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DILMA: “A CEGUEIRA POLÍTICA DE TEMER NO PROGRAMA DO RATINHO”

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Poderíamos insinuar que o golpista Michel Temer delatado por vários executivos de empreiteiras e depois da estrondosa greve de mais de quarenta milhões de trabalhadores no Brasil no dia 28 de abril de 2017 esteja sentindo o soco que o levou a nocaute. Está zonzo.

Mas não é isso, Michel Temer, segundo a presidente Dilma Rousselff, é “ilegítimo, misógino e tacanho.”

A presidente Dilma Rousseff eleita com 54.501.118 nesta noite de domingo, véspera do dia do Trabalhador rebateu as palavras misóginas e tacanhas do ilegítimo Michel Temer pronunciadas no SBT numa entrevista para o apresentador Ratinho contratado para ser o garoto-propaganda das desformas rechaçadas por mais de 92% dos brasileiros. Na entrevista, o ilegítimo insinuou que o Brasil entrou em crise porque Dilma não tinha marido. “É estarrecedor que no século 21 um presidente, mesmo ilegítimo, tenha opiniões tão tacanhas, rebaixadas e subalternas sobre o papel da mulher na sociedade brasileira”, disse a presidente do povo brasileiro.

Dilma aproveitou para divulgar na noite deste domingo uma nota rechaçando as declarações do misógino, ilegítimo que também é autor da sentença machista, preconceituosa: “Bela, recatada e do lar.

Dilma: “A cegueira política de Temer no Programa do Ratinho”

A entrevista do senhor Michel Temer ao apresentador Ratinho é um primor de misoginia e patriarcalismo.

É estarrecedor que no século 21 um presidente, mesmo ilegítimo, tenha opiniões tão tacanhas, rebaixadas e subalternas sobre o papel da mulher na sociedade brasileira.

Sua fantástica cegueira política e seu imenso conservadorismo o impedem de ver a importância das lutas e a realidade das conquistas obtidas pelas mulheres brasileiras obtiveram ao longo das últimas décadas.

As mulheres brasileiras não merecem que um golpista, líder de um governo que está impondo o retrocesso social e econômico mais impiedoso sobre o nosso país, venha, mais uma vez, a público e manifeste suas opiniões machistas ultrapassadas.

O Brasil precisa de eleições diretas já!

Dilma Rousseff

 

O VÍCIO CONFIRMA (NÃO PODIA SER DIFERENTE, É VÍCIO) INSTITUTO DAS MÍDIAS REACIONÁRIAS DATAFOLHA REAFIRMA: LULA DISPARADO

Para medir a dimensão preferencial do eleitorado brasileiro, na sequência das demais pesquisas que já indicavam o vício, antes da greve nacional do dia 28 de abril de 2017, que teve a participação de mais de 40 milhões de trabalhdores, depois das delações da Odebrecht e da encenação de Léo Pinheiro da OAS o instituto das mídias reacionárias Datafolha foi às cidades e aos interiores do Brasil na quarta e quinta-feira fazer um levantamento de como vai a intenção de votos para 2018 ou antes de 2018.

Não deu outra. O vício foi reconfirmado. Não tem pra ninguém. Só dá Lula. Vamos aos números-numerantes:

Lula tem entre 29 e 30% no primeiro turno;

Aécio Neves ficou com 8%, mas já teve 25%

Alckmin, o Santo não vem sendo venerado tem 6%, quem diria, um Santo.

Dória, que chamou os trinta e cinco milhões de trabalhadores de vagabundos é aceito só pelos de sua laia – 9%

Desdobramentos

: <p>Aécio</p>

Na última pesquisa do Datafolha de dezembro passado, numa disputa, com Aécio, Lula disparou de 25% para 30% e Bolsonaro foi de 9% para 15%. Marina, que não tem mais o apoio do dono da Natura caiu de 15% para 14%; Aécio foi de 11% para 8%. Ciro Gomes não perde seus 5%. Temer que nunca esteve dentro, o nulo foi de 4% para 2%. Despencou. Despencou o quê?

Noutro quadro entre Lula e o Santo Alckmin, Lula tinha 26% e atingiu 30%. O da plumagem amarela e preta, bicudo foi de 8% para 6%. Marina deixou os 17% e ficou com 16%. O elogiador de torturador foi de 8% e parou nos 14%. Ciro manteve os 6% e Temer saiu dos 4% para os 2%.

Assim que acabamos de produzir o texto acima, Fernando Brito do Tijolaço divulga as informações abaixo:

MAIS UMA MANCADA DO DATAFOLHA. MAS DESTA VEZ, PARECE SÓ ERRO. OU DELÍRIO.

 

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Eu tinha percebido a maluquice e, agora, um amigo chama-me a atenção.

Eles também, tanto que, neste momento, falta o “Cenário 4” na lista que apresentam na página da Folha na internet.

É que, quando apresentam uma variação onde não parece Lula como candidato (Temer também não está, mas com seus 2% isso não faz diferença alguma), a disputa ficaria entre Marina (45%) e Bolsonaro (44%), vindo a seguir Ciro (30%) e o petiz quase sessentão João Doria, com 20%. Logo depois, a Marina do PSOL, Luciana Genro, com 15%, Eduardo Jorge, o tucano verde com 10% e Ronaldo Caiado Com 2%. Brancos, nulos e “não sei” somariam 31%.

Deve o esperto leitor e a atilada leitora ter percebido que, neste caso, a soma das percentagens dá modestos 197%.

No jornal impresso, que reproduzo também, acima, volta-se aos 100% e à realidade.

Ou não, porque quem se descuida com aritmética pode muito bem se descuidar com estatística.

Ao menos, desta vez, parece ter sido só mancada. Porque, da outra, esconderam o desejo por novas eleições diretas, sumindo com a pergunta que o Tijolaço achou, esquecida nos servidores do Datafolha.  Diretas que, agora, “só” são desejadas por 85% dos brasileiros.

O vício por ser vício é grudante, as bocas de chupar ovo ovoscuem, santos se dessantizam e Dória o dono da Avenida Paulista é só Dor para quem não produz bons encontros. Valeu nosso vício.

 

 

FESTA DA GREVE GERAL EM MANAUS FOI HISTÓRICA: MAIS DE 30 MIL

A maior via urbana de Manaus, Avenida Eduardo Ribeiro, foi tomada em todos seus espaços como nunca ocorrera em sua história. Nem no tempo em que era palco do carnaval que reunia um número muito expressivo de moradores da gleba-indígena.

Foram mais de 30 mil manifestantes, mas que não foram vistos pelas mídias anacrônicas submissas aos governos reacionários que implantaram o atraso no estado. Para elas, que apoiam explicitamente o desgoverno golpista, inclusive blogs e sites mercantilistas também da mesma orientação antidemocrática, o número foi menor. Um claro sintoma de escotomização apolítica: impossibilidade de enxergar com nitidez a objetividade.

Todos os seguimentos se fizeram presentes, sindicatos, partidos políticos, movimentos sociais, igrejas, representações afro como macumba, umbanda, quimbanda, candomblé, afoxé, indígenas, professores, alunos e trabalhadores da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), LGBS, Correios, Associação Filosofia Itinerante – que já tem há anos cadeira cativa -, e por incrível que possa parecer até professores da Universidade do Amazonas (UFAM), que reivindicam os benefícios criados pelos governos populares Lula/Dilma, e que, agora, o desgoverno golpista extraiu. Antes, rolando nas benesses, não paravam de lançar invectivas aos governos populares. Mas, como diz Brecht, cada homem se sente melhor na sua própria pele, eles, como fantasmas (a função do fantasma é sempre voltar), apareceram na manifestação. Uma boa decisão para a democracia.

Uma festa digna de uma Greve Geral que no Brasil reuniu mais 40 milhões nas ruas sem contar os que ficaram em casa, ou em suas ruas aproveitando o ferido trabalhista-democrático. Muitos aproveitaram a ausência de transportes trafegando nas ruas para bater uma pelota, brincar, fazer um churrasquinho, e por que não, empurrar umas amargosas, sem transgênicos.

Logo pela manhazinha, várias categorias realizaram manifestações nos locais de trabalho, como foi o caso dos trabalhadores do Distrito Industrial. Professores associados da Asprom, aproveitando a greve geral, seguiram até o palácio do governo para reivindicar o pagamento da data base que se encontra há meses atrasada. Depois começou a reunião, às oito horas, na Praça da Polícia, de onde saiu a mega passeata seguindo pela Avenida Sete de Setembro, subindo a Avenida Eduardo Ribeiro até chegar a Praça do Congresso onde foram realizados novos discursos das categorias.

Um dos grandes brilhos da festa-democrática foi produzido pela participação de muitos jovens e crianças que não pararam de mandar recados aos golpistas nacionais e locais como os deputados Átila Lins, Pauderney Avelino, Silas Câmara, Hissa Abrahão, Conceição Sampaio, Arthur Bisneto, Alfredo, Tucumá, Nascimento e Sabino Castelo Branco. Todos golpistas inimigos da democracia nacional e amazonense.

Mas vamos ao talento do invejado do artista da luz, educador, ator, bonequeiro e historiador Alci Madureira cujas imagens não negam o que foi a exuberante festa.

NÃO TEM GLOBO QUE SEGURE O GOLPE. LULA É QUERIDO E ESTÁ PRESO NO CORAÇÃO DO SEU POVO

ricardo stuckert

Por que a Globo usa de 4 horas, 33 minutos para denegrir a imagem do ex-presidente Lula e 18 minutos para falar mal da presidente Dilma Rousseff eleita com 54.501.118 votos e o dublê junto com Aécio tiveram 21 minutos?

Porque no governo do Lula e da Dilma não se quebrou o monopólio dessa empresa golpista.

A quebra desse monopólio não dependia só dos dois, teria que passar pelo congresso, é claro. Mas se tivessem os dois trabalhado para isso, principalmente o Lula no primeiro e segundo mandatos não teríamos uma emissora sonegadora de impostos, golpista, colocando os dois com mais tempo negativo do que os golpistas Aécio, Temer e seus 8 ministros delatados.

Mas, a Globo pra nós já era. É bom que Requião vá mesmo visitar os irmãos Marinhos na penitenciária. Esperamos. E isso será em breve. Porque na Democracia que vamos reconstruir não há lugar para golpistas e nem emissora de televisão que propaga ideias nefastas e defende interesses privados e dos Estados Unidos contra o bem comum, contra o povo.

Prova de que a Globo não influencia o povo brasileiro está ai na pesquisa da Vox Populi/CUT. Lula é o primeiríssimo nas intenções de votos para 2018. Está com mais de 45% de preferência contra todos os golpistas. Menos o Ciro. O Ciro não é golpista. Já foi ministro de Lula e está no PDT que um dia teve Leonel de Moura Brizola. Só essa pesquisa para nós já foi um grande alento depois da decisão arbitrária de ontem do juiz das Araucárias de determinar que Lula esteja presente nas oitivas das mais de oitenta testemunhas. Lula teria que se mudar para Curitiba. Isso é uma jogada, como disse o jurista italiano, de juiz que está perdendo o jogo. Lula irá prendê-lo e ele está com medo.

Atenção caravanas com destino a Curitiba. Serão mais de cem mil defensores de Lula que chegarão à cidade das araucárias a partir do dia 1º de Maio, inclusive, enviados deste Blog como correspondentes da AFINPRESS. O juiz da 13ª Vara de Curitiba que este Blog já conhece, a Vara, quer intimidar o caravaneiros. O certo é estarmos em Curitiba no dia 3 de Maio e no término da audiência retornarmos para nossos Estados. Não tem como ficar em Curitiba nas mais de 80 audiências, e é claro, isso é para intimidar, é um forma de pressionar Lula que já recorreu e não tem como prosperar mais uma arbitrariedade dessa. Mas  se for preciso um exército de Lulas é o que temos em excesso.

O dia 18 de abril também foi muito bom porque, desde ontem, anunciado uma produção de cinema, transmitido pela TV franco-alemã ARTE, nessa terça-feira 18, o documentário “Brasil: O grande salto para trás”, das francesas Frédérique Zingaro e Mathilde Bonnassieux,  com Duvivier divulgaram com mais de 55 minutos o golpe que nossa Democracia e a presidente Dilma sofreram e como era o Brasil antes e como está agora. É um trabalho cinematográfico interessantíssimo e que neste momento deve-se propagar, divulgar mostrando o que está se concretizando de ruim no nosso país.

Os golpistas levaram um surra na Câmara dos Deputados quando leram as propostas da reforma trabalhista: 230 x 163. Deputados golpistas que aprovaram a admissibilidade do golpe estão a deixando o golpista mor e seu projeto de ponte para o futuro.

Categorias de trabalhadores começam a reagir contra as propostas de mudanças na CLT, reforma trabalhista, terceirização já aprovada e sancionada, reforma da previdência. A invasão da Câmara dos Deputados por policiais civis em Brasília pela segunda vez demonstra que o grau de aceitação das medidas que o congresso vota está chegando num limite e que o povo não aceitará. O povo não aceita um congresso com deputados e senadores acusados de roubo votarem medidas que só prejudica o trabalhador.

A decisão do Papa Francisco de não atender ao convite do dublê de presidente foi uma decisão política. Está certo o papa.

No mais, a Odebrecht, grande empresa brasileira se constituiu como império devido as relações promíscuas que sempre manteve com governos e não nos venham dizer, senhores da Odebrecht, senhor Emílio, que a corrupção aumentou depois da ditadura. Na ditadura havia corrupção e vocês veem enriquecendo a muito tempo no Brasil. E ainda dizem que no governo de FHC não houve investimento em infraestrutura. Claro, investiu-se noutros negócios. Paraísos fiscais por exemplo.

O próximo dia 28 de abril iremos para o Brasil com uma monstra greve geral. Todos os trabalhadores da cidade e do campo estão sendo convocados pelos líderes dos trabalhadores, pelas centrais sindicais, movimento sociais, pra pararmos o Brasil exigindo a queda desse golpistas, eleições diretas já, pois não consideramos o dublê de presidente e seus dublês de ministros como nossos governantes. Vamos avantes companheiros. Avantes Camaradas. Nossa vitória está próxima e aqui parafraseamos Lenin: Todo poder aos trabalhadores brasileiros!

ATENÇÃO! É HOJE O DIA DE MAIS UMA MANIFESTAÇÃO EM TODO O BRASIL PARA DESCONSTRUIR O GOLPE QUE OPRIME OS TRABALHADORES E VIOLENTA A SOCIEDADE EM GERAL!

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Todo democrata tem um compromisso com as manifestações que se realizam hoje, dia 31, em todo o Brasil. É um compromisso unicamente para construir a democracia desconstruindo a força opressora do golpe que vem depredando os direitos dos trabalhadores e violentando a sociedade em geral.

 Nenhum democrata pode ficar alheio diante de tal força opressiva cujo objetivo maior é entregar as riquezas do Brasil ao capital estrangeiros, principalmente ao capital norte-americano. São várias as frentes opressivas que se juntaram com o único interesse de depor a presidenta Dilma Vana Roussef, eleita com mais de 54 milhões de votos democrático, para instalar no poder governamental o desgoverno Temer. Um desgoverno ilegítimo contaminado pela corrupção e pelo analfabetismo administrativo.

  Leia os locais onde ocorrerão as manifestações. Em Manaus será na Praça do Congresso, às 15 horas.

LULA, DILMA, CIRO GOMES, 4 GOVERNADORES E O POVO ESTÃO EM FESTA. VELHO CHICO VIROU MAR DE ALEGRIA.

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Aquela fala de Luis Inácio Lula da Silva em maio de 2003 em Idaiatuba que era virtual foi se constituindo e está aqui o resultado. Só homens democratas, humano demasiado humano conseguem colocar em prática trabalhos que promovem a potência de si e dos outros. Aqui está um exemplo de bom encontro que o filósofo holandês Espinoza falou e processava. Lula, Ciro, Dilma e todos os trabalhadores cheio dessa potência alegre fazem a diferença. Nada disso pode ser feito por tiranos, golpistas, degenerados, ladrões que tramam e querem, por exemplo, aprovar mais uma PEC da morte. A deforma da Previdência. Golpista, degenerado não valoriza a vida. Eles como não a tem com suas medidas querem que o povo potência se sujeitem à morte, mas isso não atinge o povo porque ele é festa, é alegria, ele é lula na TRANSLULAÇÃO. A imagens são de Ricardo Stuckert e do C Af: e doutros navegantes democratas.

 

“SEXISMO, HOMOFOBIA, LESBOFOBIA, DESCRIMINAÇÃO RACIAL, DESRESPEITO AO DIREITOS HUMANOS E SOCIAIS E AO ESTADO LAICO”, SÃO ALGUMAS DAS POSIÇÕES QUE O MANIFESTO FEMINISTA ENCONTRA EM YVES GRANDA PARA QUE ELE NÃO SEJA INDICADO MINISTRO

Como já se sabe, o desgoverno Temer é produto de uma reação (reação é o comportamento de todos em que a vontade de potência foi desativada pela força contrária a vida. Daí, porque se chama de reacionário todo aquele que não age, só reage através do que já impregnado em si) antidemocrática. O que significa que todos que participam desse desgoverno são golpistas. E não adianta recorrer ao argumento de que só participa do desgoverno em função de sua capacidade produtiva, porque em desgoverno golpista não há produtividade no sentido de valoração da vida.

 A morte do ministro Teori, relator da Lava Jato, que passou meses para pedir o afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara Federal feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, retardo que redundou no golpe contra a presidenta Dilma Vana Rousseff, eleita democraticamente com mais de 54 milhões de votos, abriu uma perspectiva alvissareira para o desgoverno golpista: ele pode indicar o ministro que vai ocupar a vaga de Teori como relator da Lava Jato. Um achado, já que o ministro indicado terá os poderes que os golpistas almejam para deixem a posição de ansiedade quanto as investigações, julgamentos e, talvez, suas condenações como réus acusados de corrupção. Então, os anseios do senador Jucá, “estancar a sangria”, proporcionada pela Lava Jato sejam extirpados.

  Diante do caso Teori, um dos primeiros nomes que foi posto como possível ministro para o cargo foi de Yves Granda. Para quem acompanha o desenrolar sofrido das chamadas fases brasileiras comandadas pelos alcunhados políticos, Yves Grande é muito bem conhecido por suas posições ultra-reacionárias que extrapolam a modernidade, e mais ainda a pós-modernidade. Ele é o tipo que o filósofo Nietzsche chama de “retardo”. Os que não são nossos contemporâneos. Os destemporalizados. Os que ficaram imobilizados no passado longínquo.

    Compreendendo essa realidade “grandiana”, o movimento feminista decidiu mobilizar um manifesto para que o pior não ocorra. Não esquecer que trata-se de desgoverno golpista. Qualquer indicado tem é igual.

      Leia o manifesto.

 

MANIFESTO DE LANÇAMENTO DE
ANTICANDIDATURA AO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Nós, mulheres, abaixo-assinadas, profissionais de diversas áreas, negras, brancas, indígenas, estudantes e membros de organizações e movimentos sociais, conscientes da importância das funções exercidas pelos integrantes do Supremo Tribunal Federal e firmes na defesa
– do Estado Democrático de Direito;
– da soberania nacional;
– do pluralismo político;
– do patrimônio público;
– do desenvolvimento econômico sustentável comprometido com a construção de uma sociedade em que a livre iniciativa esteja condicionada à garantia do valor social do trabalho;
– de uma sociedade em que a propriedade esteja subordinada à função social;
– da construção de políticas públicas sociais integradoras e redutoras de desigualdades;
– do ensino público e universal;
– do direito à saúde e à seguridade social e ao acesso aos bens da vida que assegurem a igualdade positiva de que trata o art. 5º, caput, da Constituição da República Federativa do Brasil, e;
atentas à diversidade humana, cultural, socioeconômica, étnica e religiosa da sociedade brasileira e comprometidas com a concretização dos direitos sociais fundamentais inscritos no Pacto Constitucional de 1988, não aceitamos a indicação à composição do STF de pessoas que representem retrocessos nos direitos humanos e sociais arduamente conquistados, que desrespeitem o direito à não discriminação e à igualdade substantiva que a Constituição brasileira assegura a todas as pessoas.
Numa situação em que a ilegitimidade do governo constituído compromete todos os processos políticos regulares, esvaziados de sua sustentação democrática, estamos diante da afronta de ter como postulantes à função de Ministro do STF pessoas que demonstram desconhecer a realidade social de brasileiras e brasileiros. Sexismo, homofobia, lesbofobia, discriminação racial, desrespeito aos direitos humanos e sociais e ao Estado laico não podem ser parte da trajetória de quem irá integrar o colegiado do STF.
Assim, convencidas de que os atuais postulantes à função de Ministro do STF representam, em sua maioria, posições que colocam em xeque direitos conquistados e a respeitabilidade do STF, vimos a público lançar a anticandidatura da Professora Beatriz Vargas Ramos ao Supremo Tribunal Federal. A anticandidata integrou o quadro docente da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (1991/2009) e, atualmente, é Professora Adjunta da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). É criminóloga crítica abolicionista, feminista, ativista de direitos humanos e em sua trajetória tem se posicionado firmemente pela descriminalização das drogas, pela descriminalização do aborto, contra a redução da idade de capacidade penal e contra a criminalização dos movimentos sociais e, mais recentemente, pela resistência democrática contra o golpe institucional de 2016, por meio do qual buscam constituir no País um modelo de sociedade e de Estado que já se mostrou desastroso nos quatro cantos do mundo.
Temer e seus aliados empenham-se na redução do Estado Social, ao mesmo tempo em que o Estado Policial se amplia com a implantação da receita neoliberal. Isso se dá por meio da ex-PEC 241, PEC-55 no Senado e atual EC nº 94/2016 que, em meio a uma crise econômica sem precedentes, congela o gasto público por 20 anos, acirrando as brutais desigualdades sociais. Isso se dá também por meio da proposta de reforma da Previdência Social e da privatização fatiada da Petrobras. Para o mundo do trabalho, entre tantas medidas, o presidente não eleito e seus aliados defendem as que desconstituem a tela pública de direitos, em propostas fundamentadas em documentos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), delineadas no Programa do PMDB de 2015, “Ponte para o Futuro”, cuja centralidade é o “acordo livre entre vontades iguais” na condição de fonte prevalente dos direitos sociais do trabalho. O presidente não eleito e seus aliados apostam em lei denominada “modernizadora” que afasta todos os obstáculos à terceirização, com ampliação da jornada de trabalho e a exclusão do trabalho não decente do conceito de trabalho escravo, num retrocesso brutal a patamares do século XIX, bem ao gosto dos detentores da riqueza, sobretudo financeira, sem qualquer medida de tributação efetiva das rendas e grandes fortunas.
No campo da luta das mulheres, Temer e seus aliados romperam todos os elos e trouxeram o “primeiro-damismo” de volta à cena política. A Secretaria de Mulheres saiu do primeiro escalão e passou a ser subordinada ao Ministério da Justiça. Tornou-se um apêndice das políticas repressivas e policialescas gestadas pelo comando da pasta, além de ser dirigida por uma mulher contrária a bandeiras históricas dos movimentos de mulheres, como o direito ao aborto.
A anticandidatura ao Supremo Tribunal Federal é uma ação política de protesto e de denúncia desse estado de coisas. Nenhuma mulher, na vida doméstica ou profissional, precisa de um marido a quem obedecer. Nenhuma profissional da carreira jurídica, advogada, professora, pesquisadora, consultora, promotora, juíza ou ministra de Corte Superior precisa do aval de um homem para exercer, de acordo com sua própria qualificação, capacidade e autonomia, suas atividades profissionais.
Convidamos nossas parceiras, a todas e todos que compreendem a relevância do papel do Estado e sabem que regulação dos direitos sociais sucumbe quando o capital deixa de ser publicamente regulado, a todas e todos que apoiam os movimentos de mulheres e os movimentos negros, LGBT e em defesa de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros a assinarem este manifesto, posicionando-se publicamente contra o modelo de Estado e sociedade que está sendo implantado para atender aos interesses de uma pequena parcela da população, a todas e todos que se colocam contra o machismo e a criminalização do aborto, contra o direito penal máximo e a superlotação prisional, contra o punitivismo rotundo e o racismo que respondem pela exclusão social e pelas mortes de jovens negros e pobres, dentro e fora das prisões, contra a flexibilização e o desmonte dos direitos sociais do trabalho, contra a prevalência do “negociado sobre o legislado” – o “paraíso da insegurança jurídica” – e em favor da vida, da afirmação do Estado laico e da tolerância e em respeito à dignidade humana.
Este manifesto é também a defesa de um Supremo Tribunal Federal atento à missão constitucional de guardião maior dos direitos fundamentais e sensível às necessidades de uma sociedade complexa como a brasileira, marcada pela desigualdade e pela injusta redistribuição de riquezas, e, enfim, para que o STF seja o parceiro da emancipação humana e social no Brasil, ao invés de se converter definitivamente numa ilha de conservadorismo, inacessível à grande maioria da população brasileira. Somos a favor da repressão e do controle da corrupção, mas não aceitamos que, para este fim, seja violado o devido processo legal e as garantias constitucionais de defesa, assim como nos colocamos fortemente contra a “fulanização” da corrupção e a “heroificação” de servidores públicos – do Poder Judiciário, do Ministério Público e das Polícias – que devem pautar sua conduta profissional pela estrita obediência à lei e à Constituição da República.

1. Magda Biavaschi, desembargadora aposentada do TRT4, professora convidada e pesquisadora no CESIT/IE/Unicamp
2. Juliana Neuenschwander Magalhaes professora da UFRJ
3. Marilane Oliveira Teixeira, economista e pesquisadora do Cesit/IE – Unicamp
4. Patrícia Maeda, juíza do trabalho e doutoranda na FDUSP
5. Cleide Martins Silva, pedagoga, servidora pública aposentada
6. Gisele Cittadino – Professora PUC-Rio
7. Elinay Melo – Juíza do Trabalho Substituta – Membra da AJD
8. Andrea Ferreira Bispo- Juíza de Direito Membros da AJD
9. Fabíola Orlando Calazans Machado – professora e pesquisadora da Faculdade de Comunicação da UnB
10. Joseanes Lima dos Santos – Frente de Mulheres Negras do DF e Entorno
11. Leonor Araujo. Professora e pesquisadora do NEAB-UFES. Núcleo Estadual de Mulheres Negras do ES
12. Simone Dalila Nacif Lopes -Juíza de Direito TJRJ
13. Ingrid Lopes e Silva – Estudante de Direito
14. Yvone Magalhães Duarte- Assistente Social e militante dos DHs
15. Beatriz Vargas Ramos – professora da UnB
16. Denise da Veiga Alves, advogada, mediadora de conflitos
17. Fabiana Marques dos Reis Gonzalez, advogada, professora de história da arte na EAV.
18. Renata Conceição Nóbrega Santos, Juíza do Trabalho e membra da AJD
19. Débora Diniz – professora da UnB e pesquisadora da Anis
20. Ana Cristina Borba Alves – Juíza TJSC e Associada AJD
21. Joelma Melo de Sousa – Terapeuta
22. Giselle Flügel Mathias Barreto – advogada, especialista em Direito Público
23. Fernanda Martins, professora UNIVALI e pesquisadora UFSC
24. Naiara Brancher, Juiza de Direito, TJSC
25. Liziane Guazina, professora da UnB
26. Wanja Carvalho – Procuradora Federal
27. Renata Melo Barbosa do Nascimento – Frente de Mulheres Negras do DF e Entorno – Historiadora – Doutoranda em História (UnB)
28. Lucia Mendes, historiadora e publicitária
29. Rosângela Piovizani Cordeiro – direção nacional do Movimento de Mulheres Camponesas
30. Fernanda Martins – professora UFSC e UNIVALI
31. Márcia Marques, professora de jornalismo da UnB
32. Maria Luiza Quaresma Tonelli – Advogada, Mestre e Doutora em Filosofia
33. Camila Gomes de Lima, advogada, integrante da Renap, mestranda UnB
34. Geórgia Sena Silva Varella – Advogada/ Ativista do Movimento de Mulheres Negras e Direitos Humanos
35. Joanna Burigo Mestre em Gênero Mídia e Cultura pela LSE e fundadora da Casa da Mãe Joanna
36. Zélia Lucas Patrício, Assistente Social , Emprendedora Secretaria Nacional da REAFRO Rede Brasil de Afro Emprendedores.
37. Daniela Muller, juíza do trabalho do TRT1
38. Esther Arantes – Professora da UERJ e da PUC-Rio.
39. Maria Lúcia Barbosa, professora substituta da UFPE, faculdade de Boa Viagem e Advogada
40. Ana Bock, professora da PUC/SP
41. Vanessa Patriota, Procuradora do Trabalho
42. Yvone Magalhães Duarte – Assistente Social e militante dos DHs
43. Liziane Guazina / Professora e Pesquisadora Universidade de Brasília

 

Qual a sua opinião?

ENQUANTO FORA (TEMER) OS MANIFESTANTES ERAM VIOLENTADOS IRRACIONALMENTE PELA POLÍCIA, DENTRO, ÀS ABERRAÇÕES APROVAVAM MAIS UMA VIOLÊNCIA CONTRA A CONSTITUIÇÃO

Não podia ser diferente. Sete meses de desmandos no Brasil promovidos pelo que há de mais indigente politicamente e mais degenerado eticamente, os golpistas continuam muito bem imobilizados em suas psicopatologias antidemocráticas.

Dando seguimento ao que foi iniciado com a expulsão de Dilma Vana Rousseff, do posto de presidente, eleita com mais de 54 milhões de votos-democráticos, que introduziu o país em uma perversa subjetividade expressada cruelmente como forma de violência contra a sociedade civil, os golpistas do Senado se cumpliciaram aos golpistas da Câmara Federal que votaram pela PEC 241, a filha bastarda do golpista-mor, Temer. Por 61 votos a favor, os antidemocratas senadores aprovaram, em primeiro turno, a PEC 55. Levando para o dia 13 a votação em primeiro turno.

Dia 13 eles, que só se desmobilizarão com a queda do chefe Temer, irão novamente oferecer ao povo brasileiro o indigno espetáculo promovido por quem representa a pior indigência política  que já se apossou (grilou) do Congresso Nacional.

Enquanto Renan, ditatorialmente, impedia a presença de pessoas nas galerias, fora (Temer) a polícia fazia com prazer e denodo o que sabe fazer quando estimulada por um chefe ditador: violentava os diretos da sociedade civil, movimentos sociais, estudantes, sindicalistas e outras entidades de se manifestarem democraticamente contra a violência antidemocrática promovida pelos golpistas do Senado.

Agentes infiltrados, bombas, balas de borracha, gás de pimenta, cassetetes, murros, chutes, todos os instrumentos que a polícia sabe fazer uso quando para cumprir ordem irracional. Resultado: várias pessoas feridas e algumas presas.

“Os trabalhadores mostraram que são capazes de resistir e lutar para manter seus direitos e evitar perdas. Temos a votação do 1° turno e sabemos que a manifestação, mesmo reprimida, foi grandiosa. Os vários movimentos sociais já se organizam para a votação durante o 2° turno da proposta. Nossa intenção é deixar claro que vamos reagir”, disse Graça Costa, secretária das relações de trabalho da CUT.

Para o deputado Paulo Pimenta, pelo teor da violência extremada, a ordem deve ter saído do Palácio do Planalto, através de Alexandre de Moraes da Justiça. A inferência de Paulo Pimenta decorre da forte semelhança da violência praticada em São Paulo, contra manifestantes, no tempo em que ele era secretário de segurança do Estado.

“Acredita-se que a ordem de ataque possa ter vindo do Palácio do Planalto, por meio do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, já que a operação que ocorreu nesta tarde em Brasília conteve muita violência, semelhante às ações da Polícia Militar de São Paulo, quando Moraes era secretário de segurança de Geraldo Alckmin”, observou ode deputado.

Veja as fotos e veja e ouça os vídeos para sentir e entender como é importante sua consciência política-democrática.

 

COM AS CENAS DE ESTUPIDEZ EXPLÍCITA PRATICADA PELA POLÍCIA CORRENDO MUNDO, TEMER, COM SUA INTELIGÊNCIA RISÍVEL, TACHOU DE “VANDALISMO” AS MANIFESTAÇÕES. TENTATIVA DE DISSIPAR O REAL

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Temer já mostrou várias vezes que não é uma personagem dotada de uma cultura convincente. Sempre que se expressa não pode controlar o incontrolável que é o seu ser risível de tratar assuntos que não tem qualquer intimidade intelectiva. Junte-se a essa realidade de seu caráter de golpista então se tem alguém que causa cócegas. Mesmo em alguém que não tem riso frouxo.

Diante do crescente desejo da sociedade brasileira em vê-lo fora do poder, por ele e sua gangue usurpado do povo brasileiro, quando expulsaram Dilma Vana Rousseff da presidência da República, a compulsão por querer se explicar à sociedade como forma de defesa se tornou praxe. É aí que ele se mostra em sua total realidade: inteligência risível.

 No domingo foi aquele escabroso espetáculo histriônico-midiático que provocou riso coletivo coadjuvado por Renan e Rodrigo Maia. Os três tentaram defender o indefensável: que não queriam o que queriam: anistia para o Caixa 2, e assim, livrar os corruptos na Lava Jato. Sarro geral. Quem viu, como diz o poeta Belchior, “gozou de tanta emoção”.

Agora, sem saber nada sobre os vândalos, a não ser o adjetivo pejorativo usado pelos apedeutas políticos, tachou de “vandalismo” as manifestações promovidas pela consciência política nacional, e que foi reprimida violentamente por sua polícia. Uma forma de deslocar a realidade vista e testemunhada pela sociedade brasileira.

Mas o que ele não afirmou à sociedade, é que o verdadeiro vandalismo, no significado pejorativo usado por ele contra o conceito político-maquínico de vândalos, como afirmam os filósofos Deleuze e Guattari, ocorreu no Senado promovido por seus cúmplices golpistas.

É essa contínua tentativa de dissipar o real que faz Temer uma figura risível e desimportante para o povo brasileiro. Risível no sentido debochado, é claro.  

QUANDO PROFESSORES NÃO PERCEBEM EVIDÊNCIAS OPRESSORAS DOS AGENCIAMENTOS COLETIVOS DE ENUNCIAÇÕES NÃO É SÓ A CATEGORIA QUE É OFENDIDA

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É muito simples de entender, mas impossível aceitar.

         Os organizadores das manifestações, em Manaus, contra as PECs 241 e 55, filhas aberrantes do desgoverno golpista, Temer, têm marcado suas realizações para às 8 horas da manhã. Segundo informação, o horário tem sido proposto pela Associação dos Professores de Manaus (Asprom) e acatado por outras entidades como Sinteam, Adua, Assua, Conlutas, etc.

        O argumento usado por membros da Asprom é que esse horário é bom porque a mídia faz a cobertura e divulga no jornal do meio-dia.

        DUAS EVIDÊNCIAS DESPERCEBIDAS PELOS PROFESSORES

1 – Eles ignoram o físico e matemático Galileu Galilei. Para eles ainda vigora a ideia do grego antigo Ptolomeu de que a Terra era o centro do universo, que foi abalizada por Aristóteles, e usada pela Igreja medieval para defender o Dogma. Ou seja, não há movimentos de rotação e translação da Terra. Daí que o sol não é o centro do universo, não há dia, e, consequentemente, Manaus, cujo clima é quente e úmido, não tem elevação de temperatura. Logo, a temperatura de 8 horas é a mesma de 12 horas. E mais, por essa inexistência climática, não há manifestação.

      O Grito dos Excluídos, em Manaus, era realizado sempre pela tarde, mas alguns engraçadinhos (como diria a irmã Inês) decidiram deslocá-lo para parte da manhã. Resultado: os excluídos protestaram, porque não queriam ser torrados pelo calor da avenida de asfalto e concrete, agora ocorre no velho e bom horário. O filósofo Camus já havia dito que o calor afeta a inteligência, a disposição para o amor, e, nesse caso do Grito, os excluídos perceberam sua implicação na fé.

2 – A imprensa se mantém através de dois corpos comunicacionais. Um produzido internamente por ela através de editoriais e artigos, e outro produzido por fatos exteriores. Porém, o que a mantém é o segundo que lhe pauta. As manifestações são pautas para as mídias que precisam delas, e não as manifestações das mídias. As mídias se apropriam dos fatos sem gastar um tostão. O que significa que elas exploram o trabalho dos que produzem os fatos. Até o corpo de um jovem assassinado.

     Nesse caso, elas são parasitas do sistema capitalista comunicacional que tem a propriedade como seu princípio de lucro máximo, mas que elas não respeitam os fatos produzidos por seus personagens particulares. Ainda mais quando há professores-escravos trabalhando para elas de graça. Real exploração da mão de obra produtiva.

 

       As mídias capitalistas são reacionárias. Não estão preocupadas com a subjetividade do “movimento real (Marx)” das manifestações. Mas os aspronildos, ingerindo suas Cocas-Colas, não percebem essa realidade. Em suas indigentes vaidades, acreditam que aparecer nelas, no jornal do meio-dia, a população, “no centro da sala, diante da mesa (Belchior)” fica informada, valoriza o ato e lhe confere um sentido de importância insofismável. Ledo destrambelhamento político: como as mídias precisam chupar os fatos, qualquer hora ela marca sua presença. E os fatos não vão desaparecer se forem divulgados pela manhã, tarde ou noite. Com mídias ou sem elas, as manifestações revelam o seu valor político que existe por elas mesmas.

       No tocante ao argumento de que o ato de amanhã, pela manhã, no Hospital Getúlio Vargas, é em virtude da presença do golpista, dublê de ministro da Saúde, Barros, é mais uma demonstração de limitação política. Às manifestações em todo Brasil não são motivadas por figuras deploráveis de golpistas. Elas foram idealizadas e elaboradas através dos instrumentos epistemológicos de seus organizadores. Nada de impulso freudiano, em forma de pseudo anarquismo-narcisista.

      Esses professores se querem que a comunidade acredite em seus propósitos políticos devem procurar perceber a opressão que se encontra em todos os territórios distribuída pelos agenciamentos coletivos de enunciações que produzem sujeitos-sujeitados. Caso contrário, a comunidade também será ofendida por essa limitação perceptiva e conceptiva. E de quebra, não acreditará neles.

 

 

VEJA AS IMAGENS E OS VÍDEOS DO DIA NACIONAL DE GREVE E PARALISAÇÕES EM TODO BRASIL

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MANIFESTAÇÃO EM MANAUS COM DESGOVERNO GOLPISTA DE TEMER MOSTRA O “MOVIMENTO REAL” DE MARX QUE NENHUMA FORÇA OPRESSIVA PODE PARAR

dsc03499O movimento real é a ultrapassagem dos estados de coisas impostos pelo capitalismo, nos afirma Marx. Para saber da operação do movimento real é preciso que a crítica se aproprie da matéria em pormenor, analise sua forma de desenvolvimento e encontre os seus elos internos. É só depois desse trabalho realizado que o movimento real pode ser exposto, desdobra Marx a dialética.

Foi o que o educador, filósofo e ator Miguel Oliveira, como membro da Associação Filosofia Itinerante (Afin), mostrou em seus discursos na manhã de hoje na Praça do Congresso sobre a realidade que nesse momento se mostra cruel no Brasil.

Nós, durante os últimos anos, nos afastamos da singularidade produtora do novo que resulta como produto do movimento real. Nós nos confinamos em nossas existências burguesas, molares, em formas de consumidores, funcionários carreiristas, corpos docilmente domesticados que permitiram os estados de coisas paranoicos proliferarem com sua taras se concretizando em forma de golpe contra a democracia.

O obscurecimento criativo do movimento real nos impediu de compreender que hoje existimos como sociedade fábrica em que o trabalho vivo determinado por Marx, encontra-se capturado pelo capitalismo para satisfazer suas compulsões de lucro máximo. Nossa negação de ser atuante como movimento real possibilitou a emergência cruel dos golpistas como representação jurídica. Midiática e parlamentar.

dsc03332 dsc03338 dsc03334 dsc03344 dsc03343 dsc03350 dsc03354 dsc03357 dsc03362 dsc03375 dsc03380Parafraseando ironicamente o filósofo alemão Heidegger, “o medonho já aconteceu”. Agora, temos que encadear desejos coletivos para que o movimento real se produza como cartografia criadora do novo. Nosso alheiamento ajudou as direitas rasgarem a Constituição de 1988, onde os direitos fundamentais do cidadão brasileiro  encontra-se garantidos, mas estão sendo usurpados. Educação, saúde, previdência, salário, todos os direitos se encontram na Constituição Federal que agora, por razão de nossa passividade, encontram-se ameaçados.

A nossa manifestação em Manaus contra as patologias sociais que os golpistas querem impor aos brasileiros, é o resultado de nossa indiferença que prevaleceu durante os últimos anos. Os governos populares de Lula e Dilma foram duramente atacados pelas forças reacionárias, nazifascistas e nós nos mantivemos em nossas indiferenças.

dsc03388 dsc03392 dsc03389 dsc03398 dsc03396 dsc03406 dsc03407 dsc03413 dsc03420 dsc03431 dsc03446 dsc03450Hoje, estamos nas ruas, praças, logradouros públicos procurando tecer a cartografia de desejos que possa ser movimentada como movimento real produtor do novo. Produção em duas linhas de práxis e poieses. Um para resgatar direitos já adquiridos materializados na Constituição de 88, como objetividade da realidade humana brasileira. Outra para ultrapassar esse estado de coisas, já que o homem, como diz o filósofo Nietzsche, é para ser ultrapassado.

dsc03505 dsc03513 dsc03473 dsc03518 dsc03488 dsc03482 dsc03479 dsc03492 dsc03495 dsc03459Vejam as fotos da manifestação criadas pelo fotógrafo-educador, ator e filósofo Alcir Madureira, membro da Afin.

HOJE É DIA DE GREVE E PARALISAÇÕES EM TODO O BRASIL CONTRA O DESMONTE QUE O DESGOVERNO GOLPISTA VEM IMPONDO AO PAÍS COMO FORMA DE OFENSA À POPULAÇÃO

Os sindicatos, movimentos sociais e outras entidades da sociedade civil estão hoje se manifestando em todo o Brasil contra o desmonte do país que o desgoverno golpista, irresponsavelmente, vem concretizando.

        O que se cogita muito antes do golpe, agora se encontra em forte execução. O desgoverno golpista do golpista-mor, Temer vem realizando o que a embrutecida direita sabe muito bem fazer: prevalecer às regras e ambições do capitalismo.

        Tudo não passa de falácia e engodo o argumento de que a contenção de despesas é para fortalecer a economia e fazê-las crescer. A PEC 142, agora 55, não tem outro objetivo do que tirar direitos dos trabalhadores para distribuir com o capital privado. O exemplo mais desavergonhado é a entrega do pré-sal para empresas estrangeiras como a Shell.

       Daí que diante dessa irracionalidade antidemocrática e antinacionalista só resta a sociedade brasileira se posicionar na luta por seus direitos. E é isso que ela vem realizando hoje em todo o Brasil. Como diz o verso-nacional, “verás que um filho teu não foge a luta”. É o que vem se confirmando hoje nas manifestações.

         Principais reivindicações no Dia Nacional de Greve.

PEC 241

“POR UM BRASIL JUSTO PARA TODOS E PRA LULA”. É AGORA O ATO EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DOS DIREITOS INVIOLÁVEIS DE LULA CONTRA A PERSEGUIÇÃO PARANOICA

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Agora, às 18:30 horas, na Casa de Portugal, na Avenida Liberdade, 601, São Paulo, será realizado o ato pela liberdade e pela defesa de Lula contra as perseguições que estão lhe impondo àqueles que não o querem candidato nas eleições presidenciais no ano de 2018. Lula é uma contínua ameaça aos interesses das direitas orais e entreguistas que pretendem o poder para se locupletarem.

          A grande maioria da população brasileira vem percebendo e rejeitando o objetivo do golpe jurídico/midiático/parlamentar que afastou a presidenta Dilma Vana Rousseff eleita com mais de 54 milhões votos. Essa maioria não aceita a catástrofe imposta ao país pelos golpistas, comandados por seu golpista-mor, Temer. O país vive o seu pior momento em termos de insegurança política, econômica e social. Muito pior do que nos desgovernos de Fernando Henrique que também foi personagem atuante no golpe.

       Diante dessa cruel realidade imposta pelos golpistas, sindicatos, movimentos sociais e vários setores da sociedade civil realizam hoje o ato público em defesa da Democracia, do Estado de Direito e do ex-presidente Lula. Ato que lança a campanha: “Um Brasil Justo para Todos e pra Lula”.

         Mais de duas mil pessoas mostraram desejo de participar acatando o contexto do ato. Várias personagens públicas estarão presentes como o escritor e jornalista Fernando Moraes, o prefeito de São Paulo Fernando Haddad, o compositor e cantor Chico César, os atores Sérgio Mamberti e Pascoal Conceição, atriz Maria Casadevall, entre outros muitos.

         Leia o manifesto.

Em defesa da democracia, do estado de direito e do ex-presidente Lula

O estado de direito democrático, consagrado na Constituição de 1988, é a mais importante conquista histórica da sociedade brasileira. Na democracia, o Brasil conheceu um período de estabilidade institucional e de avanços econômicos e sociais, tornando-se um país melhor e menos desigual, mas essa grande conquista coletiva encontra-se ameaçada por sucessivos ataques aos direitos e garantias, sob pretexto de combater a corrupção.

A sociedade brasileira exige sim que a corrupção seja permanentemente combatida e severamente punida, respeitados o processo legal, o direito de defesa e a presunção de inocência, pois só assim o combate será eficaz e a punição, pedagógica. Por isso, na última década, o Brasil criou instrumentos de transparência pública e aprovou leis mais eficientes contra a corrupção, provendo os agentes do estado dos meios legais e materiais para cumprirem sua missão constitucional.

Hoje, no entanto, o que vemos é a manipulação arbitrária da lei e o desrespeito às garantias por parte de quem deveria defendê-las. Tornaram-se perigosamente banais as prisões por mera suspeita; as conduções coercitivas sem base legal; os vazamentos criminosos de dados e a exposição da intimidade dos investigados; a invasão desregrada das comunicações pessoais, inclusive com os advogados; o cerceamento da defesa em procedimentos ocultos; as denúncias e sentenças calcadas em acusações negociadas com réus, e não na produção lícita de provas.

A perversão do processo legal não permite distinguir culpados de inocentes, mas é avassaladora para destruir reputações e tem sido utilizada com indisfarçáveis objetivos político-eleitorais. A caçada judicial e midiática ao ex-presidente Lula é a face mais visível desse processo de criminalização da política, que não conhece limites éticos nem legais e opera de forma seletiva, visando essencialmente o campo político que Lula representa.

Nos últimos 40 anos, Lula teve sua vida pessoal permanentemente escrutinada, sem que lhe apontassem nenhum ato ilegal. Presidiu por oito anos uma das maiores economias do mundo, que cresceu quatro vezes em seu governo, e nada acrescentou a seu patrimônio pessoal. Tornou o Brasil respeitado no mundo; conviveu com presidentes poderosos e líderes globais, conheceu reis e rainhas, e continua morando no mesmo apartamento de classe média em que morava 20 anos atrás.

Como qualquer cidadão, Lula pode e deve ser investigado, desde que haja razões plausíveis, no devido processo legal. Mas não pode ser submetido, junto com sua família, ao vale-tudo acusatório que há dois anos é alardeado dentro e fora dos autos. Acusam-no de ocultar imóveis, que não são dele, apenas por ouvir dizer. Criminalizam sua atividade de palestrante internacional, ignorando que Lula é uma personalidade conhecida e respeitada ao redor do mundo. A leviandade dessas denúncias ofende a consciência jurídica e desrespeita a inteligência do público.

A caçada implacável e injusta ocorre em meio a crescente processo de cerceamento da cidadania e das liberdades políticas, que abre caminho para a reversão dos direitos sociais. Líderes de movimentos sociais são perseguidos e até presos, manifestações de rua e ocupações de escolas são reprimidas com violência, jornalistas independentes são condenados por delito de opinião. Ao mesmo tempo, o sistema judiciário recua ao passado, restringindo o recurso ao habeas corpus e relativizando a presunção de inocência, garantias inalienáveis no estado de direito.

Esse conjunto de ameaças e retrocessos exige uma resposta firme por parte de todos os democratas, acima de posições partidárias. Quando um cidadão é injustiçado – seja ele um ex-presidente ou um trabalhador braçal – cada um de nós é vítima da injustiça, pois somos todos iguais perante a lei. Hoje no Brasil, defender o direito de Lula à presunção da inocência, à ampla defesa e a um juízo imparcial é defender a democracia e o estado de direito.  É defender a liberdade, os direitos e a cidadania de todos os brasileiros.

 

AS FRENTES BRASIL POPULAR E POVO SEM MEDO CHAMAM O POVO PARA LUTAR CONTRA A PEC 241 DE TEMER

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Hoje é dia de manifestação em todo o Brasil contra a filha aberrante de Temer: a PEC 241 que vai impor o sofrimento, desespero, a dor e a humilhação ao povo brasileiro. Não adianta ficara esperando pudo do desgoverno golpistas e seus cúmplices do Congresso que eles não têm qualuer espírito democrático. Por essa patologia, é imprescindível que a população brasieleira se manifeste para impedir o efeito teratogênico que a PEC da Morte pretende impor ao povo.

Para lutar contra a irracionalidade e a brutalidade do desgoverno ilegítimo e sádico a Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo fez a convocação para o povo ir às ruas do Brasil lutar pela consciência social democrática como forma de preservação dos direitos de todos.

Leia a convocação.

“As frentes, organizações e coletivos subscrevem este chamado convocam os lutadores e lutadoras sociais do Brasil para uma jornada de mobilizações contra a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional – PEC 241 na Câmara dos Deputados, cuja votação em segundo turno, está prevista para os próximos dias.

Esta proposta do governo ilegítimo de Michel Temer busca concretizar o maior de seus ataques, até agora, aos direitos do povo Brasileiro. A PEC 241 quer alterar a Constituição Federal, congelando por 20 anos os gastos do governo federal, incluindo aí o conjunto das políticas públicas. Ou seja, os recursos que hoje já são insuficientes para garantir educação pública, gratuita e de qualidade ou a prestação dos serviços dignos de saúde para a maioria da população brasileira, por exemplo, ficarão estagnados, enquanto a população cresce e as necessidades só aumentam. Por outro lado os recursos para pagamento dos juros criminosos aos banqueiros e especuladores, que já consomem mais de 40% do orçamento da União, permanecerão intocados

Esse tipo de iniciativa só comprova a ilegitimidade de um governo sem voto, que implementa um programa de atraso sem nenhum respaldo popular. A PEC 241 e a Reforma da Previdência são rejeitadas por 80% da população, segundo pesquisa Vox Populi/CUT divulgada nessa semana. Para impor sua vontade contra a do povo, Temer utiliza de todos os artifícios, apoiado pela mídia, para manter uma maioria parlamentar conservadora e fisiológica, insensível às necessidades da população.

Por isso precisamos ir às ruas! As Frentes devem buscar a construção de iniciativas conjuntas de informação, denúncia e demonstração da insatisfação com essas medidas. Nesse sentido saudamos o protagonismo dos estudantes secundaristas e universitários que ocupam centenas de escolas, universidades e institutos federais pelo Brasil em defesa da educação pública gratuita e de qualidade, contra a PEC 241, a autoritária reforma do ensino médio, e a medieval lei da mordaça.

A votação pode acontecer a qualquer momento da próxima semana, por isso orientamos a realização de panfletagens, aulas públicas e escrachos denunciando essa proposta e o posicionamento dos parlamentares contra o povo em suas bases eleitorais. Também indicamos a construção de atos unificados nos estados, prioritariamente, no dia 25/10. Em Brasília buscaremos organizar a resistência e a pressão sobre os parlamentares a partir da mobilização unificada no congresso nacional para a qual convidamos todos a se somar.* Fora Temer! Diretas Já! Nenhum direito a Menos! Contra a PEC 241 e a Reforma da Previdência!

Frente Brasil Popular
Frente Povo Sem Medo”

MANIFESTAÇÕES EM MANAUS CONTRA O DESGOVERNO TEMER QUE PRETENDE FAZER LOBOTOMIA NOS ESTUDANTES E PROFESSORES

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Nada esperar de um desgoverno golpista em questões do saber e do trabalho como criador do mundo humano. Nada esperar porque a ilegitimidade é uma psicopatologia que não expressa a sensibilidade, a cognição e a ética desse mundo humano. Daí porque o desgoverno teratogênico, com suas taras, pretenda lobotomizar os estudantes, professores e trabalhadores de todos os territórios produtivos do mundo humano. Sempre se soube que as aberrações golpistas não apenas pretendiam a posse do poder com a usurpação do governo Dilma, que representava a potência criativa dos estudantes e trabalhadores responsáveis pela criação do mundo humano gratificador, mas também espargir ao máximo essa patologia.

Quem sabe da potência constituinte, da vontade de potência, do devir, da virtú, pensa inquietamente que essa condição golpista teratogênica é apenas uma condição molar-paranoica sem qualquer mobilidade que possa imobilizar o movimento da vida criativa. Daí que todas as decisões teratogênicas desse desgoverno não passam de impulsos sem potência criativa que possa impor à sociedade brasileira suas taras. Embora pareça, fantasiosamente, que sim. A vontade de potência como potência constitutiva é indominável. Nada segura.

SOBRE A LOBOTOMIA POLÍTICA DE ALGUNN PROFESSORES DE MANAUS

dsc03150 dsc03152 dsc03153 dsc03158 dsc03160 dsc03161 dsc03164 dsc03165É necessário que o povo enquanto devir, se manifeste continuamente não somente como numeral, quantidade, mas, principalmente, enquanto numerante, devir. E se possível nas duas linhas revolucionárias-constituintes. Infelizmente não é o que a maioria dos professores de Manaus entende. Um estado com mais de 7 mil professores públicos do ensino fundamental e médio, além de centenas de professores universitários, só se fez presente, na manifestação, com menos de 50 agentes educacionais. Sem tocar nas outras categorias de trabalhadores que mais uma vez não foram à praça, território da visibilidade democrática, para se projetar devir-numerante em um momento em que se encontra em marcha a tentativa de lobotomizar a escola brasileira e aleijar a potência produtiva dos trabalhadores.

Já é notório o grau de alienação e analfabetismo político de uma grande parte dos professores de Manaus, mas não se afetar com as violências contra seus direitos, como a retirada de algumas disciplinas que são razões de suas funções pedagógicas e seus salários, é freudianamente preocupante, já que mostra o grau de identificação destes professores com o agressor. No caso cruel, Temer.

dsc03166 dsc03172 dsc03173 dsc03176O que confirma, também, que esses professores já estão, politicamente, lobotomizados: não têm qualquer estímulo para defender seus direitos e da sociedade brasileira da qual são corpos constituídos. E como lobotomizado politicamente, votam em candidatos golpistas responsáveis pelo fim das disciplinas que são o corpo epistemológico de sua profissão pedagógica-cognoscente. O que lhes permite confirmar que a aula é um ato político que cria novas formas de sentir, ver, ouvir e pensar.

Também é preocupante a lobotomização política dos professores universitários que confirma o sentido que a comunidade amazonense sempre teve dela: território alienadamente reacionário. Eles não sabem que com o fim das disciplinas nas escolas públicas também acaba a necessidade das existências desses cursos necessitários para a comunidade de saberes da sociedade. Com o fim da obrigatoriedade das disciplinas sociologia, arte, filosofia, educação física entre outras, se torna desnecessário, nas universidades, as existências desses cursos que determinam a autoridade para a execução das mesmas no ensino público e privado. O que ameaça também a carreira desses lobotomizados professores universitários. Mas eles só querem seus ninhos abstraídos do real.dsc03196

dsc03180 dsc03181 dsc03182 dsc03185dsc03186 dsc03188 dsc03195 dsc03197 dsc03198 dsc03205 dsc03217 dsc03219 dsc03222Mas vamos às fotos criadas pelo fotógrafo Alcir Madureira, da Associação Filosofia Itinerante (Afin), que como corpo filosófico-político nunca falta às manifestações quaisquer que sejam, já que esse é seu amor como potência constituinte de inteligência coletiva.

Praça do Congresso. Tempo propício para a práxis e a poieses democrática.

DIA NACIONAL DE MOBILIZAÇÃO E LUTA POR EMPREGO E GARANTIA DE DIREITOS REUNIU MILHARES DE TRABALHADORES EM VÁRIAS CAPITAIS

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Conforme o esperado, o Dia Nacional de Mobilização e Luta por Empregos e Garantias de Direitos realizado por trabalhadores dos sindicatos CUT, UGT, CTB, CSP, CGTB e NCST, reuniu milhares de participantes que se manifestaram contra as decisões massacrantes dos direitos dos trabalhadores que vem se materializando no desgoverno do golpista-mor, Temer.

Para os participantes a mobilização tem um ponto superior que foi reunir novamente todos os mais importantes sindicatos lutando veementemente pelo mesmo objetivo. Em São Paulo foram mais de duas horas de protestos na Avenida Paulista que ficou fechada. O secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, afirmou que o trabalhador não vai pagar o pato como pretende a Fiesp que foi quem criou o pato.

“Assim como a Fiesp avisou que não pagaria o pato, os trabalhadores também não vão pagar. Os trabalhadores querem seus empregos garantidos, não permitiremos que esse governo golpista retire os nossos direitos. Se mexer com a classe trabalhadora, nós vamos parar o país.

2f82b301-6083-4b84-9f74-87634543c6e8 21ab98ed-ee68-4a0c-89e7-000fb8538b6aNão sabemos o que acontecerá semana que vem em Brasília, mas Temer tem sido vaiado em todas as partes do Brasil, em protestos contra suas medidas”, afirmou Nobre.

Já Edson Carneiro, o índio, secretário-geral da intersindical, que se mexerem com os direitos dos trabalhadores a categoria vai parar o Brasil. E disse, também, que Skaf vai ter que pagar o pato e os impostos de suas propriedades.

“Estamos aqui na Paulista para dizer que não aceitamos o negociado sobre o legislado. Se continuar a retirada de direito vamos para esse país. Chega de ouvir o senhor Paulo Skaf dizer que não vai pagar o pato. Queremos vê-lo pagando impostos sobre suas propriedades”, mandou ver o Índio.

61632c5e-cc30-4c5b-adea-fb23512643ed c9487c67-f0ff-4322-a12d-85d7e36f4778Por sua vez, o secretário adjunto de relações internacionais da UGT, Wagner de Souza afirmou que os trabalhadores não vão pagar o pato por causa da “incompetência de uma presidência queque roubar os direitos dos trabalhadores”.

“É uma campanha pelo interesse do trabalhador. Estou aqui e pergunto: cadê o pato da Fiesp. Nós não vamos pagar o pato com a incompetência de uma presidência que quer roubar nossos direitos”, afirmou Souza.

Nas análises dos trabalhadores a mobilização alcançou o seu objetivo. Para os trabalhadores o desgoverno Temer sentiu que os trabalhadores não estão brincando e não conceder um milímetro de seus direitos para fortalecer a avidez capitalista dos empresários.

OLIMPÍADAS PROPORCIONAM O BRADO INTERNACIONAL: FORA TEMER. MANIFESTANTES EM COPA MOSTRAM SÓ O APERITIVO

Veja as fotos e vídeos.

É certo que golpista não tem escrúpulo, não tem honradez, brio, honestidade, vergonha, justiça, bondade, alegria, qualquer princípio fundamenta à democracia. O golpista é uma aberração das naturezas genética e politico-sócio-cultural. Todo golpista, em sua aberração, é um poço de solidão. Onde existe um grupo de golpista cada um encontra-se preso em sua solidão de golpista. É impossível a relação de contato entre os golpistas. Eles só formam um grupo quando vistos de fora. Por isso, eles são, em suas individualidades, o exemplo claro de desconfiança-paranoica. Eduardo Cunha e Temer confirmam o grau de desconfiança paranoica. Cunha, golpista, desconfia de Temer, golpistas. Diante desse quadro de aberração, o golpista faz de conta que se encontra preocupado com as manifestações nas Olimpíadas contra ele, por isso ele simula repressão. Mas, na verdade, qualquer corpo ético não lhe afeta como princípio do bem.

Em embora ele não seja afetado por corpo ético, entretanto, ele sabe que as pressões sobre ele podem surtir um efeito que ele não quer de forma nenhuma. Um efeito que atinja seu produto golpista: o poder que ele usurpou do povo brasileiro. É com esse entendimento que os democratas vão às ruas para protestar contra o golpista e enfraquecer sua psicopatologia e sua genética aberrante. Daí que os democratas, não aceitam o “cala boca!”, porque o “cala boca, já morreu (em verdade, nem nasceu)”, porque “quem manda na minha boca sou eu!”. Nesse afeto criador e produtivo, os manifestantes bradam o “Fora Temer!”, em todos os quadrantes do Brasil.

E Copacabana, desde manhãzinha, já amostrava seu aperitivo do que vai ser logo mais às 19 horas (horário de Brasília). Uma puta “Fora Temer e leva tua camarilha contigo!”

Manaus Pelo Fora Temer

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PRÁXIS E POIESIS, EM MANAUS, NO POETAÇO “FORA TEMER!”

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Hoje, dia 17, em Manaus, a multiplicidade das práxis e poiesis se encadearão como rede de desejos sensitivos, intelectivos, éticos e estéticos em forma de meta democrática, com sua potência-política, para enfraquecer a força-molar da configuração golpista que se instalou no Brasil com a usurpação do governo Dilma Vana Rousseff.

Serão músicos, poetas, grafiteiros, escritores, teatrólogos, dramaturgos, atores, atrizes, pintores, grafiteiros, ativistas culturais afrosóficos, hip-hop, rap, cantos juninos, entre outras expressões que comporão o Devir-Poetaço. Uma subjetividade criadora que corta as linhas duras que sedimentam as forças controladoras que estão petrificadas como golpe.

Esse o Devir-Poetaço. Toda liberação das potências só ocorrem como criatividade. O Resto é tão somente repetição do já posto como realidade inalterável. Por si só, uma aberrante forma de controlar o movimento criador de novas formas ontológicas de existências.

      Sim, o local!

       Praça do Congresso – Centro.

       É, o horário!

       Às 17 horas.

Vamos lá, moçada! Deixe que sua práxis e poiesis lhe conduzam!   


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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