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SENADO REAFIRMA SEU ESPÍRITO ANTIDEMOCRÁTICIO: LIBERA AÉCIO PARA A BALADA. EDUARDO BRAGA E OMAR AZIZ, DO AMAZONAS, VOTARAM COMO SEMPRE VOTAM: CONTRA A DEMOCRACIA

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 Simples de entender. O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o afastamento de Aécio, Mineirinho, Neves de seu cargo no Senado e lhe impôs a ordem de não poder sair pela noite. Depois, o próprio STF, decidiu que essas medidas cautelares deveriam ser julgadas pelo Senado. Como o Senado é composto, em sua maioria, por sujeitos-sujeitados sem qualquer dimensão política, não deu outra: 44 dos despossuídos  de dimensão política concederam a Aécio, o igual, direito para voltar às baladas.

   Há quem ainda lamente, se surpreenda, se diga envergonhado. Trata-se dos iludidos e analfabetos políticos que não sabem de que corpos se compõe o Congresso Nacional. Esqueceram da festa da imoralidade que essas aberrações proporcionam com a cassação dos direitos de mais de 54 milhões de eleitores, com o golpe que destituiu a presidenta Dilma do governo popular inaugurado por Lula.

   Não há porque se surpreender. A realidade congressista é esta: um corpo abjeto. Claro que tirando os 26 senadores que votaram pela saída do boêmio-mineiro envolvido com o transporte de mala de dinheiro.

O GOLPISTA TEMER ESCREVE CARTA AOS SEUS SEMELHANTES SE DIZENDO INDIGNADO COM A “CONSPIRAÇÃO” PARA DERRUBÁ-LO

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Todo golpe não é só um atentado contra a democracia e a política, como essência dos cidadão que vivem em sociedade, mas também a  demonstração da aberração que domina os golpistas. O que significa que todo golpista não é perpassado pelo valor-afeto pudor, honradez e moralidade. No contexto geral de uma sociedade um golpista é um corpo corrompido democraticamente. O golpista não vivenciou, em seus percursos existenciais, a singularidade da alteridade entre os indivíduos que os transformam em potência humanidade. O viver em sociedade pela sensibilidade, razão e ética.

Quando um golpista desespera afirmando que lhe estão perseguindo, qualquer democrata sabe que ele não fala a verdade, porque ele, em seu universo aberrante, não sabe o que é perseguição, em virtude de não conter em si a dimensão da honradez que incomoda o perseguidor. Dilma pode falar em perseguição em função de ter sido atingida pela imoralidade das aberrações.

Temer é o líder do golpe. O golpe foi a perseguição e execução cruel sobre democracia amparada em mais de 54 milhões de votos livres. Nenhum democrata persegue o golpista Temer. Os democratas apenas lutam pelo movimento real do existir político do Brasil que foi violentado pelos golpistas das mídias, parte do judiciário, empresários e parlamentares.

Daí que a perseguição que Temer se refere é o comportamento de seus próprios semelhantes que visam mais ganhos materiais e não democráticos. Por isso, o seu desabafo missivista é apenas entre eles mesmos. Apesar de causar nos democratas um certo significado hilário. Ele um conspirador lamentar afirmando que há uma “conspiração” contra si.

“São muitos os que me aconselham a nada dizer a respeito dos episódios que atingiram diretamente a minha honra. Mas para mim é inadmissível. Não posso silenciar. Não devo silenciar”.

“Jamais poderia acreditar que houvesse uma conspiração para me derrubar da Presidência da República. Mas os fatos me convenceram. E são incontestáveis”.

“Agora trazem de volta um delinquente conhecido de várias delações premiadas não cumpridas para mentir, investindo contra o presidente, contra o Congresso Nacional, contra os parlamentares e partidos políticos”, diz trechos da carta.

Coisas de Temer, o honrado.

AO APAGAR DE SEUS REFLETORES, JANOT DENUNCIA TEMER AO STF POR OBSTRUÇÃO À JUSTIÇA E ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

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 Com os dias contados, Janot se despede dos refletores da mídia aberrante e de seu comparsas denunciando mais uma vez seu aliado de golpe o imprestável Temer.

   Aproveitando os seus últimos dias no cargo da Procuradoria-Geral da República, que lhe concedeu glamour que jamais teria, Rodrigo Janot, deixará, com grande tristeza, é lógico, o cargo de procurador-geral da República indicado pela presidenta Dilma Vana Rousseff a quem retribuiu se aliando aos golpistas, e mantendo essa posição até hoje quando se colocou contra a proposta de anulação do golpe.

    Seu dia mais triste será domingo, 17. Por isso, denunciou mais uma vez seu também aliado de golpe Temer por dois crimes: obstrução à Justiça e organização criminosa. A organização criminosa que conta com os parceiros do peito e do bolso, seus falsos ministros, pois trata-se golpistas, foi surrupiado um montante  que ultrapassa R$ 587,1 milhões. É pouco? Ainda tem mais escondido.

     Por enquanto o golpista-mor não se pronunciou. Porém, há muito traça sua defesa indefensável. Vamos esperar para saber se as aberrações da Câmara Federal, seus cúmplices, vão lhe salvar de mais essa.  

TEMER AFIRMA NA MAIOR QUE É GOLPISTA: “NO BRASIL, CADA UM QUER DERRUBAR O OUTRO”

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  Claro que os brasileiros democratas sabem que os golpistas são desprovidos de qualquer valor ético. Sabem que são verdadeiras aberrações sociais. Não atingiram o grau de elevação que faz uma pessoa ser humana. São simplesmente destituídos de qualquer virtude ontológicas.

   Como não age com racionalidade, o golpista é impulso-egoísta puro. Seu lance é açambarcar o maior número possível de benefícios. Daí, que embora o golpe tenha contado com a participação de milhares de agentes, todos eles só procuram seu pirão primeiro. O seu lucro maior na expropriação do governo popular da presidenta Dilma Vana Rousseff, eleita com mais de 54 milhões de votos de eleitores democratas. Eles são, entre entre eles, o que sempre foram: calculistas individualistas, imorais.

    Temer vem nos mostrar essa realidade incontestável. Denunciado por corrupção por todos os lados tem tentado se apresentar como diferente ao mesmo tempo que tenta apresentar um Brasil irreal para confundir os incautos e satisfazer seus cúmplices. Em pronunciamento afirmou: 

     “O povo brasileiro é maior do que toda e qualquer crise, o povo brasileiro é capaz de encarar os problemas, muitas vezes artificialmente criados, e dizer ‘não vou para o artifício, eu vou na realidade’, e a realidade é o crescimento do país”.

      E mais, afirmou também que “facínoras roubam do país a verdade e bandidos constroem versões” tentando receber perdão para seus crimes. 

       Cabe a Temer, sem qualquer sinal paradoxal, “roubam a verdade do país”. E, “constroem versões”. Tudo que ele faz na mão grande.

    Porém, o grande lance de Temer, em relação a si mesmo, foi afirmar: “No Brasil, cada um quer derrubar o outro”. 

       Temer tenta reduzir o Brasil ao seu entendimento e sua prática, porém a democracia não tem nada a ver com as rasteiras dos golpistas. Na democracia há ética e forma livre de existir ontologicamente.

GEDDEL FOI `”AS COMPRAS”, DEIXOU DIGITAIS NOS R$ 51 MILHÕES E FOI PRESO

Geddel cumpria prisão domiciliar, desde julho deste ano, por tentativa de obstruir a Justiça(EBC)

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 Quando foi preso pela primeira vez, Geddel Vieira Lima (PMDB), um dos anões dos Orçamento, amicíssimo de Temer e Eduardo Carangueja, chorou. Não se sabe se seu chorou convenceu a justiça, mas o que se sabe é que ele foi solto e continuou levando sua vida como se nada de ruim tivesse lhe ocorrido. Foi solto e sem tornozeleiras para poder movimentar com desenvoltura suas breves perninhas.

  Mas Geddel, um dos figurões do golpe, sempre vai “às compras” como dizia seu conterrâneo Antônio Carlos Magalhães, o Toninho Malvadeza. Só que foi “às compras” , mas não gastou. Guardou! Guardou em um apartamento de um amigo ( só a título de sarro: o filósofo Nietzsche diz que escravo não é amigo e tirano não tem amigo. Como o capitalismo é um sistema do roubo, ninguém é amigo.) R$ 51 milhões que a Polícia Federal desvendou. Como se diz, uma grana pretíssima que ajudaria centenas, ou milhares, de famílias carentes que tiveram seu Bolsa Família surrupiado por seu amigo Temer.

    Hoje, Geddel, foi preso: os policiais encontraram digitais suas nas malas com a pretíssima. Geddel foi preso em Salvador, onde mora, e será transferido para o Presídio da Papuda, em Brasília. Também foi preso, na operação policial, Gustavo Ferraz, ex-assessor de Geddel e atual diretor da Defesa Civil municipal da prefeitura do netinho de Toninho Malvadeza, ACMzinho.

     Durante a busca os agentes foram até a casa da mãe de Geddel, Marluce Quadros, com mandado de busca e apreensão. Durante a ocorrência ela, que não é psiquiatra, deu o diagnóstico do capitalismo: “Meu filho não é bandido, é doente”.

JANOT E GLOBO SOB A PÁ DE CAL, QUEM ACREDITA NELES? NINGUÉM DO MUNDO DOS VIVOS

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   Uma pessoa acredita que seus atos são decorrentes de sua vontade. Ledo (Ivo) engano. O mundo é quem lhe comanda. Com se diz: eu não fumo o cachimbo é o cachimbo quem me fuma. Eu não analiso o objeto é o objeto quem me analisa. Há quem, em mais delirante narcisismo paranoico, acredite que é amado por seus atos. Pura falta de singularidade. Todos que procuram aprovação são os tipos que perderam ou nunca tiveram singularidade. É dessa indigência existencial que nasce a crença de que os atos são produtos de sua vontade.

     Os indigentes de singularidades sempre procuram as instituições para se protegerem contra essa indigência. Eles não suportam carregar sozinhos suas indigências. Amparados nas instituições eles podem simular ser o que não são: se sentirem fortes e importantes. Vistos e reconhecidos além de suas indigências que se encontram encobertas por suas posições institucionais. 

     O ledo (Ivo) engano desses tipos sofridos, é que suas perspectivas encontram-se fixadas no ponto que eles tomam como referências para seus narcisismos delirantemente paranoico. Como estão obliterado por essas perspectivas não têm o olhar oblíquo. O olhar que escapa do campo definido como harmônico-perceptivo. Eles só percebem o que encontra-se nesse campo que concede a harmonia ilusória do olhar. Daí serem tristemente entes das hierarquias. Como o que se encontra no campo oblíquo não pode ser hierarquizado suas ilusões se desfazem diante do real.

      O procurador-Geral da República, Rodrigo Janot e a Rede Globo são desses tipos de crentes mandantes do mundo. A Globo segue confiantemente o enunciado da teoria da comunicação que acredita que a informação é para ser acreditada, cumprida e propagada. Ela precisa acreditar nesse dogma da teoria da comunicação. É um caso de crença que extrapola as indicações reais. Ela crê que é a alma do receptor. Assim, como o que sustenta o emissor como o medium da existência social. Ela crê que produz opinião pública. Ou que confunde a opinião pública em seu próprio benefício. O benefício delirante de que é importante para o Brasil.

    Na verdade, a Globo não acredita que, em sua sordidez-comunicacional, controla o receptor. É por isso, que ela continuamente lança invectivas contra Lula e o PT. Há nela a certeza de que não pode jamais atingir Lula. Se ela continua sua tara paranoica é para manter a ilusão que existe. Nem que seja em forma de delírio. Ela sabe que a maioria do povo brasileiro não acredita em sua fé. O que lhe alimenta mesmo, são seus semelhantes. Os que também odeiam e invejam o que Lula simboliza distribuído entre a maioria do povo brasileiro. 

     A Globo não carrega em si qualquer corpo humaniora, como diz o filósofo Kant, a íntima empatia universal entre os homens que lhes proporciona o sentido de humanidade. A Globo não tem qualquer dimensão humana.

      Quanto a Janot, o jurista Eugênio Aragão já o exibiu com detalhes para a sociedade brasileira. Exibiu suas formas de tratar as pessoas que lhe serviriam de subida em sua ambição institucional. Exibiu como ele, Janot, tratou José Genoíno, incluindo-o no chamado “mensalão” depois de várias vezes encontra-se com ele em alguns momentos gastronômicos. Agora, recentemente, Aragão, explicitou sua ambição e irresponsabilidade que comprometeram profundamente no Ministério Público.

     Como a Globo, Janot, sob a pá de cal, tentou desviar a atenção sobre si do caso com a JBS, mas, como ocorre com o sem singularidade, piorou sua situação. Ao pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de inquéritos contra Lula, Dilma e o PT, seu ato, delirado como se fosse sua vontade, foi entendido pela maioria da sociedade como uma recurso próprio dos que viram o espelho de suas vaidades se estilhar e sua imagem se transformar em micros estilhaços incapazes de serem reunidos para uma outra aventura virtual.

    Em síntese, a Globo e Janot não têm qualquer reflexo. Não se refletem no mundo das singularidades. São catástrofes: o que se enrola em si mesmo. Perda de energia: grau zero. 

AS CÓPIAS DOS PAIS NA PROPAGAÇÃO DA POLÍTICA DAS FAMÍLIAS

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O antipsiquiatra inglês, Ronald Laing, afirma, através de seus estudos sobre a política das famílias, que existem dois nascimentos: o nascimento biológico e o nascimento existencial. O primeiro é da ordem do nascimento de todos. O segundo é da ordem das vivências de cada um. Mas não vivências indiferenciadas, e sim, vivencias diferenciadas. O que significa que nem todos nascem existencialmente.

O nascimento existencial, sendo um estar-no-mundo confirmador da ontologia do existir, requer separação dos laços familiares que constituem toda a política das famílias. Esse nascimento é confirmado quando o sujeito se tornou agente de si mesmo como partícipe da comunidade ontológica. Quando deixou  o culto aos fantasmas familiares imobilizadores da infância que impedem o crescimento. Fantasmas que se deslocam de gerações passadas e perseguem as novas gerações que nunca chegam ser novas gerações ontologicamente. Mas a questão crucial que se encontra nessa política das famílias, é que não se sabe onde se encontra o original. O que deu origem as cópias que se propagam em forma de profusão.

Como na política dessas famílias os valores cultuados são tidos como necessários e verdadeiros, ao passarem para outras gerações, são tomados por essas gerações como também necessários e verdadeiros. Por mais que eles destoam dos valores da maioria da comunidade. Um dos elementos responsáveis por essa fixação desses valores são os signos místicos e míticos que encobrem o signo família como sendo um símbolo sagrado infalível. Daí porque poucos escapam dessa política familiar.  A não ser através de outros atalhos. Daí porque esses filhos filhos afirmam que seus pais estão sempre certos.

O deputado-golpista Wladimir Costa, o da tatuagem com o nome de Temer, e que foi denunciado como tendo assediado uma jornalista, e que vai ao Conselho de Ética da Câmara Federal, postou, e compartilhou, uma foto em que aparece uma adolescente de 16 anos seminua, com legenda indicando que ser a filha da deputada Maria do Rosário (PT/RG). Como se conhece uma pessoa por suas proposições, sabe-se que a deputada jamais teria uma filha que transitaria pelo celular de tipo como o simulado-deputado (simular: fingir ser o que não se é) que o Brasil conhece por suas proposições.

Como Maria do Rosário nasceu existencialmente, e é essa existência que incomoda os não-existentes, infere-se, sem qualquer erro, que seus filhos também nasceram existencialmente. Se movimentam em suas livres ontologias omo seres que autentificam o existir. Porém, a postagem do simulado-deputado, não se resumiu a adolescente. Ela mostra a foto de Eduardo Bolsonaro, filho do deputado Jair Bolsonaro, que acabou de ser condenado pelo STJ por ofensa a deputada Maria do Rosário. O que deixou seus semelhantes indignados. Na foto tem a legenda. “É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais”.

Os deputados Wadih Damous e Jorge Solla vão protocolar a denúncia contra o simulado-deputado.

OS DEPUTADOS AMAZONENSES ÁTILA LINS, PAUDERNEY, ALFREDO, S. CÂMARA, SABINO C. BRANCO E BISNETO AFIRMAM SUAS INDIGÊNCIAS POLÍTICAS

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O filósofo Nietzsche afirma que alguns homens são brutos, porque sofreram durante seus percursos de vida desvios genéticos impedindo que chegassem aos graus superiores de inteligência, sensibilidade e sabedoria. Por isso, são diferentes dos homens que alcançaram esses graus de superioridades. Eles são os atrasados e que em suas brutalidades mostram para os superiores o que eles foram no passado. O que significa que não são contemporâneos dos homens livres, homens superiores.

O filósofo Kant, em relação a ideia do belo, nos mostra que os homens que não alcançaram a empatia universal e a comunicação íntima universal, que é a humaniora, a sociabilidade entre os homens, não passam de um ser animal. Todos os dois filósofos nos mostram que não basta nascer para ser humano e se movimentar através de suas faculdades sensorial, cognitiva e ética, como ser social. Sempre, alguns, têm que contar com seus percursos que serão responsáveis por seus modus de atuarem.

   Porém, não significa que esse tipo bruto, não-contemporâneo, seja destituído de faculdade racional. Não, só que essa faculdade racional só lhe possibilita realizar tarefas instrumentais. Tarefas que se tornaram esteriótipos sociais. Daí se poder encontrar o tipo bruto até com pós-doutorado. Ser capturado por um agenciamento social, não significa se movimentar pelas potências superiores.

    A brutalidade não é privilégio de uma única estância da sociedade. Ela encontra-se espalhada por todos os quadrantes da sociedade. No Brasil atual a estância que ela é mais expressada é no Congresso Nacional. Há uma amostragem rica de brutalidade que vai desde a dificuldade de expressão linguística à imbecilidade-violenta. Vai de tatuagem a afirmação que o Brasil encontra-se em mudança para melhor. O apoio descarado à corrupção que Temer é acusado confirma explicitamente esse tipo de homens brutos cujos desvios genéticos e a impossibilidade de atingirem a humaniora não permitem que eles concebam o que seja democracia e que possam vivenciá-la. E o pior, há uma confirmada imutabilidade. Não mudam.

     Aqui no Amazonas nós temos os nossos imutáveis. Tem deputado que vem do tempo da ARENA com o mesmo comportamento que faz com que ele se alie sempre com os grupos mais reacionários do estado responsáveis pelos mais de trinta anos de atraso desse território amazônico. Dos oito, seis votaram, em função de suas imutabilidades, com a corrupção. Antes já haviam votado contra a democracia ao participarem do golpe que assaltou o governo popular da presidenta Dilma Vana Roussesff, eleita com mais de 54 milhões de votos democráticos.

      Átila Lins, Pauderney, Silas Câmara (Assembleia de Deus), Bisneto (filho do prefeito reacionário do PSDB, Arthur), Alfredo (o homem do tucumã) e Sabino Castelo Branco são – como se diz na gíria – figurinhas carimbadas da indigência política. E mais, todos são apoiadores de candidatos golpistas ao governo Amazonas na eleição que será realizada no domingo próximo. Apoiam candidatos golpistas, como eles. Os outros dois que votaram pela investigação Conceição Sampaio e Hissa Abrahão, também são golpistas: votaram pelo golpe contra a democracia representada pelo governo popular da presidenta Dilma Vana Rousseff. Em termos de golpe, como diz o jornalista-filósofo Mino Carta, tudo a mesma sopa. Ou melhor, tudo o mesmo golpe. 

       Os eleitores do Amazonas devem saber que enquanto eles pretendem, com seus votos, produzir a democracia, esses imutáveis agem contrário. Faz parte de suas realidades filo e ontogenéticas.

 

DEPUTADO WLADIMIR COSTA TATUOU O NOME “TEMER” NO OMBRO E, AO FALAR COMO FOI, PRESTOU GRANDE CONTRIBUIÇÃO À PSICANÁLISE

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    Não precisa texto longo para explicar a condição do deputado Wladimir Costa que tatuou no ombro o nome “Temer”. Basta apenas analisar sua enunciação ao testemunhar o momento da tatuagem. Um forte contribuição para os estudos da psicanálise.

     “Doeu um pouco, mas eu lembrava do Temer, passava a dor”, disse ele.

    Wladimir Costa afirmou que vai mostrar a tatuagem na hora da votação, e depois que Temer for absolvido no plenário ele vai fazer outra tatuagem, desta vez, nas costas com os dizeres, “Temer, o maior estadista do Brasil”.

       O deputado Wladimir Costa é paraense, mas não expressa qualquer signo da consciência do Povo do Pará que é um povo criativo, combativo, atuante e lutador por seus direitos. E que nega a ditadura da estupidez.

        De Temer, estadista e Brasil, o que o deputado entende mesmo é de Temer. 

FILHO DE BOLSONARO TAGARELA SOBRE O QUE NÃO SUPEROU: APRESENTA PL QUE CRIMINALIZA APOLOGIA AO COMUNISMO

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   A internet, como corpo-comunicacional dos tempos atuais, é uma importante tecnologia-virtual. Tão importante que ela nos mostra em tempo chamado de real, na verdade, virtual, uma abundância de inutilidades. A maioria das ditas redes sociais são prósperas nesses tipos de inutilidades. Como é o caso concreto das redes sociais dos alienados, porra-loucas, mentecaptos e paranoicos direitistas. Tudo que há séculos já existia, mas agora, com a tecnologia-virtual, ficou mais observável, já que esse tipo psicossocialpatológico não tem qualquer pudor.

     Assim, a tecnologia-virtual, que é a internet, nos apresenta os tipos que tagarelam compulsivamente sem qualquer racionalidade. O filósofo da A Vontade de Potência, Nietzsche, nos afirma em sua obra Humano Demasiado Humano que devemos falar, mas na condição de só falar daquilo que superamos, porque, ao contrário, só tagarelamos. É o que constatamos nessa chamada ferramenta-virtual. É a promiscuidade do tagarelar. A obscenidade linguística, diz o filósofo Baudrillard.  

    Porém, esse tagarelar se expressa despudoradamente em qualquer momento de nossas relações empíricas diretas. Na nossa frente, atrás, dos lados tem sempre alguém a tagarelar. Emitir opiniões sobre temas que não superaram. Opiniões opiniáticas saídas de suas próprias aberrações existenciais. São os filhos do lecton. Como dizem os estoicos: o corpo linguístico sem significado.  

   Nesse quadro tagarelante o deputado-golpista Eduardo Bolsonaro, filho do folclórico Bolsonaro, e que segue a mesma subjetividade do pai, apresentou na Câmara Federal um Projeto de Lei que criminaliza a apologia ao comunismo. Igual aos outros tagarelas, o deputado, por sua postura, mostra que não entende patavinas do que seja comunismo. O sentido de comunismo dele saiu dos catecismos da ideologia-capitalista comandada pelos Estados Unidos ainda no tempo anterior a guerra fria. É um sentido mistificado associado às suas vivências pessoas que não reflete o sentido histórico-filosófico-científico do comunismo. E nada do comunismo-primitivo. Ele é tão racional como o anticomunismo defendido pelos coxinhas da Avenida Paulista. O mesmo dos que invejam e odeiam o PT, Psol, PCO, PSTU, e outros de sentido real.

     E o pior é que o PL é apresentado a deputados semelhantes ao filho de Bolsonaro. Com o mesmo entendimento do que seja comunismo. Ou seja, expresso como quadro paranoico persecutório onde a razão foi desrealizada pela força opressiva da desrazão.

     Cada vez mais fica claramente evidenciado que nas próximas eleições o quadro de deputados, assim como senadores, precisa ser modificado por deputados em que a razão seja a faculdade precípua para movimentar a política. 

MORO FAZ SUA PARTE: AUMENTA O NÚMERO DE FILIADOS DO PARTIDO DOS TRABALHADORES

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O filósofo Nietzsche nos leva a entender que existem dois tipos de conceitos sobre justiça.  O conceito de justiça institucional, na qual muitos homens e mulheres empatizam suas realidades psicológicas; e o conceito de justiça natural, a justiça em que homens e mulheres são traspassados pela vontade de justiça que não nasce através do curso de direito.

A justiça institucional é coisa dos homens. Faz parte de seus negócios comprometidos com a realidade humana, diria o filósofo Sartre. A justiça natural é modus de ser da substância-natureza-naturante, pensa o filósofo Spinoza. Porém, essa justiça também se move por entre os enunciados da justiça institucional transpondo seus significados judicativos. Ou seja, escapa de suas determinações não expressando a vontade designadora do juiz.

Como já é do conhecimento até das pedras que não rolam, por isso não criam limo, o objetivo maior de Moro é auxiliar as direitas para que Lula não seja candidato em 2018. Ele sabe que Lula é o único que pode ser eleito e, através de um governo popular – como já fez – mudar o quadro terrorificante produzido pelos golpistas.

Daí, que Moro, como agente da justiça institucional com sua compulsiva prática persecutória contra Lula, não pôde entender que sua decisão de condenar Lula iria servir de drive (para Freud trieb, libido) para que pessoas buscassem se filiar no Partido dos Trabalhadores. Na linguagem freudiana, investir suas libidos-narcísicas no objeto ideal de seu amor. São mais de 3 mil pedidos de filiação ao partido depois de sua decisão judicativa que é contestada por grande maioria do povo brasileiro. Só não pelos abstraídos globotários.

Desta forma, a democracia agradece a Moro por sua grande contribuição para o aumento de membros do PT. Aliás, o único partido que cresce no momento em que parte dos acéfalos se tomam como cientistas políticos e querem o fim de todos os partidos. Coisa de mentecapto. Ou, em outra ortografia, coisa de porra-louca.

LULA VAI PEDIR DIREITO DE RESPOSTA A GLOBO POR MATÉRIA CORROMPIDA. VALE, MAS O POVO SABE QUE ELA É FARISAICA: FINGE MORAL SENDO IMORAL

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A Rede Globo, por sua origem e tradição, é useira e vezeira dos recursos que lhe aprazem para manter seus status farisaico. Sempre esteve encadeada com os corpos mais vis que conspiraram contra a soberania e a democracia do Brasil. Foi criada com capital norte-americano, o que inconstitucional. Trabalhou e apoiou a ditadura civil-militar que oprimiu o povo brasileiro entre os anos de 1964 a 1985. Promoveu, junto com seus semelhantes atrofiados, o golpe que assaltou o governo da presidente Dilma Vana Rousseff, eleita om mais de 54 milhões de votos democráticos. Por tal, um governo em que o povo tinha maior participação. Agora, com objetivo de manter o seu padrão Globo de trapassa, finge que briga com o golpista-mor Temer, para colocar no poder seu apaniguado-parlamentar Rodrigo Maia.

 Com esse tipo de caráter psicossocialpatológico  é a maior apoiadora das decisões de Moro contra representantes da esquerda, portanto, a que mais teve interesse em que o parcial juiz condenasse Lula. Nesse momento, de olho no julgamento na TRF4, iniciou sua sórdida campanha para que seus membros se sintam apoiado por ela e, então, se deixem influenciar pelas luzes e sons artificiais e fantasmagóricos de sua casa assombragética. Tudo que não se espera de um juiz em uma democracia que reflete o Estado de Direito e suas Leis Constitucionais.

 Com esse objetivo farisaico, ela usou uma de suas três maldições dominicais do F, Fantástico, as outras são Futebol e Faustão, para em matéria longa e claramente montada, tentar fazer com que o telespectador-alienado-masoquista (assisti-la não pode ser tratado de outra maneira a não ser como alienado-masoquista) acredita-se e se colocasse a favor da decisão de Moro contra Lula. Lula, o presidente que lhe auxiliou a sair da falência. Só que a maioria do povo brasileiro não é otário e conhece a deusa maléfica, filha abjeta do capitalismo predador cuja prática é tentar destruir mentes e corações para escravizá-las.

   Agora, o Sapo Barbudo, que é odiado e invejado por esse tipo de gente indecente, não vai deixar barato: vai pra cima. Vai entrar com pedido de resposta no mesmo falso programa, ofensa à dignidade pública, e com o mesmo tempo de duração. Como diz o compositor maranhense: “Agora é que eu quero ver se couro de gente é pra queimar”.

 “Vamos entrar com direito de resposta para, dentro da Globo, explicar corretamente para a opinião pública o que está acontecendo.
Vou lutar até a morte pela minha dignidade”, disse Lula, o pavor das diretas atrofiadas. 

PASQUIM ISTOFOI UMA REVISTA TERÁ QUE PUBLICAR DIREITO DE RESPOSTA DE DILMA POR OFENSA. SEGUINDO A LINHA SUJA, TRÁZ CAPA COM A PERGUNTA:”VOCÊ VOTARIA EM UM CONDENADO?” RES DOS LÚCIDOS: SIM!

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   Simples lembrete: O hoje sujo-pasquim IstoÉ, um dia foi uma revista política-ética no tempo em que era dirigida pelo jornalista-filósofo, seu criador, Mino Carta. Mas faz muito. Agora, ela se metamorfoseou-se  em em uma sórdida QuantoÉ. Publica tido que é aberração oriunda das atrofias da espécie humana.

    Em julho de 2016, ela publicou a matéria: “Mordomia: carros oficiais a serviço da família de Dilma”. Dilma processou a sujeira e, agora, a juíza Karla Aveline de Oliveira, da Vara Cível do Foro Regional Tristeza determinou direito de resposta à presidenta eleita como mais de 54% milhões de votos democráticos.

      Em sua decisão a juíza firmou que a matéria é “machista”, “tendenciosa” e de “mau jornalismo”. Já na próxima edição, Dilma apresentara seu direito de resposta.

  “Pode-se afirmar que a revista semanal, de amplo espectro e permeabilidade, disponível em diversas plataformas e que já esteve sob comando de respeitados jornalistas e diretores em seu passado, atualmente, trilha o caminho de um mau jornalismo, ao apresentar, no mínimo, duas interpretações distintas para o mesmo tipo de episódio, divulgar chamadas apelativas e demonstrar conotação tendenciosa, quiçá machista, ao se referir à ora autora, ultrapassando o caráter meramente informativo e crítico em sua reportagem”, escreveu em sua decisão.

  Para não fugir da linha sórdida, a QuantoÉ divulgou nessa semana capa em que pergunta: “Você votaria em um condenado para presidente?” Antes da resposta é preciso simples lembrete: a sujeira é apoiadora do golpista-mor Temer e recebeu, nesse momento em que mais 15 milhões de trabalhadores estão desempregados, mais de 1.300% de verba do tal desgoverno. Agora, a resposta. Claro que votaria. Primeiro que Lula ainda não foi condenado. Segundo, mesmo que ele seja, o eleitor democraticamente brasileiro votaria nele, porque sabe que ele não foi condenado por uma justiça imparcial, mas por uma justiça parcial com objetivos por demais conhecidos. O que significa que não é justiça.

   Lula como TransLulação não pode ser atingido pelo arbítrio. Daí porque todo momento aumenta o número de pessoas que acreditam nele e o querem novamente presidente, por tal condição política e ética, votam nele.

    Aí a resposta politicamente democrática.

TEMER AFIRMA MARX: O DINHEIRO COMPRA TUDO COM REFERENTE DE MERCADORIA – DEPUTADOS-GOLPISTAS-MERCADORIAS

13.jul.2017 - Foto do painel da CCJ mostrando que 40 deputados votaram contra o relatório de Sergio Zveiter (PMDB-RJ) que pedia a abertura de investigação contra o presidente Michel Temer

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 Marx diz que o dinheiro é o grande Mamom,o Deus Dinheiro. Como dinheiro ele compra tudo. Se uma homem tem dinheiro, mas é estúpido, ele compra um homem sábio. Se ele é feio, ele compra uma mulher bela. Se ele é um desonrado, ele compra um homem que ele julga honrado. E o filósofo de Trier vai mostrando os homens-mercadorias como forma de circulação mercadológica, que, porém, não tornam seu comprador o significado-valor dessas mercadorias.

   Um homem estúpido que compra um sábio não se torna um sábio. Ele apenas fantasia em si que sua compra o torna menos estúpido aos olhos dos outros. Mas continua estúpido. Claro, que o sábio ao se tornar mercadoria, torna-se tão estúpido quanto seu comprador, já que o único corpo de relação entre os dois é o dinheiro com seu poder de apropriação. 

  Como o dinheiro sintetiza o valor da mercadoria como taxa de mais-valor e mais taxa de lucro, uma mercadoria é em si o elemento que o capitalista persegue paranoicamente: o excedente. É assim que o capitalista observa e persegue o mundo, posto que o mundo é uma fábrica onde todos participam, com suas atuações sociais, na grande divisão de trabalho. É por essa perspectiva, da sociedade como fábrica-divisão de trabalho ou trabalho social que os homens e mulheres-mercadorias são apanhados pelo capitalista para que ele tenha sempre lucro garantido.

   Para que fosse negado o relatório do deputado Zveiter que aprovou a denúncia feita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Temer precisava garantir o número suficiente de deputados para barrar o pedido. Em entendimento vago, ele não tinha. Mas em um entendimento marxista, ele tinha, já que todo golpista é mercadoria.Todas as reações dos golpistas muito antes da imoralidade que roubou o cargo da presidenta Dilma Vana Rousseff, eleita com mais 54 milhões de votos democráticos, já mostravam que se trata de uma conglomerado de deputados-mercadorias. Então, Temer, fez o que Marx mostrou: passou a comprar os deputados-mercadorias e conseguiu seu intento.

   Dois seguimentos devem ser percorridos para ficar melhor entendido. A lei de lucro do capitalismo diz que dinheiro não compra dinheiro. Que o valor de uma determinada quantia de dinheiro não pode comprar a mesma quantia de dinheiro que se encontra na mão de outro capitalista em função da taxa de lucro. Como todo golpista-mercadoria é dinheiro, e dinheiro não compra dinheiro com a mesma igualdade, o valor do dinheiro pago por Temer teve como referência a situação: a votação na CCJ. O que significa que o golpista-mercadoria passou a ser mais valorizado. O que vai se repetir no dia 2 de agosto data da votação no plenário.

   O segundo seguimento é o que desvela toda essa trama mercadológica mostrando toda sua perversidade. O dinheiro usado por Temer para comprar os golpistas-mercadorias, na operação-financeira espúria, é público. O que significa que o desembolso de Temer foi zero.Ele só lucrou. E pior ainda, o dinheiro público que é um componente financeiro particular, portanto com caráter da população, foi prostituído em forma de corrupção ativa e passiva. 

Alguém pode afirmar: A lei capitalista do lucro foi negada, porque o dinheiro golpistas-mercadorias foi comprado pelo dinheiro-Temer. Não. Essa operação não se configurou. Os golpistas-mercadorias, como dinheiro, não foram comprados pelo dinheiro real saído das mãos de Temer, como já foi escrito, mas em forma de lavagem de dinheiro com valor diferente do dinheiro golpistas-mercadorias. E o pior, aí sim, a lavagem foi realizada com dinheiro público já contabilizado no orçamento.

O que significa que ambas as partes praticaram crimes. E como houve ameaças, chantagens, tudo se caracterizou como roubo. E de quebra, Marx sempre acerta quando se trata de exploração capitalista.

 

MARINA CONFIRMA QUE O RESSENTIMENTO COMO PRODUTO DA INVEJA E DO ÓDIO É IMORTAL

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Marina, como outros que não atingiram a humaniora a dimensão da empatia íntima como grau de humanidade, como afirma o filósofo Kant, comemorou o ato do juiz sujeito da subjetividade-dominante. Postou a desprezível realidade que a domina: o ressentimento que não consegue superar. Para ela Lula é culpado de sua desprezível realidade.

 

       Como o ressentimento é uma afeto triste, e na tristeza não há inteligência, como afirma o filósofo Spinoza, Marina não percebe que Lula já o eleito de 2018.

         Marina é só tristeza negadora da alegria de Cristo que ela afirma que cultua como evangélica. Coisa de Marina.

MORO CONFIRMA QUE NÃO SABE NADA DE FREUD QUANDO DIZ QUE “NÃO TRAZ QUALQUER SATISFAÇÃO PESSOAL” AO JULGAR LULA

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   As três feridas narcísicas do homem são: a primeira, a confirmação cientifica de que a Terra não é centro do Universo. Falsificação que dava à Igreja o poder de propagar a verdade dogmática para dominar os crentes. A segunda, a confirmação científica de que o homem descende do primata. E a terceira, essa produção próprio de Freud, a que mostra que o homem é dotado de um inconsciente obscuro, com conteúdos perversos, amorais, polimórficos, bestiais produtos da repressão dos instintos-libidinais resguardos por um superego que impede suas investidas na consciência.

  Essas repressões criam a cultura como sublimação instintivas e fazem com que o mundo seja nada mais do que um sintoma. O que significa que quando observamos e acreditamos no exterior ocultamos o interior. Daí que quando alguém expressa um entendimento de si, não faz nada do que falar sobre seu exterior como forma de mecanismo de defesa  de seu interior, da mesma forma que o mundo como sintoma é mecanismo de defesa social. As instituições aparecem para a psicanálise como mecanismos de defesa da sociedade, assim como a escolha de uma profissão surge, também, como mecanismo de defesa desse profissional.   

   Moro afirma que para ele a condenação de Lula “não traz qualquer satisfação pessoal”, o que mostra que ele não entende nada de Freud. 

 “Não traz qualquer satisfação pessoal ao julgador (..). Registre-se que a presente condenação não traz a este julgador qualquer satisfação pessoal, pelo contrário. É de todo lamentável que um ex-presidente da República seja condenado criminalmente, mas a causa disso são os crimes por ele praticados e a culpa não é da regular aplicação da lei. Prevalece, enfim, o ditado “não importa o quão alto você esteja, a lei ainda está acima de você”, destacou Moro em sua decisão

SENADOR-GOLPISTA OMAR AZIZ (PSD/AM) AO VOTAR CONTRA OS TRABALHADORES CONTINUA REAFIRMANDO QUE NUNCA FOI DO PC do B. ELE APOIA UM CANDIDATO AO GOVERNO

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No período da ditadura, e também no pós ditadura, apareceram dois tipos de personagens, que se tomavam como revolucionários, sem ter qualquer signo que revelasse a concreta consciência-transformadora, mas que foram se alojando nas verdadeiras frentes de lutas democráticas. Tudo em função de suas verborragias-estéricas e simulações que conseguiram engabelar incautos.

Esses dois tipos apresentavam (ainda existem muitos pelo mundo), para as pessoas que vão além das percepções-condicionadas, as pessoas que percebem além das aparências, duas formas claras de procedências. Uma mostrava os visíveis conflitos edipianos não resolvidos que deixam as pessoas em estado de exasperação-irracional a tudo que simbolicamente represente autoridade. Com diz Freud/Lacan: a lei. E outra que pretendia aproveitar a onda que gerava um certo charme de esquerda e possibilitava futuros ganhos.

  Essas duas personagens proliferaram pelo Brasil inteiro. E como o Amazonas faz parte do Brasil, não deu outra: os falsos esquerdistas se desdobraram. Principalmente, no começo da década de 80 com a chamada abertura política, a redemocratização do país com as diretas Já! O Amazonas foi um dos casos excepcionais junto com alguns que ocorreram no Brasil. O ex-governador Gilberto Mestrinho, que havia sido cassado pela ditadura, não por motivos esquerdistas, e que passou seu exílio no sul maravilha, especificamente no Rio de Janeiro, foi eleito o primeiro governador da pós-ditadura. Junto com ele trouxe aquele que seria seu sucessor Amazonino Mendes. O tal que se tomava por comunista. Foi uma festa. Esses dois tipos de personagens deitaram e rolaram.

  Com a reorganização dos partidos, e inclusive os proscritos, alguns indivíduos (indivíduos no sentido solipsista: aquele que só trata do seu pirão primeiro, nada de coletivo) se filiaram em chamados partidos de esquerda como o PCB e PC do B, PT. E é aí no PC do B que Omar Aziz entra. Em seguida se candidata a vereador, é eleito, e, em outro em seguida, deixa o partido e passa para o partido mais reacionário que mantinha a força no estado e que iria se fazer como a verdade reacionária que já dura mais de 30 anos como perverso atraso. E, novo em seguida, deslancha: é deputado,  secretário, governador e, agora, senador. Porém, jamais expressou fundamentado conhecimento marxista sobre o que o trabalhador e o trabalho produtivo, produzido pelo real trabalhador que produz a riqueza de uma nação e que a burguesia em sua indiferença psicopatológica usufrui.

     Omar participou do golpe que assaltou o Brasil e afastou a presidenta Dilma Vana Rousseff do governo popular que mais de 54 milhões de eleitores democratas outorgaram ao País. Ontem, dia 11, defendendo sua coerência, votou contra os direitos dos trabalhadores ajudando outros golpistas comandados pelo golpista-maior Temer a massacrar a história do trabalhador brasileiro. 

    Omar é um dos representantes do Amazonas investigados pela Lava Jato por determinação do ministro Fachin. Omar apoia um candidato ao governo que também faz parte da subjetividade golpista. Fica claro para o eleitor-trabalhador o que representa esse apoio.

     

EUNÍCIO MANDOU APAGAR A LUZ E SOM DO SENADO E DEPOIS AFIRMOU: OS TRABALHOS SÓ DEPOIS QUE A DITADURA DEIXAR”. LUZ, SOM E DITADURA SÍMBOLOS FORTES

Fotos de Lula Marques.

 Produção Afinsophia.

  As senadoras Regina Souza, Lídece da Mata, Gleisi Hoffmann, Fátima Bezerra e Vanessa Grazziotin realizavam suas defesas da democracia se posicionando contra a deforma trabalhista provocada pelos estúpidos e embrutecidos direitistas inimigos dos trabalhadores, quando o acusado de corrupção, senador Eunício de Oliveira, presidente da Casa, arbitrariamente, como lacaio do capital personificado partidariamente no golpista-mor Temer, arrancou agressivamente o microfone da senadora Fátima Bezzera e mandou cortar o som e apagar as luzes.  logo, em seguida, afirmou que os trabalhos só seriam reiniciados quando “a ditadura deixar”. Ele o próprio ditador.

  O desprezível Eunício, tentou se passar por Deus mandando apagar as luzes e cortar o som. Fiat Lux!, Faça-se a Luz! Não! Não faça-se a Lux, mas não se faça a luz. Ele delirou ser o Senhor do Universo. Mas, logo em seguida vem o velho Freud e afirma que toda pessoa que sofre de delírio de onipotência carrega um grande recalque causado por forte frustração libidinal. Ou seja, é um impotente em relação ao mundo objetivo, porque sua libido narcisa voltou (introversão, diz Jung) contra si mesmo por não encontrar referente no mundo exterior.

 Quer dizer: Eunício delirou, porque a luz continuou e o som também. Não só as luzes projetadas pelos celulares, mas as luzes do saber das senadoras. Luzes que nenhum tirano pode apagar. Aqui a luz não é um símbolo. É o real. O saber que nenhum golpista é traspassado. Diferente do quadro expresso pelos golpista pintado pela estupidez, a brutalidade, a insensibilidade, indigência epistemológica e a atrofia ética. É o quadro quase que geral do Congresso Nacional se não fossem as presenças de poucas deputadas, deputados, senadoras e senadores progressistas e, por tal, democratas. 

  Em sua brutalidade de direitista impulsionada pela moral burguesa, Eunício, mostrou que é ignorante da cultural mundial e regional. Não viu que estava diante de um movimento feminista no específico molde da peça do grego Aristófanes, Lisístrata, mulheres que lutam por seus direitos. E no movimento da expressão nordestina de Gonzagão: “O candieiro se apagou, o sanfoneiro cochilou e a sanfona não parou e o forró continuou”.

   Nada a surpreender, as direitas são subproduto atrofiados filo e ontogeneticamente. 

 

DEPUTADO-RELATOR, ZVEITER, CONFIRMA MÃE LUCI: ACATA DENÚNCIA CONTRA TEMER

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O deputado Zveiter (PMDB/RJ), relator da denúncia contra o dublê de presidente, o golpista-mor Temer, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal, deu parecer favorável à denúncia feita pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra o decrépito desgovernante.

    “Por ora, temos indícios, que são sérios o suficiente para justificar o recebimento da denúncia. É grave, não podemos silenciar. Não é fantasiosa a acusação. É preciso que se faça a investigação. São várias as pessoas envolvidas e a verdade precisa ser esclarecida.

      Há a descrição dos fatos com todas suas circunstâncias, o que torna inviável a sua não autorização”, disse o relator.

  Desta forma, Temer torna-se o primeiro a ser denunciado na Câmara Federal. Agora, os 131 deputados vão votar contra ou a favor do parecer do relator.

CANDIDATOS-GOLPISTAS AO GOVERNO DO AMAZONAS ESTÃO FAZENDO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS OBJETO DE EXPLORAÇÃO PARA SEDUZIR ELEITORES INCAUTOS

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 Muito simples. 

 O reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Cleinaldo de Almeida Costa, cujo cargo que ocupa lhe chegou por indicação e não por eleição direta realizada pela comunidade universitária, afirmou que a instituição encontra-se em colapso, e pode até fechar. Cleinaldo foi indicado pelo governador-cassado José Melo. Por sua vez, Melo chegou ao governo porque faz parte do grupo apolítico que há mais de 30 anos plantou o atraso no estado e que vem com representante ainda do período anterior da implantação da ditadura civil-militar que perdurou de 1964 a 1985, como foi o caso do ex-governador Gilberto Mestrinho que foi eleito o primeiro governador do Amazonas pós-ditadura.

  Gilberto Mestrinho fez o seu substituto Amazonino Mendes que fez seu substituto Eduardo Braga que fez seu substituto Omar Aziz que fez seu substituto Zé Melo. Lembra Drummond, mas não tem nada a ver com o excelso poeta de Itabira, Carlos Drummond de Andrade, a não ser a pedra no meio do caminho do estado do Amazonas.

    Como se observa, como diz o jornalista-filósofo Mino Carta, é tudo a mesma sopa. Agora, com Zé Melo cassado o grupo lançou seus candidatos, sendo que todos expressam a mesma subjetividade reacionária produzida pela imagem-dogmática do estado capitalista-paranoica, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari. E mais, todos fizeram parte do golpe que assaltou o governo da presidenta Dilma Vana Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos democráticos. Quer dizer: todos fazem parte do golpe que colocou Temer no poder para entregar as riquezas do Brasil ao capital internacional, principalmente, ao norte-americano e destruir os direitos trabalhista como, também, as estruturas históricas da Previdência Social. Logo, todos são antidemocratas.

   Com a declaração de Cleinaldo, os golpistas aproveitaram para usar uma das regras ofensivas do capitalismo: a exploração. Amazonino Mendes, que se consider o pai da UEA, tomou para si o direito de defender a instituição diante do perigo. Disse que ao ser eleito vai tomar todas as providências para defender a instituição e elevar seu padrão que vem pedindo algumas mudanças necessárias. Por sua vez, Eduardo Braga também se tomou com o direito de defender a instituição. Afirmou que, como foi o sucessor de Amazonino, foi ele quem solidificou a instituição, aumentando o número de alunos de mil para vinte mil. Como se observa os dois avidamente querem aproveitar a declaração de Cleinaldo para faturar votos com os eleitores-incautos. Que democraticamente são os ignorantes-políticos (Brecht chama de Analfabetos Políticos). Há quem desconfie que tudo não passe de lance cabo-eleitoral. 

   Como se entente, os dois candidatos ao governo do estado estão se comportando da forma mais edipiana possível, diria Freud. Todos querem ser o pai da instituição e que ela só existe pela vontade deles. Esse tipo de posicionamento tem a clara intenção de levar os estudantes e os funcionário da instituição a acreditar que eles serão os governantes que defenderão seus direitos. Eles esquecem que a instituição é pública e não pertence nem a Amazonino e a Eduardo Braga. Pertence ao povo amazonense com corpos administrativos estabelecidos pelo estado, e que, por sua vez, é produção desse povo, como diz o filósofo Hegel.

    Nenhum sujeito individualmente pode criar uma instituição. Como diz o filósofo Deleuze, em um belo texto, as instituições foram se compondo historicamente através dos encadeamentos que os corpos dos instintos humanos foram produzindo. Só depois que as instituições foram capturadas pelos agenciamentos coletivos de enunciação da imagem-dogmática do estado capitalista-paranoico que elas se transformaram em aparelhos ideológicos, aí já estamos tratando de Marx e Engels. 

   Embora a UEA não tenha sido produzida pelos agenciamentos coletivos-livres das potências comunalidade como foi a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), todavia, ela é uma instituição-publica que não reflete o narcisismo de Amazonino que tanto quer que ela fique ligada a ela. Assim, como também Eduardo Braga. Psicanaliticamente sintoma de apropriação-desapropriação. Na linguagem povo: meu pirão-querido. 

     A UEA é um território onde seus agentes produzem, através de suas sensibilidades, cognições e éticas, saberes e dizeres que compõem com os saberes e dizeres da camunalidade novas formas de existências. Corpos que nem Amazonino e nem Eduardo Braga jamais produziram no Amazonas. Os trinta anos de atraso no Amazonas confirmam a a inexistência desses corpos. 

     No mais (ou no menos), aquele que for eleito tem obrigação administrativa de dispor de recursos para o funcionamento da UEA. E mais ainda, se o eleito for um candidato com programa popular em que o povo seja o sujeito-ativo de sua existência política-econômica-social-estética. 

    

  


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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