Archive for the 'Antidemocracia' Category



TEMER AFIRMA MARX: O DINHEIRO COMPRA TUDO COM REFERENTE DE MERCADORIA – DEPUTADOS-GOLPISTAS-MERCADORIAS

13.jul.2017 - Foto do painel da CCJ mostrando que 40 deputados votaram contra o relatório de Sergio Zveiter (PMDB-RJ) que pedia a abertura de investigação contra o presidente Michel Temer

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 Marx diz que o dinheiro é o grande Mamom,o Deus Dinheiro. Como dinheiro ele compra tudo. Se uma homem tem dinheiro, mas é estúpido, ele compra um homem sábio. Se ele é feio, ele compra uma mulher bela. Se ele é um desonrado, ele compra um homem que ele julga honrado. E o filósofo de Trier vai mostrando os homens-mercadorias como forma de circulação mercadológica, que, porém, não tornam seu comprador o significado-valor dessas mercadorias.

   Um homem estúpido que compra um sábio não se torna um sábio. Ele apenas fantasia em si que sua compra o torna menos estúpido aos olhos dos outros. Mas continua estúpido. Claro, que o sábio ao se tornar mercadoria, torna-se tão estúpido quanto seu comprador, já que o único corpo de relação entre os dois é o dinheiro com seu poder de apropriação. 

  Como o dinheiro sintetiza o valor da mercadoria como taxa de mais-valor e mais taxa de lucro, uma mercadoria é em si o elemento que o capitalista persegue paranoicamente: o excedente. É assim que o capitalista observa e persegue o mundo, posto que o mundo é uma fábrica onde todos participam, com suas atuações sociais, na grande divisão de trabalho. É por essa perspectiva, da sociedade como fábrica-divisão de trabalho ou trabalho social que os homens e mulheres-mercadorias são apanhados pelo capitalista para que ele tenha sempre lucro garantido.

   Para que fosse negado o relatório do deputado Zveiter que aprovou a denúncia feita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Temer precisava garantir o número suficiente de deputados para barrar o pedido. Em entendimento vago, ele não tinha. Mas em um entendimento marxista, ele tinha, já que todo golpista é mercadoria.Todas as reações dos golpistas muito antes da imoralidade que roubou o cargo da presidenta Dilma Vana Rousseff, eleita com mais 54 milhões de votos democráticos, já mostravam que se trata de uma conglomerado de deputados-mercadorias. Então, Temer, fez o que Marx mostrou: passou a comprar os deputados-mercadorias e conseguiu seu intento.

   Dois seguimentos devem ser percorridos para ficar melhor entendido. A lei de lucro do capitalismo diz que dinheiro não compra dinheiro. Que o valor de uma determinada quantia de dinheiro não pode comprar a mesma quantia de dinheiro que se encontra na mão de outro capitalista em função da taxa de lucro. Como todo golpista-mercadoria é dinheiro, e dinheiro não compra dinheiro com a mesma igualdade, o valor do dinheiro pago por Temer teve como referência a situação: a votação na CCJ. O que significa que o golpista-mercadoria passou a ser mais valorizado. O que vai se repetir no dia 2 de agosto data da votação no plenário.

   O segundo seguimento é o que desvela toda essa trama mercadológica mostrando toda sua perversidade. O dinheiro usado por Temer para comprar os golpistas-mercadorias, na operação-financeira espúria, é público. O que significa que o desembolso de Temer foi zero.Ele só lucrou. E pior ainda, o dinheiro público que é um componente financeiro particular, portanto com caráter da população, foi prostituído em forma de corrupção ativa e passiva. 

Alguém pode afirmar: A lei capitalista do lucro foi negada, porque o dinheiro golpistas-mercadorias foi comprado pelo dinheiro-Temer. Não. Essa operação não se configurou. Os golpistas-mercadorias, como dinheiro, não foram comprados pelo dinheiro real saído das mãos de Temer, como já foi escrito, mas em forma de lavagem de dinheiro com valor diferente do dinheiro golpistas-mercadorias. E o pior, aí sim, a lavagem foi realizada com dinheiro público já contabilizado no orçamento.

O que significa que ambas as partes praticaram crimes. E como houve ameaças, chantagens, tudo se caracterizou como roubo. E de quebra, Marx sempre acerta quando se trata de exploração capitalista.

 

MORO CONFIRMA QUE NÃO SABE NADA DE FREUD QUANDO DIZ QUE “NÃO TRAZ QUALQUER SATISFAÇÃO PESSOAL” AO JULGAR LULA

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   As três feridas narcísicas do homem são: a primeira, a confirmação cientifica de que a Terra não é centro do Universo. Falsificação que dava à Igreja o poder de propagar a verdade dogmática para dominar os crentes. A segunda, a confirmação científica de que o homem descende do primata. E a terceira, essa produção próprio de Freud, a que mostra que o homem é dotado de um inconsciente obscuro, com conteúdos perversos, amorais, polimórficos, bestiais produtos da repressão dos instintos-libidinais resguardos por um superego que impede suas investidas na consciência.

  Essas repressões criam a cultura como sublimação instintivas e fazem com que o mundo seja nada mais do que um sintoma. O que significa que quando observamos e acreditamos no exterior ocultamos o interior. Daí que quando alguém expressa um entendimento de si, não faz nada do que falar sobre seu exterior como forma de mecanismo de defesa  de seu interior, da mesma forma que o mundo como sintoma é mecanismo de defesa social. As instituições aparecem para a psicanálise como mecanismos de defesa da sociedade, assim como a escolha de uma profissão surge, também, como mecanismo de defesa desse profissional.   

   Moro afirma que para ele a condenação de Lula “não traz qualquer satisfação pessoal”, o que mostra que ele não entende nada de Freud. 

 “Não traz qualquer satisfação pessoal ao julgador (..). Registre-se que a presente condenação não traz a este julgador qualquer satisfação pessoal, pelo contrário. É de todo lamentável que um ex-presidente da República seja condenado criminalmente, mas a causa disso são os crimes por ele praticados e a culpa não é da regular aplicação da lei. Prevalece, enfim, o ditado “não importa o quão alto você esteja, a lei ainda está acima de você”, destacou Moro em sua decisão

MORO, CONHECIDO POR SUA PARCIALIDADE, CONFIRMA O QUE AS PESSOAS ÉTICAS JÁ SABIAM: CONDENA LULA

 

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 O juiz Sérgio Moro fez o que estava escrito muito antes da Lava Jato: tentar obstruir os percursos democráticos do Brasil. O capital internacional nunca simpatizou com Lula. Daí nenhum surpresa na ingerência dos EUA no golpe e na perseguição a Lula comandada por Moro.

   Diante do texto escrito a priori, Moro fez o que as pessoas éticas já sabiam: Condenou Lula a 9 anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Tudo que foi provado o contrário pelos advogados de Lula e mais de 70 testemunhas entre as de defesa e as de acusação.

    É uma condenação que não atinge a essencialidade e a singularidade de Lula, visto que ele é um homem que transcendeu, junto com o povo, adjetivos das banalidades. As direitas comemoram om seus resíduos psicopatológicos

      Agora, o processo contra Lula segue para a segunda instância.  

CANDIDATOS-GOLPISTAS AO GOVERNO DO AMAZONAS ESTÃO FAZENDO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS OBJETO DE EXPLORAÇÃO PARA SEDUZIR ELEITORES INCAUTOS

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 Muito simples. 

 O reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Cleinaldo de Almeida Costa, cujo cargo que ocupa lhe chegou por indicação e não por eleição direta realizada pela comunidade universitária, afirmou que a instituição encontra-se em colapso, e pode até fechar. Cleinaldo foi indicado pelo governador-cassado José Melo. Por sua vez, Melo chegou ao governo porque faz parte do grupo apolítico que há mais de 30 anos plantou o atraso no estado e que vem com representante ainda do período anterior da implantação da ditadura civil-militar que perdurou de 1964 a 1985, como foi o caso do ex-governador Gilberto Mestrinho que foi eleito o primeiro governador do Amazonas pós-ditadura.

  Gilberto Mestrinho fez o seu substituto Amazonino Mendes que fez seu substituto Eduardo Braga que fez seu substituto Omar Aziz que fez seu substituto Zé Melo. Lembra Drummond, mas não tem nada a ver com o excelso poeta de Itabira, Carlos Drummond de Andrade, a não ser a pedra no meio do caminho do estado do Amazonas.

    Como se observa, como diz o jornalista-filósofo Mino Carta, é tudo a mesma sopa. Agora, com Zé Melo cassado o grupo lançou seus candidatos, sendo que todos expressam a mesma subjetividade reacionária produzida pela imagem-dogmática do estado capitalista-paranoica, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari. E mais, todos fizeram parte do golpe que assaltou o governo da presidenta Dilma Vana Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos democráticos. Quer dizer: todos fazem parte do golpe que colocou Temer no poder para entregar as riquezas do Brasil ao capital internacional, principalmente, ao norte-americano e destruir os direitos trabalhista como, também, as estruturas históricas da Previdência Social. Logo, todos são antidemocratas.

   Com a declaração de Cleinaldo, os golpistas aproveitaram para usar uma das regras ofensivas do capitalismo: a exploração. Amazonino Mendes, que se consider o pai da UEA, tomou para si o direito de defender a instituição diante do perigo. Disse que ao ser eleito vai tomar todas as providências para defender a instituição e elevar seu padrão que vem pedindo algumas mudanças necessárias. Por sua vez, Eduardo Braga também se tomou com o direito de defender a instituição. Afirmou que, como foi o sucessor de Amazonino, foi ele quem solidificou a instituição, aumentando o número de alunos de mil para vinte mil. Como se observa os dois avidamente querem aproveitar a declaração de Cleinaldo para faturar votos com os eleitores-incautos. Que democraticamente são os ignorantes-políticos (Brecht chama de Analfabetos Políticos). Há quem desconfie que tudo não passe de lance cabo-eleitoral. 

   Como se entente, os dois candidatos ao governo do estado estão se comportando da forma mais edipiana possível, diria Freud. Todos querem ser o pai da instituição e que ela só existe pela vontade deles. Esse tipo de posicionamento tem a clara intenção de levar os estudantes e os funcionário da instituição a acreditar que eles serão os governantes que defenderão seus direitos. Eles esquecem que a instituição é pública e não pertence nem a Amazonino e a Eduardo Braga. Pertence ao povo amazonense com corpos administrativos estabelecidos pelo estado, e que, por sua vez, é produção desse povo, como diz o filósofo Hegel.

    Nenhum sujeito individualmente pode criar uma instituição. Como diz o filósofo Deleuze, em um belo texto, as instituições foram se compondo historicamente através dos encadeamentos que os corpos dos instintos humanos foram produzindo. Só depois que as instituições foram capturadas pelos agenciamentos coletivos de enunciação da imagem-dogmática do estado capitalista-paranoico que elas se transformaram em aparelhos ideológicos, aí já estamos tratando de Marx e Engels. 

   Embora a UEA não tenha sido produzida pelos agenciamentos coletivos-livres das potências comunalidade como foi a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), todavia, ela é uma instituição-publica que não reflete o narcisismo de Amazonino que tanto quer que ela fique ligada a ela. Assim, como também Eduardo Braga. Psicanaliticamente sintoma de apropriação-desapropriação. Na linguagem povo: meu pirão-querido. 

     A UEA é um território onde seus agentes produzem, através de suas sensibilidades, cognições e éticas, saberes e dizeres que compõem com os saberes e dizeres da camunalidade novas formas de existências. Corpos que nem Amazonino e nem Eduardo Braga jamais produziram no Amazonas. Os trinta anos de atraso no Amazonas confirmam a a inexistência desses corpos. 

     No mais (ou no menos), aquele que for eleito tem obrigação administrativa de dispor de recursos para o funcionamento da UEA. E mais ainda, se o eleito for um candidato com programa popular em que o povo seja o sujeito-ativo de sua existência política-econômica-social-estética. 

    

  

QUAL O SIGNIFICADO DO CHORO DE GEDDEL?

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 O choro é um composto de corpos afetivos e biológicos. Chora-se como forma de liberação de um estímulo que incomoda ou alegra. Freud diria que há no choro elementos do princípio de prazer e de realidade. Geddel, como exemplo freudiano, chora no princípio de realidade por deixar o princípio de prazer-infantil que marcou seus percursos de homem escravo da baba, da bufunfa.

       Para Geddel tudo era prazer. Assim, como para todo corrupto. Freud (novamente?) diria que a corrupção por dinheiro é regressão anal, já que para ele o dinheiro é símbolo da merda. Em linguagem mais clássica, fezes. Ou em linguagem de criança, cocô. E a corrupção seria a forma simbólica do corrupto se sentir poderoso via bosta. Alguém perguntaria a Freud: e os que combatem a corrupção também são remetidos à fase-anal? Freud responderia que se esse combate for de forma compulsivo, sim, mas de forma retentiva. Pequena diferença dependendo do significado de justiça para os dois. 

        Daí que, com Freud ou sem Freud, com merda ou dinheiro, ninguém sabe por que Geddel chorou ao afirmar em audiência de custódia com o juiz federal Vallisney Oliveira, que conversou por mais de 10 vezes com a mulher do doleiro Lúcio Funaro, preso pela Lava Jato. Uma confissão que pega direto o seu comparsa Temer, o golpista-mor. 

        Quando Geddel ia às compras ele voltava saltitando de alegria. Agora, preso, ele chora porque encontra-se privado de suas idas e vindas das compras.

DIZEM QUE O GOLPISTA TEMER ENCONTRA-SE ABATIDO E TRISTE, E O POVO COMO SE ENCONTRA POR CONSEQUÊNCIA DE SUA AMBIÇÃO ANTIDEMOCRÁTICA?

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Existem duas formas de conceituar expressões afetivas. Uma, estabelecida pela psicologia compensatória que se sustenta nos sentidos de perda e ganhos. Ela diz: quando perco algo que desejo fico triste. Quando ganho algo que desejo fico alegre. Entende-se que não há nesses tipos de expressões afetivas encadeamentos com afetos-coletivos. Tudo se resume a uma realidade pessoal. É um tipo de psicologia que prospera na sociedade capitalista como valor-burguês. Outra, encontrada na filosofia de Spinoza que concebe a ética como arte dos bons encontros. Occursos. Aqui os afetos são resultantes dos encontros que realizam os indivíduos. Se faço bons encontros aumenta minha potência de agir. Meu afeto é alegre. Se faço maus encontros diminui minha potência de agir. Meu afeto é triste. 

  Porém, só há bom encontro quando sou a causa própria de meu afeto. Pelo contrário, quando sou consequência de outro corpo que me afeta, não faço bom encontro. Fico a mercê desse corpo que me afeta. Assim, o occurso só existe quando sou causa e efeito de meu afeto. Como o bom encontro não pode se resumir a ele mesmo, ele se expressa como comunalidade, compromisso coletivo. Tudo muito diferente da psicologia empiricamente-compensatória.

   A democracia é um corpo-político produzido pelas potências de todos. Daí que ninguém é mais que outro nesse corpo-político, porque o afeto-político democrático nasce como causa de si mesmo como corpo-coletivo. Na democracia não há corpos que possibilitem a proliferação do egoísmo e de todos os seus derivados como a ambição, a hipocrisia, a vaidade, o orgulho, o medo, a covardia, etc, corpos que eliminam a manifestação da expressão afeto-coletivo.

    O golpe é um corpo-antidemocrático cujos agentes são todos elementos expressos da psicologia compensatória. São agentes conspurcados, corrompidos, aberrações que não podem compor bons encontros, visto serem corpo reativo, agidos e ressentidos, como nos mostra o filósofo Nietzsche. O abatimento e a tristeza do golpista-Temer só podem ser entendida através da psicologia compensatória e não pela ética dos bons encontros, occursos. É quase impossível haver bons encontros no universo partidário (como também em outros poderes estatais), porque seus componentes são personagens capturados pelos corpos-imóveis do mundo estabelecido cujos valores são materiais confundidos por espirituais. Daí, que os sintomas apresentados pelo golpista-mor são reflexos de seus estar-no-mundo.  

   O abatimento e a tristeza de Temer são afetos que também todos os golpistas que assaltaram o governo da presidenta Dilma Vana Rousseff, eleita democraticamente com mais de 54 milhões de votos, refletem em situações como essas em que seus objetivos não se mantém. Temer, como todos os golpistas, jamais se preocupou com oque queria ocorrer com a sociedade brasileira como consequência de seus atos antidemocráticos. Portanto, o abatimento e a tristeza do golpista-mor é resultante de sua ambição, vaidade, hipocrisia, covardia , trapaça, medo que não resultaram em ganhos calculados.

    Enquanto isso, a sociedade que é o corpo-político expressivo da democracia, encontra-se atingida em suas partículas produtivas que  afirmam sua sensibilidade, racionalidades e eticidade. O individualismo de classe dos golpistas obstruiu o fator básico do movimento do corpo social brasileiro.

    Temer só expressa a forma espectral da psicologia compensatória. Como dia Hemann Hesse: “Não quiseste a embriagues? Agora, suporta a ressaca!”     

SENADOR-GOLPISTA EDUARDO BRAGA (PMDB/AM) REAFIRMA A LÓGICA DO MEU PIRÃO PRIMEIRO: AGORA, DIZ DEFENDER OS TRABALHADORES

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                                                              Fazer o quê?

 

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 O senador do PMDB pelo Amazonas, Eduardo Braga, faz parte do grupo-ideológico de representantes legislativos que participaram do golpe que usurpou o cargo da presidenta Dilma Vana Rousseff, eleita com mais de 54 milhões. Ele, mais o senador Omar Aziz e mais os oito deputados federais participaram decisivamente na execução da violência contra a democracia que colocou no poder o dublê de presidente, o golpista-mor, Michel Temer. Golpista, que para parte do judiciário, maioria do Congresso Nacional e mídias-acéfalas tinham como necessário para levar a efeito o plano de assaltar o Estado Brasileiro como hoje vem ocorrendo. Ele foi um dos governadores que mais benefícios recebeu dos governos populares Lula e Dilma para serem aplicados no desenvolvimento do estado. Além de ainda ser indicado ministro no governo Dilma.

  Eduardo Braga é originário de família burguesa do Amazonas e começou sua escalada de “sucesso” no ramo da alcunhada vida partidária com o apoio do grupo mais reacionário que já existiu no estado. Foi apadrinhado e esteve sempre unido aos ex-governadores Gilberto Mestrinho e Amazonino Mendes. Foi prefeito indicado por Amazonino, depois governador e, agora, é senador. Portanto, transpira o odor do que há de mais atrasado na apelidada política brasileira. Teve encadeamentos interesseiros com os outros reacionários como ex-governadores Omar Aziz, que foi seu vice, hoje senador, e o cassado Zé Melo. Portanto, tem um currículo reacionário invejável.

  Com a cassação de Zé Melo a lei manda que haja eleições diretas. Eduardo Braga, como não podia ser diferente para seus planos, é candidato. Como candidato, pretende que não haja qualquer suspeita sobre sua consciência democrática. Daí, que como participou do golpe que vem destruindo a economia brasileira, proporcionando a situação perversa explicitada por mais de 14 milhões de desempregados, a destruição da Previdência Social e predação de outros setores da sociedade brasileira, além da nudez completa dos agentes da corrupção de seu partido, decidiu se mostrar companheiro dos trabalhadores em voto separado, ontem, dia 22, contra a Reforma (entenda-se: deforma) Trabalhista na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ), do Senado. 

    “O que se tem verificado é a completa submissão do trabalhador aos interesses do empresariado. A matéria tem sido discutida de forma açodada. Em que se pese as inúmeras sugestões enviadas pelas diversas representações dos trabalhadores e da sociedade civil, não houve qualquer alteração do conteúdo do projeto de lei em exame, como se ele refletisse os anseios de patrões e empregados”, afirmou o “revolucionário” Eduardo.

    Diante do pronunciamento, alguns analfabetos políticos, antibrecheteanos, podem dizer: “Quem sabe que o Dudu não mudou?”. A narrativa do Amazonas mostra que não: ele, certa vez, simulou que iria se separar dos reacionários: ganhou o apoio de Amazonino que o indicou para o governo chamando-o de “Meu garoto”. E, teimando, os analfabetos políticos, podem continuar: “Mas quem sabe que ele, pelo menos, aprendeu a a valorizar o trabalhador”. Não. Só quem sabe do trabalhador é o próprio trabalhador, não precisa nem ter estudado Marx. E mais, Eduardo, como muitos dos representantes chamados de políticos do Amazonas, nunca vivenciaram a práxis(ação) e a poieses (criação) do trabalho, que leva o trabalhador a ser voz de si mesmo. Essa gente só teve emprego no Legislativo e Executivo. Trabalho é a práxis e a poieses que mudam a figura do mundo, como diz o filósofo Sartre, sobre ação do Para-si.

    De formas que Eduardo Braga reafirma a tradicional lógica do meu pirão primeiro. Ou, como diz Brecht: “Primeiro a barriga depois a moral!”      

ENQUANTO PSIQUIATRAS NÃO REALIZAM COLÓQUIO PARA ANALISAR A PSICOPATOLOGIA ATUAL DE ESTAMENTOS DO ESTADO BRASILEIRO, É NECESSÁRIO CONHECER ALGUNS DE SEUS MECANISMOS DE DEFESA

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   Pintura O Sopro do Inferno, de Bosch.    

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 A estrutura de uma sociedade são suas instituições com suas corporações e burocracia. Segundo o filósofo Hegel as corporações são a matéria da burocracia e a burocracia o espírito das corporações. Ou seja, há um entrelaço contínuo entre esses dois corpos estatais que se desdobram nos estamentos institucionais.

      As instituições na sociedade capitalista são aparelhos ideológicos, como nos dizem os filósofos Marx e Engels. São elas que modelam os indivíduos tornando propagadores e defensores de seus estamentos. As instituições, como estamentos, são verdadeiras produtoras de subjetividades que apresentam regras e normas de obediência, em troca de segurança aos que são seus agentes propagadores em todos os territórios em que transitem e se fixem. “Numa instituição formula-se um discurso”, afirma a psicanalista Maud Mannoni.

      Mas as instituições não se mostram apenas em seus corpos materiais, elas também funcionam com seus corpos imateriais. Elas não atuam apenas como corpo sedutor que faz com que os indivíduos lhes procurem por necessidade material, como ser um agente de seu discurso proporcionado pelo ingresso em seu corpo através de concurso. Elas também servem de corpo defensivo dos elementos persecutórios de indivíduos que não sabem, e nem podem, dominar as suas investidas no ego. O que causaria angústia e desespero. E, consequentemente, obnubilação-psíquica.

      O que significa que as instituições com suas regras, suas normas, suas relações hierárquicas, suas concepções, determinações, convenções e interdições servem de mecanismos de defesa. “Os indivíduos podem, assim, jogar na vida da instituição seus objetos persecutórios internos”, afirma o psicanalista Lacan. Ou, como diz o psiquiatra J. Oury, da Clínica La Borde, amigo do filósofo-psiquiatra Fèlix Guattari, “a instituição é um sistema de defesa”.

        Como para esses indivíduos, que adentram nas instituições para se defenderem de seus impulsos psicóticos, elas não surgem para seus egos como realidade objetivamente social, mas como mecanismos de defesa. O que significa que eles não atuam movidos pelo discurso concreto das instituições, mas através do entrelaço de seus impulsos e a realidade das instituições. Funciona em estado de escotomatização: “naõ vejo que não quero ver”. Eles se situam em um estado fronteiro. Daí a impossibilidade de conceberem a objetividade como real. Assim, o grande perigo para a sociedade é que sendo eles agentes institucionalizados, portanto, com autoridade concedida pelo Estado, suas decisões são tomadas por eles e por parte da sociedade incauta (na verdade alienada da mecânica social, diz Guattari) como verdades.

       Partes dos estamentos institucionais do país, já alguns anos, vêm expressando esse sintoma. Porém, há um grande desentendimento por parte da sociedade sobre o que significa esse sintoma como ameaça à democracia. Daí que esse sintoma é tratado pela lógica estabelecia apenas como normalidade de seus quadros óbvios institucionais. O que acarreta a ocultação da verdade paranoica desse sintoma ameaçador à democracia. Com esse tratamento, por essa parte da sociedade, o discurso social-psicopatológico não é alterado. E, dessa forma, se mantém a enunciação do filósofo Marx que afirma que no sistema capitalista as organizações sociais são patologias.

      É provocado por esse quadro parafreudiano (porque se trata de psiquiátrico) que esse sintoma deve ser tema para um congresso de psiquiatria, posto que vários seguimentos do pensamento brasileiro já se manifestaram, e, entretanto, ele continua em sua molaridade-defensiva. Muitos juristas nacionais e internacionais compuseram textos e mais textos mostrando suas irracionalidades e nenhum signo foi removido do discurso-dominante. Já que o predomina é a força persecutória da desrazão dos mecanismos de defesa.

      Enquanto os psiquiatras não realizam o congresso, aproveitemos enunciações do antipsiquiatra Ronald D. Laing, amigo do outro antipsiquiatra David Cooper, referentes aos mecanismos de defesa que estão disseminados como sintomas nesses estamentos. São mecanismos de defesa que o brasileiro encontra evidenciados em vários seguimentos sociais. Como também em muitas manifestações nazifascistas, golpistas, e congêneres.

     Racionalização – Apresento a mim próprio uma história que me justifica.

     Mistificação – Incorreta definição dos fatos.

     Negação – O caso é este é alterado para o caso não é este.

     Substituição – Vejo uma coisa em vez de outra.

     Preecção – Transfiro meu interior para o exterior.

     Idealização – Defendo uma ideia minha como se ela existisse no exterior.

     Desrealização – Transformo a realidade por força de minhas fantasias.

Para o caso apresentado estes mecanismos de defesa dos personagens desses estamentos bastam, porém existem outros. Entretanto, esses mecanismos não atuam sozinhos, eles atuam entrelaçados com outros. Daí, a necessidade da produção política para impedir suas predominâncias como se fossem corpos reais da democracia.

     A democracia é o corpo-político que serve como teste de realidade para se saber onde predominam os alucinados e delirantes.

TEMER E RODRIGO MAIA E A CADEIRA MAL DITA

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     Quando os brasileiros democratas elegeram Dilma Vana Rousseff com mais de 45 milhões de votos presidenta do Brasil, eles esculpiram a cadeira que ela iria sentar para governar com tranquilidade o país que seguiu suas ultrapassagens como potência-governo popular. A cadeira bem dita. A cadeira bem enunciada. A cadeira bem como espírito-superior por ser coletivamente democracia. 

     Dilma compôs com os eleitores-democratas o corpo-bom fundamental para a administração humanizada do Estado Brasileiro, a confirmação da satisfação do povo, posto que nenhum governante pode realizar a práxis-política sem a segurança de onde Estar. Estar-No Mundo protegida pelos utensílios ontológicos, diria o filósofo Sartre. Utensílios-corpos-bons produtores de aumento da potência de agir imprescindível a constituição da democracia.    

     Porém, como sempre ocorre, a cadeira bem dita, representação e materialização da potência-povo, passou a ser objeto da inveja dos andrajosos, dos dementes, dos impotentes, dos indigentes, dos crápulas que aceitavam observar a felicidade expressada pela cadeira bem dita. Então, foi consumado o golpe dos pervertidos. Como a cadeira do bem dito não serve aos mal ditos, eles não necessitaram de qualquer esforço para eleger sua cadeira mal dita. A cadeira que enuncia o mal. A cadeiral mal como espírito-inferior por ser privadamente antidemocrata. A cadeira que não expressa qualquer signo da potência-povo.

   Hoje, 90% do povo brasileiro conhece o enunciado da cadeira mal dita e luta para que ela seja fragmentada. Por onde se anda é escutada a enunciação mal dita. O fim da Previdência Social, deforma trabalhista, que tira os direitos históricos dos trabalhadores, a violência contra a aposentadoria, mais de 14 milhões de desempregados, economia escorregando em toda velocidade em sua pior posição, etc., embora a cadeira mal dita propale debochadamente que tudo vai bem. Um recurso mistificador: incorreta definição dos fatos, como afirma o antipsiquiatra Ronald Laing.

   Por enquanto a cadeira mal dita se cadaveriza. O arquiteto-mor da cadeira mal dita viajou, mas deixou seu representante maior na ordem da mal dicção: Rodrigo Maia, presidente da Câmara Federal investigado pela Polícia Federal onde aparece no relatório como beneficiado com dinheiro emitido pela empresa OAS, de Léo Pinheiro.

     Como a cadeira mal dita não contém estruturas filológicas como suporte significadores-reais, mas delirantes, logo, logo ela, diante do verbo-popular, ela irá se escafeder. 

PESQUISA MOSTRA SE HOUVESSE ELEIÇÃO HOJE AÉCIO SERIA ELEITO PRESIDENTE: 63,7% QUEREM QUE ELE SEJA PRESO

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  A maior intenção de Aécio, uma das bílis do golpe, no confuso mundo alcunhado de político sempre foi cair no gosto do povo. Ser o enunciado do discurso popular, já que o enunciado é o corpo estrutural do discurso. Embora Aécio jamais tenha se mostrado e se comportado como alguém que merecesse esse enunciado.

  Alienado do discurso do povo, ele invejou Dilma. Quis ser Dilma, já que o invejoso, como afirma o antipsiquiatra David Cooper, quer ser aquele que ele inveja. É o caso que ocorre com todos que invejam Lula. Um desejo impossível de ser realizado, posto que o invejoso inveja o outro porque é impotente para os valores que o invejado produz. O invejado mostra em público a insignificância do invejoso. Querer ser o outro que ele inveja é querer ter o outro como um esconderijo de sua indigência. Como diz o filósofo Sartre, o invejoso é um ser padecido. Não um ser que produz seu Para-si.

   Agora, Aécio pode deixar sua condição de ser padecido, invejoso. A pesquisa do Instituto Parana divulgada hoje, que apresenta Lula imbatível no primeiro lugar das intenções de votos para a presidência da República, mostra que Aécio, vulgo Mineirinho, o caráter oral, quer engolir todas as formas de valores monetários, como afirmam Freud/Klein, poderia ser eleito se as eleições para presidente da República fossem hoje, dia 31, porque encontra-se sustentado pela opinião pública.

   De acordo com a pesquisa, 63,7% do povo brasileiro querem que ele seja preso. E de quebra, 46% e 45% querem que seu amigão, Temer, o golpista-mor, seja também preso.

   Moral que se pode extrair da pesquisa: na democracia, nem sempre o elemento quantitativo serve somente para a eleição de um presidente, mas, também, para expressar o grau de opinião contrária a um representante antipopular.

  

JANOT PEDE AO STF AUTORIZAÇÃO PARA INTERROGAR TEMER

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  O procurador-geral da República Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Superior Federal (STF) autorização para que Temer junto com seus comparsas Aécio e deputado Rocha Loures sejam interrogados.

    No cado de Temer o pedido de autorização é em função de “confissão  extrajudicial”.

“Em pronunciamentos recentes, o presidente da República não negou o encontro nem diálogo noturno e secreto com o colaborador Joesley Batista, tampouco nega que o colaborador tenha Ihe confessado fatos criminosos graves, o que demandaria, no mínimo, comunicação de tais crimes as autoridade competentes”, diz Janot.

SARTRE, FREUD E CRISTO FRAGMENTAM AS DEFESAS DOS QUE DIZEM TEREM SIDO ENGANADOS POR AÉCIO

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 Com as novas denúncias contra Aécio, vulgo Mineirinho, que o deixam totalmente visível para a sociedade brasileira, sem qualquer corpo capaz de o proteger, seus parceiros, apoiadores, eleitores estão tentando justificativas como defesas afirmando que foram enganados por ele. Seus apoios e votos foram decorrente do que Aécio expressava. E ainda afirmam: “Ele mentiu!”

  Tais tentativas de justificativas desdobram para algumas assertivas, e todas elas não eliminam a responsabilidades desses ‘autênticos’ amigos de Aécio. Em uma assertiva se tem a afirmação de que se eles apoiaram o Mineirinho é porque têm identificação com ele. Fazem empatia com ele. Sentem e acreditam em seus enunciados e comportamentos. O que leva a entender que suas inteligências são confirmadas por seus apoios a Aécio. Alienados em suas perspectivas burguesas. Analfabetos-profissionais-funcionais. 

     O poiaram porque projetaram em Aécio suas próprias subjetividades, como afirma a psicanálise freudiana. O que revela não somente identificação com Aécio, mas também suas próprias sublimações, já que surgem como sintomas reflexos regressivos. O apoio a Aécio surge para a psicanálise como força de defesa egóica. Como afirmação de conflitos inconscientes associais. Nesse quadro, não se sustenta o argumento de que para combater o petismo e Dilma, eles escolheram Aécio.

    Recorrendo as enunciações filosóficas de Sartre essas transferências de prática, votar em Aécio, porque ele recorreu a sedução mentirosa, desmorona totalmente. Ou melhor, é indefensável. Para Sartre todo homem é livre para escolher. Inclusive escolher não escolher. E toda escolha é composta pela ética da responsabilidade. Todo homem é responsável por suas escolhas. Ninguém pode escolher por ninguém. Toda escolha minha é minha. E sendo minha escolha é minha responsabilidade escolhida. Não há desculpas. Além de quê, como diz Nietzsche, em relação ao perdão, desculpas não passam pelo sistema nervoso central.

    Portanto, todos que votaram em Aécio são responsáveis por suas escolhas-Aécio. Beto Guedes, Flávio Venturini, Zico, Ronaldo, Sandra Sá, Fagner, Renato Teixeira, Sá, Guarabira, Rosa Maria Murtinho, Fafá de Belém, todos. Todos escolheram Aécio como a si mesmo, nos diz Sartre-Freud-Cristo.

     Como em uma comunidade-cristã, mundo Ocidental, conhecem a ética de Cristo: “Diga-me com quem tu andas, e eu te direi quem és!” Andaram com  Aécio, golpista, logo, segundo Cristo, são golpistas também. Não adianta transferir responsabilidade.   

POR FALTA DE COMENSAIS GOLPISTA-TEMER CANCELA JANTAR DOMINICAL

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 Ainda delirando que continua como dublê de presidente, o golpista-mor Temer decidiu oferecer um jantar dominical para seus comparsas para tratar da possibilidade de fortalecer seu delírio. Como trata-se de delírio, desrealização da objetividade, o tal jantar foi cancelado, porque entre as imagens que ele alucinava existindo ele não reconheceu nenhum de seus comparsas.

   Nem mesmo o mais folclórico personagem da nave fantasmagórica, o deputado-golpista amazonense Pauderney Avelino (DEM) foi encontra na névoa de suas imagens alucinadas. Como em caso de antidemocracia Pauderney é referência concreta, Temer viu o sinal maior para o rega-bofe ser cancelado.

     Como a comida, segundo Freud, tem um forte valor simbólico de gratificação-oral, quando personagens evitam comer é por que algo mais encontra-se perturbando o psiquismo destes personagens.

JOESLEY DIZ QUE PAGOU MILHÕES PARA DEPUTADOS EXECUTAREM O GOLPE

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O empresário Joesley Batista, proprietário da JBS, afirmou, em delação, que deu R$ 3 milhões para 3 deputados votarem pelo golpe. De acordo com sua declaração, mais dinheiro foi distribuído para Cunha promover a compra de deputados implicados na queda da presidenta Dilma.

  Joesley também afirmou que deu R$ 15 milhões de propina a Temer. Por sua vez o procurador-geral da República Rodrigo Janot, disse que Temer e Aécio tinham como propósito obstruir as investigação da Lava Jato.

   Quem conhece a subjetividade da classe burguesa sabe que ela é estruturada em corpos inescrupulosos não havendo qualquer espaço para o espírito democrático. Desta forma, todo esse conteúdo, corpo-corrupção, não lhe é desconhecido.

    Daí que é preciso constituir um corpo democrático para que essa patologia pelo menos seja impedida de continuar com suas garras deletérias.  

JANOT PEDE AO STF ABERTURA DE INQUÉRITO CONTRA TEMER POR CRIMES DE CORRUPÇÃO PASSIVA< PARTICIPAÇÃO E CONSTITUIÇÃO DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA E…

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 Rodrigo Janot, procurador-geral da República, diante dos fatos mostrados pelo empresário Joesley Batista, proprietário da JBS, que implicam incontestavelmente o golpista-mor, Temer, resolveu pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de inquérito.

 Para Janot Temer será acusado de prática dos seguintes crimes: corrupção passiva, participação e constituição de organização criminosa e tentativa de obstrução das investigações da Lava Jato.

      Os crimes atribuídos ao dublê de presidente foram praticados durante sua funesta presença no desgoverno que ele, junto com outras aberrações da sociedade brasileira, praticaram contra a democracia assaltando o governo popular da presidenta Dilma Vana Roussef, eleita com mais de 54 milhões de votos.

     Aécio, vulgo Mineirinho, e o deputada-mala Rodrigo Rocha Loures também serão investigados pelos mesmos crimes. Eles cometeram atos de obstrução da justiça.

      Janot também se referiu a Cunha e Lúcio Funaro que aparecem nas gravações Joesley.

   “Como se vê Lúcio Funaro e Eduardo Cunha continuam cometendo crimes, mesmo presos, para a manutenção dos interesses da Organização Criminosa, cuja principal intenção é obstrução da justiça”, afirmou Janot.

PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA INVESTIGARÁ TEMER QUE PODE RENUNCIAR HOJE

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 O golpista Temer, o chefe da escória que assaltou o Brasil e entregou parte de suas riquezas ao capital estrangeiro, será investigado pela Procuradoria-Geral da República. O fato-jurídico decorreu da aceitação do relator da Lava Jato, Edson Fachin, diante do pedido do procurador-geral Rodrigo Janot. Ele será investigado por obstrução de justiça.

    Temer agora pode arrumar seus bregueços sem direitos a aviso prévio (como afirmava sua “recatada do lar” debochando da expulsão de Dilma do governo)”. Segundo fontes próximas ao golpista, protegido das mídias-capitalizadas, principalmente a Rede Globo que estão fazendo o maior malabarismo para se mostrar distante do golpista-mor, ele poderá pedir sua renúncia ainda hoje.

   É o que a democracia espera constituída por sua eticidade política. 

QUEM CONHECE A MORAL DA SUBJETIVIDADE BURGUESA NÃO SE SURPREENDE COM A DENÚNCIA DO EMPRESÁRIO, DA JBS, JOESLEY DE TER GRAVADO TEMER PEDINDO O SILÊNCIO DE CUNHA

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   Só anestesiados sociais não sabem o que é a moral da subjetividade burguesa: total ausência de princípios de grandeza democrática. Psicopatologias gerais de aberrações onde a honra, a honestidade, a bondade, a clareza, a solidariedade, o altruísmo, a sinceridade, etc., não fazem parte desse corpo psicótico. 

    Alguns brasileiros ficaram surpresos com as declarações que empresário Joesley Batista, da JBS, e seu irmão Wesley fizeram ao relator da Lava Jato, Edson Fachin. Eles afirmaram que o chefe dos golpistas (sem eufemismo: calhordas), Temer comprou o silêncio de EDuardo Cunha para que ele não falasse nada que pudesse lhe implicar nas investigações sobre corrupção. Diante das denúncias alguns se expressaram chamando de Bomba! Não é bomba, é apenas a confirmação da moral da subjetividade burgesa.

     O também golpista-ressentido, vulgo Mineirinho, Aécio também foi denunciado por receber R$ 2 milhões pedidos pelo Mineirinho ao próprio Joesley. As provas irrefutáveis gravações feitas pelo empresário.

     Como os brasileiros esclarecidos já sabiam, não há qualquer condições para Temer permanecer no Palácio do Planalto, encenando seu papel de dublê de presidente. 

      Diante do incontornável, já estão chovendo pedidos diretos de impeachment do golpista-velhaco. 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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