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MINISTÉRIO DA SAÚDE INSTITUI POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇAS RARAS.

O Diário Oficial da União (DOU) publicou ontem, dia 12, a portaria do Ministério da Saúde que institui a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. As doenças que acometem 65 pessoas em um grupo 100 mil pessoas.

O objetivo da instituição da política médica é através de ações eficazes, prevenir, detectar precocemente as doenças, desenvolver tratamento oportuno, reduzir a incapacidade e cuidados paliativos para que o paciente tenha melhor qualidade de vida.

Para que essas ações sejam confirmadas, o Ministério da Saúde (MS) organizou uma rede de atendimentos que determinará diagnósticos e atendimentos. Todas as doenças serão classificadas de acordo com seus sinais, assim como serão estruturadas em eixos.

De acordo com a política médica, serão investidos R$ 130 milhões, 15 novos diagnósticos de doenças raras serão incluídos nos já dispostos e mais oferta de aconselhamento genético no Sistema Único de Saúde (SUS).

Enquanto isso, a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Problemas e Prioridades para 2014, realizada pelo IBOPE em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que 49% dos entrevistados afirmam que melhorara a saúde pública deve ser prioridade do governo federal.

EMENDA CONSITUCIONAL GARANTE AOS MÉDICOS MILITARES O DIREITO DE TRABALHAREM NO SUS

O Congresso Nacional promulgou ontem, dia 11, a Emenda Constitucional 77 que concede direito aos médicos militares trabalharem no Sistema Único de Saúde (SUS) tendo dessa forma mais um emprego além do que exerce como médico militar. Entretanto, seu trabalho militar deve ter significância superior ao outro.

Com promulgação da emenda constitucional a rede pública de saúde poderá contar com 20 mil médicos que trabalham na Aeronáutica, Exército e Marinha. O que garante um aumento no atendimento público. O senador Renan Calheiros disse que com a promulgação o Senado se assemelha ao governo federal criou o “muito mais médicos”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, que esteve presente na ocasião, disse que a promulgação da emenda constitucional ajuda a não diminuir o número de médicos militares que trabalham nas Forças Armadas, porque lá existe a proibição quanto o exercício médico em dois cargos.

“Em osso país, onde faltam médicos, é justo e muito adequado que se dê aos profissionais militares o mesmo tratamento que se dá aos civis”, disse Henrique Alves.

MÉDICO CUBANO REALIZA SEU SONHO: FOGE PARA OS ESTADOS UNIDOS, MAS DIZ QUE TEM “ORGULHO DE CUBA”. QUE ORGULHO

O médico cubano, Ortelio Jaime Guerra, também pertencente ao Programa Mais Médicos, cometeu o mesmo ato que a médica cubana, Romana, sua patrícia e semelhante de ideologia, cometeu. Aproveitou sua vinda para o Brasil no acordo com Cuba para vir trabalhar nas regiões carentes de prática médica e escafedeu-se. Abandonou o empregou e se mandou para a terra de seus sonhos: Estados Unidos.

Mais um cubano que não entende o conceito e a práxis da liberdade. Não compreende que de Cuba ainda se pode fugir, mas do capitalismo não há possibilidade de qualquer fuga. O médico fugitivo trabalhava no município de Pariquera-Açu, no estado de São Paulo. Através das redes sociais ele afirmou que partiu sem falar com ninguém, porque temia pela sua segurança. Ele agradeceu a amizade com os seus colegas e disse que um dia voltará para visita-los. Fazendo uso de sua afeição patriótica-ianque, ele afirmou que sempre terá orgulho de Cuba.

“Mi tierra y mis raíces”, disse, ofendendo o poeta maranhense Gonçalves Dias, o médio trânsfuga.    

A ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA, QUE É CONTRA O “MAIS MÉDICOS”, SE MOSTRA A FAVOR: CONTRATA A MÉDICA CUBANA, RAMONA

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Quando o governo federal, através do Ministério da Saúde, criou o “Programa Mais Médicos” com o objetivo de modificar a política de saúde pública, que se mostra ineficiente, quanto ao atendimento dos necessitados, principalmente os necessitados dos municípios, áreas que a maioria dos médicos repudia como local de trabalho tinha total conhecimento que às direitas iriam responder como sempre respondem quando se trata do bem da sociedade brasileira: com inveja e maledicência.

 

A sabedoria do governo federal sobre a odiosa existência das direitas foi tão implacável que nem precisou lançar o programa que os ressentidos odiosos se lançaram contra munidos dos seus impropérios invejosos. Todos os blocos retrógados e individualistas compulsivamente fizeram uso do familiar clichê-predador que é próprio dos ineficazes. A caduca mídia teve pauta para meses inteiros. Logicamente irmanada pelos empresários da medicina e os órgãos que se julgam representantes dos profissionais da saúde, como exemplo, a Associação Médica Brasileira (AMB). Reflexo dos médicos-burgueses.

A ENTROPIA DA INVEJA DAS DIREITAS

Como a inveja é o ódio que alguém sente contra alguém que é feliz, como não cansa de afirmar o filósofo holandês Spinoza, os ressentidos e rancorosos, como também não cansa de afirmar o filósofo alemão Nietzsche, continuaram expelindo sua bílis dolorosa. Como são ineficazes, não conseguiram seus intentos e o programa tornou-se sucesso, conforme testemunham os para quem o programa foi criado. São milhares de pessoas, afirmando que se encontram seguras agora que têm médicos para se preocuparem com suas saúdes.

E tudo foi muito simples. Diante da necessidade de atendimento e da falta de médicos para se comprometerem com o trabalho nas áreas distantes, o governo federal contratou médicos estrangeiros, principalmente cubanos. O que não precisa ser dito que ele já sabia do que poderia ocorrer no plano político em relação a alguns desses médicos. Como já havia ocorrido no passado, e dado o seu comprometimento atual com as causas democráticas, sabia que algum médico poderia aproveitar a situação e usar sua vinda para o Brasil para realizar seus propósitos de fuga de Cuba.

RAMONA USA MAIS MÉDICOS PARA SE UNIR A CAPITALISTA DO BRASIL

Não deu outra: a médica cubana Ramona Matos Rodriguez, lotada no município paraense de Pacajá, usando o argumento de que estava sendo lesada em seu salário, abandonou o posto, se reuniu com representantes legislativos da direita, deputado do agronegócio, Ronaldo Caiado (DEM/GO), líder capitalista da exploração da terra, e pediu asilo ao Brasil. O caso muito bem tramado tem sido usado em abundância pela mídia caduca e seus irmãos gêmeos, alucinando que afeta, com sua tristeza, o governo federal.Brasilia - Ramona Matos Rodriguez se abrigou no gabinete do DEM na Câmara dos Deputados depois de abandonar o programa Mais Médicos, do governo federal (Wilson Dias/ Agência Brasil )

Como todo retrógado tem geneticamente limitação de inteligência, o caso não atingiu o governo federal com seu programa. Muito pelo contrário. Teve sua importância confirmada pelos médicos-burgueses, através de um dos seus órgãos maiores, a Associação Médica Brasileira (AMB). Ela contratou a médica cubana, Romana. Um ato incontestável, posto que os médicos-burgueses projetaram seus ódios preferencialmente nos médicos cubanos e agora reconhecem que o governo federal estava certo em trazê-los para o Brasil.

Porém, esse reconhecimento, do Programa Mais Médicos, pelos médicos-burgueses, pede uma observação. Se quem pagou a viagem da médica trânsfuga para o Brasil e custeou, durante esses dias, sua permanência em solo pátrio, foi o governo federal, a AMB, que a contratou, tem que reembolsar ao governo federal o que ele gastou com a médica trânsfuga.

É PARA COMPRIMIR MAIS AINDA AS CORONÁRIAS DOS MÉDICOS-BURGUESES. HOJE, 2 MIL MÉDICOS CUBANOS CHEGAM AO BRASIL

Hoje, 28, é dia das coronárias dos médicos-burgueses entrarem estado maior de compressão coronariana. É dia de mensagens-vazias patéticas apolíticas se mostrarem nos celulares desses médicos compassivos e ineficazes se posicionarem, mais uma vez, contra os médicos não alienados, os profissionais da saúde implacáveis e eficazes. Os médicos que sabem que seus trabalhos, como função social, representam todos os indivíduos que compõem o corpus social. Médicos imprescindíveis para produção da saúde social. O contrário dos médicos-burgueses apolíticos, prepotentes, vaidosos, calculistas, orgulhosos e iludidos.

Hoje é dia de 2 mil médicos cubanos desembarcarem, em Brasília, para depois seguirem diretos para os territórios onde necessitam de seus saberes, seus afetos e suas eticidades. Territórios sem assistência médica. Territórios que os médicos-burgueses querem distância, porque não querem ficar longe dos objetos sedutores que a urbe, com seus shoppings e condomínios, oferece como forma de valores hipnogógico.

Esses médicos cubanos que chegam hoje fazem parte do terceiro ciclo dos médicos do Programa Mais Médicos Nele também estão inseridos por inscrições individuais. Eles devem começar a trabalhar no começo do mês de março, mas antes vão participar do módulo de acolhimento e avaliação do programa.

“Com esses novos médicos, somados aos que já estão atendo a população nos municípios, serão 9,5 mil médicos atuando nas regiões mais necessitadas e atendendo as populações mais vulneráveis”, observou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

É o governo popular de Dilma perturbando a paz cemiterial das direitas que almejam um estado fúnebre para o Brasil.

MÉDICOS-BURGUESES DE MANAUS FAZEM CAMPANHA ELEITORAL RESSENTIDA CONTRA DILMA E ESCULACHAM MALBA TAHAN

O filósofo francês Gilles Deleuze, certa vez, ao ser submetido a um exame médico em que o aparelho não revelava o que o médico pretendia, viu o quanto ele ficava irritado. Nisso, compreendeu o espírito de determinados médicos: reagem ao que o materialismo capitalista lhes proporciona e querem que seus instrumentos sempre lhes sejam fiéis. Sem isso, desesperam. E elaborou um raciocínio que conduz a inferência de que esses médicos são famosos, vaidosos, orgulhosos, ambiciosos, calculistas, arrogantes, ganham muito dinheiro, mas não sabem gastá-lo. O que Deleuze quis dizer é que presos ao materialismo capitalista esses médicos se expressam no mundo como objeto. E como a sociedade capitalista é a síntese desses objetos, esses médicos reificam suas existências pela prova do materialismo capitalista. 

Dessa forma, como prova do materialismo capitalista esses médicos ocultaram, em si, a alteridade, a singularidade simpática e empática que compromete toda existência particular de indivíduo com a existência do outro. A expressão ontológica do existir em comunidade. O comum a todos, como diz o filósofo Spinoza. A composição universal da democracia. A sociedade dos amigos, como nos legaram os gregos. Esses médicos eliminaram em si a alteridade, e sem a singularidade da alteridade que se realiza na relação com o outro, o diferente de si, eles acreditam que são atuantes em razão de suas semelhanças com profissionais que, também, carregam a prova do materialismo capitalista. Em aforismo politico: a denegação do que é público.

 OS MÉDICOS-BURGUESES E SEU PATHOS DO RESSENTIMENTO

Esse espírito da prova do materialismo capitalista, e que na prática é a denegação da comunalidade como representação pública, é o pathos do ressentimento dos médicos-burgueses como expressão da vida reativa: “eu sofro e a culpa é tua”. Esse o fator básico do discurso do estrato da classe privilegiada, que odeia os governos populares de Lula e Dilma, passando por Maduro/Chávez, Cristina Kirchner, Bachelet, Mujica, Morales, Rafael, todos que se manifestam como democracias livres da opressão dos impérios.

São esses médicos-burgueses, compassivos e ineficazes, como afirma o filósofo francês Clemènt Rosset, que se dizem contrários ao Programa Mais Médicos. Embora não sejam nada contrários, visto que para ser contrário é fundamental a crítica, no sentido marxista, e não obstinação-compulsiva de se querer contra. Mas, “apropria-se da matéria em pormenor a ser criticada, analisar sua forma de desenvolvimento, e encontrar todos os seus elos internos”, como afirma a dialética do filósofo Marx. O que só pode ser realizado pelo sujeito/histórico que estiver no princípio da alteridade. O que não é caso dos médicos-burgueses aprisionados no pathos do ressentimento. O que nega a vida.

 ONDE MALBA TAHAN É ESCULACHADO

Assim, sendo figura e fundo ao mesmo tempo, onde tudo é confundido, como afirmam os gestaltistas, os médicos-burgueses de Manaus, partiram para campanha eleitoral antecipada contra a candidata a reeleição, presidenta Dilma Vana Rousseff. Fazendo uso de uma das formas de solidão-virtual das teletecnologias, whatspp, eles estão enviando mensagens “altamente politizadas” aos seus congêneres, onde o matemático Malba Tahan – pseudônimo de Júlio César de Mello e Souza -, é esculachado depois de sua solidária prática do ensino da matemática.

“O Brasil terá 400 mil médicos em 2014. Se cada um tirar 25 votos da Dilma, serão 10 milhões de votos. E o Brasil estará livre da peste petista”.

Um texto sofrível, digno de médico-burguês. Que não traz abordagem geral, diagnóstico, intervenção e avalição, do quadro democrático real. E ainda completa: “Envie essa mensagem para um médico, seu amigo”.

Malba Tahan sorrir de tal genialidade que pretende a probabilidade como fato. A genialidade matemágica não sabe que até o ressentimento tem graus. Os médicos-burgueses são ressentidos em seus graus particulares, que embora corporativos, têm seus interesses que vão além da ficção apresentada pela corporação. E um número não sintetiza esses interesses unidos à prova do materialismo capitalista. A genialidade não sabe que existem médicos não ressentidos, no meio dos 400 mil, que entendem que cada profissional, em uma sociedade, realiza uma “função representativa que satisfaz uma necessidade social (Marx)”. O sapateiro é representante de todos os indivíduos, assim como o médico – que escapou da prova do materialismo capitalista – é, também, representante de todos os indivíduos. O que afirma a sua não alienação. Essa a alegria de Malba Tahan: jamais existirão 10 milhões de votos de médicos contra Dilma.  

O que salta como pateticamente perigoso é o fato do gênio da matemágica-médica, querer atribuir sua genialidade a todos os médicos. Que os magicamente calculados 400 mil sejam como ele: um triste alienado em si mesmo. Uma ofensa à classe. Um caso clínico-político que deveria ser analisado-terapeuticamente pelo Conselho Nacional de Medicina (CNM), já que um dos requisitos elementares para praticar a medicina é, pelo menos, uma inteligência mediana socializada. Caso contrário, como ocorre com o gênio da matemágica, nega a Deontologia Médica.

A FORÇA DO ESCRAVO-TIRANO

Outro enunciado que escancara a alienação do gênio da matemágica-médica, é o uso da palavra amigo: ”Envie essa mensagem para um médico, seu amigo”. Como sujeito-sujeitado, como mostra o filósofo Guattari, na prova do materialismo capitalista, ninguém é livre. E não se sendo livre se é escravo ou tirano. E como diz o filósofo Nietzsche, escravo não é amigo, e tirano não tem amigo. Logo, a mensagem-vazia não se materializa. Operação simples, não?

Diante desse desespero, esses médicos-burgueses, já que são tão ressentidos, deveriam é começar a imaginar como irão perambular durante os próximos 4 anos, sem esculachar Malba Tahan, porque 2015 já chegou. Dilma já somou mais 4 pontos anuais de um programa ‘petistamente pestilento’. Sem qualquer matemágica.  Diria zombeteira, a subjetividade ‘peste petista’.

OS ALIENADOS MÉDICOS-BURGUESES VÃO DESATINAR MAIS AINDA, PORQUE O GOVERNO VAI TRAZER MAIS MÉDICOS ESTRANGEIROS

No momento, são 6,658 mil médicos estrangeiros trabalhando no Programa Mais Médicos em 2.177 municípios e 28 distritos indígenas, mas a meta do governo federal é até março desse ano chegar ao número de 13 mil médicos que atuarão nos municípios inscritos no programa.

Como o objetivo precípuo do governo Dilma é a saúde da população, principalmente a mais carente, seu governo deverá contratar mais profissionais da medicina. E é claro, que quando se enuncia profissionais da medicina se está considerando os profissionais médicos engajados em suas profissões como seres sociais e humanos, e não os alienados médicos-burgueses com suas mentalidades farisaicas e filisteias.

Médicos que defendem uma ética médica, mas não cumprem (seu sentido fariseu), visto que são de espírito estreito e vulgar (seu sentido filisteu). Alcunhados médicos que violentaram os médicos cubanos, ignorantes de que toda profissão, por sua realidade humana, é universal, e fazem uso da internet para lançar impropérios contra o governo Dilma com a intenção de não a verem reeleita. Triste e deplorável intenção dos alienados médicos-burgueses, analfabetos políticos, como diz o teatrólogo alemão, Brecht, posto que para o bem da maior parte da população a eleição presidencial já ocorreu. Dilma já se encontra em 2015.

E o maior desatino desses alienados médicos-burgueses é saber que a avaliação do trabalho dos médicos estrangeiros feita pelas populações atendidas é claramente positiva. Os pacientes atendidos mostraram segura confiança nos trabalhos desses profissionais. E mais, para o arrepio desatinado da neurose de conversão dos alienados médicos-burgueses, seu fator excitante, essas populações demonstraram satisfação com o tratamento humanamente carinhoso que receberam desses profissionais, além, é lógico, do conhecimento científico. Afecção carinhosa difícil de ser expressa pelos médicos de espírito estreito e vulgar cujo único carinho que expressam é a sensualidade abstraída do fetichismo do capital. Reificação dos sentidos e cognição, diria o filósofo Karl Marx.

DILMA AFIRMA QUE O PROGRAMA MAIS MÉDICOS É UMA REALIDADE QUE SATISFAZ ÀS NECESSIDADES DA POPULAÇÃO

O Programa Mais Médicos do governo federal quando foi anunciado pela primeira vez fez as direitas se arrepiarem de inveja. Isso já era uma premonição de que ia dá certo, porque tudo que elas não gostam é bom. Tudo que o governo federal apresenta como política de transformação e as direitas combatem é sinal de que serve para a sociedade brasileira. Nesse tipo de avaliação as direitas são pós, pós, pós, pós-doutorada. Um entendimento que foi forjado nos oito anos do desgoverno do príncipe sem trono, Fernando Henrique. Como nenhuma política social foi incrementada em seus desgovernos, as direitas sabem quando uma política social presta porque não a fizeram. É o método da ignorância para avaliar o que é necessário à população.

A premonição direitista se confirmou com o Programa Mais Médicos. Uma realidade que atende milhares de pessoas no Brasil. Esse fato já é concebido pelas direitas a ponto de seus candidatos afirmarem que se ganharem as eleições – no dia de São Nunca – vão adotá-lo. Dilma conhecedora da efetivação do programa e sua satisfação para a sociedade fez comentários elogiosos sobre essa realidade.

“É no posto de saúde, por exemplo, que ela faz consulta de rotina, que a criança recebe uma vacina ou adulto, que faz a coleta para exames, que se faz um bom pré-natal, o tratamento de hipertensão ou diabetes e o acompanhamento da saúde das crianças.

Para os hospitais ficarão os casos que realmente são mais complexos e, com isso, vamos reduzir as filas. Por isso é tão importante manter os nossos postos de saúde bem equipados e com médicos.

É uma resposta do governo federal às necessidades da população, que sempre reivindicou a melhoria da saúde em nosso país. O governo federal está ouvindo esses pleitos e se esforçando para melhorar o atendimento de saúde no Brasil.

Você sabe como a presença de um médico faz uma tremenda diferença na vida de todos nós. Agora imagina que até pouco tempo era muito difícil um médico ir trabalhar nos postos de saúde das regiões mais longínquas e mais desassistidas do país”, comentou Dilma.

O PROGRAMA MAIS MÉDICOS DEVE FECHAR O ANO COM PELO MENOS 1 MEDICO EM QUASE TODAS AS REGIÕES, DIZ MINISTRO

Com o objetivo de atender mais de 23 milhões de brasileiros carentes das regiões do Brasil, o Programa Mais Médicos, que conta com a participação de 3 mil médicos cubanos que vão trabalhar em 1.745 cidades e 15 distritos indígenas, poderá fechar o ano com pelo menos 1 médico nos municípios carentes. Foi o que informou o ministro da Saúde Alexandre Padilha

Ao todo são 6,6 mil médicos atuando pelo Programa Mais Médicos. Esses profissionais vão clinicara nas áreas prioritárias consideradas mais carentes como o semiárido nordestino, comunidades quilombolas e os municípios classificados pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) como os mais baixos.

“Com a chegada desse novo grupo de profissionais, o Brasil fecha o ano com pelo menos um médico em quase todas as regiões mais carentes do país. Estamos conseguindo nossa meta de levar profissionais aos bairros e comunidades que não tinham acesso a médicos”, disse Alexandre Padilha na aula inaugural do módulo de acolhimento e avaliação dos médicos cubanos.

PARA MÉDICA CUBANA ATENÇÃO BÁSICA MÈDICA “REQUER CONHECIMENTO GERAL DE TODA A COMUNIDADE”

Médicas cubanas

A médica cubana geriatria e professora universitária de 55 anos, Maria Georgina Nicolas Hernandez, formada há 24 anos que vai trabalhar através do Programa Mais Médicos, em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo, afirmou, em encontro com o prefeito, Chico Bitto, que a atenção básica médica “requer conhecimento geral de toda a comunidade”. Georgina e mais cinco médicas provenientes de Cuba, vão começar a trabalhar a partir do dia 11, mas antes irão estudar as principais características da cidade, conhecer as unidades básicas da rede e os problemas de saúde da região. Enquanto as médicas andavam pela cidade em companhia do prefeito Britto, várias vezes foram cumprimentadas por pessoas que agradeciam suas presenças para trabalhar na saúde dos moradores.

“Estou muito ansiosa para conhecer e contribuir com o desenvolvimento a cidade, trabalhando em conjunto com os enfermeiros e toda equipe de saúde.

A atenção básica tem três objetivos fundamentais: o trabalho comunitário, o desenvolvimento comunitário e a atenção à família, que inclui cuidado dos idosos, das pessoas com deficiência, da mulher, da criança e o combate à violência familiar.

Isso requer conhecimento geral de toda a comunidade, para que seja possível balizar o trabalhos do dia a dia”, analisou a médica Maria Georgina.

Na ocasião, o prefeito Britto, comentou a dificuldade de contratar médicos com salários iguais das outras cidades em função dos recursos tributários, e que a necessidade do município é muito grande.

“A demanda por médicos é muito grande na região metropolitana e uma cidade como Embu das Artes não tem condições de disputar em salários com cidades com o triplo de arrecadação. Ainda existe uma injustiça tributária no Brasil, que não garante recursos suficientes para os municípios poderem contratar mais profissionais.

Sabemos que existe uma defasagem grande de médicos no nosso país e que isso tem a ver, historicamente, com a não democratização dos cursos de medicina. Além disso, a configuração deles preza pela especialização precoce.

Outro problema é que a s universidades, principalmente as públicas, não têm como propostas fazer residência em equipamentos médicos nas cidades mais periféricas. Os formandos querem fazer residência no Albert Einstein e no Sírio Libanês, mas não querem nas UBS”, examinou Chico Britto.

O entendimento do que é fazer saúde da médica cubana Georgina, mesmo não querendo, atinge diretamente a formação médica e a concepção existencial do médico-burguês. O médico-burguês não entende nada da relação ciência e comunidade. Ele não sabe nem o que é comunidade. E provavelmente não saiba nem onde mora. Assim, perde os endereçamentos da práxis médica.

 Já o prefeito Britto, toca em um signo muito sensível da formação universitária: a democratização das práticas sociais. Ampliando o contexto do que ele se refere a formação médica, o signo é geral: trata-se de toda formação universitária. A universidade não se democratizou. As universidades ainda exercem suas atividades dentro da ótica individualista. Brevíssimo exemplo: a formação dos professores. A maioria é individualista. Não concebem educação e democracia.

Em Manaus, como vergonhoso exemplo, a maioria dos professores reflete suas individualidades burguesas. Vão para a sala de aula com todos seus hábitos familiares formados nos modelos capitalistas. Por isso, aceitam com um largo sorriso indecente, o tratamento que os governos lhes dispensam em datas comemorativas: comidas e brindes. Confirmando a moral do senhor Puntila, personagem do teatrólogo alemão, Brecht, “Primeiro a barriga depois a moral”. Ou melhor: Sempre a barriga, jamais educação”.  E ainda se tomam como democratas.

DIA MUNDIAL DE COMBATE A PSORÍASE

Dia 29, terça-feira, estará sendo realizado o Dia Mundial de Combate à Psoríase. Nessa data, especialistas estarão mostrando através de seminários, conferências, debates, exposições fotográficas e distribuição de material educativo os sintomas e as formas de terapias para o combate da enfermidade. Embora não seja contagiosa, seu portador muitas vezes tem que conviver com determinações de ordem social institucionalizada, como proibição de participar de concursos públicos. A psoríase se manifesta com manchas e placas avermelhadas na pele, e algumas vezes com escamação esbranquiçada.

Algumas localidades, como Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo, Manaus, Fortaleza iniciaram a campanha no dia de ontem, 27. A campanha é produzida pelos portadores da enfermidade e a parceria com alguns médicos dermatologistas e reumatologistas.

“Por ser uma doença crônica, de aspecto desagradável, muitos ainda tratam a psoríase com certo preconceito, daí a necessidade de esclarecer melhor a população sobre a doença. Que nem sempre é vista com agrado por outras pessoas.

Essa discriminação contribui para que muitos pacientes continuem desempregados, tendo que comprar remédios caros, de uso continuado, pagando do próprio bolso, pois mesmo a marcação de consultas no SUS, leva, à vezes, até um ano para o atendimento”, observou o médico Elias Barros Magalhães, presidente da Associação Brasiliense de Psoríase (Abrapse).  

DILMA SANCIONA LEI DO PROGRAMA MAIS MÉDICOS E PEDE DESCULPAS AOS MÉDICOS ESTRANGEIROS AGREDIDOS PELOS MÉDICOS-BURGUESES

Os médicos-burgueses depois de comemorarem, na semana passada, a data que significa seus status, muitos deles aproveitando o momento para protestar, do alto suas existências bem adaptadas e cheia de glamour, tiveram ontem, dia 22, o desprazer de tomar conhecimento do ato da presidenta Dilma Vana Rousseff que sancionou a Lei do Programa Mais Médicos. Os médicos foram agredidos em várias capitais, mas a que marcou mais foi a que ocorreu em Fortaleza – uma terra que não merece os agressores – quando os ineficazes chamaram os médicos estrangeiros de “escravos”. Uma discriminação racial fingindo ser uma alusão de defesa trabalhista.

Para piorar o desconforto dos médicos-burgueses, a presidenta iniciou seu discurso de instituição da lei, pedindo desculpas aos médicos estrangeiros que foram agredidos pelos médicos-burgueses durante suas chegadas ao Brasil. Presente a cerimônia, o médico cubano Juan Delgado, foi quem simbolizou a agressão à qual Dilma se reportou. E para aumentar muito mais o desconforto dos médicos-agressores, a presidenta comentou sobre a importância do Sistema Único de Saúde (SUS), a política socialista da saúde que os médicos-burgueses sentem asco. “Coisa de pobre”, diria um personagem de uma peça teatral encenada pelo Teatro Maquínico da Associação Filosofia Itinerante (Afin).

“Quero cumprimentar Juan, não penas pelo fato de ter sofrido imenso constrangimento, sobre o que do ponto do vista pessoal, do governo, e do povo brasileiro, peço desculpas a ele. Mas também pelo fato de nós estarmos aqui hoje, e queria cumprimentar cada um dos médicos aqui presentes, eles representam muito bem a grande Nação latino-americana.

Sabemos que devemos atender a todos os brasileiros, mas sobretudo os mais pobres e fragilizados, e sabemos como é entranhada e resistente a desigualdade no acesso ao serviço de saúde no país. Queremos ataca-la com energia e absoluta prioridade.

Não se trata apenas de atender a questão da desigualdade, mas também estruturar a conquista que é o SUS, que é algo que conquistamos justamente como conquistamos a democracia, e não foi de graça que ocorreu. Queremos dar importância ao SUS, com maior força e sustentação”, discursou contente e confiante Dilma.

Por sua vez, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, falando sobre o ato sancionador, comentou a agressão xenofóbica apresentada pelos médicos-burgueses contra os médicos estrangeiros.

“Aquele corredor polonês da xenofobia em Fortaleza não representa o espírito do povo brasileiro e a maioria dos médicos brasileiros que representam os Sistema Único de Saúde, o SUS.

Vamos mudar a mentalidade de que saúde só se faz em hospital de altíssima complexidade. A maioria dos meus colegas médicos já mudou de opinião, já se convenceu da importância do programa.

Todas as medidas que tomamos junto ao Ministério da Educação para aumentar formandos em medicina não davam conta da demanda que a população tinha e os prefeitos deixaram claro isto no começo de suas gestões. Quero deixar claro a determinação de todos os prefeitos, de todos os partidos que solicitaram que construíssemos garantias inovadoras para levar mais médicos para a população. Por isso é estranho o que dizem ser um ato eleitoreiro, já que a solicitação foi de prefeitos e prefeitas de todos os partidos deste país. Mais uma vez o Congresso aprimorou a iniciativa inicial do governo”, disse Padilha.

O DIA DO MÉDICO MOSTRA AS CONTRADIÇÕES ENTRE O MÉDICO-BURGUÊS E O MÉDICO DO SUS

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Abstraindo as faculdades de medicina que os profissionais médicos frequentaram e foram avaliados como aptos a praticar a ciência médica, todos os médicos, de acordo com a constituição social, são iguais. Todos têm o direito de praticar a medicina, já que foram promulgados pelo Estado com o direito de fazer uso do discurso médico e exercer sua autoridade perante o universo das enfermidades e da saúde de acordo com esse mesmo Estado. Nesse quadro não fica disposta a assertiva de que alguns médicos estudaram em faculdades cientificamente notáveis ou não. Se, foram péssimos ou dedicados estudantes. O que conta é a autorização concedida pelo Estado para eles serem representantes da autoridade da saúde.

Porém, afastando essa lógica do saber e do desempenho, manifesta-se uma verdade política/social que toca diretamente na práxis dos médicos enquanto sujeitos históricos da medicina. Quando Hipócrates compôs seu legado à práxis médica não o fez pensando apenas na redução do exercício individual do médico, mas elevou a condição transcendental da historicidade humana. Uma espécie de antecipação do que afirmaria o filósofo Karl Marx sobre a humanidade do homem. Hipócrates sabia que a vida é a confirmação da ventura humana. Sabia que sem esse entendimento ninguém deveria se arvorar a ser médico. Hipócrates antes de tudo era um filósofo, por isso, pode ampliar a visão e a compreensão da práxis medica.

Tal como afirma a filósofa alemã, Hannah Arendt, em relação ao professor e aos pais que não deveriam ter o direito de participar da educação das crianças e nem concebê-las, se não tiverem a responsabilidade histórica pelo mundo, também nenhum indivíduo, diria Hipócrates, deveria ter o direito de praticar a medicina se não tiver a responsabilidade histórica pela vida. A medicina não é só uma prática médica é um princípio axiológico de relações política e social entre os homens cujo fundamento é a vida e que ultrapassa todas as condições de artifícios criados pelo próprio homem. Como diria o filósofo, Nietzsche, a vida que quer passar para autenticar a vontade de poder.

Entretanto, observando os dizeres hipocráticos durante a comemoração do Dia do Médico, chega-se a dolorosa – e que dor – conclusão que parte da medicina perdeu o seu sentido de saúde e tornou-se um estranho caso patológico cujo diagnóstico clínico é desesperador. Vai além da UTI e CTI. Tornou-se enferma autoimune. E pior, pretende metástases para outros corpos. Sua ilusão radical é que só consegue terapia de cura através do mesmo vírus que a tornou patológica: o capital. No Brasil, seu representante por excelência é o médico-burguês. O médico que é contra toda medicina dirigida aos mais carentes: os que não dispõem de capital nem para ter uma existência mais saudável, e muito menos para contrair a doença desses médicos. Essa parte que foi contagiada pela alcunhada medicina comercial, tem tido nos últimos meses crises intensas de febres-calculistas: se colocaram frontalmente contra o Programa Mais Médicos, produzido e aplicado pelo governo federal. E que para o bem da saúde brasileira foi aprovado pelo Congresso Nacional. 

No entanto, a outra parte médica conseguiu manter-se hipocrática. São os médicos historicizados. Os médicos que alcançaram a dimensão transcendente da saúde que confirma a vida. Esses médicos não foram agenciados pela subjetividade dogmática da semiótica sobrecodificadora do capital como foram seus antípodas médicos-burgueses. Não, esses médicos conhecem o sentido da socialização da saúde como método de enfraquecer os agentes patológicos e erradica-los. Esses médicos processam sua familiaridade médica com o Sistema Único de Saúde (SUS). A política de saúde que mais socializa o tratamento dos que são necessitados. Até os que se possuem planos de saúde, mas não viram seus anseios médicos materializados. Foram eles que fizeram a sábia leitura do Programa Mais Médicos, e passaram a aderi-lo.

Parafraseando o lema do teatro popular, “o teatro de encontro ao povo ou se você não vai ao teatro, o teatro vai ao seu encontro”, esses médicos fazem a medicina de encontro ao povo. Estão com o povo porque sabem que a saúde é um direito natural e cívico. Se o povo não pode ir ao mercado comercial da medicina para comprar cura, os médicos do SUS vão ao encontro do povo, compor um encontro para aumentar a potência de agir de ambos: povo e médicos.

Para esses médicos o Dia do Médico é só mais uma data comemorativa como todas as datas comemorativas que tentam fingir que o seu contrário não existe. O Dia do Médico é para fingir que existe uma sociedade saudável. O que não é real. Mas esses médicos historicizados existem todos os dias. Essa é sua profissão de fé. 

APESAR DA POSIÇÃO CONTRÁRIA DO CONSELHO NACIONAL DE MEDICINA O “PROGRAMA MAIS MÉDICOS” AUMENTA ATENDIMENTOS

Depois da votação do texto e dos destaques da Medida Provisória realizada pela Câmara Federal que instituiu o Programa Mais Médicos, o ministro da Saúde Alexandre Padilha, afirmou em entrevista à Rádio Brasil Atual, que houve uma duplicação dos atendimentos de pacientes em um mês de atividades dos médicos estrangeiros contratados.

Para o ministro da Saúde o aumento de atendimentos se verificou principalmente nos municípios mais pobres. Locais onde nunca compareceu um profissional da saúde ou jamais se fixou. Um vigorante desempenho que mostra o quanto o Conselho Nacional de Medicina (CNM) está errado em querer impedir sua execução. A votação da Câmara dos Deputados, apesar dos obstáculos apresentados pelos deputados da chamada oposição, deputados que fazem lobby para os médicos-burgueses, o texto aprovado permitindo ao Ministério da Saúde a responsabilidade pela emissão dos registros profissionais dos médicos estrangeiros, foi comemorado pelo ministério.

É do conhecimento da sociedade brasileira que os médicos-burgueses, através de suas entidades representativas – na verdade, corporativas –, têm usado vários expedientes para impedir o processo de realização do Programa Mais Médicos, como bem mostrou a Advocacia-Geral da União (AGU) ao negar pedidos de liminares feitos por alguns Conselhos Nacionais de Medicina. São expedientes que agora estão sendo desmoronados com a eficácia dos médicos estrangeiros que estão em atividades nos munícipios pobres e muito pobres.

 Mas os médicos-burgueses também cantaram vitória na aprovação final do texto da MP. Para eles a redução do tempo de trabalho de seis anos dos médicos contratados proposta pelo governo federal para três anos, prorrogáveis por mais um, foi motivo de alegria. Certamente, para eles, uma grande vitória digna de comemoração, já que estavam continuamente sofrendo com decisões contrárias.

“Na semana passada eu estava no interior da Bahia e os médicos que estão atendendo em alguns municípios do interior já têm o impacto de até dobrar o número de atendimentos médicos, em um mês de atendimento apenas.

A chegada desses médicos já busca melhorar e resolver alguns problemas de saúde da nossa população.

Temos mais de 50 médicos em municípios como Embu-Guaçú, Pedreiras, São Bernardo do Campo, Ferraz de Vasconcelos, Franco da Rocha, Itaquaquecetuba e mesmo na cidade de São Paulo, que já estão aqui para começar a atender e, com a demora dos conselhos regionais profissionais em fazer o registro, não estão conseguindo atuar plenamente. Com isso os médicos podem passar a atuar mais rapidamente.

O Programa Mais Médicos criou o que outros países do mundo fazem: o médico que queira ficar três, quatro anos no Brasil atendendo a população que mais precisa pode vir. É um grande avanço: permite que vários médicos de outros países que queiram vir atender a nossa população, querem cuidar do nosso povo, e aceitam trabalhar apenas por fim e apenas nos bairros onde nós mais precisamos.

Ontem houve até um acordo com o Conselho Federal de Medicina, com deputados e com senadores par se retira esse fórum nesse momento da Medida Provisória, para que os conselhos se sintam à vontade no sentido de continuar o papel que cumprem hoje.

O que o texto novo coloca é que quem fizer residência médica irá ganhar uma bolsa federal, em um programa de universidades públicas, e que também terá que atender por um período nos postos de saúde, na atenção básica, na urgência e na emergência”, observou o ministro Padilha.

ALTERAÇÃO NA MP 621/13 TIRA DOS CONSELHOS REGIONAIS DE MEDICINA O DIREITO DE CONCEDER REGISTROS AOS MÉDICOS ESTRANGEIROS

Aconteceu o que os médicos-burgueses não esperavam e prepotentemente não queriam. A comissão mista da Câmara e do Senado aprovou a Medida Provisória 621/13 que regulamenta o Programa Mais Médicos extraindo do texto, o direito dos Conselhos Regionais de Medicina em conceder registros aos médicos estrangeiros que atuam no programa de saúde do governo federal.

O deputado Rogério Carvalho (PT/SE), relator da MP, foi quem sugeriu a alteração no texto. Agora, com a alteração, o responsável pelos registros dos médicos estrangeiros será o governo federal. Esse item era o mais defendido pelo Conselho Nacional de Medicina, era seu trunfo contra a realização do Programa Mais Médicos. Os CRMs tentaram de todas as formas, obstaculizar o programa, mas foram derrotados nas esferas federais onde buscaram guarida com liminares. 

Mas os médicos-burgueses ainda não perderam as esperanças – são tristes esperançosos – e acreditam que podem reverter o quadro adverso para eles. É que a votação da MP inicia na semana que vem, até lá eles acreditam que algo favorável a eles pode acontecer. A operação desencadeada pelos médicos-burgueses contra o programa é tão acintosa contra a população necessitada de atendimento, que de 648 pedidos de registros, até o dia de hoje eles só concederam 276.

Entretanto, resta um consolo para a turma dos CRMs: ela continuará fazendo a fiscalização dos trabalhos dos médicos inscritos no programa. Mas a notícia ruim não ficou por aqui. Continua. Segundo o relator, os médicos formados no estrangeiro não vão precisar reavaliar seus registros por quatro anos.

“Também criamos uma nova validade de residência médica que vai servir de pré-requisito para nos formarmos médicos com capacidade na área de urgência e emergência, na área de atenção primária. Ou seja, de clínica, de acompanhamento de pacientes crônicos, crianças e gestantes. Nós criamos a possibilidade de uma avaliação para esses médicos residentes também”, disse o relator.

MÉDICA TROCA HOSPITAL PRIVADO PELO PROGRAMA MAIS MÉDICOS. TUDO QUE OS MÉDICOS-BURGUESES JAMAIS FARIAM

Práxis democrática conduz o homem/político ao entendimento que as generalizações não combinam com a realidade social. Todos os juízos devem ter como suporte uma lógica da adequação entre os sujeitos/políticos para impedir a proliferação da irracionalidade. O conceito de médico-burguês deve ser entendido dentro dessa assertiva. O médico-burguês é aquele que tem o mínimo – ou nenhuma – dimensão política ou, talvez, a de que se encontra inserido – sem saber – em sociedade. Seu entendimento da dimensão humana é estranhado – estranhado, como diz Marx – daí ser um ente defensor da medicina privada contra a medicina comunitária. Ele burguês, porque, alienado, faz da prática médica um recurso comercial, uma fonte de lucro. Para ele as doenças são mercadorias que devem ser entendidas como objetos de lucros. Daí, ele se encontrar bem informado sobre as novas informações-monetárias do mercado das doenças. Além dessa prática, ele é aliado dos laboratórios e empresas que exploram as doenças. Empresas comerciais das enfermidades.

Sujeitado á esses valores capitalista/médico ele jamais teria a iniciativa-racional e comunitária que teve a médica oftalmologista Kátia Marquinis de 39 anos. Kátia recusou continuar trabalhando em hospital privado, como especialista, para se inscrever no Programa Mais Médicos do governo federal tão combatido pelos médicos-burgueses privados da dimensão politica. Kátia como médica especialista, agora trabalha na periferia de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, na Unidade Básica de Saúde (UBS), do bairro Batistini.

“O Mai Médicos me despertou a atenção logo no início. Fui ler a respeito, entender direito o que é o Pacto pela Saúde. E percebi que faz mais sentido quando é visto no conjunto. Aí pensei: é nessa que eu vou. Quando eu estava terminando a faculdade, cheguei a procurar informações para ir pra África, de preferência atuar em um país em guerra. Não fui porque não poderia ficar pelo tempo mínimo necessário; eu estava para prestar residência. O plano acabou meio adiado, mas aí veio o programa federal, sem que eu precisasse sair do meu país. Não preciso ir para fora, porque faltam médicos aqui. Precisamos dos “brasileiros sem fronteira”. Comecei a pensar: se a gente está precisando de médicos na periferia de cidades ricas não se consegue contratar, imagina nos extremos do país? Como eu já tinha em mim essa vontade de um trabalho humanitário, resolvi aderir.

Saí do hospital para me focar no Mais Médicos. Eu já estava ali havia 10 anos, e queria mudar de vida; já tinha essa coisa em mim. Minha família apoio. Todos me apoiaram. Quando você faz uma escolha e as pessoas estão vendo que te faz bem, elas apoiam.

A UBS aqui, no bairro Batistini, tem uma estrutura boa, equipe de saúde da família completa, tem medicamento. Ali se coloca na prática o que o SUS tem de ser. A impressão que tenho é que o SUS vai chegar a sua plenitude ali. Tudo muito limpo, padronizado, tem equipe de saúde bucal, funcionários atenciosos com a população, entrosados com a comunidade. Fui muito bem recebida. A gente sente que não é uma consulta só, que a gente vai acompanhar o paciente por um bom tempo.

Tenho participado de curso de formação continuada. Dia desses tive palestras de atualização sobre saúde da mulher. Há previsão de cursos para o ano inteiro. A jornada e de 40 horas semanais e vou receber uma bolsa de R$ 10, que não deixa nada a dever a muitos salários pagos no país. O programa prevê ainda, outros benefícios, auxílio refeição, como auxílio moradia, capacitação permanente. Só estou me dedicando ao programa. Deixei tudo para me dedicar a ela (…).

Cho que esse programa pode ser prorrogado. Fiquei contente de ver o ministro falando esses dias no Congresso que é um programa apartidário, o que me faz pensar que é uma política de Estado. Isso me deixa muito feliz. E fico contente de saber que a gente vai chegar onde precisa chegar, que é aos milhões e milhões de brasileiros que não tinham acesso à saúde, a nada”. Considerou analiticamente a médica Kátia Marquinis.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA ACATA DECISÃO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO E CONCEDE REGISTRO A MÉDICOS ESTRANGEIROS

Atendendo a determinação da Advocacia Geral da União (AGU) em que estabelece os “requisitos impostos na MP 621/13 (que determina a expedição dos registros profissionais provisórios pelos órgãos ) podem e devem ser observados, o Conselho Federal de Medicina (CFM) decidiu comunicar aos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) que concedam os registros provisórios aos médicos estrangeiros que fazem parte do Programa Mais Médicos.

O CFM afirmou que tomou essa decisão ao entender que a AGU compreendeu a necessidade do Ministério da Saúde em fornecer aos conselhos regionais o endereço de trabalho e os nomes dos tutores e supervisores de cada um dos médicos inscritos, que seriam fundamentais para “viabilizar as ações de fiscalização”, disse em nota o CFM.

O Ministério da Saúde, diante da determinação do CFM de que a partir da entrega do registro provisório, o prazo será de 15 dias para o recebimento das informações de cada médico do programa, negou que seja obrigado fornecer os dados, visto que essa cláusula não se encontra na Medida Provisória.

“Não é juridicamente possível, sob o aspecto da legalidade, que normas internas editadas pelo CFM, anteriores ou posteriores a Medida Provisória n°621, de 2013, estabeleçam outras exigências que não estejam previstas nos normativos próprios que regulamentam o citado Programa”, diz o texto da AGU.

MINISTRO DA SAÚDE AFIRMA QUE O GOVERNO VAI CONTINUAR CONTRATANDO MÉDICOS ESTRANGEIROS

Os ministros da Saúde, Padilha, e da Educação Aloisio Mercadante, discutiram juntos com os deputados da Câmara Federal o Programa Mais Médicos, sua política de atuação juntos às populações mais necessitadas e as oposições desferidas pelos médicos através de seus Conselhos Regionais de Medicina. Para os dois ministros, os conselhos regionais de medicina tem a obrigação de cumprirem as determinações da medida provisória (MP) criadora do programa.

Para os ministros, a posição dos conselhos regionais de medicina em exigirem documentos extras para poderem liberar o registro provisório dos médicos estrangeiros, é contrária a decisão da Advocacia Geral da União (AGU).Mesmo assim, o Conselho Federa de Medicina (CFM) afirmou que vai continuar com a exigência dos documentos extras.

“Já enfrentamos tentativa de boicote na inscrição e derrotamos todas as medidas judiciais. Agora, tem um parecer claro da AGU que estabelece, mais uma vez, que os CRMs têm que cumprir exatamente o que está escrito na lei. Não vamos admitir nenhuma tentativa de postergar a chegada dos médicos.

Vamos continuar debatendo as medidas que o governo está tomando para garantir a execução do programa. Vamos até o fim. O que nos move é levar médicos para milhões de brasileiros que não têm médicos nas suas unidades de saúde, nos seus municípios.

Às vezes, acho que é uma tremenda falta de sensibilidade com o sofrimento do povo brasileiro que está precisando desse profissional médico. Demos oportunidades para médicos brasileiros, pagando R$ 10 mil líquidos mensais, dos mil que concluíram a inscrição, metade já está atuando. Agora, ficaram brasileiros, centros de saúde sem o atendimento médico e nós vamos buscar médicos de outros países”, considerou o ministro.

Por sua vez, o deputado Rogério Carvalho, relator da Medida Provisória (MP) 621/13 que criou o Programa Mais Médicos, disse que vai apressar seu parecer, visto que o Congresso Nacional tem que aprová-la até o dia 5 de novembro.

“Espero que em duas semanas, no máximo, tenhamos esse relatório aprovado na comissão mista aí teremos o prazo de 30 dias para que o debate ocorra nos plenários da Câmara e do Senado”, disse o deputado.

MÉDICOS-BURGUESES SOFREM MAIS UMA DERROTA COM A NEGAÇÃO DA LIMINAR PEDIDA PELO CRM DO CEARÁ

Os médicos-burgueses não cansam de sofrer. Impulsionados por uma obsessão-narcísica-egotista, os mesmos continuam tentando impedir a realização do Programa Mais Médicos no Brasil. Para isto têm recorrido à vários expedientes. Entre eles, além do preconceito explícito contra os médicos cubanos, a tentativa de conseguir liminar via Justiça para ver sua impulsividade consumada. Só que tudo tem ocorrido ao contrário

Ontem, dia 12, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5ª) atendeu o recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) que pedia o cadastramento de médicos estrangeiros para atuarem nos municípios do estado do Ceará que estava sendo negado pelo Conselho Regional de Medicina do Ceará (CREMEC). Que através de liminar pretendia manter a proibição, mas que viu seu intento antidemocrático fracassado. Porque “no Ceará num tem disso não”, como canta o cancioneiro popular. Para o bem de mais de 4 milhões de pessoas moradoras de 60 municípios cearenses que receberão os serviços de saúde promovidos pelos médicos estrangeiros.

Em sua ação, a AGU, mostra que o estado do Ceará é o território com o menor índice de médicos por habitantes. São 1,05, comparado com 1,8 da média nacional. Em sua decisão, a AGU, considerou ainda, que os profissionais só poderão atuar nas áreas do programa. E estarão sempre em monitoramento.

Para o desembargador Wilda Lacerda Dantas, presidente do TRF5ª a liminar requerida pelo CREMEC comprometia “seriamente” o atendimento da população que precisa de tratamento.

“Caso mantido o comando judicial, ora contestado, restaria seriamente comprometida, na medida em que os dados apresentados revelam a penúria em que se encontra a referida unidade da federação em tema dessa natureza, de fundamental importância para a vida do cidadão”, diz o parecer da AGU.

PESQUISA CNT/MDA MOSTRA DILMA NOVAMENTE EM ASCENSÃO E PROGRAMA MAIS MÉDICOS ACEITO POR 73,9% DOS ENTREVISTADOS

Novamente o óbvio. Novamente a tautologia da opinião popular. Novamente um instituto de pesquisa mostra a presidenta Dilma Vana Rousseff em ascensão no gosto da população. Novamente é reconfirmado que junho não existiu no Brasil das direitas. Novamente é provado que às direitas alucinam – afirmam vê o inexistente – e deliram – falam do incognoscível -.

Pesquisa realizada entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro – portanto, 3 dias antes da tenebrosa frustração das direitas -, com 2002 pessoas, de 135 município de 21 estados das 5 regiões, realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) em associação com o instituto MDA mostra que a presidenta Dilma teve um aumento em popularidade de quase dez pontos em relação à ultima pesquisa das mesmas entidades.

Dilma em julho tinha 49,3% de popularidade. Na nova pesquisa ela passou para 58%. Seu governo nos quesitos bom e ótimo saiu dos 31,3% para atingir os 38,1%, 39,7% como regular, 10,1% consideram ruim e 11% consideram péssimo. Infere-se que estes 21,1% correspondem os recalcados direitistas que invejam a felicidade alheia.

Quanto a disputas das eleições do ano de 2014, não outra: Dilma vence com folga. Mais folgada do que saia de escocês. Se por um acaso bem acaso, tiver segundo turno Dilma venceria Marina, candidata dos felicianos, com afolga. Dilma 40,7% contra 31,0% da candidata dos felicianos. Se fosse contra o Never, o couro seria maior. Dilma 44%, Never 24,5%. Eduardo Campos, ainda não entrou em campo. Dilma 46,7%, fora de campo 16,8%.

Uma pesquisa com resultados muito tristes para os direitistas que cada dia que se aproxima das eleições ficam mais tortos. Principalmente a direita PSDB/PPS/DEM e outros. Entre os outros a mídia sequelada. Ou, como poderia dizer a filósofa Marilene Chauí, a mídia aberrante.

E quanto ao Programa Mais Médicos? Os entrevistados em número de 73,9% apoiam a vinda dos médicos estrangeiros. Como sofre a ineficiente casta da burguesia-médica. E para piorar o sofrimento dos médicos-burgueses. Os entrevistados em número de 49,6% acredita que a atuação dos médicos vai acabar com as doenças graves. Um número grave para os médicos-burgueses. Isto em um universo onde, segundo a pesquisa, 62,4% da população usa serviço público. E 20,8% o serviço privado. Certamente os serviços dos médicos-burgueses. É pouco para eles. Logo eles que adoram um poder econômico. É por isso que são contra o programa Mais Médicos.

Como diária Waldik Soriano, “a voz do povo é a voz de Deus”. Fundiu-se a voz do povo com a voz de Deus, não há doença que fique viva. E não há praga de médico-burguês que prospere ou fique de pé ( ou em pé, como queiram os pés ).


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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