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MÉDICOS BRASILEIROS INSCRITOS NO MAIS MÉDICOS FALTAM NO 1° DIA DE TRABALHO. PARA MINISTRO, SE FOR BOICOTE, “É PERVERSIDADE”

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Seriam 1.096 médicos formados pelas Faculdades de Medicina no Brasil que começariam a trabalhar no Programa Mais Médicos no dia 2, segunda-feira. Entretanto, uma grande parte não compareceu ao trabalho. Como a sociedade brasileira sabe que os médicos-burgueses – uma grande parcela com afetos racistas, vide exemplo os protestos contra os médicos cubanos – têm lançado mão de vários recursos – inclusive fascista – para enfraquecer o programa – o que não conseguiram e nem vão conseguir – e sua realização, que é o atendimento ao publico mais carentes para tentar diminuir, ou acabar, com certas enfermidades, paira suspeita de a ausência deve ter sido motivada por mais uma tentativa de boicote.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se a ausência respondeu a mais uma tentativa de boicote, trata-se de “uma perversidade quase imaginável”.

“Isso só revela o drama dos municípios que fazem concursos, mas têm que rodar a lista de aprovados até a quarta ou quinta chamada para conseguir um médico. Reforça o diagnóstico do Ministério da Saúde de que há um número insuficiente de médicos nas regiões pobres do país.

Se for boicote é uma perversidade quase imaginável. Se algum profissional homologou só para nenhum outro profissional ocupar a vaga isso é de uma perversidade quase inimaginável.

Caso as vagas não sejam ocupadas, o Ministério da Saúde fará de tudo para trazer médicos para o Brasil. Vamos dar incentivos para os brasileiros e trazer médicos estrangeiros”, analisou o ministro.

Ainda de acordo com o ministro, o governo está examinando com as secretarias de Saúde dos municípios o motivo das ausências. Se confirmadas, os médicos da segunda chamada serão convocados.

MÉDICOS ESTRANGEIROS TOMAM CONHECIMENTO DA DIVERSIDADE DA REALIDADE BRASILEIRA

Os médicos estrangeiros que participam da política de saúde do governo federal através do Programa Mais Médicos iniciaram os primeiros contatos com os locais onde vão atuar profissionalmente. Visitaram oito unidades básicas de saúde onde vão operar.

No Rio de Janeiro, 20 médicos visitaram a Clínica da Família Assis Valente cuja estrutura é nova. Durante a visita receberam instruções e conheceram as instalações da clínica que fica na Ilha do Governador na vizinhança das comunidades Parque Royal e Vila Joaniza. As instruções fazem parte do módulo de acolhimento composto por 120 horas divididas em 40 horas de português e 80 horas de legislação, funcionamento e atribuições do Sistema Único de Saúde (SUS) e doenças prevalentes. Entretanto, um dos principais objetivos do curso é levar aos médicos o entendimento sobre as diversidades do Brasil.

Para Paulo Mendonça, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenador pedagógico do Programa Mais Médicos é fundamental que os médicos estrangeiros fiquem cientes das diferenças da realidade brasileira.

“No próprio estado do Rio de Janeiro temos cidades com os melhores índices e com os piores. É uma dificuldade entender isso, porque as pessoas estão acostumadas a uma distribuição de infraestrutura homogênea.

Nesse acolhimento, estamos tentando mostrar exaustivamente o quanto o Brasil é diverso e tem características diferentes. Para quem vai para situações mais extremadas, o acolhimento não para nessas três semanas.

É claro que estamos vendo tudo novo, tudo bonito e com um conjunto tecnológico mínimo instalado. Estamos numa cidade de 6 milhões de habitantes. É interessante que eles vejam um modelo como esse porque não temos nenhuma razão para achar que ele não é implantável em outros lugares do Brasil” observou Paulo Mendonça.

JUIZ COLOCA CRM DE MINAS GERAIS EM SEU INSENSATO LUGAR: NEGA LIMINAR CONTRA MAIS MÉDICOS. BOLSONARO TAMBÉM TENTOU, MAS STF NEGOU

Como era sabido, o Conselho Regional de Medicina (CRM) de Minas Gerais entrou com um pedido de liminar contra o Programa Mais Médicos do governo federal. Programa que vem colocando a sociedade brasileira tenazmente favorável à sua realização. Expressando dessa forma a lógica da vida. O que os médicos-burgueses não alcançam dado seus graus de baixa faculdade cognitiva politica/social. Mas eis que o juiz, João Batista Ribeiro, titular da 5ª Vara Federal da Seção Judiciária de Minas Gerais, que sabe com o filósofo Platão que Justiça é o que é justo, decidiu negar a liminar afirmando que a entidade tenta promover reserva de mercado. Confirmou justamente o óbvio.

De acordo com o juiz justo, o Programa Mais Médicos vai permitir, pela primeira vez na história do Brasil, que “a população “carente e marginalizada, moradora dos mais distantes “rincões” possa pensar em uma maior perspectiva de vida.

“O órgão de fiscalização da classe ao decidir pela não admissão do registro temporário dos médicos intercambistas, ajuizando a presente demanda para desobriga-lo de efetuar o referido registro provisório pretende instaurar uma verdadeira “batalha”, crítica, visando a preservação de uma reserva de mercado aos médicos formados em instituição de educação superior brasileira ou com diploma revalidado no país, em que as vítimas, lamentavelmente, são os doentes e usuários dos órgãos do sistema público de saúde.

É de se indagar o que é pior: ser atendido pelo médico intercambista, cuja revalidação do diploma, em caráter excepcional foi dispensada, para atender necessidade temporária de excepcional interesse público, ou continuar sem assistência médica?

Configurando o ato normativo impugnado, sem qualquer sombra de dúvida, política pública de saúde da maior relevância social de sorte que o bem da vida, que está sob perigo real e concreto, deve ter primazia sobre todos demais interesses juridicamente tutelados”, sentenciou o juiz João Batista Ribeiro.

Mais outro baque contra a pretensão dos médicos-burgueses ocorreu no início da noite de ontem, dia 28. Como sempre se faz ocorrer, todos fascistas andam juntos. Se não andam se harmonizam mesmo à distância. Foi assim, que o deputado racista/homofóbico/nazifascista, porta-voz da extrema-direita no Parlamento, Jair Bolsonaro (PP/RJ), também tentou atingir mais uma vez o governo.

Ele tentou uma liminar contra o Programa Mais Médicos, mas não foi feliz em seu pesadelo conspirador. Marco Aurélio de Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou tal pedido.

DILMA CONSTATA PRECONCEITOS DE MÉDICOS BRASILEIROS CONTRA MÉDICOS CUBANOS

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Governar um país com as dimensões e as diversidades que compõe o Brasil é muito difícil agora imaginemos governar um país democrata em que a própria democracia é negada por grupos fascistas. Se a democracia é o regime de governo justo, onde todos devem ter oportunidades sociais iguais, porque grupos fascistas pretendem se chamar de democratas quando têm comportamentos exatamente contrários? É essa a constatação que se tem do comportamento de entidades médicas e médicos isolados contra a vinda dos médicos cubanos para trabalhar no Brasil em uma causa nobre em que está comprometida a vida de milhares de brasileiros.

Dilma, em entrevista, ontem, dia 28, não afirmou que se trata de grupos fascistas, logicamente porque como presidenta não quer acirrar ânimos irracionais, mas que ela sabe que se trata de grupos fascistas com grande intenção de atacar seu governo, ela sabe. Entretanto, de qualquer forma, ela ao afirmar que há preconceitos contra os médicos cubanos, deixa claro entendimento que até os fascistas podem ter. Preconceito contra um povo é fascismo. Não tem outro entendimento. Tudo ficou mais claro quando da chegada dos médicos cubanos em Fortaleza. Grupos desses médicos fascistas-burgueses foram violenta-los no Aeroporto chamando-os de “escravos”, que deveriam voltar para a “senzala”. A história da maioria dos médicos no Brasil sempre foi de reacionarismo. Agora, com estes comportamentos, a população brasileira já tem certeza que eles são verdadeiros analfabetos políticos – cuidado Brecht -, sem qualquer conhecimento de causas sociais. Como poderia dizer o compositor e cantor cearense Belchior, “essa gente indecente que come cala e consente” embalada por seus asquerosos pruridos burgueses.

 “É um imenso preconceito esse que algumas vezes a gente vê sendo externado contra os médicos cubanos. Primeiro, é importante dizer, se os médicos estrangeiros, e não só os cubanos, porque tem cubano, argentino, uruguaio, espanhol, português tem de várias nacionalidades, esses médicos vêm ao Brasil para trabalhar onde os médicos brasileiros, formados aqui, não querem trabalhar, que são as regiões da Amazônia, do interior do Brasil e também as periferias das regiões metropolitanas.

Ei posso assegurar a você uma coisa: nós vamos dar – o governo federal, e eu tenho certeza, as prefeituras que pediram esses médicos – vão dar a todos os estrangeiros que vierem atuar aqui no Brasil, as condições de moradia, alimentação e tranquilidade material para que eles atendam bem nossa população. Tudo que pudermos fazer dentro da lei para levar os médicos para locais onde não têm médicos, nós faremos”, se comprometeu a presidenta.

EX-MINISTRA DA SAÚDE DE CUBA DIZ QUE SEU PAÍS NÃO MERCANTILIZA MÉDICOS

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Falando no momento da abertura do curso de treinamento de médicos estrangeiros, em Brasília, a ex-ministra da Saúde de Cuba, Marcia Cobas, afirmou que seu país não mercantiliza médicos e que o trabalho dos médicos cubanos no mundo se dar por razões de solidariedade e profissionalismo ético, e não por altos salários. São mais de 48 mil médicos em missões em vários países do mundo como China, Catar, México, Haiti, países da África e agora o Brasil

“Cuba não mercantiliza e presta serviços gratuitos ao Haiti e a países da África. Temos mais de 700 profissionais no Haiti que trabalham de maneira solidária e internacionalista.

Nosso país prestou uma grande atenção a solicitação da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) para servir ao Brasil. Não exportamos médicos, exportamos serviços de saúde. São profissionais graduados há mais de 16 anos e com experiências em missões no exterior. Não na Europa, mas em países muito pobres.

Cuba, como todos sabem, é um país pobre, sem grandes recursos naturais, e é um país bloqueado. Seu recurso mais apreciado somos nós, homens e mulheres que há mais de 50 anos nos preparamos para oferecer serviços de qualidade ao povo que precise. Trabalhamos sob o princípio da solidariedade. Sem esse espírito não estaríamos no Haiti e na África.

Nossos médicos vêm prestar serviços, tendo garantia de emprego em Cuba, quando regressarem, recebendo 100% de seu salário. Além disso, suas famílias têm proteção social e solidariedade enquanto eles trabalham no Brasil.

Nossa história e nosso povo sempre foram solidários. Queremos trabalhar em comunhão com médicos brasileiros, e não ocupar o lugar deles. Queremos ir aos lugares onde necessitam. Queremos aprender e dividir”, discursou Marcia Cobas.

Se você é médico hipócraticamente engajado, e não medico-burguês, e se quiser se inscrever na segunda rodada de adesão, as inscrições estão abertas e vão ate sexta-feira. O site de inscrição é este: http://maismédicos.saúde.gov.br.

MÉDICOS CUBANOS CHEGAM AO BRASIL AFIRMANDO QUE O SALÁRIO É O QUE MENOS IMPORTA? E PARA OS MÉDICOS-BURGUESES?

Como diária o filósofo Marx, o salário é a expressão monetária do valor da força-de-trabalho, ou seja, seu preço. Os médicos cubanos que chegaram ao Brasil – outros ainda virão – são oriundos de um país com características fundamentais marxistas. Portanto, conhecem o conceito e a práxis de trabalho no sistema capitalista que gera esse significado de salário. A exploração da força-de-trabalho do trabalhador pelo capital patronal. E mais ainda, sabem com Marx, que a mais-valia – ou mais-valor, dependendo da tradução do Alemão – é diferença entre o valor criado pela força-de-trabalho e o que essa força-de-trabalho custou. Daí que a afirmação deles em dizerem “que o salário é o que menos importa”, deva levar os médicos-burgueses – em sua maioria alienados que nunca leram Marx, e muito menos entendem as multifaces do capitalismo – ao estertor econômico, visto que como burgueses só entendem medicina como uma mercadoria com valor determinado pelo mercado da especulação da saúde. O uma posição dos médicos cubanos que sem querer já chegam mostrando a superioridade deles em relação – se é que se pode fazer relação – aos médicos burgueses que são contra o Programa Mais Médicos, que resgata a Saúde Pública pelo Estado Brasileiro, como diz um membro de uma Organização Não Governamental.

“Estes médicos que estão aqui estão habituados a trabalho de cooperação em outros países. A remuneração não é o que está pesando para nós no trabalho. Temos estabilidade de emprego e salário certo em Cuba, que ficará guardado enquanto estivermos aqui. E receberemos o suficiente para custear nossas despesas no Brasil. O dinheiro que vai para lá contribuirá para ajudar a saúde da população e a reforma de hospitais, que lá são todos públicos, como vocês sabem”, analisou o medico Rodolfo Garcia.

No meio dos presentes que estiveram ao Aeroporto para receber os médicos que estavam chegando ao Brasil, estudantes, intelectuais, artistas, sociedade civil, além dos representantes dos alienados médicos-burgueses, e também a mídia sequelada, encontrava-se o medico Rodrigo Caçador, brasileiro formado em Cuba, coordenador da Associação Médica Nacional que declarou seriedade e otimismo com a vinda dos médicos estrangeiros.

“Eles são médicos internacionalistas, altamente capacitados. Estamos aqui para prestar-lhes solidariedade apoio à política de atenção à saúde do povo brasileiro. Estudei de 2003 a 2009 em Cuba e posso dizer, que do ponto de vista da investigação científica e da produção biotecnológica em saúde, aquele país está bem mais avançado e desenvolvido que o Brasil. Tanto é que o governo brasileiro, em 2001, iniciou uma série de parcerias com o Ministério da Saúde Cubano e o Centro de Biologia Molecular e Biotecnologia de Havana, que resultou na primeira plataforma de ensaios clínicos da América Latina”, afirmou Rodrigo Caçador.

O texto do médico Rodrigo Caçador nos conduz por uma verdade que está sendo escondida – escamoteada – pela mídia e pelos médicos-burgueses. Com a estupida intenção de atingir o governo Dilma, essas duas aberrações do Brasil, são contra o Programa Mais Médicos tentando mostrar uma série de erros e despropósitos – na verdade, alucinação da dupla-aberrante. Mas Rodrigo Caçador, caça a mentira e ocultação da verdade que a dupla reacionária escamoteia: o governo Fernando Henrique, que a dupla ama, assinou vários convênios médicos-científicos com o governo cubano.

Para a dupla-aberrante, os convênios do desgoverno do PSDB com Cuba, eram feito tudo na base da “ternura”. Sem precisar “endurecer”.  

MINISTRO DA SAÚDE CONTESTA POSIÇÃO DOS MÉDICOS-BURGUESES CONTRA O PROGRAMA “MAIS MÉDICOS”

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, tomou posição de firmeza contras às ameaças das entidades médicas – como se sabe, formada por médicos-burgueses principalmente da urbe – que são contrárias ao Programa Mais Médicos, do governo federal. Tem ameaça de até denunciar médicos cubanos em delegacias de polícia como à ameaça do presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, João Batista Gomes Soares. Para o ministro a posição dessas entidades é frontalmente preconceituosa como oposição aos médicos estrangeiros principalmente contra os médicos cubanos.

O ministro da Saúde comentou a posição das entidades médicas durante uma entrevista concedida no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, na ocasião em que recebeu os primeiros médicos cubanos que farão treinamento de três semanas para depois seguirem para trabalhar na Amazônia.

“Não admitimos, e não faz parte da cultura brasileira ter preconceito com relação a qualquer país e a qualquer povo.

A Medicina de Cuba é reconhecida, sobretudo na atenção básica. Esse contrato com do Ministério da Saúde é com a Organização Pan-Americana de Saúde, ou seja, um braço da Organização Mundial de Saúde aqui nas Américas.

Vamos até o fim. O que nos move é levar médicos onde não existem médicos. Tenho a experiência de ter saído de São Paulo, ter ido para o interior da região amazônica brasileira, e sei a diferença de um médico perto do paciente, perto da comunidade.

Toda crítica e sugestão para melhorar o programa é muito bem-vinda. Qualquer medida de ameaça, qualquer medida que possa prejudicar a população, só lamento. Nós, médicos, quando nos formamos temos um compromisso com a vida e com a ética, e esse compromisso é em qualquer situação.

A presença da Organização Pan-Americana de Saúde é uma grande segurança para que todas as condições de trabalho estejam garantidas”, analisou Padilha para o desespero dos médicos burgueses.  

Enquanto os médicos-burgueses se rasgam de incompetência/política/social e deontologia médica, a moçada está chegando com muita vontade de trabalhar e ter uma nova experiência em sua carreira médica. Como é o caso da espanhola Sónia González que vai trabalhar em uma comunidade indígena no Rio Negro, Amazonas. Nessa terra onde há um número cruel de médicos malformados – em tudo – e com grande ambição capitalista.

“É mais para aprender. Ter uma experiência em um lugar muito diferente ao meu. Estou ao mesmo tempo emocionada, com algum medo, claro, do desconhecido, mas com muita vontade de trabalhar, ter uma nova experiência”, disse Sónia González. Terá uma boa experiência, pois morar com índios é muito melhor do quer conviver com médicos-burgueses.

 Além da espanhola, há argentina, Natalia Allocco de 26, que vai trabalhar, também, em comunidades carentes. Atividade médica que já tem experiência.

O programa está mostrando também que a idade não é problema para a execução da profissão. Quem mostra essa realidade é o médico clínico geral português, Miguel Alpuin, de 70 anos, que afirmou ao desembarcar que se inscreveu “por amor a profissão”. Quantos médicos-burgueses enunciariam essa máxima de vida profissional? Resposta certa: Nenhum!

“Com a minha idade, em Portugal já não se pode trabalhar, e este programa é muito interessante, eu não quero parar. Não me sinto com 70 anos. Eu gosto muito de atender doentes”, posicionou-se comprometido-hipocrático, Miguel.  

E assim, vão chegando esses verdadeiros médicos que conheceram a espiritualidade humana de Hipócrates com sua ciência e sua ética. Vamos chegando moçada! O Brasil somos nós!

ONGS DESMASCARAM A AMBIÇÃO CORPORATIVA DOS MÉDICOS-BURGUESES CONTRA O PROGRAMA MAIS MÉDICOS

Posicionadas em favor do Programa Mais Médicos, Organizações Não Governamentais, afirmam que o papel político do governo federal é que, finalmente, o Estado Brasileiro vai conseguir ter o controle de uma das categorias principais para o sistema público de saúde onde há uma grande carência no setor na região sul. Esse o entendimento  Valdevir Both, do Centro de Educação e Assessoramento Popular (Ceap).

“No Rio Grande do Sul tem municípios que chegam a oferecer R$ 20 mil por mês de salário, com estrutura adequada, com ambulância equipada para os encaminhamentos necessários, e mesmo assim não encontram interessados. Alguns municípios optaram em pagar o curso de medicina para seus estudantes a fim de futuramente garantir a atenção médica aos seus habitantes.

O que tem acontecido até agora é a categoria médica regulando o mercado da medicina, num corporativismo cujas consequências hoje são visíveis na ausência de profissionais interessados em trabalhar no Sistema Público.

O Mais Médicos representa o primeiro passo para dizer aos profissionais nossos que se negam a trabalhar que se eles não têm interesse, o Estado Brasileiro vai buscar mecanismos para atender essa demanda e não será mais a corporação que irá condenar milhares de cidadãos a falta de atendimento médico”, analisou a perversidade corporativa médica, Valdevir.

Observando a falta de atenção médica no Brasil público – o outro “Brasil” é o do dos médicos-burgueses -, o coordenador-geral da ONG Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabia, Alexandre Pires, disse que no Nordeste a situação é também lamentável. Para ele, a atenção médica não deve se resumir em apenas ser de busca de cura, mas também de prevenção.

 “Não é incomum haver apenas um médico de plantão em uma unidade de saúde, sendo que normalmente esse médico atende de forma bem genérica e obviamente não dá conta da demanda dos municípios.

É preciso considerar o contexto social e as práticas alimentares que levam a determinadas enfermidades. Precisamos de ação educativa e preventiva por parte dos médicos. A ausência dessa atenção básica acaba gerando um conjunto de problemas maiores para a população e um custo muito mais alto para o Estado quando tem de arcar com especialistas”, observou Pires.

Já para o diretor da Associação das Pessoas com Albinismo na Bahia (Apalba), Joselito Luz, o problema maior é a lógica capitalista que norteia os médicos que são contra o Programa Mais Médicos.

“O Mais Médicos ajudaria pelo menos a garantir o atendimento preliminar e essencial. Desde que eu acompanho esse debate vejo que a classe médica privilegia muito o lucro decorrente de exames e procedimentos mais complexos, já que o atendimento básico não gera dinheiro para o profissional. A prevenção, que garantiria qualidade de vida e redução dos casos de emergência, é rejeitada por uma lógica capitalista”, criticou Joselito.

COMO OS MÉDICOS BRASILEIROS E ALGUNS ESTRANGEIROS NÃO ACEITARAM O NORTE E O NORDESTE PARA TRABALHAR, OS CUBANOS ACEITARAM

Na segunda-feira, dia 26, através do Programa Mais Médicos, chegarão ao Brasil 74% dos médicos cubanos que irão trabalhar na saúde do Brasil principalmente na política de diminuição da mortalidade infantil – já diminuída com a ação do Bolsa Família -, e também no combate a hanseníase e a tuberculose . Esses médicos cubanos irão trabalhar exclusivamente nas regiões Norte e Nordeste. Regiões que os médicos brasileiros e alguns estrangeiros não aceitaram trabalhar. A velha e estúpida discriminação regional.

De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, o contrato dos médicos cubanos ocorreu entre o Brasil e Cuba em forma de acordos bilaterais. Esses médicos possuem experiências internacionais, pois já atuaram em outros países. Jarbas, em entrevista, desmontou as posições de entidades médicas contrárias ao Programa Mais Médicos que afirmam que esses cubanos vão trabalhar em regime de semiescravidão.

“A vantagem dos acordos bilaterais é que eles estão vindo aqueles locais onde o Brasil indica que é preciso um médico. São regiões que não foram escolhidas pelos médicos brasileiro nem estrangeiros.

São médicos que se dispõem que têm muitas experiências em missões internacionais e já atuaram em outros países. Dentro de um acordo bilateral eles vão trabalhar onde há infraestrutura e um acolhimento da prefeitura.

Todos esses médicos estão vindo voluntariamente. Terão previdência paga pelo Ministério. Alimentação e moradia paga pelo município. Dificilmente isso se assemelha a coisa parecida com escravidão.

Nós repassamos o recurso para a OPAS – Organização Pan-Americana da Saúde , que, por sua vez, passa ao Ministério da Saúde de Cuba, que paga os cubanos. Eles vão receber o salário que o governo paga em missões no exterior.

Não podemos pagá-los diretamente. O governo cubano só aceita enviar através de um acordo bilateral.

Nunca soubemos de nenhum erro desses médicos e de nenhum problema de imperícia. Nem mesmo que tenha havido denúncia de trabalho escravo. Pela formação mais completa que eles têm, específica em atenção básica de saúde, nada indica que eles não vão prestar um excelente trabalho agora”, analisou Jarbas.

DILMA INAUGURA LABORATÓRIO E REAFIRMA QUE SAÚDE DE QUALIDADE NECESSITA DE MÉDICOS.

“A saúde de qualidade requer não só a existência de medicamentos, mas também de equipamentos e de médicos para diagnosticar e prescrever. Sem médicos não dá. Há 700 municípios no país sem um único medico. Isto mostra que a falta de médicos afetam também o estado mais rico do país”, analisou a presidenta Dilma Vana Roussef

A presidenta fez sua análise sobre a condição da saúde no Brasil, principalmente no tocante a falta de médicos para suprir a necessidade diante das enfermidades, durante a inauguração da ampliação do Complexo Industrial do Laboratório Cristália, em Itapira, São Paulo.

Durante a inauguração ela falou sobre a criação de mais vagas nos cursos de medicina e sobre a residência médica em especialidades de grande carência, como pediatrias. Ela reafirmou o propósito de contratar médicos estrangeiros para ocupar as vagas que não forem ocupadas pelos médicos formados nas universidades de medicina no Brasil. Ela afirmou ainda, que 309 municípios paulistas aderiram ao Programa Mais Médicos, solicitando 2.197 médicos.

Dilma não deixou de comentar sobre a importância da parceria do governo federal com a Cristália, e também fortalecer a opinião do governo em se compromissar com empresas que pesquisam e trazem lucros para o país.

“Estamos usando o poder de compra do Estado brasileiro para estimular a indústria nacional. E o fortalecimento da política oncológica é um compromisso. Criamos programa para ampliar o atendimento ao câncer de mama e de colo de útero. No ano que vem vamos vacinar as meninas contra o HPV, principal causador do câncer de colo de útero”, analisou a presidenta.

Participando também da inauguração, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se reportou a produção de medicamento no país que segundo ele, garante emprego, saúde e segurança para os pacientes.

“Com a produção de medicamentos estratégicos para o SUS, a Cristália beneficia a população brasileira, que terá acesso garantido aos medicamentos, uma vez que o país se torna independente da importação desses produtos, e menos suscetível à instabilidade do câmbio”, afirmou Padilha.

O FILÓSOFO CLÉMENT ROSSET E ALGUNS MÉDICOS DO BRASIL

som da morte

O pensador da filosofia trágica, amor fati, autor de obras como Alegria a Força Maior, A Lógica do Pior, entre outras, o francês Clément Rosset, cunhou uma analogia por demais implicadora em sua obra O Princípio de Crueldade. De acordo como o filósofo francês existem duas espécies de filósofos: “a espécie dos filósofos-curandeiros e a dos filósofos médicos. Os primeiros são compassivos e ineficazes, os segundos eficazes e implacáveis”. Como se pode entender na analogia implicadora, Clément Rosset eleva de certa maneira, por princípio do saber e do envolvimento com o real, a categoria dos médicos. O que em uma primeira leitura apressada parece uma forma de homenagear o médico de maneira geral. Mas não se trata dessa tola interpretação.

Clément Rosset, assim como o outro filósofo francês, Gilles Deleuze, que também fez alusão da medicina com a filosofia, no caso específico a dermatologia, a arte da superfície, por influência estoica, sabe que na medicina existem médicos que não são nada eficazes e implacáveis quanto do exercício da medicina voltada para a realidade em que atuam. Existem mais médicos ineficazes e compassivos do que o contrário.

No momento em que o governo Dilma tenta mudar a direção do tratamento da política médica no Brasil a enunciação filosófica do francês Rosset, serve muito bem para uma inferência quanto à atitude de uma grande parte dessa dita categoria, visto que em uma visível proporção o fracasso da medicina no Brasil tem dois pilares: a formação universitária que não tem qualquer singularidade com a realidade social popular, ou seja, com o pobre, e a ignorância do que seja a política do Sistema Único de Saúde (SUS), uma saúde socializante. Nesse quadro, fica comprovada a tendência elitista da prática médica no Brasil. O que faz com um número grande de médicos alienados do contexto histórico e real do Brasil se ponham contrário ao Programa Mais Médicos. São médicos dissipados de Hipócrates que não podem ter a visão da fundamentação da medicina social. São os burgueses declaradamente direitistas que só propagam os estereótipos da classe social que pertencem, mas querem fazer charme de que são politizados e compromissados com a prática médica.

Para esses médicos, é impossível inverter a afirmativa sobre os curandeiros proposta por Clément Rosset, posto que estes, nem curandeiros podem ser considerados. Os curandeiros, como enuncia o código linguístico, curam. Quando não curam, transferem consolo metafísico de seus ritos para os pacientes. Como esses médicos encontram-se territorializados rigidamente nos códigos do capital, sequer conhecem o significado da práxis de curar. Por isto, muito deles só possuem o diploma de medicina. Seus salários são garantidos ocupando cargos burocráticos em instituições dos estados.

A ineficácia científica desses médicos não se revela apenas no ato da profissão. Mostra-se também límpida quando eles tentam tomar atitudes políticas. Exemplo, a alcunhada paralisação. Ninguém sentiu. A população sequer tomou conhecimento, mesmo com o apoio explícito das mídias sequeladas, suas congêneres reacionárias em interesse contra o governo popular da presidenta Dilma Vana Rousseff. Acreditam que o País não necessita do Programa Mais Médicos, mas não têm uma proposta cientifica, política e socialmente relevante que transmute o estado de coisa em que se encontra a saúde pública nesse agora.

Uma demonstração contagiante foi a “megapasseata” dos médicos ontem, dia 31, em São Paulo contra a política de saúde do governo federal, mormente o Programa Mais Médicos. Deu verdadeiro chabu. Poucos participantes e representantes de entidades médicas. Enquanto isso, o Ministro Mercadante anunciou a desistência da ampliação do tempo de graduação médica de seis anos para oito com obrigatoriedade de dois anos de atendimentos no Sistema único de Saúde. Muitos comemoraram principalmente os que não suportam o cheiro do SUS.

Mas o filósofo nos concede o deleite de poder concordar com ele. O Brasil já teve e ainda têm seus médicos eficazes e implacáveis. E por mais incrível que pareça, até aqui em Manaus, onde uma política de saúde inexiste, já teve e têm seus médicos engajados. Pouquíssimos, é lógico, mas têm. Não chegam a ser um Che Guevara, mas nos servem bem.

Entretanto, o que nos falta mesmo são filósofos médicos, como propõe Clément Rosset. Eficazes e implacáveis para pensar com mais contundência a triste realidade de Manaus, e assim tentar a cura ontológica deste ser sofredor que é esta não-cidade.

TV MOSTRA MÉDICOS CORRUPTOS BATENDO PONTO NO HOSPITAL E EM SEGUIDA INDO EMBORA

Veja o vídeo. E tudo com a conivência do diretor da entidade hospitalar. Esses possivelmente são contra o Programa Mais Médicos.

GAYS DESCUIDAM DA CAMISETINHA

Justiça Gay Bolívia

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e a coordenação da Parada Gay de 2013, divulgaram informações que mais 42% dos gays não usam preservativos na hora do love. Uma indiferença com o amor. Se amar faz bem, continuar amando com saúde é bem melhor. O uso da camisetinha é imprescindível para continuidade do love.

E o fato que chama mais atenção na informação é que esse número é constituído de jovens na flor do jogo de Adônis. Não fazer uso da camisetinha é uma autoflagelação. O amor pede corpo e mente saudável para que ele seja dionisíaco e apolíneo.

“Os adolescentes conhecem o preservativo e conhecem os riscos e as questões das doenças sexualmente transmissíveis, mas o que nós temos certeza é que conhecer o preservativo não garante o uso. E quando tem um parceiro fixo, esse é um fator importante para se deixar de usá-lo”, afirmou a médica e coordenadora do Programa Estadual de Saúde do Adolescente, Albertina Duarte Takiuti.

Mano, ama! Amar e trabalhar é saúde, já diziam Freud e Reich. Mas, por favor, usa a camisetinha! Não esquece que o Papa Chico disse que Deus está com convosco. Aproveita esse love abençoado, mano!

ORGANIZAÇÃO DAS MUNDIAL DE SAÚDE (OMS) E ONU APROVAM O PROGRAMA MAIS MÉDICOS

A Organização Mundial da Saúde e a ONU divulgaram um comunicado oficial no qual afirmam que o “Programa Mais Médicos”, do Ministério da Saúde, cumpre todas as exigências e recomendações da OMS e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), e estas organizações vêm “ com entusiasmo o recente pronunciamento do governo brasileiro sobre o Programa Mais Médicos”.

O otimismo das instituições está no fato de que o país conseguira ultrapassar o déficit de médicos quando se trata na insatisfação da razão entre médico/habitantes. O comunicado afirma que “em longo prazo, a prática dos graduandos em medicina, por dois anos no sistema público de saúde, deve garantir, juntamente com o crescimento do sistema e outras medidas, maior equidade no SUS”.

Eles ainda dispõe em sua nota que a implantação do programa e suas medidas da forma que foi feita foi acertada e que outros países que escolheram este tipo de intervenção “estão colhendo resultados da implementação dessas medidas.”

De acordo com o Ministério da Saúde, os dados parciais mostram que os municípios inscritos ao programa Mais Médicos estão crescendo. Já são 887 dentre as 1290 áreas prioritárias. Ao todo, se tem 2522 municípios inscritos. Percebe que mesmo com todo levante da grande mídia e dos próprios médicos, o programa tem reconhecimento mundial e vai garantir o funcionamento do SUS, o maior sistema de saúde pública do mundo.

Após denúncias de sabotagem, Ministério da Saúde muda regras do Mais Médicos

da Agência Brasil

Depois de receber denúncias de sabotagem ao Mais Médicos, o Ministério da Saúde passará a exigir que os candidatos apresentem documento em que declarem que vão deixar vaga de residência médica ou do Programa de Valorização da Atenção Básica (Provab) para atuar no novo programa. A declaração deve ser apresentada no ato da inscrição.

Ao homologar a participação no Mais Médicos, o profissional terá de entregar declaração impressa confirmando o desligamento da residência médica ou do Provab, emitida pela universidade, hospital ou entidade responsável.

“Estamos estimulando os médicos brasileiros a participar do programa, mas não queremos ninguém que esteja fazendo qualquer tipo de sabotagem para atrasar um programa que visa oferecer médicos para a população”, diz o ministro Alexandre Padilha, em nota divulgada pelo ministério.

Os médicos que homologarem a participação e não comparecerem no início das atividades ou desistirem nos primeiros seis meses serão excluídos do programa e só poderão se inscrever novamente após seis meses. Os reincidentes serão impedidos de voltar ao programa.

As novas regras vão ser publicadas no Diário Oficial da União de amanhã (19). As novas medidas serão comunicadas aos médicos já inscritos pela Ouvidoria do Ministério da Saúde, por e-mail ou telefone. As inscrições seguem abertas até 25 de julho e podem ser feitas pelo site do Ministério da Saúde. Na primeira semana, foram registradas 11.701 inscrições de profissionais e 753 de municípios.

O ministério recebeu denúncias de que grupos estão se mobilizando por meio das redes sociais para incentivar a inscrição de profissionais no programa para, depois, desistirem da vaga, com a intenção de atrasar o cronograma do Programa Mais Médicos. Entidades médicas disseram desconhecer a movimentação.

Lançado na semana passada, o programa visa a levar profissionais para atuar por três anos na periferia das grandes cidades e nos municípios do interior. A bolsa chegará a R$ 10 mil. Entidades médicas têm criticado o programa do governo federal, principalmente porque prevê a vinda de médicos estrangeiros sem a revalidação do diploma para ocupar as vagas que não foram preenchidas pelos brasileiros.

O Provab também é destinado para a atuação de médicos em regiões pobres do país. O contrato é por um ano. A bolsa é R$ 8 mil, mas passará para R$ 10 mil, a partir de setembro. O reajuste foi anunciado pelo ministério após o lançamento do Mais Médicos. No Provab, o médico pode escolher a cidade em que quer trabalhar, entre as inscritas no programa. No Mais Médicos, os candidatos serão designados para qualquer cidade inscrita. Em ambos os programas, a carga chega a 40 horas semanais. Em todo o país, há 3.568 médicos atuando pelo Provab em 1.260 municípios.

A residência médica é o período em que o médico escolhe a área na qual pretende se especializar, como ginecologia, pediatria, oncologia e cardiologia. A bolsa chega a R$ 2.976,26 por mês e o tempo de duração depende da especialidade.

MÉDICOS COM DIPLOMA ESTRANGEIRO TEM ATÉ FIM DO MÊS PARA REVALIDAR DIPLOMA

Estão abertas até o próximo dia 30 as inscrições anuaispara o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos expedidos por instituições de educação superior estrangeiras (Revalida). O exame serve para médicos com diploma do exterior e que deseja trabalhar no Brasil.A inscrição é feita na página do exame na internet e tem como taxa o pagamento de R$ 100 para a primeira fase e para a segunda é R$ 300.

O Revalida será aplicado no dia 25 de agosto, em dez capitais brasileiras que podem ser escolhidas pelo participante. Este ano há quatro cidades a mais em relação ao ano passado: Brasília, Rio Branco, Manaus, Salvador, Fortaleza, Campo Grande, Curitiba, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo, sendo que 37 universidades públicas aderiram ao exame. A segunda fase no entanto será somente em Brasília.

A prova terá duas fases: a primeira com 110 questões de múltipla escolha e cinco discursivas. e a segunda onde serão avaliadas as habilidades clínicas com simulações de situações reais de atendimento médico.

De acordo com a Agência Brasil “para fazer a inscrição, o interessado deve ser brasileiro ou estrangeiro em situação legal de residência no Brasil, inscrito no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e diploma médico autenticado por autoridade consular brasileira e expedido por instituição de educação superior estrangeira reconhecida no país de origem.”

Caso seja aprovado o candidato deverá apresentar à instituição de educação superior responsável pela revalidação o Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras), nível intermediário superior – com exceção daqueles que têm o português como primeira língua.

Uma novidade é que neste ano, estudantes brasileiros que cursam o sexto ano de medicina farão como pré-teste o Revalida, sendo que a prova será aplicada em uma amostra de estudantes das instituições que aderiram ao processo de forma espontânea.

 

APÓS SANÇÃO PRESIDENCIAL DO ATO MÉDICO COM VETOS, PROFISSIONAIS DE SAÚDE COMEMORAM E MÉDICOS

Apresidente Dilma Vana Rousseff sancionou com vetos a lei regulamentadora da prática médica também conhecida como Ato Médico. O texto publicado no Diário Oficial da União recebeu vetos em artigos importantes como o Artigo 4º, que teve novo pontos vetados, incluindo o que atribuía exclusividade aos médicos na formulação de diagnóstico de doenças.

A lei determina que somente médicos podem realizar a indicação e intervenção cirúrgicas, além da prescrição dos cuidados médicos pré e pós-operatórios, além de a indicação e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias. Outro ponto exclusivo do fazer médico se refere a sedação profunda, os bloqueios anestésicos e a anestesia geral.

Dentre as atividades que podem ocorrer multiprofissionalmente  estão o atendimento a pessoas sob risco de morte iminente; a realização de exames citopatológicos e emissão de seus laudos; a coleta de material biológico para análises laboratoriais e os procedimentos feitos através de orifícios naturais, desde que não comprometa a estrutura celular e acupuntura.

De acordo com nota oficial do governo federal “A aprovação deste dispositivo [se refere a exclusividade de diagnóstico] traria restrições ao trabalho de outros profissionais de saúde. Hoje, por exemplo, pacientes com doenças como malária, tuberculose e dengue são diagnosticadas ou iniciam o tratamento com profissionais de enfermagem e têm acompanhamento por equipes compostas por médicos”.

Além disso, o governo ainda afirmou que os vetos são necessários para o bom funcionamento do SUS e inclusive de programas e projetos que estão em vigor como de combate a malária, entre outros.

A presidenta do Conselho Federal de Enfermagem, Márcia Krempel, comemorou os vetos como uma vitória do SUS, uma vez que “com o veto, o SUS vai continuar funcionando de uma forma não hierarquizada, todos os profissionais tendo o mesmo peso e o mesmo valor”.

O Conselho Federal de Psicologia também apoio a versão sancionada por Dilma e afirmou oficialmente que caso aprovado da forma que veio do senado os psicólogos “não poderiam mais diagnosticar transtornos mentais (…) Assim, o CFP apoia a decisão da presidente Dilma que, em seu veto, defendeu o Sistema Único de Saúde e a atuação integrada dos profissionais da área. A presidente ressaltou que a sanção do texto ‘poderia comprometer as políticas públicas da área de saúde, além de introduzir elevado risco de judicialização da matéria'”.

O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto d’Ávila, vociferou contra a sanção com vetos e se sentiu como amante traído. Em sua visão os médicos estão “sendo agredidos, o Congresso desautorizado e a população está desprotegida”. Ele afirmou que os médicos vão recorrer dos vetos através da mobilização da categoria: “Vamos lutar para derrubar esses vetos”.

ESTUDANTES DE MEDICINA TERÃO QUE TRABALHAR 2 ANOS PARA O SUS ANTES DE SE FORMAR

O governo federal anunciou hoje a  criação do Programa Mais Médicos que tornará obrigatório a todos os esudantes que ingressem o curso de medicina  a partir de 2015  trabalhar dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) para receber o diploma. Esta norma valerá tanto para estudantes de faculdades públicas quanto privada. No caso das instituições particulares os estudantes ficarão isentos de pagar mensalidades nestes dois últimos anos.

Os estudantes trabalharão na atenção básica e nos serviços de urgência e emergência da rede pública, recebendo uma remuneração do governo federal e  uma autorização temporária para exercer a medicina, além de manter os vínculos com as universidades. O curso universitário portanto passará de 6 para 8 anos.

Os profissionais que atuarem na orientação desses médicos também receberão um  complemento salarial. Nos últimos dois anos do curso, de atuação no SUS, os médicos poderão ainda contar para residência médica ou como pós-graduação, caso o médico escolha se especializar em uma área de atenção básica. 

De acordo com o Ministro da Educação o aumento de 20,5 mil médicos na atenção básica será sentido a partir de 2022. Até 2017, a oferta de vagas nos cursos de Medicina terá um aumento superior a 10%. Com o programa Mais Médicos, serão criadas 3.615 vagas nas universidades públicas e, entre as particulares, devem ser criadas 7.832 novas matrículas.

Para Aloizio Mercadante, Ministro da Educação, “não basta abrir curso de medicina para fixar um médico em uma região que temos interesse para ter. É preciso residência médica, que é um fator decisivo para a fixação, além de políticas na área de saúde. Estados que têm oferta de residência médica, tem uma concentração grande de médicos, como Rio de Janeiro e São Paulo”.

Ainda neste ano esperam que sejam abertas 1.452 vagas e no ano que vem 5.435 vagas. Para o ministro Mercadante com a medida os cursos estarão presentes em mais municípios havendo desta forma uma descentralização. A residência médica terá de acompanhar o ritmo de vagas abertas na graduação.

O ministro Mercadante ainda ressaltou que a oferta de cursos de medicina será definida por meio de editais públicos, de acordo com a necessidade do país. “Vamos verificar as áreas que têm condições e necessidade de ofertar vaga e lá ofertaremos”.

CONSELHOS DE PSICOLOGIA FAZEM MANIFESTAÇÕES CONTRA O ATO MÉDICO

O Conselho Federal de Psicologia convocou todos os psicólogos nesta quinta (4) a partir das 17 horas para um “Dia Unificado de Luta Pela Saúde”. Em Brasília este ato ocorrerá em frente ao Museu da República e terá como grito nacional o pedido de Veto da presidenta. Além do veto o Conselho também luta por 10% do Orçamento da União para a saúde; Acesso à saúde integral e multiprofissional; e condições adequadas de trabalho.

Os psicólogos inclusive estão colhendo assinaturas por um manifesto pedindo o veto presidencial e que já conta com mais de 31.000 assinaturas. Há ainda uma petição na internet solicitando o veto da presidenta.

O Ato Médico se refere ao projeto de lei 286/02 aprovado no dia 18 de junho no Congresso Nacional e que aguarda sanção presidencial que deverá ocorrer até semana que vêm, já que o prazo termina na terça (9). A presidenta Dilma Vana Rousseff afirmou que antes de sancionar ou vetar deseja discutir item por item do projeto com os representantes de cada área envolvida como enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, acupunturistas etc.

De acordo com o CFP “não há posicionamento contrário à regulamentação da Medicina (mas) da forma como foi enviado à presidente, o projeto torna privativo aos médicos os diagnósticos de exames e a prescrição terapêutica. A restrição compromete princípios básicos do SUS, como o tratamento integral e multidisciplinar.” Além disto o projeto prevê “indicação de tratamento e a realização de procedimentos invasivos e, ainda, a possibilidade de atestar as condições de saúde, desconsiderando a trajetória das demais profissões que constituem o cenário da saúde pública na ótica do SUS”

Os conselhos regionais e sindicatos organizaram protestos também por todo país no mesmo horário. Em Campo Grande, o ponto de encontro será na Praça do Rádio Clube. Em Alagoas na Praça do Centenário, Farol às 15 horas, com saída prevista às 16 horas. Em Florianópolis em frente ao TICEN às 17 horas.

O Sindicato dos Psicólogos de São Paulo (SinPsi) fará um ato será nesta hoje, 3 de julho, às 18h, no vão livre do Masp, à Av. Paulista (metrô Trianon-Masp).

PASSEATA DÁ CHABU E MOSTRA DESPOLITIZAÇÃO DOS MANIFESTANTES ENQUANTO ISSO A SELEÇÃO CONSEGUE UM 2 A 1

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A passeata ocorrida nesta quarta-feira em Manaus, organizada pelo movimento chamado de independene, teve uma redução no número de manifestantes e que pode estar relacionado a dois motivos: a população manauara sentiu que os movimentos estão por demais ocultos e pelo fato das medidas anunciadas pela presidenta Dilma e a rejeição da PEC 37 ter englobado as demandas dos manifestantes. De qualquer forma em todo país após o Movimento Passe Livre ter se retirado das manifestações e dos envolvimentos de grupos violentos infiltrado, a classe média que os manifestantes representam deixou em partes as ruas.

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Mesmo assim por volta de 5.000 manifestantes se concentraram desde o início da tarde na Praça São Sebastião, no Centro de Manaus para produzir seus cartazes e se organizarem. O espaço também foi propício para os vendedores ambulantes que aproveitam as manifestações para vender inflacionadamente apitos, bandeiras do Brasil, cartolinas, pinceis entre outros objetos. Estavam presente também oportunistas como o poeteiro Thiago de Mello, velho amigo de Amazonino e sua turma que buscou se englamourar em meio aos jovens e as redes de TVs.

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Esteve presente o movimento LGBT com a sua representante Bruna Laclose, que estavam distribuindo panfletos informativos sobre a homofobia, além de preservativos aos presentes.

Encontramos o militante Rosinaldo que atua junto ao movimento LGBT e aos Garotos da Noite e que falou com o nosso bloguinho sobre a presença do movimento LGBT no evento e as suas conquistas enquanto coletividade.

Hoje a Associação Garotos da Noite tem diversos trabalhos mais voltados para a comunidade LGBT. Temos conseguido algumas vitórias como o nome social para as travestis a nível de estado onde os travestis já podem utilizar em sala de aula seu nome social, para evitar aquela evasão da sala de aula, pois aquela situação de as meninas irem para a escola e por estarem travestidas, diretores e professores insistiam em chamar pelo nome hetero e isto é muito constrangedor para elas. Por isso a Associação entrou com uma proposta para que o conselho de educação apóia-se e adotasse o nome social das meninas. Foi aprovado e hoje elas já podem ir à Secretaria de Educação e à escola em que ela estuda para que mude para o nome social dela. Hoje estamos aqui lutando pela aprovação da PL 122 pois alguns pastores evangélicos dizem que há uma ditadura gay, onde ninguém pode se manifestar contra a comunidade. Não é bem assim, a gente quer sim respeito e dignidade que é um direito de todo cidadão, independente de sua raça, cor ou escolha sexual. Estamos também divulgando para muitas pessoas saberem o que é a PL 122 que fica muito em evidência aquilo que as pessoas acham que é: a ditadura gay. Isto por que os evangélicos passam para sociedade que ninguém poderá se manifestar contra a gente, não é por aí. Todos tem direitos de falar o que quiser, pois vivemos em um país democrático para isto, liberdade de expressão. Mas tendo esta liberdade tem de haver critérios, um meio de não ofender, discutir e debater democraticamente.

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A organização desta passeata foi feita no facebook por um grupo denominado de Movimento Independente que convidou através desta ferramenta da internet alguns manauaras a se manifestarem nas mais diversas pautas que intrigam cada manifestante. Conversamos com um dos envolvidos no movimento, o advogado Fábio Amorim (segundo na foto acima) que falou das diversas propostas do movimento e de sua organização:

O movimento independente surgiu de uma vontade de um grupo pequeno, que depois foi crescendo e hoje estamos com 70 pessoas na organização, de promover um espaço aberto na internet que fosse realmente democrático. Nós sofremos algumas atitudes pelo ato 2 em que nós não concordamos e que gerou inclusive uma quebra e até uma falta de organização pois chegou no final e não tínhamos uma pauta definida, uma ação definida, não sabíamos o que estávamos fazendo lá. Nós apenas estávamos reivindicando sem saber o que a gente queria na verdade. E a gente resolveu organizar um movimento que agora está grande e que não tem líderes, não tem organizadores e a nossa única meta é realmente aglutinar mais pessoas e definir uma pauta específica para gente lutar. Esta pauta foi debatida no grupo, onde até hoje quando eu pude olhar tinha 8.500 pessoas confirmadas e acredito que deva ultrapassar este número. Nós decidimos que a pauta seria a educação e o salário dos professores do Amazonas; a questão da saúde pública por que a gente sabe que principalmente em nosso estado o interior é precário pois o cidadão no interior é obrigado a vir para capital para poder mais custo pro estado no chamado TFD que é quanto o estado gasta para transferir um paciente; temos a questão da PEC 37 que foi uma vitória do povo que derrubou, tem a PEC 33 que é uma limitação no poder do STF que acreditamos interferir no peso e contrapeso pra dividir os 3 poderes, onde cada um não pode intervir no outro, então o STF não pode sofrer uma limitação no seu poder judicante; a questão do encarceramento dos mensaleiros de todos partidos e que sabemos que tem um processo que deve ser seguido até o final com o transito em julgado das sentenças condenatórias, mas o que não admitimos é que nossos parlamentares e presidentes de casas legislativas sejam réus destes tipos de crime e ninguém fale nada. Louvando é lógico todo o trabalho que foi realizado, das pessoas que estavam engajada nesta luta. A questão não é entrar em mérito de partido, pois é o corrupto que está lá, ele não pode estar no poder, independente de qual partido ele seja e como não temos ideologia partidária não defendemos nem um partido, nem outro, só condenamos a corrupção. Outra pauta mais específica é a questão dos nossos casos amazonenses que merecem repúdio e atitudes veementes da nossas autoridades para que não cultivemos esta ideologia da impunidade. Não podemos admitir prefeito ficha suja, condenações do TCE, do TCU, com abuso de poder econômico e sendo notoriamente pedófilo. E hoje estamos cobrando das autoridades o que é nosso de direito.

Às 17 horas os manifestantes se organizaram na Av. 10 de julho e momentos antes de sua saída, o carro de som anuncia que o prefeito Arthur Virgílio, do partido paulistano PSDB, havia cancelado o último aumento de tarifa e que a partir da próxima semana volta a custar R$ 2,75. O anúncio do prefeito junto com o governador no momento da manifestação foi uma atitude aproveitadora e seu anúncio pelo carro de som acabou sendo uma propaganda velada para o prefeito que aumentou a passagem em apoio aos empresários logo que assumiu o governo e que agora “retrocede”. Mesmo assim ninguém questionou o por que se aumentou e cobrou a mais da população durante estes meses. Se o preço ‘justo” é 2,75 para onde foi o excedente dos 3,00 reajustados? É assim que a população que festeja alesadamente é ludibriada e mostra não tem nenhuma força sobre as desdecisões do prefeito da não-cidade.

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Curiosamente após a manifestação ganhar as ruas, o nome de Arthur desapareceu dos gritos do carro de som, mesmo sendo ele o responsável direto pela situação caótica da cidade. Foram gritados nomes como de políticos como Ricardo Nicolau, Omar, Alfredo, Eduardo Braga, Belarmino Lins entre outros. Mas a ausência do nome do prefeito realmente mostrou a passividade e falta de entendimento político do movimento que depende de ideias.

Quanto os cartazes dos manifestantes alguns tocaram na irresponsabilidade do prefeito junto as várias áreas do serviço público, porém estes foram a minoria. Desta forma concordamos com o entendimento colocado por Cynara Menezes de que “quem protesta contra tudo não protesta contra nada.”

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Assim percebia nas faixas centenas de reivindicações envolvendo temas como Ato Médico, Criação de novos CAPS, Passe Livre, Desconcursados pela imparcialidade e nomeação nos concursos públicos, saúde, educação, Contra as terceirizações feitas pelo Governo do estado, justiça no transito, lutas relacionadas as PECs 33, 215,280, 300, Interesses de classes como médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, psicólogos, dentistas e até pessoas defendendo bandeiras reacionárias e descabidas como a favor da Redução da Maioridade Penal, contra as obras do PAC/infraestrutura, contra o ex-jogador Ronaldo “surubeiro” e até apoio a seleção brasileira. Algumas faixas ainda usava de frases envolvendo o entretenimento imobilizador de Harry Potter e outros desenhos da indústria $inematográfica.

A maior parte das questões envolvidas dependem de encaminhamentos do parlamento federal e portanto não tocam nos problemas do cotidiano da população cuja responsabilidade é do prefeito Arthur Neto que saiu quase ileso devido a despolitização dos manifestantes. Despolitização não no sentido partidário, mas no sentido de se colocar como parte ativa da existência de uma cidade no intuito de transforma-la. Assim percebe-se que o movimento embora com um projeto bem escrita e elaborada não vai para rua como coletividade capaz de um debate mais profundo sobre os problemas da não-cidade de Manaus.

Nesta passeata estiveram presente também diversos estudantes de medicina além de medicos formados. A maioria dos profissionais que atuam na área que estavam presents desconhecia o fato de que o governo federal se propos a criar 35 mil vagas de emprego com contrato federal direto, voltado a médicos brasileiros. A maioria dos que conversaram com o bloguinho acreditavam, em sua desinformação, que o governo federal contrararia 35 mil médicos estrangeiros, quando na verdade os estrangeiros são apenas uma alternativa caso faltem profissionais brasileiros. Enquanto isto a classe médica culpa o PT e o governo federal do problema da saúde de Manaus, que é responsabilidade principal de Arthur e Omar.

Nosso bloguinho afinsophia perguntou aos estudantes de medicina e médicos sobre a situação da saúde no Amazonas e no interior do Estado. Abaixo a fala de dois estudantes de medicina.

Não faltam médicos, nós não temos estrutura de trabalho. Se você for procurar em todos hospitais tem falta de leito, falta de medicamento, falta de material, falta tudo. E o médico está sempre ali. Só que atualmente o médico é preso em um contrato de boca a boca com a prefeitura e o médico não tem garantia nenhuma de receber o seu salário. Eles oferecem 30 mil e você recebe 2 meses, no 3º atrasa, depois não pagam. Isto acontece geral com as prefeituras no interior. Você fica um mês sem receber, depois cortam pela metade seu salário e o médico fala: Não estou recebendo, vou embora. A gente não tem condição nenhuma de se manter no local. Eu trabalharia no interior mas com condição, com plano de carreira, regulamentado. Ontem estávamos na Assembleia tentando que os parlamentares assinem um plano de carreira estadual onde o médico vai fazer concurso público que não tem faz tempo. Senão você vai trabalhar em um lugar sem condição nenhuma, pro povo morrer na sua mão. Então pra ganhar pouco, não ter condição e morrer gente na sua mão prefiro ficar em um lugar onde vou ganhar menos e trabalhar mais com condições de trabalho como por exemplo as capitais. No interior falta gente por que o pessoal não quer ir pra morre gente na mão, já que o CRM vai investigar o médico e não o político que contratou sem dar condição.

Winer, Acadêmico de Medicina da Nilton Lins

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A situação da saúde no Amazonas é precária devido a falta de investimento na saúde. Médicos têm, o que falta é investimento. O que acontace no interior do Amazonas é que a falta de médico ocorre pela falta de estrutura. Ninguém quer ir pra lá pois não tem estrutura, não tem raio X, não tem eletrocardiograma, não tem exame sanguineo, isto que falta. Eu sou do interior, de São Gabril da Cachoeira , e na minha cidade não há falta de médico, há falta de estrutura e é isto que acontece sem investimento na saúde. Eu trabalharia no interior e na minha cidade pra ajudar de uma certa forma, eu faria o possível e o impossível para ajudar e é por isto que estou aqui. A minha cidade só está em situação regular por que tem o exército que dá uma força, e se não tivesse a situação estaria muito ruim.

Vanilson, Acadêmico de Medicina da UEA

Desta forma a passeata dos estudantes seguiu até a Assembleia Legislativa do Estado onde deixaram seus cartazes para que os deputados e servidores da casa, além de parte da população tivesse contato com o mar de insatisfações, que em sua falta de objetividade continua deixando o prefeito de Manaus ileso, a continuar desgovernando a cidade e lesando/enganando a população que o aclama gloriosamente como o rei da direitaça amazonense.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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