Archive for the 'Governo do Estado' Category



DEPUTADOS ESTADUAIS OBEDECEM GOVERNO E ENGANAM PROFESSORES

“Me movo como como educador, porque, primeiro, me movo como gente.”  Paulo Freire

Três deputados apenas escaparam. Os demais, todos, inclusive um que é professor faltaram com a verdade e no dia 05 de junho de 2013 numa tramitação célere aprovaram a mensagem nº 52 de 2013 que reajustou o salário dos professores.

Os professores foram enganados porque antes da aprovação dessa mensagem os deputados haviam se comprometido que antes da votação do reajuste promoveriam uma audiência pública com todos os envolvidos no processo educativo, mas isso não aconteceu.

Todos os professores estavam orientados e um grande número deles participaria dos debates. Só que não foi possível. “O único debate franco e honesto” envolveu apenas os parlamentares, segundo, Chico Preto, que em carta aos educadores do Amazonas disse que “existe o reconhecimento de que há muito a ser melhorado quanto à remuneração e estrutura para os professores.”

Nessa carta, Chico Preto se vangloria que os professore obtiveram um aumento real de 11%. Sendo 6,31% a partir de 1º de maio e 3,69% em 1º de dezembro.

O deputado em momento algum diz que os 6,31% refere-se às perdas salariais motivadas pelas ondas cíclicas do capitalismo mundial e que nos afetam com suas marolhinhas. O deputado esqueceu de colocar em sua carta que os professores pleiteavam 15% de reajuste salarial, vale transporte, vale alimentação, plano de saúde e HTP para todos os professores da SEDUC, sem exceção.

Não adianta o deputado colocar o que disse Paulo Freire e que tem respeito pela categoria se seus atos são contraditórios. Vota com a proposta do governo e nocauteia as reivindicações dos professores.

Dignos e que honraram suas palavras foram os deputados José Ricardo, Marcelo Ramos e Luis Castro. Fizeram suas propostas de emendas, pleitearam a audiência, mas “necas.” Os demais, todos são lesa professores.

O deputado, professor, líder do governo e já de há muito tempo lesa professor, Sinésio Campos, assim como Chico Preto divulgou um comunicado no cyber espaço que em instantes recebeu uma chuvarada de comentários desairosos, negativos e imediatamente foi garfado do ar, mas salvo, está navegando na rede a partir de comentários no facebook da ASPROM.

Ouvindo um dos coordenadores da ASPROM-MANAUS, na noite de sábado, este educador disse que as atenções estão voltadas para a regularização da Associação, filiação e sua possível transformação num Sindicato livre do SINTEAM. Falou que irão manter a categoria mobilizada e não descartou novas paralizações. Um trabalho será feito de acompanhamento das votações da L.D.O e nessas leis serão feitas as proposições de aumentos salariais para a categoria em 2014. Com isso o governo não poderá dizer que não possuirá recursos para pagamento da categoria.

Para concluir, “existe o reconhecimento de que há muito a ser melhorado quanto à remuneração e estrutura para você, professor”. Não são nossas palavras, mas do deputado Chico Preto. Há sim, muito a ser melhorado na educação do Estado do Amazonas a começar, propagando-se a verdade e não a mentira. O professor não vai receber 11% agora, mas pelo teor da carta do deputado ele recebeu aumento real.

Durma-se com uma falta de verdade  dessa. São as tramas do capitalismo e sua ideologia atuando contra o trabalhador,  estando-o a jogar contra a sociedade.   

PROFESSORES DA SEDUC-AM PARALISAM AULAS NAS ESCOLAS

Milhares de alunos na capital  e em algumas cidades do interior do Estado do Amazonas não tiveram aulas ontem, dia 23 de maio de 2013.

Em outras escolas devido a pressão da  SEDUC-AM e de diretores funcionaram precariamente até por volta das 9:30, 14:30 e 20:30

Segundo depoimento de pessoas do comando da paralisação ligados à ASPROM o resultado foi satisfatório. Os professores aderiram ao movimento, estão conscientes das reivindicações, e claro de toda a pressão psicológica que uma iniciativa dessa possui.

Em entrevista hoje, o governador Omar Aziz disse que não acreditava numa paralisação, porque segundo ele, ainda não se tomou uma decisão e ele está dialogando com o Sindicato. Declarou inclusive que o presidente do SINTEAM esteve na quarta-feira em sua residência tratando do reajuste salarial dos professores.

Pelo visto nas declarações do governador percebe-se o destoar do problema enfrentado na educação no Estado do Amazonas. O Sindicato que ele diz estar negociando não atende mais aos interesses da categoria porque é um sindicato pelego, é um sindicato que abandonou a categoria a sete anos, é um sindicato que só vê interesses de sua diretoria. É um sindicato ardiloso que não permite que num processo eleitoral se inscreva se quer uma chapa concorrente, opinou um professor sindicalizado que encabeçará uma onda de desfiliação do sindicato para que nasça um outro livre do julgo do PCdoB.

Hoje, dia 24 o movimento paredista continuará, desta vez nas ruas. Às 7:30 os professores se reunirão em frente à sede do governo, na Compensa ficando ali até por volta das 11:oo horas. À tarde, a partir das 14:00 horas rumarão para a sede da Cúria Metropolitana na Avenida Joaquim Nabuco, próximo ao DCE da UFAM e às 18:00 horas farão uma Assembleia Geral de avaliação e novos encaminhamentos do movimento.

Independente de comandos e da própria pressão patronal o que se viu hoje em Manaus e em algumas cidades do interior pode-se constituir num fato histórico. Os professores decidiram e pararam suas atividades laborais conscientes daquilo que reivindicam e das medidas administrativas que são passíveis, mas em momento algum, nas visitas, conversar que mantivemos com professores, sentimos que fraquejassem.

O movimento vai crescendo, novos professores vão aderindo, outros receosos, mas foi assim que nasceu a primavera árabe que derrubou ditadores e pôs de pernas para os ares Egito, Líbia dentre outros.

 

 

 

 

 

 

PROFESSORES DA SEDUC-AM PARALISAM AULAS HOJE E AMANHÃ

Em campanha salarial SEDUC 2013 e cobrando dignidade e respeito, numa iniciativa da Associação dos Professores – ASPROM, do MLPM e do Movimento Candiru, a categoria dos professores da rede estadual de ensino cruzarão os braços nesta quinta e sexta-feira.

Reivindicando plano de saúde, piso nacional, aumento real de 15%, auxílio alimentação e vale transporte, neste dia 23 de maio, quinta-feira os professores da rede estadual de ensino cruzarão os braços nas escolas em todos os três turnos.

No dia 24, sexta-feira, estarão nas ruas. Das 08:00 às 11:00 concentrarão na sede do governo do Estado, na Compensa. Nesse mesmo dia das 14:30 às 17:30 estarão reunidos na Cúria Metropolitana, na Avenida Joaquim Nabuco, ao lado do DCE da UFAM. Às 18:00 horas realizarão uma Assembleia Geral da ASPROM na sede do SINTEL, na Rua Alexandre Amorim, no bairro de Aparecida.

Este blog ouviu alguns profissionais da educação e  pode notar o descontentamento da categoria. Estão descontentes com o governo pelo descaso com que trata a categoria, pelo desrespeito que trata as escolas onde continua a falta de pedagogos e outros profissionais, bem como estão insatisfeitos com o Sindicato dos professores que em vez de se encontrar ao lado da categoria está aliado ao patrão.

Os professores ouvidos pelo blog declararam ainda que nas escolas onde trabalham a adesão é da maioria, embora haja diretores pressionando, chantageando quem é PSS e professores em estágio probatório, pois é vontade de milhares de professores mostrarem ao governo, a esses diretores e ao sindicato sua força e indignação.

   

PROFESSORES DA SEDUC E SEMED REALIZAM 4º ATO PÚBLICO EM MANAUS PELAS CAMPANHAS SALARIAIS 2013 E ESCOLAS ENFRETAM PROBLEMAS

Sem apoio do SINTEAM, professores da rede pública  de ensino do Amazonas, antenados pela ASPROM – Associação Movimento de Luta dos Professores de Manaus irão às ruas da capital do Estado no próximo dia 14 de maio de 2013, terça-feira, às 7:30 na sede da Prefeitura e depois, às 8:45 rumarão para a sede da Assembleia Legislativa do Estado onde às 09:30 programam uma grande manifestação para pressionar o governo do Estado e os deputados para garantirem emendas ao projeto encaminhado à ALE-AM sobre reajuste salarial e outros direitos que precisam ser colocados em prática.

Segundo os organizadores do evento essas manifestações estão sendo realizadas porque o governador do Estado sabendo que a data base de reajuste salarial dos professores é em março,  até hoje não efetivou o reajuste, estando os mesmo com atraso de mais de dois meses na data base.

Por informações que a ASPROM possui, o governo concedeu um reajuste de 6% repondo apenas a inflação do período e a manifestação que se fará na Assembleia é para que os deputados façam emendas ao projeto do executivo.

Na SEMED a data base ocorreu no dia 1º de maio. Por ocasião do último ato público, dia 24 de abril de 2013 foi protocolado uma pauta de reivindicações contendo 12 itens, sendo 3 que os professores não abrem mão: 30% de reajuste salarial; Piso salarial nacional e HTP de 33% para todos, indistintamente.

Os diretores da ASPROM nos informaram que no dia 24 de abril ficaram aguardando o prefeito até as 11 horas e não foram recebidos e que o mesmo tem até um dia antes do próximo ato para abrir o diálogo com os representantes da categoria. Caso isso não aconteça, buscarão seus direitos com mais força  e mostrarão ao tucano que são capazes de se defenderem.

BARATAS NO RANGO E FALTA DE PEDAGOGOS INFESTAM ESCOLAS DA SEDUC

Não bastasse a falta do pagamento salarial reajustado dos professores da SEDUC , a maioria das escolas da capital continuam sem pedagogos e os antigos “apoios”. As escolas estão sendo geridas por quem as conhece: os professores.

Há outros problemas também. No CETI João Braga a alimentação servida  está toda comprometida. Há relatos de alunos que diariamente encontram na alimentação,  baratas e outros tipos de insetos. A comunidade já se manifestou, protestou e temos informações de que o governador estará visitando a escola na próxima segunda-feira.

PROVA BRASIL, IDEB E SADEAM

O que esperar dessas três avaliações no final do ano se as escolas não estão com o quadro completo de profissionais. Há escolas que no ensino médio falta professores de língua portuguesa e Física. E, claro, falta pedagogos que são os profissionais que atuam diretamente com os professores nas orientações e auxílios no processo ensino aprendizagem. Do jeito que vai, esse tem se constituído no pior início de ano na rede Estadual de Ensino no Estado do Amazonas,  disse uma professora seguidora do Blog da AFIN.   

NÃO CIDADE DE MANAUS 100 TRANSPORTES, 100 FUTEBOL, MAS COM UMA ARENA INÚTIL

Os governantes no Estado do Amazonas sempre impuseram suas vontades pessoais em detrimento às necessidades básicas elementares do povo.

É direito do povo: educação, transporte, atendimento médico-hospitalar, saneamento básico, energia, lazer.

Por cá só temos lazer capitalístico. Ópera, boi carnavalizado de Parintins e estádio de futebol para atender caprichos da FIFA.

Quando Manaus foi escolhida sob forte lobby de políticos locais e nacionais para ser uma das sedes da copa  era porque a imagem fantasiosa chamativa da cidade  era o mote para o glamor, tanto é que o Ministro dos Esportes, Aldo Rabelo em visita à não cidade no dia 18 de abril de 2013 para ver como anda os serviços de construção da Arena da Amazônia  assim se pronunciou: “O Brasil precisa que a Copa seja em Manaus, pois esse acontecimento internacional e a fantasia que o envolve será mais completo, mais representativo.”

O ministro utiliza a mesma temática que muitos “artistas” locais sempre utilizam em suas obras para retratar a Amazônia e pensam que estão criando,  mas na realidade só estão reproduzindo o constituído. Leiam a fala do ministro: “a Copa precisa de uma sede com esse imaginário, com essa história, com essa cultura, com essa identidade, com esse bioma único do planeta. O Amazonas tem 98% do seu território coberto por floresta, só isso já justificaria uma Copa do Mundo aqui.”

Infelizmente o ministro que é de um partido comunista, mas que se capitalizou está univitelinamente defendendo capital mais espúrio que existe neste planeta que é comandando pelo senhor Josef Blater.

Um ministro de Estado se sujeitar a vistoriar uma obra para ver se o cronograma de atividades está dentro do prazo temos que questionar. Como temos que questionar a permanência do atual presidente, José Maria Marin da CBF no comando da instituição depois das denúncias de envolvimento com a ditadura militar.

Infelizmente o olhar do ministro sobre a Amazônia é um olhar romântico e que já questionamos a bastante tempo.

O pior da visita  do Ministro foi aquilo que em post anteriores já havíamos falado. Haverá a copa em Manaus,  mas sua população ficará a ver um tremendo estádio sem nenhuma serventia,  enquanto sua população não terá um sistema de transporte digno para levá-los ao trabalho diariamente.

O ministro foi enfático. Transporte mesmo só o aéreo. O investimento que se está fazendo é só no Aeroporto Eduardo Gomes.

O ministro tem razão. Manaus é mais bem servida de avião do que de transporte coletivo.

O usuário que mora na zona norte da não cidade vê mais avião decolar do aeroporto do que o ônibus passar. E é até capaz desse avião chegar a Brasília e ele não chegar a seu destino dentro desta cidade 100  estrutura.

O BRT e o Monotrilho só depois da copa. E depois da copa eles andarão vazios porque pela literatura que lemos e acompanhamos são sistemas que em algumas cidades não deram certo e estão querendo implantar por cá. Andarão vazios porque a Arena da Amazônia depois da copa não vai funcionar porque nós não temos futebol, não temos mais times. Os cupins chegaram por aqui a bastante tempo e roeram  todos os pernas de paus que possuíamos. Assistir pelada  por pelada é melhor ir aos campos dos bairros onde a brincadeira é diferente. A grana ali não é prioridade. A prioridade é brincar.

Brincar no sentido lúdico da invenção, da criação. Não do engodo, do deslumbramento do capital da FIFA que todos os políticos do Amazonas apoiaram, como boa parte da população os aplaudiu,  mas depois vai reclamar. Só que será tarde. Nossa grana foi toda para a Suíça.

 

 

 

MANAUS CHEIA DE BURACOS, ÔNIBUS R$ 3,00, 100 DIAS DE GOVERNO E O TUCANO CONTINUA PELADO

REUNIÃO EM SÃO PAULO

Após as eleições, o prefeito eleito, Artur Neto constituiu uma comissão de transição para receber do prefeito cassado, Amazonino Mendes todas as informações da administração do município.

Após as inúmeras reuniões locais o prefeito decidiu fazer uma em São Paulo, longe de todos seus eleitores, pois naquele momento ele estava organizando seu secretariado, dos quais vários que atuaram na equipe de transição assumiram secretarias.

Essa viagem para São Paulo era para dar um caráter de destaque, de seriedade ao seu governo.

Empossado no dia 1º de janeiro o tucano fez discurso, empossou nego e prometeu 100 dias de total transformação da cidade. Transformação, porque a cidade deixada por Amazonino Mendes era um verdadeiro buraco em todos os sentidos. Como este foi seu aliado até agora não abriu o bico para reclamar da péssima administração cassada.

Artur Neto ganhou a eleição apoiado pelo prefeito cassado, por seus secretários, parte de funcionários públicos e muitos professores. Artur, segundo suas promessas, faria uma revolução.

O que notamos é que nos 100 primeiros dias de seu governo, o tucano ainda não alçou voou. A cidade que administra ainda não apresenta nenhuma mudança daquela recebida de seu antecessor cassado Amazonino Mendes.

REAJUSTE DE PASSAGEM NÃO LEVA EM CONTA QUE DIESEL É SUBSIDIADO PELO ESTADO

Mudou na cidade sim, o reajuste na tarifa de ônibus que saltou de R$ 2,75 para R$ 3,00 neste sábado.

Na quarta feira, dia 27 de março em entrevista coletiva o prefeito anunciava o reajuste. Aproveitou exatamente a semana santa  para essa tomada de decisão.

Na quarta-feira os postos de atendimento do SINETRAN não mais funcionaram para venda de vale transportes e nem de meia passagem estudantil.

Diferente de outras vezes, esse reajuste de passagem foi decidida pelos empresários e pela prefeitura sem a participação, debate por ‘representantes” do povo. Não vimos, por exemplo, vereadores discutindo a planilha proposta por empresários o que tradicionalmente era feito em anos anteriores.

Um reajuste de passagem não se faz considerando, por exemplo, o aumento do Diesel , que é subsidiado pelo Estado e as empresas de ônibus são beneficiadas. Se for assim que o governo estadual cancele esse subsídio, pois só beneficiam os donos de ônibus e não a população.

Uma passagem nesse valor até seria aceita se a cidade fosse dotada de um sistema de transporte coletivo que fosse pontual, confortável e seguro. Não é o que vemos. Muitos ônibus são velhos, outros apenas receberam novas carrocerias, andam super lotados, deixam passageiros nas paradas e para complicar não obedecem  horário determinado.

Manaus continua com grave sistema de transporte coletivo e por incrível que pareça, a antiga EMTU, hoje, SMTU, está sendo comandada pelo mesmo técnico que na adminstração do ex-ministro de transportes, Alfredo Nascimento, projetou o Expresso. Ali foi investido mais de 120 milhões de dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico – BNDES e a prova do crime está até hoje no meio das principais avenidas da cidade como um verdadeiro troféu da impunidade. Deverão fazer novos empréstimos para a demolição do concreto armado ali construído.

Não podemos deixar de destacar também, que por trás desse interesses de aumento da passagem estão empresários do sistema que mandam na cidade. A cidade é governada por essas pessoas. Por exemplo, a bilhetagem eletrônica que deveria ser comandada pela prefeitura está nas mãos desse empresários. Se tivesse em poder da prefeitura, na quarta feira deveria ter funcionado, mas não funcionou porque os empresários perderiam dinheiro.

Além desses empresários mandar na prefeitura eles também mandam no sindicato dos rodoviários. Tanto que ali observamos a luta envolvendo a atual diretoria e rodoviários que se opõem aos irmãos Oliveira que administram o sindicato.

MINISTÉRIO PÚBLICO SE MANIFESTA

Mas, esse reajute de passagem não está sendo aceito pacificamente. O MPE já entrou com uma ação cautelar inomidada dizendo o seguinte:“A administração pública municipal procedeu e elevou a tarifa, sem publicar os dados que evidenciam a necessidade do aumento. A medida tenta impedir lesão ao patrimônio dos usuários do sistema”.

A juíza plantonista Onilza Abreu Gerth, do TJAM manteve neste sábado o reajuste e deu um prazo para a prefeitura se manifestar sobre aumento em até 72 horas.

Independente disso, os estudantes de Manaus, irão movimentar a cidade a partir da segunda feira, dia 1º de abril protestando contra esse reajuste.

NA TERRA DE TATUS LOJAS DE AUTOPEÇAS ENRIQUECEM

Nestes 100 dias de governo de Artur Neto o que vemos é que nada foi feito ainda a não ser aumentar a passagem de ônibus. A cidade continua cheia de buracos. É buraco para todo lado.

Será que a prefeitura tem convênio com lojas de autopeças? Numa cidade de tatus como é a não cidade de Manaus, donos de lojas de autopeças, mecânicos lanterneiros são os grandes beneficiados.

As chuvas continuam tropicais e em vários bairros da cidade a prefeitura não autorizou que os moradores fizessem a limpezas de seus quintais colocando entulhos para os caminhões da prefeitura recolher. Sempre nesse período, no governo do português por exemplo, todos os quintais estavam limpos numa prevenção contra do mosquito da dengue.

Nestes dois governos  tanto do cassado e agora do tucano que foi apoiado pelo cassado, isso ainda não ocorreu e o que vemos é o aumento de casos de dengue, inclusive com óbitos já anunciados. A prefeitura dos 100 dias tem grande responsabilidade na proliferação do mosquito, da dengue e das mortes.

A adminitração de uma cidade não se faz com pompas, promessas. A administração de uma cidade se faz com trabalho e resolução de falsos problemas que prejudicam a coletividade como buracos, dengue, reajuste de passagem sem divulgação de planilhas. 100 dias de governo ainda não se disse para que veio. O tucano continua pelado.  

       

FALSOS PROBLEMAS PREJUDICAM ESTUDANTES DA REDE PÚBLICA DE EDUCAÇÃO DO AMAZONAS

O ano letivo escolar nas duas redes de ensino, SEDUC-AM e SEMED-MANAUS iniciaram no dia 04 de fevereiro de 2013.

A falta de organização antecipada das duas secretarias vem causando prejuízos para muitos pais,  estudantes e professores.

Esse desrespeito com a educação escolar no Estado do Amazonas só neste início de ano já mereceu neste intempetivo pelo menos três posts, quatro com este abordando essa questão (veja alguns aqui e aqui).

No final deste ano teremos uma avaliação externa de grande escala que é a Prova Brasil.

Na SEMED-MANAUS, existe escolas que até esta data ainda não iniciaram o ano letivo porque estão fazendo pequenas reformas que vão durar longo tempo. No Bairro Tancredo Neves há, por exemplo, a EMEF Francisco Guedes de Queiroz que está nessa situação.

Na SEDUC-AM foram convocados todos os professores concursados e mais professores aprovados no processo seletivo simplificado. Mesmo assim, existem escolas que ainda  estão com o quadro de professores incompletos.

A SEDUC-AM depois de muita cobrança e exigência do Movimento Livre de Professores de Manaus e por determinação de Lei Federal colocou em prática não na totalidade o HTP (Horário de Tempo Pedagógico) no Ensino Fundamental e Médio. Nas séries iniciais e EJA não há. Na SEMED já existe a muitos anos no ensino fundamental. Falta nas séries iniciais e EJA.

Na SEDUC-AM foi adotado este ano, por exigência do MEC que o professor trabalhe exclusivamente na sua área de formação.

Muitos professores neste momento  que não conseguiram  carga completa de 20 horas na mesma escola devem completá-la noutra escola com “ponta” de carga.

Essa situação  junto com a implantação do HTP vem causando uma série de contratempos. Um deles é que neste momento nenhuma escola possui um horário de aula definido. Diretores de escolas com professores em mais de uma escola devem elaborar horários que não conflitem. Há ainda, por parte de diretores, confusão quanto ao estabelecimento  do HTP. Uns estão colocando num determinado dia apenas um tempo de aula e os quatro restantes professores de uma determinada área de formação deverão se reunir para debater sobre educação, planejar, corrigir atividades escolares dos alunos. Há outros que estão deixando determinado dia sem nenhuma aula mais que o professor obrigatoriamente deve cumprir o HTP ou ATP.   

No final do ano além da Prova Brasil, o governo do Estado fará uma avaliação interna chamada SADEAM – Sistema de Avaliação da Educação no Amazonas, que institui o 14º, 15º salários  e o Escola de Valor – prêmio de R$ 50.000,00 para escolas que atingem melhores índices na avaliação. Avalia-se português e Matemática.

Com todos esses falsos problemas muitos diretores das Escolas Estaduais estão trabalhando apenas com funcionários administrativos na parte de Secretaria. Faltam na maioria das Escolas Pedagogos (as) e um diretor pedagógico. Os antigos “apoios pedagógicos”, tradicional desvio de função anteriormente praticado tiveram que assumir suas cargas de aula de acordo com suas habilitações.

A data base dos professores da SEDUC-AM é no mês de março. Até este momento o Sindicato da categoria não se posicionou reivindicando aumento salarial. Quem está chamando os professores para uma Assembléia é o MLPM. E a categoria quer uma equiparação com o Plano de Cargos  Salários e Subsídios da SEMED-MANAUS que consta além do vencimento, alimentação, vale transporte e plano de saúde.   

Com tudo isso, a educação escolar no Amazonas ainda vai levar muito tempo para alcançar os índices exigidos por organismos nacionais e internacionais. E não é por falta de sugestões e críticas. Nós, da Associação Filosofia Itinerante temos nos posicionado sobre isso e sobre a própria Educação que para nós vai além do ensignar, pois a Educação deve promover a produção de novos saberes e dizeres, novas formas de pensar e criar e que entende que reformar escolas em período de aula é um crime, bem como iniciar as aulas sem pedagogos, professores e horário definido demonstra desorganização e falta de compromisso com  a comunalidade.

 

 

 

    

PARRICÍDIO DÁ LUCRO, CAUSA SENSAÇÃO E COMPROVA QUE A POLÍCIA NÃO É NECESSÁRIA

O parricídio ocorrido em Manaus na semana que findou e o mata pai de Maués merece o seguinte comentário. Esse tipo de violência é amplamente explorado pela mídia que visa um único resultado: o lucro; parte da população sente grande sensação pela violência e a polícia não é necessária.

A violência é um produto que na sociedade capitalista é bastante lucrativa. Quando ocorre um parricídio ou chacinas, jornais, televisões exploram ao máximo porque lhe rende lucro e audiência. Quase ninguém aparece para comentar, analisar e dizer o que está por trás da violência.

Qualquer tipo de violência é repugnante. Um grito, uma palmada, uma surra, um berro. Matar uma pessoa é inadmissível, bem como gritar, agredir física e moralmente.

Na sociedade na qual vivemos isso é comum. Torturas, mortes, esquadrão da morte. Nossa vida é uma luta contra a morte. A cada surra que um pai dá num filho é a morte dele e /ou da criança que está sendo construída.

Mas quanto ocorre um massacre como esse, o pai, a mãe, o irmão  violento são os primeiros a enlutar-se. A polícia que por si já é uma violência sente repulsa. E a mídia agradece. É pauta para vários dias até a próxima chacina.

O parricida de Manaus nas declarações dadas disse ter agido por interesse a herança e conflito de ordem familiar com o pai. Matou primeiro a tia e a prima,  e depois o pai. Matou as duas porque elas desconfiariam dele.

Numa primeira abordagem pode-se dizer que havia de sua parte interesse em herança e que o fato do pai não aceitar sua homoeroticidade motivara o parricídio.

Falta, porém um elemento que parece imperceptível. O uso de drogas. O parricídio foi planejado, orquestrado e por ocasião  do ato, sob efeito narcotizante não teve volta. Não queremos dizer que única e exclusivamente a morte tenha sido causada só por causa do consumo da droga. Há outros motivos associados que provocaram o triplo “ pulo de muro”.

Outro ponto que merece comentário é sobre a polícia. O governo do Estado faz a maior propaganda do Ronda no Bairro, do aparelhamento da polícia, de investimento em segurança, cursos, treinamento para evitar a violência. Cabe aqui uma pergunta. A polícia inibe a violência?

O parricídio é a resposta. A polícia não resolve. Temos um exemplo familiar. A tia e a prima do Jimmy Robert foi ex- esposa e filha de militar.

Se a polícia fosse importante ela evitaria o massacre. Ah, mas não podemos prever o que as pessoas vão fazer, dizem alguns policiais. Certo. Comprova-se de que não são necessários.

Nosso país foi produzido sob o julgo da violência. Genocídio de índios. Mortes de trabalhadores. Golpe de Estado. Torturas. A violência é reproduzida diariamente. As televisões teem grande parcela de responsabilidade nisso. Nossas crianças estão sendo treinadas para a guerra. Video-games estão incentivando tiroteios, caças e mortes. E a morte, infelizmente é um tabu entre nós e causa essa falsa comoção cristã que rende lucro, sensacionaliza a vida e não é vista como uma passagem  onde o morto continua vivo, né amigo, Bert Brecht.

 

   

HOMEM DO POVO É PRESO EM MAUÉS ENQUANTO RICOS/POBRES NÃO ADMITEM DERROTA

Durante o dia de ontem, 09/01/2013, políticos ricos e seus seguidores que desgovernaram Maués durante 12 anos seguidos plantaram nas redes sociais uma série de denúncias contra o prefeito eleito desta cidade, o petista, Padre Carlos Góes.

Acusam o prefeito de compra de votos, doações de prêmios. Contradizem-se, pois quando o padre iniciou sua campanha era “liso” e “não tinha estrutura para suportá-la.”

A campanha do padre, com prestações de contas no TRE  não ultrapassou 350 mil reais.

Já prometem entrar com recursos para cassá-lo.

O grupo que perdeu a eleição nesta cidade sabe o que está fazendo. O seu principal líder, ex-prefeito, candidato a vice-governador de Amazonino Mendes, depois coordenador do Bolsa Universidade, que empregou a mulher como Administadora do MANAUSPREV e foi eleito deputado, não construiu uma fábrica de redes para o povo se balançar o que lhe rendeu uma multa em torno de duzentos mil e a inelegibilidade. Isto foi comprovado pelo TCU.

Além disso foram muitos os desmandos. Muita apropriação indevida de bens. Ainda hoje, o candidato,  a vereador, pastor, Alci Santos, pessoa temente a Deus, entregou ao píer da prefeitura uma voadeira e um motor de popa de 40 hp utilizado em sua campanha.

Enquanto isso, um homem do povo, o tricicleiro Genivaldo Palheta, 33 anos, ontem resolveu despregar 43 tábuas que cercavam uma obra do PROSAI para concluir sua casa foi preso em flagrante e pelo noticiário das rádios e rede midiática  local só será solto hoje, dia 10.

Assim como este homem foi preso, todos os demais que enriqueceram e neste momento estão sendo denunciados e a polícia está recuperando  patrimônio devem também ir para a prisão.

E no mais, tanto órgãos de controle de recursos como TCE, TCU e Polícia Federal podem se preparar para investigar as denúncias que serão feitas e resgatar tudo que foi roubado e ou deixado de se fazer, como por exemplo, casas populares, que motivaram o cidadão acima levar tábuas para cercar sua casa.  

 

 

SUPERINTENDENTE DA SMTU E MANAUSTRANS AFIRMA QUE TRANSPORTE SEMPRE FUNCIONOU NO ESQUEMA DA ‘CAIXA PRETA’

Manaus meu ciúme

Eu sinto o teu perfume

Nas asas do urubu

Para fazer a antítese da propaganda que enaltece a princesinha do Norte, o rock cabocão compôs essa música para falar sobre a situação da não cidade de Manaus. Desse tempo para cá já passaram pela prefeitura de Manaus, Manuel Ribeiro, Artur Neto, Eduardo Guerreiro de Sempre Braga, Alfredo Nascimento, Carijó, Serafim Corrêa e Amazonio Cassado Mendes.

E nada mudou.

A não-cidade por si só redundante é uma lástima. Continua com graves problemas de infra-estrutura. As ruas estão intransitáveis devido  buracos; falta água, a coleta de lixo está irregular; não temos um serviço de transporte coletivo eficiente. Mas é sobre esse tema que falaremos hoje.

A população usuária de transporte coletivo que paga um serviço caro não é bem servida por esse serviço. Os ônibus não passam no horário, são superlotados e as viagens duram mais de 2 horas em determinados trechos.

Devido esse problema, a grande maioria dos habitantes de Manaus, facilitados pela política econômica de Luis Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Vanna Rousself adquiriram automóveis e tornam as vias nesta incidade intransitáveis.

O prefeito Artur Neto, do PSDB paulistano indica para a SMTU e para o MANAUSTRANS o tecnólogo Pedro Carvalho que durante o mandado de Alfredo Nascimento na Prefeitura foi responsável pelo projeto do sistema expresso avaliado em mais de R$ 120 milhões e que não foi concluído durante aquela administração e nem quando os dois, no governo do presidente Lula e com a presidenta Dilma estiveram no Ministério dos Transportes.

É interessante que agora vem para radicalizar. De início diz em entrevista, dia 3 do corrente, ao Jornal A Crítica que não haverá reajuste de passagens, embora esteja firmado em acordo esse reajuste anual. Vai, conforme decisão do prefeito diminuir nos dois órgãos o número de funcionários comissionados e o que nos chama atenção é o fato de ter dirigido a antiga EMTU que por várias vezes foi denunciada pelo hoje Deputado Federal Francisco Praciano de ser submissa aos empresários e manipular reajuste, afirmar que “admito que cometi erros, mas aprendi que todas as coisas precisam ser feitas às claras. Esse sistema sempre funcionou no esquema da “caixa preta” e precisa ser aberta.” O que são coisas?

Precisa mesmo abrir essa caixa preta e os órgãos de fiscalização federal, principalmente, devem iniciar urgentemente essa fiscalização e criminalizar os responsáveis pelo emprego de dinheiro do BNDES na construção dos corredores do expresso com suas paradas e ônibus adquiridos e que nunca atenderam a população.

Por que então quando o vereador na época, Praciano denunciava a EMTU de maquiar, manipular dados estatísticos sobre reajuste de tarifa, o superintendente atual não falou que o sistema funcionava no esquema “caixa preta”?

O SINETRAN sempre teve ingerência na EMTU. Teorizar sobre sistema de transporte é fácil. É muito fácil dizer que não temos vias expressas, que faltam vias para os ônibus; que as viagens são longas; que com um sistema de transporte coletivo eficiente as pessoas deixarão seus carros na garagem, na rua e utilizarão coletivos. Isso tudo é muito bonito.

Pencas de técnicos viajam para Fortaleza, Recife, São Paulo, Curitiba. Pencas de técnicos veem de Brasília, Curitiba, Fortaleza para Manaus para estudar o trânsito local e “necas”, só desperdício de dinheiro.

A administração do velho prefeito Artur Neto, com a denúncia de seu superintendente de Transportes e do MANAUSTRANS já deve enfrentar mais um problema na justiça. Ele disse que o sistema de transporte funcionou com “caixa preta” e ele foi um dos responsáveis por essa caixa. Sempre foi subserviente ao SINETRAN e irresponsavelmente projetou um sistema de via rápida que provocou o maior estress nesta incidade e que causou-nos um prejuízo de milhões de reais que nós, o povo, temos que pagar.

E não me venha falar em BRT e dinheiro do PAC. Pelo amor ao capiroto, esse vai ser mais um prejuízo que os manauaras terão que pagar, além do elefante de concreto, Arena da Amazônia. Ainda bem que a presidenta Dilma Rousself já falou que não irá liberar dinheiro para esse tipo de transporte, ainda bem.

Assim como não fomos complacentes com o cassado, não iremos ser com os maus servidores irresponsáveis que fazem o povo sofrer.

 

CHUVA TORRENCIAL INUNDA MANAUS E CAUSA PREJUÍZOS

 Manaus à margem do Rio Negro e do Amazonas vem sofrendo seu eterno problema de falta de água nas torneiras de seus habitantes. 

Para resolver esse problema uma frente fria que se desloca do sul/sudeste do Brasil vem causando prejuízos em São Paulo,  no Rio de Janeiro e cidades adjacentes com prejuízos ainda incalculáveis.

Por nossas bandas a situação também não é diferente. A chuva que caiu sobre Manaus na quarta-feira vinda daquelas bandas deu uma demonstração da perdulária administração passada. Ruas inundadas, carros enguiçados, lojas alagadas, trânsito imóvel. Essa situação demonstra o que não se fez durante todos esses anos no que diz respeito a saneamento básico na capital do Amazonas. Drenagem não dá voto. Tubulação de esgoto a população não vê. Só vê depois o prejuízo.

 Um exemplo disso, só um exemplo, foi o que ocorreu na Avenida Getúlio Vargas no centro. A via transformou-se num verdadeiro mar. A tubulação de esgoto não deu vasão à água da chuva torrencial e transbordou. Tudo indica que esse escoamento que é obra dos ingleses esteja entupida e sem manutenção.

 A administração do  prefeito Artur Neto, do PSDB paulistano tem mais uma das amostras de problemas que tem que ser resolvido imediatamente. Saneamento básico no centro da capital e cuidar dos moradores que vivem em área de risco como encostas, barrancos e buracos.

 No período chuvoso do ano passado houveram desabamentos de barrancos, alagamentos e mortes. O comportamento do prefeito cassado na época não foi nada edificante.

Que a população de Manaus precisa de água não resta dúvida, mas não água dessa forma destruindo tudo. Que os vereadores que neste momento brigam por gabinetes espaçosos cuidem de propor projetos inovadores que beneficiem a população e não visem única e exclusivamente seus interesses pessoais.

Mais chuvas cairão sobre a cidade e o prefeito não tem que estar discutindo com empresários gananciosos reajuste de tarifa no transporte urbano. Não adianta reajustar preço de passagem de ônibus se a cidade é uma buraqueira,  obrigando coletivos desviarem rotas, como no Mutirão, por exemplo, prejudicando inúmeros usuários que utilizam as linhas 014, 015, 016, 017, 442 dentre outras.

Não podemos em hipótese alguma deixar de tratar de tema tão importante como esse, pois somos nós, moradores de Manaus que pagamos 80% de taxa de esgoto para não ter seu tratamento, nem água e por ocasião de uma chuva ainda arcarmos com prejuízos materiais enormes fruto da inoperância de administradores incompetentes.

COMEÇO DA MATRÍCULA NA REDE MUNICIPAL E ESTADUAL EM MANAUS

Para quem reside em Manaus, e deseje que seu filho estude em uma escola pública, da rede municipal ou estadual, as matrículas já podem ser requisitadas pelo sitio eletrônico http://www.matriculas.am.gov.br. As vagas solicitadas pelo sitio eletrônico, que constituirão um cadastro, devem ser confirmada entre os dias 15 e 24.  Ao total são 150 mil vagas oferecidas, 70 mil vagas na rede estadual e 80 mil para escolas municipais.

Em todas as escolas públicas, estaduais e municipais, podem ser encontrados pontos com internet, disponibilizados para todos aqueles que desejarem efetuar a matrícula. De acordo com os órgãos responsáveis, as aulas terão início no dia 04 de fevereiro.

“A solicitação de vagas acelera o processo de matrícula. Ao acessar o site, a pessoa já indica uma lista de escolas pretendidas, por ordem de preferência, imprime a guia e conclui o atendimento entre os dias 15 e24”, esclareceu o secretário de Educação do Estado, Rossieli Soares da Silva.

É necessário ficar atento ao período de confirmação de matrícula para cada modalidade de ensino:

Para os  candidatos ao Ensino Infantil  (1º e 2º períodos), é a partir do dia 15. A matrícula para alunos do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental começa no dia 16. Para os alunos do 3º ao 5º ano e do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), será dia 17. Estudantes do 6º ao 9º ano podem se matricular a partir do dia 18 e para o Ensino Médio será no dia 21. Em todos os casos, o prazo termina em 24 de janeiro. 

Os documentos necessários para finalizar a matrícula, são:

  • Pais ou responsáveis devem imprimir a Designação da Vaga, fornecida no site após o dia 15, e levar o documento na escola selecionada;
  • Apresentar certidão de nascimento ou Carteira de Identidade, comprovante de residência, comprovante de escolaridade, duas fotos 3×4 e documento de identificação do responsável pelo aluno.

 

Para maiores informações a Secretaria de Estado de Educação (Seduc/AM) disponibilizou o número de telefone 0800-280-6631.

 Recadastramento da meia passagem

Iniciou ontem (02) o recadastramento para que estudantes em Manaus possam garantir seu direito à meia passagem no sistema público de transporte. Quem vai emitir o cartão pela primeira vez, deve procurar um dos onze postos de atendimento do Sinetram, levando a carteira de identidade ou certidão de nascimento. Para aqueles que farão a renovação do cadastro é preciso levar documentos contendo dados pessoais e dados da escola onde vai estudar e do curso que vai fazer.

MANAUS, A MÃE DAS ÁGUAS, É FORÇADA PELOS DESGOVERNANTES A DEIXAR OS MORADORES SEM ÁGUA

A água é necessária para nós humanos não apenas para o consumo e rehidratação corporal. Os produtos que consumimos também necessitam de água para sua produção. O documentário A sede do mundo (La soif du monde, 2012) de Yann Arthus-Bertrand afirma que para produzir um pé de alface se gasta 40 litros de água, 140 litros para uma xícara de café, 330 por uma baguete de pão, 1000 litros por um kilo de maça, 3400 litros por um kilo de arroz, 11.000 litros por uma calça jeans e 15.000 litros por um kilo de carne bovina. Assim a água é um produto vital não apenas para saciar a sede e para nossa higiene corporal, mental, há uma água virtual que é usada para produzir nossos produtos através da indústria e produzir energia elétrica. Estima-se ainda que 2,5 bilhões de pessoas atualmente não tem acesso a instalações sanitária como banheiros.

Sabemos ainda que a vida humana no Planeta Terra só foi possível devido a presença de água. Atualmente há produção da miséria pelo capitalismo cria condições deshumanas através da desigual distribuição de renda. Sempre quem sofre com a carência são os pobres, graças a exclusão social produzida pelos paises.  Grande parte da água consumida não é tratada o que ocasiona, segundo o Forum Mundial da Água, em 3 milhões de crianças mortas todos os anos devido a doenças feita por água contaminada. Estima-se ainda que 50% da população mundial viverá sem acesso nenhum a água se a realidade não for modificada nos próximos 25 anos, sendo que hoje quase 20% da população mundial carece da água.

A REALIDADE BRASILEIRA

No Brasil a Constituição Federal, uma das mais completas do mundo no que envolve sobre os recursos hídricos (Pompeu, 2008), dispõe que toda a água do país é um bem da União (que envolve todos os cidadões brasileiros) e que traz a responsabilidade e soberania de todos quanto a partipação nas políticas da água. Há em nosso país um Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH)  formado por membros dos ministérios do Meio Ambiente, Fazenda, Planejamento, Transportes, Desenvolvimento Agrário, Relações Exteriores, Educação, Saúde, etc, além de conselheiros de todos os estados, prestadores de serviço, ONGs, sociedade civil (usuários como irrigantes, pescadores, comunidades ribeirinhas, turismo ecológico), etc, além da Agência Nacional de Águas  (ANA) que é uma Agência complexa, pois, além da função de reguladora do uso da água bruta nos corpos hídricos de domínio da União, tem a atribuição de coordenar a implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos, cuja principal característica é garantir a gestão democrática e descentralizada dos Recursos Hídricos..

Todas estas discussões e preocupações se devem ao fato do Brasil possuir quase 15% dos recursos  hídricos de todo o planeta e mais de 20% de toda água potável. Segundo o Censo 2010 o país avançou bastante durante o governo Lula em áreas importantes como Mortalidade Infantil (queda de 15% em 10 anos), analfabetismo (queda de 5%), distribuição de água (aumento de 22%, totalizando quase 95% dos municípios que recebem água) e saneamento básico  (aumento de quase 25% dos municípios com saneamento). A evolução social engendrada nas políticas sociais do governo federal tirou o Brasil de uma condição onde a maioria população vivia em extrema miséria devido a má distribuição de recursos.

Quanto a competência jurídica sobre a água, a Constituição garante aos Estados e Municípios legislar, executar políticas públicas e gerenciar os recursos hídricos. Aos municípios e municípios cabe principalmente a obrigação de “acompanhar e fiscalizar as concessões de recursos hídricos e minerais em seus territórios”.

Assim vemos que a realidade brasileira é bem mais avançada em certos aspectos de distribuição hídrica do que outras regiões do planeta, além de ser banhado pela maior bacia de água potável do mundo, a bacia Amazônica.

O AMAZONAS E O DESCASO POLÍTICO DA ÁGUA

O estado do Amazonas é um pedaço de terra encharcado pelo maior Rio do mundo em volume d’água e extansão, sendo localizado na região mais importante do mundo enquanto reservas hídricas e biodiversidade. Situado  em um delta estratégico a não-cidade de Manaus é banhada pelo Rio Negro e fica a poucos kilometros do chamado “Encontro das Águas”, uma das maravilhas naturais do planeta.

Esta realidade entretanto é ignorada (a partir de um duplo irreal criado) pelos amazonenses que há décadas são representadas por governantes anti-democráticos que além de ignorar toda a riqueza da região, produziu diversos crimes contra a humanidade, lesando a população de todo o estado e colocando em risco a vida de todo ecosistema: em outras palavras, uma não-representação reativa que nega a vida e a impede de brotar. Nosso bloguinho possui diversas publicações com denúncias do descaso do governo do Estado e da prefeitura desta não-cidade de Manaus. Podemos apenas para ilustrar relembrar os casos da construção criminosa da hidrelétrica de Balbina, o esfacelamento do abastecimento de água e saneamento em Manaus  feito pelos prefeitos e/ou governadores Gilberto Mestrinho, Amazonino Mendes, Manoel Ribeiro, Arthur Virgílio Neto, Eduardo Braga, Alfredo Nascimento, Luís A.Carijó, Serafim Correa, Omar Aziz entre outros e cujo um de seus corolários ocorreu na fraudulenta privatização dos recursos hídricos feita por Amazonino e repactuada por Serafim. Atualmente vemos um outro crime gravíssimo: a destruição de parte do sítio ambiental e arqueológico das Lajes, que está sendo julgado pelas suas irregularidades e colocando sob-júdice a secretária do Meio Ambiente do Amazonas, Nádia Cristina Ferreira, o ex-secretário de Infraestrutura do estado Orlando Vieira de Mattos entre outros.

Percebe-se portanto um grande descaso e desrespeito legal quanto o gerenciamento hídrico na não-cidade de Manaus e em todo o Estado, e que não reflete nos avanços nacionais. Devido a esta não-administração a população é privada de algo que lhe é vital e cujo o direito é garantido: a água.

A RUA RIO JAÚ E A PRIVAÇÃO D’ÁGUA: UM CASO SIMILAR A TODAS AS RUAS DA NÃO CIDADE.

O filósofo António Negri expõe que o ser humano não se deve passar por privação, pois isto não é uma condição da vida e nem da filosofia. Manaus é uma não-cidade pois corresponde a um lugar geográfico privado das condições necessárias para que a urbe seja considerada um espaço urbano e ambiente produtor das relações (polis). Manaus nunca pode existir devido a uma população que sempre escolheu representantes que os privaram de suas condições necessárias para se tornar humano: saneamento básico com um tratamento de água e esgoto; calçadas completas e ruas pavimentadas para que as pessoas e carros não tenham seu direito constitucional barrado; transporte coletivo que atenda a população tanto na itinerância quanto em um preço justo; saúde pública onde não se tenha que ficar toda a madrugada em uma fila para depois não ser atendido e tantos outros.

No caso do abastecimento de água a questão ainda é mais grave por ser algo vital. Diversas vezes denunciamos o não cumprimento deste direito e a privação de água nos bairros ditos periféricos (apesar de não existir periferia em Manaus, já que a não-cidade é banhada pelo rio).

A rua Rio Jaú, localizada no bairro do Novo Aleixo, Zona Leste da não-cidade, assim como outras ruas de todos os bairros, continua sofrendo devido aos criminosos representantes e gestores. A Rua está há mais de um mês sem receber abastecimento de água e as promessas da concessora de água e dos fiscalizadores desta -prefeito cassado Amazonino Mendes e vereadores- em reestabelecer o serviço continuam ludibriando estes moradores.

Enquanta as ruas da redondeza possuem água diariamente, os outros moradores subvivem sem o líquido precioso. E assim a não-cidade continua a perseverar e o ‘povo’ continua sem ser povo. Esta privação já existe há anos na rua Rio Jaú e também nos mais diversos bairros de Manaus, inclusive no Centro e arredores como Aparecida, Educandos, Santa Luzia, Morro da Liberdade.

Infelizmente, esta lastimável situação está longe de ser solucionada, pois o prefeito eleito Arthur Virgílio do partido paulistano PSDB continuará (ao menos até ser julgado por ter recebido 90 mil de Marcus Valério no mensalão do PSDB/DEM/PPS) esta conivência com a empresa concessora privatizada e uma administração que não envolve o benefício da população, como também fez em sua outra administração.

E assim o Rio Jaú e os outros leitos viários de Manaus continuarão sem água e a não-cidade banhada pelo maior rio do mundo carregará sua sina de nunca poder existir e navegar. Pois como diz o filosofo lusitano Navegaire é preciso. Pena que em Manaus ainda não existem humanos e a palavra pessoa não soa cá bem.

MOSTRA DE PAINEL DA SEDUC-AM DEVE ACABAR, ALIÁS, NUNCA DEVERIA SER MOSTRADO

Chega a informação a este intempestivo que a SEDUC-AM continua com suas mostras de painéis.

Esta inoperância que se chama Mostra de Painel na SEDUC- AM é um legado do ex-secretário Gedeão Timóteo Amorim. Por sinal, já nos manifestamos aqui anteriormente criticando isso na ocasião que uma equipe da SEDUC-AM,  incluindo a Secretária que havia substituído Gedeão morreram num acidente aéreo indo para a cidade de Maués.

Quando chega o mês de novembro todas as escolas se preparam para apresentar seus dados de gestão: Alunos matriculados por ano, alunos aprovados, desistentes, evadidos; gasto com pagamento de professores, funcionários, telefone, água, energia; índice de aprovação no SADEAM, IDEB, PISA, concursos.

Para esse evento há escolas que paralisam aulas para preparar tal mostra. Professores recortam letras, fazem colagens, alunos ensaiam as apresentações e vai nisso tudo um gasto de dinheiro que em algumas escolas giram em torno de R$ 5.000,00.

Como há toda uma preparação para isso na escola,  fica-se inviável ministrar aulas porque tanto professores como alunos, direção e demais funcionários se organizam apenas  essa mostra. Na véspera da mostra não há aula porque é preparada a ornamentação da escola e no dia da apresentação não há aula porque simulou-se uma aula.

Mostra, que analisando bem não tem nem um motivo e objetivo de existir. Mas mesmo assim toda uma equipe da SEDUC-AM se reúne e saem em comboio visitando as escolas programadas para apresentarem seu painel.

Compõem essa equipe,  Coordenadores distritais, pedagogos, técnicos e diretores de escolas que compõem o Distrito. É muita gente. Chegam nas escolas e sentam-se nas cadeiras que estão todas arrumadas para verem a demonstração da educação na Escola.

“Pura perca de tempo”.  Prejuízo para o alunos, pois se tais dados reverberassem discussões referentes porque por exemplo o salário dos professores é baixo ainda “se vá la”. Se discutissem porque os índices do IDEB, SADEAM, PISA  são os elencados ainda serviria para alguma coisa, mas não, os técnicos apenas comparecem e muitos nem prestam atenção às apresentações dos alunos. Estão erradps? Estão equivocados?

Mas a partir de agora as cobranças serão redobradas, pois todos os alunos de  5º,7º , 9º e 3º anos do ensino médio farão as provas do SADEAM, bem como participarão de concursos de outros escolas e devido a tais paradas aliadas a pontos facultativos ficam sem estudar todos os conteúdos propostos e prejudicam-se por uma irresponsabilidade estatal.

Do jeito que a Educação escolar é tratada no Amazonas fica difícil melhoria nos índices de aprovações nos exames nacionais. Nossas escolas precisam rever uma série de procedimentos para mudar esse quadro.

As Escolas, na sua maioria hoje são compostas pelo diretor e dependendo do tamanho por duas, três pedagogas e alguns apoios pedagógicos. A vida do diretor é participar de reuniões na coordenação e ou na Secretaria. Já se deveria ter  visto isso. Uma escola deve ter o diretor Administrativo e o diretor Pedagógico, bem como Pedagogos que tratem de um acompanhamento junto aos professores e outro junto aos alunos assim como toda escola deve possuir psicólogos e assistentes sociais para tratarem de questões relacionadas à vida dos educandos.

Além disso, é preciso que o Sindicato da categoria os represente e não esteja atrelado ao governo. Neste momento, que os professores reivindicam aumento salarial, protestam contra o provão para promoção horizontal no Estado, implantação do HTP deveria ser debatido nestas mostras de painéis, pois seria um fórum onde toda a comunidade debateria sobre temas relacionados à sua vida, à sua existência.

A SEDUC-AM deve urgentemente acabar com essa mostra de painéis tanto na capital como nos demais municípios, pois se  economizará dinheiro em transportes e diárias para os viajantes e pode-se evitar mortes em acidentes aéreos. Se determinada escola apresentou uma melhoria no seu projeto educacional a secretaria tem por obrigação socializá-lo sem precisar desse desperdício de tempo e dinheiro.

Secretário Rosieli, coordenadores distritais, diretores, pedagogos, professores e alunos: Digam Não à mostra de painéis em 2013.

ASSASSINOS SÃO OS OUTROS

Com a devida permissão, meu Caro Jean-Paul Sartre.

As  14 mortes  por afogamento ocorridas na Ponta Negra na não cidade de Manaus não poderiam ter acontecido. As várias mortes que ocorreram na Avenida Getúlio Vargas quando inverteram o sentido com a implantação de um corredor de ônibus não era para ter ocorrido. As mortes na Avenida Joaquim Nabuco quando modificaram o sentido da via também não era para ter acontecido.

Assassino não  é  somente a pessoa que mata culposa ou dolosamente uma outra pessoa. Este último muitas vezes mata por prazer, com sadismo.

Entretanto há assassinos em potencial que não manifestam essa tara explicitamente, conscientemente. São assassinos e matam silenciosamente e sem constrangimento.

A psicanálise, a psicologia, a sociologia possuem estudos relacionados à essas pessoas.

Na não cidade de Manaus que se prepara para eleger prefeitos e vereadores convive com essa triste situação de matança de pessoas por irresponsabilidade do não prefeito cassado e hoje principal cabo eleitoral do ex-senador Artur Neto, Amazonino Mendes, assim como outros que passaram pela Prefeitura e Governo do Estado.

Não satisfeito com as mortes ocorridas na Avenida Getúlio Vargas, Avenida Joaquim Nabuco, João Coelho, obra de engenheiros da prefeitura que ceifou a vida de muitas pessoas que cresceram convivendo com um único sentido dessas vias e quando alteravam o sentido, mesmo com um trabalho de orientação, quem já estava condicionado enfrentou   o “laborum meta”.

O atual prefeito cassado da não Manaus, impedido de junto com a família Di Carli tomar o patrimônio do Governo Federal para fazer o camelódromo no porto de Manaus resolveu investir na ponta Negra. Remodelou-a. Foi a maior confusão com os antigos locatários dos bares e “points” ali localizados. Famílias inteiras revezavam-se nos seus empreendimentos para não perder  o negócio.

Além desse infortúnio vêem agora a interdição da praia porque a areia que ali foi colocada descobriu-se que é areia movediça. Seja lá quem for a pessoa que caia n’agua será sugada. Pode ser o nadador olímpico Felps, o Xuxa que não vai escapar da morte, pois a areia suga como um funil. A pessoa morre engolida pela areia movediça para o local projetada.

“Água não tem cabelo” se pronunciou uma autoridade da prefeitura transferindo a responsabilidade para os que jazem. Esse cidadão que é um dos assassinos deve ser  incriminado e denunciado para que os tribunais procedam os rituais de reparação, processo e ou condenação, pois trata-se de um assassino. É inconcebível que gastem pra mais de 50 milhões de reais numa obra que traga como conseqüência a morte de pessoas prematuramente.

Na história dessa praia que agora é de areia movediça,  anteriormente não víamos mortes ocorrerem nessa proporção. Havia a praia natural, os pedrais, mas agora com esse novo projeto comprova-se que os assassinos que não matam a sangue frio, matam com seus projetos  insanos, irresponsáveis.

E neste momento de eleição é bom que analisemos o histórico de todos os candidatos que postulam cargos públicos. Há dentre eles três que são violentos, fanfarrões  que não levam desaforo pra casa. Um deles ameaçou dar uma surra no presidente do povo brasileiro, Luis Inácio Lula da Silva. O outro em programa de televisão corria atrás de traficantes – os pequenos, arraia miúda e se mostrava pra sociedade como justiceiro. Hoje promete que no primeiro dia de trabalho vai mudar Manaus. São desses tipos que nós temos que nos livrar.

Infelizmente onde deveriam estar somente funcionários públicos trabalhando para promover a vida do povo, a melhoria de sua condição social, nesse meio reside assassinos em potencial responsáveis pelas 14 mortes da Ponta Negra e dos demais logradouros públicos planejados irresponsavelmente.  

SUCOS, VIOLÊNCIA E EVASÃO MARCAM ESCOLAS MUNICIPAIS DE MANAUS QUE NUNCA SERÁ LIVERPOOL

Nossa não cidade merece que abordemos hoje, passado o 14 de julho, quando os franceses cantaram a marselhesa convocando o povo para marchar contra a opressão, a fome, tratar da temática da lide acima.

Alguma coisa está errada  no fornecimento da alimentação para as escolas da prefeitura da não cidade de Manaus. Não é concebível que diariamente os estudantes tenham que consumir suco de abacaxi super doce com bolachas de maisena doce ou mingau de arroz. Se existe todo um cuidado para se evitar o consumo exagerado de açúcar que pode provocar o diabetes nossas escolas públicas produzirão milhares de crianças no futuro diabéticas formando uma verdadeira mina para a indústria farmacêutica que lucrará milhões vendendo remédio, devido essa irresponsabilidade do governo e gestores municipais.

Esse não fornecimento de alimentação para escolas reflete desvio de recursos públicos, principalmente federal que tem se preocupado em melhorar o nível da educação no Brasil, mas que a prefeitura de Manaus não tem demonstrado interesse para mudanças.

Associado a outro aspecto negativo que essa não cidade tem por marca convivemos com a violência urbana. E nessa violência urbana o aumento assustador de assaltos, roubos e furtos como também o disparado aumento de homicídios em Manaus. O número de mortes nesta não cidade equivale a zona de guerra. E nós estamos numa zona de guerra. A guerra dos narcotraficantes que matam diariamente jovens, adolescentes que se envolvem com o tráfico e morrem por não saldarem dívidas, conflitos entre grupos e mercados que delimitam territórios e os controlam.

Essa violência atinge a escola. Na  idade de Manaus, em vários bairros, à noite, o que se vê são alunos temerosos, com medo, professores que faltam ao trabalho e ou quando tem aula só vai até às 21 horas porque o medo vem tomando conta da urbe de Ajuricaba, exceto aqueles que se aproveitam também dessa subjetividade para fugir de sua obrigação que seria no mínimo está lá com a garotada para conversar e debater a questão.

Mas tudo isso que temos falado aqui, é responsabilidade do grupo político que governa este Estado a mais de trinta anos e que estão no poder e acham que não tem nada a ver com a desgraça que é a morte de milhares de pessoas nesta não cidade. A questão do tráfico de drogas em Manaus é tão sério,  e que não vemos por parte do governo nenhuma medida de impacto para acabar com esse comércio desastroso.

Neste momento, que antecede as eleições municipais, nos espelhemos na marselhesa cantada, marchada pelos franceses no 14 de julho para mudarmos essa não cidade. Infelizmente, o quadro que nos apresentam não é nada alentador, apesar de termos socialistas e comunistas na disputa. Pelo visto a praga vai continuar. Manaus nunca será Liverpool.

 

AS ÁGUAS DO RIO BAIXAM E MANAUS CONTINUA AGACHADA

Uma cidade, inicialmente, resulta da relação do homem com a natureza. Uma relação que proporciona uma práxis produtiva que se distribui em forma de troca constituindo o quadro social e individual que estabelecerá seu estatuto. Seu direito civil, sua organização jurídica e seu poder governante, como bem mostrou o filósofo Marx.

Daí que uma cidade é um composto da natureza e dos homens, seres sociais e individuais. Da natureza o homem conhece suas condições, suas formas de se expressar, e de se querer constituindo infinitamente como potência sublime. Um lançar-se em infinita potência. Da cidade o homem conhece sua potência produtiva construtora de elementos que servem às necessidades de si mesmo como ser-histórico que pretende manter-se em sua aventura ontológica.

Mas nada disso pode ser encontrado nos homens e mulheres que historicamente foram, e são, governantes de Manaus. Sobre a natureza eles construíram somente abstrações. O que suas fantasias e superstições lhes concediam como conhecimento. Uma abstração que os coloca como meros contempladores de sua próprias faculdades imaginativas projetadas no exterior como natureza. Portanto, nada de natureza real. Nada que permitisse a produção de uma cidade onde os habitantes pudessem co-existir com a natureza. Fosse a natureza enquanto substância de si mesma com seus atributos e modos de ser, como trata o filósofo Spinoza, ou natureza como encadeamento cultural. O homem com seu legado satisfatório. O homem existente social gratificado em suas funções e faculdades.

Na síntese dessas abstrações, que servem de elementos fantasiosos para figuração de um espectro social, foi impossível ser produzida uma cidade. Como foi impossível se processar a criação do habitante real. É em função dessa síntese de abstrações que os governantes são impotentes para lidar com um movimento natural do rio que procura suas margens, mesmo com uma natureza violada e refletida em forma de El Niño, ou de outras expressões antinaturais.

O rio não é inimigo de Manaus. Como poderia dizer o filósofo grego, Heráclito, o rio só produz seu devir. O rio só mostra os inimigos de Manaus: os governantes abstraídos – traídos – em suas percepções e inteligências. Agentes produtores da condição agachada que é Manaus. Agachada não pode ver distante. Não pode ver os Andes, não pode ver o delta do rio, seu leito, suas margens, e pior, seu movimento construtor de vida.

Eis porque Manaus não pode ser tocada pelo rio. Porque não é uma cidade. Uma cidade que possa se apresentar ao rio como como corpo em zona de indiscernibilidade. Zona de convivência. Onde rio e cidade se tocam, mas cada um sendo em si mesmo. Como a vesta e a orquídea.

As águas baixam e Manaus continua agachada, porque foi assim que os governantes a conceberam. Porque esses governantes vivem agachados. Mas Manaus não pode continuar reflexo do agachamento desses governantes. E ela só sairá dessa condição quase rastejante se seus habitantes se levantarem e olharem acima dos governantes agachados.

Em pé, firmes, os habitantes poderão produzir uma cidade. E aí, a cidade poderá receber o rio em seu contínuo devir-criador. 

ATO DE REPARAÇÃO ÀS VÍTIMAS DA DITADURA MILITAR É REALIZADO PELO GOVERNO DO RIO

Cumprindo compromisso com militantes perseguidos, sequestrados, presos, torturados, e mortos pela ditadura militar, o governo fluminense realizou, ontem, dia 4, uma cerimônia simbólica de reparação, no Estádio Caio Martins – local para onde foram levados os primeiro presos políticos do Rio de Janeiro -, aos 120 presos políticos vítimas da ditadura.

“Uma carta e um pedido simbólico a todos que colocaram a vida em risco pela democracia. E esse pagamento que é também simbólico de uma indenização simbólica. Esse programa do Rio de memória de reparação é muito importante e que contribui com outras iniciativas como a própria Comissão da Verdade recém instituída para que o Brasil faça o reencontro de sua história”, analisou, Rodrigo Neves, secretário de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio.

Comentando o ato de reparação realizado no Rio, Bruno Monteiro, chefe de gabinete da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse que é muito importante para todos os brasileiros.

“O governo federal vem com muita alegria a um evento como este que faz parte do momento histórico em que o Brasil está vivendo, de recuperação de sua história. Então iniciativas como esta, que o governo do estado toma hoje, ajudam muito nesse esforço nacional de resgatar a história do que aconteceu no período, entre 1964 e 1985, marcado infelizmente por graves violações de direitos humanos cometidos pelo Estado brasileiro”, disse Monteiro.

Desaparecidos: familiares criticam governo de SP por omissão

O governador Geraldo Alckmin vetou projeto de lei que criaria cadastro estadual com características físicas e dados genéticos de pessoas desaparecidas. Para familiares e organizações da sociedade civil, delegacias não estão preparadas e o problema se repete em todo o país. Além da negligência, há casos em que o próprio Estado é responsável pelo desaparecimento forçado de pessoas. São Paulo registra o maior número de desaparecidos no país. A reportage, é de Bia Barbosa.

Bia Barbosa

São Paulo – Em novembro de 1992, quando estava indo para a escola, a adolescente Fabiana Renata, de 14 anos, desapareceu. Até hoje, sua família busca notícias de seu paradeiro. Sua mãe, Vera Lúcia Ranu, transformou a dor em uma luta e, desde então, tem atuado em diferentes organizações de busca de pessoas desaparecidas no país. “Nós, mães de desaparecidos, não vivemos, mas sobrevivemos entre a angústia da perda e a dor da espera”, disse na última sexta-feira (01), em uma sessão solene sobre o tema realizada na Assembléia Legislativa de São Paulo.
O estado é o que registra o maior número de desaparecidos no país. Os números, no entanto, são imprecisos e conflitantes. Segundo a Delegacia de Proteção à Pessoa, a única que cuida do assunto em todo o estado, de 2005 a 2009 foram registrados 8 mil desaparecimentos em São Paulo.

Outras estatísticas do poder público falam em uma média de 11 desaparecimentos por dia no estado. Nacionalmente, o problema é o mesmo. Enquanto o Ministério da Justiça registrou apenas 1194 ocorrências ate 2010, a Secretaria Especial de Direitos Humanos fala em até 10 mil ocorrências por ano.

Está em funcionamento um cadastro nacional de pessoas desaparecidas, mas que depende da alimentação de dados dos estados para ter eficácia. Para enfrentar este problema, foi apresentado, votado e aprovado em São Paulo um projeto de lei (PL 463/11), de autoria do deputado estadual Hamilton Pereira (PT) de criação de um cadastro paulista, que contaria com um banco de dados com características físicas e também um banco de dados genéticos, para identificar pessoas que são encontradas mortas e acabam sendo enterradas como indigentes – quando há uma família em sua busca.

Remetido para sanção do governador Geraldo Alckmin (PSDB), a lei foi vetada em sua integralidade. Os tucanos alegam que não há necessidade do cadastro, já que o nacional já cumpriria este papel. Em resposta, o governo paulista anunciou a criação de um programa para envelhecer fotos de crianças e jovens que estão desaparecidos há muito tempo.
“A medida é importante, mas isso é muito pouco perto do necessário. Nossa luta agora então é para derrubar o veto do governador. A Comissão de Constituição e Justiça da Assembléia já apreciou o veto e nos deu parecer favorável”, explicou o deputado Hamilton Pereira. “Inúmeras famílias vivem diariamente esta angústia, sem saber se seus filhos estão em cativeiros, sob tortura, etc. As informações do cadastro ficariam abertas para todos os órgãos públicos e para a rede de entidades da sociedade civil”, disse.

Na avaliação da Ouvidoria da Defensoria Pública de SP, o cadastro estadual pode ser um caminho para que, além das pessoas, não desapareça também a confiança da sociedade no poder público. Uma CPI realizada em Brasília em 2008 apontou, no entanto, que a existência de cadastros estaduais e de um cadastro nacional, apesar de ajudar, não explica como se deu o desaparecimento e o que foi feito para resolvê-lo. O relatório final da CPI aponta para uma omissão do poder público em geral, incluindo a ausência de dados sobre este problema.
“As delegacias e os policiais não estão preparados para lidar com casos de desaparecimento. Se, por um lado, podem não ter o suporte necessário para fazer o trabalho, por outro recebem as mães e registram burocraticamente os casos. A Academia de Polícia de São Paulo também não tem estudos sobre os desaparecidos”, conta André Feitosa de Alcântara, advogado da Fundação Criança, de São Bernardo do Campo (SP), que desenvolve um programa de enfrentamento ao desaparecimento de crianças e adolescentes.

A ausência de uma definição legal para desaparecimentos é usada muitas vezes pelas autoridades para se desresponsabilizarem pelo problema. Como não necessariamente há um crime em curso – há casos de fuga da família, por exemplo – , não deslocam o aparato policial para solucionar o caso.

Omissão e ação Além da negligência, há casos em que o próprio Estado é responsável pelo desaparecimento forçado de pessoas. Na sessão solene realizada na última sexta-feira na Assembléia de São Paulo, foi lembrado o caso de maio de 2006, quando, entre apenas 10 dias, cerca de 460 morreram ou foram dadas como desaparecidas numa reação da Polícia Militar a ataques sofridos pelo PCC, facção do crime organizado que atua no estado.

“No começo da matança de 2006, com a autorização do Estado, pessoas foram enterradas em covas coletivas como indigentes. A Secretaria de Direitos Humanos tem a relação de 19 desses corpos. Precisamos saber onde, para fazer o exame de DNA, identificar essas pessoas e acabar com esta tortura das famílias. Do contrário, esses corpos serão incinerados mais pra frente e as pessoas não serão localizadas nunca mais”, explicou Débora Maria, da organização Mães de Maio da Baixada Santista.
Familiares de mortos e desaparecidos políticos do período da ditadura militar também foram homenageados na sessão solene. Laura Petit, que perdeu três irmãos assassinados na Guerrilha do Araguaia, até hoje busca seus restos mortais. Somente o corpo de Maria Lúcia foi encontrado, em 1991. “No dia 16 de junho, completam-se 40 anos que minha irmã foi assassinada, aos 24 anos. Ela viveu menos tempo do que a espera de minha mãe em encontrá-la. E até hoje não pudemos dar um sepultamento digno a meus outros dois irmãos, que seguem desaparecidos”, disse.

Em 2010, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos a devolver às famílias os restos mortais dos guerrilheiros assassinados pelo Estado no Araguaia, e também a punir seus responsáveis. Até hoje a sentença não foi cumprida.

Carta Maior

BIENAL DO LIVRO AMAZONAS: SEM ESCRITORES E NEM LEITORES

“Como Manaus é uma não cidade. Ela também não tem nem escritores, nem leitores. Mas  tem Parreira.”

No período de 27 de abril a 06 de maio de 2012,  Manaus, no Amazonas, sediou a primeira bienal do livro. Feito histórico, dizem seus promotores: os agenciadores do evento, o governo do Estado do Amazonas e as  livrarias que imaginaram lucros facilitados.

Sobre isso, faremos o seguinte comentário. Tradicionalmente essa exposição de livros acontece nas cidades do Sudeste, no Sul, uma ou duas cidades do Nordeste brasileiro. A bienal do livro acontece nessas cidades porque ali, há escritores e leitores. O que não é o caso do Estado do Amazonas. Por cá não temos nem escritores, nem leitores.

Tanto não há que a disciplina Literatura Amazonense foi retirada da grade curricular de uma Universidade no Estado por considerar a inexistência de uma literatura Amazonense. Sobre isso temos postado neste blog um artigo.

No nosso Estado as pessoas não tem o hábito de ler. Se não temos leitores não tem como haver escritores.

O governo declara que realiza a bienal para incentivar a leitura. Como se vai realizar um evento como esse para incentivar leitura, quando isso deveria ser hábito de muito tempo?

No nosso Estado, tanto antes desse governo que está aí há mais de trinta anos nunca houve uma política de leitura e incentivo à leitura.

O preço dos livros sempre foi caro, reclamam algumas pessoas, mas se o governo do Estado tivesse interesses que seu povo lesse criaria incentivos para publicações de livros mais baratos, como se faz, por exemplo, em Cuba e noutros países.

No governo do Senador Eduardo Guerreiro de Sempre Braga o governo do Estado, junto com a Secretaria de Cultura elegeram uma livraria-editora para publicar algumas obras de autores nacionais, foi quanto se apresentou aos leitores  literatura.

Quando dizemos que no Amazonas não há escritores é porque não vemos  nada de novo no que escrevem e no que se escreveu. Sempre recorreram e ainda recorrem a elementos da flora, da fauna: crisálidas, onças e jacarés, fábulas e descrições de lendas, encontro do Solimões com o Rio Negro, a boiúna e o curupira, Dom Bararuá.

Mas Milton Hatoum não é um escritor amazonense? É amazonense, porém, escreve com cânones e um estilo que foge aos que vemos por aqui, embora a temática contemple a cidade de Manaus e o Amazonas.

Essa bienal pode ser comparada a um cantor. Um desses cantores que produzem centenas de CDs e não vendem. Um dia ele resolve comprá-los. Esgota-se a edição e regravam-se outros. Todos são comprados por ele e repassados para amigos e familiares. Assim é essa bienal. O governo promove, e como já sabe que não tem uma comunidade leitora repassa para os professores da rede estadual R$ 100,00 para ser gasto no local. O governo promove e ao mesmo tempo paga e recebe de volta o dinheiro investido.

Pergunta-se. Esse investimento estava no orçamento do Estado, da SEDUC, da Secretaria de Cultura?

Não é assim que se vai incentivar a leitura. A leitura tem que ser uma iniciativa desde a pré-escola. A criança deve criar o hábito de ler e escrever. Como não foram incentivadas, hoje temos milhares de jovens viciados em televisão e telefones ligados à internet, novo boom nas salas de aulas. Se não fossem os milhares de programas anódinos, sofríveis que a TV Globo, SBT e congêneres transmitem, e houvesse a iniciação à leitura não teríamos que estar fazendo um comentário como esse, pois a realização de uma bienal numa cidade de escritores e leitores é um acontecimento tão importante que enche de alegria a todos.

Livros. Os livros sempre são maravilhosos. Desde que não seja literatura inútil. Segundo informações de quem foi ao local havia muito livro de auto-ajuda e religiosos-disangelistas. Nesse caso só pode ser uma bienal de tristeza e dor. Dor que nós temos que modificar.

Modificação essa que alguns professores estão realizando, por exemplo, como o incentivo à leitura de autores nacionais e estrangeiros como Machado de Assis, João Guimarães Rosa, Fernando Pessoa, poemas e textos teatrais de Bertolt Brecht, Jean Genet, Sarte, Domingos Pelegrini, Camus, Manuel Bandeira, bem como incentivo do próprio governo federal junto com uma empresa privada promovendo a Olimpíadas de Língua Portuguesa devido ao iletrismo que há tanto aqui como em partes do nosso país e que nos governos de Lula e Dilma se incentivou e está sendo incentivado para que possamos mudar a vida no nosso país.

Que as bienais continuem sendo promovidas em cidades onde há escritores e leitores.

           

     


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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