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FERNANDO HENRIQUE O “INSUSPEITO”, EM SUA ONDA DE HONESTO, TEM UM APARTAMENTO EM PARIS, MAS NEGA AFIRMANDO SER INTRIGA DO LULAPETISMO

 

40D694571B0A4CE2D3415295662EE054B32E9A5A0DD8C5A6B32A366033448870É simples de entender, porém impossível aceitar. Em 12 de janeiro de 2003, o talentoso e probo jornalista Jânio de Freitas publicou um artigo em que afirmava que Fernando Henrique era proprietário de um apartamento em Paris. Em 15 de novembro de 2011, a colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo, escreveu uma nota cujo título era, “FHC decide reconhecer oficialmente apartamento milionário que tem em Paris”.

Agora, em plena onda de “honestidade” promovida pelas direitas articuladas em partidos reacionários, empresários gananciosos, burguesia-ignara, misóginos, nazifascistas, racistas, fundamentalistas, homofóbicos e as mídias agenciadoras das enunciações paranoicas, o “insuspeito” Fernando Henrique, que durante seus desgovernos permitiu a corrupção se alastrar, inclusive na Petrobrás e que aceitou ‘candidamente’ a Constituição ser violada para satisfazer seu micro-ego-vaidoso com sua reeleição, resolveu culpar Lula pela divulgação de seu apartamento.

Em nota, ele afirmou que o apartamento não é seu e que não tem “apartamento em Paris. Nem lá nem em qualquer lugar fora do Brasil”. O “insuspeito” Fernando Henrique ainda afirma que estranha que o assunto apareça justamente no momento em “Lula e sua turma”, mergulharam o país na corrupção.

Fernando Henrique é “insuspeito”, porque ele não pode falar contra a corrupção sem que sua face não trema, já que ele cometeu um ato profundo de corrupção que atingiu o Poder Constitucional: a compra de votos para ser reeleito. E mais, manteve um engavetador da República, Geraldo Brindeiro, para impedir a investigação e julgamentos de processos que chegavam até ele.

Mas Fernando Henrique não é só “insuspeito”. Ele também é humorista, do tipo que prolifera nos canais de televisão e rádios. Ele termina sua defesa com uma sentença freudianamente hilária.

“(…) os blogs pagam pelo lulopetismo inventam mentira para me atacar. Quanto mais espalharem bobagens na rede, mais me motivarei para mudar o rumo da política no Brasil”.

Para ele negar o real é “bobagens”. Para quem é um ponto molar expressivo do buraco negro capitalista “mudar o rumo da política no Brasil”, é pura abstração-fantasiosa ou nostalgia-retrospectiva a um passado que lhe foi gratificante, mas cruel para o povo brasileiro. 

Fernando Henrique é semelhante a um ressentido personagem que nem sua própria sombra acredita nele.

50 ANOS DA REDE GLOBO: TUDO A VER CONTRA A DEMOCRACIA

protesto-50-anos-globo-sp-1Conforme ficou combinado ontem, dia 26, parte da sociedade brasileira esclarecida, ocupou as ruas para mostrar que jamais a Rede Globo teve importância para o Brasil. Essa parte esclarecida sabe que o conglomerado Globo sempre foi um elemento teratogênico da comunicação no país com o único objetivo de criar monstros com seus tentáculos disseminados pelo território nacional para aumentar seu fator pecuniário. Para essa parte, a Rede Globo é a cristalização dos sentidos e cognição dos que para ela  oferecem essas faculdades.   

Assim, ontem, dia 26, não sereia possível faltar lembranças dos atos perniciosos que a Rede Globo patrocinou em favor da ditadura civil-militar que submeteu a sociedade brasileira à opressão entre os anos de 1964 e 1985, sua criação com o capital norte-americano, a conspiração contra a eleição de Brizola como governador do Rio de Janeiro, as manipulações de notícias importantes para democracia através de seu desnecessário Jornal Nacional, as trapaças contra Lula frente a Collor, sua grade de programação elaborada com o fito de criar uma consciência pró-cultura norte-americana, as tentativas de golpes contra os governos populares, criado por Lula e agora continuado por Dilma.  

protesto-50-anos-globo-bh-1 protesto-50-anos-globo-bh-2 protesto-50-anos-globo-bh-3 protesto-50-anos-globo-df-1Em São Paulo milhares de pessoas se uniram para mostrar que a moral contra a corrupção pregada pela Rede Globo não passa de simulação para mostrar o que ela não é. Como a simulação e fingir o que não se é, os manifestantes apresentaram faixas e dizeres mostrando o que a Rede Globo: a representação maior da comunicação brasileira corrompida. Uma afirmação real que desfaz o descaramento da Rede Globo que na comemoração de seus 50 anos fantasiou e delirou uma programação totalmente fora da realidade que é a entidade. Não podia ser diferente, a Rede Globo tem que falar bem de si mesma. Ela jamais iria mostrar que conspira contra a democracia desde JK a Dilma. Em seu sintoma paranoide ela é o modelo da democracia.

protesto-50-anos-globo-df-2 protesto-50-anos-globo-df-3 protesto-50-anos-globo-df-4Com essa demonstração coletiva contra a tirania das comunicações perpetrada pela Rede Globo, o governo federal deve se comprometer com a democratização da comunicação e partir para luta pela regularização da Lei dos Meios. Um fato é real, respaldo da sociedade civil ele tem.

Veja algumas imagens das manifestações contra o delírio-narcísico da Rede Globo.

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GLOBO, 50 ANOS DE ASSALTO ÀS MENTES DOS SUJEITOS-SUJEITADOS COMO CONSPIRAÇÃO CONTRA A DEMOCRACIA

40 Anos de jornalismo espectral

50 Anos de jornalismo espectral

Hoje, dia 26, várias manifestações serão realizadas em todo o Brasil como formas de protestos contra a TV Globo, por sua atuação alienadora e desrespeitosa contra os sentidos e os intelectos dos telespectadores. Embora se saiba que os telespectadores que ligam seus aparelhos no sinal da TV Globo fazem porque a escolhem. Por isso, são responsáveis por suas auto-alienações. O controle remoto é seu instrumento de ação televisiva. Não usam porque lhes satisfaz o tele-masoquismo. Logo, estão comemorando, também, os 50 anos de assalto às mentes como conspiração contra a democracia, já que são sujeitos-sujeitados.

Como se entende, facilmente, a grade de programação da emissora da família mais rica do Brasil, é um atentado contra a comunicação como serviço público e disciplina cívica. A TV Globo é eminentemente uma emissora reacionária porta-voz das direitas que trabalha com imagens e textos selecionados para propagar seus interesses e atacar os governos populares como o implantado por Lula e continuado por Dilma. Não é de surpreender ninguém, visto que sua ideologia é a perseguição ferrenha do capital como lucro máximo.

Suas posições em defesa de personagens patéticos como Fernando Henrique, Aécio Cunha, Eduardo Cunha, Geraldo Alckmin, e outros da mesma estirpe que ocupam cargos de direção em outras instituições, é resultado das benesses que recebeu durante os governos de direita. A TV Globo, ou, melhor dizendo, a família Marinho, sempre perseguiu e se abraçou com essa ideologia de mercado que lhe sustenta. Foi assim quando de sua criação, sua defesa da ditadura civil-militar para aumentar seus interesses, foi assim contra Brizola, na campanha em favor de Collor contra Lula, foi assim com José Sarney e Itamar Franco, quando teve aumentado seus lucros, como, também, nos desgovernos de Fernando Henrique. E agora a perseguição paranoica contra os governos populares.

Para você conferir a ganância e a falta de escrúpulo da TV Globo de forma mais detalhada nós lhe apresentamos o documentário de Simon Hartog, com a participação da Televisão Pública, BBC de Londres, de 1993, Muito Além do Cidadão Kane, criado a partir das obras de Romero Machado, A Fundação Roberto Marinho, e Daniel Herz, A História Secreta da Rede Globo.

Veja, ouça, analise e tome sua posição! Se é que ainda não tomou!

 

A REDUNDÂNCIA/SIGNIFICANTE DA ENUNCIAÇÃO “EXTREMAMENTE GRAVE” USADA POR AÈCIO E SEMELHANTES

ad4f7-aecio-neves-jpg_195624“A linguagem não é mesmo feita para que se acredite nela, mas para obedecer e fazer obedecer”, dizem os filósofos Deleuze e Guattari. A assemelha-se a B, B assemelha-se a C, C assemelha-se a D e assim se mostra o destino inglório incomunicante. O ouvinte A obedece a mensagem sem analisa-la, e passa para B que lhe obedece. Por sua vez, depois de obedecer A, C se faz obedecer por D, o mesmo D faz com C e assim ao infinito o significante se imobiliza no vazio como ilusão de comunicação. Ou seja, ninguém fala e, consequentemente, ninguém ouve. É a tirania do discurso indireto.

Na verdade o que se tem é a imobilidade da palavra de ordem, expressada no significante, que se quer como veracidade comunicativa através da linguagem. Triste querer, já que a linguagem não é para que se acredite nela. Tudo não passa de uma ecolalia. Ou, se alguém se apetecer, tautologia. A redundância do mesmo. O significante sem referência real, apenas como abstração-linguística. Para um entendimento mais simples: o discurso do vazio. Ironicamente: dizer nada não dizendo. Escárnio-linguístico: se o nada é o nada sempre há nada que dizer. Daí que o ecolálico é o puro modelo do vazio-linguístico.

A redundância ou a mostra espectral do significante é o suporte dos meios de comunicação de massa, mesmo quando as expressões parecem ser diferentes. Se não houvesse a força cristalizadora da redundância-significante não haveria meios de comunicação de massa, cujo propósito é fazer com que todos os códigos que se apresentam como diferentes sejam, ao mesmo tempo, os mesmos em seus objetivos: colar como necessários no sujeito-sujeitado ou sujeito massificado.

Tanto os meios de comunicação de massa quanto os sujeitos-sujeitados ou sujeitos massificados apresentam um atributo necessário para que a imobilidade linguística se faça na ordem viral. É necessário que eles encontrem-se socialmente na ordem do clone ou do replicante. Que eles sejam cópias de um modelo virtual que não tem referência real. O que significa que não possuem essência, origem natural, função, substância de troca como afirma o filósofo Jean Baudrillard. São meros espectros fractais.

Pois é nesse quadro da redundância/significante, da ecolalia/clonada, que o senador derrotado, ressentido e conspirador-cômico, Aécio Cunha, e outros da mesma estirpe-afásica, flutua em suas enunciações quando recorre ao “extremamente grave” ao fantasiar sobre uma notícia que ele acredita que pode atingir o governo popular da presidenta Dilma Vana Rousseff. Como Aécio já demonstrou que não é homem de estudo, ele não pode entender que esse recurso tautológico jamais atingirá o governo, visto, que como toda redundância/significante, não tem referência no mundo real. Daí que se trata de uma empresa patética que só causa frouxos risos nos que entendem que tudo não passa de simulação-linguístico.

Ao fazer uso do superlativo “extremamente”, Aécio Cunha, o ressentido, acredita que pode influenciar outras pessoas a tomarem o adjetivo “grave” como fator-movente que as levem a se posicionarem contra o governo Dilma. Patética intenção-tautológica, visto que a maioria da sociedade brasileira tem uma existência real e não virtual. Nem seus semelhantes ele influencia, já que se eles acreditam no “extremamente grave” é porque já se encontram clonados na ordem da redundância/significante da simulação-virtual. Ou seja, já se encontram sujeitados a afazia e a surdez que nega a linguagem criadora de significados como troca de valor comunicacional. Estão clonados como entes replicantes dos mesmos códigos-molares.  

Em síntese: neles falta o confronto o Eu e o Outro como alternância de existência ontológica. O que constitui o fundamento político dos que vivem em sociedade-democrática.

PAULINHO DA FORÇA DO PATRÃO NÃO TEM CLASSE DE TRABALHADOR

maneiras-lidar-chefe-dificil-noticiasOs filósofos Deleuze e Guattari, no segundo volume da obra revolucionária Mil Platôs – Capitalismos e Esquizofrenia, tratando sobre o sentido do devir-linguístico, o devir que muda a estrutura molar da linguagem palavra de ordem, ou seja, do discurso do significante como ecolálico ou discurso indireto que caracteriza a sociedade paranoica capitalista, fazem uma reveladora referência sobre a semiótica paranoica usando o Manifesto Coletivo Estratégico que trata da língua de Quebec.

O manifesto diz: “Não é porque um indivíduo fala a língua da classe trabalhadora que ele defende as posições dessa classe”.

A língua, dizem, é um corpo social. Ou, uma instituição social que todos são apanhados em seus códigos dominantes como forma de agenciamento linguístico através de seus enunciados. Daí a existência do sujeito de enunciação e o sujeito de enunciado. Para muitos linguistas, a língua é a expressão ideológica de uma sociedade. Ninguém escapa. Já a fala é individual. A fala é a experiência individual de cada sujeito como concretização da língua. Na fala implicam entonações, inflexões, articulações e impostações próprias do sujeito-falante.

Embora todos sofram a influência e dominação da língua, todavia, de acordo com os estratos sociais que cada indivíduo vai experimentando, ele vai absorvendo signos-linguísticos desses estratos. São as chamadas semióticas – para alguns, semiologias, mas as duas se concretizam pelos signos –  particulares ou profissionais. Há uma semiótica médica, uma semiótica jurídica, uma semiótica psicanalista, etc. Assim, como há uma semiótica dos trabalhadores.

Se no caso da aprendizagem da língua e da fala se trata mais do ouvir falar e do repetir no seio familiar, onde a criança inicia sua jornada linguística epistemológica, na linguagem –semiótica – do trabalhador a aprendizagem só ocorre através da experiência direta com os instrumentos de produção, sua força de trabalho, salário, mais-valia, produção, circulação, consumo, condições de trabalho, leis trabalhistas, etc. O que faz com que o trabalhador produza sua condição de classe. Sua dimensão politica como trabalhador-produtivo responsável pela riqueza do país.

É na práxis que o trabalhador produz sua consciência política de trabalhador. A consciência que mostra que em virtude das forças históricas, ele, trabalhador, é diferente do patrão. Ele produz a riqueza do patrão, assim como também produz o dinheiro que vai pagar seu salário. Daí que ele sabe que quem lhe paga não é o patrão, mas sua própria produção de valor. Como o patrão não produz riqueza econômica, ele, o trabalhador, conhece muito bem a lógica que os coloca distantes: trabalhador é trabalhador patrão é patrão.

Entretanto, nem todo trabalhador produz em si essa dimensão política profissional que faz com seja um representante de sua classe. Alguns fatores são responsáveis por essa alienação. Anemia ontológica, covardia, miséria cognitiva, aberração ética, preguiça, medo, disposição ao capachismo, inércia psicológica, e outras. Mas o certo é que o trabalhador que não produziu em si a dimensão política profissional é uma aberração. Portanto, um aproveitador. E em relação ao patrão, um pelego. Sem a essência de trabalhador ele encontra-se pronto para servir ao patrão contra a classe trabalhadora.

O deputado do partido Solidariedade – que não teve nenhuma solidariedade com os trabalhadores, pois votaram a favor da PL 4.330 – e presidente da Força Sindical conhecido pelo diminutivo Paulinho, tem se mostrado um verdadeiro pelego que atua distante das causas do trabalhador. Ele tem feito muitas performances ridículas que um trabalhador que tem a dimensão política da classe, não faz. Usa termos sórdidos para atingir a presidenta. Aliás, tentativa vazia, já que Dilma tem honradez que lhe faz inatingível. E mais, inteligência e coragem, qualidades que lhe faltam como agente solidário ao patrão. Além de ser amigo dileto de Aécio, o ex-governador que acabou com o estado de Minas. Como se fossem pouco esse grupo de atributos, tem uma atuação das mais sofríveis no Parlamento.

Com todas essas qualidades negativas, ele não poderia ter uma posição diferente na votação da terceirização. Votou contra os trabalhadores. Votou Sim, pela terceirização que para ele vai melhorar a vida do trabalhador. Votou junto com os patrões que representaram a metade dos votos pela terceirização. Votou com deputados proprietários, comerciantes, industriais, ruralistas e empresários do ramo da terceirização. A fina classe dos que parasitam os trabalhadores.

Entretanto, ele faz questão de afirmar que fala a língua do trabalhador. Mas, como diz o manifesto da língua quebequense, ele pode até falar a língua do trabalhador, porém “não defende as posições dessa classe”. Sendo assim, fica claro que ele não faz parte da classe trabalhadora. No mínimo ele é um infiltrado para corroer internamente a classe. Por isso, encontra-se certo ao se colocar como um sujeito-sujeitado à classe burguesa que é a classe dos patrões.

É visível e risível: Paulinho da Força do Patrão não tem classe de trabalhador!

EM MANAUS INVEJOSOS-PARANOICOS CONTINUAM PERSEGUINDO ELEITORES DE DILMA: OS GOVERNOS POPULARES

60 Jahre Kriegsende - Adolf HitlerA inveja é um dos afetos mais tristes criados pelo homem. Leva a potência ao mais baixo grau, nos diz o filósofo Spinoza. O invejoso sofre duas vezes. Uma, porque deseja o que o outro tem. E outra, porque desejando o que é de outro, mostra que tem uma existência malograda. Ou seja, não tem existência, já que só teria existência se tivesse o que o outro tem. Como não pode ter, situa-se no mais baixo grau de potência.

Para o filósofo Nietzsche, é um reativo. Um ser ignóbil que traiu a vida. Na verdade, um corrompido, já que seu espirito não carrega a vontade de potência. É um degenerado. Nasceu com a vida, mas não a manteve. Preferiu sua abdicação por medo. O que se pode afirmar quando morrer: teve vida, mas não nasceu. Dai que seu medo da vida levou-o a invejar o que confirma a vida. O ativo. O livre.

Mas há um sinal que deve ser observado sobre o desejo que o invejoso tem sobre o que é de outro. O invejoso é também um trapaceiro. Um miserável trapaceiro. Um trapaceiro de si mesmo. Ele não deseja em verdade o que o outro tem. Ele simula querer esse objeto do outro. Porque o que o outro tem é demais para ele. E ele não pode cultuá-lo em si. De tão impotente, ele não pode ter o que o outro tem. Ele não pode vivenciar o objeto que ele deseja no outro. Aí, seu grande desespero: simular querer ter o que não pode ter, porque não carrega potência suficiente para cultuá-lo. Já que viver é cultuar o que necessária à vida.

Para a psicanálise o invejoso é um paranoico. Alguém que acredita que estão sempre tramando contra ele. Ou, em outro entendimento – que é o mesmo-, alguém que acredita que lhe tiraram algo que lhe pertencia. Uma espécie de narcisismo-malogrado. Ele não conseguiu amar a si mesmo em si mesmo. A psicanálise vai mais distante. O invejoso-paranoico se encontra emaranhado nos códigos do medo da castração e da inveja do pênis do pai. Medo da castração e impotência diante da imago-ameaçadora do pai e posteriormente, na fálica vida adulta, a identificação com personagens, dominadores, perversos, tirânicos, sintetizam o invejoso-paranoico.

Como a democracia é um regime produzido pela composição das potências de todos os homens e mulheres, portanto, um regime que cultua a alteridade, o congraçamento e a tolerância, o invejoso-paranoico não tem lugar nesse modus de ser coletivo, já que ele é, também, uma aberração política. Um exemplo simples: a imobilidade dos invejosos-paranoicos do dia 15 de março. Todos seus pronunciamentos delirantes e alucinados confirmam este estado psicopatológico. Foram pronunciamentos pornofônicos, pornográficos e escatológicos. Enunciações próprias das consciências aberrantes.

Como em outras partes do Brasil, em Manaus, alguns desses invejosos-paranoicos continuam perseguindo os eleitores de Dilma. Os eleitores que elegeram os dois governos populares de Lula e Dilma. A inveja-paranoica, neste caso, veste veículos. O motorista invejoso-paranoico se aproxima com seu carro – quase sempre carro de grande porte – de outro carro com adesivo favorável a Dilma, como “Fica Dilma”, e coloca seu carro na direção do carro-invejado, simulando uma batida. O objetivo, além da ameaça, é causar terror no motorista do carro com adesivo favorável a Dilma. Que ele gostaria que fosse o demente “Fora Dilma”.

Depois de alguns minutos de assédio, ele passa acelerando seu paranoico-veículo, pelo carro contrário com a mão realizando gestos obscenos e proferindo pornofonias. O velho símbolo fálico da impotência sexual desse tipo. Nietzsche diria que ele inveja a inteligência, a honradez e compromisso democrático do “Fica Dilma”.

São vários os casos contados a este blog em que os motoristas foram vítimas da violência contra seus direitos. Como eles ficaram preocupados com as ameaças, eles não anotaram as placas dos carros. Mas agora, estão dispostos a anotar as placas e realizar um boletim de ocorrência nas delegacias, para que seja aberto um processo contra os invejosos-paranoicos agressores.

Outro adendo. Eles atacam mais à noite e em ruas com pouca movimentação. Um conhecido modus operandi dos invejosos-paranoicos nazifascista. Também não esquecer que eles escolhem os governos populares como seus alvos, apenas para tentarem sublimar suas impotências, já que não atingem a compreensão política do que seja um governo popular. Suas reações – não esquecer que são sempre reativos – são todas ligadas aos modelos estereotipados, onde não se encontra a crítica da objetividade.

Esse é o perigo: elas não lutam por nada, pois suas consciências são puras mortificações. Uma imensa mortalha.    

A TV GLOBO É PERNICIOSA PARA OS SENTIDOS E INTELECTO. VOCÊ QUE GOSTA DE JOGO VIRTUAL, USE O CONTROLE: APAGUE-A

prospecto-grito-dos-excluidos-finalA TV Globo foi criada com capital norte-americano. O que é inconstitucional. Mas a violência não se resume nisso. Como foi criada com capital norte-americano, ela  prima e segue o padrão da sociedade de consumo de massa que o único objetivo é assaltar a mente e os sentidos dos telespectadores.

A TV Globo apoiou a ditadura. E foi exatamente no tempo da ditadura que ela concretizou sua hegemonia como meio de comunicação televisivo.

A TV Globo tem uma rede de programação que obscurece as potências afetivas e cognitivas dos telespectadores. Sua programação é uma fábrica de alienação e fabricação de autômatos-virtuais.

A TV Globo se apresenta como combatente da corrupção, mas continua sonegando a Receita Federal em mais de 1 milhão de reais.

A TV Globo sempre foi inimiga da democracia. É da família Globo a sentença contra JK. Não pode se candidatara. Se candidatar não deve ganhar. Se ganhar não deve tomar posse. Se tomar posse não deve governar.

A TV Globo odeia os governos populares.

A TV Globo odeia Lula e Dilma e o Partido dos Trabalhadores.

A TV Globo, como porta-voz das direitas, é contra as políticas sociais que beneficiam as classes mais pobres.

A TV Globo é a emissora de televisão que recebe mais de 80% da verba publicitária paga pelo governo federal.

A TV Globo observada por uma perspectiva da vida, ela é totalmente reativa. Odeia a vida. Ela cultiva o ódio próprio de sua classe burguesa que é projetado nos que defendem a democracia.

A TV Globo tem o sentido da democracia como regime privado que deve somente de lhe favorecer.

A TV Globo para manter seu sentido antidemocrático precisa da subserviência dos globotários, já que são eles que a sustentam.

A TV Globo, por ter um sentido tirânico da comunicação, ela só objetiva escravizar seu telespectador.

A TV Globo, como criou para ela um mundo que contrastante com a realidade, ela é uma gigantesca mentira. Acreditar na TV Globo é compactuar com a dissipação dos sentidos e intelecto.

Se você não pretende compactuar com essa gigantesca mentira, e é preocupado com sua saúde integral, mental, social e ambiental, use seu controle remoto e apague-a.

Você vai sentir que ela não lhe faz falta.

 

 

SONEGAÇÃO DA GLOBO”, DOCUMENTÁRIO PRODUZIDO PELO SITE DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO E FINANCIADO PELOS LEITORES

Uma grande parte da sociedade brasileira já conhece a corrupção praticada pela TV Globo quando do contrato para cobertura da Copa do Mundo de 2002. Essa mesma parte da sociedade brasileira sabe que pudor e honestidade são valores impraticados pelos defensores do sistema capitalistas, já que para atingir o objetivo maior desse sistema que é o lucro máximo, todo ato vale, mesmos os desonestos. Para esses personagens, o seu amor maior é a certeza da lucratividade consumada como sua própria alma, como diz o filósofo Marx. O capital é a alma do capitalista.

E mais. Essa grande parte da sociedade brasileira sabe que a Rede Globo, mesmo sendo historicamente conhecida como conspiradora, aficionada pelos regimes ditatoriais e compulsivamente oral em relação ao lucro, se contorce toda em uma simulação de que é honesta, principalmente quando encontra-se em pauta alguém que ela julga sua inimiga. Como vem ocorrendo com a Operação Lava Jato em que encontram-se em suspeição, alguns membros dos partidos aliados do governo federal e do Partido dos Trabalhadores.

A simulação é irmã gêmea do farisaísmo e de quebra parente do arrivista. Na simulação o sujeito finge ser o que não é. A Globo finge ser honesta não sendo. Assim, é o fariseu. Representa honestidade quando é desonesto. O arrivista para se dá bem, recorrer a todos meios e estratégias que possam lhe beneficiar. A Globo é todo essa trindade de calculismo condenável.

O documentário inédito e revolucionário Sonegação da Globo, produzido pelo site Diário do Centro do Mundo, conduzido pelo íntegro jornalista Paulo Nogueira e financiado pelos leitores, mostra que a Globo é traspassada por essa trindade. A sociedade brasileira passou a constatar essa deplorável realidade que atenta contra a democracia, depois que o Blog Cafezinho, apresentado pelo jornalista Miguel Rosário, divulgou documentos da fraude em que afirma que a Globo deixou de pagar à Receita Federal uma dívida, por sonegação, de mais de 613 milhões e que agora ultrapassa 1 bilhão.

Assista o vídeo, faça sua análise, tome sua posição e, caso for democrática, distribua esse vídeo. Como se diz na linguagem virtual: espire o vírus.

A LÓGICA DA PREMIAÇÃO DOS HOMENS CATIVOS

prospecto-grito-dos-excluidos-finalO filósofo Nietzsche afirma que existem dois tipos de homens. Os homens livres e os homens cativos. Os livres agem por si mesmos. Procuram sempre o que se movimenta como novo. Sua linguagem é a novidade. Os homens cativos apenas reproduzem o que sua família, classe e profissão lhes proporcionam. Não carregam nada de novo. Espera-se deles sempre o mesmo: o produto que lhes fizeram cativos.

Como ser cativo é cultuar a tradição, não importando de que forma essa tradição foi constituída, já que ela não passa pela crítica da suspeita, esse tipo de homem responde sempre ao que lhe é endereçado da forma mais comum. Como ele não carrega a suspeita, tudo lhe parece normal e moral.

Na história da humanidade nós sempre nos defrontamos como categorias de classes e posições sociais. Sendo que na sociedade capitalista essa realidade torna-se mais visível e muito bem aceitável pela maioria. A sociedade capitalista como uma imanência corporificada por elementos paranoicos usa um tipo de objeto de controle para melhor vigiar, punir e premiar seus componentes. Esse objeto, para ter melhor eficiência, é divido em três estratos, de acordo com os filósofos Deleuze e Guattari.

Como um corpo estriado, portanto, segmentador, ela põe e dispõe seus membros de forma tal que eles encontram extrema dificuldade de escapar de seus laços capturadores. E não importa a classe. Todos passam pela mesma máquina de controle para se comportarem como homens cativos. Assim, que sua funcionalidade é selecionar, classificar e hierarquizar. Para isso ela lança mão de vários seguimentos capazes de materializar esse propósito de controle.

A família, a escola, a igreja, a fábrica, a repartição pública, as forças armadas, o esporte, todos recorrem à lógica da seleção, classificação e hierarquização. Como é entendível, os que aceitam esse estriamento ou prática de segmentar, se reconhecem neles. O que significa que têm prazer quando são bem selecionados e elevados a outro plano de sua profissão ou função.

Deleuze e Guattari dizem que Édipo não existe, mas as pessoas se deixam edipianizar, defendendo seus fluxos castradores. A necessidade de reconhecimento é forma de edipianização da parte daquele que se sente premiado por alguém que considera importante. Ou seja, superior a si. No Édipo, o tal alguém, simbolicamente, representa o pai. E sendo a figura-simbólica do pai, não precisa de suspeita se ele tem ou não tem os instrumentos necessários para determinar a premiação: ele é a Lei.

Mas não basta apenas o eco de Édipo para que alguém se sinta feliz por ser elevado pela premiação. É preciso, também, que esse alguém seja orgulhoso, vaidoso, caso contrário não acredita na premiação. O filósofo Spinoza diz que o orgulho é uma ideia que alguém tem de si superior ao que é. O orgulho é a própria vaidade. Uma espécie de narcisismo em que o vaidoso se ama sem precisar de uma prova do real. Nesse caso é a dissipação da realidade. “Eu me basto, mas se alguém quiser reconhecer, melhor. Mas nada me toca”

Da parte daquele que concede a premiação ele se toma – imaginariamente – como o próprio Édipo/Pai. Tem o saber e os critérios de justiça para escolher, selecionar e hierarquizar, pela premiação, o seu escolhido. Ou seja, é um deus terreno. Ou melhor, sofre de Complexo de Deus. O que é uma ideia delirante. Como é já é do conhecimento da maioria da população brasileira, a Rede Globo tem aversão à democracia. Sua história é a história clara da conspiração contra os governos democráticos que, para ela, não lhes interessam. Daí, porque apoiou a ditadura civil-militar.

Hoje, a Rede Globo, continua em sua sina – ou fica melhor sanha?- de conspiradora, tramando contra os governos populares de Lula e Dilma. Como se encontra em andamento os trabalhos da Operação Lava Jato em que aparece a Petrobrás, ela decidiu, delirando que daria mais seriedade ao fato, premiar o juiz Moro, responsável pela operação. E ele, impulsionado por seus afetos pessoais, acatou. E, como deixa transparecer em fotografia, se sentiu bem ao ser reconhecido, pela Globo, por seu trabalho frente à operação. O que significa dizer, que a Rede Globo tem os instrumentos sapientes e justos para escolher, selecionar e hierarquizar alguém democraticamente.

Mas não é essa a verdade para a maioria da população. A prova já foi mostrada pela filha do escritor, músico, ator, e comunista Mario Lago. Ela luta para por fim ao prêmio que a Rede Globo instituiu com o nome de seu pai. E que já homenageou até figuras como o bem-mandado Bonner Simpson.

Do que é fácil perceber e constatar, a maioria da população brasileira pretende mais homens livre do que homens cativos, pois são os livres que produzem democracia. Pretende que prevaleça a certeza dos filósofos Deleuze e Guattari: Édipo não existe!

GREGOS MOSTRAM COMO A GLOBO É OLIGARCA COM SEU 1 MILHÃO GEOMÉTRICO: A DISCIPLINA DA DESIGUALDADE

TESEIONAinda ecoa a tentativa ditatorial e monopolista da TV Globo, e seus congêneres, em querer fazer a sociedade brasileira acreditar em sua indigência sensorial e cognitiva. Recorrendo a mágica-visual, ou melhor, teletecnológica, a TV Globo, junto com Polícia Militar de São Paulo, quis fazer passar como real uma irrealidade.

Divulgou de forma hipocondríaca, que havia nas ruas de São Paulo, a antiga pauliceia desvairada, 1 milhão de participantes, quando não passou de 210 mil, de acordo com o reacionário, comparsa dela, instituto Datafolha que também revelou, em outras pesquisa, que 82% dos imobilizados votaram em Aécio, 37% tem simpatia pelo PSDB e 74% participaram pela primeira vez do tipo de evento. Logico, que envolvida pelo espirito dos mal amados: mostrar que era grande o número de descontentes com o governo Dilma e, ao mesmo tempo, com o espirito dos impedidos na meta, os frustrados, gritar em tom-histeria, que era a vitória sobre o movimento das esquerdas ocorrido no dia 13. O número que ela mais teme e seus aficionados analfabetos políticos.

Na verdade, com seu milhão, a Globo só confirmou o que os gregos já sabiam a maioria da sociedade brasileira sabe. Ela é oligarca, já diziam os gregos. Ele, o povo  criança da antiguidade, daí sua sabedoria, singeleza, singularidade, afirmava que a democracia ensina a aritmética porque ela é a disciplina da igualdade. Já a oligarquia ensinava a geometria por ser a disciplina da desigualdade. Não por um simples acaso que os gregos chamavam a democracia de sociedade dos amigos. Assim, como não foi por acaso que a filósofa Bárbara Cassin, em sua obra Ensaios Sofístico, diz que democracia grega era a igualdade dos diferentes. O conhecido pletos: a igualdade do plural.

Daí que os gregos nos conduzem para o entendimento de que a Globo olha e entende as individuações como formas compactas próprias para serem sinteticamente definidas. Com seu olhar formal, nada a ver com a Gestalt teoria das formas, seria exigir demais da Globo, ela limita tudo em um espaço autoconcebido. ‘Olha, ali naquela calçada tem dez. Então, tem 5 mil pessoas”. O mundo para ela é uma miríades de formas limitadas no interior e no exterior sem qualquer possibilidade de movimento. Para ela a representação figurativa da circunferência é anterior a ideia do circulo, por isso sua veracidade. O filósofo da liberdade Sartre, se fosse se preocupar com esse destrambelhamento perceptivo e cognitivo que ela oferece aos seus obliterados gêmeos, diria que ela tem consciência de engenheiro.

Não que os gregos fossem o Oráculo de Delfos cujas profecias chegariam ao tempo da Globo, mas eles entendiam que existem grupos patológicos – foram eles que contribuíram com os conceitos usados na psicologia, psiquiatria e psicanálise – que ultrapassam os tempos históricos. E a oligarquia é um deles, porque se trata de um grupo que se considera privilegiado e que para defender seus privilégios pretende impor seus interesses – patológicos – de grupo. Em linguagem midiática brasileira: o monopólio da Globo.

Porém, nos dizem os gregos-democratas, uma oligarquia não toma o poder e mantem sozinha precisa de aficionados. No caso específico da oligarca Globo, precisa de sujeitos-sujeitados que sirvam também de seus defensores, por semelhança, como Fernando Henrique, Aécio Neves, Alckmin, Agripino, Roberto Freire, empresários, canastrões, decrépitos lambanceiros do espectro rock, e outros  analfabetos profissionais do tipo dos médicos analfabetos políticos.

Em um plano ilustrativo das formas geométricas, ficaria assim: a Globo no meio; no primeiro círculo exterior, Fernando Henrique e seus gêmeos; no segundo círculo exterior, os empresários; no terceiro círculo exterior, a burguesia-ignara-branca-parasitária; e no último círculo, os decrépitos do tédio, histriônicos-deprimidos autocognominados de artistas. Protegendo todos os círculos uma muralha. Nada a ver com Muralha de Kafka, essa tinha potência, não paranoica, mas deviriana como dizem os filósofos Deleuze e Guattari. A muralha da oligarquia é construída pelas forças oprimidas da dor, inveja, ressentimento, má consciência, todos os corpos reativos que niilisticamente conspiram contra a vida. Alucinação e delírio, porque a vida não pode ser atingida pela inatividade reativa.

E o que nos ensinam os gregos, nós democratas? Primeiro eles nos conduzem a um grande grególogo: o filósofo Hegel- que foi muito combatido por Marx, com razão – ele, nos mostrar que não devemos tomar o particular como absoluto. Depois eles nos conduzem a Foucault que, inspirado em Nietzsche, nos diz que não devemos pensar contra o objeto antagônico, porque pensar contra ele é ser ele, Encontra-se preso a ele. E eles completam nos mostrando Spinoza: a democracia é a Substância em si mesma, criada por si mesma. O que para o nosso caso tem dois fundamentos. Pensar o antagônico é se colocar contra a produção, já que a produção é um devir. O criado por si mesmo prescinde de um corpo patogênico.

 Mais concretamente, não pensar nos oligarcas, significa saber que eles mesmos se destroem entre eles mesmos. Eles estão juntos de acordo com a geometria da Globo, mas são individualistas  e profundamente ambiciosos. Como o clássico paranoico, eles desconfiam um dos outros. Eles não formam a massa que fala Nietzsche, em que cada pessoa mantém sua individualidade como potência criativa. Eles formam uma massa circular, com todos isolados em seus interesses. Por isso a oligarquia é a prática da desigualdade.

Não esquecer que um grupo surge das particularidades. O grupo oligarca é grupo na forma, por tal seus membros defendem seus próprios interesses. É esse seu corpo-suicida. O que a democracia não carrega, porque é individuação e singularidade.

A oligarquia trabalha com numeral, a unidade molar, a democracia com o numerante, o corpo molecular. A oligarquia é um corpo fechado pela sobrecodificação territorializada. A democracia é um devir aberto-desterritorializado como descodificação.

SOBRE O HUMOR DEPRESSIVO DO PSDB. O DATAFOLHA MOSTROU, QUE DOS QUE FORAM ÀS RUAS, 82% VOTOU EM AÉCIO. ALOISIO NUNES, DIZ QUE O PARTIDO DEVE SE UNIR AOS MANIFESTANTES

ad3062ab-7cb8-4ec9-ac64-39b170c3dbd5Como já é sabido até das pedras que não rolam, por isso criam limo, as direitas são hipotímica: não têm tônus suficiente para se comprometer com a vida. São apáticas e indiferentes. O único corpo que ainda lhe proporciona uma tênue vibração é o capital. Elemento de seus delírios.

Entretanto, mesmo sofrendo de hipotimia: diminuição do humor-vital que faz com que os seres sejam niilistas, inimigos da vida, elas simulam fazer humor. Observemos o que elas apresentam para a sociedade como seus humoristas: os deprimentes anódinos dos meios de comunicação de propriedade delas. Humoristas mais deprimentes do que o “eu voltei, voltei para fica, pois aqui é meu lugar”, de Roberto Carlos. Ou, “o importante é que emoções eu…”, do mesmo.

Pois bem, emplastado nessa atraente depressão humorística, o senador Aloisio Nunes, aquele que foi comunista e motorista de Carlos Marighela, no tempo da ditadura, e que detonou o dito popular “quem foi rei permanece majestade”, com sua verve depressiva própria de seu partido PSDB, resolveu fazer piada. Disse que seu partido deve se aproximar dos manifestantes. Gargalhada geral! Prova de que o humor é também direito dos depressivos direitistas.

Aloisio Nunes tentou encobrir a fantasia da brancura-paulistana que foi para as ruas para tentar acabar com a verdadeira comédia. Ou melhor, com a farsa. O Datafolha publicou o que os não hipotímicos políticos já sabiam antes do domingo. 82% dos que se apresentaram fantasiados de honestos votaram em Aécio Cunha. E mais, 32% têm simpatia pelo PSDB. E mais do mais, 74% foi pela primeira às ruas protestar. Na verdade, um role dominical. Agora, uma bela pergunta. Quem são esses 74% neófitos urbanos? Que famílias pertencem? Os não hipotímicos sabem.

Em Manaus foi mais uma estrondosa gargalhada. Prefeito Arthur Neto, do partido da burguesia-ignara-parasitária, PSDB, fez o mesmo. Colocou na praça seus eleitores, eleitores do Aécio e de seu filho que é Bisneto. O que dá no mesmo. É claro, que muito bem cumpliciado pelas mídias indigentes que lhes são submissas.

Mas é preciso ter muito cuidado com esse humor das direitas. É preciso que o povo fique alerta com essas piadas, porque ele pode parar de trabalhar em virtude do ataque contínuo de risos. Nesse caso, o povo precisa ou de um psicanalista ou de um encenador de teatro, porque os dois sabem que o espectador só rir livremente no primeiro momento em que a piada é contada. Se a piada é repetida, ele entra em estado de tédio. E entrar no tédio das direitas é a morte lenta.

Rir continuamente das piadas das direitas é detonar outro dito popular: “Rir faz bem a saúde”.

INSUFLADAS PELAS MÍDIAS CONSPIRADORAS E POLITICOFASTROS AS DIREITAS FORAM ÀS RUAS E PROMOVERAM O ESPERADO: CHABU GERAL!

bosch2eA hipotimia é uma baixa no vigor que dispõe o homem a agir. Pode ter como causa um elemento fisiológico. Assim, como pode ser causada por um corpo psíquico. No caso psíquico, o sujeito se sente sujeitado por um corpo que lhe diminui o ânimo a agir no exterior. Ou seja, sua libido perde a força de investimento no objeto externo e se concentra em si mesma. O que resulta em um estado de tristeza e, consequentemente, em um estado de depressão.

A hipotimia é o afeto triste que domina as direitas. As direitas, por suas naturezas, sofrem de hipotimia crônica, porque sua única relação com o mundo exterior é elaborada através da idealização do lucro que o capital, como máscara econômica, lhe proporciona. Idealização, porque nasce em sua própria consciência. Não tem suporte na realidade da matéria exterior que possibilita a experiência construtora do mundo real.

Por apresentar esse quadro psicopatológico as direitas podem ser vistas como corpos projetores de forças paranoicas, já que o seu delírio contínuo pelo lucro, e que também possibilita vivenciar valores reativos como vaidade, prepotência, arrogância, desonestidade, ambição, ódio, inveja, etc., lhes leva a ver inimigos em todos os que não atuam como elas.

Por tal, essa animosidade contra os governos populares e, mormente, contra a presidenta Dilma Vana Rousseff eleita democraticamente duas vezes para governar o Brasil. Como as direitas não têm vigor necessário para se relacionar com o mundo real que lhe é contrário, a democracia, elas alucinaram e deliraram um protesto, ontem, em algumas ruas do Brasil, contra o governo Dilma. Para isso contaram, principalmente, com dois estratos de sua hipotimia: os meios de comunicação, eternos inimigos da democracia, como a TV Globo, jornais O Globo, Folha de São Paulo, Estadão, revistas Época, de propriedade da Globo, IstoÉ e Veja; e os politicofastros – os falsos políticos –, como Aécio Cunha, que durante toda semana insuflaram seus próprios sujeitos da hipotimia a comparecerem nas ruas. E compareceram com todos seus trabucos violentos. Nazifascistas, falsos democratas, invejosos, odientos, dondocas e fálicos narcisistas psicoplásticos entre outras espécies raras à democracia. 

Resultado: Chabu Geral. Apesar de toda a cobertura-insufladora e conspiradora da TV Globo, agora também com a participação da TV Record, gorou. Como é de seu próprio caráter anal-retentivo, ela procurou mostrar dados fraudados auxiliados pelas cenas fechadas sobre grupos para insinuar que era multidão. Chegou a afirmar, junto com a PM de Alckmin, que em São Paulo – berço esplêndido dos alienados e reacionários direitistas – foi 1 milhão de representantes. O que o instituto Datafolha, que também engrossa o caldo dos reacionários, contestou afirmando que no máximo foram apenas 210 mil participantes. Fato, que se fosse verdadeiro, falava contra os conspiradores já que nas eleições Dilma teve baixa votação no estado, apesar da ocultação pela própria mídia da falta de água, o que beneficiou Alckmin e o playboy Aécio Cunha. E mais, com esse número de participantes em todo Brasil, as direitas não conseguiriam eleger um prefeito de Manaus. E mais do mais, se as eleições presidenciais com o senil playboy ou com outro direitista, Dilma voltaria a ganhar. As direitas sofrem porque carregam um imensurável sentimento de culpa. E elas gostam.

Por isso, em Manaus, foi como nos outros lugares: chabu total. Bem que o prefeito Arthur Neto, do partido da burguesia-ignara, classe parasitária que vampirescamente suga o sangue dos trabalhadores, PSDB, se esmerou. Os que compareceram foram os mesmos sujeitos-sujeitados analfabetos políticos e os que fazem parte da turma dele. Entretanto, é necessário lembrar que aqui, em Manaus, Dilma sequer soube da candidatura de Aécio, amigo do prefeito.

No mais, as pessoas atentas, puderam constatar que o Brasil, com Dilma no governo, encontra-se com sua democracia bem fortalecida. O conjunto das direitas que foram às ruas não consegue eleger um prefeito de Manaus. Uma prova de que sua história atual vai sendo escrita com a cognição e os sentidos. Faculdades que determinam a dimensão política da humanidade. Juntando todos que formam o cordão ensandecido das direitas, fica um número que nem em delírio ameaça o governo Dilma, visto que ela teve mais de 54,5 milhões de votos.

Daí, que sendo as direitas portadoras da psicopatologia da hipotimia, que lhe faz apática e indiferente, em relação à vida, não pode ter dimensão política. Logo, querer governar, não passa de alucinação e delírio.

AÉCIO, SUA INEXISTENTE BARBA, E OS BARBUDOS: CRISTO, MARX E FREUD

??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????Durante toda pré-história os homens tinham barba. Alguns entendimentos podem ser inferidos sobre essa realidade. Os homens não se preocupavam com ter barba por trata-se de um caso natural, ter barba não lhes incomodavam e, também, porque não havia instrumento técnico para rapa-la. Com as evoluções epistemológicas e, consequentemente, a produção de um instrumento cortante, alguns começaram a fazer uso em si mesmo. O resultado foram barbas raspadas.

Na antiguidade era comum o uso de barba, assim como também na Idade Média. Mas um fato histórico levou muitos a cultuarem a barba: a representação patriarcal simbolizada como autoridade. Daí para frente essa categoria passou a dominar em muitos homens. Entretanto, alguns homens transfiguram o uso da barba com símbolo patriarcal para representação da responsabilidade histórica em que estavam engajados.

O certo mesmo, é que o cultivo da barba tem vários sentidos, mas sempre como expressão social. Houve um tempo em que a maioria dos homens não fazia mais uso do culto à barba. Isso ocorreu, em grande parte, no final do século XIX e XX. Um fator foi o hipócrita conceito burguês de que barba traduzia falta de higiene, sujeira do usuário.

Todavia, com o pós-guerra, e, consequente, com as novas formas de entendimento do mundo, eclodiram movimentos políticos, sociais, artísticos em que seus membros passaram a fazer uso da barba. Por exemplo, na década de 50, oriundo da década de 40, o movimento beatniks, impulsionado pelo poeta Jack Kerouac, que cartografou o movimento hippie. Os barbudos de então, têm na barba uma representação de liberdade que se expressava no protesto contra as forças do império capitalista promoter das guerras colônias, como no caso do Vietnam, com objetivos econômicos.

De lá para cá, uso da barba não perdeu essa representação. Entrou nas universidades, nas comunidades artísticas e operárias. Exemplo honesto de engajamento pela liberdade, Lula e sua barba. No Brasil, com a ditadura civil-militar, era um signo que para as forças repressivas representava subversão. O barbado era comunista, inimigo da ditadura. É muito simples entender essa “sabedoria” repressiva. Burguês não usa barba. Burguês é fariseu: é certinho, reto e limpinho.

Com essa história de cultuar a barba de modo displicente, muito nego ganhou um broto. A barba dava charme ao barbudo. Sem falar que também dava o charme do falso intelectual. Alguns brotos caírem nessa esparrela. Passavam a namorar o barbudo acreditando trata-se de um poeta, intelectual, qual o quê. O cara era um tremendo babaca. Muitas vezes dedo-duro. Porque a repressão usou esse recurso. Era comum descobrir dedo-duro barbado se passando por um cara livre. Um cara enturmado.

Pois bem, dos grandes nomes que elevaram e elevam a humanidade, três se revelaram incontestes barbados históricos. Cristo, Marx e Freud. Mas suas barbas transcendiam às imposições das etapas sociais. Não representavam o patriarcalismo, o compromisso e o modismo. Eram barbas por si mesmas. Portanto, barbas singulares em suas individuações. Só que essas barbas foram entendidas como modelos a serem seguidos. Daí um número de simuladores barbados: têm barbas, mas não têm. Na verdade, apenas uma caricatura.

Como é sabido de alguns brasileiros, Aécio Cunha, deixou a barba crescer. E, como também é sabido de alguns brasileiros, Aécio Cunha é um típico burguês que defende com destemor o ideário do sistema capitalista. E como defensor do sistema capitalista carrega os valores dele.

Sendo assim, sabe-se que a barba de Aécio não tem nenhuma semelhança com as barbas das três grandezas da humanidade. Assemelhar a Aécio com Cristo é destrambelhar a história. Aécio é ressentido. Cultua a vingança. Conspira continuamente contra Dilma que para ele é responsável por seu sofrimento. Ao contrário, Cristo não tem ressentimento. Não culpa ninguém, não persegue a vingança e nem julga. Não carrega um tribunal para condenar, porque não se toma como juiz. Em relação a Marx, não precisa caprichar nas tintas, como diziam nossos avós. Basta reafirmar: Aécio é um burguesaço. Cultua compulsivamente os valores capitalistas, principalmente a ambição. Já, com relação a Freud, é claríssima a confirmação edipiana de Aécio. Toda a carreira de Aécio foi pontuada pelos vínculos da proteção dos códigos do complexo de Édipo. Ele sempre precisou da imagem do pai para colher seus frutos da árvore triangular edipiana. Precisou do avô. O símbolo patriarcal do Édipo como estrutura do familismo. Daí que edipianizado permanece menino. Um quadro preocupante para o país, visto que uma nação não pode ser governada por um menino. Mas essa ameaça já passou. Mas em sua fantasia Aécio continua a ordenação edipiana. Por exemplo, a proteção que as mídias aberrantes lhes concedem. Aécio não escapa de Édipo.

Em síntese, a barba de Aécio não reporta a nenhuma dessas grandezas da humanidade. É uma barba caricata que só agrada a ele para poder fantasiar um ‘novo visual’. E poder afirmar fantasiosamente: “Vejam, agora sou outro”.

Mas na verdade, é Freud quem explica mais intrinsecamente essa questão. Para Freud a barba de Aécio não passa de uma ilusão. Porque a ilusão é um desejo sem objeto real. Freud é Freud, rapaziada! Não deu outra: Aécio raspou a barba. Era tudo ilusão!

O NAZIFASCISTA, BOLSONARO, CONFESSA QUE TEM IMPULSOS DE ESTUPRADOR AO DIZER PARA DEPUTADA QUE NÃO A ESTUPRAR PORQUE ELA “NÃO MERECE”

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O deputado nazifascista Bolsonaro (PP/RJ), mais uma vez confirmou que pode ser observado como personagem clássico da psiquiatria que estuda as alterações mentais com caráter sublimatório. Um caso que pode ser até observado e compreendido pela psiquiatria forense, que é reflexo da justiça burguesa-institucional.

Como pode ser observado até pelas lapelas do marquês de Sade, refletidas nos estudos dos neófitos estudantes de psiquiatria, que os atos do deputado são formas de sublimações de psicopatologias referentes a algumas perturbações ligadas a conflitos sexual/somático em forma edipiana/fálica. Daí suas condutas persecutórias ou paranoicas – o perseguidor-perseguido – contra negros, homossexuais, mulheres e acima de tudo, pessoas que mostram um grau superior de inteligência e eticidade, como é o caso da deputada Maria do Rosário.

Como os impulsos incontroláveis são derivados das pulsões de dor, o deputado não pode se manter racional e ético diante do objeto por ele nomeado como seu objeto de perseguição. O que ficou claro quando ele confessou seu impulso-estuprador ao se referir à deputada Maria do Rosário.

Dois signos saltam da deputada que acirram os estudos das frustrações-psicopatológicas do deputado contido-estuprador. Um, a deputada é do Partido dos Trabalhadores, objeto de ódio de Bolsonaro. Dois, a deputada Maria do Rosário foi ministra dos Direitos Humanos que trabalha diretamente com a Comissão Nacional da Verdade. Tudo que excita suas aversões que o impossibilitam a alteridade com o outro. O princípio fundamental da democracia.

Bolsonaro, em Sessão Plenária, afirmou: “Fica aí, Maria do Rosário, fica! Há pouco dias tu me chamou de estuprador no Salão Verde e eu falei que não ia estuprar você porque você não merece”.

Duas inferências, também, podem ser feitas na frase “porque você não merece”. Uma, para ele a deputada não tem atributos machistas que agrade a ele. Dois, há mulheres merecedoras de estupro, porque permitem ao estuprador o prazer. Nesse caso, a deputada não daria prazer a ele que afirmou não a estuprá-la, porque ela “não merece”.

Mas de qualquer perspectiva, o que se entende mesmo é que Bolsonaro confessa que tem impulso de estuprador: “falei que não ia estuprar você porque você não merece”. A misoginia de Bolsonaro já é do conhecimento da maior parte da sociedade brasileira.

Posição-aversiva contrária ao corpus democrático, visto que a democracia é composição de todas as potências humanas, não excluindo nenhum gênero, cor, credo religioso ou posição sexual.

EXTREMA-DIREITA CONTRA DIREITA PROPICIOU CHABU NA PASSEATA QUE SERIA “REVOLUÇÃO” DE 15 DE NOVEMBRO. COISAS DELAS

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O psicanalista Lacan diria que não há objeto do desejo nas posições das direitas. Daí que suas funções é preservar o nada pela fantasia. A ausência do Outro. Mas é tema por demais sensível ininteligível paras essas forças pervertidas. Por isso, o que se deve seguir o grau de humor que essas perversões podem nos proporcionar quando elas se querem respeitadas e consideradas. Embora sem nenhuma nota que nos cative.

O certo mesmo, é que elas prepararam, segundo elas próprias, uma grandiosíssima manifestação contra a presidenta Dilma Vana Roussef, a ser realizada no dia 15 de novembro. Data simbólica – simbolismo sem qualquer relação com Lacan – na História do Brasil, já usada pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal STF, Joaquim Barbosa para mandar prender os condenados da Ação Penal 470, e expô-los à execração pela mídia indigente.

Foi então que chegou o tal dia. Só que não houve símbolo. A manifestação grandiosíssima deu chabu. A extrema-direita não seguiu o roteiro traçado pelos líderes obnubilados e passou a pedir a intervenção militar para depor Dilma do poder que galgou através do voto popular. Foram cartazes com pedido de impeachment, SOS Forças Armadas, Fora Dilma, entre ostros do gênero ditadura já.

Com a posição explícita, que sempre foi explícita, só os líderes da marcha dos obnubilados não viam, uma parte dos antidemocratas foi embora. O que já era diminuto ficou mais ainda. E mais, segundo os próprios organizadores, 149 mil confirmaram presença pelo Facebook. Não sabem que o virtual-tecnológico-fantasiado não toca no real. Nem para o defensor da virtualização, filósofo Pirre Levi.

Mai uma prova inconteste que Aécio não tem voto. Os 51 milhões de votos que eles andam alardeando para Aécio, não passam de votos dos que odeiam a democracia popular. O chabu das direitas confirmou que quem conhece as ruas é o povo. Não foi por acaso que o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST) colocou, na quarta-feira, mais de 15 mil pessoas nas áreas nobres paulistanas Contra as Direitas pelos Direitos.

MÉDICO NAZIFASCISTA, MILTON PIRES, QUE JÁ AGREDIU UMA MÉDICA, EXPRESSA SUA TARA CHAMANDO DILMA DE “FILHA DA PUTA”

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O que caracteriza o comportamento nazifascista é um ódio compulsivo contra a humanidade. Esse ódio é a revelação do seu fracasso em vivenciar os princípios de alteridade e solidariedade de existir com o outro que constituem o corpus humanidade. Corpus este que só é vivenciado pela pessoa que saiu de seu Em-Si (Freud chamava de narcisismo primário) para chegar ao Para-Si e voltar como humano em si mesmo. Do contrário ninguém pode ser chamado de humano. A humanidade é a criação que todo homem e mulher devem produzir em si para se tornar humano, porque ninguém nasce humano. Nós nos fazemos humanos, mas nem todos têm essa condição singular.

O nazifascista é esse tipo malogrado humanamente. Não saiu do Em-Si. Ficou paralisado em si mesmo sem conhecer o fora. Aí seu ódio por se sentir vazio. Ódio contra tudo que expressa vida. Vazio, paralisado não carrega princípios éticos que o possa encadear afetos alegres com os outros. Por essa tara o nazifascista só se aproxima de quem apresentar o mesmo sintoma psicopatológico.

Mas é preciso entender, que o nazifascista, embora seja uma anomalia mental, não está incluído nas psicoses como esquizofrenia, esquizo-paranoide, maníaco-depressivo, conhecida como bipolaridade. Esses tipos de comportamentos afetivos não carregam ódio contra a humanidade. As causas de seus comportamentos são outras muito diferentes do nazifascista. O nazifascista é produto de uma cruel realidade imposta em sua infância que abstraiu de si qualquer código humano à afeição.

O mundo sempre lhe foi apresentado como ameaçador e destrutivo. Pode-se afirmar que ele vivenciou mais a ameaça de tânatos, a morte, do que o convite de eros, o amor. Sua infância foi profundamente perturbada por imagens deletérias, como são seus sonhos. Tudo para ele é destruição. Quer conhecer um nazifascista? Peça que ele lhe conte um sonho. Quer dizer, se você conseguir se aproximar dele.

Eles casam, tem filhos, beijam os pais, falam com os vizinhos, mas tudo como fatores muito distantes sem contato ontológicos. Embora odeiem e sejam atraídos pelo terror, pela morte, eles são covardes. E só se mostram forte em bandos. Ou, quando constroem no próprio corpo algum sinal que lhes enfeitiça como poder. Exemplo, armas, instrumentos para prática de violência. Mas também pode ser um símbolo-fálico promovido pela sociedade capitalista, como ‘carrão’, dinheiro, posição social.

Sempre há no nazifascista algo que desvia o signo racional. Por isso que sua linguagem é miseravelmente feita por estereótipos com significante-patológico. Observem as enunciações nazifascistas dos que tentam ofender Dilma. Nenhuma enunciação saída de uma analise racional dos meios políticos, sociais, antropológicos, econômicos, estéticos que constituem a linguagem como corpo de ligação entre os homens. Mas tão somente projeções de suas aberrações. Linguagem estereotipada de grupo pervertido.

É nesse quadro que se tem que entender a violência promovida pelo médico gaúcho Milton Simon Pires, do Hospital Conceição, contra a presidenta Dilma que teve uma queda de hipoglicemia depois de mostrar superioridade contra o limitado candidato das direitas, Aécio Cunha, no debate do SBT. O alcunhado médico, que está afastado de suas funções por agredir uma médica, com direito a Boletim de Ocorrência Policial e Corpo de Delito, escreveu: “Tá se sentindo mal? A pressão baixou? Chama um médico cubano, sua grande filha da puta!”

Seu comportamento aberrante é próprio dos que têm dificuldade de se relacionar com as mulheres de forma solidária, porque não conseguiu, quando criança, criar a imago da mulher através de sua vivência com sua mãe. Por isso, todas as mulheres são para eles uma ameaça. Ainda mais, quando é uma mulher como Dilma. Inteligente, corajosa, ética, e comprometida historicamente com a liberdade e felicidade de todos. Para esses nazifascistas, é desesperador não ter a imago-mulher em si. Como aberrações, porque a vida pede associação com o outro e eles não conseguem realizar, eles são misóginos. Odeiam as mulheres, porque às temem. Pobres miseráveis aberrações da espécie humana. 

Outra agressão nazifascista foi sofrida pelo blogueiro e militante do Partido dos Trabalhadores, Enio Barroso, que faz uso de cadeira de rodas para se locomover por causa de uma doença degenerativa da qual é acometido. Enio Barroso passava por uma rua, de São Paulo quando parou perto dele um ‘carrão’ ocupado por três sujeitos-sujeitados tatuados e bombados. Enio, na dele, e os nazifascistas começaram a agredi-lo com os enunciados próprios deles. “Petista filho da puta!”. Enio deu mole, sem qualquer medo, porque em sua biografia, no tempo da ditadura já havia sido preso várias vezes. Os nazifascistas desceram do veículo, se aproximaram dele e continuaram com a agressão, com um dos malogrados atingindo-o com um murro na cabeça. Foi quando uma senhora, do outro lado da rua, gritou pela polícia. E como não podia ser diferente, covardemente, eles entraram no carro e partiram.

São muitos os exemplos de violências nazifascistas que vêm ocorrendo no Brasil. E ficou mais acirrada nesse tempo de campanha presidencial quando eles aproveitam para projetar suas frustrações aberrantes na candidata dos governos populares, Dilma.

O grande perigo que eles trazem para a democracia é que eles não são racionais, existem sob o domínio do terror e querem propagá-lo de qualquer forma. E a democracia é um regime composto pelas potências racionais de todos os cidadãos. E eles não conseguem atingir o grau de cidadania racional.

Fiquemos atentos! Eles querem se apossar do poder de qualquer formar. Como nazifascistas não tem qualquer sinal de pudor.

O CONSELHEIRO ECONÔMICO DE MARINA, EDUARDO GIANNETTI, QUE SE DIZ FILÓSOFO, QUER LULA E FHC NO GOVERNO DA OBREIRA. FANTASIA

Eduardo Giannetti é um economista-burguês e não precisa ninguém se apoiar em Marx para afirmar essa realidade. Ele mesmo já se posicionou como um liberal. Daí que todas suas enunciações sejam baseadas na política econômica clássica. Ele é o conselheiro econômico da candidatura de Marina, e com essa função faz as articulações com os empresários de forma geral.hqdefault

Entretanto, se é fácil entender a posição de economista-burguês de Eduardo Giannetti, é impossível entendê-lo como filósofo, porque não existe filósofo-burguês. O filósofo sempre carrega devires, fluxos mutantes e quantas desterritorializantes que se mostra como movimento real que escapa da imobilidade. Como diz o filósofo Henri Lefebvre, um sujeito das ultrapassagens. Um sujeito transcendental que escapa dos estados de coisas definidos.

O burguês é capitalista, um sujeito molar, por isso conserva os estados de coisas que são seus constantes lucros saídos da exploração da força de trabalho do operário como mais valor. Esse o estado de coisa que ele luta para preservar. Aí o seu pavor do movimento real. Nada de mudanças. A não ser simuladas mudanças. O devir é seu maior inimigo. Para ele não existem os princípios dialéticos: nenhum corpo encontra-se isolado, todo corpo encontra-se em movimentos e todo corpo sofre mudanças quantitativas e qualificativas. Ou seja, todo corpo, por seu modus de ser-devir, ele é vida. E o burguês, em seu estado molar, nega a vida.

Assim, é possível entender que Eduardo Giannetti seja verdadeiramente um economista-burguês e jamais um filósofo. Talvez, ele assim se autocognomine porque tenha estudado doutrinas filosóficas, o que não faz ninguém filósofo. Não é porque alguém completou um curso em uma Faculdade de Filosofia que seja um filósofo. É mais fácil ser filósofo sem ter um curso de filosofias, do quem o tem. A filosofia escapa dos sistemas como pressupostos determinantes. Que o diga o filósofo Nietzsche. E também Deleuze, entre poucos.

Ao afirmar, como conselheiro econômico da candidata metafísica, que pretende reunir Lula e Fernando Henrique no governo de Marina, ele enunciou o economista. Daí a fantasia. Três princípios impossibilitam essa fantasia. Claro, que toda fantasia é impossibilidade de realização. Escapa do princípio de realidade.10563_2_L.jpg

1 – Lula não compõe com Marina, em razão de alguns fatos. Se Lula pretendesse proximidade com Marina, teria permitido que ela continuasse como ministra em seus governos. Outro fato é que Lula é pessoa de associação, de agregar, de se dá em relação, distributivo. Já Marina, ao contrário, não agrega, é ambiciosa, imperativa, excludente e acredita demais no sobrenatural. Já Lula tem a consciência no real. Se funda no princípio e realidade. Marina nem no princípio do prazer, já que não há prazer no sobrenatural-metafísico.

2 – Lula não pode jamais compor com Fernando Henrique, visto que ele é totalmente diferente do ‘príncipe’ sem trono. Lula, como operário, compõe potências produtivas, que lhes fazem ser um homem oblativo, aquele que se doa. O ‘príncipe’ sem trono é um neoliberal cujo amor é concentração de riqueza extraída do trabalhador, o que lhe faz um homem captativo, sujeito do capitalismo predador que tudo devora. Como Marina, ele também é um poço de vaidade e ambição. O contrário de Lula que prima pela simplicidade.  

3 – De acordo com o quadro apresentado por Marina, onde são imbricados elementos metafísicos, sobrenaturais, messiânicos, ódio ( “tenho que acabar com esse demônio PT”), ideias confusas, agora o caso do avião fantasma e suas relações com o empresariado reacionário meramente calculista, e a inteligência da maioria do povo brasileiro, ela possivelmente não será eleita.

Portanto, concebe-se, sem qualquer receio de errar, que essa enunciação de Eduardo Giannetti de unir Lula e Fernando Henrique no governo de Marina, foi de autoria, incontestavelmente, do economista-burguês da economia clássica. Os apologistas do lucro, como afirma Marx. 

COM O PROPÓSITO DE CONSEGUIR O MÁXIMO DE APOIO DOS EMPRESÁRIOS, VICE DE MARINA FECHA COM A INDÚSTRIA BÉLICA. META CAPITALISTA QUE PODE PRIVATIZAR O BOLSA FAMÍLIA

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Desde que tomou conhecimento da morte de Eduardo Campos, Marina caiu na batalha para ser indicada a candidata do PSB. A ambição era tamanha que até afirmou que Deus lhe impediu de entrar na aeronave que o candidato do hoje partido de aluguel, entrou para morrer. “Foi a providência divina que impediu que eu embarcasse naquele avião”. Avião esse que começou a fazer estrago em sua campanha. Esse o mote de Marina que hoje ela, junto com outros, entre eles membros do partido alugado, sem qualquer pudor ético, glosam.

Marina caiu “na estrada tirana (Belchior)”, e foi oferecendo o futuro do Brasil se a providência divina assim quiser. O que ela pode afirmar. De saída, encontrou na estrada tirana do capitalismo representante do sistema financeiro Neca, filho de Olavo Setúbal, criador do Banco Itaú, a instituição financeira que mais lucra no Brasil e que tem mais demitido nos últimos meses, de acordo com o sindicalismo bancário.

A missionária e metafísica Marina prometeu, segundo gente do setor financeiro, tornar independente o Banco Central, uma instituição que é fundamentalmente administradora do setor financeiro do Estado. Uma festa na estrada tirana. Uma festa tamanha que a Bolsa Valores tem tido grandes lucros nós últimos dias por ter Marina como sua solidária parceira.

Como a estrada tirana é longa e muito bem frequentada Marina, com sua turma, cada dia que passa vai arregimentando parceiros defensores e usufruidores do capital, em nome de um governo onde predomina o bem. Foi assim que, movido pelo sentido do bem, que seu vice, Beto Albuquerque, personagem ligadíssimo ao agronegócio que é inimigo das terras indígenas e quilombolas que ambiciona, fechou acordo com representantes da indústria bélica, tudo em nome da vida ideal que Marina segue. É logico, que a maioria da população brasileira sabe que o sentido da vida que Marina transporta é a vida-metafísica. A vida, no caso humano, sem sistema nervoso central, cerebral e, portanto, racional.

Como a razão para Marina é instrumental, apenas elemento de direcionamento ao que óbvio relativo aos seus interesses, ela não pode entender que esses acordos com a nata empresarial é um perigo porque se trata de gente calculista que só persegue os seus interesses. E essa condição racional própria de Marina, é uma fonte de lucro para eles. Daí o perigo para uma grande parcela da sociedade brasileira se ela for eleita. Porque algum empresário pode bem propor, em nome do bem, a privatização do Bolsa Família.

Partindo do entendimento do que ela quer fazer com o Banco Central, pode-se aventar que é possível que as políticas sociais criadas pelos governo populares de Lula e Dilma sejam privatizadas. Quem não conhece o espírito do capitalismo, acredita ser impossível, coisa de louco. 

JOGADORES ALEMÃES IMITANDO MACACOS, RELACIONANDO-OS A BRASILEIROS, MOSTRAM SUAS REAIS CORTESIAS PARA AS CONSCIÊNCIAS COLONIZADAS GERMANÓFILAS. ELAS MERECEM

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Os jogadores alemães enquanto estiveram no Brasil simularam uma cortesia e uma educação que só os germanófilos obstruídos, ou escotomizados, não viam. Além de uma grande parte de brasileiros germanófilos tecerem-lhes abundantes elogios, muitos dos chamados grandes comentaristas de futebol do Brasil se rasgaram em exaltações aos conterrâneos de Hitler. Até a ESPN, do consciente Trajano, caiu na simulação e gastou inúmeras matérias elogiando a simulação. Uma verdadeira república de germanófilos.

 Pois bem, levaram a Copa e quando chegaram de volta à sua terra, mostraram o que esse blog já havia afirmado. A cortesia e a educação não passavam de pura simulação. “Os bons moços”, que os germanófilos brasileiros cobriram de referências notáveis, mostraram o quanto carregam de ódio e desprezo pelos brasileiros.

Os jogadores Klose, Schürrle, Mustafi, Götze, Weidenfeller e Kroos, amados pelos germanófilos brasileiros, desfilaram na passarela quase de cócoras imitando macacos, gritando: ”Assim andam os gaúchos!” Gaúchos para eles são os brasileiros. E lentavam, gritando, em pés: “Assim andam os alemães!” Numa prepotência que o mundo já conhece de miserável lembrança.

Tem mais. Neuer, Schweinsteiger, Höwedes, Grosskreuz, Draxler Matthias e Günter entraram em fila indiana imitando como os jogadores brasileiros entravam em campo. Mostrando um total desprezo por nossos jogadores. E com o apoio do público alemão. Isto é muito perigoso.

O psiquiatra alemão criador da Bioenergética, Wilhelm Reich, certa vez, comentado a ascensão do nazismo, afirmou que estava convencido que sua vitória não fora resultado da propaganda desencadeada por Hitler, mas, sim, porque o povo alemão a desejava. Ao observar o comportamento nazista dos jogadores alemães nos deixa uma preocupação em relação ao mundo atual onde grupos neonazistas estão proliferando.

Aqui mesmo no Brasil já se observa essa ameaça. Esse ano tem eleição para Presidência da República e há anos materializou-se uma campanha, como esta, para destruir os governos populares e impedir que Dilma seja reeleita. Uma campanha que tenta ofender Dilma de todas as formas. Um exemplo próximo, a burguesia-ralé usando a pornofonia, linguagem sui generis dessa classe, contra a presidenta no Estádio Itaquerão. Explícito comportamento nazifascista.

Como o nazismo é composto de corpos que carregam partículas sadomasoquistas, é possível que os germanófilos brasileiros tenham gostado das expressões dos jogadores alemães. É só constatar que eles estão excitados pela volta do patrão Fundo Monetário Internacional (FMI).

Veja o vídeo e confirme como se mantém vivo o nazismo.

SE AÉCIO NEVER FOSSE ELEITO PRESIDENTE, ESSE SERIA SEU MINISTÉRIO, SEGUNDO GUSTAVO CASTAÑON

Veja e comente, mesmo não tendo o que comentar, já que esse mistério jamais seria real. Não que seu possível não seja passível de ser realizado com essas figuras pertencente ao clã das direitas. Mas porque Aécio jamais será eleito presidente do Brasil. O eleitor brasileiro, em sua maioria, já conhece o cheiro da “massa cheirosa” que se refere à retrógada jornalista, Eliane Cantanhede, do também retrógado jornal, Folha de São Paulo.

ministério

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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