Archive for the 'Índio' Category

GOLPISTAS! A PAPUDA NÃO MERECEU JOSÉ GENOÍNO, MAS ELA ESPERA VOCÊS

Os detratores, degredados, filhos de Aécios, aéticos homens que de tudo fizeram para derrubar a presidenta eleita com 54.501.118 estão aí, agora denunciados como gatunos. Quando um banco, cartão de crédito cobra juros exorbitantes o que estão a fazer? Quando um pobre por necessidade surrupia uma lata de conserva para comer o que está a fazer? Quando uma empreiteira repassa malas de dinheiro para apolíticos em contas na Suíça, Condado na Alemanha, Cingapura em cabaré o que o recebedor desse dinheiro está a fazer? Todos eles estão  roubando. Todos são ladrões. Tem, porém, uma diferença, o roubo deles não é roubo, é corrupção, são juros que o banco cobra. Não é roubo. É dinheiro declarado no TSE para campanha. Só é roubo a lata de conserva surrupiada por um trabalhador para levar comida para seus filhos. E contra este desaba toda uma violência que vai da humilhação por parte de seguranças do supermercado que também são trabalhadores e termina num camburão, muitas vezes da polícia, onde é mais violentado. Nunca se viu seguranças de bancos, supermercados agredindo apolíticos, banqueiros, deputados, senadores ladrões. Só violentam pobres. Neste país, nos últimos tempos, a gana destes golpistas que vai da mídia, do judiciário todo é contra os trabalhadores. Neste momento o Brasil está desfigurado. Não bastasse a roubalheira, agora estão terminando de vender o que resta da Petrobras, vendendo a participação nas empresas aéreas para o capital internacional e abrindo o mercado para a venda de terras na Amazônia para estrangeiros, fato que não é de hoje denunciado. Há rios no Amazonas, no Baixo Amazonas que o ribeirinho não tem acesso porque está todo controlado por estrangeiros. Só tem acesso os estrangeiros, na sua maioria em aviões que pousam na água. Isso é uma forma de roubar a soberania de um povo. Neste dia em que o ministro Fachin divulga a lista para investigação só comprova o que falávamos junto com todos os outros blogs sujos. A presidenta Dilma foi  cassada por um bando de ladrões, de entreguistas da soberania de nosso país. Nosso país está numa situação muito difícil. O desemprego está numa escalada vertiginosa. Não há uma família que não tenha pessoas desempregadas. E o homem sem trabalho perde sua dignidade. E lutando contra as aberrações, contra os indignos, os não seres, abjetos estamos nós, defendendo o povo e nossa democracia. Eles querem nos tirar o direito de concorrer as eleições com Luis Inácio Lula da Silva. Só que eles já perderam o tempo e Lula será o candidato do PT e do povo brasileiro. Lula é intempestivo. Estão fazendo de tudo para prejudicar o maior e melhor presidente que este país já teve. Mas não há nenhuma prova de que Lula é ladrão. Nenhuma testemunha em Curitiba disse que Lula roubou. Mas mesmo assim Lula tem que ir a Curitiba. O maior desejo de Moro é prender Lula. Mas Lula nunca será preso. Só há um lugar para Lula ser preso. É no coração do povo brasileiro, dos verdadeiros democratas, dos que querem bem seu país, que amam seu país, que querem o projeto energético funcionando com a Petrobras, o Banco do Brasil, com as Universidades, Institutos Federais, Educação, Minha Casa Minha Vida, Fome Zero, Pronatec, Fies, Ciências Sem Fronteiras, com a Caixa Econômica Federal, com o BNDES, com a conclusão do projeto do nosso submarino nuclear e com a liberdade de Othon Pinheiro que se encontra preso acusado de corrupção, quando sabemos que isso faz parte de interesses do sistema capitalístico internacional contra nossa soberania. Estes golpistas não merecem a consideração do povo brasileiro, Eliseu Padilha, Moreira Franco, Gilberto Kassab, Helder Barbalho, Aloysio Nunes, Blairo Maggi, Bruno Araújo, Roberto Freire e Marcos Pereira denunciados pela PGR deveriam cada um renunciar a dublagem de ministros. Que nobreza tem um palácio quando todos os seus dublês de ministros são denunciados. Ah! mas denunciado não quer dizer que é criminoso. Certo. Concordamos, senhor golpista Eduardo Braga. Só que nas planilhas da Odebrecht o nome de vocês aparecia e agora as delações voltam a reafirmar que muita grana foram repassadas para vocês, né seu Omar Aziz que tem todo o interesse de ver seu nome limpo porque no seu governo a Odebrecht não operou por cá. Mas, você é senador. O que vale são os interesses da empresa e os lobes com Jucá. Quando vale a aprovação de uma emenda de interesse de uma empreiteira. A grana quem comandava era Jucá e outros e depois era rateada, né Alfredo Nascimento. Você pulou fora dos governos populares que durante todo o governo Lula fez parte da coligação. Não suportou ser afastado no governo Dilma. Mas agora vai ter que responder à justiça. Enriquecimento aqui e em Natal. Dizem que há muitos hotéis por lá. Quem já está doente vai piorar. Tem tucano de todo jeito e forma delatado. Há Kimonos. O príncipe que ainda hoje pregava o diálogo contra a intolerância, Fernando Henrique Cardoso foi delatado na lata pelo pai do Marcelo Odebrech. Não só comprou a reeleição como pegou muita grana nas duas últimas eleições. No dia que Mineirinho levou uma surra de Lula nas intenções de votos em Minas em pesquisa do Instituto Paraná, hoje, a partir de hoje Aécio já era. Está fora de concorrer e chegar à Presidência da República. O desgoverno golpista que perdeu toda a credibilidade do povo por suas investidas contra a soberania brasileira recebeu este relatório de Fachin que estamos a compartilhar, sacado do nosso companheiro Paulo Henrique Amorim, no seu Conversa Afiada.

De acordo com o Ministério Público, “há fortes elementos que indicam a prática de crimes graves, consistente na solicitação por ELISEU PADILHA e MOREIRA FRANCO de recursos ilícitos em nome do Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB e de MICHEL TEMER, a pretexto de campanhas eleitorais” (fl. 10). Em menção ao termo de depoimento de Paulo Cesena, narra a inicial que, por ocasião do lançamento do edital da segunda rodada de concessões aeroportuárias, a Odebrecht tinha sinalizado interesse na manutenção de cláusulas que aumentariam suas chances no certame. Por essa razão, noticia reunião com o Ministro da Aviação Civil Moreira Franco para que as cláusulas fossem mantidas, tendo sido acolhidos os pleitos do grupo empresarial.

Ainda segundo o Ministério Público, os termos indicariam que Moreira Franco, a pretexto da campanha eleitoral de 2014, teria solicitado o valor de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais), e que o grupo empresarial, consoante relato de Benedicto Barbosa da Silva, teria feito o repasse, porquanto Moreira Franco seria muito próximo do núcleo duro Supremo Tribunal Federal . O pagamento, por sua vez, teria sido realizado por Paulo Henrique Quaresma à Eliseu Padilha, pessoa indicada por Moreira Franco para receber os recursos. Dos documentos apresentados pelo colaboradores constam planilhas do sistema “Drousys” que apontam pagamento a pessoa de apelido “Primo”, em localidades que correspondem ao escritório de Eliseu Padilha. Cláudio Melo Filho detalha, conforme aponta a inicial, um jantar, de que teria participado Marcelo Odebrecht, Eliseu Padilha e Michel Temer, ocorrido no dia 28 de maio de 2014, no Palácio do Jaburu, e no qual teria sido solicitado, a pretexto da campanha eleitoral de 2014, o repasse de dez milhões de reais. Segundo o termo de Marcelo Odebrecht, esses recursos, respectivamente seis milhões de reais e R$ 4 milhões de reais , seriam destinados à Paulo Skaf e a Eliseu Padilha. Os detalhes sobre esse pagamento constam, segundo o Ministério Público, dos termos de Cláudio Melo Filho, Marcelo Odebrecht, Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, e José de Carvalho Filho. Afirma-se que os valores destinados à Paulo Skaf foram pagos parcialmente a Duda Mendonça e que, por haver saldo remanescente, Paulo Skaf teria procurado Marcelo Odebrecht para informar a dívida.

Já o pagamento a Eliseu Padilha teria sido feito ao “Sr. Yunes ou Sra. Cida”. José de Carvalho Filho, em seu termo, afirma que desse valor a soma de um milhão de reais teria sido destinada à Eduardo Cunha. O Ministério Público narra, ainda, que José Yunes compareceu espontaneamente à Procuradoria Geral da República no dia 14 de fevereiro de 2017 e relatou ter sido contatado por Eliseu Padilha em 2014 a fim de que recebesse um suposto “documento”, entregue por Lúcio Bolonha Funaro.

Segundo o requerente, a presença de Lúcio Funaro como uma das pessoas encarregadas da entrega indicaria o “caráter ilícito dos fatos”. Fazendo uma exposição de vários fatos e transcrevendo documentos que se caracterizam como indícios, ressalta “que há menção de participação do atual presidente da Republica Michel Temer, sendo certo que ele possui  imunidade temporária à persecução penal” , o que, em seu entender, significaria a “impossibilidade de investigação do presidente da República, na vigência de seu mandato, sobre atos estranhos ao exercício de suas funções” 

A democracia será reconquistada no Brasil. E todos os golpistas serão chamado à responsabilidade. Insistimos. Não era para termos aceito com tanta facilidade esse golpe. Ladrões, golpistas, no início da trama era para terem sido todos presos, como serão quando a Democracia for novamente produzida, pois nela, ladrão, corrupto não será tolerado. Vão ter que se ver com a justiça. E a justiça será devolvendo o que roubaram e tirando-os do convívio social porque são muitos perigosos. E para usurpador só a um remédio: Papuda, no Distrito Federal. Pelo menos isso, será um preso federal.

 

LEVANTE POPULAR, MOVIMENTO SEM TERRA E ENTIDADES INDÍGENAS, REALIZARAM MANIFESTAÇÃO CONTRA A ETERNA GOLPISTA REDE GLOBO

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A Rede Globo é o que é: a exacerbação da inutilidade. Basta observar sem muita atenção sensitiva, cognitiva e ética para confirmar essa realidade aviltante. Sua grade de programação e seus apresentadores só confirmam. Não há um programa na TV Globo constituído de corpos democráticos que proporcionem respeito à sensibilidade, inteligência e o espírito ético dos telespectadores.

Desde sua fundação até o dia de hoje sempre foi assim: uma rede de programação voltada para a alienação e o lucro. Mas para isso foi preciso primeiro se solidificar como uma emissora voltada à bajulação dos superiores, como ocorreu na ditadura, e forte relação com os governos.

Com esse sintoma antidemocrático, a Rede Globo é useira e vezeira em matéria de golpe. É por essa síndrome antidemocrática que ela é hoje a emissora mais rejeitada pela população brasileira. Em todo canto e recanto do país sempre se ouve a entoação do que já virou hino de dignidade contra a conspiradora: “O Povo não é bobo! Fora a Rede Globo!”. “Abaixa a Rede Globo”, e outras entonações nacionalistas e progressistas.

Com essa compreensão o Movimento Levante Popular de Juventude, o Movimento Sem Terra e entidades indígenas, além de outras representações, realizaram um ato de protesto contra a useira e vezeira da conspiração contra governos populares.

Foi uma verdadeira festa!

DILMA PARTICIPA DA ABERTURA DOS JOGOS MUNDIAIS INDÍGENAS

981608-23102015dsc_8323Jogar é do homem! Jogar é dançar! Não acredito em um deus que não dança, diz o filósofo Nietzsche. O filósofo Sartre fala do jogo como elemento ontológico do humano. Claro que a filosofia não toma o jogo como uma disputa entre adversários que objetivam a vitória. A concorrência entre os que se digladiam. Mas há nesse jogar-disputa elementos do jogar filosófico que é o estar no mundo como ser atuante. E atuar é jogar. Jogar na vida é atuar como autenticidade de si: Homem Total.

“Não é possível entender a si mesmo como consciência sem pensar que a vida é um jogo.

981614-23102015-dsc_8717O que é um jogo, na verdade, senão uma atividade da qual o homem é a origem primeira, cujos princípios são colocados pelo homem e cujas consequências só podem ser de acordo com os princípios determinados? Mas desde que o homem se entenda como livre e queira usar sua liberdade, toda sua atividade é um jogo: ele é o princípio primeiro dessa atividade, ele escapa ao mundo por natureza, ele próprio determina o valor e as regras dos seus atos, e só consente em pagar segundo as regras que ele mesmo determinou e definiu.

Por isso endosso inteiramente a frase de Schiller: “O homem só é plenamente homem quando joga”. “

No Brasil foram os índios que inventaram o jogo tanto entre eles próprios e na relação com a terra em forma de agricultura, caça e pesca. Jogar é atuar em movimento. Tudo que os índios sempre fizeram. Aí eles terem muito mais em essência o princípio do jogar do que qualquer Neymar. Onde o capitalismo predomina não há jogo. Há imobilidade das atuações perpetrada e organizada pelo capital. E sem mobilidade, que é o fluxo-livre, não há jogo. Os profissionais da pelota, como Neymar, não jogam. Simulam e sumulam um jogo que o torcedor, também imobilizado pela paixão, acredita.

Palmas (TO) -  A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas 2015 (Roberto Stuckert Filho/PR)

Palmas (TO) – A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas 2015 (Roberto Stuckert Filho/PR)

Palmas (TO) - A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas 2015 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas (TO) – A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas 2015 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas (TO) - A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas 2015 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas (TO) – A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas 2015 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas (TO) - A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas 2015 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas (TO) – A presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas 2015 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Mas o certo é que a presidenta Dilma Vana Rousseff, compareceu aos Jogos Mundiais Indígenas que ocorre em Palmas (Palmas para os jogadores indígenas!) e vai até o dia 1° de novembro com as participações de 2 mil atletas de 30 países. Brasil, Américas, Nova Zelândia, Rússia, Mongólia, Congo, Filipinas são alguns dos participantes.

Palmas(TO) -  Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) – Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) -  Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) – Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) -  Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) – Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) -  Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) – Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) -  Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) – Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) -  Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) – Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) -  Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) – Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) -  Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) – Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) -  Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Palmas(TO) – Cerimônia de abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Nos Jogos Mundiais Indígenas os atletas participaram de partidas, entre outras, cujas modalidades são próprias de suas culturas como arremesso de lança, corrida de toras, arco e flecha. São modalidades que afirmam a estrutura cultural desses povos e as mantém protegida da força predadora da cultura dita civilizada. Ou a cultura psicótica das organizações sociais prescritas pelo capitalismo.

LÍDER INDÍGENA GUARANI MBYA É ENCONTRADO MORTO NAS ÁGUAS DA LAGOA DOS PATOS, NO RIO GRANDE DO SUL

O cacique Inácio Lopes, ativista político e ritualista da religião guarani-mbya, no município de Palmeiras do Sul, no Rio Grande do Sul, foi encontrado morto nas águas da Lagoa dos Patos. Como líder indígena, Inácio Lopes era conhecido na região como militante da Comissão de Terra Guarani que depois passou a ser chamada de Conselho de Articulação do Povo Guarani (CAPG). Ele morava em Torres, na área indígena cedida pelo governo federal aos índios como recompensa pelas terras que eles perderam com as construções de rodovias na fronteira dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Uma violência comum contra os direitos históricos dos povos indígenas.

Quando da duplicação das estradas rodoviárias do estado do Rio Grande do Sul, que dividiram as terras indígenas obrigando os índios acamparem nas margens dessas estradas, o líder Inácio Lopes, participou grandemente na articulação das comunidades.

Por péssima ironia, o corpo do líder indígena foi encontrado nas proximidades da ilha que está sendo oferecida aos índios por fazendeiros do município de Capivari do Sul com o objetivo de compensar a terra reivindicada pela comunidade indígena. Esses fazendeiros pressionam constantemente os índios a aceitarem a mudança para a ilha.

A divulgação da morte de Inácio Lopes foi feita pelo Conselho Indígena Missionário CIMI). Ainda não se sabe qual a causa da morte. Mas uma verdade que pode ser inferida é que índio sabe nadar. E muito bem. Por essa inferência, Inácio não poderia ter morrido afogado. Salvo ele tenha tido um mal súbito ao encontra-se na água. Tirando essa inferência, ele pode ter sido assassinado e jogado na lagoa, porque ele não poderia morrer em terra em função de um mal súbito e se lançar, depois de morto, nas águas. Elementar!

Índios interditam rodovia no Ceará em protesto por demarcação de terras

da Agência Brasil

Em protesto pela demarcação de terras no Ceará, um grupo de índios de seis etnias, principalmente Tapeba, mantém interditado, desde a manhã de hoje (17), um trecho da BR-222, no município de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), aproximadamente 200 índios ocupam os dois sentidos da rodovia, que liga o estado do Ceará ao Piauí, na altura do km 17. De acordo com o presidente da Associação das Comunidades dos Índios Tapeba (Acita), Ricardo Weibe, no entanto, o número de manifestantes chega a 800. Ele disse que os índios vão permanecer no local até serem recebidos pelo governador do Ceará, Cid Gomes.

O superintendente da PRF no estado, inspetor Marco Antônio Maia, informou que durante as negociações com o grupo, mais cedo, conseguiu agendar uma reunião para a manhã desta terça-feira (18) com o vice-governador, Domingos Gomes de Aguiar Filho. Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do governo do Ceará ainda não confirmou o agendamento do encontro e informou que o governador está em viagem. O líder indígena, no entanto, descartou a hipótese e reafirmou a intenção de ser recebido pelo governador.

“Não vamos sair até que ele nos receba e ouça nossas reivindicações pela demarcação das nossas terras. Não queremos reunião com representantes, com outras pessoas. Vivem no estado, atualmente, 28.985 índios de 14 etnias, em 19 municípios. Queremos ser ouvidos pelo governador e mobilizar a opinião pública”, disse Weibe à Agência Brasil.

O inspetor Marco Antônio Maia acrescentou que a manifestação é pacífica e que não causa congestionamento, já que o trânsito está sendo desviado por uma via alternativa, que passa por dentro do município. Segundo ele, há apenas lentidão próximo aos desvios.

“Eles atearam fogo a pneus, mas até agora a situação está controlada. A estrada está totalmente interditada nos dois sentidos, mas o trânsito está fluindo com pequena lentidão”, disse. De acordo com Maia, o protesto começou por volta das 9h desta segunda-feira.
Mais cedo, outro protesto interditou a BR-040, altura do bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte.  De acordo com informações da Central de Informações Operacionais da PRF, os manifestantes, que reivindicaram melhorias no transporte público da região, montaram barricadas na estrada, com a queima de pneus e entulhos.

GOVERNO E GRUPOS INDÍGENAS DO MATO GROSSO DO SUL BUSCAM CONCILIAÇÃO

Os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho,  da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams. parlamentares e grupos indígenas do Mato Grosso do Sul se reuniram hoje em Brasília em tom conciliatório buscando resolver os conflitos que envolvem os fazendeiros e os indígenas. Desde o final de maio, com a morte do terena Oziel Gabriel e um atentado contra seu primo, os conflitos vem se tornando preocupantes.  

O brasileiro Anastácio Peralta, do grupo guarani-kaoiwá , falou do avanço existente na reunião: “Hoje tivemos uma reunião bastante importante, e ficamos esperançosos de pelo menos começar o diálogo dessa discussão. Nosso país precisa muito de diálogo para discutir esse problema que não é nosso e que também não é dos produtores rurais, é um problema que o próprio Estado criou. Então o Estado precisa criar políticas e questões jurídicas que podem resolver esses problemas”.

De acordo com o o senador Delcídio Amaral (PT-MS), há uma previsão de 50 milhões de reais para indenizações neste ano e que o governo vem buscando resolver o conflito de maneira definitiva “A partir do momento em que o governo busque uma solução para indenizar as áreas, nós vamos começar já a mitigar esses efeitos, a distensionar o clima para trazer tranquilidade a todos: para as etnias, para os produtores”.

Na próxima semana haverá uma outra reunião com o governo e enquanto isto foi garantida a presença dos indígenas na fazenda. O terena Lindomar Ferreira mostrou o espírito de enfrentamento de seu grupo: “Nosso posicionamento de não sair permanece. Recuar, por enquanto, não. Infelizmente, tivemos de perder vidas de guerreiros para que isso viesse à tona, mas temos confiança e esperança de que daqui para a frente conseguiremos achar uma solução”.

ÍNDIGENAS MUNDURUKUS AINDA AGUARDA SOLUÇÃO E RECEBEM REFORÇOS

O grupo de mundurukus que ocuparam Belo Monte há uma semana continuam acampados em Brasilia aguardando resolução de sua situação. Porém eles receberam ontem um reforço dos índios Kaiapós, que outrora foram seus inimigos, mas que agora vem a somar forças pela causa indigena no país.

Espera-se que a situação dos dois grupos seja resolvida até o fim do mês. Enquanto isto há uma grande discussão envolvendo parlamentares, ruralistas e governistas na tentativa de garantir ou suprimir os direitos destes povos brasileiros milenares. Grupos fundiários da direita reacionária são os mais interessados em suprimir e “incluir”/aculturar ainda mais as populações autóctones.

ÍNDIOS QUE ESTAVAM EM BELO MONTE SE REUNEM EM BRASÍLIA

ABr040613_ANT2732Ontem pela manhã os 150 índios mundurukus desocuparam o canteiro de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte ao aceitarem participar de uma reunião em Brasília. Eles embarcaram em dois aviões da FAB e se reuniram com representantes do governo, do Ministério Público Federal, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

O grupo defende o fim de qualquer projeto de grande escala na região Amazônica sem consulta dos povos autóctones, além da suspensão dos estudos de viabilidade técnica da usina hidrelétrica do Rio Tapajós e das obras nos canteiros das usinas de Teles Pires, no Rio Teles Pires, e de Belo Monte, no Rio Xingu.

Os índios se baseiam na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT),  que prevê “consulta prévia às populações tradicionais”  para aqueles empreendimentos que venham afetar o seu modo de vida.

Assim o homem branco que ama o lucro que a exploração capitalística o fornece percebe que índio não cai em sua trama deglutidora e que como brasileiros conhecedores da importância de sua potência produtiva não permitirá que sejam explorados em nenhuma forma.

JUSTIÇA FEDERAL DÁ 24 HORAS PARA QUE FUNAI RETIRE ÍNDIOS DE BELO MONTE

A Justiça Federal do Pará, a pedido da Norte Energia, deu um prazo de 24 horas para que a Fundação Nacional do Índio (Funai) faça com que os índios munduruku desocupem o canteiro de obras da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu.

O documento judicial afirma que se até o fim do prazo os índios não se retirarem, háverá uma reintegração de posse podendo haver força policial e multa de 50 mil reais a serem pagos pela Funai caso não cumpram a decisão judicial.

O juiz federal Sérgio Wolney de Oliveira Guedes, de Altamira (PA), ainda implica a União no uso de medidas possíveis e necessárias para obter, no mesmo prazo “uma desocupação pacífica e voluntária” sem uso da força policial.

Por fim foi solicitado a Polícia Federal (PF)  que apure a possível participação de não índios, como de membros de organizações, e se há na ocupação a configuração de crime, já que esta ocupação é recorrente nestes mês de maio.

Os índios mundurukus buscam  a suspensão de todos os empreendimentos hidrelétricos na Amazônia até que o processo de consulta prévia aos povos tradicionais seja regulamentado. Assim os diversos grupos indígenas seriam consultados em medidas que afetem seus interesses.

Índios voltam a ocupar canteiro de obras de Belo Monte

da Agência Brasil

Um grupo de índios voltou a ocupar, esta madrugada, um dos três canteiros de obras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. É a segunda ação indígena, só este mês, que tem por finalidade obrigar o Consórcio Construtor Belo Monte a paralisar os trabalhos no Sítio Belo Monte – um dos três grandes canteiros do empreendimento, localizado a 55 quilômetros de Altamira (PA). Os trabalhos foram suspensos por uma questão de segurança. Os índios alegam que não foram ouvidos no processo.

Segundo a assessoria do consórcio, o grupo é formado por cerca de 100 índios que chegaram ao canteiro por volta das 4h. Eles tomaram o escritório central, mas nenhum ato de violência contra funcionários ou patrimônio foi registrado até o momento. No local, apenas os serviços essenciais estão sendo feitos. Nos outros dois canteiros, Pimental e Canais e Diques, o trabalho continua normalmente.

Os manifestantes não apresentaram nenhuma reivindicação, mas adiantaram que só deixam o canteiro após se reunir com um representante do governo federal, de acordo com a assessoria do consórcio. Policiais da Força Nacional estão no local, monitorando a manifestação. A Norte Energia, empresa responsável pela instalação e operação da usina hidrelétrica, ainda está verificando as medidas legais que deverá tomar. A Agência Brasil não conseguiu contatar as lideranças da manifestação.

A última ocupação do canteiro ocorreu no início de maio. Como em outros protestos, os manifestantes exigiam a suspensão de todos os empreendimentos hidrelétricos na Amazônia até que o processo de consulta prévia aos povos tradicionais, previsto na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), seja regulamentado.

Aprovado pelo Congresso Nacional em 20 de junho de 2002, na forma do Decreto 143, e promulgada pela Presidência da República em 19 de abril de 2004, a Convenção 169 estabelece, entre outras medidas, que os povos indígenas e os que são regidos, total ou parcialmente, por seus próprios costumes e tradições ou por legislação especial, sejam consultados sempre que medidas legislativas ou administrativas afetarem seus interesses.

Em janeiro de 2012, o governo federal instituiu um grupo de trabalho interministerial para avaliar e apresentar a proposta de regulamentação dos mecanismos de consulta prévia. O grupo é coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores e pela Secretaria-Geral da Presidência da República e conta com a participação de vários órgãos e entidades governamentais.

Em 25 de abril, uma comitiva do governo federal se reuniu, em Jacareacanga (PA), com índios mundurukus, além de representantes da prefeitura e da Câmara de Vereadores, para tratar do processo de consulta aos povos indígenas que vivem na Bacia do Rio Tapajós.

POLICIA FEDERAL E OPERAÇÃO CUNHATÃ MOSTRA QUE NO AMAZONAS ATÉ AS ÍNDIAS SOFREM ABUSO SEXUAL DE MENORES

Ontem a  Polícia Federal, contando com o apoio da Força Aérea Brasileira e do Exército Brasileiro, executou mais uma operação para desarticular  redes de exploração sexual de menores no Estado do Amazonas. Desta vez a Operação Cunhatã, foi desarticularna cidade de São Gabriel da Cachoeira uma rede que explorava crianças e jovens indígenas das etnias Baré e Tukano.

De acordo com a Polícia Federal foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, 4 mandados de prisão preventiva, 6 mandados de prisão temporária e 1 mandado de condução coercitiva. Ao todo participam da operação 45 policiais federaiso.

As investigações que vem decorrendo desde o ano passado  descobriu a existência de uma rede de exploração sexual de menores indígenas em de São Gabriel da Cachoeira. A polícia investigou e tomou depoimento dos denunciantes e das próprias meninas. Com as investigações em curso algumas das menores tiveram que serem encaminhadas para o Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente Ameaçado de Morte (PPCAAM) pois sofreram ameaças dos criminosos.

Durante as investigações, percebeu “a rede não estava formalmente constituída e organizada”, mesmo tendo sido identificadas duas aliciadoras que captavam menores indígenas prometendo trabalhos em casas noturnas e bares. 

A polícia federal continuará fazendo seu trabalho importante e democrático para que neste estado acabe de uma vez por todas esta perversidade que envolve pessoas influentemente patológicas da capital e do interior.

IBGE E O CENSO INDÍGENA BRASILEIRO

Dentre um dos trabalhos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está o Censo Brasileiro que conta o número de pessoas presente em nosso território e suas características como gênero, profissão, classe social, etc.

Porém desde 1991 o IBGE vem organizando um Censo Indígena Brasileiro que mapeia e consegue numerar o número e a presença dos povos indígenas no Brasil. Em uma época de luta de direitos e de auxílio dos orgãos.

De acordo com o Instituto “o Censo Demográfico 2010 aprimorou a pesquisa da população indígena investigando o pertencimento étnico e as línguas indígenas faladas, além de identificar a população residente nas Terras Indígenas e fora delas. Nesse censo, foi aplicada uma nova metodologia para captação da população indígena dentro das Terras Indígenas, isto é, para aquelas pessoas que não se declararam indígenas no quesito cor ou raça, foi introduzido o quesito “Você se considera indígena?”, de acordo com seus costumes, tradições, cultura, antepassados, etc. Nas tabelas de etnia e língua falada, como também, na localização geográfica – Terras Indígenas, o quantitativo leva em consideração essa nova metodologia, logo não existe comparabilidade com os censos anteriores.”

De acordo com o Censo os três municípios com maior população indígena são São Gabriel da Cachoeira, São Paulo de Olivença e Tabatinga, todos no Amazonas, seguido pela megalopole de São Paulo.

No sítio do Censo Indígena é possível ter contato com gráficos, vídeos, mapas, fotos, estudos entre outras coisas. Com o tempo o Brasil poderá aprimorar e melhorar o conhecimento e a presença destes diversos povos e grupos étnicos nas mais diversas partes do país.

Demarcação de terras indígenas em três estados será submetida a parecer da Embrapa

da Agência Brasil

A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, disse hoje (8) que a demarcação de terras indígenas nos estados de Mato Grosso do Sul, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina também deve ser submetida a parecer da Embrapa. Recentemente, a ministra já havia pedido ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a quem está subordinada a Fundação Nacional do Índio (Funai), a suspensão de estudos para demarcação de terras indígenas no Paraná.

“Nós já temos mais três estados em que as informações estão sendo levantadas pela Embrapa: Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. E se essas informações demonstrarem divergências ou não tiverem consistência com o que está sendo levantado [pela Funai] nos estudos iniciais nós vamos tomar o mesmo encaminhamento [de pedir a suspensão do processo de demarcação]”, disse Hofmann ao final da audiência pública na Câmara dos Deputados para tratar da demarcação de terras indígenas.

A audiência, na Comissão de Agricultura, Pesca, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, durou mais de seis horas e foi marcada pela pressão dos integrantes da bancada ruralista solicitando o mesmo procedimento para outros estados. “Pela isonomia, solicito a imediata suspensão dos estudos em Mato Grosso do Sul e em todo o Brasil”, disse o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), pelos ruralistas.

Durante a audiência, a ministra esclareceu a proposta do governo federal de consultar mais de um órgão, durante os procedimentos necessários para demarcar reservas indígenas. Segundo a ministra, o chamado “sistema integrado de informações” vai servir para fornecer à Presidência da República – que homologa as áreas como território tradicional indígena – informações mais completas.

Após as manifestações de vários parlamentares a favor da suspensão das demarcações, Hoffmann disse que o governo vai avaliar a pertinência de incluir o Maranhão entre os estados em que haverá estudos complementares. Ela também pediu que o presidente da comissão, deputado Fernando Lúcio Giacobo (PR-PR), encaminhasse à Casa Civil as demais solicitações dos parlamentares.

Os integrantes da bancada ruralista também pediram a aprovação da PEC 215, que transfere do Poder Executivo para o Congresso Nacional a palavra final sobre a demarcação e a homologação de terras indígenas e quilombolas. Pela manhã, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse que é contrário a qualquer mudança constitucional que troque a responsabilidade pela demarcação das terras indígenas.

O deputado Sarney Filho (MA) também se manifestou contrário a aprovação da proposta. Sarney Filho disse que o Congresso não tem competência técnica para fazer demarcações de terra e que isto seria um retrocesso na legislação ambiental. “O Congresso não tem condições de criar unidades de conservação e terras indígenas, pois não têm técnicos suficientes”.

O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) também criticou a PEC e reclamou da ausência de representantes dos índios na audiência. “Este debate é muito sério e deveria ter a presença de caciques indígenas aqui também”, defendeu. “Transformaram a Funai em uma Geni”, complementou Valente lembrando personagem de uma canção de Chico Buarque de Holanda.

Durante a audiência, Hoffmann pediu calma a índios, produtores rurais, militantes sociais e parlamentares a fim de se tentar chegar a uma solução para o conflito. “Eu não acredito que este tema não tenha lado, que tenha ganhadores e perdedores. Eu acredito que temos um problema para resolver e, para resolver um problema dessa dimensão, precisamos da união e da boa vontade de todos”.

PRESIDENTE BOLIVIANO EVO MORALES PRETENDE ESCORRAÇAR AGÊNCIA IMPERIALISTA

Neste dia do trabalhador o presidente boliviano Evo Morales anunciou que expulsará do país a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid, na sigla em inglês) que atua muitas vezes se intrometendo nas políticas internas e na soberania do governo boliviano.

A atitude rechaçada pelos Norte Americanos e oposicionistas  se somou a outro ponto também questionada:a emenda constitucional criada pelo presidente nesta semana que permite que Evo concorra a reeleição em 2014, o que pode garantir o seu terceiro mandato.

Como forma de reação a emenda de Morales a oposição entrou com um recurso na Organização dos Estados Americanos (OEA) na tentativa de provar que o presidente usou indevidamente sua influência junto ao Tribunal Constitucional.

Em se tratando ou não de uma violação há uma possibilidade de ser discutido e averiguado. Porém o fato é que a oposição representada pela elite apoiada pelos Estados Unidos vem de qualquer forma desestabilizar o governo de Morales e qualquer tentativa de continuidade. Sabe-se do medo da continuidade de um governo popular, ainda mais no interesse americano em ter um representante manipulável em um país estratégico como a Bolívia.

Antes de Evo Morales os americanos influenciavam diretamente nos processos eleitorais e nas políticas locais. Algo que fica bem claro no documentário abaixo “Crise é o nosso negócio”, onde a partir  aproveita-se  uma ajuda estrangeira garantindo a eleições. Assim mais do que as eleições estão em pauta interesses estrangeiros e a soberania da Bolívia.

INDÍGENAS XAVANTES ENTREGAM DOCUMENTOS A COMISSÃO DA VERDADE QUE PROMETE TAMBÉM JULGAR RELATÓRIO OUTRAS DE DENÚNCIAS

Representantes dos índios Xavantes que  vivem na Terra Indígena Marãiwatsédé, entregaram ontem a Comissão Nacional da Verdade um documento relatando episódios de violações aos seus direitos ao longo de décadas. O relatório foi produzido pela Associação Bö´U (Urucum) e pela ONG Operação Amazônia Nativa (Opan)  e nele narra-se invasão, assassinatos e dissiminação de doenças para os índios.

O grupo xavante  contou também a Comissão as dificuldades de receberem o direito de sua terra que pertence a União, e de não índios que vem tentando de várias maneiras ocupar as áreas onde moram os indígenas.

A apuração das violências ocorridas entre 1946-1988 será coordenada pela psicanalista Maria Rita Kehl. De acordo com Maria Rita Kehl, os  xavantes falam no relatório sobre as expulsões que sofreram; as epidemias que dizimaram mais da metade da etnia nos anos 1950 e 1960; e a ocupação de suas terras por um fazendeiro que abriu uma empresa no lugar.  De acordo com Kehl “a maioria dos xavantes morreu por epidemias antes de, já nos anos 1990, voltarem para uma reserva muito menor que o território que tinham anteriormente”..

Para o xavante  Cosme Paridzané “A importância do relatório é para que nossa história seja reconhecida nacionalmente. Nossos antepassados sofreram muito quando foram transferidos de nossa terra tradicional e [no local] foi instalada a fazenda [Suiá Missú]”.

Sobre estas às denúncias dos Xavantes, Maria Rita comentou que a Comissão da Verdade não pode interferir em nenhum conflito social, mas que poderão recomendar o litígio a orgãos responsáveis.

A COMISSÃO DA VERDADE E O RELATÓRIO FIGUEIREDO

Maria Rita Kehl também informou que a comissão vai investigar todas as denúncias e fatos no chamado Relatório Figueiredo, produzido em 1968 pelo  procurador Jader de Figueiredo Correia e encontrado há poucos dias após mais de 40 anos dado como perdido. Segundo Kehl “É um documento complexo que vai nos dar muito trabalho. Já estamos prevenidos de que vamos ter que analisá-lo com muito cuidado e discernimento. Ao mesmo tempo em que relata muitas violações aos direitos dos povos indígenas, por se tratar de um relatório elaborado em plena ditadura militar, também traz algumas acusações que vão exigir que procuremos outros subsídios para avaliar [as denúncias] sem nos precipitarmos”

Marcelo Zelic do Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo, está confiante com a pesquisa e acredita que o relatório de mil páginas possui “muitos e importantes relatos de violações (sendo) um documento que pode ajudar muito a sensibilizar a sociedade para a situação que os índios ainda hoje vivem no Brasil (e talvez o ) 

Segundo a Agência Brasil “Durante o trabalho de apuração, o grupo coordenado por Figueiredo Correia apurou denúncias como o extermínio de tribos indígenas inteiras, torturas, expulsões e diversos tipos de violência, muitas vezes praticada por servidores do extinto Serviço de Proteção ao Índio (SPI), órgão indigenista federal que antecedeu a Funai (criada em 1967) e sobre o qual pesavam suspeitas tão graves que o ex-ministro do Interior, Albuquerque Lima, admitiu, durante depoimento no Congresso Nacional, em 1977, ser impossível manter o órgão “por culpa de algumas dezenas de servidores menos responsáveis”.”

RESISTÊNCIA INDÍGENA CONTRA A INVASÃO DE SUAS TERRAS

MANIFESTANTES INDÍGENAS PROTESTAM NO PALÁCIO DO PLANALTO

Cerca de 166 etnias indígenas protestaram hoje na entrada do Palácio do Planalto contra a PEC 215 e a Portaria 303 da Advocacia-Geral da União (AGU) . A primeira prevê  que a delimitação de terras indígenas seja feita pelo Congresso Nacional (e seus ruralistas) e a segunda proibe a ampliação de terras já demarcadas e obriga o cumprimento das 19 condicionantes impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em demarcação .

Os indígenas pretendiam falar com a presidenta Dilma Vana Rousseff porém ela não estava no Planalto. Por isto eles exigem encontro com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, para agendar uma reunião com Dilma. Até o início da noite os indígenas ainda aguardavam ser recebidos pelo responsável pela articulação do governo com os movimentos sociais.

Os indígenas vem fazendo estas séries de manifestações no chamado “Abril Indígena” em defesa dos direitos dos povos tradicionais contra a ação predatória e muitas vezes homicida do homem branco.

Desta forma é importante que os direitos dos indígenas e outras populações menos favorecidas sejam reconhecidos não apenas pelo executivo, mas principalmente pelo legislativo e judiciário que possuem um histórico de defesa dos opressores dos conflitos de terra.

GRUPOS INDÍGENAS INVADEM CÂMARA DOS DEPUTADOS EM PROTESTO CONTRA A PEC 215

Indignados com a possibilidade de aprovação da  Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, dezenas de índios adentraram o plenário da Câmara dos Deputados para se manifestar contra esta PEC, que extingue os poderes da FUNAI e dá para o Congresso, que tem entre nossos representantes os ruralistas e outras classes reacionárias, o poder de demarcar terras indígenas.

 

Muitos incomodados, os deputados através de Simão Sessim , que presidia os trabalhos, encerram a sessão alegando que não havia condições de continuar e chamou a segurança para expulsar o povo mais legítimo de nosso Brasil para fora.

O “ambientalista” Sarney Filho negociou com os índios a saída dos manifestantes, mas somente houve o acordo e a saída dos manifestantes quando o presidente da Câmara, Henrique Alves, prometeu em um acordo suspender neste semestre a criação da comissão especial destinada a apreciar o mérito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215 e a criação de um grupo paritário para discutir os temas de interesse dos povos indígenas.

Percebe-se que a preocupação tanto de ruralistas e ambientalistas era afastar os índigenas deste território que provem dos nossos ancestrais. A procrastinação do mérito da PEC não resolve a questão em si, e o grupo de trabalho criado com os indígenas também não será útil se os deputados, com sua força de decisão legal, não resolverem abolir esta PEC que restringe direitos indígenas.

As bancadas dos partidos agora devem se reunir para se articular quanto o assunto, e caso não decidam representar os cidadãos brasileiros indígenas a manifestação continuará, e o plenário será novamente ocupado pelo povo insistente e lutador pela existência que são os índios. Assim não haverá cachimbo, espelhos,  mas flechas, arcos, curare da inteligência e dignidade indígena que não se leva pelos tapuias deputados e senadores que se acreditam doutor. Pajelança vai cura a burrice branca e a cultura brasileira dos diveros povos se imporão para serem respeitadas.

Índios não chegam a acordo e prometem resistir à desocupação determinada pela Justiça

da Agência Brasil

 Os índios decidiram em reunião encerrada na noite de hoje (21), na Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, que para desocupar pacificamente o prédio do antigo Museu do Índio, ao lado do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, o local terá de ser transformado em um centro cultural indígena. Eles não aceitam que no imóvel seja instalado o Museu Olímpico, como quer o governo fluminense.

No encontro com o secretário Zaqueu Teixeira, os líderes indígenas rejeitaram a proposta do governo de construir o centro cultural em outro local e entregaram um documento, assinado por todos os ocupantes do prédio, no qual pedem que o imóvel seja recuperado e usado exclusivamente para a promoção da cultura indígena.

O representante dos índios da Aldeia Maracanã, Afonso Apurinã, prometeu resistir à desocupação determinada pela Justiça. Segundo ele, na conversa com o secretário, Zaqueu declarou: “Não vou dar a garantia de mais tempo para a permanência de vocês no terreno”.

Apurinã declarou ainda que o defensor público federal Daniel Macedo – presente ao encontro – solicitou mais um dia de prazo para que os índios analisem a proposta do estado, mas não obteve êxito. O governo poderá cumprir o mandado de imissão de posse a qualquer momento, já que o prazo para os índios deixarem a chamada Aldeia Maracanã terminou ontem (20).

Daniel Macedo disse que a “a situação é preocupante”. A partir de amanhã (22), dois oficiais de Justiça, acompanhados pela Polícia Militar, poderão cumprir o mandado. “Eu temo por um embate. A polícia tem que ter muita serenidade para retirar os índios do terreno”.

Os índios cercaram o prédio do antigo Museu com uma espécie de barricada, fechando as portas e colocando pedras e paus no portão de entrada. O acesso ao terreno é feito apenas através de uma escada apoiada ao muro.

Esta tarde, o secretário Zaqueu Teixeira entregou a proposta final do governo aos índios. Ela prevê a construção de um centro de referência da cultura dos povos indígenas e indica três locais para a escolha dos índios, entre eles o terreno onde está o desativado Presídio Evaristo de Moraes, na Quinta da Boa Vista; e uma área onde funcionava uma colônia de hansenianos, em Jacarepaguá. Pela proposta, o centro cultural indígena ficaria pronto em 2014.

Casaldáliga diz que recebeu novas ameaças de morte por defender indígenas no MT

O bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), D. Pedro Casaldáliga, disse à Carta Maior que as comunidades sofrem os efeitos da implementação de projetos não sustentáveis, do ponto de vista do respeito às culturas e ao desenvolvimento participativo.

 

Dermi Azevedo para Carta Maior

O bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), d. Pedro Casaldáliga, disse nesta quarta-feira (6) à Carta Maior que está sendo ameaçado de morte por causa de seu apoio aos povos indígenas brasileiros. O bispo denuncia que as comunidades sofrem os efeitos da implementação de projetos não sustentáveis, do ponto de vista do respeito às culturas e ao desenvolvimento participativo.

Casaldáliga afirmou que as ameaças são anônimas e chegam à sua residência por todos os meios: telefonemas, internet e falsas mensagens. Perguntado sobre a eleição do novo Papa, d.Pedro preferiu denunciar as ameaças de morte, além de afirmar a sua fé “na esperança da ressurreição”.

Catalão de nascimento e cidadão do mundo, Casaldáliga é escritor e poeta. Durante a ditadura civil-militar de 1964/1985, escapou de uma tentativa de assassinato, em Mato Grosso. O pistoleiro errou os tiros e, em vez do bispo, foi morto o padre João Bosco Penido Burnier, jesuíta. Sua expulsão do Brasil foi pedida muitas vezes aos generais-presidentes da ditadura, não apenas pelos chefes golpistas, mas também por religiosos de direita.

Diante de toda pressão para expulsá-lo, o próprio papa Paulo VI comunicou ao governo brasileiro que se ocorresse a retirada forçada de d. Pedro Casaldáliga, o Vaticano romperia sua multissecular tradição de não romper relações diplomáticas com nenhum país. O Brasil seria o primeiro.

Amazônia
Nos anos 70, Casaldáliga publicou uma carta pastoral de denúncia contra a exploração do trabalho e sobre a progressiva destruição da floresta amazônica. O documento tornou-se uma peça obrigatória no interrogatório dos presos políticos ligados às pastorais sociais da Igreja Católica Romana.

Mais recentemente, o bispo teve confirmado o diagnóstico médico sobre a Síndrome de Parkinson. Com o corpo magro e frágil, d. Pedro continua a levantar sua voz contra as estruturas sociais baseadas no latifúndio, na morte dos indígenas e na destruição da Amazônia. Integra a Congregação dos Claretianos, que realiza atividades missionárias em todo o mundo.

GOVERNO DO RIO DE JANEIRO DESISTE DE DEMOLIR PRÉDIO ANTIGO MUSEU DO ÍNDIO

Após uma infundada insistência e enfrentando uma forte resistência, o governo do Rio de Janeiro decidiu manter o prédio do Museu do Índio, ao lado do Maracanã, em pé. Assim o governo e a prefeitura se comprometeram a declarar o tombamento, restaurar e definir o destino do prédio.

Em nota oficial, os governantes afirmaram que ouviram“ as considerações da sociedade a respeito do prédio histórico, datado de 1862, analisou estudos de dispersão do estádio e concluiu que é possível manter o prédio no local (…) e o governo está tomando às devidas providências para que o local seja desocupado dos seus invasores”.

Estes invasores se referem aos índios que ocuparam o prédio desde 2006,  e o nomearam Aldeia Maracanã.  Segundo a Defensoria Pública Federal, os índios estão abertos a negociação e pretendem resolver este impasse que poderia terminar em mortes e escombros.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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