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LULA JÁ HAVIA DITO SER NECESSÁRIA A REFORMA DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU, AGORA DILMA REAFIRMA

images-cms-image-000451206A presidenta Dilma Vana Rousseff, em Nova York, para participar na segunda-feira, dia 28, da 70ª Assembleia-Geral da ONU, disse durante discurso na reunião do G4 composto, além do Brasil, Alemanha, Índia e Japão, que se faz necessária à reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

Para Dilma essa reforma se faz necessária porque desde a fundação da ONU, em 1945, o mundo passou por muitas mudanças. Naquela época havia 51 estados e o Conselho era composto por 11 estados, agora são 193 estados e o Conselho é composto apenas de 15 estados.

Dilma falou também sobre as mudanças climáticas, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que substituem os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) que se encontra em vigor até o fim do ano.

“Acredito que quando se trata da paz e segurança coletiva, que hoje estão ameaçadas, os resultados não avançam muito. Por isso, a reforma do Conselho é a principal questão pendente. Nós precisamos de um Conselho renovado, que reflita adequadamente a nova correlação de forças mundial.

Em 1945 eram 61 estados que integravam a Assembleia-Geral das Nações Unidas e o Conselho de Segurança tinha 11 membros, portanto, 22%. Hoje são 193 estados e um Conselho composto de 15 membros. Portanto, uma queda bastante significativa do percentual de representação.

Acredito que a adoção, este ano, da agenda 2030, vai permitir que se dê passos concretos para que nós encontremos soluções para um problema relevante, que é a questão da mudança do clima”, discursou Dilma, a presidenta que as direitas frustradas invejam e odeiam. Também conhecidas por direitas degeneradas ou aberrantes.

PALESTINA PEDE POSIÇÃO DA ONU CONTRA VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS DAS CRIANÇAS PRATICADA POR ISRAEL

d16b0f45-3e0a-4cf3-a6c6-0d768477fc30“Vinde a mim as criancinhas”. Afirmam que Cristo falou como prospectiva de vida e amor dos estão libertos da sujeição da imoralidade adulta. Para o governo palestino Israel tem praticado exatamente o contrário dos desígnios de Cristo.

O embaixador da Palestina, Riyad Mansou, pediu a Organização das Nações Unidas (ONU) que adote uma posição contra a violação dos direitos humanos das crianças praticada por Israel. As crianças palestinas estão sendo presas por membros do governo israelense e confinadas em delegacias onde são interrogadas sem a presença de seus pais.

De acordo com declaração da criança identificada como Ahmad Zaatari, que ficou presa em uma delegacia, ela foi ameaçada e teve muito medo com o que poderia lhe acontecer.

“A violação dos direitos infantis por Israel em território ocupado são crimes intoleráveis e inaceitáveis. Por isso, a Palestina pede a comunidade internacional atuação para fornecer proteção necessária às crianças.

A cada dia e de incontáveis formas, as crianças palestinas são vítimas das violações dos direitos humanos por parte de Israel.

A experiência é traumática e dolorosa para qualquer criança de qualquer idade”, diz a nota divulgada pelo governo palestino.

O desrespeito em relação aos direitos à vida das crianças palestina praticado por Israel é facilmente percebido diante do resultado dos bombardeios que atingiram a Faixa de Gaza. Mais de 200 crianças mortas e 2,5 feridas no último ano por ação infanticida do Exército de Israel.

Lá as crianças são assassinadas. Aqui os parlamentares querem prendê-las com diminuição da maioridade.

“QUE OS RICOS PAGUEM MAIS E QUE OS POBRES PAGUEM MENOS” TARIFA DA ÁGUA, DIZ RELATOR ESPECIAL DA ONU SOBRE ÁGUA

81gzf9vna7_5k5br27l66_fileTodos que se encontram preocupados com o meio ambiente sabem que a maior ameaça que humanidade passe é em relação ao consumo e poluição da água. A água, como o ar que ainda não foi capitalizado, é a substância imprescindível para a vida. É lógico, que não só a vida humana. Daí a necessidade de uma política em que todos estejam envolvidos em sua preservação.

Alguns governos, com ideias desgovernadas, tomam como medida para resguardar o consumo da água um preço que eles acreditam controlar o consumidor. De acordo como o pesquisador e relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU), Léo Heller, essa medida é temerária. Para ele o que pode ser feito com eficácia é “que os ricos paguem mais e os mais pobres paguem menos, uma transferência interna no sistema de cobrança”.

Para ele esse sistema de cobrança de todos pagarem o quanto gasta, sai de uma falsa ideia de que o pobre, gasta menos água.

“Isso não é necessariamente verdade. Muitas vezes as populações mais pobres têm famílias mais numerosas, têm menos equipamentos domiciliares economizadores de água. Como resultante desse modelo de cobrança, isso pode levar a consumos muito baixos, desconexões, sacrificando a saúde dessas pessoas”, afirmou Heller.

De acordo com que afirma o pesquisador, pode-se inferir que o modelo de cobrança em relação às famílias pobres representa um perverso recurso, por parte dos governos, de restrição de imposição que coloca os pobres em posição cada vez mais explorada e humilhada por parte da administração pública. Daí a necessidade de que os pobres paguem menos que os ricos. Os ricos têm seus tanques que acumulam grande quantidade de água e podem esbanjar de acordo com sua estupidez-individualista.

GOVERNO BRASILEIRO REPUDIA ASSASSINATO DOS 21 TRABALHADORES CRISTÃOS-EGÍPCIOS

images-cms-image-000418614Na semana passada, 21 trabalhadores cristãos-egípcios foram sequestrados na cidade de Sirte, no norte da Líbia. No domingo, o grupo extremista Estado Islâmico (EI) divulgou um vídeo com os 21 trabalhadores cristão-egípcios sendo decapitados. As imagens afetaram de indignação milhões de pessoas, apesar da vida humana a muito ter perdido o valor para esses grupos e, como também, para governantes dos grandes impérios que invadem países, torturam e matam pessoas indefesas. Tudo pela ganância patológica que atua nesses governos.

Diante desse, mais um entre milhares, ato de irracionalidade e incivilidade, o governo brasileiro divulgou nota de repúdio que afirma sua política de defesa pela paz mundial.

O governo brasileiro manifesta sua indignação diante do brutal assassinato de 21 trabalhadores egípcios, alegadamente, em território líbio, por membros do grupo autodenominado Estado Islâmico.

A intolerância religiosa e o recurso à violência política merecem o mais veemente repúdio do governo e do povo brasileiro”, diz trecho da nota.

Já na noite do domingo, 15, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), em comunicado, condenou o ocorrido.

“Este crime mais uma vez demonstra a brutalidade do Estado Islâmico, que é responsável por crimes e abusos contra pessoas de todos os credos, etnias e nacionalidades, sem olhar a qualquer valor básico da humanidade”, diz parte do comunicado.

Quando era presidente, Lula chamou várias vezes à atenção para o papel da ONU. Para Lula, esse organismo precisava mudar sua política de atuação nos conflitos internacionais. Para ele a entidade apresentava um claro posicionamento ideológico tendente às forças dos Estados Unidos e alguns países europeus. O que se mostrava uma clara impotência quando se tratava de contrariar os interesses desses países.

Daí, que se tratando da irracionalidade dos assassinatos, a ONU tem razão em seu posicionamento. Mas ela precisa, como dizia Lula, tomar a mesma posição condenadora a atos cometidos pelas chamadas grandes potências. Uma posição que ela não teve quando da invasão e dominação da própria Líbia, território que se afirmam encontra-se os terroristas do EI.

Os assassinatos não só são condenáveis em si mesmos, mas por trata-se, também, de uma violência-mundial contra a categoria dos trabalhadores que são desumanamente explorados para sustentar a classe burguesa e estados totalitários e de falsas democracias. Assim, com esses assassinatos, é classe trabalhadora, com seu espírito internacional, quem se encontra de luto. Eram cristãos por religião, mas trabalhadores por ideologia engajada na construção da história.

NO DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS SECRETÁRIO-GERAL DA ONU PEDE AOS LÍDERES DO MUNDO QUE ATÉ 2030 A AIDS TENHA ACABADO

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O Dia Mundial de Luta Contra a Aids, comemorado ontem dia 1°, teve como compromisso o pedido do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, aos líderes mundiais para que eles se envolvam no combate a aids para que ela esteja debelada até o ano de 2030.

Em sua mensagem ele agradeceu todos que estão envolvidos no combate a enfermidade que para ele, comparado com vírus do ebola, o legado da aids, já é visível. Ele disse também, que embora já “haja um luz no fim do túnel”, os sistemas médicos por si só não são suficientes, por isso pediu mais apoio para combater a enfermidade.

“Apelo aos líderes mundiais para se reunirem nessa causa comum. Há uma luz no fim do túnel. Estabelecemos uma meta concreta. Vamos todos acabar com aids até 2030. Estou satisfeito e orgulho pelo caminho certo no combate a doença.

Quase 14 milhões de pessoas em todo mundo estão recebendo tratamento contra aids. Conseguimos reduzir novas infecções em 38%, desde 2001. Existem 35 milhões de pessoas vivendo com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) hoje e, dia e cerca de 19 milhões delas não têm conhecimento de que contraíram o vírus.

Existem lacunas importantes na nossa resposta a grupos-chave. Duas em cada três crianças necessitam de tratamento e não dispõem dele. As mulheres jovens são particularmente vulneráveis em muitos países com prevalência alta de HIV. A epidemia da aids está aumentando no Leste da Europa, na Ásia Central e no Oriente Médio, alimentada pelo estigma, a discriminação e as leis punitivas.

Ainda assim, o trabalho essencial dos sistemas de comunidade e organizações de apoio muitas vezes não dispõe de apoio. Não podemos deixar ninguém para trás”, afirmou o secretário-geral ad ONU.  

BRASIL É RFERÊNCIA EM AGRICULTURA FAMILIAR, SEGUNDO OFICIAL DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS

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A oficial de Assuntos Econômicos da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), da Organização das Nações Unidas (ONU), Mônica Rodrigues, divulgou, que na América Latina, o Brasil é referência na questão da agricultura familiar no continente. A afirmação ocorreu no 2° Fórum de Agricultura da América do Sul que ocorre na Foz do Iguaçu, e foi encerrado ontem, dia 28.

Mônica ressaltou que a exportação da imagem de que o governo brasileiro apoia a agricultura familiar, fortalece esse entendimento fora do país. Ela destacou a experiência que a América Latina tem no setor de alianças agrícolas pública-privada. A democracia que o Brasil vive possibilita o diálogo entre o governo e os grupos privados. Ela também falou sobre o uso das novas tecnologias nas ações da agricultura e sua importância na produção.

“Um dos produtos que o Brasil exporta é a imagem de governo que apoia a agricultura familiar. É muito interessante ver isso quando estamos em outros países. É o único país da América Latina que tem um ministério de desenvolvimento agropecuário focado nos pequenos produtores. É um avanço e o Brasil é referência.

Os recursos são limitados, e o governo tem de eleger áreas para apoiar. Por isso, acho importante o tema da participação privada. Talvez essa seja um das áreas em que o Brasil tenha a aprender com países latinos. Por ser um país com muitos recursos, possivelmente há dependências de políticas públicas centralizadas pelo Estado.

Também temos de ver como os agentes privados ocupam, ou não, o espaço de participação. Não basta essa possibilidade. Necessitamos de uma iniciativa privada para que as experiências se desenvolvam.

As tecnologias específicas para o agronegócio são temas importantes para todas as cadeias produtivas, que necessitam articulação entre temas que as pessoas só precisavam sentar e conversar”, observou Mônica Rodrigues.

MANAUS APRESENTA O MENOR ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO, MOSTRA ADHRMB. SE NÃO FOSSEM AS POLÍTICAS DOS GOVERNOS LULA SERIA PIOR

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O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentou seu relatório pesquisado entre os anos de 2000 e 2010 que mostra que as políticas sociais dos governos popular de Lula impulsionou o aumento do índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)das regiões metropolitanas.

O estudo mostrou que a diferença do IDHM entre as regiões metropolitanas diminuiu. Por exemplo, a diferença entre as capitais de São Paulo e Manaus que era de 22,1% caiu para 10,3%. O indicador usado pelo estudo leva em consideração longevidade, educação e renda.

A pesquisa foi realizada em 16 regiões. São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza, Curitiba, Vitória, Florianópolis, Cuiabá, Distrito Federal, Goiânia, Natal, Belém e Manaus. Todas as capitais apresentam IDHM acima de 0, 007. Para entender basta seguir o ponto numérico ordinal. Quanto mais próximo de 1 maior é o desenvolvimento. Maior que 1desenvolvimento mais alto.

A pesquisa mostra que a dimensão educação foi a que mais se expressou comparada a longevidade e renda. Em 2000, a disparidade maior entre as regiões ficava por conta de São Paulo e Manaus. São Paulo com 0, 592 e Manaus com 0, 414. No ano de 2010, a disparidade ficou entre São Luiz, com 0, 737, e Manaus, com 0, 636.

O CASO MANAUS

Entretanto, embora o estudo mostre que a desigualdade diminuiu pela metade entre as regiões metropolitanas, ele mostra também, que Manaus é capital com o menor índice de desenvolvimento humano. Posicionada em último lugar. Mas é fácil entender essa posição. Tudo é muito simples. Apesar das políticas sociais aplicada na capital pelos governos Lula, todavia Manaus sempre foi dominada por prefeito sem qualquer dimensão política. O cargo de prefeito sempre foi ocupado por reacionários que nunca tiveram o sentido político de cidade.

Há décadas Manaus é dirigida por famílias e partidos políticos coligados com membros dessa família. Família Mendes, família Braga, família Alfredo, família Serafim e agora, família Virgílio, pela segunda vez. Embora tenha o apelido de metrópole, Manaus continua uma província onde os personagens familiares são seus ilustres representantes. Em qualquer expressão de Manaus se encontra vigorando alguém que tem origem em famílias provincianas.

O atual prefeito Arthur Neto, do PSDB, partido da burguesia-ignara e mentor da corrupção nos últimos 20 anos, é um amante e defensor das expressões provincianas. Sua campanha política tinha como um dos motes a revitalização do centro de Manaus cuja história é marcada por uma classe burguesa racista e exploradora. O passado é tido como nostalgia, que Freud chamaria de melancolia ou angústia de separação. Perda o Eu que nunca se teve.

Deve-se contar nessas prefeituras, a relação feudal que foi construída em cargos públicos com personagens tíbios, sem voz ativa, fáceis de executar ordens contra o que é publico. Como exemplo, a educação. Professores são facilmente cooptados para ocupar cargos de direção que seguem os interesses particulares desses prefeitos. Houve um momento em que, o então prefeito na época, Serafim realizou concurso para diretores de escola, mas logo tudo degenerou em capachismo. O que significa que a educação em Manaus, na verdade no Amazonas, nunca teve o sentido transformador e criador.

 No mais, não surpreende essa posição de Manaus, um local que sobrevive quase que exclusivamente do Distrito Industrial e do comércio. E que se não fossem as políticas sócias dos governos Lula e Dilma, seria muito pior. Por essa realidade, que muitas pessoas afirmam que Manaus não precisa de prefeito. Bastam as políticas sociais do governo federal.

DAS VÍTIMAS DO TRÁFICO HUMANO 70% SÃO MULHERES, DIZ ONU EM SEU RELATÓRIO GLOBAL SOBRE TRÁFICO DE PESSOAS

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Depois de analisar 40 mil casos relatados entre os anos de 2010 e 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou, em Viena, seu Relatório Global Sobre Tráfico de Pessoas Humanas. O relatório apresenta um estudo do problema mundial que atinge 152 de origem e 124 de destino. Nele encontra-se afirmado que nesse tipo de escravidão moderna 70% das vítimas são mulheres e que 5% são menores de idade. O que corresponde uma menor em três vítimas. O estudo mostra que são milhões de pessoas vitimadas.

Embora o tráfico humano seja definido como a prática de recrutar, transportar e reter pessoas através da coerção ou engano, para explorá-la com os fins de trabalho, mendigar, tráfico de órgãos, o tráfico para exploração sexual é o mais frequente. Segundo o Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crimes (UNODC), na escala global a exploração sexual representa 53% dos casos. De acordo com o escritório, há diferenças de tráficos de acordo com as regiões. Na África e na Ásia o tráfico tem como objetivo a exploração para o trabalho. Já na Europa predomina e exploração sexual, e na América os dois tipos de tráficos.

O mapa do tráfico mostra que na África e no Oriente Médio a maioria das vítimas é menor, chegando a um total de 62%. Na Europa as vítimas menores representam 18%. Mas esses números estão sendo defasados em vista de que está havendo um crescimento no tráfico de menor.

 O setor manufatureiro, têxtil, construção e doméstico são os que mais apresentam trabalhos forçados. Segundo a ONU nos últimos anos essa realidade tem aumentado e 35% vítimas são mulheres. De acordo com o relatório tem aumentado o tráfico para trabalho forçado como mendigar, obrigar menores a furtar e combater em conflitos armados.

A impunidade em função da complexidade transnacional do crime, abertura nas leis e funcionários despreparados permite a prática desse tipo de crime internacional. E mais, a forma como estão organizadas as quadrilhas internacionais e o lucro que obtém com esse tipo de crime que chega, segundo a ONU, a R$ 32 bilhões, é um atrativo. Ainda segundo o relatório, 72% dos que foram condenados são dos países onde ocorreram as explorações.

“Muitas pessoas vivem em países com leis que não estão em conformidade com os padrões internacionais que possam dar-lhe plena proteção.

Todos já vimos uma vítima do tráfico humano, mas não a reconhecemos. Os governos devem enviar um claro sinal que o crime não será tolerado”, disse Yury Fedotov, diretor-executivo do UNODC.

 

 

DILMA DISCURSA NA 69ª ASSEMBLEIA DA ONU MOSTRANDO A SUPERIORIDADE DO BRASIL NO COMBATE À CORRUPÇÃO, POBREZA E OUTRAS POLÍTICAS

A presidenta Dilma Vana Rousseff, que se encontra em primeiro lugar na disputa das eleições presidenciais com possibilidade de ser reeleita no primeiro turno, segundo o Instituto Vox Populi, discursou na 69ª Assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU). Sendo a primeira mulher a abrir um encontro da entidade internacional, fato que ocorreu no ano de 201, Dilma mostrou total segurança para falar do grau de superioridade que o Brasil passou a ter, referente às políticas nacionais para o desenvolvimento, depois que iniciou o governo popular no Brasil implantado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que agora tem continuidade em seu governo.

Seu discurso foi ouvido e visto por 193 líderes mundiais de países que são membros da ONU. Depois de saudar todos os presentes e, especialmente, Sam Kahamba Kutesa, ministro dos Negócios Estrangeiros de Uganda e presidente da reunião, Dilma discorreu sobre os trinta anos de redemocratização do Brasil e seu atual momento de crescimento e desenvolvimento tendo como base a política de oportunidade e igualdade para todos os brasileiros.

Em seu discurso sobre política internacional, Dilma, voltou a reafirmar a posição do Brasil contra o recurso da força para tentar solucionar conflitos em alguns países. Para ela, esse tipo de posição não atinge a causa principal que gera os conflitos. Ela demonstrou o caso da Palestina, a guerra civil na Síria, a deterioração do Iraque, a insegurança na Líbia, conflitos no Sahel e na Ucrânia. Dilma também tratou da necessidade de reformulação do Conselho de Segurança da ONU.

Leia, na íntegra, o discurso da presidenta que deixou as direitas segregando com exacerbação suas bílis invejosas.

“Embaixador Sam Kutesa, presidente da 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas, senhor Ban Ki-moon, secretário-geral das Nações Unidas, excelentíssimos senhores e senhoras chefes de Estado e de Governo

Senhoras e Senhores,

Para o Brasil – que tem a honra e o privilégio de abrir este debate – é grande a satisfação de ver na Presidência desta Sessão da Assembleia Geral um filho da África. Os brasileiros somos ligados por laços históricos, culturais e de amizade ao continente africano, cuja contribuição foi e é decisiva para a constituição da identidade nacional de meu país.

Senhor presidente, abro este Debate Geral às vésperas de eleições, que vão escolher, no Brasil, o Presidente da República, os governos estaduais e grande parte de nosso poder legislativo. Essas eleições são a celebração de uma democracia que conquistamos há quase trinta anos, depois de duas décadas de governos ditatoriais. Com ela muito avançamos também na estabilização econômica do país.

Nos últimos doze anos, em particular, acrescentamos a essas conquistas a construção de uma sociedade inclusiva baseada na igualdade de oportunidades.

A grande transformação em que estamos empenhados produziu uma economia moderna e uma sociedade mais igualitária. Exigiu, ao mesmo tempo, forte participação popular, respeito aos direitos humanos e uma visão sustentável de nosso desenvolvimento.

Exigiu, finalmente, uma ação na cena global marcada pelo multilateralismo, pelo respeito ao direito internacional, pela busca da paz e pela prática da solidariedade.

Senhor presidente, há poucos dias a FAO informou que o Brasil saiu do mapa da fome. Essa mudança foi resultado de uma política econômica que criou 21 milhões empregos, valorizou o salário básico, aumentando em 71% seu poder de compra. Com isso, reduziu a desigualdade.

Trinta e seis milhões de brasileiros deixaram a miséria desde 2003; 22 milhões somente em meu governo. Para esse resultado contribuíram também políticas sociais e de transferência de renda reunidas no Plano Brasil Sem Miséria.

Na área da saúde, logramos atingir a meta de redução da mortalidade infantil, antes do prazo estabelecido pelas Metas do Milênio.

Universalizamos o acesso ao ensino fundamental. Perseguimos o mesmo objetivo no ensino médio. Estamos empenhados em aumentar sua qualidade, melhorando os currículos e valorizando o professor.

O ensino técnico avançou com a criação de centenas de novas escolas e a formação e qualificação técnico-profissional de 8 milhões de jovens, nos últimos quatro anos.

​Houve uma expansão sem precedentes da educação superior: novas universidades públicas e mais de 3 milhões de alunos contemplados com bolsas e financiamentos que garantem acesso a universidades privadas.

Ações afirmativas permitiram o ingresso massivo de estudantes pobres, negros e indígenas na universidade.

Finalmente, os desafios de construção de uma sociedade do conhecimento ensejaram a criação do Programa Ciência sem Fronteiras, pelo qual mais de 100 mil estudantes de graduação e pós-graduação são enviados às melhores universidades do mundo.

Por iniciativa presidencial, o Congresso Nacional aprovou lei que destina 75% dos royalties e 50% do fundo de recursos do pré-sal para a educação e 25% para a saúde.

Vamos transformar recursos finitos – como o petróleo e o gás – em algo perene: educação, conhecimento científico e tecnológico e inovação. Esse será nosso passaporte para o futuro.

Senhor presidente, não descuramos da solidez fiscal e da estabilidade monetária e protegemos o Brasil frente à volatilidade externa.

Assim, soubemos dar respostas à grande crise econômica mundial, deflagrada em 2008. Crise do sistema financeiro internacional, iniciada após a quebra do Lehman Brothers e, em seguida, transformada em muitos países em crise de dívidas soberanas.

Resistimos às suas piores consequências: o desemprego, a redução de salários, a perda de direitos sociais e a paralisia do investimento.

​Continuamos a distribuir renda, estimulando o crescimento e o emprego, mantendo investimentos em infraestrutura.

​O Brasil saltou da 13ª para a sétima maior economia do mundo e a renda per capita mais que triplicou. A desigualdade caiu.

Se em 2002, mais da metade dos brasileiros era pobre ou muito pobre, hoje três em cada quatro brasileiros integram a classe média e os extratos superiores.

No período da crise, enquanto o mundo desempregava centena de milhões de trabalhadores, o Brasil gerou 12 milhões de empregos formais.

Além disso, nos consolidamos como um dos principais destinos de investimentos externos.

Retomamos o investimento em infraestrutura numa forte parceria com o setor privado.

Todos esses ganhos estão ocorrendo em ambiente de solidez fiscal. Reduzimos a dívida pública líquida de aproximadamente 60% para 35% do PIB.

A dívida externa bruta em relação ao PIB caiu 42% para 14%.

As reservas internacionais foram multiplicadas por dez e assim, nos tornamos credores internacionais.

A taxa de inflação anual também tem se situado nos limites da banda de variação mínima e máxima fixada pelo sistema de metas em vigor no país.

Senhor presidente, ainda que tenhamos conseguido resistir às consequências mais danosas da crise global, ela também nos atingiu, de forma mais aguda, nos últimos anos.

Tal fato decorre da persistência, em todas as regiões do mundo, de consideráveis dificuldades econômicas, que impactam negativamente nosso crescimento.

Reitero o que disse, no ano passado na abertura do Debate Geral. É indispensável e urgente retomar o dinamismo da economia global. Ela deve funcionar como instrumento de indução do investimento, do comércio internacional e da diminuição das desigualdades entre países.

No que se refere ao comércio internacional, impõe-se um compromisso de todos com um programa de trabalho para a conclusão da Rodada de Doha.

É imperioso também, senhor presidente, pôr fim ao descompasso entre a crescente importância dos países em desenvolvimento na economia mundial e sua insuficiente participação nos processos decisórios das instituições financeiras internacionais, como o FMI e o Banco Mundial. É inaceitável a demora na ampliação do poder de voto dos países em desenvolvimento nessas instituições.

O risco que estas instituições correm é perder sua legitimidade e eficiência.

Senhor presidente, com grande satisfação o Brasil abrigou a VI Cúpula dos Brics. Recebemos os líderes da China, da Índia, da Rússia e da África do Sul num encontro fraterno, proveitoso que aponta para importantes perspectivas para o futuro.

Assinamos os acordos de constituição do Novo Banco de Desenvolvimento e do Arranjo Contingente de Reservas. O Banco atenderá às necessidades de financiamento de infraestrutura dos Brics e dos países em desenvolvimento.

O Arranjo Contingente de Reservas protegerá os países de volatilidades financeiras. Cada instrumento terá um aporte de US$ 100 bilhões.

Senhor presidente, a atual geração de líderes mundiais – a nossa geração – tem sido chamada a enfrentar também importantes desafios vinculados aos temas da paz, da segurança coletiva e do meio ambiente.

Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças.

O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia.

A cada intervenção militar não caminhamos para a paz mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos. Verifica-se uma trágica multiplicação do número de vítimas civis e de dramas humanitários. Não podemos aceitar que essas manifestações de barbárie recrudesçam, ferindo nossos valores éticos, morais e civilizatórios.

Tampouco podemos ficar indiferentes ao alastramento do vírus Ebola no oeste da África. Nesse sentido, apoiamos a proposta do secretário-geral de estabelecer a Missão das Nações Unidas de Resposta Emergencial ao Ebola.

Senhor presidente, o Conselho de Segurança tem encontrado dificuldade em promover a solução pacífica desses conflitos. Para vencer esses impasses será necessária uma verdadeira reforma do Conselho de Segurança, processo que se arrasta há muito tempo.

Os 70 anos das Nações Unidas, em 2015, devem ser a ocasião propícia para o avanço que a situação requer. Estou certa de que todos entendemos os graves riscos da paralisia e da inação do CSNU.

Um Conselho mais representativo e mais legítimo poderá ser também mais eficaz. Gostaria de reiterar que não podemos permanecer indiferentes à crise israelo-palestina, sobretudo depois dos dramáticos acontecimentos na Faixa de Gaza. Condenamos o uso desproporcional da força, vitimando fortemente a população civil, especialmente mulheres e crianças.

Esse conflito deve ser solucionado e não precariamente administrado, como vem sendo. Negociações efetivas entre as partes têm de conduzir à solução de dois Estados – Palestina e Israel – vivendo lado a lado e em segurança, dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas.

Em meio a tantas situações de conflito, a América Latina e o Caribe buscam enfrentar o principal problema que nos marcou, por séculos – a desigualdade social.

Fortalecem-se as raízes democráticas e firma-se a busca de um crescimento econômico mais justo, inclusivo e sustentável. Avançam os esforços de integração, por meio do Mercosul, da Unasul e da Celac.

Senhor presidente, a mudança do clima é um dos grandes desafios da atualidade. Necessitamos, para vencê-la, sentido de urgência, coragem política e o entendimento de que cada um deverá contribuir segundo os princípios da equidade e das responsabilidades comuns, porém diferenciadas.

A Cúpula do Clima, convocada em boa hora pelo secretário-geral, fortalece as negociações no âmbito da Convenção-Quadro.

O governo brasileiro se empenhará para que o resultado das negociações leve a um novo acordo equilibrado, justo e eficaz. O Brasil tem feito a sua parte para enfrentar a mudança do clima.

Comprometemo-nos, na Conferência de Copenhague, com uma redução voluntária das nossas emissões em 36% a 39%, na projeção até 2020.

Entre 2010 e 2013, deixamos de lançar na atmosfera, a cada ano, em média, 650 milhões de toneladas de dióxido de carbono.

Alcançamos em todos esses anos as quatro menores taxas de desmatamento da nossa história. Nos últimos dez anos, reduzimos o desmatamento em 79%, sem renunciar ao desenvolvimento econômico nem à inclusão social.

Mostramos, que é possível crescer, incluir, conservar e proteger. Uma conquista como essa resulta do empenho – firme e contínuo – do governo, da sociedade e de agentes públicos e privados.

Esperamos que os países desenvolvidos – que têm a obrigação não só legal, mas também política de liderar, pelo exemplo, demonstrem de modo inequívoco e concreto seu compromisso de combater esse mal que aflige a todos.

Na Rio+20 tivemos a grande satisfação de definir uma nova agenda, baseada em Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicáveis tanto a países desenvolvidos, quanto aos em desenvolvimento.

Será crucial definirmos meios de implementação que correspondam à magnitude das dificuldades que nos comprometemos a superar. Precisamos ser ambiciosos em matéria de financiamento, cooperação, construção de capacidades nacionais e transferência de tecnologias, sobretudo em favor dos países menos desenvolvidos.

Destaco, nesse contexto, a necessidade de estabelecer um mecanismo para o desenvolvimento, a transferência e a disseminação de tecnologias limpas e ambientalmente sustentáveis.

Senhor presidente, ao lado do desenvolvimento sustentável e da paz, a ordem internacional que buscamos construir funda-se em valores. Entre eles, destacam-se o combate a todo o tipo de discriminação e exclusão.

Temos um compromisso claro com a valorização da mulher no mundo do trabalho, nas profissões liberais, no empreendedorismo, na atividade política, no acesso à educação entre outros. O meu governo combate incansavelmente a violência contra a mulher em todas as suas formas. Consideramos o século 21, o século das mulheres.

Da mesma maneira, a promoção da igualdade racial é o resgate no Brasil dos séculos de escravidão a que foram submetidos os afro-brasileiros, hoje mais da metade de nossa população.

​Devemos a eles um inestimável legado permanente de riquezas e valores culturais, religiosos e humanos. Para nós, a miscigenação é um fator de orgulho.

​ O racismo, mais que um crime inafiançável é uma mancha que não hesitamos em combater, punir e erradicar.

​O mesmo empenho que temos em combater a violência contra as mulheres e os afro-brasileiros temos também contra a homofobia. A suprema corte do meu país reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo, assegurando-lhes todos os direitos civis, daí decorrentes.

Acreditamos firmemente na dignidade de todo ser humano e na universalidade de seus direitos fundamentais. Estes devem ser protegidos de toda seletividade e de toda politização.

Outro valor fundamental é o respeito à coisa pública e o combate sem tréguas à corrupção.

A história mostra que só existe uma maneira correta e eficiente de combater a corrupção: o fim da impunidade com o fortalecimento das instituições que fiscalizam, investigam e punem atos de corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros.

Essa é uma responsabilidade de cada governo. Responsabilidade que nós assumimos, ao fortalecer nossas instituições.

Construímos o Portal Governamental da Transparência que assegura, ao cidadão, acessar os gastos governamentais, em 24 horas.

Aprovamos a lei de acesso à informação que permite ao cidadão brasileiro o acesso a qualquer informação do governo, exceto aquelas relativas à soberania do país.

Fortalecemos e demos autonomia aos órgãos que investigam e também ao que faz o controle interno do governo.

Criamos leis que punem tanto o corrupto, como o corruptor.

O fortalecimento de tais instituições é essencial para o aprimoramento de uma governança aberta e democrática.

A recente reeleição do Brasil para o Comitê Executivo da “Parceria para o Governo Aberto” vai nos permitir contribuir para governos + transparentes no plano mundial.

Senhor presidente, é indispensável tomar medidas que protejam eficazmente os direitos humanos tanto no mundo real como no mundo virtual, como preconiza resolução desta Assembleia sobre a privacidade na era digital.

O Brasil e a Alemanha provocaram essa importante discussão em 2013 e queremos aprofundá-la nesta sessão. Servirá de base para a avaliação do tema o relatório elaborado pela Alta Comissária de Direitos Humanos.

Em setembro de 2013, propus aqui a criação de um marco civil para a governança e o uso da internet com base nos princípios da liberdade de expressão, da privacidade, da neutralidade da rede e da diversidade cultural.

Noto, com satisfação, que a comunidade internacional tem se mobilizado, desde então, para aprimorar a atual arquitetura de governança da internet.

Passo importante nesse processo foi a realização, por iniciativa do Brasil, da Reunião Multissetorial Global sobre o Futuro da Governança da Internet – a NETmundial – em São Paulo, em abril deste ano.

O evento reuniu representantes de várias regiões do mundo e de diversos setores. Foram discutidos os princípios a seguir e as ações a empreender para garantir que a internet continue a evoluir de forma aberta, democrática, livre, multissetorial e multilateral.

Senhor presidente, os Estados-membros e as Nações Unidas têm, hoje, diante de si desafios de grande magnitude. Estas devem ser as prioridades desta Sessão da Assembleia Geral.

O ano de 2015 desponta como um verdadeiro ponto de inflexão. Estou certa de que não nos furtaremos a cumprir, com coragem e lucidez, nossas altas responsabilidades na construção de uma ordem internacional alicerçada na promoção da paz, no desenvolvimento sustentável, na redução da pobreza e da desigualdade.

O Brasil está pronto e plenamente determinado a dar sua contribuição.

Muito obrigada.”

A POBREZA EXTREMA NO BRASIL FOI REDUZIDA EM 75%, DIZ RELATÓRIO DA ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU) para Agricultura e Alimentação (FAO) divulgou o Mapa da Fome 2013, afirmando que o Brasil reduziu em 75% a pobreza extrema caracterizada pelo número de pessoas que vivem com menos de 1 dólar por dia.

Esse índice vem confirmar o que já vinha ocorrendo entre os anos de 2001 e 2012 quando a pobreza extrema foi reduzida em 65%. Mas ainda existem 8,2% da população vivendo com menos de 2 dólares por dia.

De acordo com o relatório é o pais que mais tem demonstrado uma grande preocupação no combate à fome, por isso ele alcanço os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio estabelecidos como metas internacionais. Ele apresenta como fator dessa mudança a criação do programa Fome Zero, em 2003, no começo do primeiro governo Lula. O programa foi criado pelo ministro do governo Lula, José Graziano, que hoje é o diretor-geral da FAO.

O programa foi criado no Ministério de Segurança Alimentar que tinha em seu corpo um conjunto de ações com um cartão que possibilitava o beneficiado a usar para comprar apenas alimentação. Depois o Fome Zero foi transformado no Bolsa Família. Ainda, segundo o relatório, o governo popular investiu no governo Dilma US$ 35 bilhões em ações de redução da pobreza no ano de 2013.

“O resultado desses esforços são demonstrados pelo sucesso do Brasil em alcançar as metas estabelecidas internacionalmente”, diz trecho do relatório.

O relatório diz também, que a América Latina aparece como o continente que mais reduziu a pobreza extrema. E mostra a Bolívia como um país que também reduziu a pobreza atingindo o índice de 40%, com um número ainda de 20% da população abaixo da linha de pobreza. O que significa que o governo Evo Morales está conseguindo atingir a meta internacional.

O que é fundamental para o desenvolvimento e a segurança da América Latina.

PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO AFIRMA QUE O BRASIL CRESCEU “NA FAIXA DE DESENVOLVIMENTO ELEVADO”.

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O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) foi apresentado pelo relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que mostra que o Brasil entre os anos de 2010 e 2012 aparece com 0,744 na faixa de desenvolvimento humano elevado, na escala de 0a 1 onde 1 é o melhor índice. Diante do resultado o organismo internacional homenageou o Brasil como um país que se encontra preocupado em mudar o cenário da pobreza no mundo.

Bem, quem acompanha a política brasileira sabe que depois que os governos populares passaram a administrar o país, as políticas públicas implementadas por eles contribuíram enormemente para a mudança dos comportamentos e das relações sociais do povo brasileiro.

Houve grande redução da mortalidade infantil, quesito que o Brasil é modelo para o mundo de acordo com organismos internacionais o que lhe levou a premiação. Redução de doenças crônicas não transmissíveis como as do aparelho cardiovascular, câncer e doenças respiratórias, a desnutrição crônica e o aumento da expectativa de vida. Além da diminuição de homicídios e acidentes de trânsito.

Esses programas se mostraram eficientes principalmente na diminuição da pobreza quando tirou quase 40 milhões de famílias da faixa de miséria. O que permitiu uma mobilidade social criando uma nova classe média que foi incluída em um espaço que jamais imaginou que ainda pudesse ascender. Foi um fator revolucionário tirando milhões de pessoas do estado de exclusão social para inseri-las no humano direito da inclusão social.

Mesmo observando o índice como muito positivo, a ministra de Desenvolvimento Social Tereza Campello, disse que os dados estão atrasados. Segundo ela, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) possui dados mais atualizados que mostram índices de desempenho melhores e se o Pnud tivesse feito a avaliação sobre eles a nota do Brasil seria muito melhor. Possivelmente passaria para 0.764, chegando a ocupar a 69ª posição, dez pontos à frente da posição atual, 79°.

“Continuaremos discutindo com Pnud para que sejamos avaliados por dados que reflitam os resultados das políticas públicas no Brasil.

Sabe-se que a renda de todos cresceu, mas a renda que mais cresceu foi a dos mais pobres. Outro ponto é o combate à pobreza extrema, que não é medida só por meio de renda, mas por medidas multidimensionais” disse a ministra.                                                                                      

LEI DA ANISTIA PRECISA SER REVISTA, DIZ ALTA COMISSÁRIA DA ONU, NAVI PILLAY

Para juristas e especialistas da área da justiça, o maior empecilho para julgar os agentes do Estado envolvidos nas prisões arbitrárias, sequestros, torturas e assassinatos de pessoas que contestavam a ditadura militar imposta à sociedade brasileira entre os anos de 1964 e 1985 é a Lei da Anistia. Para esses profissionais da área da justiça, a Lei da Anistia não permite o julgamento pela Justiça desses agentes que extrapolaram a ordem do Estado. Daí a necessidade de que a Lei da Anistia seja revista. Uma luta de anos travada pelos movimentos dos direitos da cidadania.

Comungando desse mesmo pensamento a sul-africana, Navi Pillay, a alta comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos, disse em Genebra que o grande obstáculo para que o Brasil faça justiça é a Lei da Anistia. E que por esse motivo é preciso que ela seja revista. Exemplificando seu pensamento, Navi Pillay, disse que a criação da Comissão da Verdade foi um grande passo para concretização da justiça, mas que não é o suficiente: ela não substitui uma investigação que precisa ser tratada pela Justiça. Segundo ela, a reparação histórica não pode se limitar à Comissão Nacional da Verdade.

Navi Pillay, também comentou sobre as violências praticadas pela polícia durante manifestações e as desapropriações violentas nos lugares onde foram feitas as infraestruturas para a Copa de 1014 e das Olimpíadas de 2016.

“A lei é um obstáculo para que a justiça seja feita às famílias. A criação da Comissão Nacional da Verdade foi um importante passo inicial, mas precisa mais apoio. Ela não substitui uma investigação. Casos precisam ser tratados pela Justiça”, disse Navi Pillay.

NA ABERTURA DA 3ª CONFERÊNCIA GLOBAL SOBRE TRABALHO INFANTIL O BRASIL É DESTAQUE

Com as participações de mais de 150 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) foi aberta ontem, dia 8, em Brasília, a 3ª Conferência Global sobre Trabalho Infantil que contará com a presença de mais de mil pessoas e vai até quinta-feira, dia 10.

O objetivo da conferência é debater as formas de exploração do trabalho infantil, procurar alternativas para evitar a violência contra crianças e adolescentes, trabalho infantil e migrações, trabalho doméstico infantil e gênero e trabalho infantil na agricultura, porque de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) existem no mundo 170 milhões de menores trabalhando. Sem eufemismo: sendo exploradas em suas forças de trabalho imaturas que sintetiza uma violência cruel aos menores em processo de desenvolvimento.

Guy Ryder, diretor-geral da OIT, participando da conferência, antes de discursar sobre o quadro da exploração do trabalho do menor no mundo, fez uma homenagem ao governo Dilma Vana Rousseff, na verdade aos governos populares que começou com Lula, pela política de combate a miséria que resultou na diminuição da exploração do trabalho infantil e que serve de modelo para os outros países.

“Devemos a todas as crianças um futuro sem violência, sem medo e sem exploração. A erradicação do trabalho infantil exigi o compromisso de todas as nações e só será possível com políticas claramente coordenadas e integradas e ações de todos os setores representados na conferência: governos, empregadores, trabalhadores e a sociedade civil”, considerou o diretor-geral da OIT.

Participando também da abertura da conferência, juntamente com a ministra Tereza Campello, do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, além de representantes da ONU, Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a presidenta Dilma chamou a atenção para que a crise econômica mundial não afete as crianças.

“A situação da economia continua frágil e uma das demonstrações são os altos níveis de desemprego. De acordo com a OIT, há 200 milhões de desempregados no mundo, número que poderá continuar crescendo. Os efeitos disso tendem a recair sobre as crianças e os jovens, a quem nós devemos os nossos maiores esforços de proteção”, discursou Dilma.

RESOLUÇÃO DA ONU SERÁ CUMPRIDA PELA SÍRIA

Bashar al-Assad concedeu entrevista à TV Rai News 24 neste domingo, 29 de setembro de 2013.

Depois de aceitar o acordo para entregar suas armas químicas para serem destruídas pela Organização das Nações Unidas, acordo iniciado por decisão da Rússia e posteriormente com aliança com os Estados Unidos, o presidente da Síria Bashar-al-Assad afirmou que acatará a resolução da entidade internacional.

A resolução determina que o início da destruição das armas químicas inicie amanhã terça-feira, dia 1°. Ainda, segundo o presidente da Síria, a aproximação do governo dos Estados Unidos com o governo do Irã, poderá possibilitar maior certeza da paz no Oriente Médio.

O presidente sírio também comentou sobre a conferência sobre a paz que será realizada em Genebra, chamada Genebra 2. Para ele a Europa não tem capacidade para a conferência.

“Claro que vamos respeitá-la e a nossa história prova que sempre respeitamos a assinatura em todos os tratados que assinamos.

Se os americanos forem honestos na sua aproximação ao Irã, os resultados serão positivos no que diz respeito à crise síria e a todas as crises na região.

Francamente, a maior parte dos países europeus não tem capacidade para desempenhar um papel em Genebra 2, porque não tem os recursos necessários para ser bem sucedidos”, observou o presidente Bashar-al-Assad.

DILMA, CONFORME PROMETEU, CUMPRIU: DENUNCIOU, NA ONU, A ESPIONEGEM DOS ESTADOS UNIDOS. OBAMA OUVIU CALADINHO DA SILVA

A presidenta Dilma Vana Rousseff chegou na 68ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que se realiza em Nova York, como diz o poeta, com aquele jeito simples de quem sabe que a história é produzida por quem tem compromisso com a inteligência e a existência social, e espargiu com serenidade seu discurso. E conforme havia prometido para o povo brasileiro e a comunidade internacional, fez a denúncia contra o atentado de espionagem praticado pela Agencia Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos no Brasil tanto diretamente ao governo como em órgãos públicos, empresas, como a Petrobrás, e os cidadãos brasileiros.

Humanitariamente e detentora e praticante do sentido da paz mundial, Dilma, iniciou seu discurso condenando o ataque terrorista em um shopping em Nairóbi, no Quênia, que deixou 68 mortos além de mais de 150 feridos. Sentado em seu trono imaginário o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, até esse momento era só concordância com Dilma. Quase que dizendo: “Eu também sou de paz e repudio todo ato terrorista que mata principalmente inocentes”. Claro que isso só são quimeras, visto que ele se encontra com forte propósito de invadir a Síria. Assim, como tem disposição à paz armada, como já demonstrou.

Foi então, que Dilma, começou a cumprir o prometido para população brasileira e o Direito Internacional. Dilma começou a falar sobre o ato de espionagem – para alguns especialistas, terrorismo – consumado no Brasil pelo governo do Tio Sam representado pelo prêmio Nobel da Paz. Obama deve ter se mexido imperceptivelmente na poltrona, contraído os músculos imperialistas e sentido o olhar do mundo sobre si. Mas, como diz o filósofo Nietzsche, os que mandam não sentem os atos de seus subordinados, porque estão distante no momento da execução. Por tal, não podem imaginar o ocorrido. Provavelmente, Obama, tenha expressado, para si, o filósofo alemão. Embora o aforisma de Nietzsche seja contra a brutalidade praticada por alguns homens. Os nervos ficaram mais tensos quando Dilma observou e condenou o argumento do governo norte-americano de que mantem vigilância nos outros países com o objetivo de proteger o mundo contra o terrorismo.

“Também missões diplomáticas brasileiras, como a representação permanente do Brasil na ONU, e até mesmo a Presidência do Brasil, tiveram as suas comunicações interceptadas.

Imiscuir-se assim na vida de outros países é ferir o direito internacional e a boa convivência das nações. Jamais uma soberania pode firmar-se em detrimento de outra soberania. Jamais podem os direitos dos cidadãos de um país ser garantidos pela violação dos direitos dos cidadãos de outros países. Pior quando as empresas privadas de telecomunicações estão envolvidas.

O Brasil sabe se proteger. Combatemos, reprimimos e não temos grupos terroristas em nosso território. Vivemos em paz com nossos vizinhos a mais de 140 anos. Como vários latino-americanos, lutei contra a censura, e não posso deixar de defender o direito à privacidade das pessoas. Sem ele não há direito à liberdade de expressão. E não há democracia.

Governos e sociedades amigas, como é o nosso caso, não podem permitir que ações ilegais recorrentes tenham cursos como se fossem normas. O Brasil redobrará os esforços para dotar-se de legislação, tecnologia e mecanismos que nos protejam da interceptação ilegal de dados. Meu governo fará o que tiver ao seu alcance para proteger o direito de seus cidadãos. O problema, porém, transcende o relacionamento bilateral. Afeta a comunidade internacional e dela exige resposta.

Temos que evitar que o espaço cibernético seja instrumentalizado como espaço de guerra. O Brasil apresentará propostas para o estabelecimento de um marco civil multilateral para governança da internet. O aproveitamento do pleno potencial da internet passa por uma regulação responsável que garanta liberdade de expressão, segurança e respeito aos direitos humanos”, discursou a presidenta do Brasil.

E para piorar a sanha dos que pretendem uma solução aramada na Síria, Dilma, afirmou sua consciência pacificadora.

“É preciso impedir a morte de inocentes, crianças, mulheres e idosos. É preciso calar a voz das armas convencionais ou químicas, do governo ou dos rebeldes. Não há saída militar. A única solução é a negociação, o diálogo, o entendimento”, discursou a presidenta.

E Obama sentadinho, ouviu tudinho caladinho. Agora, usando o mínimo de imaginação. Seria possível essa postura serena, inteligente, respeitadora e destemida de Dilma ser vista, em situação símile diante de um presidente dos Estados Unidos, em um Fernando Henrique, em um Serra ou qualquer um das direitas? Evidente que não. As direitas são servis às determinações do Estado ianque. Fernando Henrique mostrou claramente este servilismo. É exatamente por isso que eles querem voltar à Presidência do Brasil: para colocar a Nação brasileira na dependência do capital estrangeiro. E é exatamente por isso que a maior parte da sociedade brasileira não quer.   

DILMA ABRE HOJE A 68ª ASSEMBLEIA GERAL DA ONU

Foto: Roberto Stuckert Filho/ Presidência

Começa hoje, dia 24, a reunião da 68ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que se realiza em Nova York e que contará com a participação de chefes de Estado e de governos de 193 que compõem seu corpo.

A presidenta Dilma Vana Rousseff será a personalidade que discursará como responsável pela abertura do evento-político internacional. Divulga-se que a presidenta aproveitará essa ocasião em que se reúnem os chefes de Estados e governantes para denunciar a prática de espionagem desencadeada pelos Estados Unidos no Brasil, principalmente, sobre seu governo, órgão públicos e cidadão brasileiros.

Como a ONU é um organismo internacional – embora com grande influência dos Estados Unidos, como diz o Lula – o momento é propício para um posicionamento político de demonstração de defesa da soberania do Brasil. Depois que cancelou sua viagem ao país norte-americano, Dilma, tem atraído muita atenção nacional internacional por sua decisão. Para a presidenta, a posição de Barack Obama em relação ao episódio de espionagem no Brasil pela Agência de Segurança Nacional (NSA) de seu país, não lhe agradou de nenhuma forma. Daí, sua intenção de tornar um fato do conhecimento de todos os chefes de Estados e governo.

Formalizada esta denúncia no âmbito internacional, é provável que Dilma obtenha solidariedade de quase todos os países, visto que se trata de um crime que coloca em risco os próprios acordos entre as nações que necessitam de confiança mútua. Quando se diz “de quase todos países”, deve-se lembrar das alianças que governos como da França, Alemanha e Reino Unido mantém com o governo norte-americano. Uma aliança de observável concordância com a posição do país imperialista. Mesmo que esses países também tenham sofrido espionagem.

Mas, possivelmente, a presidenta não reduzirá seu discurso apenas ao caso de espionagem – que por si só constitui tema para dominar a assembleia – ela também irá criticar a política monetária dos Estados Unidos que impacta as moedas nacionais – como diz o Lula: Obama substituiu o ouro, como moeda, pelo dólar – criando obstáculos para as livres transações financeiras de outros países, principalemnet os países emergentes.

Outro tema de relevância que a presidenta tratará, é a amaça de intervenção na Síria e procura de uma solução racional para a paz que já começou com a entrega das armas químicas pelo governo Bashar-al-Assad. Outra tema de magna relevância de seu pronunciamento  é a questão do reconhecimento Estado Palestino que começou, como posição do Brasil, nos governos de Lula, e que acompanhado por vários países.

Dilma também manterá contatos econômicos e comerciais com empresários norte-americanos e operadores do mercado.

A Assembleia Geral da ONU terá como ponto relevante três reuniões consideradas superiores:

          – Implementação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

          – Desarmamento nuclear.

          – Migração Internacional e Desenvolvimento.

ORGANIZAÇÃO DAS MUNDIAL DE SAÚDE (OMS) E ONU APROVAM O PROGRAMA MAIS MÉDICOS

A Organização Mundial da Saúde e a ONU divulgaram um comunicado oficial no qual afirmam que o “Programa Mais Médicos”, do Ministério da Saúde, cumpre todas as exigências e recomendações da OMS e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), e estas organizações vêm “ com entusiasmo o recente pronunciamento do governo brasileiro sobre o Programa Mais Médicos”.

O otimismo das instituições está no fato de que o país conseguira ultrapassar o déficit de médicos quando se trata na insatisfação da razão entre médico/habitantes. O comunicado afirma que “em longo prazo, a prática dos graduandos em medicina, por dois anos no sistema público de saúde, deve garantir, juntamente com o crescimento do sistema e outras medidas, maior equidade no SUS”.

Eles ainda dispõe em sua nota que a implantação do programa e suas medidas da forma que foi feita foi acertada e que outros países que escolheram este tipo de intervenção “estão colhendo resultados da implementação dessas medidas.”

De acordo com o Ministério da Saúde, os dados parciais mostram que os municípios inscritos ao programa Mais Médicos estão crescendo. Já são 887 dentre as 1290 áreas prioritárias. Ao todo, se tem 2522 municípios inscritos. Percebe que mesmo com todo levante da grande mídia e dos próprios médicos, o programa tem reconhecimento mundial e vai garantir o funcionamento do SUS, o maior sistema de saúde pública do mundo.

ONU AFIRMA QUE GOVERNO DEVE CONTINUAR ENVOLVENDO JOVENS NO DEBATE POLÍTICO

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O enviado especial para a Juventude do Secretariado-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ahmad Alhendawi, que está presente no Rio de Janeiro na Jornada Mundial da Juventude afirmou que as manifestações que vem ocorrendo no país desde o último mês mostram que é necessário o envolvimento dos jovens no debate político.

Para Alhendawi, os governos têm que estar atento pois “os jovens estão mostrando que eles precisam ser diretamente envolvidos nas políticas que afetam suas vidas. E esse envolvimento precisa ser diário. Com as mídias sociais, os jovens reagem, comentam tudo. E eles querem fazer o mesmo com o governo e com as políticas que afetam suas vidas. O trabalho de governantes nunca foi fácil, mas está ainda mais difícil agora. É preciso se abrir, engajar o cidadão”.

Na última semana o Governo Federal lançou o Forúm Participatório para juventude, uma ferramenta que envolve jovens no debate de políticas públicas e aproxima o governo das solicitações e sugestões debatidas pelos jovens no fórum. Para participar é só fazer um cadastro simples.

COMISSÃO DA VERDADE, PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E OS COMITÊS DE COMBATE A TORTURA

Envolvidos em seu importante trabalho democrático, os membros da Comissão Nacional da Verdade se reuniram ontem com a presidenta Dilma e apresentaram à presidenta Dilma Vana Rousseff um balanço das atividades do grupo e as demandas da sociedade civil para que os trabalhos da comissão sejam prorrogados (o prazo de conclusão da CNV é em maio de 2014).

De acordo o atual coordenador da comissão, Paulo Sérgio Pinheiro, a pressão das entidades pela prorrogação das atividades do colegiado “é benéfica para o aprofundamento dos trabalhos da comissão”.

A prorrogação dos trabalhos desta proba comissão poderá render uma ampliação no acesso a memória e ações populares no combate a aqueles que tanto fizeram nosso povo sofrer com censura, repressão e tortura

COMITÊS DE COMBATE A TORTURA

Mais de seis anos após a entrada em vigor no Brasil do protocolo facultativo à Convenção de Combate à Tortura da Organização das Nações Unidas (ONU), apenas 16 estados criaram, formalmente, seus próprios comitês de prevenção a esse tipo de crime. São eles: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

O secretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Gabriel dos Santos Rocha em entrevista a Agência Brasil falou sobre a importância da difusão dos comitês “Nosso objetivo é chegarmos a todo o país, visando a construção do sistema nacional para a erradicação da tortura. Temos pressa porque, infelizmente, a tortura ainda está presente no país inteiro. Inclusive em instituições públicas. E os comitês estaduais são importantes para criarmos uma grande rede de enfrentamento a essa situação (…) Os comitês recebem as denúncias e dão uma resposta imediata, apurando e monitorando [as denúncias] e buscando a responsabilização por esse tipo de situação”

Os comitês envolvem denúncias a policiais e membros das forças armadas contra civis e militares e age contra as violações aos direitos humanos.

Insetos podem ajudar a combater a fome, diz ONU

Da BBC Brasil

Um relatório das Nações Unidas divulgado hoje (13) destacou a importância do papel dos insetos comestíveis na luta contra a fome no mundo.

O estudo, conduzido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), estimou que 2 bilhões de pessoas no planeta já complementam suas dietas com insetos, tais como besouros, gafanhotos e formigas.

A FAO acrescenta que a criação de insetos em escala industrial poderia contribuir para a segurança alimentar mundial. Esses animais são altamente nutritivos e fáceis de reproduzir, além de poderem ser usados como alimentos para peixes e gado.

O relatório, no entanto, destaca que a repugnância de muitos consumidores, especialmente de países ocidentais, constitui uma barreira para a inclusão deste tipo de alimento na dieta global.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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