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VAI UMA VACINAÇÃO CONTRA GRIPE AÍ?

912444-agencia brasil_dia d_vacinação contra a gripe_mcam-1Hoje, dia 4, inicia a Campanha de Vacinação Contra a Gripe. Serão vacinados crianças de 6 meses, menores de 5 anos, idosos, indígenas, trabalhadores da saúde, mulheres de 45 anos após parto, gestantes, presos e funcionários do sistema prisional. E os pacientes que participam do controle de doenças crônica do Sistema Único de Saúde (SUS) podem, sem prescrição médica, se dirigir aos postos de saúde onde estão cadastrados.

Serão usadas 54 milhões de doses para imunizar 49,8 milhões de pessoas. O governo tem como objetivo atingir o público-alvo de 80% o que corresponde 39,7 milhões de pessoas.

O Dia D da Mobilização Nacional será no dia 9 de maio, portanto as pessoas que não podem se vacinar durante a semana podem usar o dia da campanha para serem vacinadas.

O ponto estratégico da campanha é imunizar as pessoas antes do início do inverno, já que os anticorpos contra a gripe são criados três semanas depois da vacinação.  

MANAUS, A NÃO-CIDADE ONDE OS BURACOS SÃO CABOS ELEITORAIS. PELOS BURACOS TU ENTRAS PELOS BURACOS TU SAIS

IMG-20150329-WA0015Uma cidade é um devir político constitutivo das composições das potências, homens e mulheres. Carrega um estatuto comum, que é seu estado de ser, que se mostra como corpo social ou Bem comum. Da práxis politica nascem os direitos e os deveres de todos seus elementos constitutivos em forma de cidadãos. O que significa que é a sociedade em geral que produz o corpus político como imanência cidadania.

Entretanto, quando o corpus político encontra-se enfraquecido em função da frouxidão das relações entre a sociedade civil e os governantes, que falham em suas atribuições administrativas, não podemos tratar de uma cidade, mas de uma não-cidade. Porque não há cidadania, já que a condição de cidadania é produzida pelos habitantes desse território junto aos direitos e deveres nascidos no processual governo e indivíduos. 

IMG-20150329-WA0006 IMG-20150329-WA0007 IMG-20150329-WA0008 IMG-20150329-WA0009Entende-se então, que não é porque alguém mora – mora, porque habitar é da ordem da cidadania, morar é só endereço – em determinado território configurado pelos organismos administrativo, econômico e jurídico que esse alguém é um cidadão. Um cidadão é um indivíduo que usufrui dos seus direitos confluídos na imanência do corpus político cujo governante também se toma como individuou citadino. Fora essa práxis não há cidadania e não havendo cidadania o que há é uma não-cidade.

Desse quadro pode-se inferir, politicamente, que Manaus é uma não-cidade que os incautos ufanistas-telúricos categorizam, orgulhosamente, como cidade. Chamam de cidade, porque não sabem que esse dizer é apenas a configuração simbólica de que eles necessitam como proteção. Eles acreditam que as existências das instituições, por isso, colocam Manaus como uma cidade. Não atentam para a dimensão deviriana de uma cidade que deve encontra-se sempre em produção coletiva de bens plurais.

A não-cidade Manaus, assim é, porque historicamente sempre careceu de políticas públicas que encadeassem elementos constitutivos de cidadania. Como se diz no conceito clássico, cidade é um corpo composto de duas categorias urbe e cite. Urbe o conjunto dos corpos materiais: praças, prédio, ruas, logradouros públicos, etc. Cite os corpos imateriais: as relações sociais, a estética, a espiritualidade, etc. Na verdade um corpo de subjetivação de seus habitantes como objetividade. O que faz com que um habitante de uma cidade seja diferente de um de outra cidade.

Como Manaus é uma não-cidade fica fácil, em tempo de eleições, um candidato se eleger ao cargo de prefeito recorrendo aos corpos que fabricam a condição de não-cidade. Por exemplo, buracos. Os buracos de Manaus são eficientíssimos cabos eleitorais. Como se sabe os buracos são produções urbanas. Onde o homem não habita, existem depressões geográficas, mas não podem ser classificadas como buracos, porque os buracos são obstáculos criados nas não-cidades cujas características impossibilitam as mobilidades tanto dos pedestres como dos veículos.

IMG-20150329-WA0013 IMG-20150329-WA0014Em síntese, os buracos passam a ser uma das principais preocupações dos moradores da não-cidade. Chegam a ser conteúdos manifestos de seus sonhos. Os moradores da não-cidade têm sonhos povoados de buracos. É claro que Freud sai em defesa dos prefeitos, porque vai dizer que na verdade não se trata de buracos reais, mas do símbolo da vagina. Freud diria que quando nós manauaras sonhamos com buracos, na verdade nós estamos expressando nosso desejo reprimido-edipianamente por nossas mães. Uma espécie de sublimação-onírica da castração. O que significa que para Freud não há buracos em Manaus. Coisas de Freud que os prefeitos adoram e respeitam.

Mas, deixando Freud de lado, vamos pegar três prefeitos para mostrar a eficiência eleitoral dos buracos. Amazonino Mendes, que já foi várias vezes governador do Amazonas, o que lhe ajudou a ter fama para ser acusado de participar da compra de votos para reeleição de Fernando Henrique, seu amigo, se elegeu fazendo campanha calcada nos buracos que dominavam Manaus. Quando deixou a prefeitura, Manaus era mais ainda não-cidade. Então, veio Serafim, com a missão ‘inumana’ de desburacar a Manaus. Saiu e Manaus abriu mais a boca. Com Manaus com a boca arreganhada, Amazonino se lançou prefeito. Ganhou, saiu e o arreganhamento buracal se multiplicou.

Foi então, que o candidato que prometeu surrar Lula, Arthur Neto, do partido da burguesia-ignara-parasita, PSDB, potencializou os buracos em sua campanha. Resultado: em seu terceiro ano de mandato, Arthur conseguiu esburacar Manaus com uma eficiência que nem Amazonino e Serafim tiveram. Manaus é um lugar apropriado para prática de salto à distância. Em uma época que a falta do uso do movimento corporal é considerado inimiga da saúde, Manaus é uma clínica coletiva-pública de produção de saúde. Contornar buracos, saltar buracos, entrar em buracos é o máximo de exercício saudável.  

IMG-20150329-WA0016 IMG-20150329-WA0017Mas os buracos têm seus princípios democráticos: ele coloca no poder, mas também tira. O dito popular confirma: “pelo buraco tu entras, pelo buraco tu sais”. Quem frequenta, teimosamente ou por preocupação com a saúde, os bairros e centro de Manaus, sabe que a Lua, com suas crateras, morre de inveja dessa não-cidade. E a inveja é tamanha, que uma grande parte da sociedade manauara a interpretou e analisou, concluindo, que é quase impossível a reeleição de Arthur.

Como diz àquele poeta: Buraco também é gente!

“QUE OS RICOS PAGUEM MAIS E QUE OS POBRES PAGUEM MENOS” TARIFA DA ÁGUA, DIZ RELATOR ESPECIAL DA ONU SOBRE ÁGUA

81gzf9vna7_5k5br27l66_fileTodos que se encontram preocupados com o meio ambiente sabem que a maior ameaça que humanidade passe é em relação ao consumo e poluição da água. A água, como o ar que ainda não foi capitalizado, é a substância imprescindível para a vida. É lógico, que não só a vida humana. Daí a necessidade de uma política em que todos estejam envolvidos em sua preservação.

Alguns governos, com ideias desgovernadas, tomam como medida para resguardar o consumo da água um preço que eles acreditam controlar o consumidor. De acordo como o pesquisador e relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU), Léo Heller, essa medida é temerária. Para ele o que pode ser feito com eficácia é “que os ricos paguem mais e os mais pobres paguem menos, uma transferência interna no sistema de cobrança”.

Para ele esse sistema de cobrança de todos pagarem o quanto gasta, sai de uma falsa ideia de que o pobre, gasta menos água.

“Isso não é necessariamente verdade. Muitas vezes as populações mais pobres têm famílias mais numerosas, têm menos equipamentos domiciliares economizadores de água. Como resultante desse modelo de cobrança, isso pode levar a consumos muito baixos, desconexões, sacrificando a saúde dessas pessoas”, afirmou Heller.

De acordo com que afirma o pesquisador, pode-se inferir que o modelo de cobrança em relação às famílias pobres representa um perverso recurso, por parte dos governos, de restrição de imposição que coloca os pobres em posição cada vez mais explorada e humilhada por parte da administração pública. Daí a necessidade de que os pobres paguem menos que os ricos. Os ricos têm seus tanques que acumulam grande quantidade de água e podem esbanjar de acordo com sua estupidez-individualista.

PROFESSORES DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAL REALIZARAM MANIFESTAÇÃO, EM MANAUS, REIVINDICANDO SEUS DIREITOS

IMG-20150318-WA0016Como a educação pública é um caso de política, visto que implica os conhecimentos e as práxis significadoras do educar da classe que nela está engajada, o que confirma a dimensão ontológica do educador, todo ano já é pauta da categoria concretizar reivindicações, porque os governantes não possuem o entendimento do que é publicamente educação.

Embora a reivindicação seja dos professores, a educação é um caso de política, porque não termina nos queres desses profissionais. Ela envolve também as escolas, os funcionários da escola, os estudantes, os pais, a comunidade, porque, de maneira geral, reflete todo o sistema de ensino. O professor trapaceado em seu seguimento profissional, como seu salário, expressa a trapaça a todos os trabalhadores. Portanto, não é uma reivindicação isolada, como muitos acredita, entre os muitos os próprios governantes com seus capachos. Entre os capachos, professores submissos, analfabetos políticos, ou masoquista, que gozam sob a opressão destes governos.

IMG-20150318-WA0001 IMG-20150318-WA0002 IMG-20150318-WA0003 IMG-20150318-WA0004 IMG-20150318-WA0007 IMG-20150318-WA0010Foi exatamente com essa compreensão que centenas de professores da rede pública do estado e do município realizaram manifestação, em Manaus, reivindicando seus diretos tendo como pauta principal a data base. Um tema fácil de compreender, mas impossível de aceitar.

Com referência ao estado, a data base, que é um reajuste no salário da categoria que pede 20%, ocorre no mês de março. Só que o governo, em sua infinita sabedoria, até o dia de ontem, dia 18, data da reivindicação, não havia se pronunciado. Como o mês de março caminha para o seu fim, os professores acreditam que vai ocorrer o mesmo que vem ocorrendo durante anos: o pagamento da data base só ocorrerá lá para as bandas de junho quando o dinheiro já tiver tomado outra feição que não a de salário dos professores.

IMG-20150318-WA0014 IMG-20150318-WA0015 IMG-20150318-WA0017 IMG-20150318-WA0018Para materializar a reivindicação, os professores a partir das 8 horas, seguiram para a Avenida Brasil, locais das sedes do governo estadual e municipal. Quando chegaram ao topos estadual, foram informados que o sindicato, considerado pelos manifestantes como pelego, já havia dialogado com o governo. Mostrando o quanto sabe que educação é um caso de política. Para ele simples pelegagem.

IMG-20150318-WA0019 IMG-20150318-WA0020 IMG-20150318-WA0023 IMG-20150318-WA0024Os manifestantes não se abateram e nem imitaram as direitas que são imobilizadas por um eterno estado de depressão. Professores subiram ao carro de som e expressaram seus discursos de descontentamento com o estado de coisa que violenta a educação no Amazonas há décadas sob a força opressora dos governos reacionários. Depois seguiram em direção à sede da prefeitura sob o ideário neoliberal do partido da burguesia-ignara-parasitária, PSDB, comandada pelo prefeito Arthur Neto, que quando senador, afirmou que iria surrar Lula. Semelhante como ocorreu na frente da sede do governo estadual, os professores também discursaram de forma veemente e convincente diante da sede da prefeitura.

Como não foram atendidos pelos governos, a categoria, em assembleia no local, decidiu que na quinta-feira e sexta-feira da próxima semana haverá um paralisação geral. No dia 26, na frente da Arena da Amazônia, haverá um assembleia para decidir a greve geral. Uma decisão que mostra que esses professores compreenderam, junto ao filosofo Marx, que a potência política do trabalhador é a mobilização. E que em alguns casos leva à greve comandada pela classe.

IMG-20150318-WA0026 IMG-20150318-WA0027 IMG-20150318-WA0028 IMG-20150318-WA0030 IMG-20150318-WA0031 IMG-20150318-WA0032 IMG-20150318-WA0035 IMG-20150318-WA0036 IMG-20150318-WA0040 IMG-20150318-WA0042 IMG-20150318-WA0043 IMG-20150318-WA0045Enquanto a decisão confirma que a educação é um caso de política, para os capachos e pelegos, que não comparecem às reivindicações, a decisão é um momento de confirmar suas alienações como intrusos na educação, porque irão aproveitá-la como um bom feriado. Um convescote ou uma oportunidade para irem livremente e saltitantes ao shopping ou supermercado, suas praias efusivas promovidas pelo consumo capitalista. Uma prática que se configura como a exploração da mais-valia, sobretrabalho, que os professores manifestantes produzem e os pelegos tomam para si. 

OS AUTÊNTICOS BRASILEIROS SABEM QUE TODO DIA É DIA DE PETROBRÁS, MAS HOJE, 13, É DIA DE DEFENDÊ-LA CONTRA A TARA DOS CRÁPULAS

marco13_dia_nacional_lutasO fato é simples de mostrar e entender. A Petrobrás não é como muitos afirmam um símbolo da grandeza do Brasil. A Petrobrás é a maior grandeza real criada pela potência dos saberes brasileiros em composição com a natureza. Por isso, ela se expressa no enunciado-significador econômico como sua maior grandeza. É a estatal que mais contribui para o desenvolvimento econômico, social, científico, educacional, artístico, esportivo, etc. da sociedade brasileira. E também para o desenvolvimento de outros países que mantém acordos econômicos com o Brasil. Ela é o suporte básico de nossa economia-prática. Seus dispositivos produtores contemplam significativamente a identidade de nossa brasilidade.

No momento atual, a Petrobrás continua produzindo, através de sua potência, os produtos que ela constrói sua identidade de empresa fértil. O que significa que a Petrobrás mantém seu valor-produtivo. Os crápulas, com o objetivo visível de querê-la diminuída em sua importância, encenaram uma bufonaria para que ela seja tida como desvalorizada e assim ser privatizada. Só que os crápulas, personagens delirantes e alucinantes, em suas manifestações psicóticas, como não podem conceber o real, não sabem que a maior parte da sociedade brasileira é concebida por fluxos-potências-nacionais que lhes mobilizam para a defesa contra os que conspiram para o esfacelamento de sua identidade-pátria. Sua soberania Nacional.

rs_12Os crápulas, como horda molar – os que são imóveis, estruturas inativas do capitalismo – multifacetada nas direitas nazifascistas que vão das mídias aberrantes, passando pela parasitária burguesia-ignara e os grupos monopolistas estrangeiros,  querem fazer de um processo criminal que investiga um sistema de corrupção organizado e executado por alguns funcionários da empresa, uma catapulta para atingir tanto a Petrobrás como governo popular da proba, inteligente e corajosa presidenta Dilma Vana Rousseff.

Um objetivo eminentemente psicótico. O princípio de realidade brasileira “ desmancha no ar” a projeção psicopatológica dessas extremas-direitas. Aqui pedimos desculpa a Marx pela tentativa de parafrasear sua clássica lógica: “Tudo que é sólido se desmancha no ar”, visto que os tagarelas, a gente miúda-muda, os crápulas, não tem nada de sólido. São meras abstrações e como abstrações têm da sociedade brasileira o reflexo abstrato de suas abstrações. Por força destas abstrações eles acreditam que com panelas e pornofonias se faz a ‘revolução’. Como diria o teatrólogo alemão, Brecht, o que eles querem é a revolução de suas barrigas entupidas.

Então, fica combinado. Hoje, dia 13, um número cruel para os crápulas, aqui em Manaus, na Praça da Polícia, às 16h: vamos fazer a festa colorida da Petrobrás e da Soberania Nacional.

Hoje, é sexta-feira 13, dia de sorte que serve para espantar os odientos, invejosos e conspiradores desamados! É dia de amar a liberdade do Brasil, moçada!

“Sem medo de ser Feliz!

RIO ACRE PODE SUBIR MAIS E JÁ DEIXOU QUASE 8 MIL PESSOAS DESABRIGADAS

948167-acre_cheia_-3O Rio Acre atingiu o nível de 16,35 metros deixando quase 8 mil pessoas desabrigadas em seis municípios. Só na capital, Rio Branco, 31,5 mil pessoas foram atingidas pelas enchentes. Segundo informação da Defesa Civil o nível pode subir ainda mais. Os municípios mais atingidos são Brasileia, Xapuri, Assis Brasil, Epitaciolândia, Cruzeiro do Sul e Rio Branco.

Diante da grave situação em que se encontram as populações, prefeito de Rio Branco, modificou o Decreto 193 através da criação do Decreto 201 que amplia os números de lugares atingidos pela cheia. Sendo assim, as áreas rurais também se encontram como localidades afetadas.

De acordo com dados do Sistema de Georreferenciamento (SIG) de Rio Branco mais de 9 mil casas foram atingidas, 732 famílias encontram-se em abrigos da prefeitura e o Parque de Exposição já abriga 2.696 pessoas.

Em entrevista o governador do estado afirmou que a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar, desde que começou a enchente, têm atendido às pessoas. Além, do contínuo monitoramento do nível das águas. Assim como a prestação de auxílio às famílias que saíram de suas casas.

Como diz o ribeirinho: “Todo ano calha de acontecer!”.

PARA DILMA A CLASSIFICAÇÃO DA PETROBRÁS PELA MOODY’S “É FALTA DE CONHECIMENTO”

21e5847a-2df7-44ae-8940-5b00d4418ce7O que já se sabia ocorreu. Como há hegemonia do sistema capitalista no mundo, é lógico que uma empresa com o valor que tem a Petrobrás e internacionalmente sendo cobiçada pelos grotescos especuladores do dinheiro, diante de tamanha depreciação interna e externa, para que seja desvalorizada e seja vendia por um preço irrisório, a nota dada pela agência de classificação de risco Moody’s já era esperada.

A agência respira e transpira a dogmática-capitalista. Seu negócio é lucro, nada mais que lucro. Por tal, ela rebaixou a Petrobrás da nota BAA3 para BA2. O que significa em sua ordem capitalista que a Petrobrás deixa de ser uma empresa de investimento para ser uma empresa especulativa. Nessa lógica-capitalista, a Petrobrás é risco para investimento.

Embora o negócio da agência seja lucro, ela não viu o lucro que a Petrobrás vem obtendo com suas produções, mas, sim, o lucro que a estatal pode auferir ao sistema capitalista se fosse ela vendida. Daí que a nota tem parceria direta com a campanha orquestrada conta a Petrobrás. Para a agência não importa os lucros atuais da Petrobrás, o que importa é seu futuro como mais uma estatal privatizada.

Como a agência Moody’s faz seu papel de depreciadora da Petrobrás, Dilma como presidenta teve que contradizer a afirmação calculista. Ela se encontrava em Feira de Santana, entregando casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, um dos programas que mais causa inveja e despeito nas direitas, quando mostrou a ignorância da agência.

“É uma falta de conhecimento do que está acontecendo na Petrobrás. Agora, não tenho dúvida de que é uma empresa com grande capacidade de se recuperar disso, sem grandes consequências.

O governo sempre vai evitar o rebaixamento, isso é absolutamente natural, lamentamos que não tenha tido correspondência por parte da agência, mas acho que isso está superado”, se posicionou Dilma Vana Rousseff.

“PROGRAMA MAIS MÉDICOS: PERSPECTIVAS E OPINIÕES”, O DESESPERO E A INVEJA DAS DIREITAS

image_largeNo último dia 11, o Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde, realizou o simpósio Programa Mais Médicos: Perspectivas e Opiniões com o objetivo de discutir com os usuários do sistema público, estudantes, médicos, agentes comunitários de saúde, gestores municipais os avanços, desafios e as perspectivas a curto, médio e longo prazo o programa federal que atualmente atende mais de 50 milhões de pessoas em 3.785 municípios e 34 Distritos Sanitários Indígenas, através do trabalho de 14,462 médicos.

O resultado do simpósio foi o que todo democrata brasileiro esperava: a confirmação de que o Programa Mais Médicos tem eficácia, é necessário e, portanto, deve continuar. Principalmente pela relação solidária e comprometida criada entre os médicos e os moradores das comunidades. Um respeito e confiança mútua necessária para a realização do trabalho de saúde e combate as enfermidades.

Um resultado, como é óbvio, que não interessa as direitas que desde sua elaboração foi contra e tudo fez para que ele não se concretizasse. Só que nas eleições presidenciais seu candidato maior, Aécio Cunha, afirmou que iria continuar com ele caso fosse eleito. Mas como a maioria do povo brasileiro, inteligentemente, não quis, o acaso não se materializou. Diante da razão esse tipo de acaso não se atualiza como real.

A comprovação do resultado saiu dos testemunhos dados pelos que participaram do simpósio, pessoas que saíram de diversas partes do Brasil como dona Edite Rodrigues, moradora de São Francisco do Guaporé, na fronteira do estado de Rondônia com a Bolívia. De acordo com dona Edite, “médico era coisa difícil”.

“Hoje, o médico vai na comunidade, vai visitar, ver criança nascer, atender criança de baixo peso. A gente consegue consulta até para micose, e conversa om ele como se fosse amigo. Antes não, ele era uma autoridade máxima”, analisou dona Edite.

Iraci Vera dos Santos, agente de saúde, também de São Francisco do Guaporé, reafirma o que analisou dona Edite.

“É difícil andar sozinho, fazer nosso trabalho sozinho. E a consulta era super-rápida, porque o médico não tinha tempo para nada. Agora é possível acompanhar as famílias diariamente. Gestantes, diabéticos, crianças idosos. Hoje acompanhamos hipertensos, acamados. Como é difícil levar para o postinho quem não pode andar! Por isso, a população estar adorando. A gente organiza o mês. Não é fácil, mas estamos avançando” disse Iraci.

Dona Nilza de Souza, do distrito de Albuquerque, da zona rural de Corumbá, Mato Grosso, também testemunha de forma similar.

“Temos médico todo dia, e não mais uma vez por semana. Antes, quando a gente ia ao posto, não sabia se ia ser atendido. Minha mãe é cadeirante, o médico vai atender em casa. Agora temos duas pessoas em uma: um médico e um amigo. Então, só tenho a agradecer”, observou dona Nilza.

Morador, também, de Albuquerque, e agente comunitário desde 2005, Joilson dos Santos, reafirma que antigamente era impossível tecer laços entre o médico e os moradores.

“Não tinha como criar vínculos. Faltava médico, ninguém queria vir para cá, na zona rural, a 70 quilômetros”, testemunhou o agente comunitário.

E as comparações com o que ocorria antes da chegada do Mais Médicos continuam com a agente de saúde, Maria do Carmo Santos Pereira, do município de Nossa Senhora das Dores, semiárido de Sergipe, 72 quilômetros de Aracaju.

“Antes, eles chegavam ao posto 9h, 9n30, e queria ir embora ao meio-dia. Hoje, o médico vai às casas porque tem que conhecer as famílias. Acorda às 5h para ir para zona rural, muito distante de tudo. A gente chega às 6h30 para a ginástica das idosas. Todas estão felizes, vaidosas. Fizeram até desfile. Secaram o cabelo, fizeram maquiagem. Foi muito bonito mesmo. Espero que os médicos fiquem por muito tempo. Pelo menos até eu me aposentar”, disse sorrindo Maria do Carmo.

Aos 88 anos, a sertaneja sergipana Maria da Graça Lima, tem a lucidez suficiente para analisar a revolução que vem ocorrendo com o Programa Mais Médico.

“Foi Deus que colocou o doutor Rodolfo aqui. Ele vai na casa do povo. Visita todo mundo, recebe a gente bem. Eu vivia doente da ‘perna’ não conseguia nem abaixar, apanhar nada no chão. Mas graça a Deus, e os remédios do doutor, estou muito satisfeita. Não sei como vamos ficar se um dia ele se for”, falou do alto de seus 88 anos dona Maria da Graça Lima.

E assim seguiram outros testemunhos tanto de usuários como também de médicos. Todos foram unânimes em mostrar a criação dos laços solidários entre os profissionais e as comunidades. Uma gratificante e humana necessidade que deve ir além da aposentadoria de dona Maria do Carmo. Como, também, além do temor de dona Maria da Graça, que diz não saber como irá ficar se o doutor for embora.

Para quem já viveu tantas privações, o temor é comum, embora não fosse necessário. Mas, ao observar o engajamento dos governos populares Lula e Dilma, esse temor não deve ser motivo ou de ansiedade ou angústia. O Programa Mais Médico foi instituído para a possibilidade da saúde e a prevenção contra as doenças.

DAS VÍTIMAS DO TRÁFICO HUMANO 70% SÃO MULHERES, DIZ ONU EM SEU RELATÓRIO GLOBAL SOBRE TRÁFICO DE PESSOAS

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Depois de analisar 40 mil casos relatados entre os anos de 2010 e 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou, em Viena, seu Relatório Global Sobre Tráfico de Pessoas Humanas. O relatório apresenta um estudo do problema mundial que atinge 152 de origem e 124 de destino. Nele encontra-se afirmado que nesse tipo de escravidão moderna 70% das vítimas são mulheres e que 5% são menores de idade. O que corresponde uma menor em três vítimas. O estudo mostra que são milhões de pessoas vitimadas.

Embora o tráfico humano seja definido como a prática de recrutar, transportar e reter pessoas através da coerção ou engano, para explorá-la com os fins de trabalho, mendigar, tráfico de órgãos, o tráfico para exploração sexual é o mais frequente. Segundo o Escritório das Nações Unidas Sobre Drogas e Crimes (UNODC), na escala global a exploração sexual representa 53% dos casos. De acordo com o escritório, há diferenças de tráficos de acordo com as regiões. Na África e na Ásia o tráfico tem como objetivo a exploração para o trabalho. Já na Europa predomina e exploração sexual, e na América os dois tipos de tráficos.

O mapa do tráfico mostra que na África e no Oriente Médio a maioria das vítimas é menor, chegando a um total de 62%. Na Europa as vítimas menores representam 18%. Mas esses números estão sendo defasados em vista de que está havendo um crescimento no tráfico de menor.

 O setor manufatureiro, têxtil, construção e doméstico são os que mais apresentam trabalhos forçados. Segundo a ONU nos últimos anos essa realidade tem aumentado e 35% vítimas são mulheres. De acordo com o relatório tem aumentado o tráfico para trabalho forçado como mendigar, obrigar menores a furtar e combater em conflitos armados.

A impunidade em função da complexidade transnacional do crime, abertura nas leis e funcionários despreparados permite a prática desse tipo de crime internacional. E mais, a forma como estão organizadas as quadrilhas internacionais e o lucro que obtém com esse tipo de crime que chega, segundo a ONU, a R$ 32 bilhões, é um atrativo. Ainda segundo o relatório, 72% dos que foram condenados são dos países onde ocorreram as explorações.

“Muitas pessoas vivem em países com leis que não estão em conformidade com os padrões internacionais que possam dar-lhe plena proteção.

Todos já vimos uma vítima do tráfico humano, mas não a reconhecemos. Os governos devem enviar um claro sinal que o crime não será tolerado”, disse Yury Fedotov, diretor-executivo do UNODC.

 

 

MAPA DA VIOLÊNCIA NO BRASIL MOSTRA QUE EM CADA DUAS HORAS SETE JOVENS NEGROS SÃO ASSASSINADOS

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Um dos principais sintomas apresentados no corpus patológico das organizações sociais é o assassinato de jovens negros. A violência física, psicológica, moral e humana desfechada contra os negros historicamente no Brasil não terminou com a chamada libertação dos escravos.

Os corpos étnicos-antropológicos clivados pelos códigos de dominação do branco sobre o negro permanecem como chagas incuráveis tanto no espaço urbano como no espaço rural da alcunhada modernidade. Sua exclusão não é só uma questão de uma perspectiva, mas de várias. Política, econômica, social, estética e até moral. Moral, porque o negro é visto como alguém que não tem fundamentos de valores que lhe permitam uma confiança por parte do branco-dominador. O negro é sempre o outro, o estranho, ou seja, aquele que ameaça por sua estrutura primitiva.

Essa psicologia nazifascista cunhada na estupidez do desconhecimento genético-humano leva por parte dessa classe discriminadora, a perseguição de todas as formas contra os negros. Sejam perseguições explícitas como faz a polícia, ou de forma implícita como no caso da procura de um emprego. Esse racismo ostensivo comprova o grau de irracionalidade da patologia que domina o corpus das organizações sociais, que Marx diz que só se transforma quando tiver uma nova direção que escape do capitalismo.

O capitalismo promove o racismo principalmente porque ele representa o espírito condutor da maioria da população como elemento das posses. Como o negro é tido, pelas forças repressivas do capital, como uma alteração moral é também clivado como uma ameaça aos chamados bens pessoais. Diante de um assalto em que estejam por perto dois jovens, um branco e um negro, é do negro de quem a polícia, primeiro suspeita. Mesmo que o branco tenha cometido o delito, a suspeita sobre ele é posterior. É como se a polícia já estivesse robotizada em relação ao racismo. Tudo isso, porque ela faz parte do corpo repressivo do sistema capitalista a quem deve defender.  

Foi a partir desse quadro racistante, que o sociólogo Júlio Jacobo Weiselfisz, tomando os dados oficiais do Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde, trabalhou o Mapa da Violência no Brasil que mostra a cruel realidade que em duas horas sete jovens negros são mortos no Brasil.

A pesquisa que 82 jovens que morrem por dia, 30 mil por ano, e todos entre as idades de 15 anos a 29 anos. Desses jovens assassinados, 77% são negros, 93,30% são do sexo masculino. São moradores dos espaços periféricos das regiões metropolitanas dos centros urbanos.

Uma parte que chama atenção de forma preocupante na pesquisa é quanto a diminuição dos homicídios entre os jovens. Enquanto homicídio de brancos diminuiu, o número de vítimas negras aumentou. Em 2002, havia um número de 19.846 vítimas brancas. Em 2012, caiu para 14.928. Um percentual de queda de 24,8%. No mesmo período, 2002 e 2012, o numero de vítimas negras passou de 26.656 para 41.127. Um percentual de crescimento de 38,7%.

Não precisa ser cristão ou pertencer a uma sociedade humanista para saber que essa cruel realidade tem que mudar. E os princípios mutantes capazes de efetuaram essa mudança são a educação, o direito ao respeito, a inclusão na sociedade, como sujeito de produção de novas formas de existir e a ética social que tenha o homem como um ser vocacionado para a vida.

ANISTIA NACIONAL LANÇA O “PROGRAMA JOVEM NEGRO VIVO”

Em cada duas horas, no Brasil, são assassinados sete jovens negros. Esse quadro violento que mostra a verdade cruel do racismo no Brasil tem mudar. Mas esse quadro só pode mudar com as participações dos governos, instituições, partidos políticos, movimentos sociais e toda a sociedade civil. É preciso entender que ninguém se salva sozinho.

Veja, ouça, analise o vídeo e tome sua posição.

RELATÓRIO “EQUILIBRE O JOGO: É HORA DE ACABAR COM A DESIGUALDADE EXTREMA”, MOSTRA QUE BRASIL É UM DOS POUCOS PAÍSES QUE DIMINUIU A DESIGUALDADE

A organização não governamental que trabalha internacionalmente no combate a pobreza no mundo, Oxfam, divulgou o relatório Equilibre o Jogo: É Hora de Acabar com a Desigualdade Extrema mostrando que o Brasil é um dos poucos países em que houve uma expressiva mudança na desigualdade social e um significativo trabalho de combate à fome. Entre os demais países, o Brasil é o único que está conseguindo reduzir a desigualdade e a distância entre os ricos e pobres.

“O Brasil tem apresentado um padrão diferenciado, e está entre os poucos países que estão tendo sucesso em diminuir a diferença entre os mais ricos e os mais pobres. Entre os países que compõem o Brinc, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o Brasil é o único que está conseguindo reduzir a desigualdade. E, dentro do G20, é o que está tendo o maior sucesso nessa empreitada ao lado do México e da Coreia do Sul, que, apesar dos avanços, figuram em um patamar inferior ao Brasil no que se refere a diminuição da desigualdade”, diz o relatório.

E lembrar que as direitas queriam a todo custo ser eleitas, é de causar pavor e alegria. Pavor pelo atraso que elas iam impor à sociedade brasileira e aumentar a desigualdade com sua econômica política capitalista. Alegria por elas não terem conseguido o intento. O que significa dizer, que o brasileiro pode dormir sossegado. 

DILMA VISITA O SENAI DE MINAS GERAIS E DIZ QUE O PRONATEC JÁ ATINGIU A META DE 8 MILHÔES DE ALUNOS

“O pessimista é aquele que desiste antes de começar”

                                                                               Dilma

A presidenta Dilma Vana Rousseff visitou o Senai no Campus Horto, em Belo Horizonte, onde as aulas do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) são ministradas. Durante a visita a presidenta conheceu algumas instalações da instituição e conversou com os diretores, professores, técnicos e, principalmente, alunos que falaram sobre suas experiências em suas áreas de estudo e também aproveitaram para realizar algumas fotografias junto com Dilma.

O Pronatec nasceu estimulado pela política de criação de escola do ensino técnico começado no governo Lula que acabou com a Lei de Gestão do governo Fernando Henrique que proibia o governo federal investir nessa categoria de educação. Já o Pronatec é uma criação do governo Dilma que pretende em sua segunda etapa atingir a meta de 12 milhões de vaga. Na primeira etapa, que termina em dezembro, o objetivo é alcançar 8 milhões de vagas. Só que já no mês de agosto, essas vagas já foram alcançadas.Link permanente da imagem incorporada

“A meta do Pronatec era de 8 milhões de alunos em dezembro, mas alcançamos em agosto. Nós voltamos a investir em institutos federais de educação em 2005, depois de derrubar a alei que proibia cursos técnicos.

Para a segunda etapa do Pronatec estão previstas 12 milhões de vagas que dará atenção especial para o micro e pequeno empreendedor”, revelou Dilma durante entrevista.  

DILMA LANÇA A TERCEIRA ETAPA DO PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA

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Durante a entrega de 5.460 unidades habitacionais no Residencial Paranoá, em Brasília, a presidenta Dilma Vana Rousseff, fez o lançamento da terceira etapa dp Programa Minha Casa, Minha Vida que tem como meta construir 3 milhões de moradias até o ano 2015.

O programa construiu na primeira etapa 1 milhão de moradias e, agora, em 2014 a meta é atingir 2,75 milhões. De acordo com Dilma, 350 mil unidades da segunda etapa esperam contratos.

Durante seu discurso, a presidenta falou sobre a importância do brasileiro possuir sua própria moradia, a meta a ser atingida e os empregos que são gerados na construção civil com o Programa Minha Casa, Minha Vida.

“Nosso objetivo é deixar claro que é possível contratar 3 milhões de moradias. Porque aquilo que está dando certo deve ter continuidade.

As famílias de menor renda precisam continuar recebendo subsídio quase integral, como fizemos até agora, e precisamos sinalizar para os empresários se prepararem com terrenos e discutirem com os prefeitos para que isso ocorra a partir de 2015.

Temos competência e capacidade para fazer isso até o fim do ano sem o menor problema.

É um empresário contratando os trabalhadores, aquele empresário que faz cimento contratando o trabalhador para fazer o cimento”, discursou Dilma.

O governo federal já usou no programa Minha Casa, Minha Vida mais R$ 220 bilhões na construção de moradias.

O PROGRAMA MAIS MÉDICOS, QUE OS MÉDICOS-BURGUESES ODEIAM E INVEJAM, JÁ ATENDEU MAIS DE 50 MILHÕES DE PESSOAS

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É muito simples de entender, mas, para os médicos-burgueses, é impossível entender e aceitar. A meta projetada pelo governo federal para o Programa Mais Médicos, até esse momento, era atender 46 milhões de pessoas. Mais qual o quê. O Programa Mais Médicos não atingiu a meta. Ultrapassou! Atendeu mais de 50 milhões de pessoas.

Uma demonstração racional e solidária de que coexistência requer vivência-humana. E a essencialidade humana é uma dimensão ontológica que nem todos atingem. Os médicos-burgueses e todas as facetas das direitas não podem tingir essa dimensão dado ao fator solipsista em que estão encerradas. O exterior como objetividade do outro não existe para elas.

Para elas, o outro como enfermo não existe. Ainda mais, quando o enfermo é alguém da classe pobre que não tem dinheiro para pagar um plano de saúde, que alimenta a ambição-patológica dos profissionais analfabetos, e precisa do Estado com suas instituições funcionando. Ao contrário das direitas, que detentoras de poder econômico, não precisam do Estado. Suas riquezas lhes conferem o que necessitam.

Por isso, elas quando comentam a existência dos pobres é através de um ato abstrato de suas próprias consciências-idealizadas que não foram produzidas por experiências concretas saídas da relação com a matéria, já que não podem atingir a objetividade. Com essas consciências-idealizadas que se iludem com suas abstrações não podem atingir o pobre, visto que compreender o sofrimento do outro é da ordem da aprendizagem, como diz o filósofo da Vida-Ativa, Nietzsche. As direitas são estúpidas demais para entenderem o real. Principalmente quando o real comporta as classes pobres que ela não conhece por sua ignorância. Elas confundem o real com suas abstrações de poder e riquezas.

São 3.819 municípios em que contam com a vocação, a inteligência e denodo dos profissionais do Mais Médicos. Nestes municípios atuam 14.452 médicos brasileiros e estrangeiros. E mais, de acordo com pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde, houve uma diminuição de 21% no número de encaminhamentos a hospitais depois que o Mais Médicos começou a atuar.

Uma parte dessa realidade foi apresenta ao público pela presidenta Dilma Vana Rousseff.

“O Mais Médicos é uma das nossas ações que aumenta a capacidade de atendimento do SUS. Muitas cidades não tinham sequer um médico. A pessoa que precisasse de atendimento tinha que se deslocar para outra cidade, às vezes a dezenas e dezenas de quilômetros de distância – de carro, de ônibus e até mesmo de barco, algumas iam a pé.

Quando a gente trata o problema da saúde lá na base, lá no posto de saúde do bairro, a gente trata as doenças no início. Assim, você consegue controla-las e até curá-las. E isso desafoga os hospitais e os serviços de urgência. Com o Mais Médico, conseguimos reduzir 21% o número de encaminhamento aos hospitais. Os centros mais especializados de saúde estão cada vez mais atendendo apenas os casos mais graves.

Uma coisa importante é que a maior parte dessas vagas está também sendo criada em cidades do interior. Essa é uma estratégia fundamental para fixar os médicos na própria região onde são formados. Isso faz parte do nosso esforço de descentralizar a graduação e a especialização de médicos, que antes só se formavam nos grandes centros urbanos, em especial na região Sul e Sudeste”. Analisou Dilma.

Essa realidade mostra fatos que arrocham as consciências-abstrata das direitas.

OS MÉDICOS-BURGUESES COMO ANALFABETOS PROFISSIONAIS

O filósofo marxista, Lucien Goldmann, cunhou no fim da década de 60 o conceito “especialista analfabeto”. Com esse conceito ele se referia ao sujeito-individual que se especializa em uma área do saber constituído, eliminando, assim, o sujeito coletivo. O sujeito transindividual. O sujeito da ação, da criação e da práxis coletiva.

Entende-se, então, que o “especialista analfabeto”, que hoje é chamado de analfabeto profissional, é um sujeito-sujeitado por um conhecimento estreito e limitado. Sua referência ontológica, seu modus de ser, constitui-se como reflexo de sua profissão. Ou seja, ele é uma reação saída de sua vivência particular conjunta com o resultado do entendimento que teve de sua profissão na sociedade em que vive. Sua relação com o mundo sai tão somente do discurso de sua profissão situado na sociedade que existe. Sua opinião é expressão sintética de sua condição profissional limitada.

Compreende-se assim, que o profissional analfabeto, como reação de sua profissão na sociedade que existe, se relaciona com sua família, com seus comparsas, nos supermercados, shoppings, lojas, aniversários, reuniões sociais, etc., através da linguagem estreita que carrega. Como que diz o filósofo, Sartre, ele é “uma insuportável consequência”. Uma consequência, diria Lucien Goldmann, de sua condição de profissional analfabeto.

DA LIMITAÇÃO INTELECTUAL DO ANALFABETO PROFISSIONAL

Sabe-se quando um profissional é analfabeto a partir do momento que se percebe que ele não carrega outros conhecimentos. Outros enunciados, outros conceitos, outros dizeres. Outras ideias que lhes disponham às altercações dialéticas para que ele possa ser um sujeito-histórico, um sujeito transindividual. Alguém que interpreta o mundo, que conhece suas contradições e tenta criar outras formas de sentir, ver, ouvir e pensar. E sua condição profissional não se encontra isolada das outras formas de agenciamentos coletivos, semióticas econômica, politica, social, histórica, estética, antropológica, ética, tudo que o que não reflete alienação.

Seu discurso não é estruturado com clichês, palavras desativadas, estereótipos, preconceitos. Conceitos assimilados em sua família, sua classe social e posteriormente usados cotidianamente sem passar pelo exame, pela crítica. Porque não há crítica nele. Se não fosse sua profissão, ele seria tomado como alguém sem a faculdade racional.

DR: CANTÍDIO, O MÉDICO-BURGUÊS, PROFISSIONAL ANALFABETO

O médico Cantídio Lima Vieira, que em uma reportagem da revista IstoÉ, em sua edição 2246 foi tratado como um “marajá de jaleco”, em função de possuir uma rede de clinicas e de ser bem pago para trabalhar em um hospital do Senado. É um bom exemplo para se compreender o que é o médico-burguês como profissional analfabeto conceituado pelo filósofo Lucien Goldmann, já que se trata de um exemplo de sujeito-sujeitado a medicina de mercado.

Por isso cabe aqui um trecho da reportagem da revista IstoÉ. “Duas unidades médicas dos funcionários, operam no Sudoeste, outro bairro nobre de Brasília. Uma delas pertence ao médico Cantídio Lima Vieira. Ele tem participação em mais quatro clínicas. Duas delas, a Policlínica Planalto e a Cordis são prestadoras de serviço da mesma associação de médicos contratada pelo Senado”.

Cantídio foi indicado pelo ministro Joaquim Barbosa para fazer parte da equipe que examinaria José Genoíno, cujo resultado poderia mantê-lo em prisão domiciliar ou mandá-lo de volta ao Presídio da Papuda. Como se sabe, o resultado foi o segundo. Como participante da equipe médica, ele assinou o laudo que indicou que Genoíno deveria deixar o tratamento domiciliar.

Mas o exemplo não acaba aí, muito pelo contrário. O “marajá de jaleco” publicou no Faceboock a seguinte frase que torna o exemplo concreto: ”Os médicos do Brasil advertem: Dilma faz mal à saúde”. Lógico que não são os médicos do Brasil são os médicos-burgueses do Brasil. Se o doutor Cantídio tivesse um corpus intelectual multidisciplinar, composto por uma cartografia de saberes saída de uma vivência ética-epistemológica, e fosse um sujeito de enunciação coletiva e não um sujeito-sujeitado ou sujeito de enunciação, como dizem os filósofos Deleuze e Guattari, de uma sociedade alienada de mercado, como dizem os filósofos Marx/Marcuse, ele jamais teria tido o comportamento despudorado de querer ofender a presidenta de um país que é um dos primeiros em desenvolvimento no mundo. A presidenta de uma Nação que por si só merece respeito.

O VAZIO POLÍTICO

O doutor, “marajá de jaleco”, não carrega o discurso dessa cartografia de saberes saída de uma vivência ética-epistemológica. Por isso, ele reverbera o que há de mais baixo grau de conhecimento representado no Brasil, que é o discurso das direitas. O discurso de quem não conhece as desumanas etapas históricas do capitalismo liberal, monopolista e de trustes, de organização, de consumo e financeiro do liberalismo econômico que foi o patrão definidor dos desgovernos de Fernando Henrique.

Por isso, ele não aceita as transformações que Brasil teve a partir dos governos Lula e Dilma. Por isso, ele exibe sua misoginia ao querer ofender Dilma. Que para seu triste propósito, ela não compõe. Portanto, não se sente ofendida.

O SIGNO REVELADOR

Mas houve um signo enunciador-significativo na ofensa dirigida por Cantídio à presidenta. A sociedade brasileira que não é imobilizada por ressentimento, inveja e ódio, ficou sabendo quem são esses médicos-burgueses. Os reduzidos profissionais analfabetos que alguns desconfiam que eles representem uma mutação cognitiva-política-profissional que os tornar antítese de Hipócrates e Che, entre outros médicos que sabem, junto com Marx, que todo profissional é a representação de todos os homens na sociedade. Por tal seu engajamento político-profissional.

Definidos neste quadro-diagnóstico ontológico os médicos-burgueses não podem opinar sobre nada, a não ser reverberar o vazio do significante, como diz o filósofo Baudrillard.

LANÇAMENTO DA CAMPANHA, “ASSÉDIO SEXUAL NO ÔNIBUS É CRIME”

http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2014/03/sociedade-deve-ter-tolerancia-zero-com-encoxadores-ressaltam-secretarias-de-mulheres-4248.html/metrosp_sergioandrade_gover.jpg/image_preview

Não há como se definir um homem. Todos os homens são produtos de suas vivências, seus percursos, seus acasos, suas mobilidades e imobilidades. Um homem sempre é diferente de outro homem. Embora, como é socialmente percebido, haja diferenças entre os homens, existem formas de comportamentos éticos em sociedade que afirmam o grau de alteridade entre todos como respeito-empático do existir-social.

“TODA ESTUPIDEZ É PRODUTO DA REPRESSÃO”

Ocorre, porém, que em uma sociedade alguns homens, em função do mundo-infantil que os adultos lhes ofereceram, tornaram-se imaturos sensitivos, cognitivos e sexualmente. E assim, cultuam e mantém esse estado-afetivo-imobilizado. Esses homens temem as mulheres. E como temem as mulheres fazem dos instrumentos que a sociedade patriarcal/burguesa/judaica/cristã/capitalista oferece como forma de discriminação das mulheres, armas de violência contra as mesmas. Uma clara afirmação do pensamento do criador da psicanálise, Freud: “Toda estupidez é produto da repressão”. O que significa que a repressão sofrida por uma criança não a faz somente um adulto frustrado emocionalmente, mas também um sujeito-sujeitado sexual e cognitivamente.

 OS HOMENS SEXUALMENTE FÁLICOS

Os homens que são produtos da repressão imposta pelos adultos em suas infâncias, são personagens em conflitos com suas sexualidades. Não conseguem realizar uma relação sexual tendo as mulheres como reais. Seus quadros fantasmáticos se interpõem em uma possível relação sexual. As mulheres são tidas como, no máximo, um objeto parcial. Quando não, um vazio. Transpassados por esses sintomas, da ausência das mulheres, eles recorrem aos seus substitutos-fantasmas. E o assédio é um desses sintomas.

Esses homens são perigosos, já que em seus mundos não existem imagos-concretas de mulher. E como se sabe, o mundo é uma perspectiva configura pelas imagos-mulher-homem. Desmembrado de qualquer uma dessas imagos não é mundo, mas uma projeção retalhada. Cortes que nunca compõem um mundo-existência.

O perigo que esses homens representam para as mulheres é que eles as escolhem como responsáveis por suas frustrações, e, então, as fazem suas vítimas para significar suas aberrações-sexuais. Escolhem as mulheres porque a cultural-machista as tomas como inferiores e frágeis. Portanto, sem autonomia e voz-ativa. Uma fantasia própria dos homens-fálicos. Homem-eunuco ontologicamente.

CAMPANHA CONTRA O ASSÉDIO

O assédio ocorre em qualquer lugar onde existam homens-eunucos e mulheres. Na saca, na rua, no trabalho, na escola, prédios públicos, estações, clubes, etc. Entretanto, o local onde mais tem ocorrido a expressão desse sintoma patológico sexual-social é no transporte coletivo. São inúmeros os casos de mulheres que, fazem uso do transporte coletivo, foram assediadas durante o percurso que realizaram uma viagem nesse transporte. O caso tornou-se tão revoltante, porque se trata de uma explícita violência contra as mulheres, que várias entidades dos direitos humanos já manifestaram suas indignações. A própria presidenta Dilma Vana Rousseff, já revelou seu repúdio.

Preocupada com a aberração social, a Secretaria da Mulher, vai lançar hoje, dia 24, a campanha “Assédio Sexual no Ônibus é Crime”. A campanha vai mostrar aos homens-eunucos, que o assédio pode ser classificado como crimes de “importunação ofensiva ao pudor” e “estupro” e seus autores podem ser presos.

Como parte da campanha será distribuída gratuitamente para as mulheres – para quem tiver interessado – uma cartilha mostrando o que as mulheres devem fazer quando forem vítimas de assédios. Nos ônibus, como parte da campanha, serão fixados cartazes tratando do assunto. Para denunciar, as mulheres poderão usar o Disque 190.

MÉDICOS CRIAM ESQUEMA, “FAZER HORÁRIO”, EM SPA DE MANAUS, E EXPÕEM SUAS IGNORÂNCIAS EM RELAÇÃO A FUNÇÃO SOCIAL DO TRABALHADOR

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Todo trabalhador como partícipe de uma comunidade exerce uma função social. Essa função social representa a singularidade de sua profissão comprometida com a sociedade como sujeito produtor de relações sociais. De forma mais simples, a função social não é nada mais do que o trabalho executado pelo trabalhador. O que lhe confere a importante de ser social produtivo para o bem da sociedade. Ou seja, seu trabalho representa sua relação com todos os sujeitos que vivem em sociedade.

Dessa forma compreende-se o que o filósofo Karl Marx, afirmou quando disse que um sapateiro, com sua função social, seu trabalho, representa todos os sujeitos que compõem uma sociedade. Assim, como todos os trabalhadores, com seus trabalhos, representam todos os outros sujeitos. É a universalização do trabalho partindo de uma atividade individual. Ou com diz o filósofo Hegel, a objetividade do trabalhador. Reconhecer em si esse laço de responsabilidade social faz do trabalhador um ser desalienado. Um ser que além de compreender a importância de seu trabalho para a sociedade, também compreende o valor de sua existência como sujeito produtor de história. Um saber que o impede de se tornar escravo das forças opressivas do sistema tirânico.

A POLÍTICA DOS SPAs E A DEMANDA DE PACIENTES

O Amazonas é um estado em que o sistema de atendimento médico sempre foi perversamente desumano. São poucas as unidades médicas em que os pacientes vivenciam um atendimento que lhe propicie um sentido de encontrar-se em um habitat civilizado. Em outros casos, essa vivência só é possível quando alguns pacientes encontram, por acaso, médicos enfermeiras e técnicos vocacionados. Mas contra estas poucas realidades médicas, existem outras perversas realidades.

A criação do Serviço de Pronto Atendimento (SPA) tinha como objetivo atender pacientes com necessidade de atendimento de urgência, e dessa forma, também, diminuir o fluxo de pacientes em postos de saúde e hospitais. Uma política de saúde necessária para a diminuição dos entraves do complexo que representa os quadros de enfermidades em Manaus.

Inicialmente os SPAs trabalhavam com dois médicos de acordo com as especialidades, em escalas de plantões de 6 e 12 horas, atendendo a demanda de enfermos. Logo se percebeu que Manaus sendo uma não-cidade com um grande número de pacientes, esse número de médicos era insuficiente. Com os médicos sobrecarregados nos atendimentos houve uma pressão feita pela população. Foi então que as cooperativas-médicas resolveram contratar mais médicos, já que são as  responsáveis por esse serviço junto ao governo do estado e a população. Então, três médicos passaram a realizar os atendimentos.

OS MÉDICOS E O ESQUEMA “FAZER HORÁRIO”

Ocorreu, porém, que mesmo com três médicos designados para atender os pacientes, em alguns SPAs, e em alguns horários, a situação ficou da mesma forma ou pior. Embora a demanda de pacientes continuasse quase que a mesma, as filas continuavam perversas. Foi então, que alguns médicos perceberam que entre eles haviam outros médicos-esquematizados, que alienados do conhecimento de suas funções sociais, portanto sem qualquer responsabilidade com a sociedade, estavam sabotando o atendimento em seus benefícios.

Esses médicos-esquematizados compuseram um esquema chamado por eles de “fazer horário”. Durante o plantão combinam que um ou dois médicos atendem e o outro fica dispensado, por algumas horas, de sua obrigação. Quando não um atende e os dois ficam em ‘repouso’. Muitas vezes dormindo no conforto médico. Se, entretanto, um médico discordar da violência contra a comunidade, eles continuam em seus confortos, e o médico que discordou passa a atender a maioria dos pacientes. Um esquema próprio de desrespeito à comunidade que é cumpliciado por alguns médicos que sabem do esquema e não denunciam. Muitas vezes esses “fazedores de horário” deixam o plantão antes do horário acordado pela lei trabalhista.  

Em alguns casos, os “fazedores de horário” são médicos escalados em vários plantões e aproveitam esse recurso para descansar, já que querem manter o seus status com o que ganham. Provavelmente, em função de não serem médicos vocacionados, por isso não conhecerem a importância de suas profissões como representantes da sociedade, esses médicos-trapaceiros, por causa desses predicados, possivelmente são dos tipos que são contra o Programa Mais Médicos do governo federal.

Diante desse quadro apresentado por esses médicos profissionalmente e socialmente enfermos a comunidade manauara, principalmente a mais carente, exige uma posição das cooperativas médicas, visto que elas prestam serviço público fundamentalmente por causa da população.

BANDINHA DO OUTRO LADO ATUALIZA A POTÊNCIA LÚDICA DE DIONISIOZINHO

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Já há alguns anos a Bandinha do Outro Lado, um dos vetores-criança da Associação Filosofia Itinerante (Afin), atualiza a potência lúdica de Dionisiozinho no domingo-gordo de carnaval no Bairro Novo Aleixo, Rua Rio Jau, Zona Leste de Manaus. O território mais pobre dessa não-cidade.bandinha outro lado 006

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É um território pobre não por carência de inteligência, volição, talento, saber e ética, de suas populações, mas por carência de satisfação das necessidades naturais básicas do homem. Insatisfações resultantes das desumanas administrações públicas impostas às populações dos bairros menos atingidos pelos serviços públicos. Um território onde sua população subsiste na ordem do desemprego, subemprego e salário-mínimo. Uma ordem cruel que se não fossem as políticas públicas do governo federal, a realidade seria muito mais perversa. Um estado de coisa angustiante promovido pelos desgovernos das direitas que se apossaram há, quase, trinta anos da capital.

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É nessa situação, como diria o filósofo francês Sartre, se engajar na situação em que se estar como sujeito-histórico responsável pela produção de sua existência, que a Afin tenta produzir junto com a comunalidade novos modos de ser, sentir, ouvir, ver e pensar. E a Bandinha do Outro Lado carrega esses corpos de sabedorias e afetos produzidos pelas crianças, capazes de revelarem essas novas dimensões de existir. Uma festa no sentido dionisíaco do conceito e da práxis que só as crianças podem atualizar.

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Pois foi exatamente essa experiência devir-criança que novamente foi possível observar e acreditar que só o movimento real pode superar os estados de coisas alienantes de uma cultura dominantemente perversa. Nada como o brincar-criativo transformador. Transformar a forma estereotipada-estabelecida.

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Em um percurso muito simples a Bandinha do Outro Lado – que não tem lado, como a vida que flui sem seguimentaridade – atualiza seu virtual-lúdico. Sai da casa onde são realizadas as sessões de cinema do vetor-Kinemasófico – melhor dizendo, a casa da Miariam que emprestas parte de sua casa para a Afin -, percorre algumas ruas do bairro e volta para o mesmo local, onde a festa continua. Depois da folia, é realizado o ‘desbrocante’ infantil, porque criança embora seja a potência-vital, não é de ferro.

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Um ritmo diferente que ocorreu nesse ano de 2014, foi à participação de crianças afinadas na orquestra. Além das crianças usarem instrumentos industrializados, elas também fizeram uso de instrumentos artesanais criados por elas com a orientação do mestre Alci Madureira.

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No mais, foi uma festa daquelas que o capitalismo predador odeia. Uma festa onde o princípio principal é a dignidade humana.    

HOJE TEM “BANDINHA DO OUTRO LADO”

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Tá, tá, tá, tá, tá na hora

Do nosso carnaval

Abram alas

Porque tô que tô

A Bandinha do Outro Lado

Já chegou.

Festa da criançada

Pois é tempo de folia

Rei Momo já avisou

Para cantar e dançar

Com alegria.

E a Bandinha do Outro Lado

Que é pura empolgação

Reúne a comunidade

Novo Aleixo!

Em um só cordão.

É com essa marchinha que Dionisiozinho vai fluir criativo, sapeca como o ser comunalidade que se efetua ludicamente carnavalesco. Como um contínuo de seu pai Dionísio, criador da filosofia e da tragédia do teatro da ática, Dionisiozinho vai borbulhar as águas da Rua Rio Jaú, no Bairro do Novo Aleixo.

Como já acontece há seis anos, Dionisiozinho é o devir Bandinha do Outro Lado. A Bandinha do Outro Lado que se transmuta em brincadeiras, cantos e danças contagiantes. Brincar, dançar e cantar é o que segue Dionisiozinho.

Para quem pretende ludicidade dionisíaca a caosmose é:

Esse domingo.

Bairro Novo Aleixo, Zona Leste, o território mais pobre de Manaus.

Rua Rio Jau.

Qualquer tempo festeiro.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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