Archive for the 'Pedofilia' Category



ADOLESCENTES DESAPARECIDOS EM LUZIÂNIA PODEM SER CASO DE EXPLORAÇÃO SEXUAL

Depois de reunião com senadores da CPI da Pedofilia, policiais de Goiás que estão investigando o caso do desaparecimento de seis adolescentes da cidade de Luziânia, a 60 quilômetros de Brasília, afirmaram que o motivo está ligado à exploração sexual. Afirmaram também que eles têm informações sigilosas que os adolescentes estão vivos.

Por seu lado, os familiares dos adolescentes não vendo resultado positivo nas investigações que possam trazer seus parentes de volta às famílias, resolveu pedir ajuda à Polícia Federal. Entretanto, o secretário de Segurança Pública de Goiás, Ernesto Roller, disse que a Polícia Federal pode ser convocada só quando se tiver certeza que os adolescentes não estão mais em Goiás. Mas que estão usando todos os meios disponíveis e que nenhuma hipótese é descartada.

Hoje, dia 4, os familiares dos seis adolescentes vão participar da CPI do Desaparecimento de Crianças e Adolescentes e vão fortalecer o pedido para que a Polícia Federal investigue o caso. Enquanto isso, o senadores da CPI da Pedofilia afirmam que as investigações da polícia de Goiás podem em pouco tempo divulgar o local onde se encontram os jovens adolescentes.

CONDENADO POR PEDOFILIA FREI, É PRESO NA INGLATERRA

O frei franciscano, de nacionalidade alemã, Alexander Nocolaus Weber, que se encontrava foragido da Justiça Brasileira desde 2002, condenado que fora na Bahia por atentado violento ao pudor contra um menino de seis anos, foi preso ontem, dia 16, na Inglaterra.

Weber, em 2002, foi preso em flagrante pela Polícia Civil da Bahia e passou a cumprir pena domiciliar na Casa de Repouso dos Frades Franciscanos, em Salvador. Valendo-se de um habeas corpus, fugiu.

O frei, que foi localizado e preso pela Interpol (Polícia Internacional) em um hotel em Londres, deverá ser extraditado para o Brasil para cumprir pena.

POLÍCIA FEDERAL USA INTERNET CONTRA PEDOFILIA

Em parceria com a SaferNet Brasil, a Polícia Federal lançou o formulário ONLINE para acelerar denúncia de pornografia infantil, crimes raciais, preconceitos contra as minorias e estímulo ao genocídio praticados na internet.

O site que os internautas poderão acessar para fazer sua denúncia é o do Departamento da Polícia Federal (www.dpf.gov.br). O sistema descentralizará as denúncias, filtrando-as automaticamente para evitar duplicidade dos registros dos crimes. Antes tudo era realizado manualmente, razão por que o delegado da PF Stenio Santos afirma: “A ferramenta potencializa no mínimo em dez vezes o recebimento das denúncias. Muitos casos que nos chegam não são pornografia infantil. Por isso, a página terá uma breve explicação a respeito de cada um dos crimes. Além disso, o site apresenta um campo para que o denunciante coloque um link da página suspeita e uma caixa de comentário, caso o internauta queira dar detalhes da acusação. A participação de todos na proteção da criança é um dever constitucional”, afirmou o delegado federal Stenio Santos.

Para o diretor de prevenção da SaferNet Brasil, Rodrigo Nejm, “a internet não é a vilã, é um espaço público onde se manifestam diversos tipos de comportamentos”, afirmou. Para que os pais, os jovens e educadores usem a internet saudavelmente, a SaferNet Brasil disponibiliza um site com informações. O endereço eletrônico é: www.safernet.org.br.

A função da SaferNet Brasil é receber as denúncias, analisá-las, processá-las e encaminhá-las à Polícia Federal. Como associação civil de direito privado, sem fins lucrativos e econômicos, e atuando nacionalmente, a SaferNet Brasil ajuda no combate de crimes e violação dos direitos humanos via internet. Somente em outubro, recebeu 3.017 denúncias sobre pornografia infantil. O Disque 100 da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República adotará, semana que vem, um sistema semelhante.

PEDOFILIA: OPERADORAS VÃO OFERECER DADOS

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado, que investiga crimes de pedofilia, fechou com a operadora Vivo termo de mútua cooperação em que a operadora se compromete a quebrar sigilo de usuários que usam a internet para assediar crianças e adolescentes, transmitir e acessar imagens de pornografia infantil e abuso sexual. O documento é assinado com o Ministério Público e a Polícia Federal. A Vivo é a terceira operadora a afirmar o termo de comprometimento. Em dezembro, a TIM e a Oi se mostraram prontas a colaborar.

Para João de Deus Pinheiro de Macedo, diretor de Planejamento Executivo da Oi, o número reduzido de operadoras que assinaram o documento, até a internet, se deve à dificuldade de tecnologia. “Cada operadora está em um estágio tecnológico diferente da outra. As redes e os sistemas computacionais não são exatamente iguais”, afirmou.

Já para Stênio Santos Souza, delegado da Divisão de Direitos Humanos da Polícia Federal, as operadoras e os provedores não colaboram porque não são obrigados. Para ele, as empresas temiam ser processadas pelas informações. “Falta uma lei obrigando um período mínimo de preservação do registro do usuário que se conecta à internet”, analisou.

Por seu lado, Juliana Carleial Mendes Cavaleiro, delegada da Divisão de Diretos Humanos da Polícia Federal, afirmou que, além da inexistência de legislação, não há fiscalização. “O Comitê Gestor da Internet do Brasil não tem poder decisivo sobre as provedoras de internet e não existe fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)”, disse. Para os dois delegados, a falta de lei e controle desobrigou as operadoras e os provedores a manterem os dados guardados. “A confiabilidade do dado guardado pela empresa nem para eles era confiável. Eles diziam que não tinham certeza e nem tem como investigar. As empresas de telefonia não se julgavam obrigadas a guardar a informação e temiam fornecer um dado que era incorreto”, concluiu a delegada Juliana.

PEDOFILIA: VOTAÇÃO DA LEI DE CASTRAÇÃO QUÍMICA

O presidente da Comissão de Constituição e justiça do Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), em função do número insuficiente de senadores para dar continuidade ao projeto de lei que inclui a castração química como pena aos praticantes de pedofilia, resolveu adiar a votação para o dia 23 de setembro, que tem como relator o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).

O projeto traz pena para os crimes de estupro, atentado violento ao pudor e corrupção de menores de 14 anos. Este método-penal, que se trata da aplicação hormonal para contenção da libido, já é utilizado nos Estados Unidos e Canadá, e no momento encontra-se em fase de estudos na Espanha e França.

No caso do Brasil, o pedófilo beneficiado pela liberdade condicional poderá ser beneficiado pela aplicação voluntária. Quando da segunda condenação, e recebendo liberdade condicional, ele será obrigado a ser submetido à castração química. Para o relator Marcelo Crivella, a castração química deverá ser aplicada como última prática de tratamento, quando todas as outras terapias não tiverem efeito desejado.

Uma das Emendas no projeto, que ora é analisado CCJ do Senado, prevê, quando as terapias tiverem falhado, a redução da pena de um terço aos que se submeterem voluntariamente ao tratamento químico. Caso seja aprovada a lei no Senado, ela segue diretamente para Câmara.

ADAIL PINHEIRO, EX-PREFEITO DE COARI, É PRESO

Adail, o preso, é o de vermelho.

Há pouco mais de uma hora, a polícia federal cumpriu mandato de prisão expedido pela juíza Ana Paula Braga, da comarca de Coari. O preso é ninguém menos que Adail Pinheiro, tido como intocável pelas ramificações palacianas que possui o esquema de desvio dos royalties do gás natural de Urucum. Adail é uma espécie de “Daniel Dantas” manoniquim. Além de ser o principal operador do esquema que foi desmontado na “operação Vorax”, que envolveu, nas gravações telefônicas feitas pela PF, a alta cúpula do governo e da justiça amazonense, é investigado pela CPI da Pedofilia.

PEDOFILIA – SALAN NÃO ESCUTA E NÃO FALA

Dando continuidade aos depoimentos dos acusados no caso da rede de pedofilia no município de Coari, comandada pelo ex-prefeito Adail Pinheiro, a Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado, que investiga crimes de pedofilia no Brasil, tentou ouvir o depoimento do acusado Adriano Teixeira Salan, ex-secretário de Adail Pinheiro, envolvido nas denúncias depois que a Polícia Federal, através da Operação Vorax, que investigava crimes na administração de Pinheiro, escutou conversas suas com outros membros acusados no processo, tratando de assuntos referentes a agenciamento de menores.

Diante dos membros da CPI da Pedofilia, Salan se reservou o direito de ficar calado e não responder nenhuma das perguntas que versavam sobre sua participação na rede de exploração sexual de menores. Embora para o senador Magno Malta, presidente da Comissão, ele seja o gigolô do grupo. O responsável pelo contato com as menores.

Diante de seu silêncio estratégico, senador Malta vai usar de outro recurso que a Comissão tem direito para fazer com que Salan contribua com os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito.

Quanto ao juiz Branquinho, da Comarca de Tefé, também suspeito de crime de pedofilia, e que teria que depor na Comissão, o mesmo não compareceu, amparado por um habeas-corpus. Mas o senador Malta disse que vai usar outro recurso para colher seu depoimento. Já Adail, Fábio Marques e a ex-secretária de Adail, serão novamente convocados para deporem na Comissão.

CNJ CONTINUA HOJE JULGAMENTO DOS MEMBROS DO TJ-AM

Impossibilitado de julgar ontem, todos os processos da Pauta de Nº 88, pelo tempo dedicado aos julgados, o Conselho Nacional de Justiça dá continuidade hoje, a partir das 9h, aos julgamentos dos processos que ainda precisam ser examinados e julgados. Entre eles, encontra-se o que envolve os membros do Tribunal de Justiça do Amazonas, cujos nomes encontram-se, entre outros, Francisco Auzier, Domingos Chalub, Yedo Simões, Ana Paula Braga.

PEDOFILIA: DELEGADO OSVALDO MAIA E RAMAN, DONO DO JORNAL AMAZONAS EM TEMPO, DEPÕEM NA CPI

Dando prosseguimento aos trabalhos de ouvir suspeitos e testemunhas, a Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI da Pedofilia, colheu hoje, dia 15, pela manhã, os depoimentos do ex-delegado da polícia civil, Osvaldo Maia, e do empresário, dono do Jornal Amazonas Em Tempo e responsável pelo uso da concessão da TV Manaus, Otávio Raman Neves.

SOBRE O DEPOIMENTO DO DELEGADO OSVALDO

Acusado de participação em rede de pedofilia no município de Coari, comandada pelo ex-prefeito Adail Pinheiro, o ex-delegado da polícia civil, Osvaldo Maia, negou que tenha qualquer envolvimento com a prática de abuso sexual de crianças e adolescentes.

Perguntado pelo presidente da CPI, Magno Malta, como explicava o e-mail mandado de sua delegacia para a prefeitura, ao ex-assessor de Adail, Adriano Salan, respondeu que deveria ser qualquer funcionário da delegacia, já que são funcionários da prefeitura que trabalham na delegacia por falta de verba para contratação de funcionários.

SOBRE O E-MAIL

Consta nos autos da CPI que o delegado, depois de colher depoimento da menor que sofrera abuso sexual, e que ficara grávida do vereador Osni Souza, desafeto político de Adail, ao invés de mandar as provas do depoimento para o Ministério Público, mandara um e-mail para a prefeitura, endereçado ao ex-assessor do prefeito, Adriano Salan.

De acordo com o conteúdo do depoimento, o vereador Osni Souza ofereceu R$ 10 mil para a família da menor para pagar um aborto. Como o vereador só pagara a metade, a família resolveu denunciá-lo à polícia.

De acordo com o presidente da CPI, Magno Malta, o termo redigido a partir do depoimento não tinha as páginas rubricadas pelo delegado, assim como sua assinatura fora retirada no documento enviado a Salan.

Quanto à condução da investigação, o delegado afirmou ter “convicção” de que investigou o caso e finalizou o inquérito.

Mas o senador Malta não ficou convencido com as informações do delegado, e afirmou:

Isso é absolutamente criminoso. O delegado ouve e manda para a prefeitura. O delegado tem que se explicar. A CPI vai investigar esse fato, ouvir o Adriano. Fica patente o envolvimento do delegado.”

SOBRE O DEPOIMENTO DO EMPRESÁRIO RAMAN

O empresário Otávio Raman Neves, como todos que foram ouvidos, negou qualquer relação com os personagens acusados de fazerem parte da rede de pedofilia instalada no município de Coari, sob o comando do ex-prefeito Adail Pinheiro. Negou envolvimento com Adail, assessores e integrantes da rede de pedofilia.

SOBRE SEU CONTATO COM ADAIL

Fora simplesmente porque, como empresário de construções de hotel, pretendia construir um no município de Coari, mas quando soube da rede de pedofilia na cidade, desistira.

SOBRE SEU TRATAMENTO ÍNTIMO PARA COM ADAIL

Afirmou que sua relação é superficial, e que a forma de tratá-lo com termos “irmão”, “querido, “amigo”, é que é sua forma pessoal de tratar todos, e não precisa ser íntimo. Trata assim até pessoas que conhece há pouco tempo.

SOBRE SUA RELAÇÃO COM AGENCIADOR DE MENOR, FÁBIO

Não negou relação. Disse ser seu amigo. E que ajudou-o pagando um advogado para ele sem saber que ele estava sendo acusado de envolvimento com pedofilia. Que teve grande decepção ao saber que o ex-sócio da Agência Models, Fábio Marques, é agenciador de meninas.

SOBRE SEU CONCEITO DE POLÍTICA

Eu ajudei como ajudo outras pessoas em Manaus. Sou quase um político.” Raman, teve seu conceito político estimulado, talvez, através de sua amizade com o ex-governador do Amazonas, Amazonino Mendes, hoje prefeito cassado em Primeira Instância pela magnânima juíza Maria Eunice Torres do Nascimento por crime eleitoral.

SOBRE A PERGUNTA DO SENADOR ARTHUR

Meu negócio não é prostituição.” Para fortalecer seu argumento, afirmou que todos os casos de pedofilia foram noticiados em seu jornal. Para finalizar, ofereceu-se para colaborar com a CPI da Pedofilia.

Pelo que ficou sintetizado dos depoimentos, os membros da CPI não deram muito crédito aos depoimentos dos dois. Agora, a Comissão vai usar todos os esforços para levar o ex-assessor, Adriano Salan, para depor. Para a Comissão, Salan é peça chave nas investigações.

PEDOFILIA: CPI APRESENTA ADAIL, RAMAN, LÂNDIA E FÁBIO

Suspeitos de prática de pedofilia, o ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro, a ex-secretária de Ação Social, Maria Lândia Rodrigues, o ex- sócio da Agência Mega Models, Fábio Marques e o empresário, dono do jornal Amazonas Em Tempo, e detentor da concessão da TV Manaus, Otávio Raman, compareceram hoje, em Brasília, no Senado, para prestarem depoimento à CPI que apura prática de pedofilia no Brasil depois de serem denunciados pela Polícia Federal, que, ao investigar desvio de verba pública no município de Coari pela prefeitura na gestão de Adail, gravou, em escutas telefônicas, conversas que os colocam como suspeitos de prática de abuso sexual de menor. Pedofilia.

Em sessão que durou cinco horas, os suspeitos se recusaram a responder à maioria das perguntas formuladas pelos membros da CPI, recorrendo ao direito que lhes permitia a Constituição de ficarem calados.

Apesar dos depoentes se mostrarem bem treinados para não se implicarem nas suspeitas, como Adail, que se confessou inocente, atribuindo todas as acusações sobre ele como trama de seus inimigos políticos, mesmo assim a Comissão conseguiu detectar contradições nos depoimentos. Como quando Adail afirmou que não tivera com nenhuma adolescente, e que dormira sozinho durante toda viagem de barco, enquanto o ex-sócio da Agência Mega Models, Fábio Marques, afirmou que o ex-prefeito ficou durante a viagem com as jovens no camarote em que estava alojado.

Diante das contradições, o senador, presidente da CPI, Magno Malta, resolveu realizar acareação entre Adail e Fábio, e Adail e Lândia. Entretanto, pouco foi dito.

Com o avançar dos trabalhos, e diante de tanto “direito de ficar calado(a)”, os membros da Comissão se postaram a mostrar a importância de uma CPI como recurso parlamentar para garantir os direitos da sociedade. Nisto, surgiram perguntas, como para Maria Lândia, quando o senador Romeu Tuma perguntou se ela dormia bem, e ela, visivelmente insegura, respondeu que sim. E quando o senador Malta afirmou que a filha dela iria ser criada sozinha, pois Lândia possivelmente seria presa por agenciar prostituição. Embora Lândia tenha afirmado antes que nunca viu pedofilia em Coari.

Ainda deu tempo para o senador Malta informar que o ex-secretário de Adail, Adriano Salan, que não compareceu à CPI, por força de um atestado médico lhe apresentando como acometido por doença hepática, estava naquele momento tomando café em Manaus, em uma panificadora localizada na Avenida Nilton Lins. Mas que ele iria de qualquer maneira dar seu depoimento na CPI. E, ainda, comunicar aos presentes, e telespectadores que recebera uma informação que o deputado estadual Wallace Souza estava sendo investigado por prática de pedofilia. Uma informação que deixou Raman mais desconfortado passou quase o tempo todo balançando as pernas, deixando transparecer claro nervosismo , já que Wallace apresentava seu programa Canal Livre na TV Manaus, e seu irmão, Carlos Souza, também apresentador do programa, tinha livre trânsito no jornal Amazonas Em Tempo, de sua propriedade.

Em suas falas finais, o senador Magno Malta afirmou que iria fazer todo possível para que os acusados, se houver prova, paguem por seus crimes. E que, embora respeitando a decisão do ministro Gilmar Mendes em conceder certos direitos aos incriminados, ele iria mostrar as gravações feitas pela Polícia Federal para ele ouvi-las, e esperar que o ministro, como pai, ficasse mais informado sobre o caso.

Como não foi possível ouvir o empresário Otávio Raman, o senador Malta suspendeu a sessão e marcou para hoje, às 8h, o depoimento de Raman, mais o do delegado da polícia civil Osvaldo Maia.

Na platéia, não se sabe com que propósito, estavam, além do senador Arthur Neto, deputados estaduais e federais, todos do Amazonas.

A CPI da Pedofilia tenciona terminar seus trabalhos dia 23 de novembro.

NOTAS SOBRE A PASSAGEM DA CPI DA PEDOFILIA POR MANAUS E COARI

Є O senador Magno Malta (PR/ES) não sabe que a pedofilia mais incisiva e perigosa socialmente é aquela que segrega os signos de uma infância solapada, um infantilismo sequelado, fruto da ilusão dos adultos capturados pela ordem do capital, e que foram interditados em seus fluxos intensivos e potência de agir, e que estão na tevê, na internet, na moda, nos dizeres, na música, nos corporais e incorporais da sociedade de consumo, submetendo as crianças a uma infância que não é a delas. Soubesse, a sua CPI teria que estabelecer uma base de atuação perene nas emissoras de tevê, com suas Anas Marias Bragas, Xuxas, Sashas, Maísas…

Є No entanto, a CPI tem se prestado, no plano democrático, a um importante trabalho: aproveitando a comoção emocional em torno da temática a pedofilia, bem mais carregada de elementos de ordem doutrinária igrejal que de ciência e de reflexão racional, desvelando aquilo que era evidente, mas que não se atualizava como real para o plano midiático: o envolvimento de membros das chamadas esferas do poder em práticas de violência sexual e exploração de mulheres, crianças e adolescentes, não apenas no sentido da tara psicopatológica, mas na tara social: o lucro pela exploração. Tal como no Caso Wallace, Adail, apontado como o chefe do esquema de desvios de royalties do gás natural de Urucum, é chefe, mas não apareceu ainda o chefe-do-chefe.

Є O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta, ao chegar a Manaus, afirmou ter recebido muitas pressões para que a CPI não viesse à cidade. De certa forma, não veio. Contando com apenas o presidente como membro titular, que criticou a ausência dos colegas de CPI e dos três senadores do Amazonas, os trabalhos terão de se reduzir àquilo que já estava previamente estabelecido. Malta não poderá, por exemplo, convocar para depôr ninguém além daqueles que já estavam previamente convocados, nem mesmo se denunciados em audiência pública.

Є Um déjà vu: o senador Arhur Neto, por exemplo, já atuou em defesa do Amazonas quando o assunto era exploração sexual infanto-juvenil. Foi ele quem articulou, junto com o senador Ney Suassuna (PMDB/PB), a retirada do nome de Omar Aziz da lista de indiciados da CPI da Prostituição Infantil, numa articulação que deixou boquiaberta a relatora, Deputada Maria do Rosário (PT/RS) – leia aqui e aqui. O tratamento amplamente favorável à Omar dado pela imprensa local sobre o caso fez com que o professor do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Amazonas, Gilson Monteiro, fosse agredido dentro das dependências do campus, por dois irmãos de Omar, atual vice-governador. Gilson usava a tibieza e comprometimento da imprensa local com os políticos locais como exemplo em uma aula de ética, quando uma sobrinha de Omar, debutante do curso, levantou-se e chamou o pai para defender a honra da família – leia aqui.

Є Em Manaus, a CPI tomou os depoimentos de 12 pessoas, dentre elas, Fábio Marques Martins, da agência Mega Models, Andréa Domingues de Abreu, ambos considerados agenciadores das adolescentes, e Haroldo Portela, ex-secretário de comunicação da prefeitura de Coari. Portela é considerado a peça-chave no inquérito do Ministério Público sobre os desmembramentos da Operação Vorax. Era Portela quem organizava a exploração, mantinha contatos com os agenciadores e realizava o pagamento. Uma adolescente, identificada como Brenda, supostamente vítima da exploração pela quadrilha de Coari, também foi ouvida. Os programas eram pagos sempre com dinheiro público, e discriminados como “prestação de serviços para eventos sociais”. Em Coari estão previstos mais dez depoimentos, entre eles o de Adriano Salam, ex-secretário de administração e o do ex-prefeito, apontado como o chefe da quadrilha, Adail Pinheiro. A CPI realiza hoje os trabalhos na cidade do gasoduto e da Operação Vorax.

CPI DA PEDOFILIA CHEGA A MANAUS E VAI OUVIR ENVOLVIDOS NA OPERAÇÃO ‘VORAX’

Hoje, segunda-feira, e amanhã, os integrantes da CPI nacional da pedofilia estarão finalmente em Manaus. O objetivo é colher depoimentos, cumprir diligências, investigar denúncias de pedofilia envolvendo os detidos e afins na operação Vorax, deflagrada em Coari, além de realizarem audiência pública para receber denúncias de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Pouco mais de um ano atrás, a Polícia Federal realizou na cidade do gasoduto uma megaoperação que prendeu integrantes de uma quadrilha cujas ramificações chegavam, como aliás todas as outras operações da PF no Amazonas, às portas do palácio do governo do estado, envolvendo diretamente, segundo escutas divulgadas da PF, juízes, autoridades do executivo e legislativo, proprietários de jornal, dentre outros.

Somente em um ano de atuação da quadrilha, que tinha como principais envolvidos o então vice-prefeito da cidade, Carlos Eduardo Pinheiro, secretários municipais, o irmão do então prefeito, Adail Pinheiro, foram desviados dos royalties do gás natural de Urucum mais de 50 milhões de Reais. Malas de dinheiro foram encontradas em casas de um conjunto habitacional ainda em construção, e parte da população chegou a ir às ruas para cavar em busca de outras.

O próprio Adail escapou de ser preso graças a uma “viagem” realizada dias antes da operação ser realizada. O grupo, chefiado por Adail, além do desvio dos royalties, também é acusado de exploração sexual e pedofilia. Daí a vinda da CPI a Manaus.

A tomada dos depoimentos, bem como a audiência pública, ocorrem no auditório da ALE/AM. O primeiro a ser ouvido será o ex-assessor da prefeitura de Coari, Haroldo Portela.

A BARBÁRIE EM CURSO…

O ato público convocado pela Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas – Seção Sindical (ADUA-SS) e realizado na manhã da sexta-feira passada, 15.05.2009, no hall do ICHL, com representantes de várias entidades da sociedade civil, pode ser mais um indicador de que o exercício da cidadania pode renascer das cinzas do individualismo e do cada um por si que parece presidir o cotidiano irrefletido da sociedade do consumo e do espetáculo. A agressão física e verbal sofrida pelo professor Gilson Monteiro em sala de aula, no devir de seu trabalho educativo e que ensejou o ato, longe de ser um episódio isolado e exceptivo, é mais uma demonstração da arrogância financeira da baixa política nesse Amazonas de secular mandato coronelista, e deve nos ensinar mais uma vez a lição do velho Brecht ao nos lembrar que a luta apenas inicia, que não devemos cantar vitória e menos ainda sossegar as consciências, porquanto ainda “continua fértil o ventre do qual nasceu a coisa imunda”. A Universidade (e a Universidade Federal do Amazonas nesses tempos sombrios) seguramente deveria ser o último espaço em que a cultura cede lugar ao domínio da barbárie, mas ainda quando comemora, no nosso caso, 100 anos de existência (sic). Continua válida a observação de Adorno ao nos lembrar que o mundo da cultura existe para que as pessoas se desacostumem de mutuamente se acotovelarem. Estamos numa Universidade, não no regime dos seringais, em que divergências eram emudecidas e resolvidas a chumbo. O espaço acadêmico, a despeito de nele transitarem intelectuais de variadas cepas ― do funcional e áulico, passando pelo cínico (de baixa extração, não diogeniano, portanto) até o que, segundo a definição gramsciana, se vincula organicamente às lutas dos subalternizados — deveria, no mínimo de suas sobreguardas, garantir a todos a liberdade de divergir sem que ninguém em razão desse salutar e necessário exercício tivesse que fazer par ao destino que tiveram Sócrates, Boécio, Giordano Bruno, Gramsci, Trotski, dentre outros.

José Alcimar de Oliveira, Departamento de Filosofia da UFAM.

OUTRO PRÊMIO PARA LULA. ENQUANTO ISSO, A DIREITA SÒ…

Entre os muitos malogros ontológicos que paralisam a direita está a inveja. A velha e lendária ambição de querer se apossar daquilo que nunca lhe pertenceu e nem lhe pertencerá. O ressentimento rancoroso que levou o teatrólogo Brecht a esculpir a sentença escatológica: “A inveja é uma merda!”

Na chamada cena do carrossel delirante da direita, a afecção que ela mais compõe é a inveja. Por isso ela não faz outra atividade senão lançar sua gosma pegajoso por onde desliza. Em uma visível insinuação de que tudo de bom que acontece com alguém era para ser com ela. Ela que carrega os dotes, os talentos para tal feito e, consequentemente, o reconhecimento.

Porém, o corpus-afecção que mais destrambelha a direita na ordem da inveja, e não tem nada que possa mudar sua afetação perniciosa, é quando é tornado público um grande feito de Lula. Assim… uma premiação como análise positiva de sua administração. E se for um reconhecimento internacional, “dentes para que te quero”. É uma tal de se morder, se rasgar, verdadeiro festival auto-antropofágico. E o mestre ritualista mais contagiado é o intelecto andrajoso Fernando Henrique.

Não dando a menor bola para o ritual-invejoso, a União Internacional de Telecomunicações outorgou ao Sapo Barbudo o Prêmio Mundial de Telecomunicação e Sociedade da Informação 2009. Tudo porque o ‘nordes-tinado’ tem realizado a política pública de combate à Pedofilia, principalmente, na Internet. O que levou o bom corintiano a considerar a premiação.

É um fato que muito me orgulha e me honra. Sobretudo porque as razões da premiação foram as medidas que temos tomado pela inclusão social e contra a exploração sexual infantil na rede mundial.”

Por tal feito, qualquer sujeito, por mais sujeitado que esteja pela limitação intelectual e pela diluição moral, sabe como é triste ver alguém com inveja de outro alguém, por que este outro alguém foi premiado por sua ação de combate à Pedofilia. Isto é motivo de crença na existência do homem composto em democracia. Mas a direita não está nem aí para esta coisa chamada homem democrático. Ela quer é invejar o que é do outro. Assim, nada há o que fazer, mano.

PEDOFILIA NA NET DESENCADEIA OPERAÇÃO DA PF

Amparada por resultados de investigações articuladas juntamente com Ministério Público Federal, Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia, Organização não governamental Sarca Net, responsável pelo recebimento de denúncias destes tipos de crimes na rede mundial de computadores, a Policia Federal está realizando hoje, dia 18, a Operação Turko, com objetivo de cumprir 92 mandados de prisão em 21 estados sobre crimes de pornografia infantil na Internet. Esta Operação é primeira que a Polícia Federal realiza depois que foi publicada a Lei 11.829, que especifica os crimes de pedofilia na Internet.

Falando sobre a Operação, o delegado Carlos Eduardo Sobral, da Unidade de Repressão e Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, disse: “O objetivo é realizar uma análise do material contido nos computadores identificar material pornográfico e os responsáveis por sua divulgação.”

Por sua vez, falando sobre o crime de pornografia infantil na Internet no Brasil, o procurador da República do Ministério Público em São Paulo, Suiama, afirmou: “O Brasil é um grande difusor de pornografia infantil na Internet e 90% dessa difusão é feita por intermédio de Orkut.”


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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