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DILMA, EM VISITA A XANXERÊ, CIDADE ATINGIDA POR TORNADO, DIZ QUE TERCEIRIZAÇÃO É PERDA DOS DIREITOS DOS TRABALHADORES

a5e26527-bcc9-47e7-8706-6e76253952c1No dia 19, a cidade de Xanxerê, no estado de Santa Catarina foi atingida por um tornado que deixou várias casas destruídas e famílias desabrigadas. Diante da calamitosa ocorrência a presidenta Dilma liberou R$ 5,8 milhões para serem aplicados nos prejuízos materiais que sofreram os moradores da cidade. Do montante, R$ 2,8 milhões serão usados para reedificação de casas e prédios e socorro aos municípios atingidos. Já os R$ 3 milhões serão usados na reedificação do Ginásio Municipal Ivo Sguissardi, que foi quase todo destruído.

“Nós liberamos também recursos tanto para Ponte Serrada quanto para Xanxerê, para reconstrução de telhados e todos os equipamentos que são necessários para essa recuperação. Mas pretendemos dar contribuições, as que sempre damos diante de calamidades, que a liberação antecipada do Fundo de Garantia: a liberação antecipada do benefício Prestação Continuada do Ministério da Presidência; e do Bolsa Família”. 

Durante a visita Dilma, falou sobre alguns temas aos repórteres presentes, entre eles a terceirização que foi aprovada pelos deputados-patronais.

“A terceirização tem que estar ancorada em duas exigências: de um lado, o pagamento de impostos, porque não podemos virar um país onde ninguém paga imposto, porque você aceitará uma relação chamada de ‘pejotização’ que é transformar em pessoa jurídica todos os integrantes de uma empresa. Com isso, você não teria pagamentos de impostos, principalmente de contribuição previdenciária. Transformar em ‘pejotização’ significa, por outro lado, a perda de direitos trabalhistas importantes conquistados ao longo do tempo”, afirmou Dilma.

Dilma não deixou de se posicionou contra a atividade-fim que libera geral a terceirização e que foi votada pelos deputados-patronais inimigos dos trabalhadores.

“O governo acha que tem de ter equilíbrio, reconhece a importância de ter uma legislação sobre a terceirização e acha que tem de ter esse equilíbrio que significa, sobretudo, que você não elimine a diferença entre atividades-fim e meio para todas atividades existentes em economia”, observou Dilma.

O que eles querem é também a ‘pejotização’ para realizar livremente a promiscuidade capitalista sobre o setor trabalhista.

DEPUTADOS-PATRONAIS VOTARAM PELA TERCEIRIZAÇÃO, MAS TRABALHADORES ATUARÃO SOBRE O SENADO. DILMA VETA!

648bc3d6-fc07-4477-a82b-5a06e06d1490DILMA VETA! Os deputados-patronais, inimigos dos trabalhadores que construíram seus direitos através de embates históricos contra os patrões-capitalistas, como já se esperava, votaram a favor dos pontos que beneficiam os empresários através do Projeto de Lei 4.330 chamado terceirização. DILMA VETA! Eles aprovaram itens que modifica o texto base. Entre eles o aumento dos tipos de empresas que podem se candidatar a exploração dos trabalhadores como associações, cooperativas, fundações e empresas individuais. Todas elas podem oferecer serviços terceirizados. O que significa: enfraquecimento da força produtiva do trabalhador, menor salário, mais tempo de exploração no serviço e perada de alguns direitos. DILMA VETA!

O filósofo francês Jean Baudrillard diria que se trata de retorno ao primitivismo trabalhista. O período em que o homem estava descobrindo sua força de trabalho e para isso tinha que contar com os acasos, além de sua força e inteligência adaptativa. DILMA VETA! Em uma sociedade de abundância, em que a abundância é na verdade um eufemismo para esconder a decadência da qualidade de vida e que os serviços surgem em profusão e o trabalhador necessita de maior proteção trabalhista, a terceirização aliena mais ainda o trabalhador na forma de duas mais-valias como foi demonstrado aqui nesse Blog Afinsophia. DILMA VETA!

Agora, após o ritual grotesco proporcionado pelos deputados-patronais patrocinadores do terror trabalhista, o projeto vai para o Senado que terá mais tempo para discussão no plenário diferente do que ocorreu na Câmara dos Deputados onde se alocaram os inimigos da democracia-trabalhista. De acordo com o que afirmou o presidente da Casa, Renan Calheiros, o perverso projeto não passa. Se passar, VETA DILMA!

Renan Calheiros disse que vai trabalhar com veemência para que a terceirização não seja aprovada na Casa.

“Vou trabalhar de forma ampla, geral e irrestrita para evitara a supressão dos direitos dos trabalhadores”, afirmou Renan.

Os partidos como PT, PCdoB, Pros e PSOL já anunciaram que vão tentar de todas as maneiras recursos para que a presidenta vete os pontos principais que prejudicam mortalmente os direitos dos trabalhadores. Eles afirmaram que a luta no Senado vai ser contundente. Por sua vez, as centrais sindicais também afirmaram que vão mostrar para a sociedade os deputados que votaram a favor da terceirização praticando o lobby em defesa dos interesses dos patrões. E como forma de protesto mais afetante pensam em realizar uma greve geral. DILMA VETA!

“A luta não acaba com a votação na Câmara, o projeto ainda passará no Senado. Nós estaremos na rua e teremos um 1° de Maio de muita luta e mobilização em todo o País. Vamos ampliar as mobilizações, fazer novos dias de paralizações e, se necessário, fazer uma greve geral para barrar esse ataque nefasto e criminoso aos direitos da classe trabalhadora brasileira”, disse Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Todavia, se o Senado não realizar o que afirmou Renan Calheiros e os trabalhadores mais a sociedade civil não conseguirem reverter a loucura para a saúde do trabalhador, DILMA VETA!

HOJE É DIA DE MANIFESTAÇÕES CONTRA A VOTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO

image_largeHoje, dia 22, deputados vão votar uma das mais perigosas partes do Projeto de Lei 4.330 do deputado-empresário Sandro Mabel do PMDB. Será votada a atividade-fim que libera geral a terceirização em todos os setores privados e públicos. Ou seja, a total precarização da força de trabalho, salário e direitos trabalhistas do trabalhador. O que significa na prática a anemia e o enfraquecimento da produção brasileira.

Outra parte preocupante que será votada é a responsabilidade solidária. O que significa? É fácil entender, mas impossível de aceitar. Se a empresa terceirizada não pagar os trabalhadores, a empresa que contratou os serviços da terceirizada só pagará as dívidas trabalhistas. E tem mais, só pagará se ficar comprovado ausência de fiscalização. Nesse pé-rasteira, o trabalhador só poderá encarar a empresa que contratou a terceirizada depois que todos os recursos, na Justiça, estiverem esgotados. Uma loucura, trabalhador brasileiro! Mas os deputados sádicos pretendem e defendem essa loucura.

Como os inimigos dos trabalhadores e da força de produção brasileira já são conhecidos, e não poderiam votar ao contrário porque defendem causa própria, são empresários ou defensores dos empresários, já é de se esperar o resultado do ato violento contra o trabalhador brasileiro. Embora existam incautos que acreditam que eles podem mudar de opinião. Como coisa que eles tivessem opinião, se suas opiniões foram forjadas há séculos pelo sistema capitalista.

Entretanto, as centrais sindicais não vão deixar correr suavemente, como também grande parte da sociedade brasileira. A Central Única dos Trabalhadores (CUT), que aceita a responsabilidade solidária só se a cobrança for diretamente com a empresa principal, já tem bem organizada as táticas práticas das manifestações. As táticas são ir para os aeroportos onde os deputados, inimigos dos trabalhadores, vão embarcar e em Brasília onde eles vão desembarcar. É só marcar presença? Não. Os sindicalistas e representantes da sociedade civil vão levar cartazes com as fotos – e que fotos! – dos inimigos dos trabalhadores para que eles se sintam constrangidos e mudam suas posições.

Nessa situação-manifestação brota uma interrogativa. Será que esses deputados podem atingir o sentido afetivo do constrangimento? Ainda mais quando se sabe que o constrangimento tem que ser democrático-trabalhista. Há quem acredite, visto que eles ao sentirem a potência do trabalhador nas manifestações da semana passada suspenderam a votação das partes que hoje querem votar.

Uma lembrança… Quer dizer, uma não-lembrança, já que lembrança é o que se transformou em memória, como diz o filósofo Bergson. Não esperar nenhum constrangimento dos deputados da bancada do Amazonas. Todos traíram os trabalhadores na votação anterior. Já é atávico no corpo legislativo do Amazonas se colocar sempre em defesa da força do capital-reacionário é a determinação desse eterno presente desses parlamentares. Daí, porque não se trata de lembrança.     

ECOMISTA MÁRCIO POCHMANN DIZ QUE TERCEIRIZAÇÃO É UM RETROCESSO E O TRABALHADOR VAI TER SALÁRIO REDUZIDO

Agência Brasil - ABr - Empresa Brasil de Comunicação - EBCO economista Márcio Pochmann analisando a realidade cruel que viverá o trabalhador brasileiro se ocorrer a aprovação do PL 4.330, projeto de lei da terceirização da mão de obra do trabalhador brasileiro, afirmou que será um grande retrocesso nos direitos dos trabalhadores já constituídos historicamente através de intensa campanhas. Para ele o trabalhador terá seu salário diminuído e que rebaixará os contratos de trabalhadores fixos. Ele também fez comentário sobre a lei de terceirização na Itália.

“O não terceirizado, que hoje tem uma determinada remuneração, pode ter o salário reduzido pela metade. É um retrocesso que não pode ser admitido, principalmente pelas pessoas que acreditam que o Brasil precisa elevar a renda dos trabalhadores, para continuar ampliando o padrão de consumo, deixando de ser uma economia de baixa renda.

É interessante que se regulamente a terceirização, evitando a precarização e a instabilidade crescente no mercado de trabalho.

Desde seu início, a terceirização da mão de obra foi uma oportunidade de as empresas reduzirem custos de contratação de seus trabalhadores, inclusive num contexto econômico muito desfavorável nos anos 1990, período de recessão econômica, com forte desemprego. Trabalhadores que estavam sem alternativa, aceitaram empregos terceirizados de baixa remuneração.

A empresa italiana que precisa terceirizar por motivo de elevação produtiva, tem permissão, mas não pode ser por redução de custo. E os terceirizados devem ter condições de trabalho iguais aos trabalhadores contratados.

Isso torna a competição entre o setor privado e público, mais acirrada. Nós temos bancos privados que remuneram os funcionários com salários menores do que os públicos. Caso a terceirização da atividade-fim seja aprovada, as empresas privadas reduzirão mais ainda a remuneração, tornando o salário do setor público mais alto. Essa medida divide os trabalhadores”, analisou o economista Márcio Pochmann.

TRABALHADORES REALIZAM MANIFESTAÇÕES EM TODO BRASIL CONTRA OS EXPLORADORES, OPRESSORES E ESTÚPIDOS QUE QUEREM A TERCEIRIZAÇÃO. VETA DILMA!

693c8f77-820c-4dcf-a157-b158f282e3ddMilhares e milhares de milhares de trabalhadores realizaram em todo Brasil manifestações de protestos contra os exploradores, opressores e estúpidos que tencionam a aprovação do PL 4.330 que violenta os direitos de todas as categorias conquistados, historicamente, com muitas lutas. Lutas que as centrais sindicais e os movimentos sociais hoje realizam para que o trabalhador não perca seus direitos.

09955296-14bb-45c5-a7cb-fcde9812c4bbNo panorama geral, em várias fábricas os trabalhadores paralisaram suas atividades, trabalhadores dos transportes públicos também pararam, servidores estaduais e municipais, bancários e outras categorias também pararam. Foi uma manifestação que sacudiu o Brasil. Foi uma espécie de homenagem a peça teatral do dramaturgo Plínio Marcos, Quando as Máquinas Param. Relevância para Manaus, onde o movimento dos trabalhadores é quase zero. Onde o Partido dos Trabalhadores é dominado por uma forte subjetividade pelega.

Pelo menos as manifestações produziram uma vitória: a votação dos destaques do PL 4.330 marcada para ontem, dia 15, foi adiada para o dia 22, quarta-feira que vem. Não havia clima para a votação diante das manifestações concretas contras as votações das direitas que saem de mentes abstratas em relação aos direitos trabalhistas. Foram manifestações quase todas pacíficas se não alguns casos de ameaças repressivas.

manifestacao_centrais77742Não faltou o sarro contra os pelegos que se colocam a favor da terceirização mostrando o quanto são lambaios dos patrões como é o caso do Paulinho da Força solidária com os patrões. Em São Paulo, os manifestantes também realizaram protesto em frente da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp) que é obstinadamente a favor da terceirização. Uma lógica: são patrões. Não faltaram cartazes satíricos com as caricaturas de personagens publicamente afeitos só aos seus lucros.

manifestacao_centrais_277743Adílson Araújo, presidente da CTB, durante a manifestação na Avenida Paulista, falou sobre o perigo que corre o trabalhador com a ameaça da aprovação da terceirização. Para ele “é o pior projeto desde a ditadura militar” e que o apoio ao governo federal é para que ele rompa com as forças neoliberais.

“Cidades inteiras amanheceram sob protesto, protesto esse que tem a voz da nossa dignidade”. A resposta está dada, estas atividades servem para mostrar de lado nós estamos. A terceirização é o prior projeto em curso desde a ditadura militar.

O apoio ao governo vai no sentido de romper com o neoliberalismo. A mídia vai contra a classe trabalhadora e a direita cerca o Congresso’, observou Adilson.

 Já o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, o filósofo Guilherme Boulos disse que se a terceirização for aprovada – Veta, Dilma! – vai impor duras perdas aos trabalhadores.

 “Vamos passar pelo ninho deles, pelos jardins, para dizer que a rua é do povo, e que essa elite preconceituosa não vai nos impedir de ocupar as ruas”. As perdas para os trabalhadores com este projeto de lei vão muito além da CLT, tudo que nós conquistamos até: férias, décimo terceiro salário, licença maternidade… todas essas conquistas vão ser jogadas na vala comum se esse projeto for aprovado.

Se o PL for aprovado, a Dilma tem o dever de vetá-lo. Não vamos aceitar MPs do ajuste. O governo Dilma não foi eleito para casar direito do trabalhador, nem para fazer ajuste, nem para colocar Levy na Fazenda. Não vamos aceitar ataques contra trabalhadores pobres, venha de onde vier. O MTST não rabo preso com ninguém.

956354-15042015-_tng1113Nós vamos terminar esse ato na Fiesp paradizer que eles não devem contar vitória antes da hora. O PL 4.330 não vai passar. E se passar, vamos barra-lo, nem que seja na marra ”, disse o filósofo-trabalhador.

956355-15042015-_tng1119Por sua vez, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, afirmou que a classe trabalhadora deu “uma lição na direita”.

“O empresário brasileiro usa uma desculpa de que o projeto é para gerar segurança jurídica, e o que eles querem é segurança jurídica para explorar os trabalhadores, não pagar direitos trabalhistas, aplicar longas jornadas e, com o projeto 4,330, evitar que isso seja questionada na JustiçaEles acharam que iam aprovar esse projeto sem a reação do povo, mas esqueceram que o povo não está lá no Congresso, está sim aqui na ruas. A classe trabalhadora deu uma lição na direita”, afirmo Freitas.

Agora, se for essa aberração antitrabalhador for aprovada só resta o clamor geral: “Veta, Dilma”!

HOJE É DIA DE MANIFESTAÇÕES EM TODO O BRASIL CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO E A SUBJETIVIDADE REACIONÁRIA QUE PRETENDE SE IMPOR

image_large (1)Há no momento no Brasil, embora já seja caduca, uma forte expressão de reacionários em vários seguimentos. Na indústria, no comércio, nos meios de comunicação, em algumas universidades, Congresso Nacional, e outros, todos mostrando o caráter que não tem qualquer relação com a democracia, já que a democracia é um devir de produção contínua de novas formas de existências. Existências que dignificam e honram a dignidade humana em suas faculdades intelectiva, afetiva e ética.

Na ânsia – tara – de querer fazer prevalecer sua ideologia reacionária estes seguimentos lançam mão de todas as formas de ameaças, até de violência física e moral contra os que são contrários a seus propósitos antidemocráticos. Entretanto, nesse momento a maior ameaça que vem sofrendo a democracia brasileira, além da aprovação da redução da maioridade penal, é a provação da terceirização em todo setor trabalhista. Uma ameaça que chega a ser pura violência contra os direitos dos trabalhadores. Direitos que foram produzidos, historicamente, através de muitos embates contra os patrões ambiciosos e parlamentares que fizeram de um tudo para esses direitos não se tornassem realidade.

Em função desse quadro ameaçador, hoje, dia 15, todas as categorias de trabalhadores, movimentos sociais, entidades religiosas, organizações não governamentais, OAB, intelectuais, artistas, a sociedade civil de maneira geral, vai às ruas para se manifestar contra esses dois temas perniciosos à democracia; a terceirização e a subjetividade reacionária. A manifestação é promovida, principalmente, pelas centrais sindicais. Entretanto, como é óbvio, A Força Sindical que tem como presidente licenciado o chamado Paulinho da Força, não vai participar. Seria mais aberrante do que já é, visto que ela é a favor da terceirização. O líder, embora seja do partido Solidariedade, é um menino de recados do partido da burguesia-ignara, PSDB, que também é a favor da terceirização.

“O que as pessoas têm que prestar atenção que ao contrário do que diz a mídia tradicional, o PL 4.330 não vai proteger quem já é terceirizado. O projeto vai é tornar todo mundo terceirizado. Estamos diante de um forte ataque do Congresso Nacional aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras”, afirmou Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Para o presidente da CTB, Adilson Araújo, a mobilização é importante para o enfrentamento da crise.

“Uma mudança de curso vai demandar muita mobilização social. As mobilizações são determinantes para a gente dar um novo curso no enfretamento da crise, que termina servindo de elemento para que esse Congresso, ainda mais conservador, venha dar seguimento a uma agenda extremamente regressiva. O Parlamento tem sido um palco de maldades contra os trabalhadores e os interesses sociais”, opinou Adilson Araújo.

Falando sobre a atuação do Congresso Nacional em relação aos direitos dos trabalhadores, Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato de São Paulo, Osasco e região, foi sinteticamente concludente.

“O Congresso não reflete a população brasileira, é um reflexo do poder econômico”, sintetizou Juvandia.

Para Luiz Carlos Prates, dirigente da executiva nacional da CSP-Conlutas os trabalhadores sabem que a terceirização é um cruel ataque a legislação trabalhistas.

“Existe uma grande insatisfação entre os trabalhadores. Eles percebem que é um ataque muito grande a legislação trabalhista, pois significa que podem trocar quase toda a mão de obra. A única forma de enfrentar isso é com o povo na rua”, afirmou Prates.

Por sua vez, o filósofo e coordenador-nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, Guilherme Boulos, essa será apenas a primeira manifestação contra o conservadorismo que predomina no Congresso Nacional que se coloca contra o trabalhador.

“Temos um conjunto de preocupações. De um lado temos que nos mobilizar contra a ofensiva conservadora que revivei propostas de redução da maioridade penal, da terceirização, da lei antiterrorismo. Mas também dar uma resposta à ofensiva das direitas nas ruas.

O caminho para construção de um país mais justo e o enfretamento da crise econômica são as reformas populares e não a redução de direitos.

O ato faz parte de um conjunto ao qual esperamos dar sequência e fazer dele uma mobilização cada vez maior”, observou Boulos.

Enquanto isso, o engajado ator norte-americano Danny Glover, participando do 9° Congresso Nacional dos Metalúrgicos da CUT, em Guarulhos, São Paulo, teceu elogios aos trabalhadores brasileiros e ao potencial do Brasil como Nação capaz de influenciar o mundo.

image_large“Os sindicatos brasileiros sempre estiveram à frente da luta em favor dos direitos civis. O Brasil ainda não se deu conta do seu potencial no mundo. Nós, norte-americanos, observamos o Brasil como um país transformador nas relações de trabalho. No que diz respeito às ações globais, precisamos nos unir nesse momento de crise financeira mundial, que aumenta a precarização dos trabalhos. Por isso, nossa luta é permanente”, disse Danny Glover. 

PAULINHO DA FORÇA DO PATRÃO NÃO TEM CLASSE DE TRABALHADOR

maneiras-lidar-chefe-dificil-noticiasOs filósofos Deleuze e Guattari, no segundo volume da obra revolucionária Mil Platôs – Capitalismos e Esquizofrenia, tratando sobre o sentido do devir-linguístico, o devir que muda a estrutura molar da linguagem palavra de ordem, ou seja, do discurso do significante como ecolálico ou discurso indireto que caracteriza a sociedade paranoica capitalista, fazem uma reveladora referência sobre a semiótica paranoica usando o Manifesto Coletivo Estratégico que trata da língua de Quebec.

O manifesto diz: “Não é porque um indivíduo fala a língua da classe trabalhadora que ele defende as posições dessa classe”.

A língua, dizem, é um corpo social. Ou, uma instituição social que todos são apanhados em seus códigos dominantes como forma de agenciamento linguístico através de seus enunciados. Daí a existência do sujeito de enunciação e o sujeito de enunciado. Para muitos linguistas, a língua é a expressão ideológica de uma sociedade. Ninguém escapa. Já a fala é individual. A fala é a experiência individual de cada sujeito como concretização da língua. Na fala implicam entonações, inflexões, articulações e impostações próprias do sujeito-falante.

Embora todos sofram a influência e dominação da língua, todavia, de acordo com os estratos sociais que cada indivíduo vai experimentando, ele vai absorvendo signos-linguísticos desses estratos. São as chamadas semióticas – para alguns, semiologias, mas as duas se concretizam pelos signos –  particulares ou profissionais. Há uma semiótica médica, uma semiótica jurídica, uma semiótica psicanalista, etc. Assim, como há uma semiótica dos trabalhadores.

Se no caso da aprendizagem da língua e da fala se trata mais do ouvir falar e do repetir no seio familiar, onde a criança inicia sua jornada linguística epistemológica, na linguagem –semiótica – do trabalhador a aprendizagem só ocorre através da experiência direta com os instrumentos de produção, sua força de trabalho, salário, mais-valia, produção, circulação, consumo, condições de trabalho, leis trabalhistas, etc. O que faz com que o trabalhador produza sua condição de classe. Sua dimensão politica como trabalhador-produtivo responsável pela riqueza do país.

É na práxis que o trabalhador produz sua consciência política de trabalhador. A consciência que mostra que em virtude das forças históricas, ele, trabalhador, é diferente do patrão. Ele produz a riqueza do patrão, assim como também produz o dinheiro que vai pagar seu salário. Daí que ele sabe que quem lhe paga não é o patrão, mas sua própria produção de valor. Como o patrão não produz riqueza econômica, ele, o trabalhador, conhece muito bem a lógica que os coloca distantes: trabalhador é trabalhador patrão é patrão.

Entretanto, nem todo trabalhador produz em si essa dimensão política profissional que faz com seja um representante de sua classe. Alguns fatores são responsáveis por essa alienação. Anemia ontológica, covardia, miséria cognitiva, aberração ética, preguiça, medo, disposição ao capachismo, inércia psicológica, e outras. Mas o certo é que o trabalhador que não produziu em si a dimensão política profissional é uma aberração. Portanto, um aproveitador. E em relação ao patrão, um pelego. Sem a essência de trabalhador ele encontra-se pronto para servir ao patrão contra a classe trabalhadora.

O deputado do partido Solidariedade – que não teve nenhuma solidariedade com os trabalhadores, pois votaram a favor da PL 4.330 – e presidente da Força Sindical conhecido pelo diminutivo Paulinho, tem se mostrado um verdadeiro pelego que atua distante das causas do trabalhador. Ele tem feito muitas performances ridículas que um trabalhador que tem a dimensão política da classe, não faz. Usa termos sórdidos para atingir a presidenta. Aliás, tentativa vazia, já que Dilma tem honradez que lhe faz inatingível. E mais, inteligência e coragem, qualidades que lhe faltam como agente solidário ao patrão. Além de ser amigo dileto de Aécio, o ex-governador que acabou com o estado de Minas. Como se fossem pouco esse grupo de atributos, tem uma atuação das mais sofríveis no Parlamento.

Com todas essas qualidades negativas, ele não poderia ter uma posição diferente na votação da terceirização. Votou contra os trabalhadores. Votou Sim, pela terceirização que para ele vai melhorar a vida do trabalhador. Votou junto com os patrões que representaram a metade dos votos pela terceirização. Votou com deputados proprietários, comerciantes, industriais, ruralistas e empresários do ramo da terceirização. A fina classe dos que parasitam os trabalhadores.

Entretanto, ele faz questão de afirmar que fala a língua do trabalhador. Mas, como diz o manifesto da língua quebequense, ele pode até falar a língua do trabalhador, porém “não defende as posições dessa classe”. Sendo assim, fica claro que ele não faz parte da classe trabalhadora. No mínimo ele é um infiltrado para corroer internamente a classe. Por isso, encontra-se certo ao se colocar como um sujeito-sujeitado à classe burguesa que é a classe dos patrões.

É visível e risível: Paulinho da Força do Patrão não tem classe de trabalhador!

DEPUTADOS DO AMAZONAS VOTAM PELA TERCEIRIZAÇÃO E REAFIRMAM O ADÁGIO:” COSTUME DE CASA VAI À PRAÇA”

image_largeA história dos representantes partidários do estado do Amazonas no Congresso Nacional é em quase sua totalidade patética. Foram poucos os seus representantes, principalmente na Câmara dos Deputados, que tiveram uma desenvoltura política significante aos fluxos democráticos que produzem socializações entre os brasileiros. Fluxos que codificam o território democrático como um ser-coletivo movente em que os percursos são contínuas produções políticas.

Antes do Golpe de Estado realizado pela maioria dos militares e uma parte da sociedade civil apoiado e gerido, em parte, pelo poder norte-americano que instituiu a ditadura civil-militar em 1964 chegando até 1985, o Amazonas teve um insigne, inteligente e denodado deputado federal. Almino Afonso. Almino Afonso realizou politicamente uma produção que lhe tornou um dos mais importantes e respeitados deputados do Congresso Nacional. Com uma formação política socialista, ele conhecia filosófica e cientificamente os intestinos da mobilidade concreta que são necessários ao homem em sociedade.

Com a implantação da ditadura, Almino Afonso foi caçado e perseguido por suas posições e ideias. Se fosse apenas mais um parlamentar não teria tido o mesmo destino como ocorreu com muitos outros. Inclusive do Amazonas. Muitos outros que foram até beneficiados pela ditadura, sem qualquer sinal de pudor. Falta de pudor que permitiu outras gerações seguirem o modelo. Ainda hoje, Almino Afonso é lembrado e cultuado como um homem que alcançou a dimensão política democrática. Dimensão inexistente na maioria dos representantes do Congresso Nacional atual.

No pós-ditadura, o quadro representativo do Amazonas continuou patético. Embora tenha sofrido algumas vibrações em seu corpo molar, imóvel, que sempre lhe identificou. O estado teve duas grandes representações na Câmara dos Deputados. O deputado Francisco Praciano do Partido dos Trabalhadores e Vanessa Grazziotin do Partido Comunista do Brasil. Suas atuações colocaram o Amazonas em posição de combatividade na Câmara. Enquanto os outros representantes da terra de Ajuricaba despareceram na zona obscura da instituição, os dois apresentaram propostas não apenas voltadas aos interesses do Amazonas como também aos interesses do país. Os dois realizaram seus batismos legislativos na Câmara dos Vereadores de Manaus, sempre com posições contratantes aos status quo dos prefeitos. Praciano se ligou diretamente aos interesses da população manaura. Vanessa se ligou a causa estudantil. Os dois tinham percepções distantes, enquanto os outros, fisiológicos, só percebiam seus corpos e dos prefeitos.   

Hoje, os representantes do Amazonas na Câmara Federal, são personagens anêmicos que compõem pateticamente a subjetividade reacionária que predomina no Congresso Nacional. Eles estão apenas colocando em prática o que aprenderam na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e na Câmara dos Vereadores de Manaus quando exerceram os mandatos de deputados e vereadores.

Como todos os governos foram reacionários e impotentes politicamente, eles colocaram seus mandatos a serviço dos governadores que formam o grupo que há 30 anos impõe o atraso político, econômico e social ao povo amazonense.

Suas atuações, sempre voltadas aos interesses dos governantes, já mostravam a miséria política em que estavam atolados. Sem dimensão política, inteligência-social e coragem, como forma de independência, não havia como enfrentar os governantes com ideias populares de interesse da maioria da sociedade.

O filosofo Nietzsche, afirma que a moral se constituiu através de costumes herdados por tradição cuja causa primeira foi uma ordem dada por um grupo ou uma classe que dominava. E aquele que a segue não tem nem inteligência e nem coragem para negá-la. Ou seja, segue o costume. Esses insípidos deputados jamais desconfiaram que seus comportamentos legislativos originaram-se de uma ordem irracional fisiológica que empobrece o exercício democrático. Que no caso político, é uma ordem contra a democracia. Daí, cristalizarem o costume de casa e irem à praça.

Todos votaram pela regulamentação da terceirização, Projeto de Lei 4.330/04, (foram 324 a favor e 137 contra) que destrói os direitos dos trabalhadores construídos com muitas lutas durante sua história de produtor de riqueza econômica do país. Riqueza que também paga seus salários, já que estão incluídos, como diz o filósofo Marx, na ordem dos trabalhadores improdutivos: os que desempenham uma função social e recebem uma renda. Renda produzida pelos trabalhadores. Mas é querer demais que esses inócuos deputados raciocinem com Marx, o filósofo que pensou no último grau do pensamento.

Mas é necessário, também, que se analise que o alfabetismo político desses parlamentares reacionários expressado na Câmara dos Deputados, não é produção exclusiva deles. Eles não foram eleitos por eles mesmos. Suas eleições foram construídas com os votos de uma grande parcela de eleitores de seguimentos diversos da sociedade amazonense. E uma parcela expressiva de trabalhadores. E entre esses, a categoria dos trabalhadores em educação que tem a obrigação do conhecimento político necessário para eleger um deputado.

Muitos professores votaram nesses deputados que hoje votam contra os direitos dos próprios trabalhadores. Muitos professores participaram até de conluios com seus superiores para eleger um específico candidato ligado à força governante. Como é possível entender, esses deputados expressam uma grande parcela da alienação desses trabalhadores que o elegeram e que agora eles votam contra os próprios trabalhadores que lhes concederam os votos.

Daí que o costume de casa que vai à praça, é uma cadeia-social produzida pela alienação em forma de analfabetismo político coletivo. Como diz o filósofo: “Esses professores falam a linguagem dos trabalhadores, mas não são trabalhadores”. Não chegam nem distante do entendimento político que tem o deputado Tiririca (PR/SP) que votou contra terceirização.

Não seria necessário apresentar os nomes dos politicofastros – o falso político, para os gregos – do Amazonas já são muito bem conhecidos no estado. Mas, como esse blog é acessado nacional e internacionalmente necessário se faz a divulgação de tais politicofastros.

  • Arthur Bisneto, PSDB (Filho-neto de Arthur, prefeito de Manaus que ameaçou surrar Lula).
  • Pauderney Avelino, DEM.
  • Alfredo Nascimento, PR.
  • Hissa Abrahão, PPS.
  • Conceição Sampaio, PP.
  • Marcos Rota, PMDB.
  • Átila Lins, PSD.
  • Silas Câmara, PDS (Absteve-se. É o mesmo que votar a favor da terceirização).

Trabalhador, em nome de sua honra e de sua família, não esqueça esses nomes. Eles estão simplesmente a serviço dos exploradores patrões. A terceirização é um acinte contra os direitos dos trabalhadores. Só são a seu favor os ignorantes, os perversos e os patrões.   

“A PRESIDENTA NÃO VAI FAZER NADA QUE PREJUDIQUE O TRABALHADOR”, DISSE O MINISTRO MANOEL DIAS SOBRE AS MPS 664 E 665

947010-trabalho_-1127É fácil compreender, embora seja impossível aceitar. No final do ano passado foi anunciado como parte do ajuste fiscal do governo as Medidas Provisórias 664 e 665 que alteram as regras da concessão de benefícios previdenciários e trabalhistas, como o seguro-desemprego, seguro-defeso, da pensão por morte e auxílio-doença.

Como não poderia ser diferente, as centrais sindicais se posicionaram contrárias exigindo do governo que não tocasse no que é de direito dos trabalhadores. E, como também não poderia ser diferente, a fálica oposição se mostrou a favor dos trabalhadores.

Logo ela que odeia trabalhador. Basta observar dois exemplos. Ela defende a ideologia da economia política do capitalismo que massacra a força de produção do trabalhador e mostrou sua sanha contra os direitos dos trabalhadores durante todos os desgovernos de Fernando Henrique. Daí se conceber que seu interesse é só simulação. Ela não tem quer sinal relativo aos direitos dos trabalhadores. Sua função parlamentar é só servir ao capital internacional contra os interesses do povo brasileiro.

Pois bem, o ministro Manoel Dias do Trabalho e do Emprego foi informado que o governo federal aguarda uma proposta formal das centrais sindicais para que ele tome eventuais medidas sobre o texto. Segundo o ministro, a presidenta afirmou que não vai fazer nada que represente prejuízo aos trabalhadores. No momento os técnicos analisam o texto.

“O governo ainda não tomou posição, não posso emitir opinião. Estamos aguardando a proposta das centrais. Elas pediram mais um prazo. Elas também estão fazendo os estudos. Uma coisa é o discurso público, é natural, as pessoas extravasam. Estão exagerando nas avaliações. Há uma exacerbação em relação a situação econômica do país.

Ninguém é dono da verdade os grupos técnicos do governo estão fazendo contas e cálculos. O que é certo é a presidenta Dilma não vai fazer nada que represente prejuízo ao trabalhador. É também unânime, consensual, que as medidas têm que ser tomadas”, disse o ministro.

O ministro também rebateu a posição do presidente do Senado Renan Calheiro (PMDB/AL) que para ganhar alguns dividendos para sua carreira-conservadora, se colocou a favor dos trabalhadores afirmando que os trabalhadores não podem pagar a conta dos ajustes fiscais estabelecidos pelo governo. Simples encenação, é lógico.

“O trabalhador não vai ficar com a conta dos ajustes. Não foram subtraídos direitos dos trabalhadores. Não é em cima deles, mas de uma necessidade que temos de garantir a saúde, a permanência o fortalecimento do FGTS. São bilhões que estão em jogo, e temos responsabilidade como gestores”, rebateu Manoel Dias.

Ele também teceu comentário sobre a posição da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

“A CUT, embora tenha membros do PT, antes de ser PT, tem compromissos com os trabalhadores. Elas, têm que defender os direitos trabalhistas e o interesse dos trabalhadores. A luta de classe não acabou, só que ela se dá em outro campo, em outro nível. No meu tempo era no quebra-quebra”, observou o ministro.

MINISTRO DO TRABALHO DIZ QUE BRASIL CONTINUA CRIANDO EMPREGOS E QUE A MÍDIAFAZ CAMPANHA DELIBERADA CONTRA O GOVERNO

33d154ad-6623-4b6a-adbb-8ff8114cbe1dO ministro do Trabalho e Emprego Manoel Dias, do PDT, disse durante entrevista que o governo continua criando emprego. Segundo o ministro, até dezembro houve aumento de vagas e foi registrado o menor número de desemprego. O mistro lembrou que há uma crise no mundo e que atinge também o Brasil, mas que o governo sabe como tratá-la. Por isso, o clima de incerteza em relação ao Brasil, propagado pela mídia é exagero.

Par o ministro a mídia oposicionista, deliberadamente, propaga seus interesses deixando de lado o interesse da população que é ser bem informada. O que essa mídia não faz. Manoel Dias também falou sobre as medidas provisórias 664 e 665 que alteram as regras dos benefícios como pensão, auxílio-doença e seguro-desemprego.

 “Eu sou sempre otimista e não acho que está tão ruim como querem. Há uma campanha deliberada da grande mídia de oposição, que cria um ambiente de dúvida acumulada com essa corrupção que está sendo desvendada. Isso deveria ser positivo, porque um corruptor está preso. E não há corrupto sem corruptor, e a bomba sempre estourava no bagrinho.

Não quero negar a crise, mas não concordo com desastre. Vamos ter que enfrentar e fazer um grande debate com as centrais sindicais sobre a qualificação dos trabalhadores e sobre as políticas públicas do trabalho e emprego.

Nós somos gestores desses fundos. É preciso cuidar do dinheiro do trabalhador que é depositado, para que o trabalhador não perca esse dinheiro. Os fundos não estão falidos, temos que levar em conta que dobramos o número de empregos, aumentou a contribuição e, é claro, o número de pessoas que requerem os benefícios.

Está sendo feito aqui que é melhor para os trabalhadores. O governo tem a proposta, mas admite discutir. Não há mais como revogar, mas é importante discutir”, observou o ministro Manoel Dias.  

CENTRAIS SINDICAIS REALIZAM MANIFESTAÇÃO CONTRA MEDIDAS ADOTADAS PELO GOVERNO QUE ATINGEM OS DIREITOS DOS TRABALHADORES

fecd2562-cf8d-426a-b26b-4b54ac7a1712Ontem, dia 28, as centrais sindicais realizaram manifestações em várias capitais do país contra as medidas econômicas adotadas pelo governo federal que, para os manifestantes, atinge os direitos dos trabalhadores. No ato, os trabalhadores, exigiram, também, a revogação das medidas provisórias 664 e 665 que foram anunciadas no fim do ano passado. Segundo os trabalhadores, essas medidas dificultam ao cesso a direitos trabalhistas e previdenciários, como o seguro-desemprego, auxílio doença e abono salarial.

Em São Paulo as centrais sindicais conseguiram reunir mais de 5 mil trabalhadores, na Avenida Paulista. Entre os discursos se destacaram os temas que afirmam que os trabalhadores não vão se sensibilizar com a flexibilização de alguns pontos das medidas provisórias, porque retiram conquistas dos trabalhadores.

Em São Paulo alguns dos líderes sindicais assim se posicionaram.

“A mudança no seguro-desemprego mexe com a renda de 9 milhões de trabalhadores. São, por exemplo, os trabalhadores da construção civil, que trabalham em um projeto de um ano e depois vão para outro, nem sempre imediatamente. É da natureza da profissão. Não somos favoráveis à desvios na Previdência, Trabalho, mas inaceitável que o governo ajuste suas contas às contas dos mais pobres.

O que nos blindou da crise econômica de 2008 foi produção interna, não o aumento do juro e endurecimento do crédito”, Sérgio Nobre, secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

 “A realidade do trabalhador não é de um personagem de novela que forja uma morte para escapar da justiça. As pessoas não estão morrendo para pegar pensão. O que precisamos é de uma política que combata a alta rotatividade nos empregos, não que passe uma maquiagem nela”, Herbert Claros, vice-presidente da CSP-Conlutas.

 “Nos Estados Unidos, berço do capitalismo, presidente Barack Obama já se posicionou a favor da taxação das grandes fortunas. Nós temos que enfrentar a besta e seguir adiante num projeto de desenvolvimento sustentável, com olhar especial para a classe trabalhadora, que sofre demais com arrochos como os que estão sendo postos”, Ricardo Patah, presidente da UGT.

Na semana que vem os representantes da centrais vão se encontrar com os ministros Miguel Rosseto, Secretaria-Geral da Presidência, Carlos Gaba, Previdência, Manuel Dias, Trabalho e Emprego, e Nelson Barbosa, Planejamento. Na ocasião os líderes sindicais apresentarão um documento para ser entregue à presidenta Dilma.

ATENÇÃO PROFESSORES DO AMAZONAS, VAI HAVER ELEIÇÃO DIRETA PARA DIRETORES DAS ESCOLAS!

7a9030ed-4f22-4d14-8fc5-d9d54568dc4cUma excelente aplaudida decisão democrática: eleições diretas para escolha dos diretores das escolas. Uma verdadeira práxis-educacional política. Professores, alunos, pais de alunos e funcionários escolherem o diretor da escola através da eleição direta.

Com a escolha dos diretores das escolas através de eleição direta acaba o feudalismo-escolar, onde um professor passa anos ocupando o cargo, o servilismo-capacho do diretor que ocupa o cargo por indicação política, a função cabo eleitoral do diretor que faz campanha para os candidatos do Executivo e Legislativo, e, ao mesmo tempo, impede que diretores possam continuar praticando atos dos mais ignóbeis que uma pessoa pode praticar: a submissão, a bajulação e o rastejar imoral. Atos que não podem ser considerados da condição humana. Se humilhar, por livre e espontânea vontade, diante de governantes para conseguir um cargo é indigno do ser humano-democratizado.

Mas, essa atitude imoral do professor, que por sentimento de inferioridade busca o cargo de diretor por indicação do governante para aumentar o salário e se sentir respeitado, que é um respeito-ilusório, não é sustentada apenas pela psicologia-lambaio do professor. Faz parte, também, da psicologia orgulhosa desses governantes que acreditam que são amados quando observam alguém rastejando em sua frente. Faz parte da psicologia social da classe-burguesa. Na verdade é uma psicopatologia-social que a eleição direta para diretor de escola psicanalisa para que a prática da democracia se movimente livremente. 

Essa relação de dependência professor-servo e governante-patrão, é muito boa para a sociedade compreender quem são esses personagens. A partir do momento em que a sociedade observa essa relação patológica, em função de seus componentes-perversos, ela passa a conhecer eles como desnecessários à democracia, porque ambos usurpam um direito que é de todos e não dos que se julgam privilegiados. O governante que indica o diretor para defender seus interesses, e o diretor que defende os interesses do governador contra os interesses da sociedade. Uma simbiose que atenta contra os direitos e deveres democráticos.

Aí, um sinal-chamativo para que a sociedade se uma com os professores contra essa psicopatologia-educacional que coloca em perigo a prática educacional do ensinar, aprender e atuar que são os corpos básicos do professor e o estudante. Agora, com a escolha dos diretores das escolas através da eleição direta, essa psicopatologia-educacional vai enfraquecer.

Por isso, que o governador, através do Decreto 30.619, já autorizou que a comunidade escolar composta também pelos pais dos estudantes, se organize e se prepare para participas das eleições.

Só que para alegria dos capachos e tristeza dos professores-democráticos do Amazonas, esse decreto é determinação do governador do Maranhão, Flávio Dino do PCdoB. E, enquanto o Maranhão revoluciona a política escolar, o Amazonas e sua triste capital, Manaus, continua na prática do sadismo-governamental e o masoquismo-professoral. 

Breve lembrete! Professores das redes públicas de ensino municipal e estadual do Amazonas vão realizar um ato de protesto contra o prefeito Arthur Neto do partido da burguesia-ignara, PSDB, e o governador Zé Melo, por falta de cumprimento de seus deveres administrativos referentes à categoria. Entre eles, o não pagamento do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorizção dos Profissionais da Educação (Fundeb) que foi criado no governo Lula pela Emenda Constitucional n° 53/2006 e regulamentado pela Lei n° 11.494/2007 e pelo Decreto n° 6.253/2007.

 Vamos à luta, professores! A potência do saber é mais criativa e transformadora que os ecos dos partidos de direita!

OLHA AÍ, PATRÃO! A PARTIR DE ONTEM, DIA 7, PASSOU A VIGORAR A LEI DA CARTEIRA ASSINADA DO TRABALHADOR DOMÉSTICO. O EXPLORADOR QUE NÃO ASSINAR LEVA UMA MULTA DE R$ 805,06.

Toma cuidado, patrão, explorador, como também a patroa exploradora. A partir do dia de ontem, 7, passou a vigorar a Lei da Carteira Assinada do trabalhador doméstico. Um serviço que se encontrava, por falta da garantia legal, na informalidade, mas que agora com a Lei 12.964/14, a informalidade acaba porque obriga a assinatura do trabalhador doméstico.

O descaso com esse tipo de trabalhador por imposição da exploração do patrão sobre essa força de trabalho é tamanho que mostra que dos 6,35 milhões de domésticas no Brasil, 4,45 milhões, que corresponde 70%, são informais. Uma violência que muitos que são contra o governo Dilma, são a favor. Uma lógica tradicional, já que o burguês sofre quando tem que fazer valer o direito do trabalhador. Os dados são da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) de 2012, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Amparado pela lei o trabalhador doméstico deve ficar atento quanto a sua não execução pelo patrão. Como se trata de uma cultura de exploração histórica, é possível, por perversidade, desvio de personalidade, que o patrão queira até pagar a multa de R4 805. 06. Para fazer a denúncia da não formalização da lei, o trabalhador, um parente, ou mesmo um vizinho pode informar ao Ministério do Trabalho que tomará as devidas medidas. Não esquecer que a carteira deve ser assinada mesmo quando trabalhador está em estágio de experiência.

“Caso o empregador não compareça, a denúncia será encaminhada ao Ministério Público do Trabalho para que tome as providências cabíveis. Em momento nenhum a gente vai fiscalizar a casa das pessoas. De acordo com o Artigo 5° da Constituição Federal, o lar é inviolável. As pessoas não podem ingressar a não que tenham autorização judicial.

A partir do momento que existe uma penalidade que pode ser aplicada ao patrão, isso é um incentivo para que as pessoas regularizem a situação porque até agora isso não existia. Até agora, o único risco que existia ao empregador era o trabalhador ingressar em juízo. A gente entende que isso incentiva a formalização dos vínculos”, observou Roberto Leão, coordenador-geral de Recursos , da Secretaria de Inspeção do Trabalho.

Para Mário Avelino, presidente do Instituto Doméstica Legal, “quebra a espinha de uma cultura patriarcal”.

“A formalização deve passar de 10% para 15% já que a informalidade vai ficar mais cara. A multa quebra a espinha de uma cultura patriarcal. A lei trabalhista doméstica, sempre foi boa para o patrão. A lei determina o direito, mas não prever casos em que ela for descumprida, por isso a informalidade é tão alta”, opinou Avelino.

Porém, apesar dessas conquistas, outras conquistas ainda se devem fazer, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), salário-família e seguro-desemprego. Por isso, a luta continua companheiros!

O ECONOMISTA MÁRCIO POCHMANN DIZ QUE A NOVA CLASSE TRABALHADORA PRECISA DO ESTADO COMO PRECISA DE SINDICATO

São mais de 40 milhões de brasileiros que durante na última década deixou a linha de pobreza para se caracterizar, na pirâmide social, como a nova classe trabalhadora. Um fato possível com as políticas desenvolvidas pelo ex-presidente Lula e a presidenta Dilma.

Embora tenha ocorrido essa transformação social, não se pode afirmar que se-trata de ascensão de classe. Essa classe ainda precisa muito do Estado para poder promover educação, saúde e serviço público de qualidade para seus entes. Diferente da classe média que prescinde desses benefícios públicos porque tornou sua existência uma realidade privada que engloba a saúde, educação, transporte, entretenimento. Tudo como forma de deduzir o imposto de renda.

Esse entendimento é mostrado pelo economista Márcio Pochmann, professor do Instituto de Economia da Unicamp e ex-presidente do Instituto de Pesquisa de Aplicada (Ipea) que participou do debate promovido pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo no Centro de Pesquisa 28 de Agosto.

“É inegável a mobilidade social e material alcançada pelos brasileiros desde a década de 2000, com criação de milhões empregos, redução da miséria, ampliação das políticas públicas inclusivas, principalmente na educação e habitação e aumento do poder de consumo dos trabalhadores. Mas, essa inclusão, não é sinônimo de ascensão de classe.

A classe média poupa, investe, viaja, investe em cultura, lazer e conhecimento. Quer menos imposto e não quer o Estado. A classe média típica se delicia no momento de declarar o imposto de renda e calcular as deduções que tarar com planos de saúde, escolas particulares, fundo de previdência, enfim, gastos com serviços que recusou do Estado e foi buscar no setor privado; deduz até, pasme, despesa com a empregada doméstica.

Assim, a principal política social do Estado, vem do Ministério da Fazenda. A classe trabalhadora, entretanto, precisa do Estado. Sem ele, não terá acesso à educação, saúde, serviços públicos de qualidade.

Os avanços são analisados por partes, o pobre, a mulher, o negro, a moradia, a situação de rua… Sem se observar no todo, no macro, que o surgimento dos novos atores sociais se dar em desconexão com os setores que deviam representar esses novos atores.

De cada dez novos trabalhadores que ingressa no mercado de trabalho, apenas dois se sindicalizaram. Dos oito que não se filiaram, quatro apontaram como motivo o fato de o sindicato não os representar e os outros quatro consideram importante, mas não se associaram por não saber como e não conhecer a entidade que os representaria, Do mesmo modo, dos milhões de jovens que conquistaram acesso à universidade, a maioria não se aproximou de movimentos estudantis.

Estão surgindo movimentos sem pauta, porque não estão representados por instituições. Não estamos sem futuro nem sem projeto, mas estamos sem agenda para esses trabalhadores e é preciso alcançá-los. Na política não tem vaga. Se a esquerda não souber dar esses novos passos, outros darão”, analisou Márcio Pochmann.

SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO AMAZONAS FAZ ACORDO COM GOVERNO CONSERVADOR E OFENDE A CATEGORIA

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O fato é de simples entendimento como produzir uma aula criativa, onde o professor não é um ensignador e muito menos faz de sua profissão uma prática de marcação de poder. Os professores do estado Amazonas, diga-se: os que sabem diferenciar o que é trabalho (a potência antagónica do capital) e emprego (o bem social), há anos tentam juntos aos governos estadual e municipal, dialogar sobre temas referentes à sua nobre e imprescindível profissão como princípio criador de democracia. Todavia, todas as tentativas foram infrutíferas.

Os professores e outros trabalhadores da educação só pleiteiam o que a lei trabalhista indica. Um salário baseado no que prega a Constituição, plano de saúde, auxílio alimentação, tique refeição e vale transporte. Direitos que em uma democracia real os profissionais nem precisariam reivindicar. Inicialmente pediram um ajuste salarial de 20% e junto com o pagamento de direitos que governos, como a prefeitura, não pagam. Com esses temas, também conhecidos como pauta, eles se organizaram e realizaram algumas passeatas reivindicatórias com o objetivo de chamar a atenção dos governos e, também, da sociedade que em grande maioria é alienada, principalmente a classe média.

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Ocorre, porém, que embora existam algumas entidades que lutam pela categoria como os professores ligados a Asprom, os que fazem parte do PSTU, PSOL, e até do PT, todos independentes aos dois governos, existe também o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) que é dirigido por membros do Partido Comunista do Brasil (PC do B) e que há anos é ligado aos governos conservadores e manipuladores que dominam o cenário apolítico do Amazonas há 30 anos. A muralha reacionária que imobiliza o Amazonas.

Trabalhando sempre de acordo com esses (des) governos, o Siteam facilita a derrota das causas que os professores, que não são ensignadores, se engajam. Assim, foi que depois da última manifestação em praça pública realizada na semana passada, os professores conseguiram um aceno de que os governos iriam conversar com eles. Talvez, por ser tempo de eleição.

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As entidades independentes acreditaram (quem sabe nem tanto). Só que o Sinteam já estava firmando acordo com o governo do estado na pessoa do candidato ao governo, José Melo. Desse acordo, ficou como resultado, e aceito pela direção do Sinteam e professores que o apoiam, que o governo vai conceder um aumento de 5.6% a partir desse mês de maio, em janeiro de 2015, já com outro governo, mais um mísero 3.4%. O que resulta em um aumento de 9%. Uma bofetada na categoria. E mais, o auxílio alimentação, também, só será conferido em janeiro.

Ontem, dia 6, os professores independentes da submissão se reuniram e se declararam contrários à proposta do governo que fora aceita pelo Sinteam. No mesmo tempo, o Sinteam também se reuniu com seus comparsas para considerar acordo fechado com o governo. Alguns professores, embora filiados ao Sinteam, não comungam com suas alianças antidemocráticas , tentaram participar da reunião, mas foram impedidos pela força do sindicato – qualquer semelhança com a Força Sindical é compreensivo -, como o caso dos membros PSTU, PSOL, 5 de Maio (aniversário de Marx) que se sentiram profissionalmente ofendidos em seus direitos pelo sindicato.

Agora, como a matéria vai ser votada, na próxima semana, na Assembleia Legislativa (que é sustentada por eternos deputados ligados ao governo) os professores independentes da submissão governamental, prometem realizar um ato para tentar mudar o acordo que fere a categoria.

DILMA DISCURSA EM HOMENAGEM AO DIA DO TRABALHADOR E DEIXA AS DIREITAS PERPLEXAS E INCOMODADAS MAIS AINDA

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Dilma promoveu um discurso ao povo brasileiro em homenagem ao Dia do Trabalhador que de tão verdadeiro, corajoso e humano que não cabe, da nossa parte, qualquer análise. A verdade do discurso ficou explicita na forma que ela mostrou o tratamento que seu governo vem dando à sociedade brasileira, principalmente aos mais necessitados. Parte da sociedade que as direitas odeiam e que lhe impuseram, durante o tempo em estiveram no governo, um dos mais cruéis modos violência.

Dilma falou sobre a reforma política (que os parlamentares reacionários e antidemocratas não pretendem), Bolsa Família, Imposto de Renda, valorização do salário mínimo, caso Petrobrás, terrorismo que as diretas em todas suas facetas estão fazendo contra seu governo, e elogiou profundamente o trabalhador brasileiro. Cabe aqui o discurso de homenagem ao Dia do Trabalhador. Em especial, o trabalhador brasileiro.

PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA, DILMA ROUSSEFF

30 de abril de 2014

Trabalhadores e trabalhadoras,

Neste primeiro de maio, quero reafirmar, antes de tudo, que é com vocês e para vocês que estamos mudando o Brasil. Vocês que estão nas fábricas, nos campos, nas lojas e nos escritórios, sabem que estamos vencendo a luta mais difícil e mais importante: a luta do emprego e do salário.

Não tenham dúvida: um país que consegue vencer a luta do emprego e do salário, nos dias difíceis que a economia internacional atravessa, esse país é capaz de vencer muitos outros desafios. É com este sentimento que garanto a vocês que temos força para continuar na luta pelas reformas mais profundas que a sociedade brasileira tanto precisa e tanto reclama.

Nas reformas para aperfeiçoar a política, para combater a corrupção, para aumentar a transparência, para fortalecer a economia e para melhorar a qualidade dos serviços públicos.

Nosso governo tem o signo da mudança e, juntos com vocês, vamos continuar fazendo todas as mudanças que forem necessárias para melhorar a vida dos brasileiros. Especialmente dos mais pobres e da classe média.

Continuar com as mudanças, significa, também, continuar lutando contra todo tipo de dificuldades e incompreensões. Porque mudar não é fácil, e um governo de mudança encontra todo tipo de adversários que querem manter seus privilégios e as injustiças do passado. Mas nós não nos intimidamos.

Se hoje encontramos um obstáculo, recomeçamos mais fortes, amanhã. Porque, para mim, as dificuldades são fonte de energia e não de desânimo. Se nem tudo ocorre no tempo previsto e desejado, isso é motivo para acumular mais forças.  Para seguir adiante. E em seguida mudar mais rápido. É assim que se vence as dificuldades. É assim que se vai em frente.

Minhas amigas e meus amigos,

Acabo de assinar uma medida provisória corrigindo a tabela do imposto de renda, como estamos fazendo nos últimos anos, para favorecer aqueles que vivem da renda do seu trabalho.

Isso vai significar um importante ganho salarial indireto e mais dinheiro no bolso do trabalhador.

Assinei, também, um decreto que atualiza em 10% os valores do Bolsa Família, recebidos por 36 milhões de beneficiários do programa brasil sem miséria, assegurando que todos continuem acima da linha da extrema pobreza, definida pela ONU.

Anuncio, ainda, que assumo o compromisso de continuar a política de valorização do salário mínimo, que tantos benefícios vêm trazendo para milhões de trabalhadores e trabalhadoras.

A valorização do salário mínimo tem sido um instrumento efetivo para diminuição da desigualdade e para o resgate da grande dívida social que ainda temos com os nossos trabalhadores mais pobres.

Algumas pessoas reclamam que o nosso salário mínimo tem crescido “mais do que devia”. Para eles, um salário mínimo melhor não significa mais bem estar para o trabalhador e sua família.

Dizem que a valorização do salário mínimo é um erro do governo. E por isso defendem a adoção de medidas duras. Sempre contra os trabalhadores.

Nosso governo nunca será o governo do arrocho salarial, nem o governo da mão dura contra o trabalhador! Nosso governo será, sempre, o governo da defesa dos direitos e das conquistas trabalhistas. Um governo que dialoga com os sindicatos e com os movimentos sociais e encontra caminhos para melhorar a vida dos que vivem do suor do seu trabalho.

Trabalhadoras e trabalhadores,

Meu governo também será sempre o governo do crescimento com estabilidade, do controle rigoroso da inflação e da administração correta das contas públicas.

Nos últimos anos o Brasil provou que é possível, e necessário, manter a estabilidade e ao mesmo tempo garantir o salário e o emprego.

Em alguns períodos do ano, sei que tem ocorrido aumentos localizados de preços, em especial dos alimentos. E esses aumentos causam incômodo às famílias. Mas são temporários. Na maioria das vezes, motivados por fatores climáticos.

Posso garantir a vocês que a inflação continuará rigorosamente sob controle. Mas não podemos aceitar o uso político da inflação por aqueles que defendem o “quanto pior, melhor”. Temos credibilidade política para dizer isso.

Nos últimos 11 anos, tivemos o mais longo período de inflação baixa da história brasileira. Também o período histórico em que mais cresceu o emprego e em que o salário mais se valorizou.

Neste período, o salário do trabalhador cresceu 70% acima da inflação. Geramos mais de 20 milhões de novos empregos com carteira assinada, sendo que 4,8 milhões no atual governo.

Neste mesmo período também conseguimos a maior distribuição de renda da história do brasil.

Trabalhadoras e trabalhadores,

É com seriedade e firmeza que quero voltar a falar das reformas que iniciamos, e vamos continuar lutando para ampliá-las, em favor do brasil.

Quero garantir a você, trabalhadora, e a você, trabalhador, que nossa luta pelas mudanças continua. Nada vai nos imobilizar.

A tarifa de luz, por exemplo, teve a maior redução da história. A seca baixou o nível dos reservatórios, e tivemos de acionar as termoelétricas, o que aumentou muito as despesas. Imagine se nós não tivéssemos baixado as tarifas de energia elétrica em 2013.

Os investimentos que fizemos em geração e transmissão de energia permitem, hoje, ao Brasil superar as dificuldades momentâneas, mantendo a política de tarifas baixas.

Neste primeiro de maio, dia do trabalhador, dia de quem vive honestamente do suor do seu trabalho, quero reafirmar o compromisso do meu governo no combate incessante e implacável à corrupção.

Novos casos tem sido revelados por meio do trabalho da polícia federal e da controladoria geral da união, órgãos do governo federal.

Sei que a exposição destes fatos causa indignação e revolta a todos – seja à sociedade, seja ao governo. Mas isso não vai nos inibir de apurar mais, denunciar mais e mostrar tudo à sociedade, e lutar para que todos os culpados sejam punidos com rigor.

O que envergonha um país não é apurar, investigar e mostrar – o que pode envergonhar um país é não combater a corrupção, é varrer tudo pra baixo do tapete.

O Brasil já passou por isso no passado, e os brasileiros não aceitam mais a hipocrisia, a covardia ou a conivência.

É com esta franqueza que quero falar da Petrobras. A Petrobras é a maior e mais bem sucedida empresa brasileira. É um símbolo de luta e afirmação do nosso país. É um dos mais importantes patrimônios do nosso povo.

Por isso, a Petrobras jamais vai se confundir com atos de corrupção ou ação indevida de qualquer pessoa.

O que tiver de ser apurado, deve e vai ser apurado, com o máximo rigor. Mas não podemos permitir, como brasileiros que amam e defendem seu país, que se utilizem de problemas, mesmo que graves, para tentar destruir a imagem da nossa maior empresa.

Repito, aqui, o que disse há poucos dias em Pernambuco: não transigirei, de nenhuma maneira, em combater qualquer tipo de malfeito, ou atos de corrupção, sejam eles cometidos por quem quer que seja.

Mas igualmente não ouvirei calada, a campanha negativa dos que, para tirar proveito político, não hesitam em ferir a imagem desta empresa que o trabalhador brasileiro construiu com tanta luta, suor e lágrimas.

Trabalhadores e trabalhadoras,

Vocês lembram dos pactos que firmamos após as manifestações de junho. Eles já produziram muitos resultados. Precisamos ampliá-los muito mais.

O pacto pela educação, por exemplo, gerou a lei que permitirá que a maior parte dos royalties e dos recursos do pré-sal seja aplicada na educação.

Isso vai melhorar o salário dos professores e revolucionar a qualidade do nosso ensino.

O pacto pela saúde viabilizou o Mais Médicos, e, em apenas seis meses, já colocamos mais de 14 mil médicos em 3.866 municípios.

E o que é mais importante: estes números significam a cobertura de atenção médica para 49 milhões de brasileiros.

O pacto pela mobilidade urbana está investindo 143 bilhões de reais, o que permite a implantação de metrôs, veículos leves sobre trilhos, monotrilhos, BRTs, corredores de ônibus e trens urbanos.

Com isso, estamos melhorando o sistema viário, e o transporte público, nas cidades brasileiras.

Além de acelerar as ações destes pactos, é preciso agora, sobretudo, tornar realidade o pacto da reforma política.

Sem uma reforma política profunda, que modifique as práticas políticas no nosso país, não teremos condições de construir a sociedade do futuro que todos almejamos.

Estou fazendo e farei tudo que estiver ao meu alcance para tornar isso uma realidade. Foi assim que encaminhei ao congresso nacional uma proposta de consulta popular para que o povo brasileiro possa debater e participar ativamente da reforma política.

Sempre estive convencida que sem a participação popular não teremos a reforma política que o Brasil exige. Por isso, além da ajuda do congresso e do judiciário, preciso do apoio de cada um de vocês, trabalhador e trabalhadora.

Temos o principal: coragem e vontade política. E temos um lado: o lado do povo. E quem está ao lado do povo, pode até perder algumas batalhas, mas sabe que no final colherá a vitória.

Viva o primeiro de maio!
Viva a trabalhadora e o trabalhador brasileiros!
Viva o Brasil!

CUT INICIA A SEMANA DO TRABALHADOR COM SEMINÁRIO SINDICAL INTERNACIONAL COMUNICAÇÃO: O DESAFIO DO SÉCULO

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Já alguns anos a Central Única dos Trabalhadores (CUT) de São Paulo escolhe um tema para ser debatido durante a semana de comemoração do Dia do Trabalhador. Esse ano, como o assunto é profundamente relevante para a sociedade brasileira, como também para todo o mundo, visto que afeta seus sentidos e cognição, ela resolveu colocar como tema de debate a democratização da comunicação e direito ao acesso à informação no Seminário Sindical Internacional Comunicação: O Desafio do Século que começou ontem, dia 28, em parceria com Fundação Perseu Abramo e a Fundação Friedrich Ebert.

O debate amplia a discussão sobre a necessidade da democratização da mídia no Brasil que tem uma realidade cruel quanto ao tema comunicação onde há desrespeitosamente a manipulação de uma única empresa como as Organizações Marinho ou Organizações Globo. O debate focara, principalmente, os artigos 220 e 224 da Constituição Federal que trata dos meios eletrônicos de comunicação dependentes, para funcionar, da concessão do governo federal e que foram aprovados na Constituição de 1988, mas que nunca foram transformados em lei.

Esses artigos têm o poder de impedir:

  • Monopólio e oligopólio nos meios eletrônicos de empresas e meios e concessão para políticos e agentes públicos.

Poder de defender:

  • A diversidade cultural e a pluralidade de opiniões fortemente desrespeitadas pelos grupos de comunicação no país.

Para isso debater o tema o seminário contará com os compromissos, inteligências e ativismos dos seguintes especialistas:

  • Franklin Martins: Jornalista e ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República dos governos Lula.

  • Venício Artur de Lima: Professor e pesquisador da Universidade de Brasília.

  • Alessandro Molon: Deputado (PT/RJ) e relator do texto do Marco Civil da Internet.

  • Sérgio Amadeu: Ativista e professor da Universidade Federal do ABC.

  • Sebastian Rollandi: Diretor de Relações Institucionais e Comunitárias da Autoridade Federal de Serviço de Comunicação (Afsc), entidade responsável pela aplicação da Lei de Meios.

Osmar Rincón: da FES.

Durante o evento ocorrerão shows, protestos, passeatas, conferências, mesas redondas, eventos religiosos, atividades de rua, torneios esportivos e outros. Também um ponto importante, é que hoje, dia 29, a CUT, primeira seccional da central, completa 30 anos de saudosa luta de existência e resistência. Durante as comemorações natalícias a CUT homenageará todos os seus ex-presidentes estaduais.  

DIA INTERNACIONAL EM MEMÓRIA ÀS VÍTIMAS DE ACIDENTES E DOENÇAS DE TRABALHO

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O filósofo Georg Lukács diz que o trabalho, como potência produtora e transformadora, é a categoria fundante do devir-humano responsável pelo desenvolvimento de cada sociedade. O que significa dizer que a estrutura de uma sociedade está fincada na força de produção do homem.

Entretanto, o trabalho não é o responsável pela forma final das relações sociais. As relações sociais embora tenham seu nascedouro no trabalho, elas são concretizadas através de engendramentos de outros setores sociais. Como por exemplo, o setor patronal que estabelece a forma de salário dos trabalhadores levando em consideração a lógica do mercado. E dessa forma de salário sai o modo de existência do trabalhador que tanto preocupou o filósofo que Lukács é seguidor, Karl Marx, e que no dia 5 de maio faz aniversário. Ele nasceu no dia 5 de maio de 1818. Um nascimento que toda a burguesia, embora cristã, gostaria que tivesse sido um aborto.

A TRISTE COMEMORAÇÃO

Hoje, 28 de abril, é comemorado o Dia Internacional em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças de Trabalho. O que significa entender que ao contrário do que enuncia o poeta delirante, de que só o trabalho dignifica o homem, o trabalho na sociedade capitalista é uma forma de violentar o homem. Não só pela chancela salarial, mas como também pela forma como trabalhador é tratado no local de trabalho. E mais, ainda, a maneira como se encontra sujeito a uma produção alienante onde a superprodução lhe impõe situações contra sua própria natureza racional e sensorial de ser que compõe o mundo.

DOENÇA DO TRABALHO VAI PARA CASA

É nesse mundo alienante e violento que o trabalhador adoece. Um mundo, como diz Marx, em que ele só se sente bem quando está distante de sua força opressora. Quando se encontra em casa com os familiares e ele pode comparar os dois mundos. O que lhe violenta e o que lhe ampara. Mas ocorre que o próprio mundo que lhe ampara não exerce só ação restauradora de suas potências, mas também tem a ação de lhe proporcionar melhora em sua saúde abalada por doenças adquiridas no mundo de trabalho violento. É em casa que o trabalhador constata o quanto sofre na empresa que trabalha que só lhe tem consideração como força de trabalho que permite o lucro do patrão. Dai que as doenças de que ele é vítima não ficam na empresa, são conduzidas até o interior de suas casas. Também, compartilhadas com seus familiares. São doenças físicas e emocionais. Cardiopatias, hipertensões, gástricas, musculares, depressões, ansiedades, pânicos, fobias e outras que completam o quadro psicossomático oferecido pelo fator trabalho-capital: lucro.

O CONLUIO, CAPITALISTAS E SOCIEDADE DE CONSUMO

Embora seja necessário mostrar o Dia Internacional em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças de Trabalho, para chamar a atenção da sociedade sobre a violência que atinge milhares de trabalhadores no mundo, todavia, tem um signo de perverso deboche que nos leva a indagar: Que sociedade é esta que vitima seus trabalhadores e precisa criar um dia para chamar atenção sobre o mal que ela mesma criou? Quando se diz sociedade quer se afirmar que a voracidade da superprodução não é resultante apenas da ambição do lucro do capitalista, mas também da forma voraz como grande parte da sociedade capitalista é neurótica (ou psicóticas) por consumo. O que garante sempre um bom mercado de lucro aos capitalistas. O que na lógica mais ingênua se concebe que se não houvesse esse conluio entre essa parte da sociedade de consumo e os capitalistas diminuiria a compulsão pela superprodução.

ONDE O LUCRO NÃO CHEGA AO TRABALHADOR

Alguém poderia raciocinar: ”Mas diminuiria a oferta de empregos”. Não diminuiria. E tem mais, a superprodução que é um fator gerador de doenças no trabalhador, não transfere parte do lucro para o salário dele.

PARA MUDAR O CONCEITO DE TRABALHO

Essa semana é a semana da comemoração do Dia do Trabalho. Um bom momento para que todos reflitam sobre o conceito de trabalho, já que todos nós estamos ligados a esse fator predominante de uma sociedade. O devir-humano que funda a sociedade. Até os mendigos.

Todo conceito muda com uma práxis e uma poièses, como diz o filósofo Henri Lefebvre, depois imitado por Deleuze e Guatarri. Não muda pela imaginação. A não ser que seja imaginação criadora, como diz o outro filósofo francês Bergson. Mas é imprescindível a práxis, visto que práxis é movimento-mutante. Salto ontológico qualitativo, como diz Lukács. Uma outra realidade. No capitalismo essa práxis é muito difícil. Entretanto, por mais paranoico e fechado que seja um sistema, sempre é possível escapar uma variável, um desvio. Ou, como diz novamente Lefebvre, “um resíduo”.

CENTRAIS SINDICAIS FAZEM MARCHA PARA RETOMAREM DIÁLOGO COM O EXECUTIVO E LEGISLATIVO

Com as participações de seis centrais sindicais, Central Única dos Trabalhadores (CUT), CGTB, CTB, Força Sindical, Nova Central, UGT e mais movimentos sociais, professores, químicos, profissionais da saúde, servidores públicos, sem teto sem terra, bancários foi realizada a 8ª Marcha da Classe Trabalhadora, em São Paulo, com o objetivo de forçar o Executivo e o Legislativo a retomar a discussão e a análise da pauta trabalhista que se encontra parada. Para que isso ocorra, os trabalhadores vão reentregar a pauta ao governo federal, Legislativo e Judiciário. Durante a marcha os participantes carregavam uma foice com os dizeres: “PL:4.330”. Uma referência ao projeto de lei sobre terceirização que os trabalhadores rejeitaram.

Foram mais de 40 mil trabalhadores participando da marcha que começo pela parte da manhã e terminou no começo da noite depois de percorrer mais de quatro quilômetros. Para os trabalhadores foi um sucesso. Agora, eles esperam serem chamados pelo governo federal para conversar.

Vagner Freitas, presidente da CUT, disse que a paralização é exclusivamente sindical, impulsionada pelo pouco avanço na discussão da pauta trabalhista. Sobre a decisão em qual candidato os trabalhadores pretendem apoiar para as eleições presidenciais, o líder sindical disse que esse assunto será tratado em outro momento.

“É como uma campanha salarial. Essa marcha representa uma greve. É absolutamente sindical, ela fala da pauta da classe trabalhadora. Vamos reentregar a pauta ao governo, ao Legislativo e ao Judiciário. Avançou muito pouco. Praticamente ficou estagnada.

A CUT vai ter posicionamento no momento oportuno. As centrais não podem cometer esse equívoco de frustrar os trabalhadores. Elas os representam. O comando das centrais concordaram em não defender candidaturas durante as manifestações.

Há uma tentativa por parte da mídia nacional, de desconstrução da importância que o movimento sindical para o nosso país. E o que mostramos hoje, com a marcha, é exatamente o contrário”, observou Vagner Freitas.

Para o presidente da UGT, Ricardo Path, a presidenta Dilma se encontra distante do movimento sindical ao contrário de Lula.

“Esse ato é destaque para o conjunto de atividades que as centrais vêm desenvolvendo ao longo dos anos. O Lula nos deixou várias marcas sociais positivas, mas a Dilma ainda está distante do movimento sindical. Com força, vamos sensibilizar a presidenta a atender às reivindicações”, o presidente da UGT. 

As centrais sindicais ainda não definiram qual candidato apoiar, mas pelos posicionamentos do presidente da CUT, é possível que ele já tenha se decidido. Aliás, ele é um trabalhador e o governo atual é de um partido dos trabalhadores. Diferente do PSDB que representa a minoria que detém o poder econômico no Brasil, a burguesia-ignara. Já o PSB é a representação de um socialismo-pálido, sem a potência trabalhista.

IBGE DIVULGOU QUE A INDÚSTRIA BRASILEIRA CRESCEU 5% NO MÊS DE FEVEREIRO

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A Pesquisa Industrial Mensal da Produção Física Brasil (PIM/PFBRSIL) divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a produção indústria brasileira no mês de fevereiro cresceu 5% comparada com o mesmo mês doa ano de 2013. O crescimento foi detectado em todas as categorias de uso e 21 dos 27 ramos pesquisados.

O tema que exerceu maior influência positiva sobre o crescimento foi o segmento de veículos automotores, avançando 12,9% em um ano. Ficaram envolvidos nesse segmento fabricação de automóveis, veículos para transporte de mercadorias, chassis com motor para caminhões e ônibus, caminhão trator para reboques e semirreboques de caminhões.

Outros segmentos que contribuíram para o crescimento foram material eletrônico, aparelho e equipamentos de comunicação, máquinas e equipamentos, outros equipamentos de transportes, máquina para escritório e equipamento de informática, farmacêutica, alimentos, bebidas, vestuários e acessórios, borracha e plástico.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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