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OBRADOR LÍDER DA ESQUERDA MEXICANA, É DISPARADO O NOVO PRESIDENTE DA TERRA DE ZAPATA. TUDO QUE AS ABERRAÇÕES DO BRASIL TEMEM EM LULA

Produção Afinsophia.

 O povo mexicano foi em peso votar para escolher o novo presidente do México, entre outras expressões legislativas e executivas, e não deu outra para o cargo de presidente: Andrés Manuel Lópes Obrador, ex-prefeito da cidade do México. O que significa uma virada de 360° no direcionamento da política na América Central tão violentada pela ganância dos Estados Unidos.

   Obrador, com sua eleição, devolve às esquerdas o poder mexicano que ficou década nas do PRI e desgovernos direitistas submissos à voracidade do Tio Sam. A eleição de obrador, hoje domingo dia primeiro de julho, já vinha sendo cantada alguns meses antes: o povo mostrava, como Potência da Multidão, o seu descontentamento com a situação de sofrimento em que passa com um desgoverno que não atende os interesses básicos para que ele possa imaginar uma existência digna.

     Com essa vitória popular, o povo mexicano espera que sua seleção de futebol também concretize seu papel realizando seu desejo de continuar na Copa da Rússia ganhando da seleção dos narcisistas inconsequentes Tite e Neymarketing para que a festa democrática receba um belo lustre. 

       A vitória de Obrador carrega elementos claros de Lula como candidato da Potência da Multidão. Aqui no Brasil, como no México, as esquerdas parasitas também estão apavoradas com o Sapo Barbudo.

      

MANAUS DESPERTA COM CARREATA-HISTÓRICA PRODUZIDA POR PROFESSORES CONTRA INTRANSIGÊNCIA DO GOVERNADOR AMAZONINO QUE TEIMA EM NÃO ATENDER REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA

   

Produção Afinsophia.

                                                                                                             “O homem é, no sentido mais literal, um dzôon politikhón,

                                                                                                    não só um animal sociável, mas um animal que só em sociedade

                                                                                                    pode isolar-se”.

                                                                                                                                                   Marx

 

                      Qualquer trabalhador, não alienado, sabe que a greve é o fundamento de sua existência como sujeito-produtivo. Um saber-trabalhador que não precisa ter lido Marx. É o que está sendo manifestado pela maioria dos trabalhadores da rede de ensino público do estado do Amazonas. Escreve-se a maioria dos trabalhadores, porque uma diminuta parte, pela força de sua alienação-política, não sabe dessa potência-política do trabalhador que é a grave. Daí se encontrar sob o comando do governador Amazonino. Essa diminuta parte não aprendeu com o humorista-filósofo, Millor Fernades, que “quem se abaixa ao opressor, mostra a bunda ao oprimido”. Síndrome de deficiência-pudenda. 

          Pois bem, conforme o prometido ontem, dia 22, dia em que o STF, através de uma liminar, impediu que Moro e assemelhados, como a Globo-americanófila, se exultassem com a prisão de Lula, os  professores, pedagogos e  funcionários administrativos, produziram pela manhã de hoje a carreata-histórica de sua categoria tendo por leitmotiv às reivindicações profissionais junto ao intransigente governador do Amazonas, Amazonino Mendes. A carreata-histórica da categoria – pela primeira vez os agentes da educação no Amazonas produziram um feito jamais visto na história sofrida do estado – contou com quase três mil carros. Não houve mais veículos,porque, como se sabe, a categoria dos professores, em função de seus salários, não ganha o suficiente para poder comprar um veículo. Aí, um dos fatores do significado histórico da carreata. 

         Logo pela manhã, os profissionais da educação se concentraram em frente da Arena Amazonas – uma obra superfaturada – para determinar quais os percursos iriam seguir, já que o objetivo era chegar ao centro da cidade. Decidido os percursos, após alguns pronunciamentos, eles começaram o duplo movimento: movimento-matemático-geográfico, locomoção dos veículos; e movimento-consubstancial, transformações de suas consciências-ontológicas. 

        Chegaram em frente da Assembleia Legislativa do Estado, corpo que comporta a maioria de deputados reacionários, golpistas como os oito deputados federais do Amazonas que votaram pelo golpe em favor da opressão norte-americana, realizaram algumas falas, já que tais deputados são afásicos, pegaram, a Avenida Djalma Batista, em seguida às Ruas Comendador Clementino, Japurá, Tarumã, Avenida Getúlio Vargas e chegaram ao local do desfecho. Uma festa que afetou de alegria os transeuntes que em sua maioria se encontra cúmplice com os grevistas. 

         Agora, pela parte da tarde, os trabalhadores da educação encontram-se reunidos nas setoriais-comandos de greve distribuídos pelas zonas-geográficas da cidade de Manaus. Cada membro apresentará suas propostas de manutenção da grave, e decidir se a greve será por tempo indeterminado ou não. Quer dizer: indeterminado por Amazonino, já que ele teima em cultivar seu “nino”. Como dizem os profissionais da educação para Amazonino: “Governador, fala a verdade, educação nunca foi prioridade!”

          Marx manda mais lembranças aos pseudos trabalhadores-alienados que se encontram cooptados pelo governo. “Não digais que o movimento social exclui o movimento político. Não existe, jamais, movimento político que, ao mesmo tempo, não seja social”. 

        Avante, Companheiros!  

QUER MAIS VÍCIO? LULA JÁ PAPOU 2018, DIZ PESQUISA. MELHOR PRESIDENTE 55%, MAIS TRABALHADOR 65% , A VIDA MELHOROU 61%, BOM ADMINISTRADOR 58%. QUER MAIS VÍCIO? ESPERA

Lula na Quadra dos Bancários com UMM

   Produção Afinsophia.

    Pesquisa CUT/Vox  Populi realizada entre os dias 27 e 31 de julho com 1999 eleitores em 118 municípios  de todos os estados brasileiros e Distrito Federal reafirma que Lula venceria todos os ousados candidatos nas eleições presidenciais em 2018, que já é hoje. Veja o Moro preocupado em toná-lo inelegível. Não adiantou o juiz das direitas (não confundir com Diretas) condená-lo, porque deu o revertério: aumentou o número dos que dizem votar no vitalício metalúrgico. Marcos Coimbra do instituto diz que o aumento se deu, também, porque Moro não conseguiu provar que Lula é culpado. Foram 42% que fizeram esse entendimento.

     Em todos os cenários o Sapo Barbudo sova os ousados deslocados do real. Veja a tabela do vício como aperitivo já no segundo turno.

Lula – 53% Bolsonaro, o amaor dos nazifascistas, 17%. Dória, o janota ensandecido, 17%.

Lula – 52%. Marina, a evangélica assombragética, 15%. Alckmin, Opus Dei, 15%.

      Em um cenário em que os entrevistados não recebem as cartelas e só dizem em quem votaria. É coisa de doido, mano!

  Lula – 42%. Bolsonaro – 8%. Marina – Marina – 2%. Ciro, Moro, Fernando Henrique, Joaquim Barbosa e Alckmin, todos com 1%. E o Aécio? O Aécio? Continua estourando a boca do balão: Zero!

        Em cenário com pesquisa estimulada, onde são mostradas as cartelas com os nomes dos candidatos.

 Lula, o eterno vício, – 47%. Bolsonaro – 13%. Marina 7%. Alckmin – 6%. Ciro – %.

        E quando é colocado o nome do janota Dória? Que pergunta.

Lula – 48%. Bolsonaro- 13%. Marina – 8%. Ciro – 4%.

        É, pois é, seu Zé. De qualquer perspectiva Lulão, o comandante, é imbatível. Enquanto isso, as aberrações reacionárias se rasgam de ódio e inveja perseguidas pelo fel torpe da vingança. 

 

O SAQUE TRANSCENDENTAL DE PAULO NOGUEIRA COM A CAMISA “FORA TEMER”

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Produção Afinsophia.       

Paulo Nogueira chegou na Bifurcação Transcendental e o Anjo-Porteiro, observando o Fora Temer escrito em sua camisa, deu uma gargalhada, e mandou ele escolher a bolinha da sorte. A bolinha que indicaria sua nova morada. Ele pegou a bolinha, entregou ao Anjo-Porteiro que leu o que estava escritor e lhe indicou o lado que ele deveria seguir: o lado esquerdo. Paulão vibrou.

      Seguindo o caminho esquerdo, Paulão, sem qualquer surpresa, chegou na porta do Inferno e percebeu que o Diabo lhe aguardava. Quando o companheiro chifrudo leu o que estava escrito em sua camisa deu um salto para atrás gritando entre chamas: Aqui não entra ninguém com esse nome pervertido! Paulão tentou ponderar afirmando que tratava-se apenas de uma frase contestatória. Seu Diabo rebateu dizendo que Paulão como jornalista sabia muito bem o que a linguagem pode fazer de destruidor. E completou afirmando que com aquela camisa ele não entraria nas glórias do Inferno. E definiu a situação afirmando que o lugar de Paulão era no Céu junto com Deus.

     Paulão se despediu do bom Diabo, e se mandou para o Céu. Subindo em direção ao Céu ele aproveitou para tirar a camisa e esconder na parte traseira da bermuda. Deus ao vê-lo abraçou como velhos amigos e disse que o estava esperando e que aqui era o lugar dele. Em seguida perguntou o que ele escondia nas costas. Paulão, fingindo encabulação, mostrou a camisa, e Deus gargalhou estridente e mandou que ele vestisse a camisa. Então, Deus apontou uma parte do Céu onde estava ocorrendo uma contagiante festa democrática de comemoração. Paulão já foi balançando o esqueleto no ritmo contagiante quando viu que uma mulher loura, no meio dos brincantes, lhe acenava.

     Ele, sorridente e todo prosa, chegou com a mulher a abraçou-a e beijou-a com carinho, e bradou:

      – Salve, salve Dona Marisa, o Lulão mandou lembranças. Estamos lutando muito para acabar com a peste que assola o Brasil.

      Em seguida ele foi encontrando outras brasileiras e brasileiros e simpatizantes do país que também fizeram o deslocamento transcendental. Todos militantes pelas causas da democracia. Foi então que ele percebeu que todos estavam com camisas com o mote maior do Brasil atual: Fora Temer!

      Então, ele produziu um solilóquio: Olha só o que o companheiro Diabo perdeu com sua pressa em julgar. 

       E o resto foi só festa tal qual a do dia de hoje, 30, em todo Brasil.

       Fora Temer!

HOJE É DIA DO ANIVERSARIANTE CHICO, E O QUE FAZ LULA? COMEMORA!

ATÉ INSTITUTO DAS DIREITAS (SEM EUFEMISMO: DO GOLPE), IBOPE MOSTRA QUE O COMANDANTE LIDERA EM DIREÇÃO A 2018: 47%

 Em mais um pesquisa do instituto das direitas (sem eufemismo: dos golpistas), Ibope, o comandante Lula aparece disparado na frente de todos os insensatos. Segundo o instituto Lula tem 47% de preferência dos eleitores. Já os outros… Os outros são simplesmente os outros sem sujeitos. Questão de fenomenologia: sem sujeito não há objetividade. Para o filósofo Sartre, não há Para-si que promove a transcendência do Em-si. O que seria a produção política do sujeito. Tudo que não é apresentado pelos insensatos que teimam em disputar com o comandante Lula.

  Só a título de impotência grotesca.

   Marina, ressentida evangélica: 33%. Serra, Carena & Vizinho: 25%. Joaquim Barbosa: 24%. Alckmin, vulgo Santo, e seu parceiro Aécio-Mineirinho: 22%. Ciro Gomes: 18%. Bolsonaro: 17%. Dória, folclórico-janota: 15%.

   Como se percebe, é festa democrática. Não há como fazer desaparecer o comandante Lula. Todas as forças dos aguilhões (ordem do capitalismo) das direitas, não são capazes de destruir o comandante Lula. O comandante Lula é o que o filósofo fenomenólogo Edmund Husserl afirma da essência (ou do eidos: ideia): irredutível. Nada reduz Lula na subjetividade democracia do povo brasileiro.

     Em função de sua essência irredutível a democracia é uma festa, porque no Brasil seu enunciado, entrelaçado como subjetividade-comunalidade, é Lula.

      É festa democrática

      É tempo de eleição

      Lula é tricampeão!

QUEM É VOCÊ? EU SOU O ANO 2018! E POR QUE TODA ESSA ALEGRIA? POR SER O ANO QUE LULA VAI SE TRIELEGER! AGORA MESMO A PESQUISA IPSOS RECONFIRMOU LULA, O COMANDANTE, DISPARADO NA FRENTE

  Uma criança do jardim da infância contou que conforme os encadeamentos bio-psíquico-social do animal chamado homem se processavam, ele processava mutações em suas faculdades perspectivistas. Suas perspectivas se tornavam configurações infra-humanas. Eram os entrelaços se compondo para posteriores práxis e pieses.

 De acordo com o que contou a criança, foi nesse movimento perspectivista que o homem inventou a linguagem impulsionada pela necessidade de informação como suporte de comunicação-comunitária. Falar reflexos de experiências. Enunciar-vivências. Inicialmente o discurso-direto. Forma linguística-real do vivenciado. Posteriormente, o discurso-indireto, a ecololalia, redundância, a enunciação do não vivido.

   Foi esse discurso-indireto, de acordo com o que contou a criança do jardim da infância, que serviu para os meios de comunicação de massa arquitetarem uma estratégia triunfalista de formação de opinião pública. Ou seja, fazer a sociedade significar, através da redundância-clonante, o que esses meios de comunicação de massa ficcionavam como realidade. A lógica da repetição do que eles produziam como verdade necessária à sociedade.

  Daí então, segundo o que contou a criança do jardim da infância, os meios de comunicação de massa passaram se tomar como deuses da comunicação: tudo que enunciassem seria repetido pela sociedade como verdade. Logo, a sociedade seria a grande guardiã dessas falácias. No Brasil, a Rede Globo foi a que mais delirou nessa anoia (inexistència da mente)ou ecnoia (insanidade). Mas não foi só o corpo dos globotários que se deixou imolar nesse enunciado fictício-paranoico. Alguns dos nosso companheiros democratas também acreditaram e acreditam que a Rede Globo domina a massa. Ledo (Ivo) engano fatal. Como diz o filósofo Baudrillard, a massa não refrata os meios de comunicação. Ela é nela mesma.

  Porém, como afirma Tomé, só vendo para crer, emergiu o cristão-católico Lula para desfazer a superstição: o povo tem sensibilidade, inteligência e ética própria que se materializa na democracia. O devir-povo é a conjunção das potências de todos, e não de classes privilegiadas que se querem dominantes. 

  Por essa realidade indestrutível, o instituto de pesquisa Ipsos, hoje, dia 30, divulgou pesquisa que confirma 2018 com total razão. Ou melhor, 2018 já é agora. Lula dispara na frente de seus inimigos-invejosos que lhe odeiam (querem ser ele e tê-lo) com 38% das aprovações dos entrevistados, e com o menor índice de rejeição, 59%. Comparado com a pesquisa de fevereiro, Lula subiu sete pontos. É mole, golpista? É? Não desespera, vem mais.

  Os outros:

Aécio – 11% de aprovação e 74% de reprovação.

Alckmin – 16% de aprovação e 67% de reprovação.

Serra – 20% de aprovação e 70% de reprovação.

Fernando Henrique – 23% de aprovação e 67% de reprovação.

E o janota-desnarcisado Dória? Nada!

  Aí a irrefutável prova de que as mídias acéfalas não determinam a opinião pública. Não não têm o poder de transformar a sociedade em sua escrava. Assistir tele-jornal e tele-novela, não significa ser seu escravo. Claro que seria prova maior de ativação do existir não lhes conceder audiência, mas… 

  O devir-povo-polivocidade é incapturável, contou a criança do jardim da infância.

   

CORRA, CORRA QUE NÃO HÁ MAIS VAGA NEM EM LOMBO DE JEGUE, MULA, E BODE PARA PARTICIPAR DA FESTA DA TRANSPOSIÇÃO DO SÃO CHICO COM LULA E DILMA

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 Verdadeira loucura, meu! Os caras calcularam umas cinco mil pessoas na festa da tranposição do São Francisco com a participação de Lula e Dilma e os cálculos defasaram. Não há mais lugar em hotéis, pousadas, pensões, ônibus, vans, lombo de mula, jegue, bode e outros animais-transportes antropomorfizados.

   O acontecimento será domingo, dia 19, e há uma multidão querendo participar da festa não só pela inauguração da obra histórica que é a transposição do Rio São Francisco, mas, também, pela festança de poder testemunhar a presença de Lula e Dilma como os responsáveis pela magnânima realização hídrica-arquitetônica-humana. Um testemunhar que dissipa qualquer tentativa de posse de golpista que se quer passar como o autor da magnânima-realização. Como vem ocorrendo com o golpista-mor Temer, e seus asseclas. Se golpe é o corpo fálico da política, não tem potência de agir, como pode realizar uma obra que implica relações sociais entre habitantes de regiões como modus de melhoria de suas existências? Golpista como golpista-corpo-fálico não se relaciona nem com matéria e nem afetos variadores-criativos.

   A transposição do Rio São Francisco é autoria de Lula com a participação de Dilma e mais a mão de obra eminentemente nordestina. A portentosa realização nordestina acirra o ódio das aberrações nazistas que imaginem um mundo só deles. Imaginam? Imaginam nada. Nazifascista cultua a morte, tem medo da vida e para construir um mundo e essencial amar a vida.

    Vamos lá, moçada! O que é nosso é nosso e nenhum golpista tasca! Vamos lá que São Francisco é nosso!

MAIS DE 30 MIL MANIFESTANTES EM MANAUS SE POSTARAM CONTRA A DESFORMA DA PREVIDÊNCIA E CONTRA OS DIREITOS DOS TRABALHADORES

Depois de alguns meses sem manifestações contundentes como forma de movimento político libertário, em Manaus, ontem, dia 15, data da paralisação nacional dos trabalhadores contra as violências praticadas pelos golpistas comandados pelo golpista-mor, Temer, parte dos trabalhadores tomaram conta das ruas de Manaus exercendo seu dever de produzir a democracia.

Foram mais de 30 mil manifestantes mostrando que o desgoverno Temer não se mantém diante da potência-povo. A potência-povo sabe que nenhum corpo triste, como o dos tiranos, porque tem baixo grau de inteligência, sensibilidade e ética, pode se manter por muito tempo em um topos por ele assaltado. Não há como os tiranos se manterem ilesos diante da potência-povo.

Os manifestantes, sempre alegres, já que a festa só é festa democrática com alegria, sentiram a falta da participação de outros trabalhadores que em razão de suas realidade existenciais não se fizeram comparecer. Alguns deles, já conhecidos como pelegos, se mantiveram em suas condições deprimentes de falsos trabalhadores. Principalmente a categoria que deveria se mostrar engajada por ser a responsável pelos movimentos dos saberes e dizeres: os professores. É possível que essa categoria seja a mais alienadas do estado do Amazonas, principalmente da capital. É uma categoria que vota unida com o que há de mais reacionário no estado, que ajuda a manter esse tipo antidemocrata que vem atrasando o estado ha mais de 30 anos.

Porém, deixando de lado essa especie grotesca, o pelego, o que se pode festejar mesmo foi a nova produção de desejo de transmutação que os trabalhadores que compareceram na manifestação atualizaram como potência-povo.

Aqui publicamos algumas imagens produzida pelo fotógrafo-educador, bonequeiro e ator, Alcir Madureira da Associação Filosofia Itinerante (Afin).  

NÃO ADIANTOU O GOLPISTA AFIRMAR QUE O NORDESTINO AJUDOU ELE A REALIZAR A OBRA, JÁ QUE LULA COM 39% SÓ EM ALAGOAS, MOSTRA PARA TEMER QUE O CHICO É DOS NORDESTINO, LÁ ONDE EMERGIU LULA.

 

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Qualquer criança da terceira série primária sabe que a falsa política cria criaturas ambiciosas e interesseiras, e que essas paixões tristes decorrem do que elas interpretam de justiça. Essas criaturas sabem que a justiça hierarquiza os chamados crimes e delitos. A posse de um ovo por um pobre é cadeia. A posse de um governo por golpistas é liberdade. A posse das leis para perseguir inimigos é combate. E por aí vão os saberes jurídicos da criança da terceira série primária.

  O golpista-mor Temer junto com seus cúmplices vem confirmando o conhecimento jurídico dessa criança. Roubaram o governo popular Dilma Vana Rousseff eleita com mais de 54 milhões de votos democráticos, e se tomam como legítimo do cargo governamental. Tornou-se comum, no entendimento da criança da terceira série, esse tipo de despudor praticado pelos golpistas. 

   Como criança, além de seu devir-inteligência, tem imaginação exuberante, ela constrói o assalto ao governo Dilma como um assalto a casa de uma família que com muito sacrifício comprou-a e a mobiliou, e é expulsa de sua morada pelos assaltantes que se tomaram como proprietários e com direitos de fazer uso de todos os imóveis. É assim, para ela, o aviltante comportamento dos golpistas.

   Como Temer é um triste ilegítimo ineficaz golpista, ele tenta se apropriar de tudo de bom que foi feito pelos governos populares. Como as águas começaram a cortar o sertão nordestino, ele procura aproveitar a grandiosa obra histórica criada e realizada por Lula e continuada por Dilma. Só que nordestino não é otário. O nordestino sabe, como diz a canção, que “quem sabe de mim sou eu (fala, Gil!)”. Mas como golpista não tem, como diz a gíria métrica, “macômetro”, tenta se aproveitar.

     Temer foi à Paraíba e tentou simular uma honestidade do faz que diz, mas não diz e diz.

     “Não quero a paternidade dessa obra. Ninguém pode tê-la. Ela do povo brasileiro e nordestino porque foram vocês que pagaram os impostos que nos permitiram fazer essa obra”, afirmou o golpista-mor.

     A criança da terceira série nos mostra sorridente as insinuações egoicas de Temer. “Não quero a paternidade dessa obra”, mas afirma que os impostos pagos “nos permitiram fazer essa obra”. A criança gargalha como só criança gargalha.

      Digamos que ele tenta se expressar coletivamente “nos permitiram”, porque se considera amigo de Lula e Dilma. Negação total. Temer não é amigo de governos populares. Ele um burguês privatista. Ele nunca se aproximaria de Lula para construção de obra eminentemente povão.   

      Ele já afirmou que um dia iria ser lembrado pelos nordestino é verdade. Pesquisa do Instituto Parana mostra que Lula tem 39% de preferência dos eleitores para à presidência em 2018. Enquanto, ele, o criador do Velho Chico, é rejeitado por 79% dos alagoanos. Não esquecer: Alagoas fica no Nordeste. 

      Depois os paranoicos-adultos afirma que criança não é política.

LULA, DILMA, ARTISTAS E O POVO FESTEJAM A INUNDAÇÃO DO SERTÃO NORDESTINO

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O Sertão nordestino está em festa. Nunca deixaremos de cantar essa conquista que é a chegada da água no Sertão do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

A classe dominante e a seca  foram muito severos com o nordestino. Esse povo comeu o pão que essa elite e os coronéis amassaram. É um povo de retirantes como muito bem cantou João Cabral de Melo Neto no poema Morte e Vida Severina.

A seca expulsou nordestinos para o Sul e para o Norte. No Amazonas tornaram-se soldados da borracha. Para cá vieram levas deles para trabalhar na exploração do látex que promovia o boom da economia no Amazonas. Dessa época, fruto do suor desses trabalhadores foram construídos prédios como o Teatro Amazonas, Palácio da Justiça, Palácio Rio Negro, símbolos da burguesia predadora amazonense. Nos panteões desses monumentos não aparece nenhum nome desses soldados da borracha, desses trabalhadores, trabalhadoras. Só constam nomes dos governantes.

“Setembro passou/ Oitubro já veio/ Já estamos em Novembro/ Meu Deus que a de nós/ Assim fala o povo/ Do seco Nordeste/ Com medo da peste/ Da fome feroz” mandou ver o poeta da roça, Patativa do Assaré.

O eu lírico cantante interrogava, questionava a seca, o medo e a fome. Meu Deus o que a de nós?

As quatro estações que no Sul do Brasil são todas definidas, no Sertão só é Sol e verão. E tem eleições e só os coronéis, classe dominante as ganham e o povo a morrer, tísico, como retirante vai pro Sul, Centro Oeste tornar-se Candango.  Constrói Brasília.

Sempre explorado em todas as partes e a Literatura e as demais artes como o Cinema mostrando o Cangaço, Lampião e Maria Bonita, Padre Cícero e o Juazeiro do Norte, a forma de mistificação e religiosidade usada para cultivar a dominação como se vê em Antônio Conselheiro, Canudos, Os Sertões de Euclides da Cunha, Geografia da Fome de Josué de Castro.

Não podemos esquecer o alagoano, autor de Memórias do Cárcere, Vidas Secas, Angústia, São Bernardo, Graciliano Ramos. E cabe aqui citarmos um trecho de sua obra Vidas Secas intitulado Festa. É uma família que morava no Sertão e um dia foram participar de uma festa religiosa na cidade. As crianças nunca tinham ido à cidade. Quando lá estão a chegar deparam-se com coisas e objetos que nunca tinham visto e não sabiam seus nomes. Ficaram maravilhadas. Será que tudo aquilo tinha nome? Os homens tinha capacidade de memorizar tantos nomes?

É dessa forma que hoje estamos a ver no nordeste do Brasil,  todo mundo maravilhado com a chegada da água da transposição do rio São Francisco feita por Luís Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e por milhares de trabalhadores que devem ter seus nomes gravados e mencionados nos panteões de concreto dos aquedutos, reservatórios e nos eixos de distribuição. A água eles não conheciam na quantidade e volume que chega hoje. Só ouviam falar, era rara, escassa. Era racionada. Ninguém pulava na água. Hoje, tem peixe e pescadores. Hoje, onde ela chega é motivo de festa e festa porque ela foi idealizada por um grande brasileiro, o maior e melhor presidente do mundo. O turismo e o comércio nas margens dos reservatórios é um sucesso.

Natural de Garanhuns no Sertão de Pernambuco, o maior, pobre, retirante foi pra São Paulo no Pau de Arara e nunca esqueceu os seus concidadãos. Era preciso resolver o problema da seca no Nordeste. Nas duas monarquias que este país teve esse projeto foi pensado. Dom Pedro II e Dom Fernando Henrique Cardoso príncipe sem Trono amigo de um afrodescendente originário de países nórdicos não os concretizaram. Concreto mesmo, só com o nordestino, Doutor Honoris Causa de inúmeras Universidades espalhadas por todo o mundo, Luís Inácio Lula da Silva.Resultado de imagem para imagens de lula e Dilma na transposição do São FranciscoA transposição da água do rio São Francisco para o Sertão de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte é obra iniciada em 2007 com Luís Inácio Lula da Silva. A ida, outro dia lá, do golpista Temer foi só pra nos fazer rir porque o povo do nordeste, do Brasil e até os minerais sabem, principalmente a água que o idealizador do projeto foi Lula e continuado por Dilma a presidenta que foi eleita com 54.501.118 votos.

Os méritos dessa grande, portentosa  e magnífica obra é dos governos populares de Luís Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Patativa do Assaré, Belchior, Lampião e Maria Bonita, Zumbi dos Palmares, Graciliano Ramos, Lourival Holanda, Glauber Rocha, João Guimarães Rosa, Manuel Bandeira, todos, todos que trataram sobre as mazelas e misérias do nordeste e especialmente é obra do Povo, dos verdadeiros democratas sem demo do Brasil.

 

LULA E DILMA COMO FESTA NORDESTINA NA TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO

Veja e ouça o vídeo na festa nordestina na transposição do São Francisco nos sentidos-revolucionários de Lula e Dilma. Alegria popular por melhora de condição de vida. Vida mais digna com água em abundância. Água, elemento natural que sem ele nenhum ser vivo pode perseverar sua potência-vida, diz o filósofo Spinoza.

OS BLOGS AFINSOPHIA E ESQUIZOFIA CANTAM E DANÇAM A MARCHINHA DO BLOCO DA SURUBA. CUIDADO! SURUBA NÃO É ORGASMO!

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A Associação Filosofia Itinerante (AFIN), através de seus blos Afinsophia e Esquizofia, lança a marchinha  “O Bloco da Suruba Não é Orgasmo”

Aqui apresentamos as estruturas-golpistas, de acordo com a concepção semiótica do filósofo estruturalista Roland Barthes, que permitiram a construção estrutural do texto antipolítico e anti-sexual.

Aliás,como já foi afirmado e con-confirmado, re-reafirmado, a única importância dos golpistas para nós é que eles nos fazem rir. É por esse talento deles que aproveitamos a demanda-deboche.

  Aqui apresentamos as estruturas, de acordo com a concepção estruturalista do filósofo Roland Barthes, que servirão para a arquitetura-estrutural da marchinha antipolítica e anti-sexual proporcionada pelos golpistas.

    Estrutura I – José Yunes, amigão do golpista-mor Temer, delata o outro amigão de Temer, Padilha (ou Quadrilha” dependendo do entendimento(.

   Estrutura II – Cavendish, amigão de Cabral, delata o presidente da Câmara-golpista, Rodrigo Maia (o ‘Botafogo’ dependendo do torcedor).

    Estrutura III – “Suruba”, produção de Romero Jucá ( o ‘porra’, dependendo do pornofônico).

    Estrutura IV – Confusão entre Suruba e Orgasmo com explicação do psiquiatra W. Reich, e do anttipsiquiatra David Cooper.

    Estrutura F – Golpista,por não ser democrata, não tem orgasmo.

            Escute o áudio. 

O FAMOSO RADUAN NASSAR, AINDA NO GOVERNO DILMA, FOI AGRACIADO COM O PRÊMIO CAMÕES, MAS QUIS O GOLPE QUE O REACIONÁRIO FOSSE FAZER A ENTREGA. NÃO DEU OUTRA: FESTIVAL DE VAIAS

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     Na foto vejam o contraste das faces: O escritor em paz. O dublê de ministro, Roberto Freire, desatinado diante  das vaias.

 O escritor Raduan Nassar é um dos mais britantes e talentosos do mundo das letras. Muito conhecido e respeitado por sua capacidade criativa, é famoso no mundo inteiro. Porém, o autor das obras Lavoura Arcaíca e Um Copo de Cólera, entre outras ímpares, não é senhor dessa respeitabilidade somente por sua verve literária-criativa. Ele é respeitado, também, por sua condição de homem comprometido com a vida. Comprometido com as igualdades de direitos, princípios únicos que podem impulsionar a vida humana ser em si gratificação.

 Sempre esteve posicionado contra qualquer arbítrio onde a liberdade humana se encontrava ou se encontra ameaçada. Jamais negou sua voz contra os opressores. Foi um fervoroso defensor dos governos populares de Lula e Dilma, assim como contrário a elaboração e execução do golpe. Quer dizer: Raduan Nassar é um homem de todos os tempos livres.

 No ano passado, ainda no governo Dilma, ele foi agraciado com o prêmio Camões 2016. Prêmio concedido pelos governos brasileiro e português. Na terça-feira, no Museu Lasar Segall ocorreu a entrega do prêmio cujo júri o escolheu por unanimidade. E como em tempo de golpe os golpistas aproveitam para expressarem suas insignificância, se iludindo de que a população lhe presta reconhecimento, o dublê de ministro da Cultura, o falso comunista Roberto Freire, foi tentar realizar a entrega do prêmio diante de uma plateia totalmente democrática composta, também, por escritores, artistas de todas as criações. Aí, mano, não deu outra: quando o dublê de ministro foi tagarelar, depois da fala dos ilustríssimo escritor, o festival de vais começou em um único coro-democrático.

  Raduan Nassar em sua fala só manifesto o óbvio produzido pelo desgoverno golpista que tem a ousadia de fazer a entrega de um prêmio que não tem qualquer relação com ele. Fator aberração.

     “Infelizmente, nada é tão azul no Brasil. Vivemos tempos sombrios. Tivemos a invasão na sede do Partido dos Trabalhadores, em São Paulo. A invasão nas escolas de ensino médio em muitos estados. A violência contra a oposição democrática ao manifestar-se na rua, episódios perpetrados por Alexandre de Moraes, figura exótica indicada para o Supremo Tribunal Federal”, discursou o escritor, além de comentar a nomeação de Moreira Franco, e a perseguição da Lava Jato contra Lula.

     Agora, só a título de sarro ou frouxas gargalhadas, lembrar sempre que a grande importância dos golpistas é nos fazer rir, leiamos o tagarela do dublê de ministro afirmando o quanto é democrata e o quanto um homem honrado que compõe o quadro teratogênico do golpe. 

        “O Brasil de hoje assiste perplexo a algumas pessoas da nossa geração, que têm o privilégio de dar exemplos, e que viveram um efetivo golpe nos anos 60 do século passado, e que dão exatamente o inverso”, afirmou o dublê com a acra mais lambida, mas o coro não liberou sua verve democrática.

          Diante do coro-democrático, ele tentou revidar: foi pior.

     “É fácil fazer protesto em momento de governo democrático como o atual, e quem dar prêmio a adversário político não é a ditadura”, mais vaias. Diante do coro-democrático a turma dos golpistas lembrou que tinha pernas e se mandou.

       O escritor amazonense (no Amazonas também tem gente ilustre, não tem só tipo Pauderney e Arthur Neto) Milton Hatoum.

       “É preciso ressaltar que o prêmio que ele aceitou o prêmio em maio do ano passado, quando o governo ainda era de Dilma Rousseff. O governo atual adiou por muito tempo a entrega desse prêmio, justamente por medo dessa repercussão”, afirmou o autor da obra Dois Irmãos, entre aplausos.

        E para finalizar a ousadia dos golpistas, Raduan Nassar concluiu: Não há como ficar calado.

        Diante da petulância dos golpistas em tirarem proveito do que foi construído democraticamente, a semiótica-filosófica orgástica protesta: “Olha aí, golpista, nada de querer gozar com a vagina, o pênis e o ânus da democracia! O gozo é nosso!”. 

         Leia o discurso do probo-intelectual-literário.

Excelentíssimo Senhor Embaixador de Portugal, Dr. Jorge Cabral.
 
Senhor Dr. Roberto Freire, Ministro da Cultura do governo em exercício.
 
Senhora Helena Severo, Presidente da Fundação Biblioteca Nacional.
 
Professor Jorge Schwartz, Diretor do Museu Lasar Segall.
O discurso do ilustríssimo Raduan Nassar. 
 
Saudações a todos os convidados.
 
Tive dificuldade para entender o Prêmio Camões, ainda que concedido pelo voto unânime do júri. De todo modo, uma honraria a um brasileiro ter sido contemplado no berço de nossa língua.  
 
Estive em Portugal em 1976, fascinado pelo país, resplandecente desde a Revolução dos Cravos no ano anterior. Além de amigos portugueses, fui sempre carinhosamente acolhido pela imprensa, escritores e meios acadêmicos lusitanos.
 
Portanto, Sr.Embaixador, muito obrigado a Portugal.
 
Infelizmente, nada é tão azul no nosso Brasil.
 
Vivemos tempos sombrios, muito sombrios: invasão na sede do Partido dos Trabalhadores em São Paulo; invasão na Escola Nacional Florestan Fernandes; invasão nas escolas de ensino médio em muitos estados; a prisão de Guilherme Boulos, membro da Coordenação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto; violência contra a oposição democrática ao manifestar-se na rua. Episódios todos perpetrados por Alexandre de Moraes.
 
Com curriculum mais amplo de truculência, Moraes propiciou também, por omissão, as tragédias nos presídios de Manaus e Roraima. Prima inclusive por uma incontinência verbal assustadora, de um partidarismo exacerbado, há vídeo, atestando a virulência da sua fala. E é esta figura exótica a indicada agora para o Supremo Tribunal Federal.
 
Os fatos mencionados configuram por extensão todo um governo repressor: contra o trabalhador, contra aposentadorias criteriosas, contra universidades federais de ensino gratuito, contra a diplomacia ativa e altiva de Celso Amorim. Governo atrelado por sinal ao neoliberalismo com sua escandalosa concentração da riqueza, o que vem desgraçando os pobres do mundo inteiro.
 
Mesmo de exceção, o governo que está aí foi posto, e continua amparado pelo Ministério Público e, de resto, pelo Supremo Tribunal Federal.
 
Prova da sustentação do governo em exercício aconteceu há três dias, quando o ministro Celso de Mello, com suas intervenções enfadonhas, acolheu o pleito de Moreira Franco. Citado 34 vezes numa única delação, o ministro Celso de Mello garantiu, com foro privilegiado, a blindagem ao alcunhado “Angorá”. E acrescentou um elogio superlativo a um de seus pares, o ministro Gilmar Mendes, por ter barrado Lula para a Casa Civil, no governo Dilma. Dois pesos e duas medidas
 
É esse o Supremo que temos, ressalvadas poucas exceções. Coerente com seu passado à época do regime militar, o mesmo Supremo propiciou a reversão da nossa democracia: não impediu que Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados e réu na Corte, instaurasse o processo de impeachment de Dilma Rousseff. Íntegra, eleita pelo voto popular, Dilma foi afastada definitivamente no Senado.
 
 O golpe estava consumado!
 
 Não há como ficar calado.
 
 Obrigado
  E se lhe apraz, veja e ouça o vídeo. 

A QUADRA MOMESCA ATIVA. ENQUANTO O BLOCO DE OLINDA FREVA O “FORA TEMER”, CAIADO, ACUSADO DE EXPLORAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO, QUER CPI CONTRA A IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE.

CARNAVAL

Imperatrizleopoldinense.com.br/Reprodução

“Sempre é carnaval, sempre é carnaval, vamos embora pessoal”. Fundado no ano de 1976 com o objetivo de contestar a ditadura civil-militar, o Bloco Eu Acho É Pouco”, de Olinda, continua mantendo a verve e o ativismo. É o que confirma a comemoração dos seus carnavalescos 40 anos.

Esse ano, estimulado pela contribuição alegórica dos golpistas, ele vai desfilar com indumentária ressaltando o golpista-mor: “Fora Temer”. Além de outras enunciações políticas na indumentária como “Lutaremos pela Liberdade Sempre”, Trumpocalipse, Golpe e Regresso, Por uma Mídia Democrática”. Enunciações que já se tornaram palavras de ordem e que são ressaltadas nas cores vermelho e amarelo. Cores do ouro.

Aqui a programação do Eu Acho é Pouco.

  • 4 de fevereiro: Baile Vermelho e Amarelo – Eu Acho é Pouco.
  • 25 de fevereiro: Eu Acho É pouco.
  • 27 de fevereiro: Eu Acho é Pouquinho.
  • 28 de fevereiro: Eu Acho é Pouco.

E fora do ritmo, já que burguês além de não descender de Dionísio, mas Mamon (deus da cobiça), sua alegria é compensatória como alimento material, lucro, e não a alegria que aumenta a potência de agir, como afirma o filósofo Spinoza, o senador Caiado (DEM/GO), fundador da União Democrática (imaginem que tipo de democracia) Ruralista (UDR), cuja família é acusada de exploração do trabalho escravo, vai propor ao Senado uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar quem são os financiadores da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense que vem com o Samba Enredo criado pela sensibilidade, inteligência, ética e engajamento dos sambistas Moises Santiago, Adriano Ganso, Jorge do Finge e Aldir Senn. Não esquecer que Caiado, apesar de caiado, é campeão do agronegócio.

O Samba Enredo toca no tema explorador realizado pelo agronegócio que envolve as terras indígenas e quilombolas. Aí a represália do senador latifundiário.

Olha a letra e o áudio aí, gente! E com a participação especial do amazonense David Assayag que foi além do Boi Bumbá.

Compositores: Moisés Santiago, Adriano Ganso, Jorge do Finge e Aldir Senna
Participação especial: David Assayag
Intérpretes: Tinga, Celino Dias, Tuninho Júnior e Tinguinha

BRILHOU… A COROA NA LUZ DO LUAR!
NOS TRONCOS A ETERNIDADE… A REZA E A MAGIA DO PAJÉ!
NA ALDEIA COM FLAUTAS E MARACÁS
KUARUP É FESTA, LOUVOR EM RITUAIS
NA FLORESTA… HARMONIA, A VIDA A BROTAR
SINFONIA DE CORES E CANTOS NO AR
O PARAÍSO FEZ AQUI O SEU LUGAR
JARDIM SAGRADO O CARAÍBA DESCOBRIU
SANGRA O CORAÇÃO DO MEU BRASIL
O BELO MONSTRO ROUBA AS TERRAS DOS SEUS FILHOS
DEVORA AS MATAS E SECA OS RIOS
TANTA RIQUEZA QUE A COBIÇA DESTRUIU

SOU O FILHO ESQUECIDO DO MUNDO
MINHA COR É VERMELHA DE DOR
O MEU CANTO É BRAVO E FORTE
MAS É HINO DE PAZ E AMOR
SOU GUERREIRO IMORTAL DERRADEIRO
DESTE CHÃO O SENHOR VERDADEIRO
SEMENTE EU SOU A PRIMEIRA
DA PURA ALMA BRASILEIRA

JAMAIS SE CURVAR, LUTAR E APRENDER
ESCUTA MENINO, RAONI ENSINOU
LIBERDADE É O NOSSO DESTINO
MEMÓRIA SAGRADA, RAZÃO DE VIVER
ANDAR ONDE NINGÚEM ANDOU
CHEGAR AONDE NINGUÉM CHEGOU
LEMBRAR A CORAGEM E O AMOR DOS IRMÃOS
E OUTROS HERÓIS GUARDIÕES
AVENTURAS DE FÉ E PAIXÃO
O SONHO DE INTEGRAR UMA NAÇÃO
KARARAÔ… KARARAÔ… O ÍNDIO LUTA PELA SUA TERRA
DA IMPERATRIZ VEM O SEU GRITO DE GUERRA!

SALVE O VERDE DO XINGU… A ESPERANÇA
A SEMENTE DO AMANHÃ… HERANÇA
O CLAMOR DA NATUREZA
A NOSSA VOZ VAI ECOAR… PRESERVAR!

 

DILMA REALIZA CONFERÊNCIA NA ARGENTINA, RECEBE PRÊMIO DOUTOR HONORIS CAUSA E DE QUEBRA AFIRMA QUE DELATOR DA ANDRADE GUTIERREZ, FERNANDO, DEVE PAGAR POR MENTIRA

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  A presidenta Dilma Vana Rousseff como uma mulher engajada, inteligente e respeitada nacional e internacionalmente, não deixou de produzir política. Todo momento concede entrevistas para órgão internacionais analisando o mundoatuala e falando, como não poderia ser diferente para uma democrata, sobre o golpe que a democracia sofreu através da ambição e antipatriotismo das forças mais perversas que parasitam o Brasil em todos os quadrantes da sociedade brasileira.

  Dessa vez, a presidenta foi até a Argentina, país que também sofre com um desgoverno antipopular e entreguista, como fazem os golpistas entregando as riquezas do Brasil ao capital internacional, mormente ao capital noete-americano, a convite do Conselho Latinoamericano de Ciências Sociais (Clacso) e pela Universidade Metropolitana (UTEM), e também concedeu entrevista ao jornal La Nacion.

      Durante a entrevista, entre outros temas, Dilma Vana Rousseff, a brasileira que a misoginia sofreu ao lhe ver presidenta, falou sobre o comportamento sórdido de Fernando Azevedo, ex-presidente da Empresa Andrade Gutierrez que durante depoimento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou que sua empresa havia depositado R$ 1 milhão para a chapa Dilma/Temer. Porém, quando foi descoberto que ele havia doado R$ 1 milhão, em cheque nominal para Temer, ele mudou sua afirmação. Diante da sordidez, a presidenta entrou com processo contra ele para que ele seja responsabilizado pelo ato sórdido.

      “Ele disse que se equivocou, e nós estamos pedindo que pague por isso. Pedimos que anulem a delação de Azevedo, porque ele deliberadamente tentou comprometer minha campanha.

        Qual é moral da história? Que o delator nem sempre está delatando a verdade, e sim muitas vezes usa sua delação para fazer jogos políticos. Então, a delação tem que ser tratada como manda a lei: um indício, e não como uma prova definitiva. O que se passa no Brasil é que quando há uma delação ela é tratada como prova definitiva”, observou Dilma, a presidenta de mais de 54 milhões de brasileiros.

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Depois foi correr para o abraço da homenagem da entrega do prêmio de doutora honoris causa.

A canalha se rasga de despeito, inveja e ódio. Fazer o quê? Rastejar empurrada pela força de sua imoralidade.

Veja e ouça o vídeo da premiação.

PARABÉNS, QUERIDA! QUERIDA É DILMA!

    O filósofo Michel Serres afirma que todos nós ao nascermos somos singularidades. Antes de nós ninguém nasceu como nós. Assim, como também depois de nascermos ninguém nasceu como nós. Somos sempre únicos. Ai nossa singularidade: não termos cópia e nem simulacros. O que nos livra da alienação: não sermos a singularidade que somos.

     Mas, ao nascermos, não somos somente singularidades. Somos também individuações.  Potência incorporal que nos move como práxis e poieses criativa. Não individualidade que reflete o numeral-capturador determinado pela semiótica-jurídica do estado. A força-estratificante-paranoica.

      Singularidades e individuações movimentam o mundo como novidade contínua. Os corpos que como práxis e poieses produzem a história, visto que só é corpo histórico o que se apresenta como novo. Não basta nascer para ser tido como histórico. História não é narração de fatos. Nenhum golpista é histórico. Golpistas são quimeras: o que não tem essência e nem existência, como afirma o filósofo holandês Spinoza.

      Somos singularidades e individuações quando nascemos, todavia, nem todos processam em seus percursos esses corpos únicos produtivos e criativos. Um número muito grande de pessoas têm suas singularidades e individuações obstruídas por opressões agenciadas pelos adultos, principalmente pelos pais que são os sujeitos-sujeitados traumatizantes das crianças. Também muitas ditas escolas fazem parte dessa cruel operação opressora. Assim, como meios de comunicação manipuladores.

    As pessoas que tiveram suas singularidades e individuações obstruídas são as representantes da classe burguesa. Não há como encontrar na burguesia esses corpos produtivos e criativos do novo, já que a sua grande compulsão é manter seus privilégios adquiridos oprimindo os trabalhadores. Na burguesia a singularidade sofre a metamorfose da pluralidade-lucro: quantidade. A individuação a metamorfose força do poder: dominação. É por isso que seu caráter ímpar é a brutalidade e a irracionalidade expressadas em ódio, inveja e vingança. Como obstruídos, muitas dessas metamorfoses buscam segurança, poder de dominação e reconhecimento nos estratos concedidos pelo Estado burocrático hegeliano. Triste ilusão.

    Como a burguesia é pluralidade-lucro e força de poder dominante, ela não se move, é molar. E como tudo que é imóvel só reflete o já estabelecido, e no caso da burguesia a ambição de sua classe, e a história é “movimento real”, a burguesia não faz história. Não há burguês-histórico. Alguém poderia afirmar: Então, a burguesia é o lixo da história! Não! Na história, como produção e criação do novo, não há lixo. Não há excedente. Não há resíduos recicláveis. A história é a história por si mesmo. Mulheres e homens ativos como singularidades e individuações.

    Dilma é história! Os golpistas não. Dilma é história querida. Querida, não como adjetivo, mas como devir singularidade e individuação. Não é querida porque alguém lhe quis querida pronominal. Mas porque ela primeiro se tornou seu próprio querer. E como seu querer, se tornou querida por si mesma. O afeto revolucionário que os que lhe chamam de querida compuseram com ele. Ninguém é amada sem primeiro se tornar por si mesma querida. Querida é o afeto amor que encadeia desejos revolucionários produtores e criadores da democracia como devir-povo. A ultrapassagem contínua como existência nova.

      Só se faz querida por via da singularidade e individuação que são os afetos livres que compõem potência de agir coletivo. Sartre afirma que a existência precede a essência. O homem primeiro é livre para escolher. E não primeiro escolhe para ser livre. Aí a existência como singularidade e individuação liberdade.

   Como a singularidade e a individuação da burguesia encontra-se em estado obstruído, ela jamais poderá processar em si um querer que lhe torne querida por si mesma, para que o outro o tome como querida. Como não é querida, a burguesia se engana com o tratamento entre os seus pares: “Oi, querida! Como, vai querida? Você é muito querida! Querida você é um luxo!”. Um infinito tagarelar querida para se iludir que é querida. Daí se infere que no meio burguês não há amor, já que para o amor se fazer presença real, ontologicamente ser, é necessário que os amantes sejam em si queridos.

    Parabéns, Querida! Querida é Dilma! O povo compõe com Dilma Querida, porque ele se quis e se fez querido. Ele sabe que só há democracia quando o povo se faz querido. E ser querido é atingir o mais alto grau político da democracia. Grau que a analfabeta-burguesia jamais alcançará.

    Não cansamos: Parabéns, Querida!

E POR FALAR EM PARABÉNS, COMANDANTE,…

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O homem nobre, superior, aristocrata, o homem da vontade de potência, não aniversária. É aniversariante, porque nele predomina intensivamente a expansão da vontade de vida que não é marcada por uma cronologia reguladora.

      O aniversariante se movimenta na intensidade dos senhores como práxis e poiesis de novas existências que não são afeitas aos escravos. Por isso não espera reconhecimento como ocorre com os vaidosos escravos que desesperam em ser tidos como importantes. Que desesperam tanto para serem tidos como bons e ruins pelas opiniões dos outros. Vaidosos escravos traspassados, de forma desprezível, pelo pessimismo, niilismo, corrupção dos instintos e espíritos, que os fazem dizer Não a Vida e Sim à degeneração.

     O ódio, a inveja e a obsessão para castigar o Comandante, desesperos dos sujeitos-sujeitados pela moral do escravo, se expressa por ser o Comandante, comandante de si mesmo em forma de intensidade comunalidade. Como o Comandante não pretende reconhecimento de suas ações como mutatio-renovatio, porque não sofre do pathos da vaidade do reconhecimento imprimido pelo escravo enaltecedor – tanto o vaidoso como aquele que lhe conceitua como bom, fazem parte da mesma sociedade da moral escrava: os cansados, impotentes, sem força, sem superioridade – eles, escravos, o invejam, odeiam e, como satisfação impotente, querem castiga-lo, já que o castigo é o êxtase da moral escrava em forma de delusão senhorial.     

      O que excessivamente perturba os submissos da moral escrava, é que o Comandante não auxilia ninguém por compaixão. O que é a prova da impotência daquele que precisa do sofrimento do outro para se promover através da perversa compaixão egoísta. O auxilio do Comandante ao outro é a continuidade e contiguidade da exuberância de sua vontade de potência. Seus atos, porque são vontades de si mesmo como expansão necessária à vida, envolvem aqueles que se são companheiros de viver sem sofrimento criado pelos cansados. Práxis e poiesis, ação e criação, no Comandante não existem sem os companheiros que são outros também nobres e fortes. Os que não sofreram a degeneração de seus instintos e espíritos. Os que não necessitam de compaixão, mas de intensidade vital.

    Cronologicamente os sujeitos-sujeitados, os degenerados na moral escrava, assim como os que se movimentam além do bem do mal da escravidão, pontuam a data de 27 de outubro como o dia do aniversário do Comandante. Há rastros de verdade nessa pontuação cronológica. Mas como a política é a vontade de potência e não uma forma de função capturada, selecionada e classificada na objetividade, principalmente capitalista (na verdade aparência), O Comandante é comandante porque desliza como “vida que ativa o pensamento e o pensamento que afirma a vida (Nietzsche para o Comandante)” que é a política como devir. O verdadeiro sentido de política. Daí que as comemorações de amizades e as pragas projetadas pelos escravos, só tocam o Comandante na esfera das expressões concretas de suas produções. Uma forma clara de evidência de superioridade intrigante.

       Assim, por falar em parabéns, Comandante,…

 

 

PRAÇA 14 DE JANEIRO, ONDE A FESTA É CONTÍNUA

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De janeiro a janeiro a Praça 14 é festa. Para quem não conhece Manaus, a Praça 14 de Janeiro foi um dos primeiros bairros a se constituir como realidade urbana. Mas não é por essa ordem cronológica que esse bairro é ponto de referência de um existir alegre. A sua singular referência encontra-se constituída no fato de ter sido um território de expressivas produções coletivas.

Historicamente foi o território escolhido pelas primeiras comunidades negras para servir de habitação. Território para formação dos signos necessários ao habitar. Uma antecipação prática do diria posteriormente o filósofo alemão Heidegger sobre ser: “Ser é Habitar”. Quando não se habita não, ontologicamente, não se pode ser tomado como ser. E essas comunidades negras concretizaram na Praça 14 de Janeiro sua morada.

E foi nessa morada, habitação, que foi possível ser constituída o folguedo nordestino, vindo do Maranhão, o Bumba-Meu-Boi que depois passou a ser chamado, inicialmente, em Manaus, de Boi-Bumbá. A 14, como é carinhosamente chamada, territorializou o Bumba-Meu-Boi que foi desterritorializado da terra do poeta Gonçalves Dias. Como território singular dos negros, se manifestou como quilombola manauara. Formas de relações culturais que preservaram os signos afros. Mostrar a 14 como território-morada das primeiras famílias negras, não significa torná-la a única expressão dessa etnia em Manaus. Existem outros territórios como Seringal Mirim, onde outras famílias negras foram habitar, e onde também surgiu o Boi-Bumbá Mina de Ouro, além de manifestações do Candomblé, Macumba, Umbanda, como já haviam se manifestado na 14. O que se enfatiza, é que a 14 promoveu com menos acanhamento a cultura negra.

Foi também da Praça 14 que saiu a primeira personagem engajada da luta pelos direitos dos negros. Quer dizer: foi na Praça 14 que foram encadeadas as primeiras manifestações de lutas política, social e cultural dos negros revelada na práxis do negro Nestor Nascimento, membro do PCB. Foi na Praça 14 que o rizoma Consciência Negra se emaranhou pela Manaus. Até então, falar em defesa do negro era uma temeridade. Visto trata-se de uma manifestação étnica-política em plena a ditadura militar-civil que se fixou no Brasil entre os anos de 1964 e 1985. Ditadura que prendeu e torturou Nestor Nascimento.

Como território de manifestações coletivas, a Praça 14 não podia ficar de fora de uma alegoria que se encontra estreitamente ligada a sua expressividade cultural: o carnaval. Depois de muita experiência com o samba, onde as rodas de samba já haviam se tornado tradição, os moradores resolveram criar usar seus talentos musical e dançante e criaram a Escola de Samba da Praça 14. A Verde e rosa, lembrança carinhosa da “Mangueira, teu cenário é uma beleza”. Reduto contínuo do samba. Território da festança anual. Da festança singular de moradores que não arrefecem nem mesmo com todo descaso que as chamadas autoridades administrativas lhes submetem.

Hoje, é 14 de janeiro, e janeiro, com todo respeito a São Sebastião e ao Rio de Janeiro, janeiro é Praça 14. Parabéns, Praça 14, por confirmar que “costume de casa vai à praça”!

AFIN PRODUZ FESTA JUNINA INTEMPESTIVA

CIMG5268A Afin, por sua itinerância, transpassa o tempo cronos e produz suas atividades intempestivamente, ou seja, sem se preocupar com a limitação temporal imposta desde a eras mais longínquas. Desta forma no último domingo realizamos uma festa junina que reuniu os jovens e as crianças do Novo Aleixo com o som do verdadeiro forró junino com canções de Trio Nordestino, Jackson do Pandeiro, Marinês, Gonzagão e muitos outros.

Antes da festança começar os fogos e foguetinhos foram lançados ao céu anunciando por todos os arredores a festança a ser realizada. Com muita animação rolou a tradicional quadrilha, que envolveu todos neste festejo parajunino.

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E como toda boa quadrilha houve caracol, túnel, passeio na roça, dança dos namorados, anarriê e muitas outras brincadeiras que envolveram os participantes.

Houve também o tradicional casório do arraial onde duas crianças pequenas foram escolhidas o noivo e a noiva da festança. Como o padre na hora largou a batina para entrar na dança todos os presentes foram os legitimizadores do casamento.

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Após a quadrilha houve uma série de atividades envolvendo as crianças como a dança do tortinho, onde as crianças tinham que dançar de maneira sinuosa e a dança do saci, onde cada um tinha que dançar em uma só perna.

Depois de tanta dançaria, as crianças participaram do sorteio junino. Desta vez o sorteio não envolveu a pescaria, e sim um número que foi entregue para cada criança e que correspondia a um presente junino. Dentre os brindes haviam kits de higiene infantil como sabonete, xampu, livros infantis, sandálias, cuecas novas, brincos, pulseiras, enfeites para o cabelo etc.

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CIMG5340E como todo fim de festa tem que terminar bem a Afin preparou um banquete digno dos quitutes juninos com arroz com frango e vatapá, mingau de banana, bolo de chocolate, paçoca de amendoim.

Depois sobrou muitas lembranças de mais uma festança arretada que fica na história afinada de cada criança e que continuará na próxima comemoração junina. E Viva Santo Antônio, São Pedro e São João!


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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