Arquivo para 4 de junho de 2018

COM FORA TEMER, PRENDE O ARTUR, LULA LIVRE E VOLTA DILMA PRONUNCIADOS EM CORO POR MANIFESTANTES CHEGA AO FIM A GREVE DOS RODOVIÁRIOS NA NÃO CIDADE DE MANAUS

Produção Afinsophia

A greve dos rodoviários que chegou ao seu sétimo dia hoje na não cidade de Manaus alterou momentaneamente  a vida das pessoas que dependem desse meio de transporte. Quando tudo parecia que os passageiros chegariam aos seus destinos tudo parou nos terminais de integração por volta das 06:30. Isso motivou a reação dos usuários que decidiram usar pedras e fósforos contra os não mais coletivos. 

São inúmeras consequências que uma situação dessa causa. Trabalhador que não chegam ao trabalho, consultas, operações, exames médicos que não são realizadas, um namoro não beijado e o povo fica a sofrer. Ele vai sublimando tensões. E a forma que ele, no meio de outras pessoas, usou, depois daquele 2004 em que depredou ônibus, caminhões e paradas de ônibus repetiu-se de novo hoje na não cidade de Manaus, na zona leste, contra os não mais coletivos e a insatisfação de gritos  de Fora Temer com direito a caixão, prende o Artur, Lula Livre e volta Dilma.

Num Estado e numa não cidade, onde todos seus deputados federais e dois senadores votaram a favor do golpe de Estado jurídico-midiático e muitos amazonenses vestiram a camisa da corrupta CBF estão vendo que a decisão tomada pelos golpistas contribuiu para a situação vivida na não cidade de Manaus que hoje cancelou aulas em escolas da rede Estadual, municipal e em universidades por conta da onda de violência que iniciou no período da manhã.

Pela reação dos usuários de ônibus, o prefeito da não cidade de Manaus, Artur Neto do PSDB não pode, jamais, pensar em reajuste de passagens para compensar o pagamento dos rodoviários de 5,5% aceito na negociação com os patrões, embora não tenha agradado ao presidente da categoria. Os passageiros além de reclamarem do preço do transporte, reclamam do estado de conservação dos ônibus que estão em péssimas condições.

A partir de amanhã, pelo acordo firmado hoje, os rodoviários voltam a trabalhar e terão que repor os dias parados, isto é, terão que pagar para o patrão o prejuízo dos dias parados. Além dos mais o sindicato vai ter que recorrer na justiça contra as multas recebidas. Um ponto positivo do sindicato foi que manteve no acordo que só 10% dos trabalhadores sejam contratados como horistas, a precarizaão do trabalho aprovada pelos golpistas. O reajuste será pago a partir de agosto.

A greve é um direito do trabalhador. Para sua implantação e instalação há critérios. Os transportes é um serviço essencial. Diz a lei de greve que beneficia o patrão que não pode paralisar 100% porque ela passa a ser abusiva e julgada ilegal.

No caso dos rodoviários eles chegaram a situação atual porque o poder público, especialmente a prefeitura não se posicionou para resolver o problema. Não encarou os empresários, claro, como diz Ginvancir Oliveira, com eles é tudo sorriso, afagos e como financiam campanhas eleitorais não é negócio contrariá-los, afinal são eles os prefeitos da não cidade de Manaus. 

 

WADIH DAMOUS: TACLA DURAN FARÁ GRAVES DENÚNCIA CONTRA A LAVA JATO

BRASIL DE FATO: INSTITUTO TRICONTINENTAL LANÇA DOSSIÊ “LULA E A BATALHA PELA DEMOCRACIA”

Redação

Brasil de Fato | São Paulo (SP)

Ouça a matéria:

Publicação traz um olhar em profundidade sobre o momento político brasileiro - Créditos: Foto: Giorgia Prates
Publicação traz um olhar em profundidade sobre o momento político brasileiro / Foto: Giorgia Prates

Um grupo de pesquisa idealizado e levado adiante por movimentos populares de África, Ásia e América Latina, O Instituto Tricontinental, publicou um dossiê sobre a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), compreendendo a luta pela liberdade do líder brasileiro como uma “batalha pela democracia”.

A publicação, disponível em português, espanhol e inglês, conta a história do acampamento em Curitiba que pede a liberdade do ex-presidente desde o dia de sua prisão, analisa o contexto de lawfare, ou seja, a guerra jurídica travada contra o petista, e traz algumas discussões sobre o que seria um “golpe suave” em um país como o Brasil.

Além disso, analisa as perspectivas de resistência, a “onda rosa” dos movimentos sociais, os argumentos da defesa de Lula e faz uma leitura sobre seu papel como símbolo de massas no país. Para completar, traz os manifesto do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra (MST) e da Frente Brasil Popular, que reúne mais de 80 organizações e partidos.

Baixe aqui o Dossiê “Lula e a Batalha pela Democracia no Brasil“.

Edição: Diego Sartorato

GGN: TACLA DURAN PRESTA DEPOIMENTO SOBRE INDÚSTRIA DA DELAÇÃO PREMIADA À CÂMARA

Jornal GGN – A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados tomará o depoimento do advogado Rodrigo Tacla Duran na terça (5), por meio de videoconferência, a partir das 10h.

Morando na Espanha desde que passou a ser investigado pela Lava Jato de Curitiba, Tacla Duran já denunciou um suposto esquema de pagamento de propina em troca de melhorias em acordos de delação premiadas realizados na cidade de Sergio Moro. Um amigo pessoal do juiz, Carlos Zucolotto, foi acusado de ter cobrado dinheiro “por fora” para ajudar Duran a pagar uma multa menor à Lava Jato e se livrar de um processo por lavagem de dinheiro.

“Ele possui diversas informações relevantes sobre a Operação Lava Jato e, por isso, deve ser ouvido nas instâncias adequadas e responsáveis pelo processo. Porém, por causa de diversas negativas injustificadas, teve violado o direito ao devido processo legal, além da garantia ao contraditório e da ampla defesa”, disse o deputado Wadih Lula Damous (PT-RJ), autor do requerimento para a Comissão ouvir o advogado em audiência pública.
Para o líder do PT na Câmara, Paulo Lula Pimenta (RS), trata-se de mais um absurdo autoritarismo de Moro contra Lula. “É um processo extremamente importante para o País, pois envolve um ex-presidente da República que lidera todas as pesquisas para a Presidência da República e foi condenado como preso político, pois não há nenhuma prova nos processos que justifiquem sua condenação”.
Com informações do PT na Câmara

PORTAL FORUM: GLEISI DESMENTE ESTADÃO E DIZ QUE NÃO FOI PROCURADA PRA FALAR SOBRE SER VICE DE LULA

Gleisi desmente Estadão e diz que não foi procurada pra falar sobre ser vice de Lula
  A senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), desmentiu a Coluna do Estadão desta segunda-feira (4). O jornal afirma que ela “pode acabar assumindo a vaga de candidata ao Planalto”. Além de desautorizar a informação, considerada por ela como “bobagem”, Gleisi confirmou à Fórum que não foi procurada pelo jornal.

A senadora disse ainda ter estranhado a informação veiculada pelo jornal de que “Gleisi e Wagner seriam os únicos que, na avaliação de Lula, teriam coragem de assinar o indulto para livrá-lo da prisão e de rever a lei da delação premiada”.

Veja abaixo o tuite de Gleisi Hoffmann:

Gleisi Lula Hoffmann

Em tempo: o Estadão não me procurou

“A grande mídia insiste em querer definir candidaturas para o PT e semear intrigas. Vi hj meu nome nesse imbróglio. Aviso reto: não sou candidata à presidente, vice ou pretendente a ser. O PT tem candidato! É LULA!!! Aceitem, dói menos. Em tempo: o Estadão não me procurou.”

Estadão Verifica

A Coluna do Estadão, assinada por Andreza Matais, encerra três notas sobre o assunto dizendo que Gleisi não teria retornado ao jornal.

Ironicamente, o Estadão anunciou o lançamento, na última sexta-feira (1), do Estadão Verifica. De acordo com o jornal, o objetivo é “monitorar redes sociais e checar se alguns dos textos, vídeos e fotos mais compartilhados são inverídicos, distorcidos ou descontextualizados. As conclusões serão publicadas no blog.

“Há 143 anos garantimos a seriedade e qualidade do conteúdo que produzimos”, disse João Caminoto, diretor de Jornalismo do Grupo Estado. “Mas isso já não basta, temos que também monitorar e expor o fluxo de notícias falsas que infestam as redes e que podem causar danos à sociedade. O Verifica será mais um serviço às nossas audiências nesses tempos nos quais as fake news transitam e crescem velozmente na Internet.”

BRASIL, ITÁLIA, UNIÃO EUROPEIA: VOCÊS QUEREM A DEMOCRACIA PARA QUÊ?

CARTA DE BERLIM #
Conte tomou posse na última sexta (1º) como primeiro-ministro de governo anti-establishment na Itália
por Flavio Aguiar.
CC/GOVERNO.IT
Giuseppe Conte

Conte, o novo premier da Itália: eEstá dado o labiríntico imbróglio da democracia europeia, que vai perdendo cada vez mais seu emblema ‘social’

A democracia submergiu numa crise sem precedentes no Brasil, ninguém de bom senso duvida disto. Talvez possa afundar ainda mais, mas já está na UTI das profundezas. E quando digo “sem precedentes” não quero dizer que não tenhamos vivido e sobrevivido a coisas tão ou até mais graves do que as que hoje estamos vivendo. Quero dizer que nunca houve esta situação, de um golpe civil, sem participação dos militares, cuja vanguarda é composta de setores do Judiciário, arautos na mídia, setores policiais, os perdidos dentro do Palácio do Planalto e mais alguns congressistas e cujo resultado é uma das maiores badernas e anomias já instaladas no país. Os coxinhas sangram: Parente teve de sustar de momento o aumento do diesel? Pois tomem lá um aumento da gasolina! Li outro dia: “Paneleir@s, não têm gasolina? Encham o tanque com Moet-Chandon”.

Mas há outras democracias em questão. A crise italiana é evidência de uma delas. E que diz respeito não apenas à Itália, e sim a toda a União Europeia.

Na última eleição formou-se uma maioria ad hoc com o movimento “anti-establishment” M5 (de Cinco Estrelas) e a Lega (que estrategicamente tirou o “Nord” do nome). A pedido do presidente Sergio Mattarella, os dois líderes respectivos, Luigi di Maio e Matteo Salvini, encarregaram o obscuro (politicamente) Giuseppe Conte de formar um governo.

Ele o fez, e entregou a lista de ministeriáveis ao presidente. Surpreendendo a todos, este recusou o nome do proposto ministro das Finanças, Paolo Savona, de 81 anos, por ser este um conhecido eurocético, isto é, visto como inimigo tanto do euro como da União Europeia. Resultado: Conte demitiu-se antes de assumir o governo, situação também inusitada e confusa, a de um governo que caiu antes de assumir.

As reações foram as mais desencontradas possíveis. As bolsas, oscilaram, o euro caiu, alguns apoiaram Mattarella, outros criticaram. A reação mais contundente – logo contundida, pois seu autor pediu desculpas – veio do representante alemão do Comitê do Orçamento da União, Günther Oettinger, que disse ser aquilo uma lição para os italianos sobre “não votarem em populistas, seja à direita ou à esquerda”.

Nota Bene: no jargão da hegemonia neoliberal da União e da mídia mainstream do continente, “populista” é tudo que se afaste dela. E o novo governo propunha, além de uma repressão sobre imigrantes, medidas heréticas, como a conjunção de uma redução drástica de impostos com um aumento nas aposentadorias, por exemplo. Houve reações àquela reação: Donald Tusk, o presidente do Conselho Europeu, pediu respeito ao eleitorado italiano. Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, também defendeu a democracia eleitoral, dizendo ser ela um valor de todo o continente.

No Parlamento Europeu as reações de dividiram: os blocos conservadores e da social-democracia/socialistas apoiaram o presidente italiano. O bloco dos Verdes criticou-o, em nome do respeito à democracia eleitoral, embora manifestasse desacordo com o programa do M5 e da Lega. Na mídia mainstream ninguém se preocupou em ouvir o bloco de esquerda, como de costume, o que também evidencia características deste menu de democracia que aqui impera.

Na quinta (31), anunciou-se que o presidente italiano daria mais tempo à coligação para formar um governo. O seu recuo pode ser interpretado como uma reação diante de um impasse que se criou. No vácuo da “demissão” de Conte, ele teria de convocar novas eleições para o segundo semestre, no “outono”, como se diz aqui, ou seja, a partir do final de setembro. Até lá, assumiria (como já houve antes) um governo dos sonhos dos tecno-burocratas de todos os quadrantes: o primeiro-ministro seria um ex-dirigente do FMI, Carlo Cottarelli, que nomearia um ministério “técnico” e não “político”.

Porém esse governo teria de ser aprovado no Parlamento, onde, em conjunto, M5 e Lega têm maioria. Derrotado o novo governo, também antes de assumir, o Parlamento chamaria eleições antecipadas para julho. Luzes amarelas (vermelhas, jamais) se acenderam um Bruxelas, sede executiva da União Europeia, em Estrasburgo, que divide com a capital belga ser a sede do Parlamento Europeu, e em Frankfurt-am-Main, sede do Banco Central Europeu e do Banco Central Alemão, seu vizinho: uma eleição em julho poderia aumentar o poder de fogo da coligação M5 + Lega, ao invés de diminui-lo.

Resultado geral: o presidente italiano recuou, a coligação M5/Lega fez concessões e arranjos, e vai assim o governo.

Está dado o labiríntico imbróglio da democracia europeia, que vai perdendo cada vez mais seu emblema “social”. A pergunta que se impõe é: o que pesa mais nesta tentativa de “dobrar” ou “domar” o eleitorado italiano: a xenofobia prometida pelo programa do novo governo ou as heresias diante do neoliberalismo, como a promessa de uma renda mínima, além do aumento nas aposentadorias?

Há outras perguntas que se impõem. Houve casos semelhantes de “intervenções” em países do continente a partir das lideranças da União. Em 2011, Berlusconi foi praticamente “apeado” do poder por pressão da então dupla Merkel-Sarkozy. Mas Berlusconi tinha contra si seu comportamento, digamos, pouco ortodoxo em matéria de decoro do poder. Na mídia mainstream ninguém chorou.

Em 2015, o governo do Syriza, liderado  por Alexis Tsipras, na Grécia, teve seu programa de esquerda simplesmente pulverizado pela UE, sob o comando, desta vez, da dupla Merkel-Wolfgang Schäuble, este o implacável ministro das Finanças alemão. Mas a Grécia representa um percentual muito pequeno do PIB da União e do Euro. Não houve muitas lágrimas pela artilharia anti-Syriza na mídia mainstreamda Europa então.

Já a Itália é a quarta economia da Europa, a terceira da Zona do Euro e também a terceira da União no caso de se concretizar a defecção do Reino Unido, que até o momento parece inevitável, apesar dos esforços de Georges Soros no sentido de provocar um novo plebiscito a respeito.

Aliás, isto de plebiscito chama a atenção. Quando da constituição da União, planejada sob hegemonia de uma social-democracia autêntica e realizada sob uma hegemonia conservadora que engoliu os partidos social-democratas, realizaram-se plebiscitos em países recalcitrantes (como a França) até que o resultado fosse favorável à UE. Depois, adeus plebiscitos.

O exemplo mais uma vez vem da Grécia: Georgyos Papandreou, primeiro-ministro socialista do país, foi igualmente defenestrado em 2011 devido à pressão das lideranças da UE, por ter ameaçado fazer um plebiscito sobre o plano de “recuperação” econômica do país imposto pela União, pelo Banco Central Europeu e pelo FMI. Foi substituído pelo também tecno-burocrata Lucas Demetrius Papademos, ligado ao FMI, prova de que há plebiscitos que interessam e outros que não, e de que sempre haverá uma solução “técnica” à disposição da receita neoliberal.

Por outro lado, tem sido evidente a complacência, apesar das declarações tonitruantes, das lideranças da UE com governos de extrema-direita, como o de Viktor Orban da Hungria, ou o de Andrzej Duda e Mateusz Morawiecki na Polônia, além da política de avestruz diante dos desmandos de Mariano Rajoy e sua Guardia Civil na Catalunha.

Fica a pergunta sobre o cataclisma que aconteceria caso governos de esquerda assumissem o poder na Alemanha ou na França.

Conclusão: no mundo economicamente hegemônico do neoliberalismo, embora este não mais desfrute da hegemonia das ideias que teve no final do século passado, a democracia não é um valor “universal”, como ele mesmo gostava de apregoar, nem mesmo permanente.

Esta nova forma de “hegemonia”, diferente da do conceito clássico gramsciano – pois se impõe através da sua impulsão apenas dentro de uma série de agentes selecionados (como os golpistas brasileiros de um lado, ou dos tecno-burocratas europeus, ou ainda da “comunidade econômico-militar-midiática” dos Estados Unidos) –, se afirma a partir de sua dominação dos currículos em escolas de Economia, onde os jovens estudantes aprendem o beabá das coisas, assim como Tarzan aprendeu inglês nas cartilhas abandonadas na cabana de seu pai, para se sentir superior aos macacos que cuidaram dele depois do passamento daquele e de sua mãe, e tornar-se o seu “rei”. Exemplo: todo mundo é contra, mas tomem lá um aumento no preço da gasolina, seus babacas. Parente caiu, mas quem vai assumir?

Na Espanha renasce uma esperança: Rajoy cai, Sanchez, do Psoe sobe. Conseguirá fechar um governo com o Podemos?

Em resumo, em matéria de pensamento conservador, tem-se saudades de Winston Churchill, para quem a democracia era a pior forma de governo, “com exceção de todas as demais”.

FALTA DE AUTORIDADE DE ARTUR NETO DEIXA A NÃO CIDADE DE MANAUS SOB TENSÃO, ÔNIBUS SÃO DEPREDADOS E QUEIMADOS

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Produção Afinsophia

O desafio do prefeito foi cumprido. E pelo visto quem saiu mais envergado foi Artur Neto, prefeito do PSDB que não consegue intermediar  um acordo entre os rodoviários e os verdadeiros prefeitos de Manaus, que são os empresários de ônibus, vinculados ao SINETRAN.

O presidente dos Rodoviários Givancir Oliveira em declaração anterior dizia. “O prefeito Artur Neto com os empresários é só sorrisos, afagos e com os rodoviários fala grosso.”

O resultado disso foi a manutenção da greve que entrou no sétimo  dia e hoje não teve final feliz.

Vários ônibus saíram das garagens, mas quando chegaram aos terminais de integração os rodoviários decidiram parar. Houve revolta. Calcula-se que mais de 60 ônibus foram depredados. Há informações de ônibus incendiados e depredações nos terminais de integração.

A manhã foi de terror, segundo manifestantes e observadores que viram a reação do povo contra essa situação. 

Muitas pessoas debitam ao prefeito da não cidade de Manaus a responsabilidade. Depois à justiça e ao governo do Estado que não encontram uma saída para as reivindicações dos rodoviários. Insatisfeitos com a greve, usuários e moradores da Zona Leste, agora de manhã, na Avenida Camapuã com a Autaz Mirim fizeram um protesto contra Artur Neto. O grito de guerra entoado foi “Fora Artur”.

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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