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SONEGAÇÃO DA GLOBO”, DOCUMENTÁRIO PRODUZIDO PELO SITE DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO E FINANCIADO PELOS LEITORES

Uma grande parte da sociedade brasileira já conhece a corrupção praticada pela TV Globo quando do contrato para cobertura da Copa do Mundo de 2002. Essa mesma parte da sociedade brasileira sabe que pudor e honestidade são valores impraticados pelos defensores do sistema capitalistas, já que para atingir o objetivo maior desse sistema que é o lucro máximo, todo ato vale, mesmos os desonestos. Para esses personagens, o seu amor maior é a certeza da lucratividade consumada como sua própria alma, como diz o filósofo Marx. O capital é a alma do capitalista.

E mais. Essa grande parte da sociedade brasileira sabe que a Rede Globo, mesmo sendo historicamente conhecida como conspiradora, aficionada pelos regimes ditatoriais e compulsivamente oral em relação ao lucro, se contorce toda em uma simulação de que é honesta, principalmente quando encontra-se em pauta alguém que ela julga sua inimiga. Como vem ocorrendo com a Operação Lava Jato em que encontram-se em suspeição, alguns membros dos partidos aliados do governo federal e do Partido dos Trabalhadores.

A simulação é irmã gêmea do farisaísmo e de quebra parente do arrivista. Na simulação o sujeito finge ser o que não é. A Globo finge ser honesta não sendo. Assim, é o fariseu. Representa honestidade quando é desonesto. O arrivista para se dá bem, recorrer a todos meios e estratégias que possam lhe beneficiar. A Globo é todo essa trindade de calculismo condenável.

O documentário inédito e revolucionário Sonegação da Globo, produzido pelo site Diário do Centro do Mundo, conduzido pelo íntegro jornalista Paulo Nogueira e financiado pelos leitores, mostra que a Globo é traspassada por essa trindade. A sociedade brasileira passou a constatar essa deplorável realidade que atenta contra a democracia, depois que o Blog Cafezinho, apresentado pelo jornalista Miguel Rosário, divulgou documentos da fraude em que afirma que a Globo deixou de pagar à Receita Federal uma dívida, por sonegação, de mais de 613 milhões e que agora ultrapassa 1 bilhão.

Assista o vídeo, faça sua análise, tome sua posição e, caso for democrática, distribua esse vídeo. Como se diz na linguagem virtual: espire o vírus.

A LÓGICA DA PREMIAÇÃO DOS HOMENS CATIVOS

prospecto-grito-dos-excluidos-finalO filósofo Nietzsche afirma que existem dois tipos de homens. Os homens livres e os homens cativos. Os livres agem por si mesmos. Procuram sempre o que se movimenta como novo. Sua linguagem é a novidade. Os homens cativos apenas reproduzem o que sua família, classe e profissão lhes proporcionam. Não carregam nada de novo. Espera-se deles sempre o mesmo: o produto que lhes fizeram cativos.

Como ser cativo é cultuar a tradição, não importando de que forma essa tradição foi constituída, já que ela não passa pela crítica da suspeita, esse tipo de homem responde sempre ao que lhe é endereçado da forma mais comum. Como ele não carrega a suspeita, tudo lhe parece normal e moral.

Na história da humanidade nós sempre nos defrontamos como categorias de classes e posições sociais. Sendo que na sociedade capitalista essa realidade torna-se mais visível e muito bem aceitável pela maioria. A sociedade capitalista como uma imanência corporificada por elementos paranoicos usa um tipo de objeto de controle para melhor vigiar, punir e premiar seus componentes. Esse objeto, para ter melhor eficiência, é divido em três estratos, de acordo com os filósofos Deleuze e Guattari.

Como um corpo estriado, portanto, segmentador, ela põe e dispõe seus membros de forma tal que eles encontram extrema dificuldade de escapar de seus laços capturadores. E não importa a classe. Todos passam pela mesma máquina de controle para se comportarem como homens cativos. Assim, que sua funcionalidade é selecionar, classificar e hierarquizar. Para isso ela lança mão de vários seguimentos capazes de materializar esse propósito de controle.

A família, a escola, a igreja, a fábrica, a repartição pública, as forças armadas, o esporte, todos recorrem à lógica da seleção, classificação e hierarquização. Como é entendível, os que aceitam esse estriamento ou prática de segmentar, se reconhecem neles. O que significa que têm prazer quando são bem selecionados e elevados a outro plano de sua profissão ou função.

Deleuze e Guattari dizem que Édipo não existe, mas as pessoas se deixam edipianizar, defendendo seus fluxos castradores. A necessidade de reconhecimento é forma de edipianização da parte daquele que se sente premiado por alguém que considera importante. Ou seja, superior a si. No Édipo, o tal alguém, simbolicamente, representa o pai. E sendo a figura-simbólica do pai, não precisa de suspeita se ele tem ou não tem os instrumentos necessários para determinar a premiação: ele é a Lei.

Mas não basta apenas o eco de Édipo para que alguém se sinta feliz por ser elevado pela premiação. É preciso, também, que esse alguém seja orgulhoso, vaidoso, caso contrário não acredita na premiação. O filósofo Spinoza diz que o orgulho é uma ideia que alguém tem de si superior ao que é. O orgulho é a própria vaidade. Uma espécie de narcisismo em que o vaidoso se ama sem precisar de uma prova do real. Nesse caso é a dissipação da realidade. “Eu me basto, mas se alguém quiser reconhecer, melhor. Mas nada me toca”

Da parte daquele que concede a premiação ele se toma – imaginariamente – como o próprio Édipo/Pai. Tem o saber e os critérios de justiça para escolher, selecionar e hierarquizar, pela premiação, o seu escolhido. Ou seja, é um deus terreno. Ou melhor, sofre de Complexo de Deus. O que é uma ideia delirante. Como é já é do conhecimento da maioria da população brasileira, a Rede Globo tem aversão à democracia. Sua história é a história clara da conspiração contra os governos democráticos que, para ela, não lhes interessam. Daí, porque apoiou a ditadura civil-militar.

Hoje, a Rede Globo, continua em sua sina – ou fica melhor sanha?- de conspiradora, tramando contra os governos populares de Lula e Dilma. Como se encontra em andamento os trabalhos da Operação Lava Jato em que aparece a Petrobrás, ela decidiu, delirando que daria mais seriedade ao fato, premiar o juiz Moro, responsável pela operação. E ele, impulsionado por seus afetos pessoais, acatou. E, como deixa transparecer em fotografia, se sentiu bem ao ser reconhecido, pela Globo, por seu trabalho frente à operação. O que significa dizer, que a Rede Globo tem os instrumentos sapientes e justos para escolher, selecionar e hierarquizar alguém democraticamente.

Mas não é essa a verdade para a maioria da população. A prova já foi mostrada pela filha do escritor, músico, ator, e comunista Mario Lago. Ela luta para por fim ao prêmio que a Rede Globo instituiu com o nome de seu pai. E que já homenageou até figuras como o bem-mandado Bonner Simpson.

Do que é fácil perceber e constatar, a maioria da população brasileira pretende mais homens livre do que homens cativos, pois são os livres que produzem democracia. Pretende que prevaleça a certeza dos filósofos Deleuze e Guattari: Édipo não existe!

MOVIMENTOS CONVOCAM ATO PELO FIM DA REDE GLOBO EM TODO BRASIL

Movimentos de esquerda, partidos e sindicatos convocam manifestação pelo fim da Rede Globo em todo Brasil

Por Bruno Barbosa

Movimentos pela rede estão convocando manifestações em todo o Brasil pelo fim da Rede Globo. O objetivo é pedir a cassação dos direitos de transmissão da Rede de Televisão dos Marinho.

A Rede Globo de Televisão foi fundada em 26 de abril de 1965 pelo empresário Roberto Marinho e está no ar faz 49 anos. É assistida por cerca de 150 milhões de pessoas diariamente, sejam elas no Brasil ou no exterior, por meio da TV Globo Internacional.

Movimentos de esquerda, páginas e partidos estão convocando uma manifestação através das Redes Sociais e sites para o dia 01/04 ás 17 horas nas sedes da Rede Globo e filiadas em todo o país.

O dia simbólico 01 de abril, dia que ocorrerá a manifestação, é conhecido pelo dia da mentira, por isso os organizadores dizem que não há dia melhor que represente a Rede Globo.

A  cassação da concessão de uma emissora é um processo simples, que pode ser feito por qualquer cidadão,instituição ou sindicato, perante a constituição

É feito e protocolado o pedido e enviado a presidente da República ou o ministério das comunicações e quem dá a palavra final é o ministro das comunicações. Os motivos devem ser descritos e claros, e a decisão não pode ser recorrida.

Por ser a maior rede de televisão do país e uma das maiores do mundo, a emissora possui uma capacidade sem paralelo de influenciar a cultura, a política e a opinião pública. Desde a sua fundação, a empresa possui um longo histórico de controvérsias em suas relações com a sociedade brasileira, que vão desde seu apoio ao regime militar até a influência em eleições presidenciais do período democrático, como em 1989.

A história nos mostra que a Rede Globo é uma inimiga da democracia, apoiando o golpe militar (cujo a mesma já admitiu essa informação), sabotou as eleições de 1989 elegendo Collor, sonegou impostos milionários em 2002 na Copa do Mundo e hoje conspira contra a democracia.

A lei é clara e mostra que a cassação já deveria ter ocorrido:

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Para confirmar presença no ato, clique aqui.

Leia aqui e assine o abaixo assinado pela cassação da concessão da emissora.

GREGOS MOSTRAM COMO A GLOBO É OLIGARCA COM SEU 1 MILHÃO GEOMÉTRICO: A DISCIPLINA DA DESIGUALDADE

TESEIONAinda ecoa a tentativa ditatorial e monopolista da TV Globo, e seus congêneres, em querer fazer a sociedade brasileira acreditar em sua indigência sensorial e cognitiva. Recorrendo a mágica-visual, ou melhor, teletecnológica, a TV Globo, junto com Polícia Militar de São Paulo, quis fazer passar como real uma irrealidade.

Divulgou de forma hipocondríaca, que havia nas ruas de São Paulo, a antiga pauliceia desvairada, 1 milhão de participantes, quando não passou de 210 mil, de acordo com o reacionário, comparsa dela, instituto Datafolha que também revelou, em outras pesquisa, que 82% dos imobilizados votaram em Aécio, 37% tem simpatia pelo PSDB e 74% participaram pela primeira vez do tipo de evento. Logico, que envolvida pelo espirito dos mal amados: mostrar que era grande o número de descontentes com o governo Dilma e, ao mesmo tempo, com o espirito dos impedidos na meta, os frustrados, gritar em tom-histeria, que era a vitória sobre o movimento das esquerdas ocorrido no dia 13. O número que ela mais teme e seus aficionados analfabetos políticos.

Na verdade, com seu milhão, a Globo só confirmou o que os gregos já sabiam a maioria da sociedade brasileira sabe. Ela é oligarca, já diziam os gregos. Ele, o povo  criança da antiguidade, daí sua sabedoria, singeleza, singularidade, afirmava que a democracia ensina a aritmética porque ela é a disciplina da igualdade. Já a oligarquia ensinava a geometria por ser a disciplina da desigualdade. Não por um simples acaso que os gregos chamavam a democracia de sociedade dos amigos. Assim, como não foi por acaso que a filósofa Bárbara Cassin, em sua obra Ensaios Sofístico, diz que democracia grega era a igualdade dos diferentes. O conhecido pletos: a igualdade do plural.

Daí que os gregos nos conduzem para o entendimento de que a Globo olha e entende as individuações como formas compactas próprias para serem sinteticamente definidas. Com seu olhar formal, nada a ver com a Gestalt teoria das formas, seria exigir demais da Globo, ela limita tudo em um espaço autoconcebido. ‘Olha, ali naquela calçada tem dez. Então, tem 5 mil pessoas”. O mundo para ela é uma miríades de formas limitadas no interior e no exterior sem qualquer possibilidade de movimento. Para ela a representação figurativa da circunferência é anterior a ideia do circulo, por isso sua veracidade. O filósofo da liberdade Sartre, se fosse se preocupar com esse destrambelhamento perceptivo e cognitivo que ela oferece aos seus obliterados gêmeos, diria que ela tem consciência de engenheiro.

Não que os gregos fossem o Oráculo de Delfos cujas profecias chegariam ao tempo da Globo, mas eles entendiam que existem grupos patológicos – foram eles que contribuíram com os conceitos usados na psicologia, psiquiatria e psicanálise – que ultrapassam os tempos históricos. E a oligarquia é um deles, porque se trata de um grupo que se considera privilegiado e que para defender seus privilégios pretende impor seus interesses – patológicos – de grupo. Em linguagem midiática brasileira: o monopólio da Globo.

Porém, nos dizem os gregos-democratas, uma oligarquia não toma o poder e mantem sozinha precisa de aficionados. No caso específico da oligarca Globo, precisa de sujeitos-sujeitados que sirvam também de seus defensores, por semelhança, como Fernando Henrique, Aécio Neves, Alckmin, Agripino, Roberto Freire, empresários, canastrões, decrépitos lambanceiros do espectro rock, e outros  analfabetos profissionais do tipo dos médicos analfabetos políticos.

Em um plano ilustrativo das formas geométricas, ficaria assim: a Globo no meio; no primeiro círculo exterior, Fernando Henrique e seus gêmeos; no segundo círculo exterior, os empresários; no terceiro círculo exterior, a burguesia-ignara-branca-parasitária; e no último círculo, os decrépitos do tédio, histriônicos-deprimidos autocognominados de artistas. Protegendo todos os círculos uma muralha. Nada a ver com Muralha de Kafka, essa tinha potência, não paranoica, mas deviriana como dizem os filósofos Deleuze e Guattari. A muralha da oligarquia é construída pelas forças oprimidas da dor, inveja, ressentimento, má consciência, todos os corpos reativos que niilisticamente conspiram contra a vida. Alucinação e delírio, porque a vida não pode ser atingida pela inatividade reativa.

E o que nos ensinam os gregos, nós democratas? Primeiro eles nos conduzem a um grande grególogo: o filósofo Hegel- que foi muito combatido por Marx, com razão – ele, nos mostrar que não devemos tomar o particular como absoluto. Depois eles nos conduzem a Foucault que, inspirado em Nietzsche, nos diz que não devemos pensar contra o objeto antagônico, porque pensar contra ele é ser ele, Encontra-se preso a ele. E eles completam nos mostrando Spinoza: a democracia é a Substância em si mesma, criada por si mesma. O que para o nosso caso tem dois fundamentos. Pensar o antagônico é se colocar contra a produção, já que a produção é um devir. O criado por si mesmo prescinde de um corpo patogênico.

 Mais concretamente, não pensar nos oligarcas, significa saber que eles mesmos se destroem entre eles mesmos. Eles estão juntos de acordo com a geometria da Globo, mas são individualistas  e profundamente ambiciosos. Como o clássico paranoico, eles desconfiam um dos outros. Eles não formam a massa que fala Nietzsche, em que cada pessoa mantém sua individualidade como potência criativa. Eles formam uma massa circular, com todos isolados em seus interesses. Por isso a oligarquia é a prática da desigualdade.

Não esquecer que um grupo surge das particularidades. O grupo oligarca é grupo na forma, por tal seus membros defendem seus próprios interesses. É esse seu corpo-suicida. O que a democracia não carrega, porque é individuação e singularidade.

A oligarquia trabalha com numeral, a unidade molar, a democracia com o numerante, o corpo molecular. A oligarquia é um corpo fechado pela sobrecodificação territorializada. A democracia é um devir aberto-desterritorializado como descodificação.

ERRA QUEM ACREDITA QUE A GLOBO FAZ A BURGUESIA ACREDITAR NELA. O DESEJO DA BURGUESIA TAMBÉM É FASCISTA, DIRIA O PSIQUIATRA REICH

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Diante do questionamento, no período da Segunda Guerra Mundial, sobre a ascensão do nazismo na Alemanha, emergiram posições díspares sobre a ocorrência humanamente funesta. Para alguns as massas foram seduzidas pelo discurso nazista praticado por Hitler. O que colocaria as massas como meras peças da maquina-paranoica tirando delas qualquer corpo de ação que as pudesse conceder responsabilidade à posição que ficaram. Ou seja, seriam pobres coitadas e ingênuas sem vontade de potência. O que não é verdade, como bem observa o filósofo Jean Baudrillard em seu tratado sobre as massas silenciosas.

Todavia, uma inferência que escapou das afirmações superficiais, foi produzida pelo psiquiatra criador da obra a Psicologia de Massa do Fascismo W. Reich. Ele afirmou que estava convencido de que as massas não foram seduzidas e enganadas pela doutrina nazista, mas que elas a desejavam.

Pois bem, durante a exibição da imobilidade da classe burguesa brasileira ocorrida no domingo, alguns democratas do jornalismo inteligente, cometeram um erro – foi erro, não equívoco – ao afirmar que a TV Globo tomou posicionamento que estava levando a classe burguesa a se colocar contra o governo popular reapresentado pela presidenta Dilma Vana Rousseff. O que concederia à TV Globo um poder que ela não tem. Ela não tem qualquer eficiência para produzir disposições e raciocínios-volitivos em qualquer individuou que seja. A TV Globo sofre de indigência afetiva e cognitiva. Ela tem os sentidos e a cognição obliterados. Basta observar sua grade de programação. Claro exemplo, o aético Jornal Nacional.

Em verdade, o que vem ocorrendo no Brasil, pós-governos-populares, é que a burguesia brasileira está expressando, sem qualquer pejo – não podia ter pejo – o seu discurso fascista. E para isso não precisa aprender com nenhum professor virtual. O que ocorre é que ela somente identifica sua subjetividade-fascista com a subjetividade do professor-fascista, pois ambos são doutrinados por esse discurso. O desejo de poder é o mesmo. A burguesia e os meios de comunicação alienados são produtos do mesmo discurso. O que significa que estão regrados, disciplinados, ordenados, enunciados, ritualizados, selecionados, hierarquizados pelos mesmos códigos do discurso fascista a que foram submetidos durantes séculos.

O que a TV Globo proporcionou, como diz o filósofo Michel Foucault, em sua minúscula obra vibrátil A Ordem do Discurso, “não há nada de espantoso, visto que o discurso – como a psicanálise nos mostrou – não é simplesmente aquilo que manifesta (ou oculta) o desejo; é, também, aquilo que é o objeto do desejo; e visto que – isto a história não cessa de nos ensinar – o discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas aquilo por que, pelo que se luta, o poder do qual nos queremos apoderar”. A burguesia, também representada e defendida pelos meios de comunicação, em seu discurso, afirma que deseja o poder. Mas o poder fascista. E não há como negar essa realidade quando se testemunha que todos seus rituais gestuais e discursivos afirmam. Ela é o supremo sujeito do enunciado da semiótica fascista.

Para ajudar um pouco na demonstração que a burguesia é produto do discurso fascista e não é influenciada por ninguém para assim ser, vamos recorrer a uma enunciação do filósofo Clèment Rosset, em seu inquietante livro, Alegria a Força Maior. Rosset para mostrar que as pessoas ocultam realidades para poderem se relacionar com os outros descreve a seguinte situação. Uma família rica tem filhos que se tratam com cordialidades, afetos amigáveis e satisfatórios entre si, com a morte dos pais, têm que dividir a herança. Resultado: iniciam uma briga geral entre eles. Sentimentos de ódio e ambição se mostram. Então, Rosset, pergunta: foi o dinheiro que fez com que eles passassem a se odiar? E responde: não, eles já eram assim. Já eram traspassados por esses afetos tristes. O dinheiro apenas possibilitou as manifestações odiosas.

Assim, é o fascismo da burguesia brasileira que deseja o poder. Ele existe antes dos governos populares de Lula e Dilma, mas só agora ele se manifestou, porque são governos que expressam códigos sociais que ele odeia como respeito aos negros, as homossexuais, as mulheres, aos trabalhadores, as empregadas domésticas, ao pequeno agricultor, as religiões afros, etc., códigos que o fascismo odeia.

Compreender o fascismo é compreender porque ele recorre ao farisaísmo para tentar atingir seu objetivo. Com ele as virtudes são transformadas em vícios, mas de forma oculta. Por exemplo, ele berra contra a corrupção quando é ele mesmo é corrupto. Vide a lista do HSBC, a Lava Jato, a sonegação da Globo, etc. Invertendo a moeda, para clarificar o conceito de virtudes. O fascista é ambicioso, trapaceiro, covarde, desonesto, vaidoso, hipócrita, invejoso, odiento, ressentido, prepotente, embrutecido, fálico, misógino, mas ele apresenta esses vícios como virtudes.

É por isso que ser burguês fascista não é privilégio só dos capitalistas. Existem burgueses fascistas em todas as classes. Basta observar como eles cultuam esses vícios como virtudes, porque ser burguês fascista é um modo de ser reativo. O filósofo Nietzsche chama de niilistas, os que odeiam a vida como vontade de potência. Lutam contra a vida. Cultuam a dor e não o amor. E quando falam de amor falam como dominação. A não-dialética senhor e escravo.

Na realidade a burguesia fascista cultua a lógica-moral do senhor e o escravo que nos mostra Nietzsche. É escravo, não pode ser amigo. É senhor, não pode ter amigo. Os que se apresentaram nas ruas no domingo cumpliciados com a TV Globo, são assim. Eles não são amigos. Embora o discurso seja o mesmo, porque o discurso fascista é paranoico: todos são ameaças.

Daí, porque um governo fascista é um perigo contra a humanidade.

FREUD EXPLICA O CARÁTER ANAL-RETENTIVO DAS DISTEITAS E JORNALISTA DO EL PAÍS, AFONSO BENITES, EXEMPLIFICA COM O FASCISTA MARCELLO REIS, QUE VENDE OBJETOS CONTRA DILMA E O PT

precatFreud se conhecesse as direitas do Brasil não teria dificuldade alguma em chegar aos inconscientes dessas pútridas aberrações. Afirmaria, em um átimo, que se trata do clássico caráter anal-retentivo em forma de ódio, inveja e obstinação-compulsiva em querer tudo explodir impulsionado por suas dificuldades em lidar com suas fezes retidas e transfiguradas em suas vidas posteriores como usura, ambição, trapaça, desonestidade, inveja, cobiça, medo, traição e outros corpos repressores anais.

Por isso, elas não se importam com qualquer consequência deletéria . Muito menos com a democracia que para elas é sua inimiga maior, porque impede a realização de seus anseios-pervertidos. Para isso, Freud, explica e resolve: a perversão é o desejo que se desviou de sua meta-objetal como libido e foi transmutado em sintoma. Razão porque é impossível tratar racionalmente com as direitas. As direitas não pensam, só repetem estereótipos-fantasmáticos. Ou seja, representações que não saíram da experiência direta com o mundo, mas como abstrações elaboradas pelas superstições.   

Freud como era um democrata pacifista, aí sua relação com Einstein, provavelmente analisando o caráter anal-retentivo das direitas, que estão com os desejos investidos de forma arcaica no ânus, posto que não conseguiram o desenvolvimento psicossexual normal para atingir a maturidade genital, daí suas formações reativas como sintomas de inveja destruidora contra os que amam, principalmente os que concretizam o amor solidário como os governos populares, gargalharia com seu humor ácido diante do espetáculo que elas exibem sem qualquer preocupação que os outros, através de suas cognições, as tenham como objetos desprezíveis.

E, consequentemente, as tendo como inúteis e desprovidas de qualquer ameaça ao país, já que se trata tão somente de tentativas de sublimações de suas frustrações sintomatizadas pelas repressões que lhes deixaram “impedidas na meta”, como afirma Freud, as tomariam como mero histrionismo – sem o verdadeiro histrião – divorciado de fluxo histórico. Paródia-paranoica fálica narcisista.

Como é sabido da maioria da população, Freud fez escola. E a prova é a matéria escrita pelo jornalista do jornal espanhol El País, Afonso Benites. Ele não usa os termos técnicos da psicanálise, mas interpreta facilmente o caráter do reativo de Marcello Reis, que foi chamado de fascista pelo deputado Paulo Pimenta.

Como um modelo de sujeito-sujeitado da extrema-direita, ele vem aproveitando a projeção-anal que eles mesmos colocaram como suas pautas para tentar atacar Dilma – tentar, porque não conseguem atingir Dilma, ela é superior às aberrações da gente miúda -, e fazer dessa tentativa um mercado lucrativo que fascina outros anais-desesperados. Lance próprio de capitalista em que tudo para ele vira mercadoria-lucro, como afirma o filósofo Marx, que também sabia que o dinheiro é o símbolo da merda. Por isso que todo burguês fede. Não adianta banho com os perfumes mais caros e considerados os mais fluentes. Uma prova? As dondocas das panelas.

Então, é entendível que como esse anais-retentivos projetam sua inveja em Dilma por ela ser mulher, o que caracteriza misoginia, homens e mulheres que não construíram a imago de uma mãe boa, como diria a psicanalista Meleine Klein,os objetos vendidos como camisetas, bonés, bandeiras, etc., são nada mais do representações fálicas dos conflitos edipianos como aliança materna-castradora. Esses objetos são fetiches. E como Freud afirmou, o fetiche é o símbolo substituto do pênis que a criança fantasiou na mãe.

Assim, agora estamos no mercado misógino anal-retentivo, edipiano-castrador-fetichista. Nada que possa atingir Dilma que não tem qualquer responsabilidade dessa culpa materna que as direitas projetam na sociedade como se a sociedade fosse um passeio uterino.

Vamos ao Freud do jornalista Afonso Benites.

O COMÉRCIO DO IMPEACHMENT

Afonso Benites, no El País

Um empresário de São Paulo que se diz falido pelo Governo do PT. Uma publicitária que mora no Mato Grosso e vive “de renda”. Esses são alguns dos comerciantes que se aproveitam do movimento quepede o impeachment de Dilma Rousseff (PT) para ganhar dinheiro ou para financiar os protestos. Vendendo camisetas a 99 reais e adesivos a 3,50, Marcello Reis, de 40 anos, e Letícia Balaroti, de 28, estão na linha de frente dos produtos anti-Dilma.

Reis é um dos líderes do projeto Revoltados On Line, um grupo formado nas redes sociais que se manifesta contra a corrupção. Nos últimos anos, ganhou notoriedade (e seguidores no Facebook) ao pedir o impeachment da presidenta petista e ao se apresentar ao lado de figuras públicas como o músico Lobão, um feroz crítico do petismo que pediu votos para Aécio Neves (PSDB) no pleito passado.

Para garantir o pagamento da estrutura usada nos protestos promovidos por ele, como um trio elétrico de 20.000 reais,  Reis vende camisetas, bonés e adesivos na internet. Um kit, com uma camiseta polo preta, um boné e cinco adesivos custa de 175 a 195 reais, de acordo com o tamanho. Se for levar só a camiseta com uma faixa presidencial pela metade e os dizeres “Deus, Família e Liberdade”, o cliente gastaria 99 reais. Isso sem contar o frete. “É um preço justo porque o material é importado. É de boa qualidade e não temos uma confecção própria”, explica Marcello Reis, que diz ter fechado uma empresa de segurança da informação porque não quis participar do “jogo sujo do serviço público”.

Descrevendo-se como apartidário, e demitido de uma agência de comunicação há dois meses, Reis agora se empenha exclusivamente no movimento que pede a saída de Rousseff do cargo. Ele alega que sua demissão do último emprego ocorrera porque o deputado petista Paulo Pimenta o acusou de fascista e de militante de extrema direita durante o protesto que motivou o fechamento do Congresso Nacional no ano passado. Desde então, Reis passa dia e noite vendendo os produtos anti-Dilma e coletando assinaturas na internet para ingressar com o pedido de impeachment.

“Ele (o deputado) me chamou de neonazista porque sou desprovido de cabelo. Mas estou longe de ser extremista, muito menos nazista. Sou só um cidadão politizado que é contra esta roubalheira toda”, justifica-se.

Outros empreendedores, à primeira vista menos militantes, também parecem ter farejado negócio na onda anti-PT. A camiseteria online NM vende uma camiseta com o mote do impeachment por 39,90 reais. Procurados, os representantes da loja não se manifestaram.

A MÍDIA PÚBLICA PODERÁ PROPICIAR UMA NOVA DIMENSÃO NA COMUNICAÇÃO NO BRASIL EM FUNÇÃO DE SEU POTENCIAL

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A comunicação pública no Brasil, dada sua dimensão, poderá propiciar uma nova realidade no sistema comunicacional. Para isso basta que se torne um sistema integrado, já que são mais de 5 mil veículos públicos no país. Fato que não ocorre em nenhuma parte do mundo. Para o secretário de Audiovisual do Ministério da Cultura, Mário Henrique Borgneth, que participou do Fórum Brasil de Comunicação Pública 2014, a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) deve ter um papel estratégico nesse contexto criando condições estruturais para a integração.

A EBC atuaria precisaria de investimento em conhecimento e infraestrutura e incentivos através de políticas públicas. Também seria preciso uma eficiente liderança que visualize as demandas do sistema como regionalização, regulação, investimento e financiamento que poderiam tirar do estado atual em que se encontra parte dos sistemas comunitários.

“São mais de 5 mil veículos públicos no Brasil. Não há nenhum sistema privado no mundo com essa dimensão. Pensar isso como sistema significa resgatar parte substancial do mandato da EBC como linha estruturadora do sistema, como segmentos comunitários, legislativos, universitários, educativos e culturais.

Enquanto o Estado pagar a conta do público e não houver veículo genuinamente estatal, ele vai buscar esse canal onde ele estiver. A tentação é muito grande, até o embate com mídia comercial é cruel.

A audiência no campo público, é diferente do privado, e está associada à reputação e à identidade que temos que construir, que envolve valores e cidadania com o objetivo de equipar o cidadão para que ele possa sonhar. E, quando perceber isso, ele estabelecerá vínculos afetivos e de confiança com o veículo público e com a sociedade.

É preciso que a sociedade se enxergue nos veículos. Ou seja, tem de se oferecer canais para a sociedade. Precisamos de identificação; de um canal permanente de pertencimento.

Muitas vezes os veículos caem numa cilada de buscar uma fotografia do Brasil de uma falsa harmonia, falsamente confundida com o Brasil oficial, chapa-branca. Quando não se enxerga o contraditório, as contradições e os conflitos, o veículo público empurra essa reputação para o campo do oficialismo. Mas não somos governos. Somos sociedade. E quanto mais aprofundarmos essa identidade, menor será a vergonha do investimento social feito nos veículos públicos de comunicação”, analisou Mário Henrique.

FÓRUM BRASIL DE COMUNICAÇÃO PÚBLICA 2014 DISCUTE FIM DO MONOPÓLIO DAS MÍDIAS E BUSCA DE IGUALDADE

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É do conhecimento até dos desinformados que o caso das mídias é um caso de política. Política no sentido mais sintético: a potência social. Mas como se vive em uma democracia representativa, é lógico que essa potência também se estende até o Congresso, embora a maioria de seus representantes não seja traspassada por essa potência.

 É caso de política, porque só a política pode enfraquecer e afastar todas as formas de tiranias, visto que as tiranias são resultantes do fracasso da política. E é isso que se observa e se lamenta quando se trata das mídias no Brasil. Há no país uma verdadeira tirania das mídias comandada pelas Organizações Marinho, especificamente, Rede Globo conjuminada com os jornais Folha de São Paulo, Estadão, Globo, revistas Veja, Época, IstoÉ, e inúmeras emissoras de rádios.

Essa tirania, de certa maneira, é beneficiada pelas verbas distribuídas pelo governo federal de forma não igualitária, privilegiando poucas concessões de televisão e rádio, onde a TV Globo aparece como a mais beneficiada, abocanhando 88% do montante da verba para publicidade. E com o desplante de se fazer a maior força opositora usada contra os governos populares. Embora, em todos os períodos de eleições presidenciais essas mídias se manifestem como o mais forte cabo-eleitoral que trabalha contra o candidato do governo, todavia, nessas eleições elas exorbitaram de suas tiranias fascistas. Como ficou explícito o caso da suja revista Veja que ampliou seu jornalismo terrorista contra a candidata à reeleição Dilma Vana Rousseff, cujo sujo intento não foi alcançado. Dilma foi reeleita para o bem da democracia.

Pois é com esse objetivo de analisar e buscar novas formas de política midiática que está sendo realizado o Fórum Brasil de Comunicação Pública 2014 na Câmara dos Deputados. Na abertura a deputada do PCdoB, Jandira Feghalli falou sobre as mídias comerciais e sua ingerência nas eleições e das mídias alternativas. Participaram também do fórum autoridades e parlamentares.

“Temos agora, a oportunidade de fazer esse debate em um período pós-eleitoral, no qual se viu o embate da mídia comercial brasileira e forma como ela entra nas decisões políticas brasileiras.

Pudemos ver que, livres ou alternativas, as mídias se comportaram de outra forma durante o processo político eleitoral. Além disso, enquanto mais de 2 mil rádios comunitárias estão sendo processadas há uma Editora Abril agindo da forma como agiu”, observou a deputada.

Orlando Guilhon, da Associação de Rádios Públicas do Brasil (Arpub), disse que é difícil os gestores desses veículos mostrarem essa ideia diferente para a sociedade.

“A própria EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), mostra isso. Precisamos ter mais dinheiro para, inclusive, fazer propaganda e divulgação, na busca de audiência para esses veículos, e fazer contraponto à mídia comercial, sem se tornar chapa branca”, disse Orlando Guilhon.

Para Nelson Breve, presidente da EBC, a sociedade deve tomar posição para fazer com que a comunicação pública seja uma questão de Estado.

“Se não reivindicar e não pressionar quem tem poder para decidir as prioridades do Estado, os recursos da comunicação pública sempre serão escassos para o desafio. Até porque é muito caro fazer comunicação, em função da necessidade de uma base de infraestrutura muito forte e sustentável.

O país precisa de uma comunicação pública independente, democrática e apartidária. Eu já tornei pública minha posição sobre isso em outras oportunidades. Sou a favor da desvinculação da EBC e Secom.

Há mais de 5 mil emissoras públicas em todo o país. Com isso, a dificuldade na construção de unidade na diversidade. E isso não é fácil fazer, seguindo princípios e objetivos comuns, e sem um bom modelo de governança”, afirmou Breve.

O que se torna necessário nessa questão é a participação da sociedade civil como potência capaz de influir na aprovação da lei da democratização dos meios de comunicação. Com isso a sociedade já estará mostrando o que tipo de mídia pretende para si e qual a realidade comunicacional lhe é necessária.

ATIVISTAS DA DEMOCRATIZAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO QUEREM QUE O TEMA SEJA INTERNACIONALIZADO

campanha-midia-democratica

Várias entidades que atuam ativamente pela democratização dos meios de comunicação no Brasil, se reuniram ontem para debater o tema e traça meta para participação no Fórum Mundial de Mídia Livre que ocorrera em março de 2013, na Tunísia.

O tema principal debatido na reunião foi a internacionalização do tema democratização das mídias no Brasil. Para os ativistas é preciso que os grupos internacionais de ativistas que lutam pela mídia livre fique sabendo do que ocorre no Brasil e exerçam fora para que a situação mude. Para os ativistas sem a participação internacional fica difícil conseguir a democratização da comunicação em virtude da força que os grupos de mídias reacionárias têm no país, principalmente como censura de notícias em relação aos países latinos e os próprios movimentos sociais.

“Organizar mais coletivamente a nossa participação em um processo internacional, que tende a devolver ao Brasil a pressão pela democratização da mídia.

As agendas dos movimentos sociais não são tratadas pela nossa mídia. Quando são tratadas, são distorcidas, os movimentos são criminalizados e aquilo que nós estamos dizendo não é ouvido.

Amanhã nós temos reunião com organizações do Fórum Mundial Social, para que organizações que não são da comunicação assumam esta pauta”, observou Rita Freire, ativista da Ciranda Internacional da Comunicação.

“Se nós não tivermos ações políticas internacionais, buscando a garantia de espaços democráticos de comunicação, nós vamos continuar tendo dificuldades internas. Porque o fluxo de comunicação que chega ao Brasil sobre o mundo é muito desequilibrado.

O cidadão brasileiro tem dificuldade de ter informação fidedigna por causa do filtro ideológico imposto pelas grandes mídias. O que a gente recebe de informação que vem da Venezuela, do que acontece na Argentina, no Uruguai, no Equador, isso para falar do continente em estamos habitando, mas fora do continente é pior ainda” comentou Renata Mielli, do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).

DESESPERO DE CANDIDATURA DE AÉCIO NEVER RECORRE À PESQUISA FRAUDULENTA REVERBERADA PELA MÍDIA CAPITALISTA

Novamente ao anoitecer de sábado, dia 11.10.2014, mais uma pesquisa eleitoral fraudulenta do segundo turno foi divulgada. Desta vez realizada pela SENSUS Data World Pesquisa e Consultoria S/C Ltda, instituto muitas vezes denunciado pelo próprio PSDB por fraude, que semelhante ao Instituto Paraná resolveu solicitar para si a pesquisa e lhe efetuando o pagamento da bagatela de R$ 110.000,00 pelo trabalho. Virou moda o próprio instituto pagar a si “pesquisa” feita.

A pesquisa é uma fraude.  Como pode, dados tão elevados,18% para o candidato das direitas acontecerem tão rápidos contradizendo o que o DATAFOLHA e o IBOPE fizeram até o dia 9 de outubro de 2014? Na pesquisa dos dois institutos constatou-se  empate técnico que motivou prejuízo na Bolsa e tristeza nas hostes psdbistas, pois esperavam números surpreendentes. Isso não aconteceu.   

Nessa “pesquisa” da SENSUS aconteceu um fenômeno nunca dantes visto. Votos fixos da presidenta Dilma Rousseff migraram para Aécio. No primeiro turno a presidenta obtivera 41,39%. Agora está, segundo a fraude, com 41,2%. Todos os votos de Marina foram para Aécio.

O que é mais estranho. Aécio Never captou todos os votos  brancos e nulos. A somatória de 58,8 + 41,2 é igual a 100%.

A justificativa para tão descalabra preferência é de que está vencendo em todas as regiões do Brasil e motivado por dois fatores: a entrada de vários políticos vencedores no primeiro turno como Tasso Jereissati, no Ceará, o empenho de ACM Neto na Bahia, Richa no Paraná, Serra em São Paulo dentre outros. Esses candidatos não estiveram com ele no primeiro turno?

Outra justificativa foi o vazamento de forma parcial e mal intencionada do depoimento de Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Yousseff no caso Petrobras de forma ilegal contrariando preceitos jurídicos. 

Evidentemente que isso é uma forma para se justificar uma fraude, pois segundo  Ricardo Guedes,  que controla o Instituto SENSUS, no seu delírio fraudulento “Aécio já está eleito.”

Cuidado brasileiros, eles não têm qualquer sinal de pudor.    

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL DIVULGA TEMPO DOS CANDIDATOS NO RÁDIO E TELEVISÃO

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou o tempo que os candidatos à Presidência poderão usar em suas campanhas no rádio e na televisão a partir de 19 de agosto. Mas o plenário do tribunal ainda vai votar o plano de divulgação definitiva depois que as coligações tiverem conhecimento da minuta.

Se houver segundo turno, cada candidato terá 10 minutos para apresentar suas propostas.

O tempo dos candidatos ficou assim.

  • Coligação Com a Força do Povo que tem Dilma (PT) como candidata, 11 minutos e 48 segundos.
  • Coligação Muda Brasil que Aécio Neves (PSDB) como candidato terá 4 minutos e 31 segundos.
  • Coligação Unidos pelo Brasil que tem Eduardo Campos (PSB) como candidato vai ter 1 minuto e 49 segundos.
  • Pastor Everaldo (PSC), 1 minuto e 8 segundos.
  • Eduardo Jorge (PV), 1 minuto e um segundo.
  • Luciana Genro (PSOL), 51 segundos.
  • Eymael (PSDC), 47 segundos.
  • Levy Fidelix (PRTB) 45 segundos.
  • Zé Maria (PSTU), 45 segundos.
  • Mauro Iasi (PCB), 45 segundos.
  • Rui Costa Pimenta (PCO), 45 segundos.

Dia 5 de agosto o TSE fará o sorteio para definir a ordem da exibição dos candidatos.

À PEDIDO DE AÉCIO, POLICIAIS APREENDEM COMPUTADORES DA PRODUTORA REBECA MAFRA E PSDB DIVULGA NOTA SE ISENTANDO DA AÇÃO.

A produtora de TV Rebeca Mafra

É notório em Minas Gerais o conhecimento da população sobre o fato de que o senador Aécio Neves, candidato do PSDB à disputa da Presidência, mantém terrível censura sobre jornalistas que lhe são contrários. Entretanto, como a comunicação não fica aprisionada entre muralhas esse conhecimento passou a ser também de uma grande parte da sociedade brasileira. E para confirmar esse conhecimento, meses passados os assistentes de Aécio entraram na Justiça de São Paulo pedindo que ela autorizasse que todos os sites, blog e ferramentas do Google que tivessem informações que desabonassem Aécio, fossem retiradas da rede. A Justiça e o Google negaram.

No dia 11, policiais da 5ªDP do Rio de Janeiro, entraram na casa da produtora Rebeca Mafra, do Canal Brasil e aprenderam computadores e outros instrumentos relativos ao mundo virtual da internet. Segundo eles, a mando de Aécio. A produtora Rebeca Mafra fora acusada de fazer parte de um grupo de pessoa que veiculam na rede matérias contra o candidato das direitas.

Rebeca por sua vez, negou a acusação e fiou muito preocupada com a violência afirmando que as pessoas que foram acusadas juntas com ela, não são de seu conhecimento. Agora, se considera uma pessoa perseguida politicamente.

“Eu virei perseguida política de um dia para o outro. Eu nunca posto nada de política em rede social. Tenho amigos muito engajados que não sofreram abusos deste tipo. Eu não faço parte do eleitorado dele, mas nunca difamei ninguém. Me sinto insegura. Teria de haver um técnico para que ele realizasse a perícia dos dados sem levar nada, mas levaram isso tudo para o 5ªDP”, disse Rebeca Mafra.

Diante do ocorrido, o PSDB, partido do censor, divulgou nota afirmando que não tem nada a ver com o fato.

“O PSDB, em nenhum momento, requereu a realização de busca e apreensão de quaisquer equipamentos ou documentos, sejam em residências ou em sede de empresas”, diz a nota.

O certo é, que verdadeiro ou não verdadeiro, o que se comenta sobre os modos de ser de Aécio já se circula no Brasil, muito antes de torna coqueluche na internet. Da sua fama de menino criado com um burguesinho que se aproveitou da fama do avô para entrar na chamada política, é muito antes das enunciações na rede.

E o pior, para ele, é que essas enunciações podem até ser censuradas na rede, o que possivelmente não será, mas não serão censuradas nas conversas nas residências, bares, ruas, becos, vielas, igrejas, hospitais, e outros carnavais. E mais, essa censura sobre Rebeca Mafra, vai ser de objeto para que pessoas imaginem que o que se diz sobre ele, é verdade. Por isso, ele quer esconder.

E são eles que afirmam que o governo Dilma quer a democratização da comunicação através da Lei dos Médios para estabelecer a censura.

VÍDEO DE LULA AO BLOG DA CIDADANIA. “NÓS TEMOS UMA IMPRENSA QUE EU NUNCA VI NADA DE SEMELHANTE DE ATAQUE A UMA PRESIDENTA COMO EU VEJO A IMPRENSA BRASILEIRA ATACAR A PRESIDENTA DILMA”

Veja o vídeo e saiba mais sobre a imprensa odiosa.

VAI TER COPA, BANHEIRO, PRIVADA, SALA, QUARTO, CORREDOR, ALPENDRE, CALÇADA E OUTROS COMPARTIMENTOS SEGUNDO CLOACA NEWS CAFÉ & ASPIRINAS

Veja o vídeo.

SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO DENUNCIAM A REDE GLOBO. MAIOR FORTUNA DO BRASIL

Globo Espectro

Jornalistas da Rede Globo confiam na mediação do Ministério do Trabalho para erradicar irregularidades que têm se multiplicado na emissora. Redução em salários, assédio moral, acúmulo de funções, jornadas de 13 dias sem folga e banco de horas negativo foram algumas das denúncias apresentadas por cerca de 40 profissionais da empresa que estiveram reunidos com o Sindicato por mais de duas horas na tarde desta terça-feira (06/05) em um colégio do Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio. A mesa redonda com o ministério poderá ajudar a esclarecer possíveis ilegalidades cometidas pela Globo no processo de reestruturação em curso.

A reunião foi convocada a pedido dos jornalistas da Rede Globo após redução abrupta nos salários, desde março, por uma decisão da empresa de evitar que seus funcionários trabalhem além da jornada legal de cinco horas mais duas extras. O problema é que essas horas extras robusteciam a remuneração dos jornalistas, em um sistema estimulado pela emissora, já que a média do salário-base por lá é baixo. Há casos de profissionais que perderam R$ 2.000 de um mês para o outro.

Como compensação, a Globo ofereceu uma indenização calculada sobre a média das horas extras pagas nos últimos seis meses. A compensação, de baixo valor e que não resolve a perda mensal nos salários, é encarada pelos jornalistas e pelo Sindicato como um ‘cala boca’ oferecido pela empresa.

As justificativas dadas pelo setor de Capital Humano – nome do departamento de recursos humanos da Rede Globo – aos funcionários foram um verdadeiro festival de assédio moral. Os jornalistas relataram que foram chamados um a um para conversar com analistas de recursos humanos, que não respondiam de forma clara as perguntas e até chegaram a espalhar boatos de que jornalistas fraudavam o ponto para ganhar mais. O gestor direto era chamado a participar em muitas dessas reuniões, numa atitude claramente intimidatória.

Pelo fim do ‘cheque especial’ do banco de horas

Para além dos salários, os jornalistas da Rede Globo também se queixaram do sistema de banco de horas, em que começam o mês devendo 21 horas – que seriam relativas aos sábados não trabalhados. O Sindicato reiterou que a prática é ilegal, apesar de estar disseminada nas redações do Rio que adotaram o controle de ponto. A Justiça entende que a empresa deve abonar as horas dos dias em que não requisita o funcionário. O fim desse ‘cheque especial’ do banco de horas deverá ser negociado com os patrões nas rodadas da campanha salarial.

Acúmulo e desvio de funções, jornadas de até 13 dias sem folga e a obrigatoriedade de tirar uma hora de descanso no meio do expediente são outros assuntos que deverão ser tratados na conversa com a mediação do Ministério do Trabalho. Ficou acertado no encontro de segunda-feira que uma nova reunião será marcada no mesmo local, em dois horários, para atrair mais jornalistas insatisfeitos com o desrespeito aos direitos trabalhistas na Rede Globo. 

LULA ABRE O 4° ENCONTRO DE BLOGUEIROS E ATIVISTAS DIGITAIS E DIZ QUE A LEI DOS MEIOS VAI SAIR

A criação do marco regulatório no Brasil, a liberdade que não deve ser confundida com censura, desconcentração de rádios e televisões, o regime de água de Cantareira que atinge a população, e amis outros temas foram comentado pelo ex-presidente Lula durante a abertura do 4° Encontro de Blogueiros e Ativistas Digitais que ocorre em São Paulo.

“Eu me dou o direito de dar entrevista para quem eu quero, na hora que eu quero. Fico impressionado com violência que a grande mídia tratou a entrevista que dei para os blogueiros.

Tenho viajado pelo mundo todo fazendo este debate, mas o que vejo aqui é uma mídia que desanca o país. Todo mundo de bom senso tem que saber que ninguém quer censurar ninguém. O que queremos apenas é liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós. Hoje, tenho mais consciência da briga pela regulação do que tinha ontem. Deus queira que amanhã eu tenha mais, porque quanto mais aumenta nossa consciência, mais aumenta nossa vontade de brigar. Daqui pra frente, toda vez que puder abrir a boca, a questão da regulação estará como palavra para gente puder mudar esse país.

Todas as democráticas do mundo contam com mecanismo de regulação dos meios de comunicação. Nos Estados Unidos há proibição da chamada propriedade cruzada. Em outros países, como Portugal, Espanha, França e Itália há leis que tratam dos meios de comunicação. Não dizer que isso é censura, ou que estamos querendo controlar os meios de comunicação. Estou citando países capitalistas. Não venham dizer que eu sou esquerdista. Nem citei a Venezuela do saudoso presidente Chávez.

Na questão da Cantareira, se fosse da tua responsabilidade Haddad, o que teria acontecido com você? Se eles têm capacidade de ressuscitar o tal volume morto, por que não fizeram antes?

A natureza está implacável. Mas tenho certeza. Fui visitar o Cantareira 40 anos atrás. De lá pra cá, as cidades cresceram uma barbaridade. Ninguém pensou em fazer mais um poço? Ou será que eles pensam que nordestino que vem aqui não bebe água? Poderiam ter cuidado melhor. Cadê o planejamento? Cadê o choque de gestão?

Eu começo a me preocupar porque já vivi momentos com o que a gente está vivendo hoje. Momento de dispersão de vontade. Um certo momento de falta de perspectiva de um futuro melhor. As pessoas não conseguem enxergar o que vai acontecer.

Pelo que vejo, todo santo dia há uma tentativa de desmoralizar não apenas a política. Há uma tentativa de desmoralizar as instituições. Nós, que temos responsabilidade, precisamos voltar a ter orgulho de fazer as coisas”, discursou Lula.

EM COMUNICAÇÃO ONLINE, DILMA, AFIRMA QUE A SOCEDADE SERÁ RESPONSÁVEL PELA REGULAMENTAÇÃO DO MARCO CIVIL DA INTERNET

Para responder algumas questões de brasileiros referentes ao Marco Civil da Internet, assim como sua regulamentação, a presidenta Dilma Vana Rousseff se comunicou via online e proporcionou bons momentos de conversa-virtual (se é que é possível realizar conversa na virtualidade teletecnológica: a simulação do real) com mais 1,2 mil acessantes.

SOBRE A REGULAMENTAÇÃO

“O armazenamento de dados não afeta a liberdade individual porque é vedado às empresas e aos governos a violação da privacidade de dados, seja no que se refere às pessoas, no que se refere às empresas e ao governo.

Haverá um decreto regulamentando essa lei. Ele será discutido amplamente pela internet e com toda a sociedade, para que nós possamos aprimorar cada vez mais esse dispositivo que assegura a privacidade, coibindo eventuais abusos.

Às únicas exceções no Marco Civil, no que se refere à exigência de medidas judiciais para retirada de conteúdo, são materiais com cenas de nudez ou ato sexual de caráter privado. O intuito é de proteção, em especial de mulheres, com privacidade violada pelos parceiros.

SOBRE OS DIREITO OFFLINE E ONLINE

Os direitos que as pessoas têm off-line devem ser também protegido online. A NetMundial, que ocorre agora em São Paulo, vem impulsionar esse esforço, e mostra como o mundo quer, defende e luta por mudanças na situação vigente e pelo fortalecimento da liberdade de expressão e da privacidade na internet.

Por isso, acreditamos que nenhum país tem o direito, sob quaisquer alegações, de espionar pessoas, empresas e outros países.

SOBRE CORRUPÇÃO E INTERNET

Nós devemos combater a corrupção no país por todos os métodos, inclusive por meio da internet, e o marco civil, agora aprovado, garante que não há possibilidade de censura de conteúdo de nenhuma forma. E muito menos de páginas na internet que protestam contra a corrupção. Pelo contrário. Todos aqueles que o fazem terão seu direito à livre expressão e podem contar com a minha parceria.

SOBRE DATA CENTERS

O governo não irá insistir para implantar data centers no país. Consideramos superado este debate pelo Parágrafo 3º do Artigo 11, justamente a obrigação para os provedores de conexão e aplicação de cumprir a legislação brasileira, referente à coleta, guarda, armazenamento ou tratamento de dados.

SOBRE PROVEDORES

Os provedores e conexão e aplicações de internet deverão prestar, na forma de regulamentação, informações que permitam a verificação quanto ao cumprimento da legislação brasileira referente à coleta, a guarda, ao armazenamento ou ao tratamento de dados, bem quanto ao respeito à privacidade e ao sigilo de comunicação”.

MARCO CIVIL DA INTERNET É APROVADO NO SENADO: VITÓRIA DA SOCIEDADE E O GOVERNO DILMA SOBRE AS MÍDIAS-VORAZES

Agora, só precisa da sanção da presidenta Dilma Vana Rousseff. O Senado aprovou por unanimidade o texto do Projeto de Lei Marco Civil da Internet sem alteração. Em uma democracia real não precisaria comemorar o feito, o Marco Civil da Internet ocorreria livremente, mas como temo uma democracia representativa viciada com um grande número de parlamentares antidemocratas, o feito deve ser comemorado.

Deve ser comemorado porque o Projeto de Lei do Marco Civil da Internet é uma produção da sociedade brasileira com seus seguimentos militantes e o governo federal da presidenta Dilma Vana Rousseff, que sempre esteve preocupada com os direitos usuários e suas liberdades no uso da internet. Dilma aumentou sua atuação para que o projeto de lei fosse aprovado depois que foi denunciado o sistema de espionagem promovido pelo governo Obama à vários governos do mundo, inclusive o governo do Brasil, assim como, também, órgãos e cidadãos.

O texto em sua forma integral garante tratamento isonômico aos pacotes de dados sem que o uso dos conteúdos dependa do valor pago. Todos os conteúdos apresentados na internet devem ter o mesmo tratamento. Direito do usuário à privacidade, inviolabilidade e sigilo das comunicações pela internet. Os e-mails só deverão ser lidos pelo emissor e o receptor. Essa segurança deve ser proporcionada pelas empresas. Proteção a dados pessoais e registros de conexão. É ilegal a cooperação das empresas de internet com órgãos de informação estrangeira. Foi usando a ilegalidade que a Agência Nacional de Segurança (SNA) dos Estados Unidos espionou milhões de e-mails de pessoas.

A votação não foi fácil, porque os alcunhados oposicionistas tentaram impedir que o projeto de lei fosse logo votado. Chegaram a apresentar algumas emendas, não tiveram o sucesso ambicionado. O candidato da burguesia-ignara, Aécio, do partido reacionário e porta-voz dos empresários e banqueiros, PSDB, desabafou intolerante.

“Infelizmente, o rolo compressor (do governo) prevaleceu”.

Coisa de Aécio. O que importa é que com a aprovação do Marco Civil da Internet o Brasil amplia seu conceito de democracia que referente às regras da internet, encontra-se à frente de muitos países considerados desenvolvidos. 

Parabéns para todos nós! Não adiantou a direita fazer lobby contrário para beneficiar as empresas de mídia de mercado. As vorazes.

SBT DIVULGA NOTA AFIRMANDO QUE SHEHERAZADE NÃO FARÁ MAIS COMENTÁRIOS NOS SEUS TELEJORNAIS

Diante de forte contestação de vários seguimentos da sociedade brasileira como Parlamento, Direitos Humanos e outras entidades que lutam pela solidariedade social e o respeito pela integridade de todos, e ainda sob a ameaça de ter suas verbas de publicidades do governo federal suspensas, o SBT, sistema de televisão de Sílvio Santos, vulgo “quem quer dinheiro”, divulgou nota afirmando que sua comentarista de telejornais, Raquel Sheherazade, não fará mais comentários.

A MORAL DA DUBLÊ DE JORNALISTA

Sheherazade tem mais pinta de dublê – como muitos das TVs reacionárias – de jornalista do que realmente presença de jornalista real. Durante alguns tempos ela, vinha fazendo uso da TV para sublimar algumas de suas fantasias de poder. Como por exemplo, se tomar como juíza e condenadora do que toma como sendo errado. Até que em uma de suas autosessões, que não era nenhum conto da carochinha, ela extrapolou o texto de sua sublimação megalomaníaca. Fez apologia à tortura ao defender no jornal do SBT, alguns nazifascistas, moradores do Rio, autocognominados de justiceiros porque os mesmos haviam prendido um adolescente negro acusado de furto, amarrado em um poste nu, cortado um pedaço de sua orelha, depois de lhe terem espancado.

A IDENTIFICAÇÃO COM OS AGRESSORES

Diante da covarde agressão, Sheherazade se solidarizou com os torturadores, e ainda tentou debochar dos que lutam pelos direitos humanos propondo uma campanha:   ”Adote um bandido”. Um comportamento próprio de quem, como dublê de jornalista, não sabe que os meios de comunicação em uma democracia devem ser exercidos como serviço público e disciplina cívica. Ainda mais, o meio de comunicação televiso que, como o rádio, é concessão pública concedida pelo governo federal.

A NOTA DO SBT

“Em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Raquel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo Jornalismo da emissora em forma de Editorial.

Essa medida tem como objetivo preservar nosso apresentadores Raquel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do SBT Brasil”, diz a nota.

Diante da decisão do SBT, a dublê de jornalista, em rompante de independência ilusória, disse: “Sempre terei opinião, e talvez encontre outra forma de exibi-la que não seja pelo SBT Brasil”.

A ECOLALIA DO MODELO PARANOICO

É claro que não se trata da opinião dela. Ela é apenas uma redundância, uma ressonância, um clone, uma ecolalia, um pleonasmo, produzido pelo sistema capitalista de comunicação para difundir uma moral desumana para fazer prevalecer um discurso paranoico que deixe parte da população a mercê dos que propagam a violência como forma de paz. E é a essa realidade ressonadora que ela chama de opinião-própria. Tudo que milhares reverberam se iludindo que são autores das sentenças expressadas, quando são só agentes propagadores de um modelo. Um triste mimema linguístico. Um buraco-negro semiótico dominante.

ECOS REPRESSORES DO ÓDIO DE SHEHERAZADE SOBRE AS DEPUTADAS MANUELA D’ ÁVILA E JANDIRA FEGHALI: ESTÃO SENDO AMEAÇADAS

Apologia da brutalidade é discurso e prática dos que são carregados por corpos odiosos contra o mundo. Consequência das perturbações na faculdade racional que conduz a uma moralidade individualista, mas que contrai grupos. Só que grupos em números, com cada participante preso em sua individualidade.

Fácil de entender o episódio. A dublê de jornalista da TVS de Silvio Santos, vulgo “quem quer dinheiro”, usou uma edição do programa em que dubla o papel de âncora e desencadeou sua apologia a favor do terrorismo social. Disse que os justiceiros estavam certos em prender e espancar em via pública os malfeitores da lei. E ainda usou o slogan: “Leve um bandido para casa”. Declarações que até psicólogo-dogmático entende.

Diante da afronta a racionalidade e a ética da sociedade brasileira, as deputadas federais Jandira Feghali e Manuela D’ Ávila, ambas do PD do B, resolveram entrar com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo abertura de inquérito contra a dublê de jornalista por apologia ao crime. Foi pedido também s suspensão da verba que o governo federal concede à emissora do “quem quer dinheiro”.

Diante do irracional e imoral episódio, o procurador-geral da República, disse ver o caso “com muita preocupação”.

“Incitação é crime e não se insere na liberdade de imprensa. A veiculação de práticas discriminatórias e de racismo, no meu entendimento, também não se insere na liberdade de imprensa”, disse Rodrigo Janot.

Agora, justiceiros fazem eco a conduta repressora da dublê de jornalista, estão ameaçando as duas deputadas através de telefones e internet. Suas mensagens são próprias de psicopatas, como ameaça de estrupo e tiro na cabeça. Para se protegerem contra os covardes anônimos (?), as duas pediram que a Polícia Federal investigue os autores das ameaças.

“As trajetórias políticas dos parlamentares do PC do B não podem ser desvirtuadas por um grupo que não consegue enfrentar o debate de ideias. Os anônimos que aqui se perpetuam na base da mentira e do ódio serão investigados e responderão na Justiça por seus feitos”, disse a deputada Feghali.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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