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O GOLPE PARLAMENTAR-JURÍDICO-EMPRESARIAL-MIDIÁTICO É TÃO ABERRANTE QUE NÃO CONSEGUE NEM SER A FARSA DE 1964. A SAÍDA É LULA DE NOVO

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Cinquenta e três anos não passados nos colocam novamente no turbilhão da luta contra nossos algozes.

Os degenerados, os abjetos seres que levaram a 53 anos nosso país à ditadura estão atuando e entregando tudo o que conseguimos nesses últimos 14 anos à derrocada.

Derrocada da classe trabalhadora. A principal prejudicada com esse golpe parlamentar-jurídico-empresarial-midiático. Derrocada da democracia brasileira, dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras através das Emendas Constitucionais que nem Lula nem Dilma ousaram fazer porque defendiam a classe contra os estúpidos, gananciosos e privilegiados capitalistas brasileiros e internacionais.

São 53 anos. 1964-2017. Para não esquecermos o que fizeram com o Brasil e com os brasileiros. Prenderam, torturaram, assassinaram, desapareceram com corpos de todos que eram contra o regime. Dentre os que estão hoje no comando desse novo golpe muitos fugiram, medrosos, degenerados, depois voltaram para concretizar a continuidade daquele golpe a mando a mando dos yankes.

Os degenerados, dizem, jornalistas, estão na lama. De minuto em minuto saem notícias de ladroagem. É dinheiro em condado na Alemanha, Cingapura, Nova York. Dinheiro na Suíça. Senador golpista dando surra na  mulher e ficando proibido de voltar para casa pelo STF. É o primeiro rico, golpista  um sem teto. Mas eles não estão na lama não. Ao dizer que estão na lama estamos antropomorfizando e comparando aos porcos. Os porcos não tem nenhuma relação com seres abjetos. Os porcos tem mil vezes mais valor de que um ser degenerado, um não ser, uma gente miúda. Isso faz diferença com os militares de 64, digo com os militares. Os civis, estão aí.

Não  chore Andrea Neves e nem diga que é mentira o que a ignota Revista Veja publicou ontem. Um delator da Odebrecht depositou dinheiro para o Mineirinho na sua conta em Nova York. Seu irmão é o mais delatado na Lava Jato e até antes da Lava Jato. Como foi construída a Cidade Administrativa de BH? E a lista de Furnas? Porque Mineirinho intimidava tanto policiais, funcionários públicos quando governador em Minas. Porque o policial se suicidou?

No dia da eleição presidencial, Andrea, o seu apartamento em Belo Horizonte estava lotado de gente miúda. Vocês já festejavam a vitória de Mineirinho frente a Dilma eleita com 54.501.118. Vocês já tomavam champanhe francesa, comiam caviar iraniano e do mar negro, vocês se abraçavam. Aviões e helicópteros se prepararam para decolar com politicofastros de várias capitais e cidades brasileiras para o regabofe em BH. Só que os brasileiros jogaramo votos em cima do coquetel de vocês. Os brasileiros ganharam as eleições com uma enxurrada de votos vindo do Nordeste brasileiro e de outras bandas. Vocês não aceitaram. Mas aquela imagem de vocês cabisbaixa tramaria o medonho contra a democracia e agora contra vocês. O povo não quer olhar no seu olho,  ele quer distância de você e do Mineirinho. Nenhum trabalhador quer aproximação com vocês. Vocês são propagadores de maus encontros. Vá pra lá com as suas… O trabalhador só olha no olho de trabalhador. O trabalhador se identifica com quem é da sua classe e Lula é o representante do trabalhador. Lula fala como trabalhador e atua como trabalhador.

Nestes 53 anos vocês, golpistas, continuam aprontando. O dublê de chanceler, Aluysio Nunes, mais conhecido como 300, ptbul, ainda não engoliu ter sido expulso pelo povo da Venezuela naquela fatídica viagem que foram levar solidariedade aos golpistas de lá. O dublê de chanceler quer porque quer expulsar a Venezuela do Mercosul. Com ele está a Argentina,  Paraguai e Uruguai trabalhando para a exclusão desse país Bolivariano. Há por trás de tudo isso interesse do governo e do capital norte americano em promover a política da terra arrasada para depois surgirem como salvadores da pátria.

Nestes 53 anos de golpe, e mais este 2016, vocês golpistas, deram mais uma demonstração de que o pobre, o trabalhador deve mesmo “comer o barro que Deus amassou”. Não bastasse a PEC da Morte, Deforma da Previdência, Terceirização, agora vocês extinguiram o Ciência Sem Fronteira projeto do governo Dilma que beneficiava estudos no exterior para os filhos de trabalhadores. Ali tinha, negros, índios, brancos. Com esse projeto na área de Educação, Ciências nós estávamos formando pessoas para no retorno ao Brasil aplicar os conhecimentos conseguidos para nosso desenvolvimento. Como neste momento se sentem nossos estudantes, em Portugal, Espanha, Canadá, Angola, Moçambique, Inglaterra, Rússia, Cuba, Haiti, Cairo, Teerã? Assim também como estão os filhos de trabalhadores africanos, asiáticos que estudam nas nossas Universidades em convênios com o desgoverno brasileiro? É um catástrofe.

Sob um golpe não podemos esperar nenhum benefício de golpista. Eles como não possuem inteligência e a ideia fixa está em se dar bem, eles estão a tomar decisões que lhes parecem normais. Neste momento, prestes o julgamento do ilegítimo no TSE, as informações de que o amigo Gilmar Mendes vem orientando os advogados do golpista e há possibilidades muito grande de desvincularem Dilma do golpista. Dilma ficaria inelegível e como não se pode investigar o gente miúda por ser detentor do cargo de dublê de presidente é intocável. As leis e nem a Constituição permitem.

Nestes 53 anos, de 2003 até o novo golpe não tínhamos 13,5 milhões de desempregados. Tínhamos a preocupação e o atendimento do governo na área de educação, saúde, habitação, transportes, saneamento. Foi o período que mais se criou Universidades e Institutos Federais de Educação. E também o que mais ganhamos títulos de Doutor Honoris Causa. Erramos, sim nalgumas, coisas e não podemos deixar de mencionar. Faltou dialogar mais com o povo. Faltou se aproximar dos movimentos sociais. Faltou taxar as grandes fortunas, faltou uma reforma política, reforma agrária, faltou regularizar as mídias e quebrar com a Globo e sua afiliadas. Quebrar mesmo, porque a Globo é a principal incentivadora do Golpe e uma das empresas que mais sonegam impostos.

Nestes 53 anos, com todas essas medidas antipopulares, antipovo só resta aos trabalhadores, fortalecidos, depois de uma análise daquilo que está acontecendo trabalhar para mudar tudo isso, ativando nas fábricas, nas escolas, nos sindicatos, em casa, na favela, no cortiço, na vila, no campo, no ônibus, na canoa, no avião, por todos os cantos, lados e beiras o nome do melhor e maior presidente do Brasil. Luís Inácio Lula da Silva.

Só, com esse brasileiro, depois de Getúlio Vargas e João Goulart construiremos um Brasil democrático, livre e soberano, novo e com rima, para  seu povo.

 

DONA MARISA, ESPOSA DO INVEJADO E ODIADO COMANDANTE LULA, SOFREU UM AVC, MAS ENCONTRA-SE MEDICADA NO HOSPITAL SÍRIO LIBANÊS

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   Dona Marisa Letícia, esposa do invejado e odiado, pela massa reacionária, comandante Lula encontra-se internada no Hospital Sírio Libanês. De acordo com a assessoria do hospital, Dona Marisa deu entrada com sintomas de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e encontra-se sendo atendida pela emergência.

    As informações são do jornalista Renato Rovai, do site Portal Fórum.

    A sociedade brasileira representada pelos cidadãos sensíveis, intelectivos e éticos que compõem a democracia substância-política,esperam suas melhoras.

ANA LUIZA LIMA É ESTUDANTE DE MEDICINA E DISCURSOU NAS COMEMORAÇÕES DOS DOIS ANOS DO MAIS MÉDICO. RESULTADO: OS NAZIFASCISTAS MOSTRARAM SEUS ÓDIOS

discurso-estudante-medicina-ufrn-e1439329316322Nas comemorações da passagem dos dois nos do Programa Mais Médicos a estudante de medicina Ana Luiza Lima, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), discursou, como convidada, no evento com a presença da presidenta Dilma Vana Rousseff. Professores, médicos e estudantes de medicina se sentiram ofendidos diante do ato de liberdade patriótica de Ana Luiza Lima e, como são nazifascistas, expeliram seus ódios.

Como mulher inteligente e livre, Ana Luiza Lima não se intimidou. Ela sabe os motivos dos ódios.

Clica e veja o vídeo com seu discurso, analise e forme sua consciência de sujeito-histórico. Em seguida, leia a nota de Desagravo da Rede de Médicas e Médicos Populares à Ana Luiza Lima.

A onda de ódio não passará!

A Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares vem, através desta nota, prestar solidariedade à estudante de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ana Luiza Lima, que recentemente comoveu todo o país com seu discurso na comemoração dos dois anos do Programa Mais Médicos. Seu discurso emocionado, por meio do qual agradece as recentes políticas educacionais que permitiram “a neta de um agricultor sonhar em ser doutora” (nas próprias palavras dela) inspirou milhões, mas provocou a ira de um setor reacionário e conservador, que encontra em parte da nossa categoria uma das suas mais perversas formas de expressão.

A onda conservadora dentro da categoria mostrou sua face logo após o anúncio da vinda de médicas e médicos cubanos para atender áreas de difícil provimento destes profissionais por parte do governo federal. Erigiu funerais da Presidenta Dilma e do Ministro Alexandre Padilha e perpassou por cenas nefastas como o “corredor polonês” contra os médicos cubanos no Ceará, com direito a ovos arremessados e xingamentos que não merecem mais ser repetidos. Vários colegas foram perseguidos pelos conselhos regionais de Medicina (CRMs) Brasil afora por se posicionarem favoráveis ao Programa Mais Médicos e não se alinharem com o discurso corporativista, permanecendo as ameaças dos CRMs sobre os médicos que contribuem com o programa (supervisores e tutores) até hoje.

Agora a vítima é uma estudante de Medicina que cometeu o pecado de falar a verdade. Uma estudante oriunda de família humilde que ousou entender que seu sucesso hoje foi fruto de uma política pública e ousou agradecer à Presidenta Dilma pelo esforço de manter políticas voltadas aos mais pobres deste país. O ódio contra Ana Luiza manifestou-se não apenas sob a forma de machismo – numa das regiões do país onde as mulheres mais sofrem com violência e onde o patriarcado se mantém firme e forte – mas, fundamentalmente, como ódio de classe, ódio ao que representou o seu discurso, ódio ao agradecimento à Presidenta, ódio de quem não suporta ver seus privilégios ameaçados.

VEJA TAMBÉM: Médica negra é alvo de racismo: “estamos acostumados com outro padrão”

Por tudo isto e muito mais, a Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares denuncia a ofensiva conservadora que se materializa no ódio à Ana Luiza e presta irrestrita solidariedade à nossa futura colega. Saiba, Ana Luiza, que assim como você, existem médicas e médicos que se preocupam com o povo brasileiro, que respeitam sua diversidade étnica, sexual, religiosa e ideológica, que se preocupam com a conformação do SUS como sistema de direitos sociais, público, gratuito, integral e de qualidade. Assim como você, existem médicas e médicos que sonham e que fundamentalmente lutam por um futuro onde este tipo de agressão à você fique num passado distante.

Todo apoio à Ana Luiza Lima

Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares

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CANABIDIOL É RECLASSIFICADO COMO MEDICAMENTO CONTROLADO E NÃO PROIBIDO, DECIDE ANVISA POR UNANIMIDADE. VITÓRIA DOS QUE LUTARAM POR PRECISAR

943552-canabidiol_anvisa-3Relacionado com maconha, o canabidiol foi durante muitos anos, proibido como uso medicamentoso para tratamento de epilepsias e outras enfermidades graves. Por essa ignorância, na verdade, estupidez-científica-moral, também conhecida como hipocrisia, várias pessoas têm sofrido com essas doenças e, consequentemente, seus parentes. Como é o caso de Katiele Bortoli, mãe de Anny Fisher que sofre de epilepsia grave e é acometida de intensas convulsões quando não toma canabidiol. Em outro artigo esse Blog Afinsophia, já mostrou sua luta para conseguir o medicamento juntamente com seu marido Norberto Fisher.

O casal preocupado com os casos que necessitam de tratamento com o medicamento, na época, proibido, iniciou uma campanha nacional para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reclassificasse o medicamento. Desta forma, várias famílias passaram a participar do movimento até pessoas que não têm parentes acometidos da enfermidade chegando a milhares de assinaturas.

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Hoje, dia 14 de janeiro (aniversário do Bairro Praça 14 de Janeiro, em Manaus), a Anvisa reuniu sua diretoria e por unanimidade reclassificou o medicamento. O que significa que canabidiol não é mais considerado uma substância proibida, mas um medicamento de uso controlado. O que resulta em uma verdadeira realidade. A ignorância em sua forma de estupidez-cientifica-moral desapareceu, por não ser real, mas simplesmente paranoia-preconceituosa, para dá lugar à realidade-científica-ética.

Por essa decisão democraticamente-justa, os familiares estão felizes por poderão sentir a melhora de seus parentes e se alegrarem como os sorrisos vitalmente comprometidos deles, já que essa é uma das funções da ciência-democrática.

Falando sobre a decisão-humana, Katiele, afirmou que a “reclassificação dá esperança”.

“Você não tem ideia do que se passa no coração de alguém desesperanço. Essa reclassificação dá esperança, dá alívio, dá sensação de que existe uma luz. Dá esperança de qualidade de vida”, disse a mãe que tanto sofreu com a ignorância dos estúpidos-sádicos.

Já para Norberto, pai de Anny, não se deve mais ter dívidas quanto a eficácia do uso médico de canabidiol e reclassificação não teve nenhum efeito político, mas sim de apelo social.

“A decisão demonstra que o Brasil atingiu maturidade para debater e discutir a reclassificação do uso medicinal da cannabis”, afirmou o pai satisfeito com a decisão científica-democrática.

Para o pai de Lorenzo, que sofre de epilepsia refratária, Júlio Américo Neto, a liberação do canabidiol sofreu problemas por sua vinculação com a maconha e que agora, a reclassificação abre portas para pesquisas e seus avanços.

“A reclassificação é um passo importante. A Anvisa está dando uma contribuição histórica para aliviar o sofrimento de milhares de pacientes com enfermidades tratáveis com a cannabis”, opinou o pai alegre. 

canabidiolPor sua vez, a Anvisa afirmou que não existe relato de dependência do uso de canabidiol e que a própria literatura médica constata que a substância auxilia no tratamento da epilepsia. Ela afirmou também, que o governo federal já recebeu 374 pedidos de importação para uso pessoal, sendo que 336 já foram autorizados, 20 aguardam autorização e 11 estão sendo avaliados pela área técnica.

Enquanto isso, o presidente do Uruguai, Mujica, liberou o uso da maconha para consumo e plantação. É certo que no país do engajado escritor Eduardo Galeano, o caso a maconha é analisada e considerada historicamente através de um sentido ontológico singular.

NO DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS SECRETÁRIO-GERAL DA ONU PEDE AOS LÍDERES DO MUNDO QUE ATÉ 2030 A AIDS TENHA ACABADO

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O Dia Mundial de Luta Contra a Aids, comemorado ontem dia 1°, teve como compromisso o pedido do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, aos líderes mundiais para que eles se envolvam no combate a aids para que ela esteja debelada até o ano de 2030.

Em sua mensagem ele agradeceu todos que estão envolvidos no combate a enfermidade que para ele, comparado com vírus do ebola, o legado da aids, já é visível. Ele disse também, que embora já “haja um luz no fim do túnel”, os sistemas médicos por si só não são suficientes, por isso pediu mais apoio para combater a enfermidade.

“Apelo aos líderes mundiais para se reunirem nessa causa comum. Há uma luz no fim do túnel. Estabelecemos uma meta concreta. Vamos todos acabar com aids até 2030. Estou satisfeito e orgulho pelo caminho certo no combate a doença.

Quase 14 milhões de pessoas em todo mundo estão recebendo tratamento contra aids. Conseguimos reduzir novas infecções em 38%, desde 2001. Existem 35 milhões de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) hoje e, dia e cerca de 19 milhões delas não têm conhecimento de que contraíram o vírus.

Existem lacunas importantes na nossa resposta a grupos-chave. Duas em cada três crianças necessitam de tratamento e não dispõem dele. As mulheres jovens são particularmente vulneráveis em muitos países com prevalência alta de HIV. A epidemia da aids está aumentando no Leste da Europa, na Ásia Central e no Oriente Médio, alimentada pelo estigma, a discriminação e as leis punitivas.

Ainda assim, o trabalho essencial dos sistemas de comunidade e organizações de apoio muitas vezes não dispõe de apoio. Não podemos deixar ninguém para trás”, afirmou o secretário-geral ad ONU.  

OS JOVENS DEVEM SER O PÚBLICO-ALVO PARA O COMBATE DA AIDS, DIZ DIRETORA DO PROGRAMA CONJUNTO DA ONU SOBRE HIV

938784-_tng3572A diretora do Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas sobre o Combate HIV/Aids (Unaisd), Georgina Braga-Orillard, afirmou que para combater a aids no Brasil a estratégia deve ter como público-alvo os jovens. Para ela os jovens devem agir de forma responsável com sua sexualidade. E a sociedade deve deixar de lado a hipocrisia de a conversa sobre sexo incentiva à vida sexual precoce. A cultura do teste rápido também é uma estratégia eficaz, já que leva o jovem a manter um habito de fazer o teste e não mais esperando para fazê-lo depois de uma experiência de risco.

“O jovem de hoje não viu a epidemia de 30 anos atrás. As mensagens têm que ser adaptadas, não somente à faixa etária, mas às diferenças da sociedade de hoje.

Tive a oportunidade de, recentemente, conversar com vários jovens que se infectaram neste último ano. A sensação é que eles não achavam que o problema era com eles. Não se achavam vulneráveis e não achavam que tinham ficado expostos.

Passei quinze anos fora do Brasil. Voltei ano passado e me assustei a não ver mais aids nos jornais. Fala-se muito da parte clínica, dos avanços. Mas a aids não tem mais rosto. E essa personificação da mensagem é importante. As pessoas estão cada vez menos confortáveis para conversar sobre sua sexualidade e isso pode gerar grandes consequências”, analisou Georgina Braga-Orillard.

MÉDICOS-BURGUESES USAM SUAS INDIGÊNCIAS AFETIVAS E COGNITIVAS PARA BOICOTAREM LABORATÓRIOS QUE CONTRIBUIRAM COM A CAMPANHA DE DILMA

Hipócrates

Os médicos-burgueses, analfabetos-políticos, analfabetos-profissionais, analfabetos funcionais, não cansam de exibir suas indigências afetivas e cognitivas excitadas pela candidatura e reeleição da insigne e proba presidenta Dilma Vana Rousseff.

Sem qualquer pudor com relação às suas misérias sensitivas e epistemológicas, obstrução do ridículo, eles se mostram tal qual são, desde que o Partido dos Trabalhadores (PT), juntamente com a maioria do povo brasileiro, governa o Brasil. Como não possuem nem veio e os instrumentos para produzir a crítica política, como dizem os filósofos Sartre e Marx, se mostram impulsivos em seus enunciados espectrais.

Com a chegada das eleições eles se exibiram mais despudoradamente acreditando que poderiam afetar, com suas tristezas, a candidatura da representação popular. Tudo apoiado pelas entidades médicas como a Associação Brasileira de Medicina (ABM) que apoiou explicitamente a candidatura do representante dos reacionários, Aécio Cunha, do PSDB, partido da burguesia-ignara.

Um breve exemplo da indigência. Na véspera da eleição do segundo turno eles virilizaram nas redes que o PT havia envenenado o bandido profissional, Youssef, com o visível delírio de que eles influenciariam no resultado do pleito. Deu no que deu: ressentimento, ódio, inveja e outros afetos tristes. Não satisfeitos, pediram aos seus pares que não se dedicassem aos pacientes do SUS, porque, como pobres, foram responsáveis pela reeleição de Dilma.

Agora, passaram a pedir para os pares, que não receitem os pacientes com remédios dos laboratórios que contribuíram com a campanha de Dilma. Laboratórios como Aché, Eurofarma, e outros. Como são indigentes afetivos e cognitivos, não percebem, mesmo fazendo, que essa decisão leva ao entendimento, além de outros, de que eles são cúmplices capitalistas desses laboratórios, já que receitam medicamentos dos mesmos. Que é conhecida popularmente como cadeia mercantil da indústria médica. Ou, capitalismo-médico. Triste e revelador boicote.

Tudo que os médicos-burgueses defendem e acreditam como medicina.

 

MÉDICOS-BURGUESES-NAZIFASCISTAS, ANALFABETOS PROFISSIONAIS, PREGAM A CASTRAÇÃO QUÍMICA DE NORDESTINOS

hipocrates

Na campanha para eleições presidenciais de 2010, práticas nazistas abundaram na internet contra o Nordeste e o Norte pelo fato de se constituírem as regiões de maior quantidade de votos à candidata Dilma Vana Rousseff. A Justiça Federal investigou e encontrou os culpados que não estavam nada ocultos, visto se apresentarem em seus instrumentos virtuais. Houve sentença.

Nessas eleições a prática nazifascista voltou com força. Desta vez com mais um participante: Fernando Henrique. O triste sabotador da velhice. O tagarela do que não superou, resolveu, discriminativamente, afirmar que os eleitores do Partido dos Trabalhadores (PT), são pobres e mal informados. Uma clara discriminação de classe expressada por todo burguês antidemocrata. Uma forma de afirmar que bons são os que votam nas direitas, porque às direitas representam maior poder econômico. Apesar de estúpidas.

A afirmação discriminadora serviu de impulso para as redes sociais serem usadas mais uma vez para a prática nazifascista. Vários destes elementos tarados psicologicamente postaram sentenças exigindo o fim das duas regiões. O mesmo que Hitler pretendia com o fim dos judeus e os homofóbicos brasileiros como Malafaia, Fidelis, Bolsonaro, Feliciano entre outros, pretendem com os LGBT. Uma funcionária pública, auditora fiscal do trabalho, pediu que se lançasse uma bomba atômica no Nordeste como ocorreu com Nagasaki, no Japão.

Como não poderia ser diferente, médicos-burgueses, analfabetos profissionais, aqueles cuja fala se reduz a linguagem de sua profissão, família e classe social, nada mais de inteligente, como diz o filósofo Henri Lefebvre, também apresentaram suas sugestões nazifascistas. Entre essas sugestões uma aparece para contemplar fortemente Hitler: a castração química dos nordestinos. Uma das piores violências já perpetradas contra um povo. Um perigo que deve ser tratado pela justiça de forma eficaz, pois se trata de personagens sociopatas, que apresentam aberrações genéticas que os impossibilita de conviver socialmente com as diferenças.

Eles querem que o candidato Aécio ganhe essa eleição, mas não é a candidatura de Aécio que os leva a esses comportamentos nazifascistas, houve o mesmo comportamento quando o candidato era Serra, é que eles aproveitam a oportunidade oferecida como manifestação coletiva e recorrem a essa prática para sublimar suas taras nazifascistas elegendo o PT como seu alvo psicopático. Aí o grande perigo coletivo que são. Como psicopatas não tem qualquer valor moral que os mantenham em relação de alteridade na sociedade.

MARINA AFIRMOU QUE O MAIS MÉDICO “É PALIATIVO’, MAS 95% DOS PACIENTES DIZEM QUE ESTÃO SATISFEITOS

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A Universidade Federal de Minas Gerais (UFGM) em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais Políticas e Econômicas (Ipespe) realizou uma pesquisa sobre os atendimentos dos pacientes do Programa Mais Médicos, e sobre suas opiniões em relação programa. Não deu outra. A avaliação que as direitas odeiam ouvir.

As opiniões confirmaram o que governo federal previa ao criar o programa. Para 95% dos pacientes o programa é satisfatório. E mais, 90% dos pacientes aprovaram o tratamento dispensado pelos médicos. E mais do mais, 86% dos pacientes afirmaram que o atendimento aos pacientes melhorou muito com a chegada dos médicos.

O Mais Médicos atende mais 50 milhões de pessoas em 3.700 municípios. O número de pessoas atendidas corresponde a quase ¼ da população brasileira. É por isso que os médicos-burgueses odeiam o programa. É por isso que as direitas querem privatizar a saúde.

É por isso que Marina, a candidata inconstante e inconsistente, afirmou que o Mais Médico “é um paliativo”. Ao qual Dilma, replicou: “Ninguém que está doente acha que a saúde é paliativa”.

OS MÉDICOS-BURGUESES COMO ANALFABETOS PROFISSIONAIS

O filósofo marxista, Lucien Goldmann, cunhou no fim da década de 60 o conceito “especialista analfabeto”. Com esse conceito ele se referia ao sujeito-individual que se especializa em uma área do saber constituído, eliminando, assim, o sujeito coletivo. O sujeito transindividual. O sujeito da ação, da criação e da práxis coletiva.

Entende-se, então, que o “especialista analfabeto”, que hoje é chamado de analfabeto profissional, é um sujeito-sujeitado por um conhecimento estreito e limitado. Sua referência ontológica, seu modus de ser, constitui-se como reflexo de sua profissão. Ou seja, ele é uma reação saída de sua vivência particular conjunta com o resultado do entendimento que teve de sua profissão na sociedade em que vive. Sua relação com o mundo sai tão somente do discurso de sua profissão situado na sociedade que existe. Sua opinião é expressão sintética de sua condição profissional limitada.

Compreende-se assim, que o profissional analfabeto, como reação de sua profissão na sociedade que existe, se relaciona com sua família, com seus comparsas, nos supermercados, shoppings, lojas, aniversários, reuniões sociais, etc., através da linguagem estreita que carrega. Como que diz o filósofo, Sartre, ele é “uma insuportável consequência”. Uma consequência, diria Lucien Goldmann, de sua condição de profissional analfabeto.

DA LIMITAÇÃO INTELECTUAL DO ANALFABETO PROFISSIONAL

Sabe-se quando um profissional é analfabeto a partir do momento que se percebe que ele não carrega outros conhecimentos. Outros enunciados, outros conceitos, outros dizeres. Outras ideias que lhes disponham às altercações dialéticas para que ele possa ser um sujeito-histórico, um sujeito transindividual. Alguém que interpreta o mundo, que conhece suas contradições e tenta criar outras formas de sentir, ver, ouvir e pensar. E sua condição profissional não se encontra isolada das outras formas de agenciamentos coletivos, semióticas econômica, politica, social, histórica, estética, antropológica, ética, tudo que o que não reflete alienação.

Seu discurso não é estruturado com clichês, palavras desativadas, estereótipos, preconceitos. Conceitos assimilados em sua família, sua classe social e posteriormente usados cotidianamente sem passar pelo exame, pela crítica. Porque não há crítica nele. Se não fosse sua profissão, ele seria tomado como alguém sem a faculdade racional.

DR: CANTÍDIO, O MÉDICO-BURGUÊS, PROFISSIONAL ANALFABETO

O médico Cantídio Lima Vieira, que em uma reportagem da revista IstoÉ, em sua edição 2246 foi tratado como um “marajá de jaleco”, em função de possuir uma rede de clinicas e de ser bem pago para trabalhar em um hospital do Senado. É um bom exemplo para se compreender o que é o médico-burguês como profissional analfabeto conceituado pelo filósofo Lucien Goldmann, já que se trata de um exemplo de sujeito-sujeitado a medicina de mercado.

Por isso cabe aqui um trecho da reportagem da revista IstoÉ. “Duas unidades médicas dos funcionários, operam no Sudoeste, outro bairro nobre de Brasília. Uma delas pertence ao médico Cantídio Lima Vieira. Ele tem participação em mais quatro clínicas. Duas delas, a Policlínica Planalto e a Cordis são prestadoras de serviço da mesma associação de médicos contratada pelo Senado”.

Cantídio foi indicado pelo ministro Joaquim Barbosa para fazer parte da equipe que examinaria José Genoíno, cujo resultado poderia mantê-lo em prisão domiciliar ou mandá-lo de volta ao Presídio da Papuda. Como se sabe, o resultado foi o segundo. Como participante da equipe médica, ele assinou o laudo que indicou que Genoíno deveria deixar o tratamento domiciliar.

Mas o exemplo não acaba aí, muito pelo contrário. O “marajá de jaleco” publicou no Faceboock a seguinte frase que torna o exemplo concreto: ”Os médicos do Brasil advertem: Dilma faz mal à saúde”. Lógico que não são os médicos do Brasil são os médicos-burgueses do Brasil. Se o doutor Cantídio tivesse um corpus intelectual multidisciplinar, composto por uma cartografia de saberes saída de uma vivência ética-epistemológica, e fosse um sujeito de enunciação coletiva e não um sujeito-sujeitado ou sujeito de enunciação, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari, de uma sociedade alienada de mercado, como dizem os filósofos Marx/Marcuse, ele jamais teria tido o comportamento despudorado de querer ofender a presidenta de um país que é um dos primeiros em desenvolvimento no mundo. A presidenta de uma Nação que por si só merece respeito.

O VAZIO POLÍTICO

O doutor, “marajá de jaleco”, não carrega o discurso dessa cartografia de saberes saída de uma vivência ética-epistemológica. Por isso, ele reverbera o que há de mais baixo grau de conhecimento representado no Brasil, que é o discurso das direitas. O discurso de quem não conhece as desumanas etapas históricas do capitalismo liberal, monopolista e de trustes, de organização, de consumo e financeiro do liberalismo econômico que foi o patrão definidor dos desgovernos de Fernando Henrique.

Por isso, ele não aceita as transformações que Brasil teve a partir dos governos Lula e Dilma. Por isso, ele exibe sua misoginia ao querer ofender Dilma. Que para seu triste propósito, ela não compõe. Portanto, não se sente ofendida.

O SIGNO REVELADOR

Mas houve um signo enunciador-significativo na ofensa dirigida por Cantídio à presidenta. A sociedade brasileira que não é imobilizada por ressentimento, inveja e ódio, ficou sabendo quem são esses médicos-burgueses. Os reduzidos profissionais analfabetos que alguns desconfiam que eles representem uma mutação cognitiva-política-profissional que os tornar antítese de Hipócrates e Che, entre outros médicos que sabem, junto com Marx, que todo profissional é a representação de todos os homens na sociedade. Por tal seu engajamento político-profissional.

Definidos neste quadro-diagnóstico ontológico os médicos-burgueses não podem opinar sobre nada, a não ser reverberar o vazio do significante, como diz o filósofo Baudrillard.

MÉDICOS CRIAM ESQUEMA, “FAZER HORÁRIO”, EM SPA DE MANAUS, E EXPÕEM SUAS IGNORÂNCIAS EM RELAÇÃO A FUNÇÃO SOCIAL DO TRABALHADOR

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Todo trabalhador como partícipe de uma comunidade exerce uma função social. Essa função social representa a singularidade de sua profissão comprometida com a sociedade como sujeito produtor de relações sociais. De forma mais simples, a função social não é nada mais do que o trabalho executado pelo trabalhador. O que lhe confere a importante de ser social produtivo para o bem da sociedade. Ou seja, seu trabalho representa sua relação com todos os sujeitos que vivem em sociedade.

Dessa forma compreende-se o que o filósofo Karl Marx, afirmou quando disse que um sapateiro, com sua função social, seu trabalho, representa todos os sujeitos que compõem uma sociedade. Assim, como todos os trabalhadores, com seus trabalhos, representam todos os outros sujeitos. É a universalização do trabalho partindo de uma atividade individual. Ou com diz o filósofo Hegel, a objetividade do trabalhador. Reconhecer em si esse laço de responsabilidade social faz do trabalhador um ser desalienado. Um ser que além de compreender a importância de seu trabalho para a sociedade, também compreende o valor de sua existência como sujeito produtor de história. Um saber que o impede de se tornar escravo das forças opressivas do sistema tirânico.

A POLÍTICA DOS SPAs E A DEMANDA DE PACIENTES

O Amazonas é um estado em que o sistema de atendimento médico sempre foi perversamente desumano. São poucas as unidades médicas em que os pacientes vivenciam um atendimento que lhe propicie um sentido de encontrar-se em um habitat civilizado. Em outros casos, essa vivência só é possível quando alguns pacientes encontram, por acaso, médicos enfermeiras e técnicos vocacionados. Mas contra estas poucas realidades médicas, existem outras perversas realidades.

A criação do Serviço de Pronto Atendimento (SPA) tinha como objetivo atender pacientes com necessidade de atendimento de urgência, e dessa forma, também, diminuir o fluxo de pacientes em postos de saúde e hospitais. Uma política de saúde necessária para a diminuição dos entraves do complexo que representa os quadros de enfermidades em Manaus.

Inicialmente os SPAs trabalhavam com dois médicos de acordo com as especialidades, em escalas de plantões de 6 e 12 horas, atendendo a demanda de enfermos. Logo se percebeu que Manaus sendo uma não-cidade com um grande número de pacientes, esse número de médicos era insuficiente. Com os médicos sobrecarregados nos atendimentos houve uma pressão feita pela população. Foi então que as cooperativas-médicas resolveram contratar mais médicos, já que são as  responsáveis por esse serviço junto ao governo do estado e a população. Então, três médicos passaram a realizar os atendimentos.

OS MÉDICOS E O ESQUEMA “FAZER HORÁRIO”

Ocorreu, porém, que mesmo com três médicos designados para atender os pacientes, em alguns SPAs, e em alguns horários, a situação ficou da mesma forma ou pior. Embora a demanda de pacientes continuasse quase que a mesma, as filas continuavam perversas. Foi então, que alguns médicos perceberam que entre eles haviam outros médicos-esquematizados, que alienados do conhecimento de suas funções sociais, portanto sem qualquer responsabilidade com a sociedade, estavam sabotando o atendimento em seus benefícios.

Esses médicos-esquematizados compuseram um esquema chamado por eles de “fazer horário”. Durante o plantão combinam que um ou dois médicos atendem e o outro fica dispensado, por algumas horas, de sua obrigação. Quando não um atende e os dois ficam em ‘repouso’. Muitas vezes dormindo no conforto médico. Se, entretanto, um médico discordar da violência contra a comunidade, eles continuam em seus confortos, e o médico que discordou passa a atender a maioria dos pacientes. Um esquema próprio de desrespeito à comunidade que é cumpliciado por alguns médicos que sabem do esquema e não denunciam. Muitas vezes esses “fazedores de horário” deixam o plantão antes do horário acordado pela lei trabalhista.  

Em alguns casos, os “fazedores de horário” são médicos escalados em vários plantões e aproveitam esse recurso para descansar, já que querem manter o seus status com o que ganham. Provavelmente, em função de não serem médicos vocacionados, por isso não conhecerem a importância de suas profissões como representantes da sociedade, esses médicos-trapaceiros, por causa desses predicados, possivelmente são dos tipos que são contra o Programa Mais Médicos do governo federal.

Diante desse quadro apresentado por esses médicos profissionalmente e socialmente enfermos a comunidade manauara, principalmente a mais carente, exige uma posição das cooperativas médicas, visto que elas prestam serviço público fundamentalmente por causa da população.

MÉDICOS CUBANOS DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS VÃO TER SALÁRIOS AUMENTADOS EM 25%

Agora que os médicos-burgueses vão estrebuchar. O governo federal vai conceder um aumento de 25% aos médicos cubanos que fazem parte do Programa Mais Médicos e que atuam nas áreas mais carentes do país, locais onde os ditos médicos-burgueses querem é distância.

Eles recebem atualmente do governo brasileiro um salário de US$ 400, e mais US$ 600 que é pago pelo governo cubano. Agora os médicos irão receber US$ 1. 245. De acordo com o ministro da Saúde Arthur Chioro, as negociações com a Organização  Panamericana de Saúde e o governo cubano já estavam sendo realizadas desde quando ele assumiu o Ministério da Saúde (MS) no lugar do ex-ministro Alexandre Padilha.

O ministro disse que a decisão do aumento dos salários dos médicos cubanos partiu da presidenta Dilma Vana Rousseff. A decisão não tem nada a ver com as insinuações das direitas de que o aumento é uma resposta a médica trânsfuga americanófila, Romana, que abandonou seu posto no interior do Pará para se aliar com que há de mais reacionário no país: a direita conspiradora.

“Não vamos gastar um centavo a mais. Vamos continuar pagando o mesmo valor”, disse o ministro que informou que o ocorreu foi uma alteração nos valos acordados no contrato.

“Não há, da nossa parte, nenhuma questão que envolva diretamente a pressão dos próprios médicos cubanos, muito menos daquela profissional. Não é o que nos mobiliza. O que nos mobiliza é a necessidade de aprimorar”, observou o ministro Chioro.

MINISTÉRIO DA SAÚDE INSTITUI POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇAS RARAS.

O Diário Oficial da União (DOU) publicou ontem, dia 12, a portaria do Ministério da Saúde que institui a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. As doenças que acometem 65 pessoas em um grupo 100 mil pessoas.

O objetivo da instituição da política médica é através de ações eficazes, prevenir, detectar precocemente as doenças, desenvolver tratamento oportuno, reduzir a incapacidade e cuidados paliativos para que o paciente tenha melhor qualidade de vida.

Para que essas ações sejam confirmadas, o Ministério da Saúde (MS) organizou uma rede de atendimentos que determinará diagnósticos e atendimentos. Todas as doenças serão classificadas de acordo com seus sinais, assim como serão estruturadas em eixos.

De acordo com a política médica, serão investidos R$ 130 milhões, 15 novos diagnósticos de doenças raras serão incluídos nos já dispostos e mais oferta de aconselhamento genético no Sistema Único de Saúde (SUS).

Enquanto isso, a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Problemas e Prioridades para 2014, realizada pelo IBOPE em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que 49% dos entrevistados afirmam que melhorara a saúde pública deve ser prioridade do governo federal.

MÉDICO CUBANO REALIZA SEU SONHO: FOGE PARA OS ESTADOS UNIDOS, MAS DIZ QUE TEM “ORGULHO DE CUBA”. QUE ORGULHO

O médico cubano, Ortelio Jaime Guerra, também pertencente ao Programa Mais Médicos, cometeu o mesmo ato que a médica cubana, Romana, sua patrícia e semelhante de ideologia, cometeu. Aproveitou sua vinda para o Brasil no acordo com Cuba para vir trabalhar nas regiões carentes de prática médica e escafedeu-se. Abandonou o empregou e se mandou para a terra de seus sonhos: Estados Unidos.

Mais um cubano que não entende o conceito e a práxis da liberdade. Não compreende que de Cuba ainda se pode fugir, mas do capitalismo não há possibilidade de qualquer fuga. O médico fugitivo trabalhava no município de Pariquera-Açu, no estado de São Paulo. Através das redes sociais ele afirmou que partiu sem falar com ninguém, porque temia pela sua segurança. Ele agradeceu a amizade com os seus colegas e disse que um dia voltará para visita-los. Fazendo uso de sua afeição patriótica-ianque, ele afirmou que sempre terá orgulho de Cuba.

“Mi tierra y mis raíces”, disse, ofendendo o poeta maranhense Gonçalves Dias, o médio trânsfuga.    

A ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA, QUE É CONTRA O “MAIS MÉDICOS”, SE MOSTRA A FAVOR: CONTRATA A MÉDICA CUBANA, RAMONA

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Quando o governo federal, através do Ministério da Saúde, criou o “Programa Mais Médicos” com o objetivo de modificar a política de saúde pública, que se mostra ineficiente, quanto ao atendimento dos necessitados, principalmente os necessitados dos municípios, áreas que a maioria dos médicos repudia como local de trabalho tinha total conhecimento que às direitas iriam responder como sempre respondem quando se trata do bem da sociedade brasileira: com inveja e maledicência.

 

A sabedoria do governo federal sobre a odiosa existência das direitas foi tão implacável que nem precisou lançar o programa que os ressentidos odiosos se lançaram contra munidos dos seus impropérios invejosos. Todos os blocos retrógados e individualistas compulsivamente fizeram uso do familiar clichê-predador que é próprio dos ineficazes. A caduca mídia teve pauta para meses inteiros. Logicamente irmanada pelos empresários da medicina e os órgãos que se julgam representantes dos profissionais da saúde, como exemplo, a Associação Médica Brasileira (AMB). Reflexo dos médicos-burgueses.

A ENTROPIA DA INVEJA DAS DIREITAS

Como a inveja é o ódio que alguém sente contra alguém que é feliz, como não cansa de afirmar o filósofo holandês Spinoza, os ressentidos e rancorosos, como também não cansa de afirmar o filósofo alemão Nietzsche, continuaram expelindo sua bílis dolorosa. Como são ineficazes, não conseguiram seus intentos e o programa tornou-se sucesso, conforme testemunham os para quem o programa foi criado. São milhares de pessoas, afirmando que se encontram seguras agora que têm médicos para se preocuparem com suas saúdes.

E tudo foi muito simples. Diante da necessidade de atendimento e da falta de médicos para se comprometerem com o trabalho nas áreas distantes, o governo federal contratou médicos estrangeiros, principalmente cubanos. O que não precisa ser dito que ele já sabia do que poderia ocorrer no plano político em relação a alguns desses médicos. Como já havia ocorrido no passado, e dado o seu comprometimento atual com as causas democráticas, sabia que algum médico poderia aproveitar a situação e usar sua vinda para o Brasil para realizar seus propósitos de fuga de Cuba.

RAMONA USA MAIS MÉDICOS PARA SE UNIR A CAPITALISTA DO BRASIL

Não deu outra: a médica cubana Ramona Matos Rodriguez, lotada no município paraense de Pacajá, usando o argumento de que estava sendo lesada em seu salário, abandonou o posto, se reuniu com representantes legislativos da direita, deputado do agronegócio, Ronaldo Caiado (DEM/GO), líder capitalista da exploração da terra, e pediu asilo ao Brasil. O caso muito bem tramado tem sido usado em abundância pela mídia caduca e seus irmãos gêmeos, alucinando que afeta, com sua tristeza, o governo federal.Brasilia - Ramona Matos Rodriguez se abrigou no gabinete do DEM na Câmara dos Deputados depois de abandonar o programa Mais Médicos, do governo federal (Wilson Dias/ Agência Brasil )

Como todo retrógado tem geneticamente limitação de inteligência, o caso não atingiu o governo federal com seu programa. Muito pelo contrário. Teve sua importância confirmada pelos médicos-burgueses, através de um dos seus órgãos maiores, a Associação Médica Brasileira (AMB). Ela contratou a médica cubana, Romana. Um ato incontestável, posto que os médicos-burgueses projetaram seus ódios preferencialmente nos médicos cubanos e agora reconhecem que o governo federal estava certo em trazê-los para o Brasil.

Porém, esse reconhecimento, do Programa Mais Médicos, pelos médicos-burgueses, pede uma observação. Se quem pagou a viagem da médica trânsfuga para o Brasil e custeou, durante esses dias, sua permanência em solo pátrio, foi o governo federal, a AMB, que a contratou, tem que reembolsar ao governo federal o que ele gastou com a médica trânsfuga.

É PARA COMPRIMIR MAIS AINDA AS CORONÁRIAS DOS MÉDICOS-BURGUESES. HOJE, 2 MIL MÉDICOS CUBANOS CHEGAM AO BRASIL

Hoje, 28, é dia das coronárias dos médicos-burgueses entrarem estado maior de compressão coronariana. É dia de mensagens-vazias patéticas apolíticas se mostrarem nos celulares desses médicos compassivos e ineficazes se posicionarem, mais uma vez, contra os médicos não alienados, os profissionais da saúde implacáveis e eficazes. Os médicos que sabem que seus trabalhos, como função social, representam todos os indivíduos que compõem o corpus social. Médicos imprescindíveis para produção da saúde social. O contrário dos médicos-burgueses apolíticos, prepotentes, vaidosos, calculistas, orgulhosos e iludidos.

Hoje é dia de 2 mil médicos cubanos desembarcarem, em Brasília, para depois seguirem diretos para os territórios onde necessitam de seus saberes, seus afetos e suas eticidades. Territórios sem assistência médica. Territórios que os médicos-burgueses querem distância, porque não querem ficar longe dos objetos sedutores que a urbe, com seus shoppings e condomínios, oferece como forma de valores hipnogógico.

Esses médicos cubanos que chegam hoje fazem parte do terceiro ciclo dos médicos do Programa Mais Médicos Nele também estão inseridos por inscrições individuais. Eles devem começar a trabalhar no começo do mês de março, mas antes vão participar do módulo de acolhimento e avaliação do programa.

“Com esses novos médicos, somados aos que já estão atendo a população nos municípios, serão 9,5 mil médicos atuando nas regiões mais necessitadas e atendendo as populações mais vulneráveis”, observou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

É o governo popular de Dilma perturbando a paz cemiterial das direitas que almejam um estado fúnebre para o Brasil.

MÉDICOS-BURGUESES DE MANAUS FAZEM CAMPANHA ELEITORAL RESSENTIDA CONTRA DILMA E ESCULACHAM MALBA TAHAN

O filósofo francês Gilles Deleuze, certa vez, ao ser submetido a um exame médico em que o aparelho não revelava o que o médico pretendia, viu o quanto ele ficava irritado. Nisso, compreendeu o espírito de determinados médicos: reagem ao que o materialismo capitalista lhes proporciona e querem que seus instrumentos sempre lhes sejam fiéis. Sem isso, desesperam. E elaborou um raciocínio que conduz a inferência de que esses médicos são famosos, vaidosos, orgulhosos, ambiciosos, calculistas, arrogantes, ganham muito dinheiro, mas não sabem gastá-lo. O que Deleuze quis dizer é que presos ao materialismo capitalista esses médicos se expressam no mundo como objeto. E como a sociedade capitalista é a síntese desses objetos, esses médicos reificam suas existências pela prova do materialismo capitalista. 

Dessa forma, como prova do materialismo capitalista esses médicos ocultaram, em si, a alteridade, a singularidade simpática e empática que compromete toda existência particular de indivíduo com a existência do outro. A expressão ontológica do existir em comunidade. O comum a todos, como diz o filósofo Spinoza. A composição universal da democracia. A sociedade dos amigos, como nos legaram os gregos. Esses médicos eliminaram em si a alteridade, e sem a singularidade da alteridade que se realiza na relação com o outro, o diferente de si, eles acreditam que são atuantes em razão de suas semelhanças com profissionais que, também, carregam a prova do materialismo capitalista. Em aforismo politico: a denegação do que é público.

 OS MÉDICOS-BURGUESES E SEU PATHOS DO RESSENTIMENTO

Esse espírito da prova do materialismo capitalista, e que na prática é a denegação da comunalidade como representação pública, é o pathos do ressentimento dos médicos-burgueses como expressão da vida reativa: “eu sofro e a culpa é tua”. Esse o fator básico do discurso do estrato da classe privilegiada, que odeia os governos populares de Lula e Dilma, passando por Maduro/Chávez, Cristina Kirchner, Bachelet, Mujica, Morales, Rafael, todos que se manifestam como democracias livres da opressão dos impérios.

São esses médicos-burgueses, compassivos e ineficazes, como afirma o filósofo francês Clemènt Rosset, que se dizem contrários ao Programa Mais Médicos. Embora não sejam nada contrários, visto que para ser contrário é fundamental a crítica, no sentido marxista, e não obstinação-compulsiva de se querer contra. Mas, “apropria-se da matéria em pormenor a ser criticada, analisar sua forma de desenvolvimento, e encontrar todos os seus elos internos”, como afirma a dialética do filósofo Marx. O que só pode ser realizado pelo sujeito/histórico que estiver no princípio da alteridade. O que não é caso dos médicos-burgueses aprisionados no pathos do ressentimento. O que nega a vida.

 ONDE MALBA TAHAN É ESCULACHADO

Assim, sendo figura e fundo ao mesmo tempo, onde tudo é confundido, como afirmam os gestaltistas, os médicos-burgueses de Manaus, partiram para campanha eleitoral antecipada contra a candidata a reeleição, presidenta Dilma Vana Rousseff. Fazendo uso de uma das formas de solidão-virtual das teletecnologias, whatspp, eles estão enviando mensagens “altamente politizadas” aos seus congêneres, onde o matemático Malba Tahan – pseudônimo de Júlio César de Mello e Souza -, é esculachado depois de sua solidária prática do ensino da matemática.

“O Brasil terá 400 mil médicos em 2014. Se cada um tirar 25 votos da Dilma, serão 10 milhões de votos. E o Brasil estará livre da peste petista”.

Um texto sofrível, digno de médico-burguês. Que não traz abordagem geral, diagnóstico, intervenção e avalição, do quadro democrático real. E ainda completa: “Envie essa mensagem para um médico, seu amigo”.

Malba Tahan sorrir de tal genialidade que pretende a probabilidade como fato. A genialidade matemágica não sabe que até o ressentimento tem graus. Os médicos-burgueses são ressentidos em seus graus particulares, que embora corporativos, têm seus interesses que vão além da ficção apresentada pela corporação. E um número não sintetiza esses interesses unidos à prova do materialismo capitalista. A genialidade não sabe que existem médicos não ressentidos, no meio dos 400 mil, que entendem que cada profissional, em uma sociedade, realiza uma “função representativa que satisfaz uma necessidade social (Marx)”. O sapateiro é representante de todos os indivíduos, assim como o médico – que escapou da prova do materialismo capitalista – é, também, representante de todos os indivíduos. O que afirma a sua não alienação. Essa a alegria de Malba Tahan: jamais existirão 10 milhões de votos de médicos contra Dilma.  

O que salta como pateticamente perigoso é o fato do gênio da matemágica-médica, querer atribuir sua genialidade a todos os médicos. Que os magicamente calculados 400 mil sejam como ele: um triste alienado em si mesmo. Uma ofensa à classe. Um caso clínico-político que deveria ser analisado-terapeuticamente pelo Conselho Nacional de Medicina (CNM), já que um dos requisitos elementares para praticar a medicina é, pelo menos, uma inteligência mediana socializada. Caso contrário, como ocorre com o gênio da matemágica, nega a Deontologia Médica.

A FORÇA DO ESCRAVO-TIRANO

Outro enunciado que escancara a alienação do gênio da matemágica-médica, é o uso da palavra amigo: ”Envie essa mensagem para um médico, seu amigo”. Como sujeito-sujeitado, como mostra o filósofo Guattari, na prova do materialismo capitalista, ninguém é livre. E não se sendo livre se é escravo ou tirano. E como diz o filósofo Nietzsche, escravo não é amigo, e tirano não tem amigo. Logo, a mensagem-vazia não se materializa. Operação simples, não?

Diante desse desespero, esses médicos-burgueses, já que são tão ressentidos, deveriam é começar a imaginar como irão perambular durante os próximos 4 anos, sem esculachar Malba Tahan, porque 2015 já chegou. Dilma já somou mais 4 pontos anuais de um programa ‘petistamente pestilento’. Sem qualquer matemágica.  Diria zombeteira, a subjetividade ‘peste petista’.

O MINISTRO DA SAÚDE ANUNCIOU A ESTRATÉGIA DE IMUNIZAÇÃO CONTRA O HPV QUE VAI VACINAR CRIANÇAS ENTRE 11 E 13 ANOS

Seguindo a recomendação da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS), que através de estudos científicos comprovam respostas imunológicas e proteção contra o vírus HPV, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha – provável candidato ao governo de São Paulo -, lançou ontem, dia 22, em Brasília a estratégia de imunização contra o vírus HPV, responsável por 70% do câncer de colo uterino que no Brasil é um dos mais comuns e letais. Os estudos informam que a eficácia da vacinação é bem maior quando antes da iniciação da prática sexual.

A campanha começará no dia 10 de março quando crianças entre 11 e 13 anos das escolas públicas e privadas serão vacinadas, gratuitamente, contra o vírus. A estratégia da prática da campanha vai contar com distribuição de cartilhas, folders, filme, com a mensagem, veiculado na TV, esclarecimentos sobre a importância da imunização e ainda contará com as equipes das secretarias municipais de saúde, que serão responsáveis pela vacinação, e vão entrar em contato com as unidades de ensino para prestar todo esclarecimento sobre a importância da campanha de vacinação. O monitoramento das vacinações será feito pelo Ministério da Saúde que terá como responsabilidade observar as crianças que não deram continuidade das doses posteriores. Para então localizá-las para que possam ser revistos os casos.

Cada criança receberá três doses, sendo a segunda aplicada seis meses depois da primeira aplicação. E a terceira, cinco anos posterior à primeira. O sentido médico diz que é para prolongar o efeito protetor. No ano de 2015, serão as meninas entre 9 e 10 anos que receberam as doses contra o vírus HPV, conhecido como inimigo íntimo.

“A mobilização das escolas é importante para aumentar a cobertura vacinal. Adiantamos o calendário para o começo do ano letivo para que haja tempo para a sensibilização da comunidade e dos pais, que devem autorizar a aplicação da vacina.

Segundo estudos a eficácia da imunização é maior antes do início da atividade sexual. E nessa faixa etária a média das meninas brasileiras ainda não teve contato sexual. Combinando isso com a maior cobertura que teremos com a vacinação nas escolas, conseguiremos reduzir a infecção do HPV, inclusive nos homens, e, no futuro, diminuir a incidência de câncer de colo de útero e imortalidade”, observou Padilha.

OS ALIENADOS MÉDICOS-BURGUESES VÃO DESATINAR MAIS AINDA, PORQUE O GOVERNO VAI TRAZER MAIS MÉDICOS ESTRANGEIROS

No momento, são 6,658 mil médicos estrangeiros trabalhando no Programa Mais Médicos em 2.177 municípios e 28 distritos indígenas, mas a meta do governo federal é até março desse ano chegar ao número de 13 mil médicos que atuarão nos municípios inscritos no programa.

Como o objetivo precípuo do governo Dilma é a saúde da população, principalmente a mais carente, seu governo deverá contratar mais profissionais da medicina. E é claro, que quando se enuncia profissionais da medicina se está considerando os profissionais médicos engajados em suas profissões como seres sociais e humanos, e não os alienados médicos-burgueses com suas mentalidades farisaicas e filisteias.

Médicos que defendem uma ética médica, mas não cumprem (seu sentido fariseu), visto que são de espírito estreito e vulgar (seu sentido filisteu). Alcunhados médicos que violentaram os médicos cubanos, ignorantes de que toda profissão, por sua realidade humana, é universal, e fazem uso da internet para lançar impropérios contra o governo Dilma com a intenção de não a verem reeleita. Triste e deplorável intenção dos alienados médicos-burgueses, analfabetos políticos, como diz o teatrólogo alemão, Brecht, posto que para o bem da maior parte da população a eleição presidencial já ocorreu. Dilma já se encontra em 2015.

E o maior desatino desses alienados médicos-burgueses é saber que a avaliação do trabalho dos médicos estrangeiros feita pelas populações atendidas é claramente positiva. Os pacientes atendidos mostraram segura confiança nos trabalhos desses profissionais. E mais, para o arrepio desatinado da neurose de conversão dos alienados médicos-burgueses, seu fator excitante, essas populações demonstraram satisfação com o tratamento humanamente carinhoso que receberam desses profissionais, além, é lógico, do conhecimento científico. Afecção carinhosa difícil de ser expressa pelos médicos de espírito estreito e vulgar cujo único carinho que expressam é a sensualidade abstraída do fetichismo do capital. Reificação dos sentidos e cognição, diria o filósofo Karl Marx.

DILMA AFIRMA QUE O PROGRAMA MAIS MÉDICOS É UMA REALIDADE QUE SATISFAZ ÀS NECESSIDADES DA POPULAÇÃO

O Programa Mais Médicos do governo federal quando foi anunciado pela primeira vez fez as direitas se arrepiarem de inveja. Isso já era uma premonição de que ia dá certo, porque tudo que elas não gostam é bom. Tudo que o governo federal apresenta como política de transformação e as direitas combatem é sinal de que serve para a sociedade brasileira. Nesse tipo de avaliação as direitas são pós, pós, pós, pós-doutorada. Um entendimento que foi forjado nos oito anos do desgoverno do príncipe sem trono, Fernando Henrique. Como nenhuma política social foi incrementada em seus desgovernos, as direitas sabem quando uma política social presta porque não a fizeram. É o método da ignorância para avaliar o que é necessário à população.

A premonição direitista se confirmou com o Programa Mais Médicos. Uma realidade que atende milhares de pessoas no Brasil. Esse fato já é concebido pelas direitas a ponto de seus candidatos afirmarem que se ganharem as eleições – no dia de São Nunca – vão adotá-lo. Dilma conhecedora da efetivação do programa e sua satisfação para a sociedade fez comentários elogiosos sobre essa realidade.

“É no posto de saúde, por exemplo, que ela faz consulta de rotina, que a criança recebe uma vacina ou adulto, que faz a coleta para exames, que se faz um bom pré-natal, o tratamento de hipertensão ou diabetes e o acompanhamento da saúde das crianças.

Para os hospitais ficarão os casos que realmente são mais complexos e, com isso, vamos reduzir as filas. Por isso é tão importante manter os nossos postos de saúde bem equipados e com médicos.

É uma resposta do governo federal às necessidades da população, que sempre reivindicou a melhoria da saúde em nosso país. O governo federal está ouvindo esses pleitos e se esforçando para melhorar o atendimento de saúde no Brasil.

Você sabe como a presença de um médico faz uma tremenda diferença na vida de todos nós. Agora imagina que até pouco tempo era muito difícil um médico ir trabalhar nos postos de saúde das regiões mais longínquas e mais desassistidas do país”, comentou Dilma.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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