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TE CUIDA ZVEITER, ESTAMOS DE OLHO!

 

 Produção Afinsophia.  

 Diante de um desgoverno composto por corruptos, canalhas e facínoras todo cuidado é pouquíssimo. Por isso, artistas produziram um vídeo-Campanha Estamos De Olho! que chama atenção para o deputado Zveiter, que será o relator do do pedido, ou não, de aceitação para que o Supremo Tribunal Federal (STF) possa considerar o golpista-mor Temer, como réu. Ele será afastado

   A leitura do relatório será feita na segunda-feira, dia 10. Se a decisão do relator for favorável à democracia a votação vai para plenário onde serão preciso 342 votos, inclusive de golpistas, para que o tiranete seja afastado definitivamente do cargo assaltado da presidente Dilma Vana Rousseff e mais de 54 milhões de eleitores.

    Veja e ouça o Vídeo da Campanha Estamos de Olho!

MORO ERRA AO AFIRMAR QUE “A GRAVAÇÃO PELA PARTE DA AUDIÊNCIA COM PROPÓSITOS POLÍTICOS PARTIDÁRIOS NÃO PODE SER PERMITIDA…” LULA É A POLÍTICA PURA. NÃO HÁ COMO IMPEDI-LO.

     A banalização dos conceitos pelo vulgo é responsável pelo enebriamento da realidade. O vulgo aqui tratado não é referente só aos iletrados, mas também aos letrados, principalmente aos vaidosos que detém curso superior. Sabe-se muito bem, que as palavras servem para refletir as coisas. Não que elas sejam as coisas, já dizia Foucault. Se elas como reflexos causam impossibilidades de afirmações insuspeitas, imaginemos quando delas são tiradas suas noções reflexivas que saíram de uma práxis empírica.

   É assim, que no discurso social há necessidade de procurar compreender os sentidos mais concretos da linguagem. Saber quando uma palavra, um conceito (palavra e conceito são distintos) têm seus referentes filológicos-históricos-ontológicos. Pelo menos saber com Barthes quando uma linguagem é encrática ou crática. De massa usada, precipuamente, pelos meios de comunicação, e de seguimentos especiais. Para que não se caia no logro linguístico e também se conduza o outro para esse logro.

   O exemplo muito próximo é relativo ao conceito político. A maioria dos falantes (na verdade, tagarelantes; os que não superaram o que tagarelam) tem esse conceito como relativo a partidos, e não a condição do homem como agente de práxis e poieses. Práxis como ação e poiese como criação. Práxis e poises como produtora contínua do movimento real como novo social. Para os tagarelas, política não passa de uma representação parlamentar e executiva. Quando se sabe que o que menos existe, principalmente no Brasil, no Poder Executivo, Legislativo e Judiciário é político. Dai porque todo esse obscurantismo em relação as práxis e poieses dos três poderes. 

   Moro ao se referir a Lula mostra exatamente essa triste realidade a-linguística e apolítica. Ele afirma que o impedimento da gravação audiência com Lula é para evitar um uso com “propósito político partidário”. Ora, Moro não sabe que Lula é o conteúdo e expressão singular do homem político. Ele não sabe que Lula é práxis e poieses política desde menino, quando deixou o sertão por não haver política. Seu ato, junto com sua família, já expressava a política, visto que a política é a potência-social de produção de existência do homem. Onde não há política há privação. E como diz o filósofo Toni Negri, o homem não se encontra no mundo para sofrer privações.

   Depois teve sua política de existência em Santos, e de metalúrgico. Sem contar a política de existência no momento em que foi preso pela repressão ditatorial. Como um homem só não pode ser considerado político, já que a política é uma multiplicidade de singularidades, devires, hecceidades, rizomas, espaços-tempos, plano de consistência, fluxos territorializante e desterritorializantes, como dizem os filósofos Deleuze Guattari, é ontologicamente impossível Lula ser a síntese do povo. Lula é potência-povo como todos os homens, mulheres e criança que compõem com ele a potência-democracia.

  Daí que Moro não sabe que basta alguém lembrar, recordar e imaginar Lula, já encadeou movimento político. O próprio ato de tentar impedir a gravação da audiência, afirma que homem político é Lula. Embora todos que são contra Lula não saibam, em função de suas existências, o que seja política, entretanto, todos eles temem a política em Lula, porque nele se movimenta o devir política como devir-povo. E o devir-povo não necessita de partido político (?). 

  Realidade que esfacela qualquer tipo de tentativa de imobilidade-molar em querer paralisar o movimento-transformador-molecular. E como política é criação e criação é alegria, só os democratas são alegre. E mais, e como alegria é ética, modus-alegre de ser, aí, Lula ser um homem eticamente alegre!

ARTISTAS GRAVAM VÍDEO EM DEFESA DA CAUSA INDÍGENA: “DEMARCAÇÃO JÁ!”. ENQUANTO ISSO A POLÍCIA VIOLENTA OS INDÍGENAS, EM BRASÍLIA

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 Dois vídeos duas perspectivas. Uma movida pela razão crítica que denuncia a expropriação dos indígenas de suas terras, roubados, agredidos e vilipendiados em seus direitos originais de habitantes do país chamado de Brasil. O vídeo reúne dezenas de artistas do Pará, como Dona Onete, a Paraíba, como Chico Cesar, passando pelo Rio de Janeiro, São Paulo, Maranhão, Bahia, Minas entre outros estados: “Demarcação Já!”.

 A outra perspectiva carece de descrição, visto que a cena já se tornou habitual no Brasil: a Polícia violentando que luta por seus direitos. Desta feita foi mais uma vez membros das comunidades indígenas.

   Veja, ouça os vídeos e expanda sua consciência democrática.

    E não esqueça: Dia 28 o Brasil vai reverberar sua necessidade maior: ser um copro-político respeitado em seus direitos. É dia de Greve Geral! Em algumas capitais já foi confirmado ponto facultativo.

     Vamos todos afirmar nosso direitos que estão sendo roubados pelos golpistas que estão depredando o copro do País! 

 

 

MORO, EM VÍDEO, MOSTRA QUE É TRASPASSADO PELA AFECÇÃO DE BAIXA TOLERÂNCIA PARA SUPORTAR FRUSTRAÇÕES: AS PERGUNTAS QUE LHE FOREM EDEREÇADAS

 Na lógica dos iguais qualquer enunciado que desvie a palavra de ordem da redundância do significante, a forma de poder dominante, estabelece desequilíbrio enunciativo no sujeito-objeto da enunciação endereçada. 

  É simplérrimo entender, como diz um estudante da segunda série do grupo escolar. A lógica dos iguais dispõem todos seus sujeitos-sujeitados na ordem do mesmo discurso que se pretende obedecer se fazer obedecido. Quando ocorre o contrário, uma variável linguística construída por um sujeito de ação, que escapa da reação redundante, toda a estrutura do discurso dominante é abalada não importando quem seja o sujeito-sujeitado do discurso e sua posição social. Jornalista, médico, deputado, senador, empresário, professor, todos, em função dos entrelaços enunciativos, são estremecidos. Porque nenhum discurso, ou enunciação, é individual. No caso específico do discurso enunciativo do capitalismo, todos seus sujeitos-sujeitados se encontram intimamente ligados à essa lógica. Também conhecida como subjetividade moral estratificada pelos corpos capitalísticos-jurídicos. Daí porque são iguais.

    O estudante da segunda série do grupo escolar nos mostra sorridente que Moro defende o discurso do poder judiciário cujo corpo criador e mantenedor é a política econômica capitalista. Portanto, é uma justiça cujos resultados não mexe em uma simples partícula do sistema estabelecido. Mesmo com às possíveis condenações não muda nada. Só exibe uma plumagem de seriedade moral que se aloca no axioma culposo do “não roubarás” dos que precisam sublimar suas indiferenças ontológicas.

     Na verdade, a justiça só seria feita, se o entendimento de corrupção, no sentido de roubo, através  das práticas jurídicas, desvendassem, julgassem e condenassem os que roubam os trabalhadores, já que o dinheiro usado pelas empresas na trama da corrupção tanto no plano privado como estatal, saiu da força de produção do trabalhador que produziu essa riqueza enquanto era roubado em seu salário e seus direitos. Se assim fosse, toda a grana recuperada deveria ser entregue aos trabalhadores. No mais, trata-se de simulação de justiça: fingir ser o que não é, já que a forma do discurso da política econômica capitalista continua em sua dominação. 

    Moro foi entrevistado pelo jornalista da BBC, Ricardo Senna, durante sua passagem pela Harvard Business School e se mostrou traspassado pela afecção – como nos mostra o filósofo Spinoza – da baixa tolerância para suportar frustrações. Frustrações porque, provavelmente, não esperava perguntas antagônicas a imagem que ele tem se si mesmo.

   Observem suas rostidades diante das perguntas.

 

QUEM É VOCÊ? EU SOU O ANO 2018! E POR QUE TODA ESSA ALEGRIA? POR SER O ANO QUE LULA VAI SE TRIELEGER! AGORA MESMO A PESQUISA IPSOS RECONFIRMOU LULA, O COMANDANTE, DISPARADO NA FRENTE

  Uma criança do jardim da infância contou que conforme os encadeamentos bio-psíquico-social do animal chamado homem se processavam, ele processava mutações em suas faculdades perspectivistas. Suas perspectivas se tornavam configurações infra-humanas. Eram os entrelaços se compondo para posteriores práxis e pieses.

 De acordo com o que contou a criança, foi nesse movimento perspectivista que o homem inventou a linguagem impulsionada pela necessidade de informação como suporte de comunicação-comunitária. Falar reflexos de experiências. Enunciar-vivências. Inicialmente o discurso-direto. Forma linguística-real do vivenciado. Posteriormente, o discurso-indireto, a ecololalia, redundância, a enunciação do não vivido.

   Foi esse discurso-indireto, de acordo com o que contou a criança do jardim da infância, que serviu para os meios de comunicação de massa arquitetarem uma estratégia triunfalista de formação de opinião pública. Ou seja, fazer a sociedade significar, através da redundância-clonante, o que esses meios de comunicação de massa ficcionavam como realidade. A lógica da repetição do que eles produziam como verdade necessária à sociedade.

  Daí então, segundo o que contou a criança do jardim da infância, os meios de comunicação de massa passaram se tomar como deuses da comunicação: tudo que enunciassem seria repetido pela sociedade como verdade. Logo, a sociedade seria a grande guardiã dessas falácias. No Brasil, a Rede Globo foi a que mais delirou nessa anoia (inexistència da mente)ou ecnoia (insanidade). Mas não foi só o corpo dos globotários que se deixou imolar nesse enunciado fictício-paranoico. Alguns dos nosso companheiros democratas também acreditaram e acreditam que a Rede Globo domina a massa. Ledo (Ivo) engano fatal. Como diz o filósofo Baudrillard, a massa não refrata os meios de comunicação. Ela é nela mesma.

  Porém, como afirma Tomé, só vendo para crer, emergiu o cristão-católico Lula para desfazer a superstição: o povo tem sensibilidade, inteligência e ética própria que se materializa na democracia. O devir-povo é a conjunção das potências de todos, e não de classes privilegiadas que se querem dominantes. 

  Por essa realidade indestrutível, o instituto de pesquisa Ipsos, hoje, dia 30, divulgou pesquisa que confirma 2018 com total razão. Ou melhor, 2018 já é agora. Lula dispara na frente de seus inimigos-invejosos que lhe odeiam (querem ser ele e tê-lo) com 38% das aprovações dos entrevistados, e com o menor índice de rejeição, 59%. Comparado com a pesquisa de fevereiro, Lula subiu sete pontos. É mole, golpista? É? Não desespera, vem mais.

  Os outros:

Aécio – 11% de aprovação e 74% de reprovação.

Alckmin – 16% de aprovação e 67% de reprovação.

Serra – 20% de aprovação e 70% de reprovação.

Fernando Henrique – 23% de aprovação e 67% de reprovação.

E o janota-desnarcisado Dória? Nada!

  Aí a irrefutável prova de que as mídias acéfalas não determinam a opinião pública. Não não têm o poder de transformar a sociedade em sua escrava. Assistir tele-jornal e tele-novela, não significa ser seu escravo. Claro que seria prova maior de ativação do existir não lhes conceder audiência, mas… 

  O devir-povo-polivocidade é incapturável, contou a criança do jardim da infância.

   

CASO DE REDUNDÂNCIA DO SIGNIFICANTE: JANOT DIZ QUE GILMAR SOFRE DE “DECREPITUDE MORAL E DESINTERIA VERBAL”, PORQUE GILMAR DISSE QUE ELE FEZ REUNIÃO EM OFF PARA VAZAMENTO

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 É muito simples de entender, mas impossível de aceitar, e nem precisa o devir da filosofia da diferença de Deleuze e Guattari. Tudo é muito explícito para uma criança do jardim da infância.

 A criança do jardim da infância conhece a redundância do significante na prática de seu movimento que tenta todo segundo se livrar da coerção paranoica dos adultos. Ela sabe que a redundância do significante é a dança macabra circular do signo que salta sobre outro signo, mais outro, mais outro, sendo sempre o primeiro signo como palavra de ordem. Ordem para que não escape nenhuma variação que quebraria a dança macabra circular do significante como palavra de ordem dominante, onde não há comunicação e nem informação, mas apenas a tirania do significante. O discurso-paranoico-indireto. Também contado pelo filósofo Nietzsche como tagarelar. Ecoar sem práxis do conceito-ultrapassante. 

  Mesmo promovendo as políticas sociais que tiraram mais de 40 milhões de brasileiros da faixa da miséria e possibilitaram transformações nas concepções de política social, antes dominantes propagadas por desgovernos de direitas, os governos populares não enfraqueceram a subjetividade dominante implantada pela dogmática paranoica do capitalismo no Brasil durante todos esses séculos. Durante os 14 anos de governos populares, grande parte da população brasileira vivenciou pela primeira vez um nova subjetividade que se encadeava como nova forma ontológica de existência comunalidade, mas que vivia sobre a ameaça da dogmática paranoica capitalista. Até que o golpe se concretizou.

   Hoje, as chamadas autoridades representativas das instituições no Brasil, ligadas ao golpe, materializam, sem pudor, a dança macabra circular da redundância do significante em deplorável ecolalia como replicantes do capital internacional, mormente o capital norte-americano. Daí que a criança do jardim de infância sabe que quando o ministro Gilmar Mendes afirma que procuradores se reuniram em off para decidir sobre vazamento de nomes de políticos, e o procurador-geral da República Rodrigo Janot, corporativamente se sentindo atingido, diz que ele sofre de “decrepitude moral e disenteria verbal”, ela sorrir diante da confirmação da clara redundância do significante.

   Como os dois participaram do golpe, não há qualquer diferença entre os dois. Não há qualquer variável democrática em um que o povo brasileiro possa afirmar: “Esse tem, democraticamente, razão”. A criança do jardim de infância entende que trata-se apenas de querelas vaidosas. Falsas lutas pela predominância da ética democrática. Tudo não passa de manutenção da palavra de ordem do golpe.

    Diante dessa ordem macabra circular da redundância do significante, acriança do jardim da infância entende convictamente que a única variável que pode ser produzida para eliminar o estado-molar do golpe, é a variável-povo. Só a variável-povo pode rachar o corpo hierático-imóvel do golpe. O buraco negro da dor instalado no Brasil.   

KARNAL, EM ENCONTRO CARNAL COM MORO, SE REVELA AOS INCAUTOS

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É muito simples de entender, mas impossível de compactuar.

No prólogo-apologia do segundo volume de sua obra, Humano, Demasiado Humano, escrita entre os anos de 1879 e 1880, Nietzsche, o filósofo da vontade de potência, afirma: “Devemos falar apenas do que não podemos calar; e falar somente daquilo que superamos – todo o resto é tagarelice…”.

     Vivemos (na verdade, simulamos) na obscenidade do tagarelar, onde Nietzsche é desconhecido para uns e esquecidos por outros. Claro, para que inatividade ontológica seja tida como lógica existencial. A profusão da ausência de linguagem e comunicação que impossibilita o existir ontológica. Uma desrrealização promovida pela mídia-burguesa-analfabeta-política, e, em parte, pelas chamadas redes sociais onde essa profusão é mais profusão do tagarelar, nos diz o filósofo Baudrillard. 

      O tagarela, Leandro Karnal, sem saber que a história não existe sem produção do novo, se dizendo historiador, mas, por glamour, querendo ser tido por filósofo, fez da mídia alienada seu ninho defensivo e conquistou vários incautos com sua exuberante técnica de tagarelar. Entremeando seu tagarelar com citações de pensadores que chagaram ao terceiro grau de inteligência, como diz Spinoza, ele conseguiu fundir em si a imagem necessitada pelos incautos. Fundida a autoimagem extraída do encanto do incauto, ele se tomou como importante e necessário para a opinião pública acima de qualquer dever com seu tagarelar inchado por corpos éticos pessoais.

     Como tagarela, Karnal, não poderia suspeitar de si mesmo e que um ato seu levaria seus encantados incautos a lhe desferirem exuberantes aversões contra sua exuberante tagarelice ocultadora de sua pseuda intelectualidade e eticidade (só um toque filosófico: o filósofo Deleuze se toma como um filósofo com pouca erudição). Karnal, impulsionado por seu tagarelar se transmutou em um protótipo de carne afastado de sua marquetizada intelectualidade e ética acima de qualquer suspeita.

      Karnal participou de uma regabofe com Moro, o perseguidor de Lula e o mais contestado representante do corpo judiciário que a memória social brasileira tem. Um direito seu. Só que em função de seu tagarelar ele tinha (agora, para os incautos não deve ter mais, a não ser para os mais reificados abstraídos) um compromisso existencial-intelectual-ético, mesmo simulado, com seus incautos, mas ele mandou às favas, porque estava sobre o domínio da carne.

       Em seu estado carnal mostrou que não entende nada de Spinoza, apesar de citá-lo continuamente em seu tagarelar: a carne em forma de comida e bebida junto a Moro revelou aos seus encantados incautos o que Karnal realmente não pode esconder: alguém que tagarela, porque não superou o que tagarela.

       Nesse encontro não-spinosiano (para Spinoza só há encontro quando há aumento da  potência de agir, o que eleva o homem como ser que persevera na existência), Karnal negando Nietzsche, afirmou Brecht: “Primeiro a barriga depois a moral”. Ou, como diz o filósofo Chico Piracema, falando pela voz do povo, “a carne é fraca”.

       Karnal vem tentando pedir desculpas, mas ele não sabe, em seu tagarelar, que a desculpa, como diz Nietzsche, não passa pelo sistema nervoso central. Desculpa, como diz Spinoza, é superstição, o mais baixo grau de inteligência. Os corpos fundamentais que promovem os maus encontros. Encontros que baixam a potência de agir, e são expressados como afecções tristes. Ideias inadequadas em forma de paixão. Tudo coisa de Spinoza que Karnal não pratica, mas arrota a maior abacaba* usando seu nome.
Karnal, em sua fraca carne, diz que quer um regabofe com Lula e Ciro. Com o rega degenerou, porque Lula não faz maus encontros. Em Lula a potencia de agir se encontra sempre aumentada, porque ele só produz bons encontros. Com Ciro talvez seja possível, já que Ciro mostra sempre que é dominado por afetos tristes. Não foi por acaso que ele pertenceu a turma do Fernando Henrique. Não é por acaso que ele sempre se expressá impulsionado pela paixão triste: comigo é na porrada. 

      Karnal se mostrou como é, porque em sua pseuda erudição, não recorreu ao sentido do conceito carnaval: carne vai. Se tivesse recorrido teria se livrado da carne e não teria desencantado seus incautos crentes. Mas foi melhor assim: ele revelou sua importância como convêm ao golpe.

       *Abacaba é uma palmeira da Amazônia que produz um fruto saboroso muito usado para fazer o conhecido vinho de abacaba. Por sua importância e sabor é usado na região como enunciação pejorativa contra aqueles que se querem passar por importantes quando não são. “O cara está arrotando a maior abacaba!”.  

POTÊNCIA-POLÍTICA-DIONISÍACA DO CARNAVAL SE CORPORIFICA NO DEMOCRÁTICO FORA TEMER!

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  Não se corporificou por enunciação evocativa dos sindicatos, movimentos sociais, grupos específicos, entidades de classes, expressões políticas da democracia, mas pela potência-política-dionisíaca sociedade civil. O Brasil inteiro bradou alto e em bom som-folia, o Fora Temer! Tudo de forma como se manifesta a singularidade-coletiva de um povo.

  Dionísio, como festa revolucionária, não poderia se mostrar como alegria da forma diferente que se mostrou no Brasil. Foi a demonstração clara e distinta que não há mais lugar para golpistas como desgoverno que vem desmontando de maneira predadora a economia, os direitos dos trabalhadores, a educação, a saúde, a Previdência Social, do Brasil.

  Dionísio, como devir-povo, haveria que se mostrar em práxis e poieses em uma festa popular como o carnaval. O brado-revolucionário de Fora Temer escapa de qualquer interpretação psicanalista que possa atribuir o ato a uma forma de desabafo contra uma representação simbólica edipiana na figura-tenebrosa de Temer. Não, Temer para os brasileiros-festeiros, não tem qualquer símbolo edipiano que se mostraria como sublimação no protesto coletivo.

  O simbólico desvanece em Temer. Os brados de Fora Temer que se fizeram concretude-política por todo o Brasil nasceram e se expressaram da experiência antidemocrática que o povo brasileiro vem sendo submetido. De formas que nessa realidade cruel não há elementos que sirvam à interpretação psicanalítica. Temer é o fator-sofrimento atual do povo brasileiro. A não mais suportável condição opressiva provocada pelo que há de mais insignificante e impotente na memória social do país.

    Os brados-revolucionários confirmam que o momento de extirpar o agente-patológico que obliterou a democracia no Brasil, encontra-se amadurecido. Esse é o momento. Se antes Temer já se encontrava em destroços, agora ele não passa de poeira, e o devir-povo não vai esperar a poeira baixar. Muito menos se ele virar cinzas, visto que há, lendariamente, algum perigo dele ressurgir das cinzas. Mas é somente lenda. Lenda não libera as potências políticas da história. E Temer e seus cúmplices, não tem qualquer qualidade para ser personagens históricos. E nem lixo, como alguns tolos dizem e escrevem, já que a história não produz resíduos. História é produção de existências satisfatórias.

     Por isso, que venha a Quarta-Feira de Cinzas que Deus é democrático!

     

ADVOGADOS DE LULA PUBLICAM NOTA CONTRA DECLARAÇÃO DO DELEGADO DA POLÍCIA FEDERAL IGOR DE PAULA QUE EM ENTREVISTA A MÍDIA REACIONÁRIA AFIRMOU QUE LULA PODE SER PRESO DENTRO DE 30 OU 60 DIAS

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 É simplesmente fácil de entender. O delegado da Polícia Federal Maurício Moscardi Grillo, semanas passadas, concedeu entrevista a revista reacionária Veja que foi uma das explícitas integrantes do golpe que assaltou o governo Dilma eleita com mais de 54 milhões de votos genuinamente democrático. Na entrevista, o delegado afirmou que a PF havia “perdido o timing” para prender o ex-presidente Lula.

 Agora, Igor Romário de Paulo, delegado da Polícia Federal, coordenador das investigações da Operação Lava Jato, preste a concluir dois inquéritos contra Lula, contradisse seu companheiro de instituição. Igor disse que o “timing” para prender Lula pode aparecer em 30 ou 60 dias.

    “Não acho que a gente perdeu o timing. Esse timing pode ser daqui a 30 dias, daqui a 60 dias”, afirmou.

    Leia a nota publicada pelos advogados de Lula.

   Sobre a entrevista concedida pelo Delegado Igor Romário de Paula ao portal UOL (27/01/2017), fazemos os seguintes registros, como advogados do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

1- A divulgação pela imprensa de fatos ocorridos na repartição configura transgressão disciplinar segundo a lei que disciplina o regime jurídico dos policiais da União (Lei no. 4.878/65, art. 43, II). Além disso, a forma como o Delegado Federal Igor Romário de Paula se dirige ao ex-Presidente Lula é incompatível com o Código de Ética aprovado pela Polícia Federal (Resolução no. 004-SCP/DPF, de 26/03/2015, art. 6o, II) e com a proteção à honra, à imagem e à reputação dos cidadãos em geral assegurada pela Constituição Federal e pela legislação infraconstitucional e, por isso, será objeto das providências jurídicas adequadas;

2- Ao renovar uma abordagem sobre hipotética privação da liberdade do ex-Presidente sob o enfoque de “timing” ou sentido de oportunidade, o Delegado Federal Igor Rodrigo de Paula deixa escancarada a natureza eminentemente política da operação no que diz respeito a Lula. Há pré-julgamento, parcialidade, vazamentos e comportamentos que violam a ética e a conduta profissional por parte de diversas autoridades envolvidas nas investigações e processos referentes ao ex-presidente. É o “lawfare”, como uso da lei e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política, exposto reiteradamente pela defesa de Lula, que fica cada vez mais claro a cada pronunciamento de agentes públicos que participam da Operação Lava Jato;

3- Agentes públicos que se valem do cargo para promover atos lesivos à honra de Lula ou de qualquer cidadão cometem abuso de autoridade, na forma do artigo 4o., alínea “h”, da Lei no. 4.898/65. Por isso, o conteúdo da entrevista concedida pelo Delegado Federal Igor Romário de Paula deve ser investigada e punida, se constatada ocorrência do ilícito, independentemente de “timing”. Ninguém está acima da lei, quanto mais as autoridades encarregadas de garantir o seu cumprimento;

4- A declaração do delegado Igor de Paula caracteriza coerção moral ao ex-Presidente e ataque à sua imagem pública. É inadmissível que um agente do estado se pronuncie sobre investigação ainda em curso, sob sua responsabilidade, com o claro objetivo de constranger um cidadão, em desrespeito ao direito de defesa e ao devido processo legal.

O fato presente é mais uma evidência de que alguns integrantes e mesmo coordenadores da Operação Lava Jato desviaram-se do objetivo da investigação, para atuar na perseguição ao ex-presidente, mesmo sem existir evidências de delitos ou provas de qualquer tipo contra Lula.

 

FILMAGEM SÁDICA DE “QUATRO VIDAS DE UM CACHORRO” MOSTRA OBSCENIDADE ANTROPOMÓRFICA DA AMBIÇÃO DO LUCRO SOBRE OS ANIMAIS

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 O filósofo Jean Baudrillard mostra a obscenidade como êxtase do real. A dissipação do real pelo virtual. O fim da objetividade como referência dos sujeitos reais. A antropomorfização dos animais, atribuir sentimentos chamados humanos aos animais, é uma forma de obscenidade. O animal perde seu instinto natural, sua natureza, através da força obscena do homem.

 Desde pequena a criança, e os adultos e idosos de hoje, é obrigada a ter dos animais um entendimento “humanizado”. Cujo objetivo é tornar o animal seu parceiro. Principalmente quando é uma criança criada sozinha, sem irmãos, ou colegas com quem ela possa distribuir vivências reais.

    Antropomorfizados os animais foi fácil transformá-los em fonte de lucro. O circo é um cruel exemplo. Com a indústria cinematográfica, essa fonte de lucro foi super dimensionada. Disney que o diga. Sem essa violência contra os animais não haveria esse pseudo mundo infantil que é a Disney World. A ilusão compensatória de adultos cujas infâncias foram obstruídas. A mentira satisfatória, como diz Baudrillard, para o adulto acreditarem que existe um mundo adulto fora da Disney.

  Seguindo essa fonte perversa de lucro, o deus Mamon do capitalismo, a companhia de filmes Universal Pictures resolveu produzir o filme “Quatro Vidas de Um Cachorro”, que conta a luta do cachorro, personagem principal, por sua sobrevivência, e que será lançado no dia 28 de janeiro. Só que durante as gravações, o cachorro, melhor amigo do homem, homem que não alcançou o grau superior da amizade, é continuamente violentado para realizar os objetivos das filmagens que vão servir de adestramento sensorial e mental do público cúmplice. Que vai pagar o ingresso para confirmar sua cumplicidade antropomórfica. E voltar para casa, se tiver algum bichinho doméstico, para transferir sua cumplicidade ao amigo do lar.

   O técnico-homem das gravações, amigo do cachorro, tenta jogar o amigo de Lázaro – esse era amigo – em uma piscina simulando correnteza, mas o amigo de Lázaro se opõe à tortura. O técnico-homem não quer que o personagem principal tenha um momento de autonomia e o tenta jogar da água. O cachorro, amigo de Lázaro, reluta, mas é empurrado para o sadismo dos produtores do filme. Até que o cachorro afunda e os técnicos e a direção ficam preocupados. Preocupação não com o cachorro, é óbvio, mas a perca de lucro se o cachorro morre.

   O site TMZ obteve o vídeo e jogou na rede. A maior ONG do mundo responsável pela defesa dos animais A People For The Ethical of Animals (PETA) entrou em ação e já deflagrou o boicote ao filme que para ser realizado violentou o amigo de Lázaro. Daí, a lógica capitalista ser um estrondoso deboche contra o público: segundo os realizadores o filme é uma mensagem de amor pelos animais. Há quem goste desse tipo de “amor”, mas não os animais.

   Síntese da antropomorfização-fílmica: o mal contra o cachorro como forma de entretenimento para fortalecer o mal que é capitalismo.

    Vejam o vídeo, ouçam e constitua sua consciência defensora dos direitos à vida dos animais. E de quebra, se nega a seguir o êxtase do real, a obscenidade.

     E aqui o trailer do filme para os cúmplices da violência contra os animais. É tão bonitinho! Parece comigo.

NA SUBJETIVIDADE FUTEBOL/POLÍTICA A ÚNICA PERSONALIDADE PÚBLICA QUE, EM FUNÇÃO DE SEU SER-TORCEDOR, PODE SER SOLIDÁRIA COM A FAMÍLIA CHAPECOENSE É LULA. O RESTO É EXPLORADOR DA DOR ALHEIA

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O cantor, compositor e poeta sobralense, Belchior, tem uma canção em que um  verso diz: “A morte nos faz irmão”. É uma enunciação que aparentemente mostra uma solidariedade universal. Como diria o filósofo Kant, uma espécie de humaniora. Humanidade dos que alcançaram a dimensão da descoberta do outro como universal. Na verdade, “a morte nos faz irmão” pelo medo/culpa. Pavor do castigo mistificado internalizado como dívida.

        “A morte nos faz irmão” com maior intensidade quando ela se revela através de episódios coletivos. Parece que o “irmão” diz para si: Se ocorreu com tantos por que não poderia ou pode ocorrer comigo? O velho medo/egoísta. Assim, o “irmão” se solidariza com o “irmão” que morreu como se fosse com ele mesmo.

      No caso de figuras patéticas, como os personagens que infestam o Brasil de maldade, “a morte nos faz irmão”, poetizada por Belchior, dança, desaparece. Essas figuras deploráveis simulam solidariedade com o único propósito de atingir a opinião pública. Quer dizer, a opinião pública que eles acreditam. Que não é a opinião pública real, revolucionária. A simulada solidariedade é só para eles auferirem alguns dividendos em seus alpinismos político, sociais, econômicos, religiosos etc.

     No caso dos golpistas fica explícita a simulada solidariedade. Todo golpista é solipsista: ele nele mesmo. Até quando eles formam um consórcio, como parlamentar-jurídico-midiático que usurpou o poder da presidenta Dilma Vana Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos-democráticos, é cada um por si, “Deus contra todos” e “o Diabo que leve o último”. Na linguagem filosófica do povo: “Meu pirão primeiro!. As investigações policiais que mostrem.

      No episódio da dor coletiva do time de futebol da Chapecoense, várias destas figuras egoístas simularam solidariedades com o luto das famílias que tiveram seus parentes atingidos, mas não contam. Não têm qualquer princípio de amizade para com os familiares, porque essas figuras não têm grandeza para dedicar pesar aos familiares dos esportistas-futebolista. Essas figuras cruéis tentam apenas explorar a dor das famílias enlutadas.

      Porém, há uma personalidade pública que, em função de seu ser-torcedor, tem a dimensão da solidariedade que pode compor com essas famílias, Lula. Lula é um ser de grandeza cuja dimensão pode ser espargida entre os que necessitam da solidariedade no momento da dor. Lula enviou seu ato de pesar às famílias.

           Lula

Envio minha solidariedade às famílias dos atletas e comissão técnica da Chapecoense, dos jornalistas, tripulantes e passageiros do voo acidentado na Colômbia. Espero que todas as torcidas do Brasil abracem o time catarinense e se unam neste momento de extrema dor para todos nós, brasileiros.

Luiz Inácio Lula da Silva

 
 

QUANDO PROFESSORES NÃO PERCEBEM EVIDÊNCIAS OPRESSORAS DOS AGENCIAMENTOS COLETIVOS DE ENUNCIAÇÕES NÃO É SÓ A CATEGORIA QUE É OFENDIDA

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É muito simples de entender, mas impossível aceitar.

         Os organizadores das manifestações, em Manaus, contra as PECs 241 e 55, filhas aberrantes do desgoverno golpista, Temer, têm marcado suas realizações para às 8 horas da manhã. Segundo informação, o horário tem sido proposto pela Associação dos Professores de Manaus (Asprom) e acatado por outras entidades como Sinteam, Adua, Assua, Conlutas, etc.

        O argumento usado por membros da Asprom é que esse horário é bom porque a mídia faz a cobertura e divulga no jornal do meio-dia.

        DUAS EVIDÊNCIAS DESPERCEBIDAS PELOS PROFESSORES

1 – Eles ignoram o físico e matemático Galileu Galilei. Para eles ainda vigora a ideia do grego antigo Ptolomeu de que a Terra era o centro do universo, que foi abalizada por Aristóteles, e usada pela Igreja medieval para defender o Dogma. Ou seja, não há movimentos de rotação e translação da Terra. Daí que o sol não é o centro do universo, não há dia, e, consequentemente, Manaus, cujo clima é quente e úmido, não tem elevação de temperatura. Logo, a temperatura de 8 horas é a mesma de 12 horas. E mais, por essa inexistência climática, não há manifestação.

      O Grito dos Excluídos, em Manaus, era realizado sempre pela tarde, mas alguns engraçadinhos (como diria a irmã Inês) decidiram deslocá-lo para parte da manhã. Resultado: os excluídos protestaram, porque não queriam ser torrados pelo calor da avenida de asfalto e concrete, agora ocorre no velho e bom horário. O filósofo Camus já havia dito que o calor afeta a inteligência, a disposição para o amor, e, nesse caso do Grito, os excluídos perceberam sua implicação na fé.

2 – A imprensa se mantém através de dois corpos comunicacionais. Um produzido internamente por ela através de editoriais e artigos, e outro produzido por fatos exteriores. Porém, o que a mantém é o segundo que lhe pauta. As manifestações são pautas para as mídias que precisam delas, e não as manifestações das mídias. As mídias se apropriam dos fatos sem gastar um tostão. O que significa que elas exploram o trabalho dos que produzem os fatos. Até o corpo de um jovem assassinado.

     Nesse caso, elas são parasitas do sistema capitalista comunicacional que tem a propriedade como seu princípio de lucro máximo, mas que elas não respeitam os fatos produzidos por seus personagens particulares. Ainda mais quando há professores-escravos trabalhando para elas de graça. Real exploração da mão de obra produtiva.

 

       As mídias capitalistas são reacionárias. Não estão preocupadas com a subjetividade do “movimento real (Marx)” das manifestações. Mas os aspronildos, ingerindo suas Cocas-Colas, não percebem essa realidade. Em suas indigentes vaidades, acreditam que aparecer nelas, no jornal do meio-dia, a população, “no centro da sala, diante da mesa (Belchior)” fica informada, valoriza o ato e lhe confere um sentido de importância insofismável. Ledo destrambelhamento político: como as mídias precisam chupar os fatos, qualquer hora ela marca sua presença. E os fatos não vão desaparecer se forem divulgados pela manhã, tarde ou noite. Com mídias ou sem elas, as manifestações revelam o seu valor político que existe por elas mesmas.

       No tocante ao argumento de que o ato de amanhã, pela manhã, no Hospital Getúlio Vargas, é em virtude da presença do golpista, dublê de ministro da Saúde, Barros, é mais uma demonstração de limitação política. Às manifestações em todo Brasil não são motivadas por figuras deploráveis de golpistas. Elas foram idealizadas e elaboradas através dos instrumentos epistemológicos de seus organizadores. Nada de impulso freudiano, em forma de pseudo anarquismo-narcisista.

      Esses professores se querem que a comunidade acredite em seus propósitos políticos devem procurar perceber a opressão que se encontra em todos os territórios distribuída pelos agenciamentos coletivos de enunciações que produzem sujeitos-sujeitados. Caso contrário, a comunidade também será ofendida por essa limitação perceptiva e conceptiva. E de quebra, não acreditará neles.

 

 

“VAI TER FESTA, VAI TER EBC”, ATO EM DEFESA DA COMUNICAÇÃO PÚBLICA

e4bd3adf-7042-443d-9388-9248595276d7Como toda ditadura faz os golpistas comandados Temer, fizeram: atacar e tentar destruir as representações públicas do Brasil. Entre outras, uma que foi frontalmente atacada foi a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), que além de congregar a Rede Brasil também agencia outras emissoras públicas de televisão e rádio espalhadas pelo Brasil.

Temer, como um bom golpista, é apavorado com a coisa pública, por isso um de seus primeiros atos arbitrários foi demitir o diretor-presidente da EBC, Ricardo Melo e interferir na programação da TV Brasil que tem a melhor rede de programação do país, onde o telespectador, principalmente a criança e o adolescente, é respeitado em suas faculdades sensorial, cognitiva e ética. Que é principal fator da existência de um meio de comunicação.

Embora o diretor-presidente tenha conseguido, através do Supremo Tribunal Federal (STF), o direito de retornar e continuar no cargo, Temer continua ameaçando acabar com a EBC. Diante da compulsiva e irracional ameaça, que feri o direito do povo brasileiro, várias entidades têm se manifestado contrárias, se opondo ao propósito alienante do desgoverno golpista que procura, com sua compulsão anticomunicacional pública, promover as empresas de televisão e rádio privadas. Principalmente as empresas do grupo Marinho, a turma da Rede Globo que, também, é mentora do golpe.

Na pauta de defesa da EBC será realizado um ato, hoje, dia 23, às 19h, no Sindicato dos Bancários de São Paulo, no prédio Martinelli com o único intuito de que a EBC se mantenha com vem se mantendo desde que foi criada no ano de 2007, no governo popular do presidente Lula. A convocação geral é da deputada do PCdoB, Jandira Feghali.

“A comunicação pública é um instrumento de quebra de monopólio da informação e da chamada verdade única da grande mídia. Ela foi uma conquista do povo brasileiro e nós precisamos preservá-la e fazer avança com a possibilidade de contribuição que tem para o povo brasileiro.

Ela foi duramente agredida pelo governo golpista de Michel Temer, que não só tentou tirar de lá um presidente com mandato, mas tem feito demissões de pessoas sérias que se posicionam pela democracia, além de literalmente tentar desmontar o programa de TV e Rádio”, afirmou a deputada.

A cantora, compositora e deputada estadual pelo PCdoB, a sambista Leci Brandão  também se posicionou contra a violência dos golpistas.

“Defendo a EBC para garantir que os setores silenciados pela mídia privada tenham voz. Negros, juventude da periferia, mulheres, e comunidade LGBT, por exemplo. Estes segmentos são sempre perseguidos e excluídos. A comunicação pública ajuda a garantir os direitos destas pessoas”, disse a sambista-deputada.

LIMINAR DO STF DERRUBA ARBÍTRIO DE TEMER E REPÕE RICARDO MELO NA PRESIDÊNCIA DA EMPRESA BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO (EBC)

É simples entender. O cargo para presidência da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) é de quatro anos de mandatos independente de quem seja o presidente da República. A EBC foi criada no governo popular de Lula. Ela agencia a TV Brasil, a Agência Brasil, a Rádio Nacional e outras rádios em entras regiões do Brasil, como na Amazônia. A EBC tem uma política que democratiza a comunicação privilegiando as expressões populares excluídas das mídias de mercado. Essa política se materializa através de uma práxis-diversidade.

O seu presidente, antes do golpe, era o íntegro e talentoso jornalista Ricardo Melo. Ele foi indicado por Dilma para o cargo e tomou posse no dia 10 de maio. O golpista-mor, Temer, ao tomar de assalto o poder no dia 12, realizou várias ações arbitrárias, entre elas a demissão de Ricardo Melo para colocar em seu lugar seu amigo e amigo de Eduardo Cunha, Laerte Rimoli, que acabou com a TV Câmara, também indicado por Cunha. Rimoli, como jornalista, é o posto de Ricardo Melo.

Ligado às mídias reacionárias, como a Rede Globo, Rimoli afirmou, ao tomar posse na EBC, que iria devolver a TV Brasil à sociedade. O que significava copiar o modelo padrão Globo, nada mais. Em sua fúria antijornalismo democrático, impulsionada por seu patrão Temer, ele demitiu os jornalistas probos e talentosos Paulo Moreira Leite, que apresentava o programa de entrevistas, Espaço Público, Luiz Nassif, que apresentava Brasilianas.org, e o apresentador do telejornal Sidney Resende entre outras irracionalidades comunicacionais.

O Conselho Curador da EBC, em reunião contestou a aberração promovida por Temer, assim como também os funcionários. Ontem, Rimoli-Temer, em mais um dos seus atos esdrúxulos, proibiu que na EBC, Rede Brasil, Agência Nacional e outras entidades comunicacionais comandada pela empresa pública de comunicação, fosse falado o termo “presidenta”. Uma forma misógina de tentar atingir Dilma. Só que Dilma é inatingível ao vulgar-invejoso-odiento.  

Ao ser destituído do cargo arbitrariamente, Ricardo Melo, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) entrando com uma ação para garantir seu cargo usurpado por Temer-Rimoli. Agora, pela manhã de hoje, dia 2, o ministro Dias Toffoli, concedeu uma liminar repondo Ricardo Melo em seu lugar até que o STF julgue a ação.

Como se trata de um seguimento golpista, em que o ressentimento é a tônica maior tentando se passar por legítimo, é provável que ele tente recorrer da decisão do ministro Toffoli.  

Aguardemo-nos em nome da práxis e da poiética democracia.

GLOBO TENTA ENVOLVER DILMA NA SORDIDEZ DE SEUS COMPARSAS GOLPISTAS, MAS DILMA MOSTRA SUA SUPERIORIDADE

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A sociedade brasileira sabe que a Rede Globo tem um passado imoral cheio de trapaças e conspirações contra os que ela elege como inimigos. Os que defendem a democracia. Mas sua imoralidade não se resume ao seu passado, também é sentida em seu presente com sua clara participação no golpe que afastou a presidenta Dilma Vana Rousseff da presidenta da República eleita com mais de 54 milhões de votos. Fato mostrado nas gravações que no momento são divulgadas envolvendo o ex-senador do PSDB, Sérgio Machado, ex-ministro golpista, senador Romero Jucá, senador Renan Calheiros, presidente do Senado, e o ex-presidente biônico, José Sarney. Como a Rede Globo é atavicamente conspiradora, é certo que seu futuro continuará seu passado e seu presente.  

Aproveitando um conversa de passagem entre Machado e Sarney, em que se referem à Odebrecht, em que os dois falam o nome de Dilma e sua campanha para reeleição e, consequentemente, seu marqueteiro João Santana, a emissora golpista insinua que Dilma pagou o marqueteiro com verba da empresa Odebrecht. Um lance próprio de quem sente que seu projeto maior, no momento atual, a permanência do golpista Temer no governo, encontra-se em total anemia. Em direção ao seu ponto inicial: o sepulcro dos inomináveis.

Diante da acusação torpe, Dilma, com sua superioridade de mulher constituída pela virtude histórica que só os originais estadistas carregam – virtude histórica que nenhum golpistas é traspassado -, divulgou uma nota desmascarando a trapaça da emissora alienada e alienante.

Leia a nota e confirme a superioridade da presidenta do Brasil e a baixeza da emissora criada com o capital norte-americano, que apoiou a ditadura e, de quebra, conspirou diretamente para a concretização do golpe fogo-fátuo, já que se encontra “se desmanchando no ar (Marx)” da sordidez.

Acerca da divulgação do teor de conversas gravadas em que se atribui à presidenta Dilma Rousseff a solicitação de pagamento ao publicitário João Santana pela empresa Odebrecht, cumpre esclarecer que:

1. Todos os pagamentos feitos ao publicitário João Santana na campanha da reeleição de Dilma Rousseff totalizaram R$ 70 milhões (R$ 50 milhões no primeiro turno e R$ 20 milhões no segundo turno). Os referidos pagamentos foram regularmente contabilizados na prestação de contas aprovadas pelo TSE.

2. Os valores destinados ao pagamento do publicitário, conforme indica a prestação de contas, demonstram por si só a falsidade de qualquer tentativa de que teria havido outro pagamento não contabilizado para a remuneração dos serviços prestados.

3. É curioso que pessoas que estiveram distantes da coordenação da campanha presidencial, de sua tesouraria, possam dar informações de como foram pagos e contabilizados os recursos arrecadados legalmente para a sua realização. Comentários feitos em conversas entre terceiros e que não apontam a origem das informações não têm nenhuma credibilidade.

4. As tentativas de envolver o nome da presidenta Dilma Rousseff em situações das quais ela nunca participou ou teve qualquer responsabilidade são escusas e direcionadas. E só se explicam em razão de interesses inconfessáveis.

Assessoria de Imprensa
Presidenta Dilma Rousseff

 

A CENSURA É PROJEÇÃO PARANOICA DO CENSOR POR MEDO DO OBJETO CENSURADO. O JORNALISTA PAULO MOREIRA LEITE ENTREVISTARIA A SENADORA GRAZZIOTIN NA REDE BRASIL: FOI DEMITIDO

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Em seu estudo os instintos e seus destinos, Freud nos mostra como se processa a repressão na criança e como essa repressão se manifesta no consciente em forma de sintoma neurótico e psicótico. No consciente o sintoma é o inverso do produto reprimido no inconsciente da criança por força das duas repressões: a repressão primordial e a pós-repressão.

Como nosso objetivo não é apresentar um apanhado sobre o estudo do mentor da psicanálise, vamos apenas mostrar os estágios que se processam na criança na formação repressiva. Como, no caso específico, no censor.

Primeiro estágio: o impulso-instintivo-libido. Segundo estágio: a meta da libido-busca de prazer. Terceiro estágio: o objeto da meta como prazer. Quarto estágio: fonte do instinto. A criança em sua condição narcisa busca prazer instintual. A meta, como movimento, dirige a libido para o objeto do prazer. Porém, ocorre a repressão primordial: o instinto é inibido na meta. Mas ainda se desloca para logo em seguida sofrer a pós-repressão que vai paralisar a busca de prazer. A libido é dirigida para um dos pais como fonte do prazer, e a interdição é feita por um deles.

Reprimido o desejo, é elaborado o sintoma que se manifestará como conteúdo aceitável da consciência em forma mascarada de retorno do reprimido, sem ser o reprimido original, mas sua sublimação. O reprimido não toma lugar na consciência porque existe uma constante censura realizada pelo pré-consciente, superego.

A consciência do censor funciona como um superego social, mas, em verdade, é a projeção de seu estado de defesa contra o desejo reprimido direcionado para um dos genitores. Aí o sintoma paranoico. Não permitir que o desejo passado, quando criança, venha emergir na consciência, visto que o objeto que ele censura é objeto de desejo que lhe incomoda por sua atração. Assim, todo censor vive um ambiguidade paranoica: deseja o objeto, mas ao mesmo tempo o teme. É a mais terrível forma de inveja, já que ele jamais realizará esse desejo de possuir o objeto censurado.

O jornalista Paulo Moreira Leite apresentava todas as terças-feiras, às 23 horas, na Rede Brasil, o Programa Espaço Público. Um programa de entrevistas com pessoas atuantes nas mais variadas instâncias da sociedade brasileira. Cadeira cativa para o telespectador comprometido com os corpos materiais e imateriais do país. Ontem, dia 24, o jornalista entrevistaria a senadora do PCdoB do Amazonas, Vanessa Grazziotin. Logicamente a entrevista teria como pauta principal o momento atual do Brasil sob o cutelo do golpe comandado por parlamentares indigentes, as mídias capitalizadas e entreguistas e, mais, parte do judiciário.

A entrevista não poderia deixar de analisar, também, a sordidez revelada pelos comparsas, ex-senador Sérgio Machado, e o senador e ministro do desgoverno golpista Romero Jucá. Revelação que mostrou claramente para todo o Brasil – muitos já sabiam – o motivo do golpe e porque não havia como Dilma se defender contra a sórdida conspiração. O assunto por si mesmo não faltaria como tema do debate ainda mais porque a senadora Vanessa, durante a sessão de ontem, discursou analisando o comportamento golpista de Romero Jucá. Vanessa, na ocasião, mostrou o significado do diálogo entre os dois golpistas e seus desdobramentos sobre o golpe. Jucá ainda tentou defender o indefensável se dizendo inocente. Talvez porque seu amigo, ministro Gilmar Mendes, tenha dito na tarde de ontem que não via nada comprometedor no diálogo.

Como todo golpe é perpetrado e executado por pessoas com comportamentos duvidosos moralmente em função de que todo ato de usurpação é a exteriorização da inveja e do ódio dos impedidos na meta, não se poderia deixar de esperar a censura sobre o programa e a entrevista. Não deu outra: o atual diretor da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), Laerte Rimoli, amigo de Eduardo Cunha e indicado por ele para o cargo usurpado do verdadeiro diretor-presidente Ricardo Mello da EBC, censurou a entrevista e de quebra despachou o jornalista Paulo Moreira Leite.

A EBC foi criada no governo popular de Lula, em 2008. Ricardo Melo foi nomeado por Dilma no dia 3 de maio como seu diretor-presidente com mandato de quatro anos. Tendo o cargo usurpado por Temer, ele recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF). O STF ainda não se pronunciou. A usurpação viola um ato jurídico.

Laerte Rimoli quando foi indicado para o cargo para assumir como golpista, afirmou que iria devolver a Rede Brasil para a sociedade. A Rede Brasil era a inimiga preferida pela Rede Globo em função do crescimento de sua audiência. Sua programação criativa, corajosa, diversificada e inteligente, não é encontrada em nenhuma televisão comercial do Brasil. Como TV pública realizava o que se pede como compromisso na comunicação: serviço público e disciplina cívica. O que a TV Globo nunca teve, não tem e nunca terá, já que seu compromisso é com todas as formas de alienação promovidas pelo capitalismo.  

Agora, a Rede Brasil passará a ser sucursal da TV Globo. Quer dizer: enquanto Dilma não voltar.

 

EM SUA SEXTA EDIÇÃO O PROGRAMA PALAVRAS CRUZADAS APESENTADO POR PAULO MARKUN NA TV BRASIL, POR SEU FORMATO CONSERVADOR, DESTOA DE OUTROS PROGRAMAS COMO ESPAÇO PÚBLICO

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A TV Brasil é a única emissora de televisão do país que produz os corpos essenciais da comunicação: serviço público e o princípio cívico. Sua grade de programação, ao contrário das televisões comerciais como a TV Globo, proporciona aos telespectadores corpos sensoriais, cognitivos e éticos fundamentais para composição das relações comunitárias. O fator social precípuo para as existências dos meios de comunicação de massa. O que a torna uma emissora de grandeza social antagônica das emissoras que praticam a programação grotesca que cristaliza a sensibilidade, a cognição e a ética dos telespectadores tornando-os passivos e desativados sujeitos-sujeitados.

A rede de programação da TV Brasil, em seu corpo singular, é composta pela multiplicidade não numérica, mas qualitativa de programas que se manifestam em desejos infantis, juvenis e adultos. Da programação para crianças, passando pela juventude e os adultos, tudo é novidade. A criança é tratada como criança ativa e criativa, o mesmo ocorre com os jovens, principalmente os das periferias que continuamente mostram suas criações musicais, grafiteiras, funkeiras, rockeiras, cinematográficas e seus contagiantes poéticos saraus.

Reportagens nacionais e internacionais cujos personagens são camadas populares e trabalhos científicos que jamais serão exibidos nas televisões comerciais, fazem da TV Brasil uma emissora ganhadora de vários prêmios nacionais e internacionais.

A TV Brasil também proporciona ao seu público, programas de debates como o Espaço Público, apresentado todas às terças-feiras às 11 horas de Brasília, pelo jornalista engajado Paulo Moreira Leite. O Bralianas.org, apresentado todas às segundas-feiras também às 11horas de Brasília, pelo combativo e engajado jornalista Luiz Nassif. Todos esses programas convidam para participar do debate pessoas  comprometidas com as consciências políticas. Consciências politicas, porque não existem consciências políticas reacionárias, já que política é potência de vontade intensivamente produtora do novo. E não imobilidade conservadora do que já se encontra posto como defendem as consciências reacionárias.

O programa Palavras Cruzadas apresentado todas às quartas-feiras às 10:30, horário de Brasília, pelo jornalista Paulo Markun, chegou a sua sexta edição. O programa, além de ser apresentado por Paulo Markun, ex-apresentador do programa Roda Viva na TV Educativa, e que afirma se encontrar envolvido em política desde o ano de 1967, e escreveu o livro Meu Querido Vlado, sobre o jornalista Vladimir Herzog assassinado pelo ídolo de Bolsonaro, coronel Ustra Brilhante, também conta com três jornalistas convidados e a inteligente, corajosa, ilustre e honesta jornalista Tereza Cruvinel, representante da TV Brasil, para entrevistarem os convidados.

Salta diante da inteligência e do comprometimento político dos telespectadores da TV Brasil o caráter destoante do programa Palavra Cruzadas quando relacionado com os programas Espaço Público e Brasilianas.org. Enquanto os dois programas sempre convidam personagens conhecedoras dos temas no plano para além do senso comum e do tagarelar atual, permitindo cortes nas estruturas semióticas-apolíticas no corpo do poder dominante, o programa Palavras Cruzadas em suas edições foi quase todo configurado por personagens conservadores. Lógico que excluindo a participação de Tereza Cruvinel e poucos jornalistas como André Barrocal, da Carta Capital. No mais, são sempre funcionários de jornais reacionários como Estadão e Folha de São Paulo.

Entre os seis personagens convidados pelo jornalista Paulo Markun, ex- apresentador do programa Roda Viva da TV Educativa, para serem entrevistados, cinco são claramente conservadores. Ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia, ex-deputado federal Ibsen Pinheiro, membro do partido golpista PMDB, Francisco Rezek, ex-ministro dos desgovernos de Fernando Henrique, Edinho, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Dilma e o cientista político Marco Aurélio Nogueira, entrevistado da quarta-feira passada que se mostrou contra o pronunciamento da presidenta na Organização das Nações Unidas (ONU) contra o golpe, afirmou que os movimentos sociais estão deprimidos depois da votação da Câmara Federal, e afirmou, também, que há crime para o impeachment.

Como até as pedras que não rolam, por isso criam limo, sabem, se os golpistas depuserem Dilma, todas as produções populares criadas por Lula e Dilma vão ser implodidas. Até a TV Brasil, já que a televisão ímpar para os golpistas é o modelo TV Globo. O exemplo claro foi o que o PSDB de São Paulo fez com a TV Cultura. Significando que se a TV Brasil permanecer ela não terá mais sua essencialidade pública.

Daí, que o telespectador inteligente e comprometido, é levado a inferir que com o caráter conservador do programa Palavras Cruzadas, que por seu sentido conservador não cruza nenhuma palavra, visto que as palavras estão sempre em movimento, sempre abertas, sempre em variações, o jornalista Paulo Markun deverá ser o único que permanecerá com seu programa.

Paulo Moreira Leite e Luiz Nassif vão rolar. Para não dizer dançar, pois pode ser que eles não saibam dançar. Rolar é mais fácil.

LEVANTE POPULAR, MOVIMENTO SEM TERRA E ENTIDADES INDÍGENAS, REALIZARAM MANIFESTAÇÃO CONTRA A ETERNA GOLPISTA REDE GLOBO

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A Rede Globo é o que é: a exacerbação da inutilidade. Basta observar sem muita atenção sensitiva, cognitiva e ética para confirmar essa realidade aviltante. Sua grade de programação e seus apresentadores só confirmam. Não há um programa na TV Globo constituído de corpos democráticos que proporcionem respeito à sensibilidade, inteligência e o espírito ético dos telespectadores.

Desde sua fundação até o dia de hoje sempre foi assim: uma rede de programação voltada para a alienação e o lucro. Mas para isso foi preciso primeiro se solidificar como uma emissora voltada à bajulação dos superiores, como ocorreu na ditadura, e forte relação com os governos.

Com esse sintoma antidemocrático, a Rede Globo é useira e vezeira em matéria de golpe. É por essa síndrome antidemocrática que ela é hoje a emissora mais rejeitada pela população brasileira. Em todo canto e recanto do país sempre se ouve a entoação do que já virou hino de dignidade contra a conspiradora: “O Povo não é bobo! Fora a Rede Globo!”. “Abaixa a Rede Globo”, e outras entonações nacionalistas e progressistas.

Com essa compreensão o Movimento Levante Popular de Juventude, o Movimento Sem Terra e entidades indígenas, além de outras representações, realizaram um ato de protesto contra a useira e vezeira da conspiração contra governos populares.

Foi uma verdadeira festa!

COMO A TV GLOBO NÃO PODE AUTO PSIQUIATRIZAR SUA PATOLOGIA ANTIDEMOCRÁTICA CABE AO GOVERNO RECORRER À JUSTIÇA

O Povo N_o _ Bobo, abaixo a Rede Globo Manifesta__es pelas ruas do pa_s.  'Protestos contra a Globo deveriam ser di_rios', diz cientista pol_tico

Atavicamente a genética antidemocrática da TV Globo vem muito antes de sua fundação em abril de 1965. Muito antes, o jornal O Globo e a Rádio Globo, comandados por seu patriarca Irineu Marinho, já mostrava seu pathos infectado por corpos opostos ao convivi com as multiplicidades dos iguais. O encadeamento das potências de todos que constituem a Substância-Democracia que nos mostra o filósofo Spinoza.

Como grande parte da sociedade brasileira sabe, a família Marinho mostra sua personalidade antidemocrática de forma explícita e sem qualquer constrangimento, quando começa a perseguir Getúlio Vargas junto com outro inimigo da democracia Carlos Lacerda, do partido reacionário UDN.

Depois o ódio antidemocrata passou a ser projetado no ainda candidato Juscelino Kubitschek expressado no estereótipo golpista: não pode se candidatar, se se candidatar não pode vencer, se vencer não pode assumir, se assumir não pode governar. Mas o ódio não pôde interromper a democracia e JK governou nacionalisticamente o Brasil, criou Brasília e de quebra industrializou o país.

Depois de JK veio Jânio, narcisista-histérico que em função de “forças estranhas”, segundo ele, levou-o à renúncia. Quando entra João Goulart, Jango, a família Marinho continua tramando contra a democracia e o Brasil em favor do capital norte-americano que já contava com alguns personagens no interior do país elaborando o golpe.

Consumado o golpe em 31 de março de 1964, a família Marinho, agora sob o comando de Roberto Marinho, passou a auxiliar a ditadura civil-militar instalada no Brasil. Em 1965, é fundada a TV Globo com capital norte-americano ligado ao grupo Time Life. Um capital que é proibido pela Constituição quando se trata de meios de comunicação de massa. Assim, durante todo o período da ditadura a TV Globo, o jornal O Globo, a Folha de São Paulo e Estadão, foram braços auxiliares do Estado de Exceção implantado no país.

Com a abertura política Tancredo Neves quase no poder, morre e entra Sarney. E a TV Globo que era contra as Diretas Já, jogou suas garras ambiciosas. Para conseguir maiores privilégios ela passa a propagar e defender a candidatura de Collor. Botou fé, porém a fé logo acabou quando ela sentiu que havia um sentimento contrário ao governo do falso caçador de marajá. Que Lula chamava na época de caçador de maracujá. Com a queda de Collor ela se envolveu com Itamar. Veio Fernando Henrique e ela se sentiu totalmente em casa.

Em 2003, um novo processual político, ou outra subjetividade política, se faz real objetividade: Lula. Antes ela tentou todas as formas de trapaças para que Lula não fosse eleito. Tentou repetir o que fez em favor de Collor contra Lula. Não deu: o Brasil era outro. Os movimentos sociais, que formaram a base da eleição de Lula, já eram a nova objetividade do Brasil. Mesmo assim ela continuou conspirando. Lula foi eleito duas vezes, mas sempre sendo sabotado por ela.

Lula ajudou a eleger Dilma. A TV Globo desesperou em sua psicopatologia golpista. Durante todo o primeiro governo de Dilma ela não deu trégua. Cotidianamente publicou matérias falsas contra o governo. Nas eleições de 2014, ela exacerbou sua psicopatologia golpista. Derrota junto com seus pares direitistas, ela passou a liderar a conspiração golpista com outros ressentidos como Aécio, Serra, Carlos Sampaio, Agripino Mais Roberto Freire, Alckmin, entre outros “honestos” pedindo o impeachment de Dilma. Aliada com Moro, juiz responsável pela Operação Lava Jato, chegando a lhe premiar, acreditou que poderia conseguir seu intento psicopatológico: frustração geral.

Como se trata de um transtorno psiquiátrico é bom lembrar que o ódio é produto de uma ou várias interdições violentas impostas pelos pais sobre os filhos que ficam, no momento da interdição-traumática em forma de repressão, paralisados, física e psicologicamente, concentrando a energia reprimida em si. Quando adultos, ao invés de procurarem encontrar a causa de seus ódios neles mesmos como resultado da interdição cruel dos pais, esses adultos passam a procurar no exterior, pessoas, entidades, instituições, grupos, etc., para servirem de elementos de suas projeções. Investir seus ódios internos nelas. Quando na verdade elas odeiam, elas mesmas, porque não conseguiram se rebelar contra a interdição brutal dos pais. Elas têm medo de seus ódios e por isso procuram vitimar quem não aparece igual a elas.

Assim, como o caso da TV Globo – ela e outras que odeiam a democracia como Veja, Época, IstoÉ, Folha, Estadão – é explícito caso psicopatológico e ela não vai jamais se auto-psiquiatrizar para mudar sua conduta em relação aos governos populares, é certa a posição do governo Dilma recorrer à Justiça para tentar impedir os delírios midiáticos da TV Globo que são projetados nesse governo.

É lógico que se a TV Globo se submetesse a um tratamento psiquiátrico materialista – nada de psiquiatria idealista -, embora um tratamento não seja rápido, Dilma não precisaria recorrer à Justiça. Mas como a realidade da TV Globo é outra e dissipa o real, o governo tem que recorrer à Justiça. 

 

 

RECORRENDO A CENSURA, FORÇA ANTIDEMOCRÁTICA, REDE GLOBO AMEAÇA BLOGUEIROS COM PROCESSO POR PUBLICAR MATÉRIAS QUE A ACUSAM

 

Antiglobo

Uma mostra inconteste de que os tempos do monopólio jornalístico na comunicação por meio das famílias-midiáticas mudaram. A Rede Globo resolveu ameaçar de processo os blogs e sites que divulgarem notícias referentes sua relação com a empresa Mossack Fontana, o caso Miriam Dutra que afirmou ser ela responsável junto Fernando Henrique e o pasquim Veja por seu exílio para proteger o ‘príncipe’.

Os blogs e sites sujos estão realmente realizando a revolução midiática. O império fantasia começou a sentir o mundo real. O mundo que não é o que ele, império-midiático, alucina e delira. É por isso que hoje a maioria dos brasileiros sabe que há um complô contra Lula para que ele não seja candidato em 2014. A opinião pública não é a opinião das mídias familiares e outras instituições que se tomam como deusas incontestes.

A investida de ameaça processante chegou ao Cafezinho, do jornalista Miguel Rosário que publicou a matéria “Bomba! O mapa genealógico da Mossack Fonseca e Rede Globo”. E ao Diário do Centro do Mundo, do jornalista Paulo Nogueira que sabe muito sobre as mídias-familiares, que publicou “Exclusivo: Nosso Repórter foi ao verdadeiro tríplex: o dos Marinho”.

Para realizar essa censura, a Rede Globo deve ter como argumento que as matérias não correspondem a verdade. Então, é necessário que os democratas perseguidos pela Rede Globo com matérias sem sustentação real, aproveitem essa pedagogia promovida pela entidade e também passem a ameaçá-la de processos, já que todo dia ela enche seus meios de comunicação com informações capciosas e inverídicas.  

Os tempos são outros! A Blogosfera pratica e protege a democracia contra seus inimigos midiáticos imperiais.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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