banco espanhol Santander também é citado, ao ser livrado, em julho, de pagar R$ 388 milhões em imposto de renda e CSLL, oriundos, nesse caso, da aquisição do banco holandês ABN AMRO, em 2007.

A seguir, os principais beneficiados pelos perdão dados pelo governo Temer por suas dívidas com a Previdência:

Devedores Previdencia

Ainda segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, a dívida ativa previdenciária totaliza R$ 426 bilhões, de acordo com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Dentre os devedores estão os maiores bancos e empresas do país. Confira os principais:

Divida ativa Previdencia

 

 

VAMPIRÃO DA TUIUTI É PROIBIDO DE DESFILAR COM FAIXA QUE ´HOMENAGEIA´ TEMER

No Desfile das Campeãs do carnaval do Rio de Janeiro, no primeiro dia após decretação de intervenção federal, escola que denunciou governo por retirada de direitos vive clima que antecedeu golpe de 64.

por Redação RBA

São Paulo – Depois da repercussão internacional da fantasia “Vampirão Neoliberalista” que marcou a passagem da escola de samba Paraíso da Tuiuti pela Sapucaí no domingo de carnaval, no Rio, o personagem desfilou sábado (17) sem a faixa presidencial que remete diretamente ao presidente Michel Temer e seu governo, marcado pela retirada de direitos civis, humanos e trabalhistas da população. Segundo organizadores da escola, a Presidência da República deu “ordens extraoficiais” para que a faixa não fizesse parte do chamado Desfile das Campeãs.

Ao comentar a intervenção militar no Rio de Janeiro, o ator e professor de história Leonardo Moraes, destaque do carro alegórico que leva o personagem e que vestiu a fantasia de Vampirão, disse estar preocupado com que o que está acontecendo atualmente no Brasil, com semelhanças ao período que antecedeu o golpe de 1964. Em vídeo produzido pela Mídia Ninja (reproduzido abaixo), o professor revela que foi quase impedido de desfilar e só obteve autorização depois da confirmação de que ele sairia sem a faixa presidencial.

Em depoimento, o carnavalesco da Paraíso da Tuiuti, Jack Vasconcelos, afirmou que a criação do personagem confirmou a expectativa de retaliações, mas também a de resultados considerados positivos. “A gente já sabia que ia gerar um incômodo, isso era esperado, mas o furdunço já vale.” No desfile, as arquibancadas foram também tomadas por protestos contra a Globo.

Assista:


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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