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COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

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# Os Ministérios da Saúde e das Cidades, lançam a Campanha Nacional de Trânsito, colocando como TEMA PRECÍPUO, A CRIANÇA.

Em sua política de combate à mortalidade infantil por enfermidades orgânicas, o Ministério da Saúde estendeu sua preocupação também ao combate da mortalidade infantil com causa tecnológica; no específico, o trânsito que, segundo dados levantados, em dez crianças que morrem, três, entre 1 e 9 anos, tem acidentes de trânsito como fator responsável. Razão também da preocupação do Ministério das Cidades, que busca uma forma de tornar o trânsito brasileiro menos nocivo nas cidades.

Em uma segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual, nada melhor para aliviar as cólicas do que uma notícia como essa, que põe as crianças em primeiro plano.

# Procurando tratar de forma mais efetiva casos de adoção, seqüestro infantil e prostituição infantil, o Conselho Nacional de Justiça criou um programa de grupos de PROJETOS EM DEFESA DA INFÂNCIA. O programa tenta atingir todas áreas em que a política de justiça infantil encontra-se ou lenta ou ausente. O Programa, além de juridicamente colocar seu foco de atuação na proteção da Infância, tende a normalizar os direitos da criança em todas as instâncias do Estado.

# A Associação Brasileira de Psiquiatria, através de seus Ciclos de Palestras Itinerantes sobre Saúde Mental, chega a Brasília para realizar, nos dias 13, 15, 16 e 17, CONFERÊNCIAS POPULARES DE SAÚDE MENTAL com temas como depressão, ansiedade, transtornos alimentares, alcoolismo, e outros. A entrada é gratuita. Salutar empreendimento em função de uma grande número de pessoas serem acometidas dessas disfunções-afetivas, produzidas pela maior fábrica de transtornos sociais: o Capitalismo. Suas forças violadoras encontram-se no trabalho, na escola, na igreja, na família, no entretenimento, em todos os territórios em que ele possa lançar os indivíduos nas zonas fronteiriças, distantes do existir feliz.

É Rock?

Então, me foque!

Beijos e abraços Vertebrais!

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Se a Vertebral não analisou nada se realizou

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# Quem viveu uma ditadura militar sabe muito bem como dói SER DEMOCCRATA, como a LIBERDADE SE TORNA COMPULSIVAMENTE PRESENTE. Se viver o presente é uma ilusão que criamos para acreditarmos que o tempo parou em um instante, na ditadura até este presente ilusório desaparece com o constante projetar-se para o futuro que se pretende alcançar como liberdade. É a síndrome do SER LIVRE.

Quem viveu a ditadura militar e percorreu décadas passadas e chegou por estas bandas, compreendeu que a Democracia ainda é uma potência-futuro. Quem viveu a democracia sabe que existe uma ditadura civil cuja arma do aprisionamento da liberdade é a estupidez.

Passada a ditadura militar, Manaus, em tempo de eleição, sente a presença visível desta ditadura civil. São levas de todos tipos de profissionais submetidos à força cruel desta paixão. São todas as formas de recursos indignos usados para se ganhar uma eleição por aqueles que não carregam nenhuma nota Democrática. Cumplicidade que mostra que nada se aprendeu no regime do terror. O amanhã seremos nós foi ocultado pela força perversa da dor anti-democrática travestida de democracia vestida pelos primeiros governantes do pós ditadura militar que perdura até o momento atual. Eis porque Manaus vive sob o domínio do medo. Por que, como disse certa vez o teatrólogo Brecht, em seu Poema À Posteridade, “nós, que queríamos preparar o terreno para bondade, não podemos, nós mesmos, ser bons!”.

Segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual, nos entrelaçamentos das potências democráticas, com a força da dor nós sentimos pulsar vibrante a produção da Vontade de Ser Livre.

# Na eleição para vereador, ocorreu o esperado-repulsivo: o Cassino de Jogos da Miséria contribuiu com sua parte para a formatação do corpus/deslocado da Câmara Municipal. Apresentadores e parentes de apresentadores dos programas da TV Sangrenta foram eleitos. Analistas políticos erram quando afirmam que é um mal que a TV proporciona para a democracia, pois não é a TV que elege estes candidatos sem qualquer nota democrática, sem qualquer sentido político, o que elege é o universo místico/mítico em que estes eleitores estão aprisionados. Antes da televisão, estes tipos de eleitores já eram peças chaves para os demagogos. Esta dor é histórica. Como estes apresentadores estão também escravizados neste gueto, e como existe um veículo de massa áudio/visual, como é a televisão, eles apenas transpõem seus próprios conteúdos existenciais para os canais de TV que se identificam com os dos eleitores. E como a maioria dos responsáveis pelo uso da concessão pública do sinal da TV perante o estado, é também deste gueto tirano/escravo, eles unem o inútil, a miséria, ao útil, o faturamento. Pronto! Um bom casamento infeliz. Logo, enquanto este território, com os estados de coisas se mostrar pelo enunciação da dor, com TV ou sem TV, haverá sempre este tipo de eleitor e, prontamente, estes candidatos. Aí a necessidade de ativar afetos livres para libertar estas paixões tristes para brotar a inteligência e a solidariedade.

Eu quero é Rock!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

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# Os comentários podem ser vários SOBRE A PARADA GAY, mas há um que é fundamental: Estado de coisas para encontrar velhos e novas amigos. Amigos & Amigas não Ltda (limitada) e muito menos SA (sociedade anônima): tudo muito largo e muito bem público. Esta Vertebral marcou presença no agito colorido, que contou o arco- íris da alegria. Uma imensa molécula/social festiva. Adultos e crianças alegres em um passeio agradabilíssimo. Nessa segundona TDPM, Transtorno Disfórico Pré Menstrual, como seria maravilhoso se Manaus fosse todo momento Gay! Mas não percamos esperança, amigas & amigos, um dia o arco-íris desabará sobre nós. Manô também tem direito de fazer parte dessa infinita molécula colorida que é o Mundo Gay.

# Um caso curioso diante da compreensão do que seja lei como direito humano. Quem leu ou viu e ouviu o relato da senhora Renata sobre a relação perigosa de seu ex-marido, “Nei”, com o governador Eduardo Braga, acusando os dois de corruptos, toma ciência de atos de violência praticados pelos dois amigos, cada um contra sua esposa. A senhora Renata afirma que seu marido lhe batia, e que o governador bateu em sua esposa, Sandra. E A COMPREENSÃO DA LEI MARIA DA PENHA? As duas senhoras são detentoras de curso superior, nisso se espera que ambas conheçam seus direitos jurídicos e sociais. O que deve ser verdadeiro, principalmente para quem se mostra envolvida com o direito do público, como é o caso de dona Sandra, que trabalha diretamente com parte da população como Primeira Dama do Estado. Nós, como mulheres, ficamos confusas. Por que estas senhoras não recorreram, ao serem agredidas, se foram mesmo, à Lei Maria da Penha, que saiu exatamente das violências do marido contra a mulher que lhe deu o nome: Maria da Penha? Caso curioso: o que desperta a curiosidade por seu grau de incoerência. Mas não desespera, Maria! O degraus da Penha são muitos, mas um dia eles terão fim.

# Enquanto isso, o INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, noticia que, de julho a agosto, aumentou a devastação na Amazônia. O ministro Minc acredita que o período eleitoral pode ter influenciado, já que a fiscalização diminui.

# Atenção, eleitor Vertebral! Domingo, dia 5, é o grande dia democrático: Vamos Votar! Lembremos que o voto não é individual, individual é o título de eleitor. O voto é social. É uma escolha pessoal implicada no coletivo, e nisso está a responsabilidade e o comprometimento histórico de cada eleitor socializado. Por tal, a escolha é sempre coletiva. Se um eleitor vota em um candidato democrata, ele escolhe para sua cidade a democracia, mas se vota em um candidato tirano, ele escolhe para sua cidade a tirania, ao mesmo tempo que se rebaixa à condição de escravo. Daí quê:

CONTRA A TIRANIA,

VOTE NA DEMOCRACIA!

Este o voto Rock!

O único que dar o toque!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

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# Em entrevista a um jornal de Manaus, o governador do Amazonas Eduardo Braga sentenciou moralisticamente que “ O POVO NÃO ACEITA MAIS O JOGO SUJO DA POLÍTICA”. Ontem, em umas ‘rodadas’ ‘empacuzadas’ (pacu é um peixe da água doce, frito, acompanhado de umas ‘rodadas é loucura’, Xuxu!), a Lauda, professora escolada nos dois sentidos, saber e engajamento, fez uma pergunta: “O que ele fez no sábado com os professores, em um festival cabo eleitoral para seu candidato Omar, é o quê? Jogo limpo? Esses caras, porque são governantes, acreditam que são o supra-sumo (porra, Lauda… supra-sumo? É gíria das antigas, nega) da retidão e honradez para dar lição de moral”. A Filó gargalhou filosofante, e começou a destroçar três conceitos da enunciação do honrado Braga: Povo, Jogo e Política. No final de seu exame democrático/lingüístico, entendeu-se que o governador, em relação aos saberes/atuações filosóficas/democráticas, encontra-se da mesma forma de quando embrenhou-se nisso que ele chama de política: virgem. Segundona TDPM-Transtorno Disfórico Pré Menstrual, professo a professante professora.

# Noticia-se que O AMAZONAS É O 4º MAIOR PIB DO BRASIL. Motivo de alegria? Não! O Amazonas, apesar de todo o ufanismo de seus governantes passados, presentes e futuros(?), é uma estado pobre, pois sua distribuição de riquezas produzidas não chega na maior parte dos municípios, tanto em forma econômica como em forma social. Um bom exemplo para os ufanistas: as constantes ondas migratórias dos interiores para a capital, Manaus. Bela capital, esculpida com patologias sociais de quem ‘séculos’ não é pensada como cidade.

# Observando a campanha eleitoral no rádio e na televisão dos candidatos Omar e Amazonino, que na sátira da Zelda, como dupla caipira, seria “Omarzonino”, O FILÓSOFO RUI BRITO, TALVEZ, DISSESSE: “ELES TODOS ESTÃO CERTOS”. Oriundos da mesma fonte, COSAMA, em uma urdida e fiel “Ação Conjunta”, as duas candidaturas tentam de todas as formas se livrar da “lama” espirrada pela alcunhada “Colama”, a mãe nutriente de muitos demagogos e aproveitadores. Nenhuma das duas candidaturas quer ser acusada de autora da privatização. Mas elas estão esquecendo(?) o que a sociedade quer saber: onde está a grana? Onde parou. Se parou. Ou como foi distribuída, se foi. Já que nos negócios públicos, o público não sentiu nem o cheiro do lamaçal financeiro.

# Acessando o bloguinho intempestivo, um blognético lendo alguns posts sobre os candidatos da direita em Manaus, mandou um comentário: “Ô povo trouxa, ainda bem que saí daí”. Observante comentário procedente. Mas a questão não é sair de Manaus. O fundante de viver em Manaus, é desfazer a trouxa, e a partir de então não mais ser enrolado, como trouxa, e nem carregar a trouxa. Para isso é preciso realizar a disjunção dos nós que ligam a trouxa, e assim fazer passar a potência produtora da democracia, que é o vigor do Kratos: povo.

Nestas eleições ninguém mostrou o Rock!

Candidatura não me toque!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

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# Estudo realizado em seis capitais consideradas com padrão sócio-econômico de desenvolvimento maior que as outras capitais, publicado pelo Ministério da Saúde, revela que 42% DAS MULHERES GRÁVIDAS TIVERAM DOENÇAS SEXUAIS. Meninas, qual é a de vocês? Muito cuidado na transa, ainda mais quando envolve uma gravidez, a procriação de uma criança. Um descuido que pode implicar na saúde física e mental do feto.

Segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual, um vacilo sexual inaceitável.

# Ainda no estudo da gravidez publicado pelo Ministério da Saúde, encontra-se uma mostragem afirmando que 49,2% das mulheres grávidas com PARCEIROS FIXOS NÃO USAM PRESERVATIVOS. Bem, se o envolvimento do casal se movimenta em cumplicidade ética, em que o modo de ser dos dois realiza um compromisso ontológico de alteridade, tem mesmo é que não usar. Agora, se na relação salta um rastro de insegurança, é obrigação usar. Que coisa, meninas! Sexo é bom, é vibrante, então porque não se preservar para poder vibrar por mais tempo? Ui, Lulu!

# A Tininha, palmeirense de papo verde, nos seus 13 aninhos, disse que ficou contente com a vitória de 1×0 de seu time contra o Cruzeiro, mas não vibrou muito: o Palmeiras começou jogando com 11 jogadores, depois ficou com 10, Leny expulso, mas o Cruzeiro começou e terminou com 1 jogador, um tal de Tenda. Eu tentei argumentar que Tenda é a marca do patrocinador do clube, e que A AUSÊNCIA DOS NOMES DOS JOGADORES DO CRUZEIRO NAS CAMISAS FAZ PARTE DO CONTRATO-MARKETING. Se colocar o nome do jogador, o nome do patrocinador perde o privilégio da visibilidade, porque na percepção do público ele se confundirá com o do jogador, que é a estrela do espetáculo, e não o patrocinador. Mas a Tininha é carne de tetéu. Queria porque queria o nome dos jogadores nas camisas, para poder lembrar dos nomes deles e sentir que seu time jogou contra vários adversários. Coisas de Tininha.

# Alguns estúpidos reacionários… Desculpe-me a tautologia! É claro, todo estúpido é reacionário. Pois então, ALGUNS ESTÚPIDOS CRÊEM QUE OS CONFLITOS QUE ESTÃO OCORRENDO NA BOLÍVIA É ASSUNTO INTERNO DA BOLÍVIA e só diz respeito ao povo boliviano junto com o governo Evo Morales. Não é não, babacas! Diz respeito a todos latinos. Principalmente os sudamericanos. Embora pareça ser um protesto autóctone, próprio dos interesses internos de alguns, não é. Tem a ingerência ambiciosa e intervencionista do império ianque na persona non grata, Bush. Faz-se premente a defesa territorial dos Estados Sul-Americanos, daí a importância do encontro na Argentina dos líderes dos governos para tratar desta ameaça via Bolívia.

O charango andino dá o toque,

E a gente faz um roque!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

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# Enquanto O GRITO DOS EXCLUÍDOS não é só uma manifestação Téo-política-social, mas também uma ab-reação, uma liberação da fala coletiva, a enunciação coletiva de um discurso antagônico ao imobilizador o movimento livre de uma garganta antes angustiada, fechada no trauma tirânico; o grito dos incluídos é uma entropia-sonora ou afonia angustiada pela ameaça da fala/enunciação coletiva. Daí que enquanto os excluídos criam vibrações exteriores com seu grito, os incluídos guardam tensões transfiguradas como formas de segurança. Por isso, ex-excluídos, hoje incluídos, se confinam em suas indiferenças-segurança afirmando que as rebeldias passadas eram só sublimações do pavor da liberdade. Segundona/terceirada TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual em razão do belíssimo trabalho dos blogueiros intempestivos no GRITO DOS EXCLUÍDOS. Belo motivo para essa Vertebral chegar na terceirona e não na segundona.

# Participantes das Para-Olimpíadas protestaram contra a forma de abertura do evento, muito diferente do das Olimpíadas. Para eles, a abertura, com uma fraca cerimônia, surge como uma forma de discriminação.

Eles têm toda razão: as Para-Olimpíadas deixam um rastro de reparação de culpa social. Uma espécie de enunciação/remorso, ou dívida de reconhecimento: não esquecemos de vocês. Vocês também são capazes, o mundo precisa ver o talento de vocês, e somos nós que estamos nos preocupando. Pobres reativos estes que se consideram os redentores destes atletas considerados Para, os que estão ao lado, nas proximidades, como significa no grego, mas não no meio, onde se encontram os não Para, os ditos normais. Aqueles para quem as medalhas são prêmios de disputas na ordem da normalidade, por tal mais justas. Pobres, visto que não entendem que não existe deficiente, e como diz o filósofo Spinoza: tudo é apenas uma questão de composição. Um corpo poder compor com outro e aumentar sua potência de agir.

Alguém que ficou privado de uma perna deixa de compor com corpos que antes compunha quando tinha as duas. Agora, seu corpo compõe com corpos em formas física-anatômica diferentes, exemplo, o equilíbrio. Compor de forma diferente de outro não é deficiência, já que não existe forma ideal de eficiência. Alguém que é cego não é deficiente porque não enxerga. É apenas alguém cujo corpo-visual não compõe com o corpo-luz. E aí não há nada de inferior em estar-no-mundo ontologicamente.

E só para tirar um sarro dos “normais”, queríamos ver um destes executando os movimentos com a facilidade que os tais para-olímpicos executam. Um exemplo: um nadador “normal” nadar com “eficiência” com uma perna amarrada. Ou outro, um jogador de basquete jogar com “eficiência” em uma cadeira de rodas. Acertar a sesta é fácil, o difícil é compor o corpo-biológico com o corpo-máquina (cadeira), e executar com eficiência os movimentos e realizar o objetivo. Chalaça: há deficiente? Quem é o deficiente? A parada é outra: ambição capitalista. As Olimpíadas são eminentemente um evento com fins lucrativos amparado na estética da normalidade cunhada pela semiótica classificadora do Capitalismo Mundial Integrado (CMI), como fala Guattari. O resto é a ilusão da glória metalizante.

# Enquanto isso, a Madona Indomada oferece Like A Virgin ao Papa. Se os Engenheiros do Havaí ainda estiverem certos, como estavam com o antigo Papa, o Papa Bento, como pop, pode até não desconsiderar a Virgin Madona. Mas isso são questões metafísicas/sensualistas que esta Vertebral não entende.

Vem, vem, vem de Rock!

Eu sou é Pop!

Beijos e abraços Vertebrais!

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# Que a LEI MARIA DA PENHA é no Brasil/Jurídico uma das mais importantes leis na defesa dos direitos humanos ninguém contesta. Defendendo juridicamente o direito da mulher, Maria da Penha desfaz a segurança da impunidade do homem para poder violentar a mulher. É uma lei que chega principalmente na família, atingindo diretamente os maridos que durante anos se consideravam verdadeiros senhores proprietários de suas esposas, exercitando até mesmo o espancamento conjugal. Principal queixa das vítimas sacramentadas no espírito judaico/cristão/burguês/capitalista.

Como antes da lei a maioria das denúncias eram provenientes de mulheres de classe baixa, embora a lei tenha tido sua origem em um ação de uma mulher da classe média violentada pelo marido, que a deixou em cadeira de rodas, depois da institucionalização da lei esqueceu-se um tanto destas mulheres da classe média que ainda são violentadas. A maioria com formação escolar superior. Aí o grande equívoco usado como argumento que afirmava que a mulher da classe baixa violentada pelo marido não o denunciava e, quando denunciava, logo tirava a queixa, por medo de novos maltratos e medo de perder a segurança que encontrava no parceiro, muitas vezes financeira. Eis que o argumento serve também para mulheres da classe média. Sabe-se que muitas delas são violentadas pelos maridos e, entretanto, não os denunciam. Principalmente quando a união sacramental dos dois, algoz e vítima, é uma referência publica. Casais tidos como harmoniosos, felizes e cristãos nos salões do glamour.

Tristes mulheres inimigas de si mesmas, e quando possuem filhas/filhos inimigos deles: para a filha, dá o exemplo da submissão a ser seguida — tudo pelas aparências familiares —, para o filho, o exemplo da tirania irracional a ser preservada e seguida. Nesta segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Mentrual, prefiro subir a escadaria da Penha a ter que servir de saco de desabafo de bebezinho filhinho de mamãe edipianizado. Chupeta comigo não!

# E escrevendo sobre violência familiar, mais uma: “NETA” BATE NA “AVÓ”, só que, neste caso, nas relações de parentesco televisivo.

Segundo o IBOPE, na disputa pela audiência alienadora das manhãs de sábado, a “neta” Marina Silva, de 6 aninhos, sentou o sarrafo tele-invisível-ibopiano na “vó”, Xuxa, de 45anões/cognitivos. O programa da “neta”, Sábado Animado (que Deus tenha piedade de tal netinha perambulando neste mundo ignóbil da TV), apresentado pela TV-SBT, das 7h às 12h, teve 10% de pontos média contra 9% de pontos média da “vó”, apresentado das 10h30 às 12h.

No mundo delirante da TV infantilizada — projeção neurótica de adultos reativos —, deve-se levar em consideração, segundo os padrões, as duas emissoras, que o da “vó” é considerado super-produção, enquanto o da “neta” é simples e ao vivo. O que para a audiência é a grande força. E, para alguns “críticos” do melaço, é a demonstração da inteligência de Silvio Santos via Raul Gil, o descobridor de Marina Silva.

Uma pergunta que alguns vertebrais fazem: Isso não é exploração do trabalho infantil, e da forma mais alienadora? Se não for, todos que fazem parte de um emissora de TV não são trabalhadores, daí não terem direito a salário.

# Essa é das boas. Supremo Tribunal de Justiça diz que MOTORISTAS que causam acidentes EMBRIAGADOS NÃO DEVEM RECEBER SEGURO.

É rock? Eu vou!

Beijos e abraços Vertebrais!

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# O presidente Lula, comentando sobre a participação dos atletas brasileiros nas Olimpíadas na China, comentou: “FOI RAZOÁVEL”. E essa Vertebral, nessa segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual, completa: Foi razoavelmente péssima! Não querendo mexericar com o pessoal do PCdoB, na pessoa do comunista, ministro, com nome de cantor romântico, Orlando Silva, falta política esportiva e desportiva nacionalmente. Os tratamentos são os mesmo de décadas passadas. Não bastam patrocínios sintéticos, como do tipo Petrobras, Caixa Econômica, etc, é necessário práxis transformadoras como Lula vem fazendo nas políticas sociais.

Olha o caso do atletismo. Ainda é pura dedicação de seus abnegados, e obstinados atletas, que teimam em continuar na luta por contra própria. Tudo porque o espírito do atletismo no Brasil é o reflexo do espírito reacionário e passivo de seu presidente, o amazonense Gesta. Uma espécie cronológica e sociabilizada de Ricardo Teixeira e Eurico Miranda. Um modelo ufanista para político amazonense reacionário.

Talvez o “razoável” de Lula tente chamar atenção para necessidade de uma investida transfiguradora nos esportes e desportos nacionais.

# Nas tirações de broncas, sobre a sofrível participação da seleção de futebol masculino nas Olimpíadas, o técnico Dunga se saiu genial: “FALTA TEMPO PARA TREINAR”. Ignorantemente, perguntamos: Mas todos jogadores convocados não fazem parte de um clube? Eles não treinam? Ou só treinam em seleção? Talvez Dunga quisesse se referir ao tempo para a equipe conseguir entrosamento. Se for isso, vai a solução encontrada por um antigo presidente de um clube de Manaus, figura folclórica da demagogia amazonense, preocupado com as constantes derrotas de seu clube, perguntou ao técnico do time o motivo, este explicou que era falta de entrosamento. O presidente, decidido, do alto de sua sapiência futebolística, ordenou: “Então compra este entrosamento”. Será que o Ricardo Teixeira soltaria a grana para comprar o “entrosamento” para a seleção?

# Falando em grana, hoje, dia 25 de agosto, comemoração do Dia do Soldado, começou o pagamento da parcela do décimo terceiro dos aposentados. Vamos lá, moçada! É grana curta, mas é grana. E além do além, é muito mais que a aposentadoria dos tempos de Fernando Henrique, considerado inimigo dos aposentados, lembram. Porra, logo hoje que estou sem um vintém furado, como eu gostaria de ter uma avó, ou avô aposentado, pra um belo golpe. Tenho uma tia, mas aquela, minhas amigas, é mais avarenta que o personagem de Moliére.

# Olha aí, Formiga, Maycon, Marta, Érica, Bárbara, Danielle, Fabiana, todas vocês que criaram o FUTEBOL NA FÊMEA: fluxos corporais processantes de novos movimentos diferentes dos estereótipos hoministas. Esta Coluna está colada em vocês. A disjunção que vocês causaram na percepção e no conceito de futebol modelo masculino, é mais importante do que qualquer medalha Olímpica. Vocês criaram outra realidade futebolística. Extraíram de seus corpos de fêmeas as inscrições perversas cunhadas pelos códigos patriarcais do futebol do corpo masculino. Vocês deram à bola outra forma de compor com seus corpos. Aí a produção filosófica de vocês. Aí a beleza do jogo de jogar de vocês que nos conduz ao transcendente Olímpico que o futebol dito masculino não consegue. Valeu e vai valer sempre enquanto vocês se jogarem no devir/jogo. Este, o jogo que precisamos.

Esta coluna é para vocês, lindas!

Beijos e abraços Vertebrais!

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# A terra tornou-se menos dolorosa. Uma intensidade afetiva democrática passou a se movimentar sobre ela: O TIRANO DO PAQUISTÃO, MUSHARRAF, RENUNCIOU. A sangrenta ditadura, alimentada pelo Estado norte-americano, durante todos os dois mandatos Bush, enfraqueceu. Não conseguiu se manter em sua crueldade diante da força popular. Mesmo com todo o histórico de ditaduras, o Paquistão, agora, pelo menos vê diminuir a opressão da subjetividade tirânica que tomou conta da maior parte do Oriente, incrementada, principalmente, pelo império Ocidental. Fim de uma tirania, segundona alvissareira, apesar do TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual.

# As Olimpíadas tendem a desaparecer através de seus próprios objetivos. Pelo menos nos chamados esportes de recordes. Vejamos. Um esporte como a natação, em que o grande objetivo é bater recordes, com o transcorrer do tempo olímpico a velocidade dos nadadores será tamanha que o tempo entrará no Ponto-Zero: acabará. As piscinas ficarão pequenas para estas velocidades. Os nadadores chegarão a alcançar os recordes sem saírem do ponto em que entraram na água.

Pode ser que seus patrocinadores, para impedir essa autofagia olímpica, resolvam mudar as regras: ao invés de velocidade, o vitorioso será o mais lento. O que chegar por último. E no salto com vara, em que o recorde é quem pula mais alto? Até onde um corpo pode ser impulsionado para cima com uma vara? Ou melhor: até onde pode subir no ar um atleta? Chegará ele às nuvens? E quando chegar? Termina o esporte. A salvação é mudar, também, as regras: quem pula com a vara menor e mais baixo. E o salto em distância. Qual será o último recorde? Quanto o atleta de um pulo no Oriente chegar no Ocidente? E por aí vai seguindo a extinção de alguns esportes olímpicos que existem baseados em recordes. Prova que as Olimpíadas Gregas eram diferentes das pós-modernas. Se seu suporte fosse os recordes, hoje não haveria mais Olimpíadas. De lá para cá muitos esportes teriam desaparecidos pelos recordes, pois o gregos eram verdadeiramente atletas. Nos dois tempos-históricos, é somente questão de filosofia, como diria a filósofa Filó.

# Com a chegada do HORÁRIO ELEITORAL GRATUITO, o eleitor-telespectador vai se defrontar com dois tipos de candidatos. Um candidato de primeira viagem, que vai fazer uso de uma pedagogia de persuasão com a intenção de se tornar crível, por meio de suas palavras, como prefeito ou vereador, e assim conseguir ser eleito, o que pode ser o produto da inteligência do eleitor, se o eleito realizar realmente o prometido, ou de sua ingenuidade, se o eleito apenas aproveitar seu cargo executivo ou legislativo para enriquecer, como tem acontecido continuamente. Outro candidato é o já viajado. O que já conhece as rotas, os tempos e os ventos dos mares políticos, e se for daqueles que subiu ao ‘poder’ apenas para enriquecer, sua pedagogia vai ser a da chamada desconstrução do passado, mostrando-se novo, com outras propostas diferentes das já conhecidas pelo eleitor. Em síntese: permanecer como sempre foi, demagogo, sem que nunca tenha sido, diante do eleitor. Missão perigosa, pois contará muito com a ingenuidade do eleitor que o elegeu no passado, mas contará com a racionalidade de outros eleitores que o têm como inimigo da democracia, e, ainda, se arriscar que o tal eleitor ingênuo, em razão de novas vivências, principalmente com as políticas sociais do governo Lula, que lhe beneficiam, tenha mudado de percepção e entendimento da existência, aumentando sua auto-estima, saindo do estado de escravidão, não vote mais nele. É para comparar os dizeres dos candidatos que serve o horário eleitoral gratuito. É um exercício intelectual democrático.

Eleição pra mim é Rock!

Beijos e abraços Vertebrais!

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Se a Vertebral não analisou nada se realizou

# Se o filósofo francês Baudrillard estivesse vivo, diante da virtualidade apresentada pela ABERTURA DAS OLIMPÍADAS, talvez ele exclamasse: “Agora O Crime Perfeito afirma seu absoluto real: a transparência virtual engoliu de vez todos – atletas e público!”. Escafudeu-se o mundo comigo, contigo e com o Raimundo. A ironia paródica maior do espetáculo, é que se a China não conseguiu realizar a revolução comunista permanente, realizou o comunismo-virtual destroçando a superioridade tecnológica de seu maior inimigo: os Estados Unidos. Os norte-americanos ficaram embasbacados no mundo sem dualidade, sem alteridade do grande Big-Brother chinês. Eles por essa não esperavam. Eles que, depois de Matrix, acreditaram ter dissipado o mundo real e mandado as favas as percepções e as cognições, foram também transformados em vítimas e carrascos do Crime Perfeito das Olimpíadas chinesas. Agora, é a predominância da ordem do vazio único, a transparência onde ninguém vê mais ninguém, e também não é visto. O Oriente se confundiu com o Ocidente. A terra desapareceu, e com ela todos nós, até o mestre Galileu. Se tomando a virtualidade como dissipação do real, Baudrillard afirmou que a Guerra do Golfo não existiu, imaginemos com as Olimpíadas da China o que diria. Talvez: “As Olimpíadas que não existiram!” Inferimos, então, que assim, acabou a era das Olimpíadas. “Atletas, procurem outros pódios para subirem!” Até eu estou duvidando da segundona real com seu TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual.

# Depois de ler a ENTREVISTA COM O CANDIDATO A PREFEITO AMAZONINO, ex-prefeito biônico de Manaus, ex-três vezes governador do Amazonas e uma vez senador, sem exercer, a filósofa Filó se pôs a examinar a afirmativa em que ele diz: “Agora as pessoas não me conhecem, elas conhecem o ‘Negão’, o verdadeiro Amazonino é um intelectual”. A sentença personalista jogou Filó em duas vertentes: uma perceptiva-política e a outra epistemológica. A primeira um marketing populista, “Negão”, afirma um erro perceptivo que se impôs como verdadeiro: Amazonino, não chega a ser nem cafuso, quanto mais negro. Falsa percepção que a psicologia afirma ser um objeto inexistente, tomado como real. Mas Filó deixou de lado a prótese étnica. Que o Movimento Negro acione seus direitos de cor. Já basta a usurpação de cor realizada por Michel Jackson. O que tocou Filó foi o epistemológico, intelectual. Aí ela partiu para destrinchar o despiste lingüístico-racional.

Amazonino estabelece uma duplicidade inexistente quanto ao termo intelectual e sua função. Intelectual todos somos. O intelecto é uma das faculdades da razão que opera como agente do conhecimento e orientador do homem no mundo. Como criador e concatenador de signos capazes de indicar as relações dele como ser atuante. Até um analfabeto é um intelectual. Entretanto, a palavra, com o emergência do intelectual burguês, no século XIX, passou a ser uma “charme” de classe que se dizia pensante das causas e dos efeitos sociais que o proletariado não alcançava, principalmente o operariado. Ou seja, o intelectual-burguês se considerava o marxista desbravador da liberdade do proletariado. Babaquice que Freud explicava como Complexo de Culpa de Classe. Como que alguém que não liberta seus afetos aprisionados pode pensar o outro e o libertar? Exibicionismo que os filósofos Sartre e Foucault mostraram ser a doença infantil do egoísmo. Todo intelectual burguês é um insuportável narcisista. Daí não ser necessária para o crescimento do socialismo, mas sim o próprio operário. Como mostra o conceito de operarismo do filósofo Toni Negri, onde o trabalhador como intelectual entende a cientificidade pós moderna e sua ação nos meios de produção, idéias saídas do pensamento do filósofo Gramsci.

A duplicidade intelectual de Amazonino nos leva a perguntar: como ele conseguiu durante suas gestões afastar o intelectual e fazer prevalecer o “Negão”, que segundo se infere de sua afirmativa, não é intelectual? Será por isso que suas administrações foram decepcionantes? Sendo verdade, e se ele fosse uma real negro, seria discriminação: “Negão” não tem intelecto? Alguém poderia, exclamar: “Deus nos protegeu, o governador não tinha intelecto”.

Piora sua tese da duplicidade quando afirma ser marxista. Como já foi provado que o marxismo é um método político/social de grande eficácia para construir uma sociedade justa, e introduzir o homem na história, e estando ele tantos anos nos governos, porque não concebeu no Amazonas os traços de uma realidade socialista capaz de colocar essa sociedade, pelo menos, na era moderna, já que ainda não saímos da idade média? Filó gargalhava com o intelectual marxista de Amazonino que anda lendo São Francisco. E finalizou, perguntando: “Em quem o povo deve votar? No ‘Negão’, ou no intelectual? Se for no ‘Negão’, corre o perigo de erro de gestão por falta do intelecto. E se votar no intelectual corre um perigo maior de não contar com o ‘povo’ em seu governo. E governo sem povo não é democracia, e sim, tirania”. É filó, com suas afirmativas vaidosas o Amazonino deixa transparecer que sempre foi seu próprio problema político.

Quem pode toque!

Olimpicamente eu quero rock!

Beijos e Abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

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# Gente desta flexível Coluna Vertebral, nesta segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Mestrual, vamos apresentar um texto reivindicatório de nossa filósofa menor, Filó. Indignada com o realismo hominista da eleição para prefeito, onde não se encontra nenhuma mulher candidata ao cargo de prefeita e nem de vice à cidade de Manaus, ela resolveu soltar suas feras filosóficas que agora publicamos ao apreço dos blogueiros colunáveis.

ELEIÇÕES: E AS MULHERES DE MANAUS?

As eleições ao cargo de prefeito da cidade de Manaus apresentam um sentido absurdamente curioso. Como se já não bastasse a subjetividade direitista que, de uma forma ou de outra, une todos os candidatos, até mesmo o candidato rebelde da esquerda petista, Praciano, com seu vice de direita, Luiz Castro, manifesta-se, também, nesse pleito, a discriminação aos cargos de prefeito e vice: não há uma só mulher candidata. Enquanto em outras capitais, como Porto Alegre, São Paulo, Curitiba, Rio, Fortaleza, e outras cidades, as mulheres se fazem presentes e atuantes politicamente, em Manaus vigora a anêmica ausência feminina.

ETERNO FEMININO

Dois quadros político/social se expressam nessa realidade manauara. Um, o gênero-estatístico: amostragem histórica de que em Manaus existem mais mulheres do que homens. O que sempre serviu para gritinhos hoministas-eróticos: ‘Manaus é o paraíso: é o mundo das ‘chanas’. São vinte mulheres para um homem’. Fato demográfico que nos colocaria atuantes em todas as instâncias sociais. Entretanto, o real é outro: há instâncias em que nós não nos encontramos presentes nem trabalhisticamente e nem socialmente. Outro, a mínima e sofrível participação nos partidos políticos. E o pior: quando há participação, é só numérica, já que predomina a subjetividade do padrão dominante macho, homem, branco e europeu. O biológico do macho como força, o cultural patriarcal-cristão-burguês do homem, a raça dominante no ocidente do branco e os códigos jurídicos-normatizadores do europeu. Nada mais do que a semiótica arborescente, que seleciona, classifica e hierarquiza, sempre observando o benefício do homem. Razão de encontrarmos mulheres no parlamento ou no executivo com a mesma semiótica política do homem. Não escapando nada da mulher-devir, que possa disjuntar a ordenação imóvel predominante como única realidade. Até mesmo quando o tema está mais para mulher-devir, por encontrar-se em movimento como o devir-criança, como no caso das creches, predomina o olhar determinador do homem.

DOIS CASOS FÁLICOS

É certo que por dois momentos se imaginou incluir mulheres como concorrentes a vice. Em um momento, a deputada Rebeca, e em outro, a viúva do ex-senador Jefferson Péres. Entretanto, em nenhum dos dois saltava a potência da mulher minoria, a mulher-devir, capaz de entremear novas formas de criar e relacionar política na imobilidade atual, para fazer surgir a democracia-devir, sociedade dos amigos. Isto porque, a deputada carrega a mesma linguagem parlamentar dominante e, além do mais, sua candidatura era de interesse do entendimento hominista, principalmente de seu pai, ex-deputado federal Francisco Garcia. E no caso da viúva do ex-senador era só uma perversa tentativa de usar a imagem moral esculpida pelo parlamentar durante seu tempo de atuação como membro do legislativo. O que se infere dos dois episódios é que não haveria um acontecimento na cena política capaz de alterar a predominante.

Desta forma, diante do quadro atual das candidaturas, Manaus mostra mais uma vez que, em se tratando de candidaturas majoritárias, as ordens ainda são patriarcais.”

Valeu, Filó! Pode mandar o Rock!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

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# Alguns internautas acessam esta Coluna Vertebral procurando informações sobre a verdadeira coluna animal. Sim, porque há colunas de várias formas e posições. Há coluna arquitetônica, coluna de guerra, coluna do meio, etc. Pois tá, para atender um pouco a busca desta informação bio-anatômica humana, vamos enredar a coluna vertebral em significações social/política.

Como a coluna vertebral é dividida em quatro segmentos, sendo eles: coluna cervical, coluna torácica, coluna lombar e coluna sacra, e estando cada uma posicionada no mundo de acordo com suas relações sociais e políticas, certo é que a coluna vertebral não seja uma efeito total de uma ação em suas partes colunáveis. Aí nossa quase informação. Desta forma, podemos didaticamente aventar.

A COLUNA CERVICAL, sendo a transição entre a cabeça e o tórax, recebe diretamente influências do exterior. Se seu proprietário for crente na vida, ela convida a cabeça para construir bons encontros que aumentam a potência de agir. Mas se seu proprietário for um otário, ela força a cabeça a se inclinar e não ver o mundo para poder agir. Assim, implica em sua indiferença às outras colunas e torna o corpo suicida. Pergunta-se então: para que serve a cabeça?

A COLUNA TORÁCICA mostra a autonomia do corpo no mundo, pronta para enfrentar com o coração e os pulmões as adversidades dos sistemas antagônicos a si. Principalmente ao capitalismo. Entretanto, se ela tem um coração sentimentalizado pelas canções do Roberto Carlos, os pulmões obstruídos pelo sopro da direita e as costelas circulando entropicamente, vai impedir circulação energética à cervical e comprometerá os movimentos da lombar e sacral. Aí poder-se afirmar com convicção: este corpo é como certos políticos, não têm peitos.

A COLUNA LOMBAR é a mais transada, segundo a sabedoria popular. É sempre lembrada pela palavra de ordem: “Estou com dor lombar!”. Na linguagem banal, é a mais vulgar. É muito conhecida dos jogadores de futebol. Todavia, é uma coluna filosoficamente nietzscheana. Em “Assim Falava Zaratustra”, no aforismo “As Três Metamorfoses”, o filósofo mostra que o lombo tem duas funções. Uma, para carregar os pesos dos valores dos reativos. E outra, para sustentar a potência criadora da vida. No caso da maioria dos homens, funciona a primeira. Assim, pode-se compactuar com a dito popular: “É a volta do cipó de arueira no lombo de quem mandou dar!”.

A COLUNA SACRA, na sociedade de consumo sexual, onde, como disse o filósofo Barthes, “o sexo está em todo lugar, menos na sexualidade”, carrega vários atrativos que ficam só no atrativo. Como nos rebolados de algumas exibições que na hora do vamos ver, os rebolados rebolam para a rigidez. Foi nessa coluna que o psiquiatra Reich fincou sua “Teoria do Orgasmo”. Foi aí que ele percebeu a grande força de imobilidade sexual da “couraça muscular”. Aquela que impede a circulação da energia vital capaz de tornar o homem saudável para o trabalho e o amor. É ela que mostra que o homem não é de todo um animal erectus. Muitos homens, basta verem um sinal patronal, sentam e consentem. É uma coluna também com duas funções. Uma, auxilia no orgasmo revolucionário. Aquele que revigora os amantes para tomar o mundo como compromisso criativo/produtivo. Outra, o orgasmo é simulado por alguns gritinhos, reviradas de olhinhos, olhando, e, depois, uma rapidinha saída para se lavar, e se culpar. Expressa a insegurança maior dos homens e mulheres. O desespero de não poder gozar em si e na vida. Daí terem que buscar sublimações no dinheiro, no falso saber, na força, no glamour e na porrada. Por isso se afirma: um corpo é sua coluna vertebral, cuja potência ou impotência começa no rabinho.

É em razão destas funções social/política da coluna vertebral bio-anatômica que esta Coluna Vertebral significa seus rastros que saltam no glamour, no dinheiro, no poder, na trapaça, etc, em todos os significados abestalhantes do sistema das inutilidades que é o capitalismo.

# Que a Zita é sacal nas questões da cognição todos seus amigos e migas sabem. Agora, que ela é curtidora da estupidez da objetividade, ninguém sabia. Ontem, ao sabor da batida de mangarataia, ela afirmou que todos erraram quanto a idade da divina Dercy Gonçalves. A deusa da comédia brasileira não morrera com 101 anos, afirmou. Dercy ultrapassou muito a barreira dos cemzinhos. Perguntada de onde ela havia tirado a inferência cronológica, Zita respondeu que da Globo. Ouviu e viu uma apresentadora da mídia escandalosa afirmar: “UM BRINDE ÀQUELA QUE MAIS DE 100 ANOS FEZ A ALEGRIA DO BRASILEIRO”. Para a Globo a Dercy já era comediante antes de nascer. Ou então começou a fazer comédia com um ano. Para afirmar que a divina alegrou o Brasil mais de 100 anos. A Globo é perigosa, meu. Não satisfeita em ser a mater da otarização do telespectador, agora envereda pela destemporalização do Brasil. Nisso me pergunto: será que hoje é segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual? Sendo ou não sendo, sinto-o.

Se o baião não é xote, não importa.

Tudo vira Rock!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

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# Ainda no Brasil Imperial, o teatrólogo gaúcho Qorpo Santo (1829-1883), no pináculo de seus saberes disjuntores, lançou seu decálogo sobre as qualidades que devem carregar um íntegro jornalista. Em sua Nona qualidade, ele escreve: “Que tenha sempre diante dos olhos mais o interesse público que o particular, não vendendo por isso as colunas do seu jornal a miseráveis ou a malignos especuladores”. O jornalista Ignácio Romanet diz que o jornalismo é uma disciplina cívica.

Lendo parte do relatório da Polícia Republicana sobre as investigações nas fraudes, corrupções, achaques, formação de quadrilha, sonegação fiscal, evasão de divisas, etc, comandadas pelo mega trapaceiro Daniel Dantas, e as perversas trapaças no sistema financeiro especulador dirigidas pelo também mega trapaceiro Nahas, em que aparecem abundantemente nomes de jornalistas e empresas de comunicação envolvidos com os crimes, os enunciados éticos parecem ser de outro mundo. Tamanha a sordidez da imprensa venal, que tem acima de tudo o lucro como sua meta física e metafísica econômica. Não importando os meios. Diante de tamanha crueldade comunicacional, saltam-nos duas perguntas: Qual o curso de jornalismo que estes “profissionais” freqüentaram? Seus nomes nas listas de aprovação dos vestibulares já preconizavam a lista da Polícia Republicana? Pois bem, impossibilitada que se encontra esta Vertebral em apresentar as listas dos vestibulares, apresentamos a lista da Polícia Republicana com os nomes de alguns jornalistas reprovados por Qorpo Santo e Romanet.

BREVE LISTA DOS GARATUJADORES-JORNALISTAS

Diogo Mainardi <=> Veja

Lauro Jardim <=> Veja

Vera Brandimarte <=> Valor Econômico

Paulo Andreoli <=> Época

Tomaz Talman <=> Época

Roberto D’Avila <=> TVE Brasil

Elvira Lobato <=> Folha de São Paulo

Guilherme Barros <=> Folha de São Paulo

Jony Saad <=> Rede Bandeirantes

Leonardo Rezende Attuch <=> IstoÉ Dinheiro

Andréa Michael <=> Folha de São Paulo

Todos (e outros) excelências “jornalísticas”, com eficientes matérias enaltecedoras dos talentos de seus compradores Daniel Dantas e Nahas. Todos (e outros ) exigentes de um tratamento público democrático, integro e honesto, sempre voltado ao Bem Comum.

Nota filosófica: Qorpo Santo era um artista. Romanet é um filósofo. Logo, ambos loucos. Daí não servirem para tais “jornalistas” excelências.

# Só se vê o que se pode ver. Assim, alguns vestibulandos da UEA – Universidade do Estado do Amazonas viram visível propaganda eleitoral para o candidato Omar Aziz em um texto sobre o PROSAMIN, com referências do governador Eduardo Braga, que tem Omar como seu candidato oficial. Não deu outra: visando a “Vitória do Povo”, coligação com o PT, do candidato a prefeito Praciano, recorreu juridicamente. Bela ironia. A reitora da UEA, Marilene Corrêa, é do PT, mas aliada de Eduardo Braga, por enquanto no PMDB.

# Terror na tela. Vídeo mostra soldado de Israel atirando em palestino em pé, com as mãos amarradas para trás e olhos vendados. Em sua autodefesa, o soldado afirmou ter recebido ordem superior para atirar. Pergunta-se: Quem deu a ordem ao superior? Resposta fundamentalista-hebraica: Deus.

# O dinheiro arrecadado com a venda do rebanho apreendido pelo Ministério do Meio-Ambiente vai ser aplicado no Fome Zero. Uma forma cristã de matar um mal.

É Rock?

Então, vou de choque!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

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# Ontem, na casa do Pablito, ao sabor de algumas batidas de maracujá, limão cupuaçu, cana pura, e ao som do rock dos chamados lendários, mas tudo muito real, nada de místico-soul, no auge da pauleira, a Jofa lembrou da frase transgressora de Neil Young, “ROCK AND ROLL CAN NEVER DIE” (O rock nunca pode morrer), e mandou seu conceito-articulação (consenso entre dois ou mais princípios): “O que é que o rock e a cachaça têm de semelhante?” O Bafão, velho roqueiro-biriteiro, sempre novo para o rock, mas velho para babaquice, mandou sua resposta: “É que ambos não podem morrer!”. Aplausos dionisíacos geral. Lembranças dominicais para poder encarar essa segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual.

# A Clota, profundamente embodizada, liga pra mim pedindo para colocar na Vertebral seus comentários políticos sobre a im-posição anti política do PCdoB do Amazonas que não saiu com candidato para prefeito e preferiu permanecer como muleta da direitaça. “Vertebral, isso é loucura não democrática. A atitude do PCdoB mostra como prevalece a monopolização do partido pelo casal Eron/Vanessa! O que estamos vendo agora é prova cabal que não se formou dentro do partido uma consciência de grupo que pudesse, neste momento, argumentar contra o casal que se submeteu a interesses alheios ao comunismo. Ridículo, Vertebral! Como um partido não tem vozes divergentes!? Como durante anos ninguém discutiu internamente o direito socialista de cada um para gerir uma consciência múltipla? Nunca na história de um partido chamado de esquerda esta situação se fez. Agora está quase impossível alguém ser eleito vereador. Desta forma não se constrói o socialismo cabocão!”. Publicado, Clota.

# Os advogados de Daniel Dantas afirmaram que seu cliente vai permanecer em silêncio: não vai responder nada quando for interrogado pela polícia. Ironia. Os sábios têm o silêncio como a revelação da quietude do ser. Os crápulas têm o silêncio como confirmação de suas anomalias.

# “O mundo é um moinho. Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos. Vai reduzir tuas ilusões a pó”. Sábio, Cartola. Cabe ao DD e toda a mídia/atrofiada que o protege e encontra-se também no mesmo “abismo que cavaram com seus pés (perdão, Cartola)”.

# Cantando a mídia/atrofiada com DD, aqui também temos nossa versão manoniquim: Contam que parte de nossa “engajada” mídia está com pavor do moinho da Operação Vorax. O DD cabocão, Adail Pinheiro, prefeito e ex-prefeito do município de Coari, também tem a boa mídia consigo no abismo.

# Novamente Chávez leva a melhor sobre o tiranete Uribe. Desta vez foi no quesito Estética Feminina. Faz parte do mundo das inutilidades da sociedade de consumo, com seus anseios objetificados, como disse o filósofo Marcuse, mas serve para tirar um sarro do afilhado de Bush. A Miss Venezuela, Dayana Mendoza, deu uma baile (como falava meu avô) na Miss Colômbia e ganhou o Miss Universal. Com todo respeito à colombiana, vai ver que ela até sente asco pelo tiranete, mas que ela ajudou Chávez a ser mais global, ajudou, quanto mais que a norte-americana escorregou novamente na casca de banana e caiu novamente. Beijos e abraços para as duas sul-americanas.

Todo dia é dia de Rock!

Venha com sua guitarra e me enforque!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

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# É festa democrática

É tempo de eleição

Vamos às ruas mostrar

Nossa opinião.

Ficar parado aí

Nada vai ajudar

A nossa força produzir

Um governo popular.

Cantando e dançando muito alegre, a Laurinha chegou no bar Reduto da Roda depois de assistir uma apresentação da peça “À Procura de um Candidato”, que o pessoal da AFIN (Associação Filosofia Itinerante), com seu Teatro Maquínico, faz rolar por Manaus. Segundo ela, o tema narra e descreve a realidade a-democrática que Manaus passa sem candidaturas que possam mostrar a democracia não como idéia, mas como devir construtor de comunalidade. O Bem Comum. De acordo com sua observação teatral, diante de dolorosa realidade, se aparecer um candidato composto pelo devir democrático, leva na melhor. Daí o título e a encenação da peça, “A Procura de Um Candidato”. Aí, sim, é “festa democrática”. Concluiu, sorvendo um saboroso suco de jenipapo regado a cachaça de alambique. Boa lembrança nessa segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pós Menstrual.

# Em uma democracia em que seus corpos não carregam o devir construtor de comunalidade, onde os mais fortes economicamente são mais privilegiados em busca de seus interesses. No caso em questão: as eleições municipais. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral em restringir o uso da internet para aqueles que fazem uso de blogs, sites, e-mail, bate-papo, colocando-os no mesmo plano do rádio e da televisão como concessão pública, e liberando os jornais e revistas, porque são empresas privadas, pela primeira vez colocou na mesma linha as mídias seqüeladas e os internautas engajados. Para essas mídias, a internet é um veículo mais eficaz do que seus jornais e revistas que se encontram em franca decadência. A Resolução nº 22.718, o guia para esta eleição municipal, quer ser democrática, entretanto se apresenta claramente contrária. Ao apresentar revistas e jornais como livres para comentar candidaturas, sejam comentários favoráveis ou não favoráveis a alguns candidatos, o que é proibido na internet, privilegia estas empresas. Principalmente quando estas empresas estão unidas a candidaturas, como acontece em Manaus, onde os três principais jornais estão publicamente aliados a candidatos da direita reacionária.

Ambrósio, me responde, bom internauta. Será que existe mais ‘bit’ nesta proibição que imagina nossa vã virtualidade? Lembra, bom Ambrósio, que a internet foi a força de Lula contra a mídia seqüelada? Pois é. A imprensa está na mão dos grupos retrógrados que protegem os seus pares. A melhor para os internautas é aumentar suas presenças nas ruas, pois “A Voz do Povo é a Voz do Povo!”.

# Pelo menos, no meio das proibições virtuais-eleitorais, uma notícia quase satisfatória. O senador Garibaldi, presidente do Senado, vai colocar em votação, antes do recesso, a chamada “ficha-suja”, os candidatos às eleições de 2008 que tem processo correndo na justiça ou já foram condenados. Ele acredita que pode ser votado, mas não para ser aplicado nestas eleições. Já para alguns senadores é possível que seja usada a sua ainda nessas eleições. Aí, se se tornar um fato eleitoral democrático, aqui em Manaus vai ser uma loucura, Kleydinha!

Manda o som!

Manda o Rock!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

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# Com mais um AUMENTO NA PRODUÇÃO INDUSTRAL, o otimismo nacional neste setor econômico cresceu junto aos que nele estão envolvidos em 1,6%: os empresários. Prova que a inflação não atingiu o setor. E prova que a inflação não é ameaçante como deseja a mídia retrógrada, na pessoa de Dona Miriam Leitão, da Globo. Segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Menstrual, mas fico imaginando o transtorno de certos candidatos à prefeitura de Manaus.

# Na convenção do Partido dos Trabalhadores (PT) para confirmar a candidatura do deputado federal PRACIANO, O PRAÇA, no sábado no bairro da Aparecida, apareceram mais do que esperado de filiados, admiradores e aficionados. Muita alegria deixando transparecer que se pretende para Manaus uma candidatura ‘torta’ que escape do bloco, maioria, das direitas. A direita que engloba gente também do PT como Marilene Corrêa, cargo de confiança do governador Braga, e Sinésio Campos, líder do governa ALE. Todos ausentes do ‘Praça’, mas presentes na convenção do patrão, Dudu.

# Roberto Jefferson, Arthur Neto, Agripino Maia, Fernando Henrique (para quem o governo Lula ia acabar por si mesmo. Que praga, hein?!) e outro resto, estão muito tiririca com a pesquisa da Vox Populi divulgada pela revista Carta Capital desta semana, que, ao contrário dos desejos frustrados dos ressentidos, mostra O CRESCIMENTO DO PT EM TODO O BRASIL , afirmando que, apesar dos foguetórios dolorosos da mídia direitaça quanto aos ‘mensalões’, o partido, entre os mortos e feridos, fez escaparem os vivos. E mais: é o partido que mais a população confia. É claro que para nós cabe uma ressalva telúrica: esta confiança não atinge grande parte dos petistas Oh, My Darling!, de Manaus que é aliada dos governos locais reacionários, e lutou para o partido não sair com candidatura própria, preferindo apoiar seus patrões, prefeito e governador. Mas as bases, que não se aliaram, e expressivos setores da sociedade manauara, colocaram a candidatura do ‘Praça’ na praça.

# “EURICO MIRANDA VOLTOU!”, chegou a Carmelita gritando ontem lá na choupana da Dedethe. A Mimi, vascaína até o irredutível do vermelho da cruz, largou o charuto, e estupefata, interrogou: “Carafo, Dedethe, o maligno conseguiu virar a mesa?”. E a Dedethe, às gargalhadas de aparecer a glote, considerou: “O Eurico Miranda voltou, mas foi pra casa. Colocou o pijama, pegou seu álbum de recordações e sentou para considerar suas vitórias. Na verdade, anos de derrotas do luso cruzmaltino”.

# Guinga é um compositor e cantor muito considerado na chamada MPB. Pois bem, além de ser tido como um talento musical, é tido como um dos maiores torcedores do Vasco. Certa vez em uma entrevista, perguntado sobre o Vasco com Eurico Miranda, ele respondeu que ele gostava do Eurico, porque ele fazia o Vasco ganhar. Guinga, como artista quer que sua música seja tida como necessária para o ouvinte, como ninguém é pedaço, GUINGA AO ELEVAR EURICO nos parece que compromete sua música e de quebra afirma a sua grande alienação social, já que Eurico foi um dos maiores casos de abuso de uso de um clube para se sentir poderoso. Não é de graça que está sendo processado e ter seus direitos de candidatura negado pela justiça eleitoral. Guinga fez a versão do eleitor: “Eu não me importo se ele rouba. Eu voto nele, porque ele me ajudou quando eu precisei”. Guinga, quando precisava ficar alegre futebolisticamente, foi ajudado por Eurico Miranda. Aí sua consideração com o cartola carioca. E Guinga acredita que é um artista. Como tem ouvinte que também acredita.

Que essas corda não me enforque,

Que logo mais eu tenho Rock!

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

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# Noticiam, em Manaus, que o jornal Diário do Amazonas, na madrugada de sábado, teve uma de suas paredes inscrita com onze balas. Onze balas perdidas como a seleção brasileira. Pergunta-se: Quem foi? Qual o objetivo? Esta vertebral responde convictamente que sabe QUEM NÃO FOI: O POVO! A certeza desta Vertebral sai de outra óbvia certeza: O Povo não tem dinheiro para comprar nem balas que alimentam lobrigas, e muito menos balas que matam. E mais: o Povo não tem nada a ver com a imprensa que é distante dele.

Este caso balístico seria engraçado se não fosse seu poder de furar. O engraçado é o que toca na imprensa manauara. O Diário do Amazonas é um dos jornais locais cuja liberdade jornalística está ligada a grupos ditos políticos. Durante anos a fio, foi ligado ao ex-governador Amazonino Mendes, hoje, novamente, candidato à prefeito. Com a eleição de Eduardo Braga para governador, se ligou a este “ex”- pupilo de Amazonino. Agora voltou a velha aliança com o ex-governador.

Em tempo de eleição a imprensa local se emaranha mais ainda em candidatos. A Crítica com Amazonino, o Amazonas Em Tempo com Eduardo Braga, e não vamos que não vamos. E a boa e amiga democracia só correndo por fora. E todos, tanto a imprensa como os candidatos, tinham Jefferson Péres como seu líder moral. Neste cipoal de ambição, pergunta-se: Qual moral? Segunda TDPM Transtorno Disfórico Pré Menstrual a alegria é São João com sua fogueira que não é da vaidade.

# Com objetivo de animar sua candidatura para reeleição, o prefeito Serafim Corrêa (PSB) SE ALIOU A DUPLA PA: Pauderney (PFL) e Arthur ‘5,5%’ Neto (PSDB). Bons momentos Serafim terá ouvindo essa afinadíssima dupla urbana, que em sua urbanidade trama contra o governo Lula ao qual Serafim é aliado. Vai que é tua Ambrósio!

# A BandNews, apresentando a Parada Gay na Irlanda, deixou evidente sua homofobia nacionalista. No momento em que mostrava a passeata, o repórter disse: “Em uma passeata como esta não poderia faltar o turista brasileiro. Turista. Então, apareceu um brasileiro dando sua opinião. Vic, assumidaço, perguntou, irônic@: “Ué! É um turista gay, ou um gay turista, queridinho? Para mim, primeiro é gay, depois turista. Quando voltar para o Brasil deixará de ser turista e continuará gay. Para nosso poder, não Rosthamd?”, completou gargalhando.

# Heitor Cony, esperto indenizado com uma boa quantia que o Estado lhe paga por nenhuma causa que defendeu no tempo da ditadura, continua, no auge de sua velhice sabotada, a tramar contra Lula. Anda dizendo que o nome de Dilma de tanto aparecer em suspeitas de atos contra o governo Lula, brevemente não terá importância nenhuma para concorrer à presidência. Wanderley, o bom deste velhaco jornalismo: eles mesmos tentam falsear a realidade para que o povo acredite. Como o povo não acredita, pois tem outra percepção do governo Lula, e nem sabe quem é o sabotador-reativo, os próprios velhacos passam a acreditar em suas falsificações.

# “Tem tanta fogueira

Tem tanto balão

Tem tanta brincadeira

Todo mundo no terreiro

Faz adivinhação”.

Nesta eleição

O povo não faz adivinhação

Ele sabe como vidente

Quem quer comer seu coração.

Quero Xote!

Beijos e Abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

# A Doutrina da Igreja Católica, em seu discurso teológico sobre as ações dos homens bons junto aos seus próximos, carrega a potência democrática do FAZE O BEM E NÃO DIGAS A QUEM, ou, seja, praticar um ato bom sem nenhum interesse ao reconhecimento, já que o reconhecimento é da ordem da vaidade do homem. Função de sua fraqueza decorrente de baixo auto-valor, ou comportamento de“quem ainda não se encontrou, ou que já voltou a se perder” (Marx). Propósito que foge à propaganda da evangelização que se dá na alternância comprometida do cristão engajado em sociedade. Cristão livre democraticamente. Fora da dívida de gratidão. O cristão do Cristo filho de Maria, e não o paulino.

Hoje, dia 16 de junho, pela manhã, D. Mário, um dos religiosos importantes da Arquidiocese de Manaus, mostrando uma face gratificada, foi homenageado na Câmara do Vereadores por seus trabalhos na área social, principalmente à frente da Fazenda Esperança, que desenvolve trabalho de reabilitação de drogados. Do entendimento desta Vertebral surgem dois rastros humanos demasiado humanos (Nietzsche). Um, em razão da fraca atuação democrática da maioria dos edis desta casa, D. Mário, com sua presença, coloca-se em equivalência ao estado de coisas deste território legislativo. Dois, D. Mário, de acordo com a Doutrina Cristã, se apresenta mais como ser antropologizado do que teologizado. Além do quê, com seu ato, elevar estes edis a categoria de Deus capazes de atingirem o conhecimento de sua obra. Apesar destes percalços, a segundona TDPM – Transtorno Disfórico Pré Mestrual não me leva mal.

# A Polícia Federal, na operação “De Volta Para Pasárgada”, continuação da Pasárgada I, prendeu pela segunda vez O PREFEITO DE JUIZ DE FORA, Alberto Bejani (PTB-MG), que já renunciou, por desvio de dinheiro público perpetrado por uma quadrilha recheada de grandes personalidades, de lobistas, passando por parlamentares, chegando até ao poder judiciário. Lá como cá, a virulência da anomalia democrática, roubo do dinheiro publico, é pandêmica. O prefeito do município de Coari, Adail Pinheiro, é acusado da formação de uma das maiores quadrilhas de roubo do dinheiro público. Lá, como cá, os personagens vão de parlamentares, secretários, serventes, juízes, tocando nas chamadas autoridades dos governos do Amazonas. Cá, como não lá, a PF ainda tenta prender (questão de pouco tempo) o acusado de chefe, Adail, e cá, como não lá, ele diz não renunciar. Enquanto isso, notórios inimigos do povo, principalmente os que usam a miséria para se eleger, querem uma CPI. Na linguagem popular: Jogo de cena. Na linguagem teológica: “Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra”.

# Tão Gomes Pinto é um dos poucos jornalistas do Brasil engajado socialmente. Conhecemos sua letra desde o tempo da Isto É dirigida pelo insuspeito jornalista ítalo-brasileiro, Mino Carta, criador e dirigente da revista Veja, no período cruel da ditadura, totalmente diferente desta Veja de hoje com os Mainardis, colunismo social de salão de beleza e consultório médico. Pois bem, o Tão escreveu uma espécie de biografia: “ELE, MALUF, A TRAJETÓRIA DA AUDÁCIA”. O lançamento está sendo hoje, com a presença de um Maluf felicíssimo, tanto em razão da pena de Tão, como sua crença de que foi muito importante para a democracia brasileira. Ora, ora, ninguém precisa falar sobre este espécime herdeiro de Ademar de Barros: “Rouba, mas faz”. Lógica aplicada no Brasil, e também aqui no Amazonas. Maluf é candidato a prefeito de São Paulo pelo seu partido PP-SP, por sua trajetória, é provável que seu livro não seja lido por seus semelhantes do legislativo e executivo, já que estes, em suas práticas, afirmam com sucesso a aprendizagem na escola malufista.

Me foque!

Isto é rock!

Beijos e Abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

Coluna Vertebral

# As investigações e os resultados apresentados pela Polícia Federal (também conhecida no governo Lula como Republicana) à opinião pública brasileira sobre a perversa apropriação do dinheiro público pelos acusados, prefeito de Coari, Adail, e seus comparsas composto de secretários, parlamentares, auxiliares, juízes, entre alguns outros, mostra duas faces reais. Uma, que a Polícia Federal tem cumprido o seu precípuo objetivo de justiça: atuar como instituição protetora do organismo do Estado, onde todas instâncias sociais devem agir com os interesses coletivos. Duas, certos personagens dos dois poderes legislativo e judiciário ainda tem do poder estatal o entendimento que é o caminho mais curto para se tornar poderoso pela representação que o dinheiro oferece. É claro que não precisa nem ser psicanalista como a Salô para se perceber o delírio de grandeza impulsionado por um forte sentimento de inferioridade, mesclado com a dor da inveja: “tu tens, porque também não posso ter!”. Em outra linguagem: medo por estar imobilizado em sua indiferença individualista. Aí a ilusão de que com dinheiro maior segurança. Ironia: a Polícia Republicana chegou e acabou com a segurança fantasiosa, mostrando o real.

O Cleoberto, lendo as notícias, atônito, perguntou: “Será que estes cara não sabem que os tempos são outros? E que qualquer indivíduo que em suas relações sociais apresente uma postura diferente da que lhe confere seus signos, principalmente econômico, é um evidente sinal a ser interpretado? Será que não sabem das novas tecnologias que a Polícia está usando? Só sendo muito estúpido!, tirou a peruca para tomar banho. A Deboá, gargalhando, psiquiatrizou: “Não está vendo que se trata de alucinação! O cara acredita na sua invisibilidade: ninguém vai vê-lo e ouvi-lo. Enquanto isso, a Polícia no real-social, só gravando e filmando os fantasmas alucinatórios deles”.

E o pior, é que tem gente até do PCdoB!”, exclamou um indignado Fadel. “A maior parte dos partidos, e amigos de governantes. Esta eleição vai ser o bicho. O ‘Dizes-me com quem andas’ vai ser a bola-moral da vez”, sentenciou a Clio, empurrando uma macia. “E o barato é que tem gente de outros carnavais. De outras operações executadas pela PF. E tome delírio-monetário. “Estes meninos não aprendem!”, diriam nossos pais. “Não, é necessidade freudiana de ser punido. Auto-flagelação. O dinheiro não é uma religião?”, teceu suas flutuações a Doraty. “E estes humanos demasiados humanos, ofensa aos primatas, ainda usam os nomes Deus, democracia, ética, família, todos os termos que acreditam servir de escudos contra suas perversões”, sentenciou a Lauda, partindo em sua super-moto. Mas ainda em distância de ouvir a Salô: “Freud já dizia: a compulsão religiosa e a perversão são irmãs”.

Hein, Waldemar, ter que escrever sobre este doloroso tema em uma segundona TDPM Transtorno Disfórico Pré Menstrual, dói, meu. Mas não dói muito porque informamos e, às vezes, até examinamos o produto da sordidez dita política desta terrinha que não está à mercê dos filhos que a entulham.

# Escrever sobre assunto bom. A Greta e a Marlene me perguntaram se eu ia escrever sobre a Primeira Conferência GLBT. Respondi que não, pois já estava tudo e mais algumas cores na coluna “O Mundo é Gay”, o mundo onde o jogo dos signos nas ondulações das aparências se deslocam como sedução das indistinções dos sexos, o poder incapturável do Mundo Gay. E aí, filósofa Filó? Aprendi e apreendi, o filósofo Baudrillard?

Cansei do Rock

Quero xote!

Tem São João

Santo Antônio

E São Pedro,

Três estrelinhas

A brilhar no céu!”

(Papete)

Beijos e abraços Vertebrais!

COLUNA VERTEBRAL

Se a Vertebral não analisou nada se realizou

Coluna Vertebral

# “200 ANOS DE IMPRENSA BRASILEIRA SEGUNDO QORPO-SANTO”, título da palestra da filósofa Filó em uma escola de ensino fundamental na Zona Leste de Manaus. Vertebralmente, fui. Por que não iria? Adoro os subúrbios. Adoro crianças e jovens, pelo menos ainda não foram, de todo, capturados pelo buraco negro dos adultos reativos, como diz a própria Filó. Foi uma verdadeira borbulhança comunicacional, política, ética e social.

Filó começou comentando a importância revolucionária de Gutemberg, criador da imprensa, linguagem literária. O fundamento histórico do homem poder imprimir suas idéias e fazê-las veicularem pelo mundo afora. Mostrou os tipos de folhetins que corriam a Europa dos séculos XVII e XVIII com notícias cotidianas, algumas fortemente mistificadas. Algumas histórias que se tornaram casos jurídicos-psiquiátricos, sempre com auxílio da platéia participativa e atuante. Comentou a Aldeia Global de Mc Luhan, como teoria da comunicação de uma sociedade de consumo. Discorreu sobre o aparecimento das primeiras agências de notícias, e sua comercialização, o que tornou o jornalismo capitalista uma verdadeira batalha competitiva pelo privilégio das notícias. Fez uma agradável e inteligível exposição histórica para chegar ao personagem de sua palestra: O Decálogo aos Jornalistas, de Qorpo-Santo.

Entregou, para agitadíssima galera, folhas de papel contendo breve notas sobre Qorpo-Santo, onde se encontrava o seu Decálogo. Pediu que fosse lida, e depois pediu que alguém lesse em voz alta as notas. Uma linda pré-adolescente leu em uma voz segura e com o rosto feliz. Leu que ele era de origem gaúcha, vivera entre 1829 e 1883, foi crítico ferrenho de sua época, várias vezes internado com diagnóstico de distúrbios mentais, escrevera uma Ortografia, foi tido como o criador do teatro do absurdo, dadaísta, surrealista, escrevera várias peças de teatro, como: Hoje Eu Sou Um; e Amanhã Outro; Eu sou Vida eu não sou Morte; Lanterna de Fogo, entre outras.

Filó interferiu felicíssima, e pediu que a jovem só lesse, do Decálogo, somente as proposições sexta, sétima e nona. A jovem leu o título que Qorpo-Santo colocara em sua enunciação: “O que é; ou como deve ser um verdadeiro redator de jornal”. Então, foi lendo as proposições.

Sexta “Conservar sempre certa firmeza de caráter, brio e dignidade.”

Ambrósio, parecia que tinham jogado um coquetel Molotov de gargalhadas irônicas, no recinto. Ouviu-se até alguns, “Tá, Santa!”. A jovem segurou a parada hilariante e continuou.

Sétima “Que seja homem dotado de probidade e honra.”

Quase a casa cai. Algaravia total. Piração! Desencontro de vozes carregadas por gargalhadas efusivas. Novamente a jovem segurou a parada e anunciou a nona.

Nona “Que tenha sempre diante dos olhos mais o interesse público que o particular, não vendendo por isso mesmo as colunas do seu jornal a miseráveis, ou malignos especuladores.”

A casa caiu! Manifestação geral! Estudantes em cima de cadeiras, dançando, individual, em grupo, balançando as folhas com o Decálogo, eu me rasgando de rir, a Filó, unida à direção e ao corpo docente, todos gargalhando e se movimentando em ondulações dionisíacas, um verdadeiro louvor ao saber que conduz a ética comunalidade. Frases rolando aos cântaros (gostou dos cântaros, Senhorinha Felipe, nesta segundona TDPM Transtorno Disfórico Pré Menstrual?): “A Globo tem dignidade! O casal BonnerSimpson tem interesse pelo público, não é Lula?! A Veja tem um verdadeiro redator! Tudo comprado pelo capital. A Folha de São Paulo, Estadão, Globo, todos têm “firmeza de caráter”! Não vamos esquecer os nossos, principalmente em tempo de eleição, que escolhem o “bom candidato”! E sempre mais sentenças juízos sobre a imprensa brasileira. A Filó chegou perto de mim, me abraçou, e disse: “Cacete, Vertebral, que loucura maravilhosa! E ainda dizem que essa moçada é alienada!” E acrescentou: “O filósofo Baudrillard tem razão: é a voz silenciosa das massas. Tudo que as ditas ‘ortoridades’ não vêem”.

De repente, como se tivessem ensaiado, ouviu-se um coro uníssono:

200 ANOS DE QUÊ!?”

Depois deste toque

Não cansarei do Rock.

Beijos e abraços Vertebrais!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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