Arquivo para 22 de abril de 2018

LULA: MORO E DALLAGNOL ESTÃO MENTINDO E ESTÃO A SERVIÇO DA GLOBO

NO ACAMPAMENTO LULA LIVRE, EDUCAÇÃO, ARTES E FUTEBOL EM DESTAQUE

SOLIDARIEDADE
Oficina de mosaico para crianças, a diversidade musical da América Latina, a força das torcidas organizadas e um debate em defesa da educação e da democracia marcam o domingo em Curitiba
por Redação RBA, com reportagem de Cláudia Motta.
 
ACAMPAMENTO LULA LIVRE
cartas para o presidente

Alunos de uma escola municipal de Porto Alegre enviaram cartas e desenhos em apoio ao ex-presidente Lula

São Paulo – Se a educação, a arte e o participação popular no futebol têm espaço cada vez mais reduzido no cenário nacional, o mesmo não acontece no acampamento Lula Livre, em Curitiba. Com a praça Olga Benário tomada por pessoas que vieram em caravanas de diversos estados, o domingo (22) foi marcado por atividades artísticas e culturais que inspiraram, divertiram e reafirmaram o apoio e solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Como acontece diariamente, o dia começou com o “bom dia” a Lula entoado por centenas de pessoas de todo o país que desde o último dia 7 se revezam na vigília em solidariedade. A reflexão política ficou por conta do lançamento do livro O Dezesseis – Os retirantes da Democracia, da advogada e jornalista paraibana Fabiana Agra. Na sequência, as crianças aprenderam a técnica do mosaico em EVA, uma espécie de plástico, em oficina ministrada pelo artista equatoriano Javier Guerrero Meza. Os pequenos aproveitaram o novo conhecimento para homenagear o ex-presidente.

JOKA MADRUGA/AGÊNCIA PTato acampamento mosaico
Crianças e adolescentes prestaram homenagem ao ex-presidente com a técnica que aprenderam na oficina de mosaico

Legado

A educação, na perspectiva de formação para o exercício da cidadania e da democracia, esteve no centro do debate realizado à tarde pela Comissão de Assuntos Educacionais do PT. A presidenta do Sindicato dos Professores no Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel, que acompanhou a terceira e maior caravana enviada pela entidade a Curitiba desde o dia 7, ressaltou a importância da defesa de Lula como fundamental para o ensino público.

“Lula foi o presidente que mais investiu na educação. E a população reconhece isso, e o legado para os professores, quando se fala em royalties do petróleo para o ensino, vemos agora o retrocesso”, disse, referindo-se ao avançado processo de entrega do pré sal pelo governo Temer a estatais e empresas estrangeiras.

A educação, conforme destacou, perdeu muito com a destituição da presidenta Dilma Rousseff (PT). “É um retrocesso o golpe contra a presidenta Dilma, e a reforma do ensino médio por medida provisória, que vai empobrecer o currículo. Um golpe que culmina com a prisão política de Lula, que é o primeiro nas pesquisas eleitorais. Tirá-lo do páreo e dizer que há democracia só fortalece esse movimento de resistência pela sua liberdade”, disse.

A dirigente defendeu a permanência do movimento de resistência e de solidariedade ao ex-presidente. “Não podemos deixá-lo numa solitária. O presidente tem de voltar para o meio do povo, esse povo que ele ama e que o ama, que quer Lula de volta, para ser nosso presidente e para que a gente possa se redemocratizar”, destacou.

Entre educadores presentes, a professora da rede municipal de Porto Alegre que não quis se identificar por medo de perseguição pelo prefeito Marchezan Jr. (PSDB). Ela trouxe uma caixa com cartas escritas por alunos do 5º ano. “Se eu fico visada, não posso continuar atuando em defesa da democracia”, disse.

JOKA MADRUGA/AGÊNCIA PTato pela educação acampamento lula livre
Educadores, estudantes, parlamentares e ativistas debateram educação e democracia

Ritmos

A diversidade musical, com expressões de diversas partes do mundo, foi representada por músicos do Brasil, França e México que integram o grupo multiétnico Cao Laru, em turnê brasileira de abril a junho;  pela roda de samba com Maria Navalha & Sinducatis; a música latina do grupo D´America, que há 35 anos divulga a música dos povos originários, do folclore e da cultura popular latino americana e do Caribe.

JOKA MADRUGA/AGÊNCIA PTato acampamento música cao laru
Em turnê pelo país, o grupo multiétnico Cao Laru participou da programação cultural
JOKA MADRUGA/AGÊNCIA PTato acampamento roda de samba
À tarde, uma roda de samba alegrou pessoas que vieram em caravanas de diversos estados

Futebol 

Com o lema “paz, democracia e liberdade”, representantes de torcidas organizadas de vários clubes – Corinthians, São Paulo, Atlético Paranaense, Coritiba, Paraná Clube, Bangu, Grêmio, Flamengo, Palmeiras e Tubarão, entre outros – se reuniram no acampamento para repudiar toda forma de violência envolvendo o futebol, clubes e a torcida.

No último dia 16, apoiadores de Lula foram agredidos por integrantes de uma torcida organizada do Coritiba.

Os torcedores criticaram as políticas que têm elitizado o esporte, tirando os torcedores pobres dos estádios e impedido a manifestação política durante as partidas contra o fascismo, a repressão policial, o racismo, a homofobia e o machismo dentro do futebol.

A jornada deste domingo terminou com ato religioso em celebração à vida ministrado pelo frei Ederson Queiroz.

REPRODUÇÃOato acampamento torcidas
Torcedores de diversos clubes defenderam o fim da elitização do esporte, que expulsa dos estádios os mais pobres, e proíbe a manifestação política

registrado em:              

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE AO PRESIDENTE LULA

Esta cela a que o condenaram injustamente não é uma solitária, é uma “solidária”, tamanha a solidariedade mundial com você. Valeu, Presidente. A Liberdade o aguarda, e o esquecimento aguarda seus algozes
por Flávio Aguiar.
 
DIVULGAÇÃO/SMABC
Lula greve 1980 ditadura

‘Nossa relação vem de 1980, ano de uma das greves que marcaram o início do fim da ditadura inaugurada em 1964, quando você era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos’

Caro Presidente Lula,

Em primeiro lugar, permita-me tratá-lo assim. Isto não significa desrespeito à companheira Dilma, última presidenta legítima do Brasil. É um vezo meu. Por exemplo: nunca deixei de chamar o companheiro Leonel Brizola de “governador”. E não era porque ele fora governador do Rio de Janeiro. Era porque ele fora e é o imortal Governador da Legalidade, de 1961, uma das poucas ocasiões em que um golpe de estado posto em marcha teve de recuar e perdeu, embora a saída tenha sido, naquela ocasião, o empate técnico do Parlamentarismo.

A vontade de lhe dirigir esta carta aberta me veio de uma pluralidade de motivos. O primeiro foi a desfaçatez do déspota de plantão, que foi à TV comparar-se com José Joaquim da Silva Xavier. Ora, além de desrespeito ao nosso primeiro mártir da Independência, isto é um desrespeito a você, porque todo mundo sabe que você é o nosso Tiradentes do século XXI.

Outro motivo foi a decisão desta juíza de primeira instância de Curitiba, proibindo a visita de Adolfo Pérez Esquivel, prêmio Nobel da Paz, e de Leonardo Boff, um dos mais importantes teólogos do Cristianismo de todos os tempos. São pessoas – todos vocês três – que têm a idade de ser seu pai, ou avô. Tudo o que tenho a dizer sobre ela é que um dia, se Deus e o Diabo permitirem, ela há de envelhecer. E aí, quem sabe, se dará conta da atrocidade que praticou. Bem, se não se der, seria porque se empedrou por dentro, condenada a um destino semelhante ao do gigante Adamastor, de Camões, o Mostrengo, de Fernando Pessoa.

Outro motivo foi a impropriedade, que li, de idiotas defensores dos privilégios (que confundem com direitos) dos latifundiários do extremo sul do país, de meu estado natal, o Rio Grande do Sul, invocando a legenda farroupilha para agredir a você e os participantes da sua caravana pela cidadania. Tenho a certeza de que muitos dos legendários republicanos de 1835 -1845, se vivos fossem, estariam solidários com você nesta cela de Curitiba. Para não cometer injustiças pelo esquecimento, vou me referir a três deles. 

O primeiro é o menos conhecido: o Coronel Teixeira Nunes, que armou, treinou e mais que comandou, liderou as Brigadas dos Corpos de Cavalaria dos Lanceiros Negros, ex-escravos que combatiam com os Farrapos e eram o terror dos Imperiais. Eles hoje dão nome a um dos principais movimentos de Sem-Teto na capital dos gaúchos, Porto Alegre. Odiado, Teixeira Nunes foi implacavelmente perseguido e degolado pelos Imperiais num momento em que já se negociava a paz que, de fato, foi assinada algumas semanas depois de sua morte, em Ponche Verde.

Os outros dois quase dispensam apresentação: são Anita e Giuseppe Garibaldi, a “heroína e o herói de dois mundos”, combatentes libertários, testemunhas vivas até hoje da liberdade das paixões e da paixão pela liberdade. Não tenho a menor dúvida de que, vivos fossem, estariam tentando também visitá-lo, com Pérez Esquivel e Leonardo Boff.

Nossa relação, caro Presidente, vem de longe. Tenho guardado um pequeno documento que a atesta. Trata-se de um papelzinho, quase um 3 x 4, que você assinou num longínquo dia de 1980, quando era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, naquele tempo, dito de São Bernardo, hoje do ABC. Foi o ano de uma das greves que marcaram o começo do fim da ditadura inaugurada em 1964. Eu morava então no Canadá, e organizara uma coleta de fundos, que rendeu cerca de 200 dólares canadenses, naquela época uma pequena fortuna, que lhe foram entregues pelo presidente da Associação dos Docentes da USP, a Adusp, no campus do Butantã, auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, idealizada pelo imortal Artigas. Eu pedi ao presidente da Adusp que solicitasse um recibo, para apresentar aos contribuintes canadenses. E você o escreveu e assinou: “Luís Inácio da Silva”. Você ainda não era o Lula, e era chamado pelos companheiros sindicalistas mais próximos de “Baiano”.

Bom, tivemos um mentor comum: o padre Valter Seidl, que foi meu professor no Colégio Anchieta, de Porto Alegre, e depois foi pároco da Igreja do Carmo, em Santo André, a cuja paróquia à qual o Sindicato, de que você era o presidente, pertencia. Você dizia que, se fosse eleito Presidente, o levaria para ser o capelão do Palácio do Planalto. Infelizmente ele nos deixou lá por 1996, se não me engano.

Agora estamos nesta situação: você detido nos 15 metros quadrados de uma cela em Curitiba e eu a um oceano e muitos quilômetros depois, em outro hemisfério, mas com meu coração cativo aí com o seu. Assim como – sei – há milhões de corações detidos com você, nesta cela a que o condenaram injustamente. Ela não é uma solitária, é uma “solidária”, tamanha é a solidariedade mundial com você. Imagino que os seus algozes – os Lava Jato, os Power Points, os juízes do Supremo que rasgam a Constituição, os coveiros da democracia na mídia – além da obtusidade do seu pensamento, devem sofrer com o verme da inveja que rói as suas entranhas.

Como disse o Pérez Esquivel, você liderou um movimento ascensional de dezenas de milhões de pessoas e famílias que saíram da miséria e da pobreza em direção a uma vida melhor. Além disto mostrou ao mundo e a nós mesmos o potencial de um país como o Brasil enquanto líder de uma promoção da paz no mundo. Você fez por merecer o prêmio a que agora é candidato. Não sabemos se você vai recebê-lo. O colegiado que o concede é uma incógnita. Além disto o Brasil oficial é especialista em sabotar seus candidatos ao Nobel. Isto aconteceu com Carlos Chagas, na Medicina, sabotado pela inveja de colegas que lhe negavam o mérito da caracterização da doença que hoje herdou o seu nome. Também aconteceu com D. Helder Câmara, quanto ao Nobel da Paz, em 1971. O governo ditatorial de então fez de tudo para sabotar sua candidatura. O Nobel daquele ano foi para Willy Brandt. Não que este não o merecesse. Mas consta, extra-oficialmente, que o resultado na Comissão que concede o prêmio foi 3 x 2 entre ele e D. Helder. Não duvido que o atual governo Silvério dos Reis fizesse a mesma sabotagem em relação a você.

Enfim, caro Presidente, para encerrar, lhe envio esta criação alusiva ao 21 de abril que eu e mais dois artistas plásticos elaboramos.

Valeu, Presidente. A Liberdade o aguarda, assim como o esquecimento aguarda seus algozes.

NOS 70 ANOS DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL , DIREITOS HUMANOS SOFREM ´BRUTAL ATAQUE´

Ex-ministro Paulo Vannuchi defende unidade por “patamares mínimos” contra retrocessos

por Vitor Nuzzi, da RBA

Com a Declaração Universal dos Direitos Humanos prestes a completar 70 anos, essas políticas sofrem “brutal ataque” no Brasil, avaliou o ex-ministro Paulo Vannuchi, também ex-integrante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que ao lado da atual representante do Brasil na CIDH, Flávia Piovesan, debateu o momento político durante evento promovido pela Associação dos Advogados de São Paulo, sexta-feira (20). “A história dos direitos humanos é marcada por luzes e sombras”, disse Flávia.

Por esse aspecto, há um período de sombra no país. Vannuchi observou que os governos de PT e PSDB, apesar de “antípodas políticos”, tiveram certa continuidade em políticas de direitos humanos. E lamentou que “canetadas” recentes venham destruindo duas décadas de acumulação nesse campo. 

Membro da Comissão por quatro anos, até 2017, ele citou as origens da CIDH, criada no contexto da Guerra Fria, em 1959, e lembrou que durante sua permanência buscou se dedicar aos chamados “desc”, sigla para direitos econômicos, sociais e culturais, que enfrentaram resistência de países como os Estados Unidos, por exemplo. Essa resistência ocorreu mesmo no Brasil, observou, dando o exemplo de um direito básico, a alimentação, que alguns não viam, não veem, como assunto da área.

“Sem comida ninguém consegue lutar por nenhum outro direito humano”, afirmou o ex-ministro, que também fez referência à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com “um frei de 80 anos e um Prêmio Nobel deixados ao relento, quando outro preso, Eduardo Cunha, recebe quem ele quer, na hora que ele quer”. Ele fazia menção ao fato de Leonardo Boff e Adolfo Pérez Esquivel terem sido barrados na entrada da Polícia Federal quando tentavam visitar Lula.

“Precisamos construir diálogo e alguma unidade de ação sobre essas desavenças”, defendeu Vannuchi, lembrando ainda dos 30 anos da Constituição brasileira, promulgada em outubro de 1988. “Não pode haver tribunal se chocando com a Constituição, quando ela é clara. Há necessidade de defesa da Constituição, defesa das eleições, e contra a intolerância, ódio que é disseminado no Brasil por poderosos órgãos de mídia. Ou nos unimos por esses patamares mínimos ou estamos correndo riscos graves.”

Políticas públicas

Sucessora de Vannuchi na CIDH, Flávia também manifestou preocupação com o “fortalecimento do discurso do ódio”. “Há no mundo um crescente endosso a alternativas não democráticas”, afirmou.

Mas ela também destacou a importância do Sistema Interamericano de Direitos Humanos “na desestabilização de ditaduras no Cone Sul e na proteção dos mais vulneráveis”. “Devemos a Lei Maria da Penha à Comissão Interamericana. Muitas políticas públicas importantes decorreram do Sistema Interamericano”, exemplificou. Flávia afirmou ainda que é preciso “ampliar a universalidade” dos princípios de direitos humanos na região e aprimorar a implementação de decisões. “Temos de avançar na tríade direitos humanos, democracia e Estado de direito.”

Ambos lembraram que é preciso aprofundar questões relacionadas à memória, para evitar a contínua violação de direitos humanos. Na Universidade de Buenos Aires, por exemplo, o tema é ensinado há décadas, enquanto na Alemanha visitar campos de concentração é base do currículo.

No Brasil, o Ministério Público Federal tem um grupo de trabalho da chamada Justiça de Transição, tentando promover ações de reparação relativas a violações praticadas por agentes do Estado durante a ditadura. E já existem decisões da Corte Interamericana contra o Brasil. Vannuchi lembrou que o também ex-ministro Nelson Jobim chegou a considerar decisões da Corte “irrelevantes” para o país. 

“Estamos vivendo um brutal processo de desconstrução. Vamos levar alguns anos para retomar uma estaca zero de alguns anos atrás. O PNDH3 (Programa Nacional de Direitos Humanos), tantos anos depois, é ainda um programa a se cumprir”, afirmou Vannuchi. 

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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