Archive for the 'Pedofilia' Category

ATO SACRO-DEMOCRÁTICO DO GRITO DOS EXCLUÍDOS INCLUI MAIS DE 5 MIL PESSOAS EM MANAUS

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Neste 7 de Setembro de 2016 realizou-se em todo o Brasil mais um Grito dos Excluídos e das Excluídas com o tema principal, “Vida em primeiro lugar.”

Na não cidade de Manaus o ato sacro-democrático incluiu  mais de 5 mil pessoas na caminhada daquela que um dia foi a Santa Casa de Misericórdia de Manaus até a Praça do bairro de São Raimundo. Falamos daquela que um dia foi um hospital. Uma casa de saúde. Casa de Misericórdia. Hoje é só abandono. O prédio é históricos mas as iniciativas governamentais são farsas. Entra governo estadual, municipal, fazem inúmeras reuniões, nomeiam o comendador para administrar a  Misericórdia e o hospital não funciona. O resultado é o que manifestantes falaram. A Saúde em Manaus vai bem. O que não vai bem é o atendimento aos doentes. Falta hospitais, atendimento e já foi decretado estado de calamidade pública. Do jeito que está é melhor o doente permanecer em casa do que procurar socorro médico hospitalar.

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O ato que é coordenado pela Arquidiocese de Manaus e pela Cáritas Arquidiocesanas e contou com a participação de pessoas das diversas denominações religiosas. Tinha católicos, batistas, adventistas, metodistas, evangélicos, umbandistas, candomblecistas, muçulmanos, budistas, dentre outras manifestações religiosas. Contou ainda com a participação de várias entidades, indígenas e seus representantes que tem como política a defesa da vida contra a morte.

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No trajeto os coordenadores faziam paradas para refletir sobre determinados temas como: Falta de moradias, expulsão de locais onde famílias residiam há vários anos e indenizações irrisórias. Expuseram temas como a falta de saneamento básico na cidade de Manaus. Continua faltando água em vários bairros da não cidade bem como a inexistência do serviço de tratamento de esgoto. Denunciaram uma cidade cheia de buracos-crateras, transporte coletivo desumanizante.

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Por se tratar de um ato sacro-democrático em vários momentos da caminhada o povo gritou em uníssono: Fora Temer, Fora Golpista, Diretas Já, Dilma Guerreira do povo brasileiro. Aproveitaram também para escrachar outros políticos e partido golpistas.

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Foi dada oportunidade para crianças se manifestarem. Uma delas, uma menina falou das dificuldades vividas com a exploração do trabalho infantil e o convívio com violência sexual e o estupro praticado muitas vezes pelos próprios pais das meninas. Por se tratar de um grito, isso é muito sério e a sociedade não pode esconder esse mal que além de pais envolve políticos da não cidade de Manaus.

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O ato foi encerrado na Praça de São Raimundo em frente da Igreja católica com apresentações teatrais, manifestos, celebrações e a leitura do poema do prospecto da mais nova produção do Teatro Maquínico da Associação Filosofia Itinerante – AFIN, “A farsa da verdade golpista” que diz no seu grito às margens do igarapé de São Raimundo o seguinte:

Respeitável público

Vamos contar uma história

Que fala de verdade e mentira

Onde a mentira se diz verdade

Mas a verdade não se retira

Porque sem verdade

A democracia não respira

“Política”, “Justiça” e “mídia”

Unidas em golpe e corrupção

Feriram a democracia

Em seu corpo Constituição

Ao afastarem a presidenta

Porque ela não protege ladrão.

Mas o povo não concorda

Com essa cruel armação

Quer de volta a presidenta

Que ele escolheu na eleição

Por isso quer os golpistas fora

Julgados, condenados  na prisão.

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NÃO VAI TER COPA! PARA NORTE-AMERICANO PEDÓFILO QUE FOI PRESO AO TENTAR ENTRAR NO BRASIL

Bem que ele tentou entrar no Brasil através do Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, mas não deu. Foi preso por ter sido condenado por molestar um adolescente de 16 anos nos Estados Unidos. Seu nome não foi divulgado.

Não se sabe se ele não sabia, ou se era como alguns brasileiros que acreditam que no Brasil tudo é permitido, é verdadeira Casa de Mãe Joana, como imaginam as direitas sobre os governos populares, o certo é que ele tentou entrar no país que tem a portaria 876/2014 interministerial assinada pelo ministra da Justiça, José Cardoso, e pela ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, que proibi a entrada no Brasil de estrangeiros que foram condenados ou acusado de crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

“Os agentes com atuação no controle fronteiriço e em atividades de fiscalização migratória nos portos, aeroportos internacionais e pontos de fiscalização terrestre de migração aplicarão a medida de impedimento de ingresso no território nacional a todo estrangeiro cujo nome conste de difusão oficial em Sistemas de Cooperação Internacional, nos casos em que os estrangeiros tenham condenação por crime relacionado à pornografia ou à exploração sexual infanto-juvenil”, diz o texto da portaria que foi publica no dia 23 de maio.

O pedófilo pode até saber falar português, mas, com sua prisão, mostrou que não sabe nada sobre as mudanças ocorridas no Brasil depois que os governos Lula e Dilma passaram a governá-lo. Daí, que como analfabeto político, não deu outra. Confirmou o que os invejosos perseguem em suas alucinações infantilizadas (degeneração epistemológica e ética, nada com infância como estágio evolutivo) Não Vai Ter Copa. Para ele.

 

ADAIL PINHEIRO, PREFEITO DE COARI, VOLTARÁ A SER INVESTIGADO PELA CORREGEDORIA NACIONAL DE JUSTIÇA

O prefeito do município de Coari, do estado do Amazonas, Adail Pinheiro, desde o ano de 2008, é acusado de vários crimes, entre eles o de chefiar um esquema de fraudes de licitações conduzidas pela prefeitura. A acusação saiu como resultado da Operação Vorax executada pela Polícia Federal e a Receita Federal, em 2008. Ele também é acusado de práticar pedofilia, abusar de menores e liderar uma rede de prostituição infantil. Pela acusação de prática de pedofilia, Adail Pinheiro, já prestou depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual da Criança e Adolescente que tem como relatora a deputada federal, Érika Kokay.

Mas o caso de Adail chama atenção da sociedade brasileira, porque não é só um caso de um prefeito acusado de cometer crimes, mas o quanto ele é protegido. O quanto os processos contra ele não têm uma consumação judiciária. E um ponto que impressiona, é que Adail não tem histórico nenhum no Amazonas de uma personagem com passado importante. Muito pelo contrário. Ele foi guinado e alçado para essa posição por figuras consideradas importantes na cena da política amazonense. Como se diz no jargão popular: ele saiu do nada.

Um nada que já provocou a intervenção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para acompanhar as denúncias dos processos em que ele aparece como réu. Dessa atuação do CNJ resultaram as aposentadorias compulsórias, no processo administrativo n° 2009.10.00.0007-9, dos juízes do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJA) Rômulo José Fernandes da Silva e Hugo Fernandes Levy Filho. Os dois foram condenados acusados de atuarem em benefício da prefeitura. Ainda como punição. Nesse mesmo processo administrativo, ainda foi censurado o juiz Elci Simões de Oliveira, em função de ter favorecido Adail. Julgada separadamente aparece a juíza Ana Paula Medeiros Braga, filha do secretário de Cultura do estado, Robério Braga. Um secretário chamado de vitalício pelo tempo que vem permanecendo na pasta. Passou por três governos de forma intocável.

Ana Paula foi acusada, em processo administrativo cujo relator foi o conselheiro do CNJ, Gilberto Valente Martins, de proximidade irregular com o prefeito Adail. As provas documentais e testemunhais foram retiradas de gravações telefônicas obtidas pela Polícia Federal através da Operação Vorax. Gilbert Martins pediu a aposentadoria compulsória da juíza, e outro juiz sua censura. Não prevaleceu nenhum dos dois pedidos. Ela foi transferida para outra comarca.

Diante de fortes evidências, na tramitação dos processos que nunca punem Adail, principalmente como afirma a deputada Érika Kokay, e grande parte da sociedade, que pede sua punição, a Corregedoria Nacional de Justiça reiniciou ontem, dia 20, a investigação do caso para saber se Adail está sendo beneficiado por juízes da comarca suspeitos de atrasar vários processos contra o prefeito intocável. O conselheiro responsável pela condução da correição é Gilberto Valente Martins que vai envolver todas as unidades administrativas e judiciais da Justiça de 1° e 2º graus e cartórios notariais e de registro. E a prioridade são todos os processos envolvendo Adail, o intocável.

RESPONSÁVEIS POR SITE DE CONTEÚDOS DISCRIMINATÓRIOS SÃO PRESOS PELA PF

 Os responsáveis pelo site silviokoerich.org, Emerson Eduardo Rodrigues, de Curitiba, e Marcelo Valle Silveira Melo, de Brasília, foram presos pela Polícia Federal na Operação Intolerância, deflagrada na capital do Paraná.

     Os dois internautas foram presos por prática de propaganda de conteúdo discriminatório pelos investigadores da unidade especializada da Polícia Federal do Núcleo de Repressão aos Crimes Cibernéticos. Há meses os dois internautas-discriminadores estavam postando, segundo o delegado Flúvio Cardinalli, mensagens de apologia a crimes de violência contra as mulheres, homossexuais, negros, judeus. Nordestinos. Além de estímulos ao abuso sexual de crianças.

     Os dois internautas-nazistas divulgaram também no site conteúdos apoiando Wellington Menezes de Oliveira que em abril de 2011, na Escola Municipal Tasso de Oliveira, no municio de Realengo, no estado do Rio de Janeiro, matou doze crianças e feriu dez. De acordo com os internautas-nazistas, Wellington Oliveira procurou-os pedindo conselho para como proceder no ato que matou as crianças. Segundo o delegado, os dois afirmaram que pertencem a uma seita prega a morte de quem “não é fiel à causa”.

     São quase 70 mil denúncias contra os conteúdos do site recebidas pelo Ministério Público Federal e a organização não governamental SaferNet Brasil, até o dia 14 de março deste ano.

       Agora, os dois internautas-nazistas vão responder pelos crimes de incitação e indução à discriminação ou preconceito de raça, por meio de recurso de comunicação social, Lei 7.716/89; de incitação à prática do crime, Artigo 286 do Código Penal; e de publicação de fotografia com cena pornográfica envolvendo crianças ou adolescentes, Lei 8.069/90, do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).

 

A OPERAÇÃO CONTRA A PEDOFILIA EM MAUÉS E OS SÉCULOS DE EXPLORAÇÃO SEXUAL INFANTO-JUVENIL NOS INTERIORES AMAZÔNICOS

O pior crime dos homens maus é interromper a infância das crianças.” Jean-Luc Godard

Desde que Jorge Bodanzky e Orlando Senna fizeram o cinema-documentário Iracema, uma transamazônica, que davam uma demonstração do abandono dos interiores amazônicos, vão-se 35 anos. Miséria e prostituição de todas as formas, entre elas a prostituição infanto-juvenil, da qual participa a protagonista, Iracema. Talvez o quadro tenha sido retocado com as cores da sofisticação, mas o crime continua seguindo a mesma linha da perversidade.

Pode-se dizer que tal crime contra crianças e adolescentes passa a existir desde que os europeus descobriram que podiam trazer para terras nunca dantes navegadas suas taras e perversões sexuais há mais de meio milênio atrás. Passando pela transamazônica, são criadas redes de exploração sexual infanto-juvenil envolvendo respeitáveis senhores e há uma banalização da prática na internet. Apenas com a criminalização da pedofilia, a prática dessa exploração vai saindo da banalização. Mas a saturação do mesmo enunciado de violentação histórica continua.

UMA PERVERSA REDE DA PEDOFILIA EM MAUÉS

No último sábado, em Maués, interior do estado do Amazonas, há 267 quilômetros de Manaus, desde que um homem chamado Ivonélcio foi preso, acompanhado de uma garota de 14 anos, em flagrante no motel Sonic no sábado passado (24), foi desencadeada uma operação para investigar uma rede de pedofilia no município.

A operação foi desencadeada porque a menor afirmou à polícia que já havia praticado o programa outras vezes e falou de outras garotas que também participavam, além de apontar o homem que a agenciava. A polícia logo descobriu que apenas este homem trabalhava com dez garotas. E logo descobriu que havia mais dois agenciadores.

Segundo Mário Melo, delegado em exercício em Maués, crianças e adolescentes de 11 a 15 anos eram recrutadas pelos agenciadores, e cobravam valores entre R$ 30 e R$ 100 aos acusados por programa com as mesmas. Aumentando o fetiche patológico-desviante, se a menina fosse virgem, o preço subia até R$ 1 mil.

Até ontem à tarde, por fazer uso da criminosa rede, nove pessoas haviam sido presas, entre empresários, comerciantes e servidores públicos. Um dos agenciadores encontrava-se foragido. A proprietária do motel Sonic encontra-se entre os presos.

Segundo se sabe, um dos presos também é um músico conhecido na cidade. O delegado chegou a afirmar que podem existir políticos envolvidos, mas não pode tornar público outros detalhes, uma vez que o juiz da Comarca de Maués, Luilton Pio Almeida, emitiu os mandados de prisão, decretando que o inquérito corresse sob sigilo.

Segundo ainda o delegado, os acusados responderão pelos crimes de Estupro de vulnerável, Prostituição Infantil e Formação de quadrilha.

UMA TESSITURA HISTÓRICA DA PERVERSÃO

Em vários textos neste bloguinho já foi analisado que a pedofilia não passa de uma doença sexual do adulto infantilizado, que não tem qualquer maturidade sexual e, por isso, perverte-se violentando crianças e adolescentes. Mas não é apenas uma questão psicológica. Por outro lado, há toda uma realidade objetiva massacrante que corrobora com permite e insufla esses sintomas a se manifestarem. A realidade social das cidades e interiores do Amazonas e de outros estados do Brasil e outras cidades do mundo.

Aquela miséria apontada em Iracema, uma transamazônica, continua no Amazonas há décadas devido ao abandono dos interiores do estado, e continua casada com a exploração de todos os tipos, entre elas a exploração sexual contra crianças e adolescentes. Pedofilia.

Além da ineficiência e inexistência dos serviços públicos, não há qualquer projeto pelo governo do estado – sendo que a grande maioria dos prefeitos dos interiores é correligionário do governador – para auxiliar no desenvolvimento saudável das crianças.

Portanto, a pedofilia não é apenas fruto da perversão de adultos com sexualidade encruada e desviante, mas da impossibilidade, em nossa sociedade, de grande parte dos homens de amar, ou seja, de atuar na construção de uma cidade fundada num outro tipo de rede onde os pedófilos não encontrem crianças tão segregadas e violentadas pela família e pelo Estado. Uma rede democrática com laços materiais e imateriais que permitam às crianças um desenvolvimento natural de suas faculdade físicas e mentais. Tudo que os tiranos não desejam. Mas se os tiranos não desejam…

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Leia também neste bloguinho:

OMAR PEDÓFILO”: NOVAMENTE OS PANFLETOS E AS PICHAÇÕES EM PONTOS DE ÔNIBUS

NOTAS SOBRE A PASSAGEM DA CPI DA PEDOFILIA POR MANAUS E COARI

DIA DE COMBATE À EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Hoje, dia 18, fazem exatamente 38 anos que a criança Araceli Cabrera Crespo, de 8 anos, no caminho de volta da escola para casa, foi sequestrada, estuprada, morta, e o corpo todo desfigurado depois de ser drogada por jovens psicopatas da famílias importantes financeiramente de Vitória. Embora os assassinos tenham sido condenados, mas em uma daquelas aberturas que a Justiça concede aos que detém o poder econômico, as famílias dos psicopatas recorreram e eles foram colocados em liberdade. Imoralidade da história: nenhum deles foi punido. E assim como eles existem outros psicopatas que praticaram violências sexuais contra crianças e adolescentes e continuam impunes. Muitos amparados por suas forças econômicas ou pelos cargos que ocupam encontram-se protegidos.

Tomando o caso da criança Araceli como signo da dor, da indignidade, da revolta e da luta pela proteção das crianças e adolescentes, e da fundamentação da Justiça contra os atos das aberrações patológicas alcunhadas de homens, que colocam em perigo esses seres indefesos, no 18 de maio do ano de 2000 foi criado e instituído o Dia de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Hoje, dia 18, a parte da sociedade brasileira que luta democraticamente pelos direitos de todos como bens éticos e afetivos fará uma singela e engajada manifestação por essa data que compromete a dignidade e a inteligência de quem é cidadão. Membros das ONGs, movimentos sociais, entidades de classes, a sociedade em sua expressividade solidária, estará comprometida com o ato de defesa das crianças e adolescentes.

Em Brasília, na Esplanada dos Ministérios, onde será realizado o evento realizado pelo governo federal, são esperadas 1,3 mil crianças que participarão de atividades comemorativas como apresentações artísticas e oficinas. No Supremo Tribunal Federal (STF) será promovido um encontro para discutir a experiência de tomada de depoimento especial de crianças e adolescentes no Judiciário Brasileiro. No Palácio do Planalto será lançada a matriz de um plano nacional de enfrentamento à violência sexual.

Amanhã, dia 19, na Câmara dos Deputados será realizado um seminário para discutir experiências de legislação contra castigos corporais, organizado pela Secretaria de Diretos Humanos da Presidência da República, a Embaixada da Suécia, a organização Save the Children e a Comissão de Direitos Humanos da Casa.

JUIZ PEDÓFILO BRANQUINHO CONDENADO A 33 ANOS DE PRISÃO

Analisando o pedido do Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM), a 4ª Vara da Justiça Federal no Amazonas condenou ontem a 33 anos de prisão o juiz aposentado da Vara do Trabalho do município de Tefé (Amazonas) Antônio Carlos Branquinho por abuso sexual de menores.

Pela sentença, Branquinho também perderá a aposentadoria assim que a decisão transitar em julgado. Ele ainda terá de arcar com multa de R$ 600 mil, valor que deverá ser atualizado. Os objetos utilizados pelo juiz pedófilo como instrumentos para perpetrar seus crimes serão considerados perdidos, e as fotografias e registros de imagem apreendidas deverão ser destruídos após o trânsito em julgado da sentença.

Segundo o sítio do MPF, a somatória da pena aplicada ao juiz aposentado considerou as condenações por “produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente” (Art. 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA), que totalizou 16 anos de prisão por conta do agravante de ter sido praticado por servidor público no exercício da função; “vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente” (Art. 241 do ECA), crime para o qual foram aplicados mais cinco anos de prisão como pena; e ainda por “submeter criança ou adolescente à prostituição ou à exploração sexual” (Art. 244-A do ECA), que rendeu ao acusado mais 12 anos de prisão, totalizando os 33 anos determinados na sentença.

O PREMIÊ ERÓTICO BERLUSCONI É INVESTIGADO POR PROSTITUIÇÃO DE MENORES

Foto: AFP

A Procuradoria de Milão, através de seus promotores, pediu ao dublê de político, o primeiro-ministro erótico da Itália Berlusconi que compareça àquela instituição Jurídica para esclarecer a suposta acusação de envolvimento com prostituição.

A investigação sobre o erótico premiê é decorrente de seu suposto envolvimento com a dançarina marroquina de 17 anos conhecida como Ruby, segundo os promotores italianos. O fato tornou-se público em outubro, depois que foi divulgado pelo jornal italiano Corriere della Sera e pela Agência Reuters, que informaram que o dublê de político havia cometido abuso de poder ao obrigar que a polícia libertasse a adolescente depois que ela cometeu um roubo. Ainda segundo a imprensa, a Procuradoria ainda investiga se o erótico premiê teve relação sexual com a dançarina.

Segundo a adolescente, depondo diante de juízes milaneses, algumas vezes dançou o Bunga-Bunga, um estilo de dança africana, para Berlusconi. Ela afirmou que o erótico primeiro-ministro passou a conhecer através do premiê Kadafi. Praxe em seu harém: as jovens tiram as vestes, dançam, se beijam, e tomam banho. Tudo aos olhos lúbricos dos honestos representantes do povo.

Ruby, envolvida por sua aura de jovem caridosa, disse, em depoimento em 2009, que várias vezes esteve em festas na residência de Berlusconi, mas que se sentia triste por ter envolvido pessoas caridosas.

Sinto muito por tudo que aconteceu. Sinto muito, sobretudo porque envolvi pessoas que me ajudaram sem pedir nada em retorno”, disse a boa alma dançante.

Se for levado em conta pela Justiça italiana, o depoimento da jovem caridosa, o erótico Berlusconi está livre. Nada consta contra sua luxúria. Ruby, falou e disse. Eles não pediram “nada em retorno”.

CPI DA PEDOFILIA APRESENTA REALATÓRIO FINAL INCLUINDO NOMES DO AMAZONAS COMO ADAIL, MARIA LÂNDIA, ADRIANO SALAN E BRANQUINHO

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia do Senado apresentou ontem, dia 16, seu relatório final. O texto traz recomendações ao Ministério Público, aos estados e municípios, aos ministérios da Saúde e Educação, ao Poder Judiciário, propostas legislativas e medidas de combate ao abuso de menores no Brasil.

Entretanto, a CPI da Pedofilia não pediu indiciamento de nenhum acusado. Segundo seu relator, o senador Demóstenes Torres, porque todas as pessoas investigadas já foram indiciadas, durante o decorrer dos trabalhos, pela Polícia Federal ou Polícia Civil, ou denunciadas ao Ministério Público, ou condenadas pelo Poder Judiciário.

Foi um trabalho em que muitos foram presos e processados. Mas ainda temos de posse da Polícia Federal 30 mil sigilos que ainda estão sendo quebrados. É um trabalho longo. Mas a CPI foi o pontapé inicial para que o Brasil entrasse de vez no combate à pedofilia”, afirmou o senador Demóstenes.

O estado do Amazonas também aparece no relatório final da CPI da Pedofilia do Senado. Não poderia deixar de aparecer, visto ser a cidade de Manaus um dos municípios do Brasil em que sempre surgem denúncias do abuso sexual de crianças e adolescentes com participação de pessoas de todas as classes sociais.

Os nomes que aparecem no relatório final da CPI da Pedofilia não são surpresa para quem acompanha o trabalho realizado durante esses três últimos anos pelos membros da CPI. Todos já são por demais conhecidos em função da propagação do fato criminoso propagado pela imprensa local e nacional.

Os investigados e acusados de prática de pedofilia no Amazonas resultantes do desdobramento da Operação Vorax realizada pela Polícia Federal, no município de Coari, são:

  • Adail Pinheiro, ex-prefeito do município de Coari.
  • Maria Lândia dos Santos, ex-secretária de Ação Social do município de Coari.
  • Adriano Teixeira Salan, ex-secretário de administração do município de Coari.
  • Antônio Carlos Branquinho, ex-juiz Federal do Trabalho, lotado no município de Tefé.

CPI DA PEDOFILIA OUVE O EX-JUIZ DO AMAZONAS CARLOS BRANQUINHO

O ex-juiz do Trabalho lotado no município de Tefé, no estado do Amazonas, Antônio Carlos Branquinho, foi ouvido ontem, dia 25, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, do Senado, que apura crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

O ex-juiz Branquinho é suspeito de prática de pedofilia no município de Tefé contra crianças e adolescentes de 11 a 15 anos. O ex-juiz, que se encontra preso em Manaus, foi conduzido para Brasília escoltado pela Polícia Federal.

Branquinho, quando interrogado pelo relator da CPI, senador José Nery (PSOL/PA), respondeu somente as perguntas iniciais para depois se apoiar no direito de se manter em silêncio. Quando o presidente da comissão, senador Magno Malta (PR/ES), perguntou sobre dezenas de fotos onde o ex-juiz aparece na cama com várias crianças e adolescentes, ele respondeu que o que tinha que declarar já se encontrava nos autos de sua defesa no processo criminal que tramita contra sua pessoa na Justiça.

Em entrevista, o senador Magno Malta disse que pretende levar à CPI todos os implicados com o ex-juiz na prática de pedofilia que se realizava no município de Tefé.

Este é um caso absolutamente emblemático. Existem pessoas que estão envolvidas e que ainda não estão dentro do processo investigatório. Nosso objetivo é trazer as cafetinas para dentro do processo e também aqueles cidadãos fotografados com o ex-juiz dentro de motéis abusando de crianças”, afirmou o senador Magno Malta.

MPF E SAFERNET ASSINAM TERMO CONTRA CRIMES NA INTERNET

Na próxima sexta-feira (19), o Ministério Público Federal (MPF) e a Safernet Brasil vão assinar um Termo de Cooperação Técnica com o objetivo de “prevenir os crimes contra crianças e adolescentes e crimes de preconceito praticados através da rede mundial de computadores (internet)”.

Assinarão o termo os Procuradores Regionais dos Direitos do Cidadão do Ministério Federal nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, assim como os Procuradores da República com atuação criminal.

Além destes, estarão também participando do evento a Safernet Brasil, a Polícia Federal e representantes da sociedade civil.

Segundo a notícia no sítio do MPF, “a Organização Não-Governamental italiana Rainbow Phone, em relatório anual publicado na internet, apontou o Brasil como o quarto país no mundo em número de sítios de pornografia infantil.

Além disso, o MPF recebeu um grande número de denúncias de sítios brasileiros com conteúdo racista e discriminatório. Os crimes são praticados, principalmente, contra indígenas, negros e mestiços/caboclos. Por esse motivo o MPF entende que é preciso estabelecer ações para repressão criminal adequada, com adoção de medidas preventivas”.

Por isso, o termo foi assinado com a Safernet, que “trabalha em conjunto com a sociedade civil, com a indústria da internet, com o Governo Federal, com o Congresso Nacional, com autoridades policiais e com o Ministério Público Federal” e atua no sentido de “combater crimes contra os Direitos Humanos como aliciamento, produção e difusão em larga escala de imagens de abuso sexual de crianças e adolescentes, racismo, neonazismo, intolerância religiosa, homofobia, apologia e incitação a crimes contra a vida e maus tratos contra animais”.

A Safernet é uma associação civil de direito privado e atua em todo o território nacional. A associação foi fundada em 20 de dezembro de 2005 por um grupo de cientistas da computação, professores, pesquisadores e bacharéis em Direito que procuravam materializar as pesquisas e os projetos sociais voltados para o combate à pornografia infantil na internet brasileira”, explica a notícia.

Os interessados em participar da Assinatura de Termo de Cooperação Técnica entre o MPF e a Safernet Brasil, que ocorrerá no dia 19 de Novembro de 2010, às 9h30, na sede do MPF/AM, na avenida André Araújo, 358 – Aleixo, devem enviar e-mail para oficiocivel1@pram.mpf.gov.br ou ligar para (92) 3611-3180 ramal: 230.

JUIZ AMAZONENSE ACUSADO DE PEDOFILIA VAI DEPOR NA CPI

O juiz do Trabalho, aposentado, Antônio Carlos Branquinho, acusado de prática de pedofilia em orgias com meninas de 13 e 15 anos, junto com funcionários da Justiça do Trabalho no município de Tefé, no Amazonas, vai depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia do Senado. A decisão foi tomada por unanimidade pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Branquinho foi aposentado compulsoriamente. Em agosto de 2010, foi preso em flagrante pela Polícia Federal, que encontrou consigo material pornográfico e um rifle importado sem registro.

Em 2009, o juiz Branquinho foi convocado a depor na CPI, mas não compareceu por força de uma liminar do ministro Celso de Mello, que o desobrigou até que o presidente da comissão, senador Magno Malta, prestasse informação sobre a convocação do STF.

De acordo com a decisão dos ministros, que seguiram o relator Joaquim Barbosa, o juiz acusado de pedofilia terá o direito do acompanhamento de seu advogado e durante o depoimento se comunicar com ele. Branquinho também pode permanecer calado para não produzir provas contra si, e não poderá ser preso por isso.

OMAR AZIZ, GOVERNADOR DO AMAZONAS, CANDIDATO A REELEIÇÃO, MANDA POLÍCIA REPRIMIR MARCHA CONTRA PEDOFILIA EM MANAUS

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Foto que este bloguinho pegou de manifestantes com uma faixa no Grito do Excluíd@s 2010, no dia 7 de setembro desse mês.

Para a população do Amazonas, o nome do atual governador do Amazonas, Omar Aziz (PMN), está intimamente ligado à prática da pedofilia desde que seu nome foi arrolado na CPMI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes em 2004. Em todas as eleições em que participa, adversários e movimentos sociais utilizam isso como forma de minar o coeficiente eleitoral de Omar.

No atual pleito eleitoral, já se deram várias ocorrências. Desde o início da campanha eleitoral, pessoas já foram detidas porque portavam adesivos, folhetos e camisetas com as frases “Diga não à pedofilia” ou “Eu sou contra a pedofilia, e você?”.

As últimas aconteceram nessa semana que passou. O juiz federal auxiliar do TRE, Dimis da Costa Braga, pra começar, proibiu o candidato Alfredo Nascimento (PL) de associar o adversário Omar à prática de pedofilia.

Na sexta-feira (24), a Polícia Federal apreendeu panfletos em posse do estudante Ives Montefusco, da Universidade Federal do Amazonas, que supostamente conteriam injúria eleitoral a Omar. O que foi desmentido pelo estudante, que informou somente estar segurando o material entregue a ele por uma professora. O material seria usado numa manifestação marcada para sábado pela manhã no Centro de Manaus.

O advogado Diego Costa, que atendeu o estudante no Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) defendeu o estudante e o ato. “O estudante não tem participação com a manifestação, e mesmo que tivesse não é contrário à Constituição abordar o tema pedofilia. Aqui no Estado do Amazonas está havendo essa repressão”, afirmou.

E realmente ocorreu a repressão ao ato ocorrido ontem, sábado (25), do qual participavam professores, estudantes e funcionários da Ufam, que reuniu cerca de 200 pessoas.

O ato, que protestava contra prisões determinadas pelo Tribunal Regional Eleitoral sob suspeitas de “crime de injúria eleitoral” foi interrompido por policiais federais, que, embora não tenham prendido ninguém, ordenaram sua suspensão por ordem do juiz Marcos Maciel.

“Se o TRE tivesse bom senso não confundiria o movimento político nacional de combate à pedofilia com movimento partidário. Isso [as prisões] são truculências que acabam revoltando o povo”, desabafou a íntegra professora Arminda Mourão, da Faculdade de Educação.

Os manifestantes salientavam que Manaus continua há décadas sendo apontada como a capital brasileira com os maiores índices de pedofilia, exploração e prostituição sexual infanto-juvenil do país. Segundo eles, os conselhos tutelares chegam a registrar 36 ocorrências por dia.

Enquanto isso, a palavra “PEDOFILIA” vai sendo proibida em Manaus só porque toda vez que ela é empregada o governador perde votos.

Leia também: “OMAR PEDÓFILO”: NOVAMENTE OS PANFLETOS E AS PICHAÇÕES EM PONTOS DE ÔNIBUS

“OMAR PEDÓFILO”: NOVAMENTE OS PANFLETOS E AS PICHAÇÕES EM PONTOS DE ÔNIBUS

Desde que o atual governador do Amazonas, e candidato à reeleição, Omar Aziz (PMN), foi acusado pela CPMI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, em 2004, de vez em quando, seja ano eleitoral ou não, os incidentes em torno do caso não deixam de ocorrer. O estigma de “PEDÓFILO” permanece adesivado ao nome de Omar.

A última ocorrência deu-se ontem (30) pela manhã, quando várias pichações e milhares de panfletos apócrifos foram espalhados por várias zonas de Manaus, e também nos municípios de Humaitá e Tabatinga, nos quais se liam as expressões: “Omar sujo!” “Omar Pedófilo!”

Omar denunciou o caso à Justiça Eleitoral e à Polícia Federal e disse que essa ocorrência vem se dando desde o início da campanha, acrescentando que não colocou a Polícia Civil ou a Polícia Militar para investigar porque senão seria acusado de abuso de poder.

Ele afirmou também que tais acusações “nunca foram comprovadas, mesmo após investigações realizadas por Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa do Estado (ALE)”.

OS APÓCRIFOS SEM SEGREDOS

A palavra “apócrifo” é usada em língua portuguesa, geralmente se referindo a texto escrito, com diversos sentidos – “falso”, “precioso”, “escondido”, “restrito”, “profano” (em oposição aos textos canônicos religiosos, que é o sentido mais usual) -, mas sua origem está no termo grego apókpryphon, que significa “segredo” ou “secreto”.

As acusações contra Omar não chegaram a ser confirmadas, mas não são secretas e sua vida, para muitos, não é assim tão sagrada. Em épocas de internet não faltam documentos oficiais em órgãos públicos e notícias em grandes jornais, sem falar em milhares de blogs sobre sobre os trâmites da CPMI da Exploração Sexual desde o momento que seu nome foi encontrado no caderno de uma cafetina que agenciava adolescentes até o momento que o senador Arthur (ainda tinha “H”) Neto (PSDB-AM), auxiliado pela deputada federal Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), e com a influência de José Dirceu (PT), conseguiu tirá-lo do relatório, levando a íntegra deputada federal Maria do Rosário (PT-SC), relatora da CPMI, às lágrimas pelo jogo sujo que presenciou e que, segundo ela, nunca tinha visto acontecer daquela forma e que descaracterizava os trabalhos realizados.

De lá pra cá, como falamos, muitos são os incidentes envolvendo o caso, como se poderá ver a partir dos links abaixo:

CPI da pedofilia incrimina vice-governador e ex-atleta

Ata de Reunião da CPMI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Destaque tira Aziz do relatório sobre exploração sexual

Partidários de Omar Aziz ameaçam estudantes em debate político

Violência contra o professor Gilson, da Ufam: “Costume de casa vai à praça”

A quem interessar mais, só é dar uma procurada em algum motor de busca que não vão faltar informações. Assim, nem todas as informações que relacionam Omar à CPMI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes é “baixaria”, como ele quis generalizar, inclusive, elencando também aí a internet, quando ela é um dos meios que podem ser empregados para se conhecer mais os candidatos em quem se vai votar. Ou não.

CNBB CONFECCIONA CARTILHA DE COMBATE A PEDOFILIA

O Congresso Nacional recebeu, enviado pelo presidente Lula, o Projeto de Lei que regulamente a Comissão Nacional da Verdade, que faz parte do 3º Plano Nacional dos Direitos Humanos(PNDH-3).

A mensagem presidencial que estabelece a Comissão Nacional da Verdade terá a finalidade de examinar e esclarecer as violações graves de diretos humanos praticadas no período da ditadura que se estendeu no Brasil, entre os anos de 1964 e 1985, tem como objetivo precípuo concretizar o direito à memória, à verdade histórica e promover a reconciliação nacional.

A Comissão que será composta por sete membros, indicados pelo presidente da República, terá uma ajuda financeira para prestar esse serviço de R$ 11.179,36 mensais. Ela deverá apresentar no período de dois anos um relatório de suas atividades com conclusões e recomendações.

Assim, deverá esclarecer os casos de torturas, mortes, desaparecimentos, ocultação de cadáveres, bem como identificar e tornar públicas as estruturas, os locais, as instituições e as circunstâncias como ocorreram os crimes contra os direitos humanos.

PAPA ENCOBRIU ABUSOS DE UM PADRE A 200 MENINOS NOS ESTADOS UNIDOS

O reverendo Lawrence C. Murphy, com as mãos juntas, em Wisconsin, em 1960.

Altos funcionários do Vaticano, incluindo o atual papa Bento XVI, há época temido cardeal Joseph Ratzinger, encobriram abuso sexual do reverendo Lawrence C. Murphy a mais de 200 meninos surdos, de uma renomada escola para crianças surdas que ele dirigiu de 1950 a 1974 em Wisconsin.

A denúncia foi feita no jornal norte-americano New York Times, que divulgou ontem uma gama de documentos que comprovam as acusações de que apesar de vários bispos americanos repetidamente terem denunciado internamente o caso.

A correspondência interna de bispos em Wisconsin diretamente ao autoritário cardeal Ratzinger mostra que, embora outros bispos da igreja tenham inclusive sugerido para que o sacerdote fosse excomungado, a sua maior prioridade era proteger a igreja de escândalo.

AUTORITARISMO DE RATZINGER ERA FALSO-MORALISMO

Os documentos demonstram como o atual papa Bento XVI enfrentava outras acusações de que ele e seus subordinados diretos, na maioria das vezes não alertavam às autoridades civis ou policiais sobre padres envolvidos em abusos sexuais quando ele servia como arcebispo na Alemanha e, como principal executor doutrinal do Vaticano.

O caso do padre Lawrence C. Murphy é apenas um dos milhares de casos transmitidos ao longo de décadas por bispos para o escritório do chamado Vaticano da Congregação para a Doutrina da Fé, liderada de 1981 a 2005 por Ratzinger, e que era, e ainda é, o escritório que decide se os padres acusados devem ser submetidos a julgamentos canônicos e afastados.

Segundo o jornal, em 1996, o cardeal Ratzinger não conseguiu responder a duas cartas sobre o caso enviadas por Rembert G. Weakland, arcebispo de Milwaukee. Depois de oito meses, o segundo em comando na sede doutrinária, o cardeal Tarcisio Bertone, que hoje é secretário de Estado do Vaticano, encarregou o bispos de Wisconsin de realizar um julgamento secreto canônico que podia levar ao impedimento daqueles que as crianças chamavam de Pai Murphy.

Mas o cardeal Bertone interrompeu o processo depois que Pai Murphy escreveu pessoalmente ao cardeal Ratzinger, na qual dizia que não deveria ser levado a julgamento, porque ele já havia se arrependido e que não tinha mais boa saúde e que o caso estava além do próprio estatuto da igreja em suas limitações. “Eu simplesmente quero viver o tempo que me resta na dignidade do meu sacerdócio. Eu peço a sua ajuda nesta matéria”, escreveu o padre Murphy antes de morrer em 1998. Os arquivos não contêm nenhuma resposta do cardeal Ratzinger.

O The New York Times obteve os documentos, que a Igreja lutou para manter em segredo, de Jeff Anderson e Mike Finnegan, advogados dos cinco homens que levaram a cabo quatro processos contra a Arquidiocese de Milwaukee. Os documentos incluem cartas entre bispos e o Vaticano, depoimentos das vítimas, as notas manuscritas de um especialista em distúrbios sexuais, que entrevistou Pai Murphy e ata de uma reunião final sobre o caso no Vaticano.

Pai Murphy não só nunca foi julgado ou disciplinado pelo sistema da igreja como pela própria justiça, pois também teve uma passagem pela polícia e promotores que ignoraram os relatórios de suas vítimas, de acordo com os documentos e entrevistas com vítimas. Três arcebispos sucessivos em Wisconsin foram informados de que o padre Murphy abusou sexualmente de crianças, como mostram os documentos, mas nunca relataram às autoridades criminais ou civis.

Em vez de ser disciplinado, padre Murphy foi discretamente movido pelo Arcebispo William E. Cousins de Milwaukee para a Diocese de Superior em Wisconsin, do norte, em 1974, onde passou seus últimos 24 anos a trabalhar livremente com as crianças em paróquias, escolas e, como uma ação acusa, um centro de detenção juvenil. Ele morreu em 1998, continuando a ser um padre.

Mesmo que o próprio papa, em uma recente carta aos católicos irlandeses, tenham enfatizado a necessidade de cooperar com a Justiça civil em casos de abuso, a correspondência parece indicar que a insistência do Vaticano em matéria de segredo tem impedido muitas vezes essa cooperação. Ao mesmo tempo que demonstra a relutância dos funcionários em desnudar um abusador sexual e que, em nível doutrinário, o Vaticano tem tendência para ver a questão em termos de pecado e arrependimento e não de crime e castigo.

O porta-voz do Vaticano, reverendo Federico Lombardi, mostrou os documentos e foi solicitado a responder a perguntas sobre o caso. Ele deu uma declaração dizendo que o padre Murphy tinha certamente violado as crianças e que era um “caso trágico”. Mas ele destacou que nem o Código de Direito Canônico, nem as normas que o Vaticano emitiu, em 1962, que instruem os bispos para conduzir investigações canônicas e ensaios em segredo, proibiu funcionários de igrejas de negar informação às autoridades civis. Ele não atendeu porque isso nunca tinha acontecido neste caso.

Quem entende?

DE ACORDO COM BISPO ALEMÃO, IGREJA OCULTA CASOS DE PEDOFILIA

Stephan Ackermann, bispo de Treviri, e encarregado especial da Conferência Episcopal Alemã (DBK) para assuntos referentes a casos de abusos sexuais, afirmou que a própria Igreja Católica é responsável por ocultar casos ocorridos em instituições católicas.

Em entrevista concedida ao jornal alemão “Rhein Zeitung, o bispo alemão disse: “Com base em informações que temos atualmente, houve tentativa de ocultar. Devemos assumir isso com dor. Não houve a vontade real de esclarecer, e os acusados foram simplesmente transferidos.”

Na semana passada, depois de reunião com o paba Bento XVI, o presidente da DBK, Robert Zollitsch, afirmou que o Papa aprovava as medidas que seriam tomadas sobre a questão da pedofilia.

Mas o que o realmente aumentou a preocupação da igreja foi a declaração da ministra da Justiça da Alemanha, Sabine Leutheusser-Schnarrenberger, ao afirmar que a Santa-Sé colocou dificuldades para apurações dos casos de pedofilia envolvendo sacerdotes, erguendo um “muro de silêncio” nas instituições católicas.

Por sua vez, Dom Gerard Ludwig Muller, bispo de Regensburg, protestou, afirmando que se tratava de acusação “falsa e difamatória”.

A PEDAGOGIA DO OPRIMIDO DO REVERENDO RATZINGER

O filósofo Nietzsche já dizia que todo aquele que se coloca como juiz também foi réu. Quem se coloca como credor é também devedor. Todo tirano foi tiranizado, daí que é também um escravo. Esse o fundamento da pedagogia do oprimido.

O reverendo Georg Ratzinger, de 86 anos, irmão do Papa Bento XVI, após a divulgação internacional das acusações de abusos sexuais contra crianças em escolas católicas da Baviera, terra do Papa, se prontificou a conceder entrevista falando sobre sua experiência com alunos do coral oficial “Pardais da Catedral de Regensburger”.

Durante viagens para concertos, alunos me contavam sobre o que acontecia. Mas, pelas histórias que me contaram, não me dei conta que eu deveria tomar uma atitude. Eu não tinha consciência da extensão desses métodos brutais.

Se eu tivesse tido conhecimento do excesso de força que estava sendo utilizado, eu teria dito alguma coisa… Peço perdão às vítimas.

No início, eu também estapeava pessoas no rosto, mas sempre fiquei com a consciência pesada”, afirmou Ratzinger, que declarou, também, o diretor, por sua vez, aplicava o mesmo método dos castigos físicos nos alunos.

Por sua vez, o Papa Bento XVI, que foi professor de Teologia na Universidade de Regensburger, confessou que aplicou castigos físicos aos alunos, mas que nunca os espancou excessivamente.

Nas declarações do reverendo Ratzinger, observa-se o efeito moral de um ensinamento de possessão do corpo através do castigo como método disciplinador que só leva o castigado a três posições. Uma, aceitação passiva como se o castigo fosse merecido. Duas, a revolta por sentir-se injustiçado e ofendido física e moralmente. Três, a identificação com o agressor que faz com que o castigado (como oprimido) se torne agente de continuação da aplicação do método. Um sujeito-sujeitado como ressonância da dor. Ou seja, uma continuidade da ofensa, onde se fundamenta a pedagogia do oprimido. Oprimida a criança Ratzinger, opressor o reverendo Ratzinger.

Essa pedagogia opressora fica bem visível em sua eficácia quando das palavras do Reverendo: “Mas pelas histórias que me contaram, não me dei conta que eu deveria tomar uma atitude”. E, ainda: “No início, eu também estapeava pessoas no rosto”. Logo no rosto. A força revolucionária de Cristo. No social, a parte do corpo mais pública, a parte onde pode se alojar o pudor e a ofensa. A alegria e a tristeza.

O mesmo se entende do Papa Bento XVI, que confessou castigar fisicamente os alunos, mas não excessivamente. Na lógica do que é castigando fisicamente que se colhe os melhores frutos da árvore disciplinada para pregar o amor, a paz e a comunhão entre os homens. Uma educação exemplar. Uma educação pela pedagogia do oprimido que não se revela apenas no castigo físico, mas também na indiferença de grande parte de professores e pais quanto a seus envolvimentos históricos com a existência. Indiferença que oprime a vida criativa e participativa dos educandos. Um castigo muito perigoso porque não deixa marcas no corpo, mas só no espírito (mente), que não é visível pelos opressores.

Esse caso do castigo pode ser entendido como uma forma dupla de estupidez. Uma, com Freud, quando ele diz “que toda repressão é estupidez”. Outra, com Nietzsche, quando ele diz que quando se castiga alguém não se castiga o autor do ato, mas “seu bode-expiatório”.

PEDOFILIA PARA CAETANO É PERDA DA MEMÓRIA E DO INTELECTO

Para a psicanálise, os contos de fada tem a função de liberar forças antagônicas no mundo afetivo (psicanalistas ortodoxos chamam de mundo psíquico) da criança que lhe causam angústias em razão dela não se encontrar em um estágio capaz de lhe permitir a verbalização das pulsões que lhe causam dor.

De acordo com o psicanalista da infância Bruno Bettleheim, ler contos de fada para uma criança permite que ela, ao escutar os contos, possa imaginar as tramas dos contos e se identificar com as personagens, e assim poder, pela imaginação, lidar com suas pulsões angustiantes. Então manter com seus pais e amigos uma relação saudável sem que se sinta culpada, acusada e perseguida.

Digamos que, nessa proposição discursiva, a psicanálise esteja errada, como está errada em muitas. Então, afastemo-la como método, e tomemos o adulto capturado na dogmática do capitalismo de consumo onde todos os objetos são muito bem fetichizados em um invólucro erótico para proporcionar lucro. Assim, nós teremos os contos de fada com seus personagens embrulhados com esse invólucro. Os personagens e as tramas reificadas com outros sentidos. O sentido ambíguo da sexualidade castrada ou o sentido direto da sexualidade pervertida, onde o desejo sexual amadurecido é desviado como alucinações genitais infantilizadas. A doença sexual do adulto infantilizado: Pedofilia.

ONDE O CARNAVAL SE CAETANIZA SANGALO

Até nos obtusos gracejos, um adulto, cuja sexualidade chegou até sua genitália, percebe e concebe enunciações de duplo sentido – comum nas chamadas canções populares – ou, enunciações diretas, que manifestam, mais claramente, essas patologias sexuais. Entretanto, sem qualquer laivo de moralismo burguês da parte de qualquer pessoa indignada com o fato, a reacionária cantora de uma nota só, produto de Antônio Carlos Magalhães, promoter do “Cansei”, e filiação do PSDB, Ivete Sangalo, mandou ver – com sua alegria capitalista – a caricata canção “Lobo Mau”, onde expressa claramente o uso do conto de fadas, singular à infância, traslado para a impotência sexual adulta pelo invólucro oral-capitalista dessa parte patológica do “carnaval” baiano que visa tão somente o sucesso (lucro). O “Chapeuzinho, diz aí menina onde você vai que eu vou atrás. Vou te comer, vou te comer” não tem duplo sentido. É patologia sexual mesmo. É pedofilia tentando se sublimar no irrisório intelecto dos foliões capturados pela dor. E como toda sublimação é uma tentativa de negar o real, Ivete Sangalo promoveu a pedofilia.

Nisso, alguns maldosos podem até exclamar: “Esperar o que da Ivete Sangalo? Uma coisa para quem povo é só o carnaval baiano burguês, nada de democracia. Uma coisa comparsa da direita no discurso do PSDB. Uma coisa amiga de Serra, como seus brothers Dodô e Osmar. Mas não é esse o senso. Ela poderia até ser todas essas coisas, entretanto, discernir o que é pedofilia. Mesmo sendo amiga de Hebe Camargo, Diogo Mainardi e Dória. Sim, porque em algumas coisas sempre escapa um buraquinho por onde escapa um fio de inteligência.

Quanto ao mano Caetano, o encruado adolescente narcísico. O que acha “feio o que não é espelho”, porque escolheu a imagem como seu duplo por não suportar existir. Sua frase, “nunca me lembrei de pedofilia quando escutei essa música”, indica duas direções. Uma, que quando ele escreve é por encomenda: ele sabe para onde enviar a sua “dura poesia concreta de suas esquinas” que lhe possibilitarão lucros. Duas, a revelação de que recorrer à falsificação do real, pelo esquecimento, é a melhor maneira de escapar do que se é, e ainda manter o status quo de imprescindível, mesmo quando esse esquecimento promove a pedofilia.

Todavia, o mais perigoso em Caetano, como um pop público, não é seu esquecimento, já que quase tudo que se esquece não tem importância para experiências outras. Para uma nova existência. O perigo é o seu comprometimento epistemológico em que ele não concebe mais encadeamentos cognitivos lógico e ético. O perigo é essa proposição. “Não entendo a ligação”. Quando alguém que sempre se auto-considerou um gênio não concebe ligação entre o óbvio-pervertido e sua ameaça ao outro é porque se caetanizou demais como perigo. E, ao invés de ser um lobo mau, é o próprio mau sem substantivo antropoformizado.

CPI DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES DESAPARECIDOS PEDE AJUDA DA PF

Foto: Elza Fiúza/ABr

Ao contrário do que pretendia a Secretaria de Segurança de Goiás, que a Polícia Federal só entrasse no caso dos seis adolescentes desaparecidos em Luziânia depois que fosse confirmado que eles não se encontravam mais no Estado, a CPI das Crianças e Adolescentes Desaparecidos aprovou hoje, dia 4, requerimento para que a Polícia Federal participe das investigações do desaparecimento dos seis adolescentes. Com esse pedido da CPI, prevalece a vontade dos familiares dos desaparecidos que, desde o começo em que foi divulgado o caso, queriam a participação da PF.

Os familiares dos desaparecidos fizeram passeata, em Brasília, exigindo uma resposta sobre o desaparecimento deus parentes, e, na ocasião, exigiram segurança em Luziânia, cidade que fica no Entorno do Distrito Federal. De acordo com eles, a cidade não tem qualquer segurança.

Depois da passeata, eles tiveram um encontro com os membros da CPI, e com o presidente da Câmara Federal, Michel Temer (PMDB).


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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