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LEMBRANÇA DO FILÓSOFO KARL MARX AOS JORNALISTAS AMESTRADOS QUE RASTEJAM SOB AS TIRANIAS DE SI E DOS PATRÕES

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Dois enunciados perturbam o conceito de jornalismo dos que estão envolvidos nessa profissão midiática. Um, é o conceito de liberdade de imprensa. Outro, é o conceito de função democrática do jornalismo.

No primeiro enunciado extrai-se a impossibilidade que muitos desses profissionais têm de entender a práxis liberdade. Esses profissionais reclusos às suas censuras existências não sabem que estão presos aos mais baixos graus de inteligência e falam em liberdade de imprensa quando, em verdade, estão aprisionados por suas próprias limitações afetivas e cognitivas. Por isso, não entendem o que é liberdade. Assim, falam de liberdade de imprensa quando estão presos por si mesmos. Escravos e tiranos de si mesmo. Privados em suas celas, onde enunciados comunidades não podem entrar. Onde o exterior, produção-social, não entra, posto que são impedidos pelos fantasmas molares de suas privacidades.

No segundo enunciado, que não é separado do primeiro, essa autocensura manifesta no primeiro enunciado, obstaculiza qualquer entendimento sobre a função democrática do jornalismo, visto que a democracia é igual à liberdade. Não se pode produzir democracia, como diz o filósofo Spinoza, sem a liberdade das potências dos homens. Liberdades que são expressões de suas próprias essências. Nada de liberdade outorgada ou concedida por um deus, um patrão, um juiz, um padre, um pai, ou qualquer representação hierárquica.

Entendendo esses dois enunciados, pode-se entender porque é tão humilhante e sofrível a posição desses jornalistas que amestrados por suas autocensuras, rastejam sob as tiranias dos patrões que só tencionam lucros comerciais e servem de conspiradores contra a democracia. E muitas vezes alimentados com as ilusões de que suas opiniões amestradas – o que prova que são opiniões não de suas autorias -, são reverenciadas por amestrados leitores e ouvintes. Sem liberdade para discernir os signos da objetividade eles trabalham exclusivamente para proporcionar lucros aos seus tiranos, proprietários de mídias de mercado.

Foi assim que compreendendo essa situação de escravidão dos escritores e jornalistas, que o filósofo alemão Karl Marx construiu um texto na Gazeta Renana, para expor a indignidade de tal situação escravista.

“É livre uma imprensa que se degrada ao livre comércio? Um escritor certamente deve ganhar dinheiro para poder viver e escrever, mas ele não deve existir e escrever para ganhar dinheiro… A primeira liberdade de imprensa deve ser sua emancipação do comércio. Um escritor que degrada a imprensa a um mero meio de vida material merece, como punição de sua escravidão interna, a escravidão externa chamada censura, a menos que sua própria existência já seja sua punição”, Karl Heinrich Marx, o mouro de Trier.

Marx é cruel e implacável com os escravizados por si mesmos que servem às causas dos patrões tiranos-escravos do livre comércio. “A menos que sua própria existência já seja sua punição”. Esse o grande desatino desses jornalistas-escravos: o que escrevem como enaltecimentos dos lucros de seus patrões, é produto de suas existências em punição. Eles existem sempre em estado de eterna punição. Logo, não podem escrever politicamente sobre democracia, porque a democracia é o regime dos homens livres, a sociedade dos amigos. Como são escravos, não podem ser amigos. E como são tiranos de si mesmos, não podem ter amigo, como diz o filósofo Nietzsche.

É por isso, que a mídia reacionária, que ataca continuamente os governos populares, não consegue seu intento: ser escutada e seguida pela sociedade brasileira. Porque ela, respondendo só ao comércio da comunicação, existe em punição-escrava, e o povo brasileiro quer é a liberdade que a democracia reflete.

Desta maneira, compreendendo os dois enunciados e o texto de Marx, todos os homens livres não devem esperar pudor desses jornalistas amestrados e de seus patrões, senhores da mídia de mercado. Desses escravos deve-se esperar todas as formas de comportamentos sórdidos.

ONU DECRETA O DIA 2 DE NOVEMBRO COMO “DIA INTERNACIONAL CONTRA A IMPUNIDADE DE CRIMES CONTRA JORNALISTAS”

O dia 2 de novembro será decretado como Dia Internacional contra a Impunidade de Crimes contra Jornalistas. A decisão foi da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) depois de analisar a quantidade de jornalistas mortos tanto em guerras como em crimes de coberturas de manifestações politicas e profissionais. Mas o dia 2 de novembro foi escolhido porque marca a data dos assassinatos dos jornalistas franceses Ghislaine Dupont, de 57 anos, e Claude Verlon, de 55anos, ambos da Rádio França Internacional, que foram assassinados em Mali. Eles foram sequestrados na cidade de Kidal e duas horas após foram encontrados seus cadáveres. O suspeito dos assassinatos é um traficante, que segundo denúncia, é ligado à Al Qaeda.

O anuncio da data foi divulgado por Laurent Fabius, ministro dos Negócios Estrangeiro da França.

“Com base em uma proposta da França, a Assembleia Geral vai aprovar – é simbólico, mas importante – um dia internacional para lutar contra a impunidade dos crimes contra jornalistas.

Pedimos e conseguimos que a data internacional seja 2 de novembro, o dia dos assassinatos de Ghislaine Dupont e Claude Verlon. A partir de agora, todos os anos haverá esse dia em referência aos colegas assassinados e a necessária proteção aos jornalistas.

Pela defesa do direito de informar e de ser informado, é preciso apoiar firmemente a profissão do jornalista e ser rigoroso quando ocorrem ataques e crimes”, afirmou Fabius.

ESOPO, A MENTIRA E AS MÍDIAS SEQUELADAS

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                                                                                   Para o sapateiro, Cândido.

Esopo foi um fabulista que viveu no século VI a.C. Embora tenha sido escravo e depois libertado, era um pensador-moralista. Escreveu várias fábulas cuja moral era sempre um ensinamento, considerado como busca de virtude entre os homens. Suas fábulas mostravam erros e acertos nas relações dos homens, mas principalmente a ignorância. Para fabular as relações entre os homens, Esopo, recorreu ao antropomorfismo, atribuindo aos animais os valores ditos humanos. Sentimentalidade humanística. Uma incongruência, visto que os animais têm suas próprias singularidades que os diferenciam do animal, aristotelicamente, humano. Como cada animal tem sua potência-singular, nenhum animal serve de semelhança para os homens, diria o filósofo Spinoza. Entretanto, as fabulosas estórias de Esopo tocam bem a moral e servem bem para o que ele se propunha.

Para o propósito dito pós-moderno, Esopo, tem uma fabula chamada Hermes e os Artesãos.

Um dia Zeus chamou Hermes e mandou que ele preparasse o veneno da mentira e distribuísse entre todos os artesãos. Hermes, seguindo a ordem de Zeus, preparou o suco e saiu para distribui-lo entre os artesãos. No fim da distribuição do suco da mentira, Hermes, percebeu que faltava o sapateiro. Como havia sobrado uma grande quantidade de suco da mentira, Hermes, deu todo o resto ao sapateiro.

Moral: é por isso que o sapateiro mente mais que os outros.

É certo que o conceito de sapateiro que os gregos cultuavam é diferente do nosso conceito. O sapateiro não mente, ele gosta de contar estórias e histórias. É por isso, que é bom ir ao sapateiro. Pode-se se contar com umas boas prosas. O que não é caso da mentira. A mentira é um recurso imagético humano que tem como objetivo ocultar uma realidade contra o entendimento claro e distinto. Mente-se para se ocultar. O sujeito que mente para outro não quer que esse conheça o que ele oculta: a verdade. A mentira é uma espécie de proteção para àquele que mente. Quem tem a realidade como ameaça. A mentira é um meio que o mentiroso usa para alcançar vários fins. Ela é um recurso da falsa política: Bush mentiu para invadir o Iraque. A verdade: o Iraque não tinha armas químicas.

Entretanto, a mentira é uma ilusão, porque ela sempre se manifesta e é visibilizada. Mesmo quando ela usa o recurso da metamorfose e se mostra como segredo. Porque o segredo não existe. Com diz o filósofo Baudrillard, “o segredo do secreto é não ter nenhum segredo”. E mais, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari, para o segredo existe sempre uma criança, uma mulher, um pássaro para revelá-lo.

Na nossa pós-modernidade, sem qualquer preocupação em errar, as maiores realizadoras da mentira são as mídias sequeladas. As chamadas grandes mídias. Adaptando a fabula de Esopo para nossa chamada realidade ficaria assim:

Um dia o Capital chamou o Patrão e lhe colocou uma missão: produzir e distribuir o suco da mentira entre todas as mídias do Brasil, porque a mentira não existe sem publicidade. O Patrão, prontamente assim o fez. Pegou o vasilhame com o suco e saiu a distribuí-lo. Quando imaginava que já havia distribuído o suco para todas as mídias, lembrou que faltavam a Globo, Veja, Época, Jornal Estado de São Paulo, Folha de São Paulo. Como havia sobrado uma grande quantidade do suco da mentira, o Patrão, chamou essas mídias e entregou-lhes o pote com tudo. E elas beberam-no com sofreguidão a ponto de quase se engasgar.

Moral: é por isso que elas escamoteiam notícias, mentem, principalmente contra os governos populares do Brasil e de outros países. A mentira para elas é seu fator-psíquico mitomaníaco. Para os freudianos, sua neurose de base, mas para os antipsiquiatras, seu estado paranoico. Elas existem na força da aparência criada pelo capital através do dinheiro, produção e consumo. Daí, que são incapazes de perceberem o real/democrático, visto que ele torna-se dissipado diante de suas percepções e compreensões monetárias. Como o capitalismo é uma forma alucinada de existência as mentiras das mídias são usadas para protegê-lo contra qualquer ameaça de revelação da verdade. Pobre crença! Como diz a filósofa Hannah Arendt, a mentira pode impedir a verdade, mas jamais substituí-la.

Essa sim, a mentira analisada pelo sapateiro. Um profissional que tem o dom da dromografia. Sabe por quantos movimentos passaram os sapatos. E daí, quantas mentiras escondem uma cidade e suas mídias-mitomaníacas.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE JORNALISMO INVESTIGATIVO DIZ QUE VIOLÊNCIA POLICIAL CONTRA JORNALISTAS AUMENTOU

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) informou que desde junho desse ano quando iniciaram as manifestações de ruas a violência policial contra profissionais da impressa aumentou, mas há mais de três anos esse fato vem ocorrendo. São 102 casos de agressão confirmados pela categoria, sendo que em um caso o repórter fotográfico Sérgio Silva, perdeu a total visão do olho esquerdo. Ele pediu uma reparação ao Estado em razão da violência que sofrera.

Os profissionais mais atingidos são fotógrafos e cinegrafistas. Das 102 agressões só 38 ocorreram no estado de São Paulo 38 na capital. 33 foram executadas por policiais e 6 por manifestantes. No Rio de Janeiro foram registrados 24 casos, desses casos 10 foram de autoria de ativistas, 14 na capital.

“Meu caso ficou bastante conhecido por causa da brutalidade e pelo abuso da violência. Não tenho muito o que falar sobre o 13 de junho. Resumidamente sofri agressão da Polícia Militar. Foi um tiro de bala de borracha e infelizmente fui atingido no olho esquerdo. A bala que me atingiu foi certeira. Tenho diagnosticado 100% da perda visão do olho esquerdo. E isso está sendo muito difícil já que tenho o olho como meu instrumento de trabalho”, declarou Sérgio em entrevista.

De acordo com Guilherme Alpendre, diretor executivo da Abraji, cinco a oito jornalistas são assassinados durante o ano, e as agressões têm se intensificado depois das manifestações.

“Ela aumenta discretamente nos números de homicídios. Em 2013, contando desde os protestos de junho até as 12h30 de hoje, chegamos a 102 agressões a jornalistas em protestos” afirmou Alpendre.

Para José Augusto Camargo, presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, o elemento catalisador dessa violência é a polícia. O episódio mais violento ocorreu em maio de 2011 na Marcha da Maconha quando seis jornalistas foram agredidos.

“As agressões nas manifestações de junho superaram todas as estatísticas de violência anteriormente conhecidas. Esse é, portanto, um caso político porque o Estado brasileiro é responsável. É a Polícia Militar o elemento catalisador dessa violência contra o jornalista”, disse Camargo.

JORNALISTAS E FOTOJORNALISTAS REALIZAM ATO DE REPÚDIO CONTRA VIOLÊNCIA POLICIAL, EM SÃO PAULO

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Hoje, dia 28, jornalistas e fotojornalistas realizam um ato de repúdio contra a violência policial que atingiu os profissionais da comunicação durante as manifestações. O ato de repúdio ocorrera no centro da capital de São Paulo. Durante o ato os profissionais da comunicação compareceram sem crachá. Às 15 horas, na sede do sindicato, na rua Bento Freitas, 530, os profissionais que foram feridos pelos policias, concederão uma entrevista coletiva. Eles partirão da Praça Roosevelt, no bairro da Consolação, às 17 horas, e seguirão até a sede da secretaria, na rua Líbero Badaró,

De acordo com o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (SJSP), desde o mês de junho mais de 100 profissionais da impressa foram violentamente agredidos por policiais, chegando alguns deles a perder a visão em decorrência das agressões arbitrárias e exacerbadas. O objetivo do ato é expressar a indignação da classe diante da sociedade e tentar fazer com o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, se comprometa a participar de uma audiência para tratar do tema concernente a postura da polícia.

No entendimento da categoria, a violência praticada pelos policiais durante as manifestações é reflexo da falta de preparo desses agentes do Estado cuja força da violência é a única que eles sabem fazer uso como forma de coibir.

“Tem o despreparo de uma polícia que vê todo mundo como inimigo e tem a intenção clara de calar. É possível ver em algumas imagens profissionais sendo agredidos sozinhos, longe de aglomeração. E dá para ver que os policiais gritam que não é para filmar”, considerou Mário Palhares, fotógrafo que é um dos coordenadores do ato.

Já para José Augusto Camargo, o Guto, presidente do sindicato, esses atos de violência policial contra os profissionais da impressa, mostra a falta de comando na Polícia Militar.

“Não é que eles saiam com a ordem de um comandante para bater. Mas eles não têm controle. Porque, claro, se pudessem controlar isso, para não ter essa repercussão negativa, eles fariam, eles controlariam”, observou Guto.

Para ele, há uma parte dos policiais, “a banda podre” que agride os profissionais da comunicação como forma de vingança em razão das matérias que são escritas sobre a violência policial.

“Aí não é contra o repórter específico, mas contra a “corja de jornalistas. Atos como esse são essenciais para que essa coisa não atinja o objetivo de instalar o terror e subjugar os jornalista e fotojornalistas, disse.

O fotógrafo Sérgio Silva, que perdeu um lado da visão como resultado da violência policial, disse que o encontro com as autoridades da segurança pública é para saber o que está “provocando essa violência”.

“A gente que saber da secretaria de Segurança Pública, do comando da polícia, o que está provocando essa violência. A nossa opinião a gente já tem, agora queremos a dele.

Muitos colegas vêm me dizendo isso, que não vão mais para manifestação, para concentração de pessoas, com medo de tomar bala de borracha. O profissional, tamanha violência, não vai mais querer fazer esse tipo de trabalho”, afirmou Sérgio.

JORNALISTA FICA IMPRESSIONADO POR LULA NÃO TEM CURSO SUPERIOR, MAS SER UMA REFERÊNCIA POLÍTICA MUNDIAL. AO QUE O ARIGÓ, RESPONDEU: UNIVERSIDADE NÃO PRODUZ POLÍTICO

Em entrevista ao jornalista Jesus Ruiz Monttila, do jornal espanhol, El País, Lula falou de vários temas concernentes à realidade nacional e internacional do momento. Entretanto, na entrevista um signo-indicador tomou conta do encontro. O jornalista ficou impressionado com a realidade da existência de Lula. Ele afirmou que para realizar a entrevista leu algumas páginas de sua biografia, mas o que lhe impressionou foi o fato de Lula não possuir curso superior, nem outros cursos de especialização, mas ser a referência global da política. Coisa que outros estadistas não são apesar de terem cursos e especializações superiores. 

Então, Lula, como um bom torcedor e artilheiro em governança, matou a bola no peito, deixou-a escorregar no corpo e se mandou a falar dobre política.

“Políticos devem entender um problema. Nas últimas três décadas, mas principalmente mais tarde, depois de um consenso entre Thatcher e Reagan, mundo tornou-se governado por uma lógica muito burocrática, técnica, menos política. A economia começou a determinar a direção do governo, e não o inverso. Isso, na minha opinião, é um grande erro. Um grande político será capaz de montar uma boa equipe técnica. Mas se você é um bom técnico, talvez você não seja capaz de tomar boas decisões políticas. Por que? As universidades não formam governadores, prefeitos ou presidentes dos países. Essa experiência se adquire na relação que você tem com as pessoas, com os grupos políticos com os quais você está comprometido, com sua capacidade de viver democraticamente na diversidade.

Um técnico pode se sentar em uma mesa e elaborar um documento extraordinário, mas para um politico, se ele não sabe comunicar esta proposta no momento certo para as pessoas certas, e se não conversa com as pessoas envolvidas na sua decisão, as coisas não se concretizam.

Bons políticos precisam de bons técnicos. Tomemos o exemplo de Sebastian Piñera, no Chile, um grande empresário que está descobrindo que o exercício do governo, lidar com os opositores, interesses diversos, é mais difícil tomar uma decisão para sua empresa. Quando você é apresentado a uma crise interna, você tende a buscar técnicos que a resolvam no lugar de políticos. Por exemplo, a Europa, na minha opinião, enfrenta uma situação que afeta o mundo inteiro por falta de decisão política, não econômica. Antes, quando as crises afetavam a Bolívia, o Brasil, O FMI sabia tudo. Por que agora não tem a ideia de como resolver a situação?

Porque é um problema político. As decisões não foram tomadas na hora certa. No fundo se permitiu os mesmos ajustes que são feitos em países pobres. Espanha e Grécia, com sua renda per capita, poderiam fazer ajustes de mais longo prazo, e não em tão curto, asfixiando a economia, com base em enormes sacrifícios e sem ter em conta o que vai custar às pessoas para se recuperarem (…).

Quando o Barcelona quer ganhar do Real Madrid, sabe que tem que usar sua força total, e vice-versa. Na política, em tempos difíceis, você deve reunir todas as pessoas relevantes para tomar decisões em comum: é preciso ouvir os sindicatos, empresários, especialistas, acadêmicos, sociedade civil e construir uma proposta que contemple a maioria dos representantes do país. Mas se está pensando do ponto de vista estritamente técnico. A impressão que tenho é que a chanceler Merkel assumiu um superpapel na União Europeia e todos dependem dela, vão atrás, quando são 28 países e a Alemanha é quem determina seu comportamento, seus ajustes. E agora que ela foi reeleita qual discurso faz?

Trabalhar, controlar os gastos, ao invés de buscar soluções comuns, no âmbito político. Quem sofre na Espanha? Os banqueiros? Os grandes empresários? Não. Os jovens com expectativas de encontrar emprego, estes sim (…).

Temos que louvar a participação democrática e não permitir que os jovens reneguem a política, porque quando isso acontece, o que vem é o fascismo. Queremos que os jovens discutam abertamente para que sintam que fora dela não há outro caminho”, analisou Lula.

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA ENTREGA NO CONSULADO NORTE-AMERICANO DOCUMENTO DAS PREMIAÇÕES DE ASSANGE E SNOWDEN

O jornalista Mário Augusto Jakobskind, o deputado Paulo Ramos, o jornalista e colunista do Correio do Brasil, Arlindenor Pedro, e o jornalista Daniel Mazola, em frente ao consulado dos EUA, apresentam o comprovante de entrega do comunicado

Na semana passada, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) apoiada pelos sindicatos de jornalistas do Estado e dos Municípios do Rio de Janeiro, Sindipetro/RJ, MST, Grupo Tortura Nunca Mais, Instituto Mais Democracia  e o Movimento Democracia Direta, realizaram uma teleconferência com as participações dos jornalistas Julian Assange e Edward Snowden, responsáveis pelos serviços prestados á humanidade ao divulgarem os atos de espionagem praticados pela Agência Nacional de Segurança (SNA), órgão dos Estados Unidos da América do Norte, em vários países, inclusive no Brasil quando foram espionados o governo Dilma, empresas nacionais, como a Petrobrás, e cidadãos brasileiros.

Como os dois jornalistas foram transformados em persona non grata pelos Estados Unidos e seus aliados como França, Inglaterra, Alemanha, entre outros, por isso Assange permanece asilado na embaixada do Equador, no Reino Unido, Snowden, na Rússia, a ABI resolveu prestar uma homenagem dignificante aos dois corajosos e inteligentes jornalistas. Durante a teleconferência ocorreram debates sobre os temas pertinentes a segurança dos Estados, os acordos bilaterais e as liberdades, principalmente da imprensa.

No final do evento aconteceu a premiação concedida pela ABI aos dois jornalistas. Como o governo que mais persegue os dois jornalistas é o governo Barack Obama, dos Estados Unidos, os responsáveis pela premiação, membros da ABI, resolveram entregar no consulado norte-americano, no Rio de Janeiro, um documento notificando ao governo norte-americano as premiações de Assange Snowden.

Mário Augusto Jakobskind, presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e Daniel Mazola, secretário da entidade foram que fizeram a entrega do documento no consulado norte-americano, que foi recebido, do lado de fora do prédio, por um motorista do órgão.

Agora, com a entrega do documento das premiações, Obama, sabe mais do que nunca que Assange e Snowden não estão tão sozinhos. O que mostra que democracia não é só a que concebem os Estados Unidos.

GOVERNO BRASILEIRO PEDE EXPLICAÇÕES AO GOVERNO BRITÂNICO SOBRE A PRISÃO DO BRASILEIRO EM LONDRES

O governo brasileiro através do seu Ministério das Relações Exteriores convocou o embaixador britânico Alexander Ellis para dá informações sobre a prisão de nove horas, do brasileiro David Michael Miranda, preso e interrogado em uma sala por vários agentes no aeroporto de Londres quando fazia conexão quando proveniente da Alemanha. Segundo os agentes eles cumpriam a lei antiterrorismo instituída no país.

David Miranda é companheiro do jornalista norte-americano Glenn Greenwald, autor das denúncias de ciberespionagem realizada pelos Estados Unidos que foi publicada pelo jornal inglês The Guardian cujos documentos foram passados pelo ex-funcionário de uma empresa terceirizada, Edward Snowden, que prestava serviço de informações à Agência de Segurança Nacional (NSA).

Para Miranda sua prisão foi uma forma de intimidá-lo. Declarou quando desembarcou no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

“Fizeram perguntas sobre a minha vida inteira e ainda levaram o meu computador, videogame, celular, máquina fotográfica e cartões de memória”, disse David Miranda.

Depois de comunicado em nota pelo Itamaraty em que o governo brasileiro via como “grave preocupação” o ocorrido, o chanceler Antônio Patriota disse que não há explicação razoável para o episódio com o brasileiro no aeroporto londrino.

“Não há justificativa para o tratamento que foi dado a um cidadão brasileiro sob quem não pesa qualquer suspeita de envolvimento com o terrorismo ou outra atividade ilícita, retido durante nove horas incomunicável.

Esperamos que isso não se repita. Será muito importante transmitirmos isso de maneira muito clara ao governo britânico”, sentenciou Patriota.

Por sua vez, em entrevista à BBC de Londres, o presidente do Comitê Parlamentar de Interior Britânico, Keith Vaz, após o violentos episódio de agressão a  liberdade individual, pediu esclarecimentos sobre a lei antiterrorismo que resultou na prisão do brasileiro.

“Levando em conta que se trata da nova utilização da legislação contra o terrorismo para deter alguém nestas circunstâncias escreverei à polícia para pedir uma justificativa do uso desta lei e talvez tenham uma explicação perfeitamente razoável”, disse Vaz.

Que o Estado britânico tenha suas paranoias, que em  verdade foi ele mesmo junto com outros Estados quem criou, ele não pode e não deve ao bel  prazer projetar suas suspeitas sobre qualquer cidadão que para suas alucinações e delírios carregam a o signo suspeito de ser um terrorista. O brasileiro Charles, que fora assassinado também pelas forças repressivas britânicas, não era nenhum terrorista. Mas mesmo assim foi assassinado como vítima dessa insegurança estatal que pretende se passar por segurança nacional. É fácil entender essa atitude paranoica do Esatdo britânico quando se sabe que internacionalmente ele é um dos braços do imperialismo bélico-interventor dos Esatdos Unidos, o país que pratica o terrorismo de Estado, como afirma o filólogo/filósofo Noam Chomsky.

PESQUISA DA FUNDAÇÃO PERSEU ABRAMO MOSTRA QUE 70% DOS BRASILEIROS EXIGEM REGULAÇÃO DA MÍDIA

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Um assunto por demais óbvio, mas que a chamada grande mídia faz vista de escuro ou ouvido de mercador. Por ser democrática, a regulação da mídia no Brasil é uma necessidade social. Uma realidade que pode levar os meios de comunicação a se tornarem mais democráticos e sociais. Fato que não é aceitou pelo setor reacionário e monopolizador da informação como as chamadas grandes mídias comandads pela família Marinho.

Entretanto, agora com a pesquisa efetuada pela Fundação Perseu Abramo, e divulgada ontem, dia 16, mostrando que mais de 70% dos brasileiros exigem a regulação da mídia, o quadro pode mudar. Ou melhor, tem que mudar.

A pesquisa mostra que sete entre brasileiros querem regras para o conteúdo da programação das televisões. Entre estes, 46% querem que a regulação seja definida e fiscalizada por um “controle social”, um “órgão que represente a sociedade”. Essa necessidade encontra-se vinculada ao fato de que 94% têm hábito de assistir a televisão, e 82% se comunica com a tela diariamente, sendo que 90%  encontra-se sempre conectada com a TV para se informar sobre oque está ocorrendo no mundo.

As perguntas postas aos entrevistados constaram sobre o grau de concentração das emissoras, regime de concessões, penetração da internet, neutralidade da cobertura da imprensa e representação dos setores da sociedade na mídia. A pesquisa mostrou também, que o rádio ocupa o segundo lugar na preferência dos entrevistados com 79 de hábito na população. O terceiro lugar é disputado pela internet e os jornais impressos. Com acesso à rede, 43% responderam que sim, e 38% que usam facebook e 25% o Google.

A parte mais dolorosa da pesquisa, quando se sabe da tirania das grandes mídia, é a que mostra que mais de 70%  dos brasileiros não sabem que os canais de TV aberta pertencem ao Estado e que acreditam que as emissoras são empresas privadas. É essa ignorância televisiva que TV como a Globo agradece. Por isso, que urge mudar esse padrão de ignorância comunicacional. Só assim acaba o monopólio desses impérios do vazio.  Também é doloroso o fato da pesquisa mostrar que apenas 40% dos entrevistados saberem que somente 10 famílias controlam a maior parte da mídia no Brasil. Apesar de conceituarem como ruim, e 23% como bom o controle por essas famílias.

“Esse país só será democrático quando nos intervalos da programação for informado que as emissoras são concessões públicas, e que as concessões públicas têm começo e fim. Agora temos dados concretos”, analisou o jornalista e professor da Escola de Comunicação e Arte (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), Laurindo Leal Filho. Aquele que denunciou que o Bonner Simpson do Jornal Nacional da Globo censurava notícias importantes para a esquerda e chamava o telespectador de seu jornal de Simpson, o imbecil do desenho, segundo ele.

“Essa pesquisa é um instrumento muito importante. Agora a gente começa a ter bases mais sólidas para o debate público”, comentou Pedro Ekman, do Coletivo Intervozes.

Esse tema tem que ser tomado como corpo e espírito da sociedade brasileira em todos os seus seguimentos, principalmente, nas escolas, onde os professores devem tornar comum entre seus alunos. A discussão e o esclarecimento sobre o tema com os estudantes, chega até suas residências, transborda para os bairros e passa a ser tema de toda uma cidade. Só assim, será possível mudar esse quadro enfermo propagado pelas mídias delirantes.

SINDICATOS DOS JORNALISTAS PROTESTAM CONTRA AGRESSÕES SOFRIDAS PELOS PROFISSIONAIS DURANTE MANIFESTAÇÕES

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Em nota divulgada ontem, dia 15, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro, afirma que a imprensa corre perigo. A informação é decorrente dos atos agressivos que estes profissionais vêm sofrendo durante a cobertura das manifestações nas ruas de várias cidades do país.

“A liberdade de imprensa corre perigo. A situação está cada vez mais grave para os jornalistas que cobrem, ou melhor, que tentam cobrir  as manifestações de rua, no Rio de Janeiro.

Um pequeno grupo de manifestantes, no melhor estilo de milícias fascista, passou a intimidar rotineiramente as equipes de jornalismo. Nos protestos de segunda-feira (12), em frente ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras, várias equipes foram acuadas e impedidas de trabalhar. Um repórter cinematográfico da TV Bandeirantes chegou a levar um soco nas costas. Não foi para isto que lutamos contra a ditadura que durante 21 anos perseguiu a imprensa, prendeu, torturou, e assassinou tantos brasileiros. Entre eles, jornalistas”, diz trecho da nota do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro.

Também a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) publicou nota repudiando as agressões efetuadas pelos grupos neonazistas e fascistas. A nota afirma que desde junho a imprensa vem sendo agredida em muitas cidades brasileiras.

“A Abraji contabilizou quase 60 casos de agressões contra repórteres. Sedes de emissoras foram cercadas ou apedrejadas, e diversos veículos de reportagem ou transmissão foram depredados. Esses dados justificam a posição do Brasil entre os países mais perigosos para o exercício de jornalismo no mundo.

Quaisquer tipos de agressões e violações a jornalistas, sejam elas perpetradas pelo Estado ou por manifestantes, constituem ofensa violenta ao livre exercício da comunicação. Nenhuma instituição que apoie a democracia pode tolerar conduta desse tipo”, diz a nota da Abraji.

DENÚNCIA DA EMPRESA ALEMÃ, SIEMENES, MOSTRA ENVOLVIMENTO DE TODOS OS GOVERNADORES DO PSDB DE SAMPA EM FORMAÇÃO DE CARTEL

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A empresa alemã, Siemens, segundo reportagem da revista semanal, IstoÉ, denunciou os três governadores de São Paulo Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, todos do PSDB, partido da burguesia-ignara, como coniventes com a formação de cartel entre as empresas estrangeiras na ampliação da malha metroviária e reforma de trens. O interessante é que a empresa alemã, a denunciante, também participou da trapaça.

Por sua vez, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) anunciou que liberou ao governo de São Paulo acesso aos documentos que mostram a conivência do Palácio dos Bandeirantes com a formação de cartel de empresas estrangeiras com o fito de driblar a concorrência em editais do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Diante dos pedidos para liberar os documentos sobre o caso, o Cade vinha se recusando argumentando que o processo corria em sigilo, mas como o governador Alckmin através de decisão judicial que os documentos fossem liberados.

“Tivemos  a decisão judicial que autoriza São Paulo a ter acesso a todo processo do metrô que está no Cade”, afirmou o governador direitista.

Por sua vez, o eterno candidato à Presidência da República pelo partido da direita, voz da burguesia-ignara, PSDB, José Serra, depois de participar de uma palestra na Associação Comercial de São Paulo, saiu-se com suas tradicionais “inocências”.

“Meu nome não surgiu. Quando surgiu foi para fazer o oposto: nós fizemos uma luta anticartel para pagar RS 200 milhões a menos. Quem fez a matéria não leu os documentos que tinha nas mãos que demonstravam isso”, afirmou Serra, o “inocente”.

Assim como a Siemens a empresa Alstom também participou da corrupção. Ambas são conhecidas internacionalmente como propineiras. E é claro que se deram bem nos governos do PSDB. O partido inventou do primeiro grande mensalão.

Forbes publica o que o mundo já sabe: Revista Veja é odiada no Brasil e se envolveu em corrupção

Revista Forbes publicou matéria sobre a morte de Roberto Civita e a Editora Abril. Diz que Veja é um dos meios de comunicação mais odiados do Brasil e que se envolveu em corrupção e lavagem de dinheiro:

Billionaire Roberto Civita, Brazilian Media Baron, Dies At 76 

Apesar de amplamente lida, a publicação é também um dos meios de comunicação mais odiados do Brasil, devido ao seu conteúdo editorial de direita, cheio de lançadores de bombas políticas e sua clara oposição ao atual governo do Partido dos Trabalhadores.

(…)

Mais recentemente, Veja se envolveu em corrupção e em um inquérito de lavagem de dinheiro, que terminou com a prisão em fevereiro de 2012 de Carlos Augusto Ramos, mais conhecido como Carlinhos Cachoeira (Charlie Waterfall), que supostamente é envolvido em jogos de azar no estado de Goiás.

Um rosto conhecido na política brasileira, Cachoeira também foi uma figura-chave do caso Mensalão. Mas, enquanto vários funcionários públicos foram demitidos, ele saiu livre. O Congresso do Brasil criou uma comissão especial para investigar o assunto, que incluía um calendário de audiências de pelo menos 167 convocações. Um dos editores da Veja foi um dos primeiros na lista.

(…)

O texto original, em inglês, está AQUI.

Fonte: Vi o mundo/ Forbes

FÓRUM PELA DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA BUSCA APOIO POPULAR NA REGULAÇÃO MIDIÁTICA

O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) está organizando um abaixo assinado em todo país para um projeto de iniciativa popular para a regulação da mídia a ser entregue ao congresso nacional.

O objetivo da FNDC é coletar 1,3 milhão de assinaturas.  Segundo o membro da FNDC, José Sóter, que afirma que o governo federal engaveta um avanço nesta questão, disse que “O Congresso vai ter que receber, e aí eu quero ver se o Executivo vai ter mais força que essas assinaturas”.

O diretor da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), José Carlos Torves,  também apoia o projeto e falou que  “Será um equivoco político se o movimento social abandonar a perspectiva de exigir do governo a imediata apresentação de um projeto de regulação da convergência tecnológica”.

Os representantes das empresas de comunicação estiveram presentes à audiência do forum e muitos como a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) se mostraram contra a regulação enfocando a liberdade de expressão.

Vivemos em um país onde a programação das concessionárias televisivas/radiofônicas não tem as funções “artísticas, culturais, educativas e informativas” que regulamente a Constituição Federal. Além disto temos uma Associação Brasileira de Imprensa inoperante e voltada ao interesse da grande mídia. Isto sem contar nos danos ao consumir lesado com um serviço de péssima qualidade como é a programação midiática.

Por estes motivos a regulamentação não será nenhuma forma de censura ou de limar a expressão. Será uma forma de acabar com o abuso e obrigar as empresas a cumprir a constituição e seus contratos de concessão, em benefício do espectador brasileiro.

A INEXISTÊNCIA DO JORNALISMO MANAUARA COMO SERVIÇO PÚBLICO E A VOLTA DO PROGRAMA LIVRE

A não-cidade de Manaus nunca teve uma programação jornalística (seja via rádio ou televisão) como um serviço público. E muito menos com as finalidades que um servíço midiático: artísticas, culturais, educativas e informativas como prevê a Constituição Federal de 88. Além da midiotização manauara estar sempre ligada aos interesses dos governantes e dos valores estagnados da classe média ignara.

Os canais de televisão por ser uma concessão deveriam ter em sua programação um serviço público. Porém por se serem em empresas privadas com praticamente nenhum compromisso com uma comunicação de qualidade vemos uma programação alienante e tendenciosa cada vez mais a estupidez.

Em Manaus a programação televisiva, por ter na dita “tv aberta” apenas retransmissoras dos canais nacionais, se mostra diretamente atrelada a programação desta sacrossanta glória da burrice nacional (Tom Zé), inclusive copiando tudo que há de pior nas concessionárias nacionais, inclusive quadros, trejeitos e a inutilidade pública nos moldes da revolução do olhar e até mesmo do que prevê a Constitução.

Na televisão dita “fechada” ocorre a mesma realidade: canais que apenas repetem os mesmos estereótipos dos canais abertos, ou no caso da TV Ufam que praticamente não produz programas e apenas reproduzindo intermitentemente o que ocorreu há anos como seminários e programas como o do Rumos Itaú Cultural, não tendo assim nenhuma importância com o novo.

O DESSERVIÇO PÚBLICO E A VOLTA DO PROGRAMA/CANAL “LIVRE”

As televisões assim como os jornais impressos estão diretamente atrelados aos governantes e “representantes públicos”, e muitas vezes servem para defender suas práticas e esconder seus atos comprometedores.

No caso da televisão amazonense, desde sempre vemos uma grande inutilidade e um engodo para que apareçam pessoas descomprometidas com uma transformação social (o que no caso de uma não-cidade como Manaus é muito comum).

Assim como em outros lugares do país, o espaço público concessionado da televisão se torna um espaço de “produção” de candidatos antidemocráticos, onde há uma vantagem destes candidatos pois possuem uma maior exposição do que os outros e ainda favorece a troca de favores/exploração (ou compra de votos (?)).

Programas que exploram a miséria alheia tanto dos “convidados” quanto dos expectadores (com suas míseras produções intelectivas) e que auxiliam a existência da miséria para que sempre o programa continue vendendo ilusão e rendendo eleição.

Na não-cidade de Manaus foi notório o programa Canal Livre exibido há alguns anos pelos vulgos irmãos “coragem” que em sua covardia além de explorarem o povo, estiveram ligados em processos criminais de homicidios e ligações com tráfico de entorpecentes, crimes estes que mostravam no programa como relacionados a outrem.  Seus apresentadores Carlos Souza, na época Vice-prefeito de Amazonino Mendes, e Wallace Souza foram condenados e “presos” por estes crimes.

Carlos Souza foi solto provisóriamente pelo desembargador Rafael Romano, logo conseguiu ser eleito em 2010 para o cargo de deputado federal, cargo que ocupa atualmente. Porém desde o mês passado Carlos voltou a exibir junto com seu outro irmão, Fausto Souza, o mesmo programa agora sob o nome “Programa Livre”.

Em seu formato a mesma lambança de antes: um programa de auditório que explora a miséria alheia e sua imagem “solidariamente” ajudando com o que o “povo necessita”, trazendo denúncias de problemas que o próprio Carlos, ligado ao grupo político há mais de 30 anos no poder, nunca fizeram questão de resolver. Além disto é comum o programa entrevistar e expor criminosos, os humilhando frente as câmeras. Os reporteres, quadros copiam o pior dos quadros/programas jornalísticos/policialescos da televisão brasileira com “personagens” como Gil Gomes por exemplo.

Isto se soma a falsa discussão de problemas da não-cidade e  ufanismo ao governador do estado do Amazonas Omar Aziz, em uma evidente exposição de interesse político. Há ainda auto-elogios do apresentador Carlos Souza, em um comportamento esquizo elogia ele mesmo como deputado federal.

Dentro de um programa inútil no que se propõe a constituição e como discutimos anteriormente cria a seguinte questão: por que um canal regional de televisão permite este tipo de programa, agindo  anticonstitucionalissimamente?

Não importa o canal deste programa, todos os outros tem uma mesma programação, a da inutilidade. A não-cidade de Manaus nunca utilizou do espaço midiático para construir junto a população espectadora saberes necessários a produção de uma existência libertária. Os empresários/produtores/apresentadores sempre estiveram aprisionados em suas paixões tristes e por isto nunca puderam fazer uma programação diferente das redes nacionais que também estão aprisionadas.

Os vereadores e prefeitos manauaras em seu desserviço público continua dando a concessão deste espaço público (os canais de tv e emissoras de rádio) para esta empresas de práticas anticonstitucionais. Estes programas nunca são livres, são sempre aprisionantes na irracionalidade produtora de miséria/resultado eleitoral. E assim a população que sempre se faz de espectadora alesada desta programação desrespeitosa continua vivendo nesta não-cidade e não “tendo direito” a um espaço de construção de novos saberes e novas formas de percepção da existência.

Programa Nova África, da TV Brasil, ganha Prêmio Camélia da Liberdade

da Agência Brasil

A série de reportagens do programa Nova África, que mostra o continente e suas diversidades culturais do ponto de vista do próprio africano, com ênfase tanto nos problemas regionais do continente, como no desenvolvimento de soluções a partir dos próprios personagens locais, deu à TV Brasil o Prêmio Camélia da Liberdade.

Em sua 7ª edição, o Prêmio Camélia da Liberdade visa a incentivar instituições públicas, universidades, governos, empresas e veículos de comunicação a desenvolver projetos de ações afirmativas, de valorização da diversidade e inclusão étnica nos seus quadros e que, ao longo do ano, tenham demonstrado compromissos concretos com a inclusão dos afrodescendentes na sociedade brasileira.

O Nova África recebeu do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (Ceap), o Camélia da Liberdade Ação Afirmativa, Atitude Positiva, na categoria Veículo de Comunicação. O prêmio foi pela primeira temporada do Nova África, exibida pela primeira vez em 2009 e produzida pela Baboom Filmes.

Em seus 26 episódios, o programa ouviu trabalhadores, políticos, intelectuais, artistas e ativistas sociais africanos, revelando facetas do continente pouco conhecidas pelos brasileiros. Ao comentar a premiação para o Portal da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a diretora de jornalismo da empresa, Nereide Brandão ressaltou o fato de que o prêmio “reconhece iniciativas da EBC que promovem ações para a superação das desigualdades raciais e sociais”.

Para o babalaô Ivanir dos Santos, representante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, ao premiar a TV Brasil com o Camélia da Liberdade, o Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (Ceap) fez justiça a um dos poucos veículos de comunicação do país que se dedica a explorar de forma diferenciada o continente africano, suas populações e suas diversidades.

“A premiação ao Nova África é importante porque, neste momento, em que existem poucos veículos de comunicação que se dedicam ao tema, o programa procura trazer a tona os problemas do continente africano, suas soluções e peculiaridades para um país onde a grande maioria da população é descendente da África”.

Lembrando que a Camélia era um simbolo abolicionista, Santos ressalta o fato de que o programa é uma forma de ajudar a entender melhor que a África tem uma diversidade cultural intensa. “A África não é um continente que serviu de celeiros de escravos para o mundo, mas sim um conjunto de Estados que pulsa e deu origem à civilização”.

Santos diz que, no Brasil, se fala muito da civilização europeia, considerada o berço mundial da cultura. “Isto não corresponde à verdade e o programa procura mostrar exatamente isto: que a África não é, necessariamente, um continente atrasado, mas sim um continente diferente e que é inclusive o berço da civilização mundial”.

Desde 2005 sob patrocínio da Petrobras, o projeto Camélia da Liberdade desenvolve uma série de ações voltadas para afirmação e promoção da comunidade negra. O desafio é criar justiça social em uma sociedade em que a desigualdade, provocada por fatores históricos e políticos e a injustiça são fatores geradores de conflitos sociais.

A marca do projeto é o resgate de um antigo simbolo abolicionista, uma Camélia, que procura por meio de sua popularização criar uma ação visual acerca das ações afirmativas em nosso país.

A entrega do prêmio por parte do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas ocorre na noite de hoje (24) na casa de espetáculos Vivo Rio, a partir das 20h. O tema escolhido é a Pequena África, região formada pelos bairros da Zona Portuária do Rio de Janeiro e que, até o início do século 20, era ocupada por um grande contingente de negros libertos, escravos e remanescentes dos antigos quilombos da Pedra do Sal.

Serão premiados com o Camélia da Liberdade instituições ou personalidades. A TV Brasil concorria ao prêmio Veículo de Comunicação com três programas: Caminhos da Reportagem, com o tema Herança Negra no Rio de Janeiro; Para Todos; e com o Nova África – que acabou levando a premiação.

O Ceap reconhece e premia instituições de ensino, empresas, órgãos governamentais, veículos de comunicação e personalidades que apoiam a integração do negro na sociedade. Rede Globo, Record, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Supremo Tribunal Federal (STF) estavam na lista de concorrentes.da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A série de reportagens do programa Nova África, que mostra o continente e suas diversidades culturais do ponto de vista do próprio africano, com ênfase tanto nos problemas regionais do continente, como no desenvolvimento de soluções a partir dos próprios personagens locais, deu à TV Brasil o Prêmio Camélia da Liberdade.

Em sua 7ª edição, o Prêmio Camélia da Liberdade visa a incentivar instituições públicas, universidades, governos, empresas e veículos de comunicação a desenvolver projetos de ações afirmativas, de valorização da diversidade e inclusão étnica nos seus quadros e que, ao longo do ano, tenham demonstrado compromissos concretos com a inclusão dos afrodescendentes na sociedade brasileira.

O Nova África recebeu do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (Ceap), o Camélia da Liberdade Ação Afirmativa, Atitude Positiva, na categoria Veículo de Comunicação. O prêmio foi pela primeira temporada do Nova África, exibida pela primeira vez em 2009 e produzida pela Baboom Filmes.

Em seus 26 episódios, o programa ouviu trabalhadores, políticos, intelectuais, artistas e ativistas sociais africanos, revelando facetas do continente pouco conhecidas pelos brasileiros. Ao comentar a premiação para o Portal da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a diretora de jornalismo da empresa, Nereide Brandão ressaltou o fato de que o prêmio “reconhece iniciativas da EBC que promovem ações para a superação das desigualdades raciais e sociais”.

Para o babalaô Ivanir dos Santos, representante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, ao premiar a TV Brasil com o Camélia da Liberdade, o Centro de Articulação de Populações Marginalizadas (Ceap) fez justiça a um dos poucos veículos de comunicação do país que se dedica a explorar de forma diferenciada o continente africano, suas populações e suas diversidades.

“A premiação ao Nova África é importante porque, neste momento, em que existem poucos veículos de comunicação que se dedicam ao tema, o programa procura trazer a tona os problemas do continente africano, suas soluções e peculiaridades para um país onde a grande maioria da população é descendente da África”.

Lembrando que a Camélia era um simbolo abolicionista, Santos ressalta o fato de que o programa é uma forma de ajudar a entender melhor que a África tem uma diversidade cultural intensa. “A África não é um continente que serviu de celeiros de escravos para o mundo, mas sim um conjunto de Estados que pulsa e deu origem à civilização”.

Santos diz que, no Brasil, se fala muito da civilização europeia, considerada o berço mundial da cultura. “Isto não corresponde à verdade e o programa procura mostrar exatamente isto: que a África não é, necessariamente, um continente atrasado, mas sim um continente diferente e que é inclusive o berço da civilização mundial”.

Desde 2005 sob patrocínio da Petrobras, o projeto Camélia da Liberdade desenvolve uma série de ações voltadas para afirmação e promoção da comunidade negra. O desafio é criar justiça social em uma sociedade em que a desigualdade, provocada por fatores históricos e políticos e a injustiça são fatores geradores de conflitos sociais.

A marca do projeto é o resgate de um antigo simbolo abolicionista, uma Camélia, que procura por meio de sua popularização criar uma ação visual acerca das ações afirmativas em nosso país.

A entrega do prêmio por parte do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas ocorre na noite de hoje (24) na casa de espetáculos Vivo Rio, a partir das 20h. O tema escolhido é a Pequena África, região formada pelos bairros da Zona Portuária do Rio de Janeiro e que, até o início do século 20, era ocupada por um grande contingente de negros libertos, escravos e remanescentes dos antigos quilombos da Pedra do Sal.

Serão premiados com o Camélia da Liberdade instituições ou personalidades. A TV Brasil concorria ao prêmio Veículo de Comunicação com três programas: Caminhos da Reportagem, com o tema Herança Negra no Rio de Janeiro; Para Todos; e com o Nova África – que acabou levando a premiação.

O Ceap reconhece e premia instituições de ensino, empresas, órgãos governamentais, veículos de comunicação e personalidades que apoiam a integração do negro na sociedade. Rede Globo, Record, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Supremo Tribunal Federal (STF) estavam na lista de concorrentes.

EBC lança edição impressa do Manual de Jornalismo

Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

A edição impressa do Manual de Jornalismo da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) foi lançada hoje (11), em Brasília. A publicação, disponível na internet desde junho de 2012, traz os princípios e valores da empresa, além de orientações gerais para o trabalho diário dos profissionais de todos os seus veículos.

Na avaliação do jornalista Antonio Achilis, que coordenou o processo de elaboração do manual, trata-se de um marco na construção da comunicação pública do país. Ele ressaltou que a publicação é resultado de um trabalho coletivo e democrático, que envolveu jornalistas de todas as plataformas usadas na empresa e contou com as contribuições de especialistas externos e de representantes da sociedade civil.

Para Achilis, que é especialista em gestão estratégica da informação e ex-presidente da Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (Abepec), a principal característica do Manual de Jornalismo da EBC é a “forte abertura à participação da sociedade”.

“Analisamos manuais de dez países e percebemos que há um consenso entre eles no que tange a questões éticas, de correção, de respeito à privacidade. No nosso caso, foram agregados conceitos importantes de estímulo à qualificação das pessoas [profissionais] e do produto, por meio, entre outros fatores, da forte abertura à participação da sociedade. Isso deve ocorrer com mecanismos estáveis e de forma regrada. As pessoas têm espaço para participar [do conteúdo que a empresa produz] sem que a EBC abra mão da qualidade do que veicula”, ressaltou.

O jornalista português Carlos Fino, que trabalhou na Rádio e Televisão Portuguesa (RTP) e que participou hoje  da terceira edição do Diálogos EBC, evento interno da empresa, que promove debates sobre temas relacionados à comunicação, destacou que “o fazer substancialmente diferente” em relação aos veículos comerciais, sem abrir mão da qualidade e da audiência, é o principal desafio da comunicação pública.

“Se é para fazer igual ao setor privado, para que o Estado gasta dinheiro?”, questionou Carlos Fino, enfatizando que os veículos públicos são feitos para o público, com dinheiro do público e devem ser controlados pelo público.

Para ele, a iniciativa brasileira de estabelecer parâmetros para o setor, com o lançamento do manual, revela que essa preocupação “está muito presente”. “Embora o Brasil engatinhe nessa área, percebemos que houve avanços nos últimos cinco anos na direção da consolidação de um serviço público que mereça esse nome, que esteja a serviço do público, e não dos governos ou do Estado”, disse o jornalista,reconhecido como o primeiro repórter a noticiar o bombardeio do Iraque em 2003, quando era correspondente internacional em Moscou.

O diretor-presidente da EBC, Nelson Breve, ressaltou que o manual, resultado dos cinco anos de experiência desde a criação da empresa, refina a prática do jornalismo público interno, mas também reflete o compromisso da instituição com a sociedade.

Segundo Breve, o nome dado à publicação, Somente a Verdade, corrobora o principal caráter da atividade jornalística, que deveria ser entendida, independentemente de ser financiada com recursos públicos ou privados, como um serviço público. Para ele, a definição de regras claras para a busca, o tratamento e a publicização da informação que deve ser de interesse do cidadão é imprescindível para que todos esses processos sejam feitos com integridade.

“Temos que primar pela perfeição, o que não é fácil porque somos humanos e erramos, mas o erro não pode ser uma forma de justificar intenções que não são as de busca e divulgação da verdade. O cidadão tem o direito de tomar suas decisões com base nisso, com base nas informações que ele recebe”, enfatizou, destacando que o lançamento da edição impressa do manual ocorre na semana do Dia do Jornalista – 7 de abril – quando também comemoram-se os cinco anos da lei que criou a Empresa Brasil de Comunicação.

A diretora de Jornalismo da EBC, Nereide Beirão, disse que lançamento encerra um ciclo “desafiador e interessante”. Ela enfatizou que a produção do manual não limita a prática jornalística, mas define parâmetros para uma produção que se diferencie dos conteúdos dos veículos comerciais, sendo “mais completa para o ouvinte, o leitor e o telespectador”.

“O jornalismo público dá ao profissional o direito de produzir sem manipulação, sem influência, o jornalismo de verdade, em sua plenitude, e o conteúdo do manual conseguiu refletir nossos princípios, valores, de acordo com a lei que criou a EBC“, disse.

A diretora destacou, no entanto, que a prática jornalística é dinâmica, e que o manual deve absorver, futuramente, novas contribuições e ter novas edições.

Nereide Beirão ressaltou que, entre outros temas, a publicação consolida a autonomia e a isenção da cobertura jornalística das atividades do Poder Executivo, ao qual a EBC está vinculada formalmente, mas sem dar espaço ao preconceito que possa deixar de lado informações de interesse do cidadão, como sobre programas e serviços do governo que podem ser usados pela população. Ela enfatizou que o manual também busca a interiorização da notícia, de modo a valorizar a real diversidade cultural no país, fugindo de esteriótipos.

HUGO CHÁVEZ E A MÍDIA GOLPISTA BRASILEIRA

Ao ligar a televisão e rádio no Brasil se percebe que todos os canais e emissoras tratam a morte de Hugo Chávez, presidente da Venezuela e um dos mais importantes líderes de estado da América do Sul. Porém com rarissimas exceções (e bote raridade) ouvimos sobre Chávez muitas intrigas, calúnias, ódio, ressentimento, baixa potência de agir no mundo próprio da “imprensa” subserviente a direitaça e a subjetividade imperialista do capitalismo.

Falam dos 12 anos de governo de Chávez, acusam-o de ditador, populista, acusam o Itamaraty de terrorismo internacional, inventam que houve perseguição da população e censura da comunicação individual e midiática, afirmam que Chávez restringiu a liberdade de imprensa, sugerem até que o Brasil corte relações com a Venezuela, etc, etc…

Estas e diversas outras mentiras que ofendem a soberania do povo venezuelano e a inteligência (ainda que pequena) dos espectadores medianos da televisão brasileira. A Venezuela, que elegeu por quatro vezes o companheiro Chávez, e como já frisamos em diversos posts, passou por um período de desenvolvimento e distribuição social que o país nunca antes tinha passado. Chávez junto com Dilma, Mujica e Kichner engendram o Mercosul, e assim colocam um país que sempre foi rico em recursos naturais em cooperação na economia regional do bloco.

presidentes mercosul

A riqueza do petróleo da Venezuela, que sempre esteve na mão do capital americano/europeu, pode com Chávez propiciar um desenvolvimento com distribuição de renda favorecendo a maioria que antes estava na miséria. Isto a mediocridade midiática não fala.

Chávez sofreu uma tentativa de golpe militar com apoio dos Estados Unidos e da mídia golpista latinoamericana e como qualquer golpe de estado contra a democracia, o Brasil se posicionou contra o golpe. Isto a miserabilidade intelectiva da “mídia tupiniquim” omite.

Chávez e o senado venezuelano decidiram não renovar o contrato da empresa de televisão RCTV pois ela não cumpriu seu papel social. Assim como no Brasil, na Venezuelas as empresas de rádios e tvs conseguem seus espaços de transmissão por concessão pública e devem fornecer uma programação educativa e de interesse público (o que exclui violência, manipulação jornalistica, tendenciosidade aos poderosos, etc), ato garantido pela constituição brasileira e venezuelana, já que o espaço das rádios e tvs pertencem ao povo. Desta forma a RCTV assim como dezenas de empresas de rádio/tv não prestam o serviço que a população tem direito. Isto o maquinismo interesseiro e opressor da mídia  não pratica e ocupa espaço de outros que poderiam transformar.

Assim para mídia reacionário Chávez é uma figura fantasmagórica que nunca existiu e que serviu para colocar seus delírios anti-democráticos na desinformação da população.

Felizmente Chávez que agora descansa sabe que esta grande mídia não tem a força de um governo democrático como o que o Brasil e a Venezuela vem passando, que respeita a opinião pública, as instituições democráticas do estado, que não favorece seus governantes, que permite que se faça justiça, que não engaveta processos, que não tem medo dos tentáculos do imperialismo, que busca acabar com a desigualde. Este sim foi o governo Chávez, este sim continuará e permanecerá na memória, e o presidente bolivariano Chávez também permanecerá em nossas mentes como um homem do povo, que lutou por nós e contra eles, os deturpadores e dominadores.

A matemática esperta da ‘Folha’

Manchete da Folha deste domingo estampa ‘grave denúncia’:

“Programa social consome a metade dos gastos federais”.

Só profissionais da dissimulação conseguem vender como jornalismo manipulações grosseiras como essa, feitas para alimentar o alarido da agenda conservadora.*

A saber:

a) que a política econômica do governo do PT não passa de uma bolha de consumo atrelada à enorme ‘bolsa esmola’, ao custo de R$ 405,2 bi;

b) que o consumo de massa é mantido de forma artificial, com gastos assistencialistas – e reajuste abusivo do salário mínimo, a pressionar o sistema previdenciário;

c) que tudo isso é inflacionário porque desprovido da expansão dos demais ingredientes que sustentam a oferta (como se o hiato do investimento fosse um fato cristalizado);

d) que o conjunto subtrai recursos ao sagrado superávit primário, impedindo o Estado de canalizar maiores fatias aos rentistas da dívida pública;

e) que a solução é restaurar a agenda do Estado mínimo, com política salarial que desguarneça o núcleo desequilibrador da pirâmide de renda: o ganho real de 60% do salário mínimo no governo Lula.

Em resumo: PSDB na cabeça em 2014.

Dois disparos à queima-roupa denunciam a pistolagem atirando deliberadamente contra os fatos no alerta domingueiro da Folha.

A ‘grave denúncia’ apoia-se, de um lado, num truque contábil.

Ele pode ser pinçado de dentro de uma única e miserável linha do texto:

‘Foram excluídos da conta os encargos da dívida pública’.

A partir daí até camelo passa no buraco da agulha.

A pequena confissão subtrai do conjunto das comparações algo como R$ 200 bilhões.

Média do que custou o pagamento dos juros da dívida pública nos últimos anos.

Só os juros.

Não estão computadas aqui as despesas com amortizações e rolagens, que elevam o fardo rentista a quase 50% do gasto orçamentário federal, engessando-o para investimentos em saúde, educação etc.

São ‘pequenas’ elipses.

Mas são elas que tornam possível entregar o percentual encomendado pela manchete domingueira: ‘programa social consome a metade dos gastos federais’.

O segundo desvão da calculadora dos Frias engole aspectos cruciais da previdência social urbana.

No texto, ela é a ante-sala do inferno fiscal: equivale a 60% dos tais ‘gastos sociais’ do Estado brasileiro.

Um buraco de R$ 245,5 bi. (O Bolsa Família soma modestos 5% do total, R$ 20,5 bi, o que o impediria de sustentar a ‘grave denúncia’ da ‘Folha’)

A rigor tampouco a previdência o permite, exceto manipulada no liquidificador do jornalismo esperto.

Aos fatos.

A previdência urbana é superavitária desde 2007, graças à criação de 16 milhões de empregos com registro em carteira nos governos Lula e Dilma.

Em 2012, ela teve o melhor resultado de sua história: um superávit de R$ 25 bi.

O saldo cobre quase 35% do déficit da previdência rural, que estendeu o salário mínimo aos idosos do campo, privados de direitos trabalhista pelos mesmos interesses que hoje reclamam equilíbrio fiscal.

A transferência de uma renda mínima aos sexagenários rurais teve os seguintes desdobramentos:

a) a renda rural nos últimos seis anos cresceu 36% a mais do que o próprio PIB;

b) a previdência rural – que a agenda ortodoxa quer extinguir ou desvincular dos ganhos do mínimo – tornou-se um dos principais fatores de dinamização dos municípios no interior do país;

c) a década do governo Lula foi a primeira, em 60 anos, em que o êxodo rural no Brasil se estabilizou.

É uma pequena reviravolta histórica.

Deveria ser aprofundada, melhor debatida, retificada em suas lacunas, pesquisada e fortalecida em seus desdobramentos virtuosos.

Mas quem o fará?

Por certo, não a matemática esperta da Folha.

Por precaução eleitoral, ela cuida também de desqualificar os desdobramentos efetivos da ‘gastança social’ que condena.

A mensagem do conjunto reflete a mentalidade regressiva de um conservadorismo incapaz de se renovar.

Exceto em seu repertório de truques e traques, entre os quais se abriga o recado domingueiro da Folha:

‘Devolvam o país aos mercados; eles sabem como fazer a coisa certa’.

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* Observação:

O direito ao salário mínimo chegou ao campo com o Estatuto do Trabalhador Rural, criado em março de 1963. O Fundo de Assistência e Previdência do Trabalhador Rural – denominado FUNRURAL, surgiu em 1969. Seu efeito prático, todavia, foi quase nulo porque a lei não previa a contrapartida de recursos para efetivá-la. O Programa de Assistência Rural (PRORURAL), criado em 1971, definiu a aposentadoria rural por idade somente para quem tivesse acima de 70 anos. Valor: ½ salário mínimo. Foi a Constituição de 1988, complementada pelas Leis 8.212 (Plano de Custeio) e 8.213 (Planos de Benefícios), de meados de 1991, que estendeu aos idosos e inválidos de ambos os sexos do setor rural o direito efetivo à aposentadoria por idade equivalente a um salário mínimo, equiparando-os em direitos aos trabalhadores urbanos. A recuperação do poder de compra do salário mínimo no governo Lula, com um ganho real da ordem de 60% sobre a inflação, integralmente repassado aos aposentados do campo, deu-lhes um protagonismo econômico e social que nunca tiveram na história do país. A faixa de renda popular –chamada ‘classe C’– saltou de 20,6% da população rural em 2003 para 35,5% dela em 2009,em grande parte graças às transferências do Bolsa Familia e da previdência rural. O livro “Superação da Pobreza e a Nova Classe Média no Campo” , de Marcelo Neri, atual presidente do Ipea, traz dados detalhados sobre o tema.

*Editorial da Carta Maior

SEGUNDA-FEIRA DOMINICAL

Dia das boas almas

# O ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles, coordenador da comissão da verdade, afirmou que o ano de 2012 termina com um avaliação positiva. “Nos deslocamos a vários estados, debatemos com a sociedade civil, com governos municipais, estaduais, com o objetivo de criar uma grande rede permanente e de proteção da democracia, para que nunca mais tenhamos essa vivência ditatorial”, falou Fonteles à Agência Brasil.comissc3a3o-da-verdade1

A Comissão da Verdade foi instalada em maio deste ano com o objetivo apurar violações aos direitos humanos, praticadas por agentes públicos entre 1946 e 1988, com ênfase no período que predominou no país os anos de chumbo (1964-1985), garantindo, assim, o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.

Segundo reportagem da Agência Brasil, “Para Fonteles, três momentos servem para mostrar o resultado positivo do trabalho da comissão até o momento: a retificação no atestado de óbito do jornalista Vladimir Herzog, a entrega de documentos sobre o desaparecimento do deputado Rubens Paiva e sobre a participação de militares no atentado do Riocentro, em 1981, além da devolução simbólica dos mandatos dos deputados cassados durante a ditadura”.

Fonteles ainda afirmou a elaboração de relatórios circunstanciado para 2013: “A comissão vai começar a olhar para a feitura do relatório e [para] as recomendações. Acho que a gente deve apresentar à sociedade brasileira uma proposta de aperfeiçoamento do Estado, para que ele cada vez mais se comprometa com a democracia”

# AgenciaBrasil3012121645JC115A presidenta Dilma Vana Rousseff, prestou solidariedade à família do jornalista Ottoni Guimarães Fernandes Júnior, diretor internacional da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Em nota oficial, a presidenta destacou o “espírito de luta” que sempre acompanhou a produção existencial do jornalista.

De acordo com a Agência Brasil, “Ottoni morreu de infarto na manhã de domingo, durante viagem à Patagônia, na Argentina. O jornalista estava na EBC desde março deste ano. Antes, foi diretor de Comunicação do Instituto Lula, secretário executivo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República entre 2007 e 2010, na gestão do ex-ministro Franklin Martins, e diretor de redação da revista Desafios do Desenvolvimento, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)”.

Ottoni ainda foi guerrilheiro durante o início da ditadura militar e atuou na Ação Libertadora Nacional (ALN), até ser preso em 1970. Foi autor do livro O Baú do Guerrilheiro – Memórias da Luta Armada, lançado em 2004, contando as memórias dos anos de prisão.

A nota oficial da presidenta diz o seguinte:

“Externo minha tristeza e minha solidariedade pela perda de Ottoni à toda a família e aos amigos desse grande companheiro. Neste triste momento, devemos nos lembrar do desprendimento e do espírito de luta que moveu Ottoni em toda sua vida, do semear da juventude, à colheita recente no governo, onde, desde 2007, ajudou na luta para consolidar a democratização da comunicação pública. Ottoni  será sempre lembrado como um dos brasileiros que ousaram sonhar e realizar, em prol do nosso povo. Recebam meu abraço fraterno”.

# De acordo com o Portal Brasil, “O início da obrigatoriedade do uso do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi adiado, pelo governo brasileiro, por mais três anos. O acordo, que visa padronizar as regras ortográficas, foi assinado em 1990 com outros países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Com o adiamento, as novas regras, que se tornariam obrigatórias daqui a quatro dias, só poderão ser cobradas a partir de 1º de janeiro de 2016. O novo prazo foi publicado em decreto presidencial no Diário Oficial da União desta sexta-feira (28)”.

acordo ortograficoPortugueses já manifestaram sua insatisfação com as novas mudanças, pois, segundo eles, as mudanças os obrigariam a falar e escrever como brasileiros. Uma das preocupações aqui no Brasil, é que as novas mudanças possam ter uma maior participação da sociedade antes de entrarem em vigor. Com o objetivo de fazer com que as língua portuguesa tenha um prestigio internacionalmente maior, talvez uma mudança mais acertada fosse não fazer das regras gramaticais ferramentas com funções pré-constituídas para as crianças nas escolas.

DILMA TOMA CAFÉ COM JORNALISTAS DISCUTINDO O BRASIL

A presidenta Dilma Vana Rousseff tomou café da manhã, nesta quinta feira (27/12), com jornalistas setoristas do Planalto do Congresso. Dentre os assuntos discutidos, alguns de suma importância, outros bastante irrelevantes, como a questão da educação, a (im)possível saída do Ministro da Fazenda Guido Mantega, os (ir)racionamentos de energias vindo dos jornalistas e o julgamento da Ação Penal 470.

Em relação à educação a presidenta foi bastante clara, reafirmando que esta é uma questão de prioridade absoluta. Dilma defende as escolas de tempo integral e programas de alfabetização, além do esforço de juntar, como disse, os “dois mundos” que existe no Brasil – o da pobreza e o da ciência, tecnologia e inovação.

A questão da (im)possível saída de Guido Mantega também foi colocada em pauta pelos jornalistas. Dilma não se deixou intimidar pela pressão internacional das mídias, como o jornal inglês “Financial Times” e a revista também britânica “The Economist”, que temem, junto com os empresários que desejam avidamente lucrar nas terras tupiniquins, que o Brasil cresça, econômica e socialmente. “Tem hora que a gente não pode querer que todos gostem da gente. Uns podem querer fazer isso, acontece que eu não quero, então fica difícil posto que sou eu que decido, o Mantega não tem a menor hipótese de sair do meu governo, a não ser que ele queira”, afirmou a presidenta.

Quando o assunto foi os (ir)racionamentos de energia, conhecidos como “apagões”, a presidenta tratou logo de desmistificar questões que ainda pairavam no imaginário dos jornalistas. Foi categórica ao mencionar que acha ridículo dizerem por aí que o Brasil corre risco de racionamento de energia. Criticou, além disso, a tentativa de colocar a culpa dos “apagões” nos fenômenos naturais, como os raios. Segundo Dilma, se houve racionamento por parte das concessionárias, a falha foi humana.

Ao ser questionada, por fim, sobre a Ação Penal 470, a presidenta precisou dar uma aula de política para a imprensa presente. Afirmou que não se manifesta sobre as decisões de outro poder, pois não pode interferir, mesmo com uma opinião, no funcionamentos desse órgão, além de avisar aos desinformados que não tem ingerência sobre a atuação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). “Não estaria contribuindo para a governabilidade desse país”, disse afinadamente Dilma.           

 E entre um gole de café e uma mordida naquele pãozinho Dilma teceu com os jornalistas, alguns representantes a mídia reacionária enquanto outros construtores de um jornalismo inteligente, este encontro democrático. Ao final a certeza da competência do governo brasileiro, a leveza de Dilma que anda nas alturas da popularidade, e as energias repostas. Mas certamente algum jornalista queimou os lábios ao tentar ao ouvir certas respostas com firmeza e certeza da boca da presidenta.

 

 


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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