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MINISTÉRIO DA SAÚDE INSTITUI POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇAS RARAS.

O Diário Oficial da União (DOU) publicou ontem, dia 12, a portaria do Ministério da Saúde que institui a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras. As doenças que acometem 65 pessoas em um grupo 100 mil pessoas.

O objetivo da instituição da política médica é através de ações eficazes, prevenir, detectar precocemente as doenças, desenvolver tratamento oportuno, reduzir a incapacidade e cuidados paliativos para que o paciente tenha melhor qualidade de vida.

Para que essas ações sejam confirmadas, o Ministério da Saúde (MS) organizou uma rede de atendimentos que determinará diagnósticos e atendimentos. Todas as doenças serão classificadas de acordo com seus sinais, assim como serão estruturadas em eixos.

De acordo com a política médica, serão investidos R$ 130 milhões, 15 novos diagnósticos de doenças raras serão incluídos nos já dispostos e mais oferta de aconselhamento genético no Sistema Único de Saúde (SUS).

Enquanto isso, a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Problemas e Prioridades para 2014, realizada pelo IBOPE em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que 49% dos entrevistados afirmam que melhorara a saúde pública deve ser prioridade do governo federal.

A “OI” E SEU SENTIDO PERVERSO DE INOPERÂNCIA TELEFÔNICA

A sociedade humana é composta de objetos naturais e artificiais, também conhecidos como culturais: objetos da produção humana. Mas tanto um como outro, são elementos constitutivos do estar-no-mundo dos indivíduos. Quer dizer: fazem parte da existência dos indivíduos em sociedade. São promotores dessa existência. Os indivíduos promovem suas praticidades em encadeamentos com esses objetos. Quando eles lhes faltam deixam um sentido de inadequação dada suas necessidades na existência de cada um.

Assim que, cada empresa produz um objeto necessário aos indivíduos de acordo com sua força de trabalho, matéria e necessidade. Uma fabrica de fogão tem operários que desenvolvem sua função social com uma finalidade: proporcionar o objeto-fogão ao usuário doméstico. Uma cachaçaria produz cachaça cujo fim é à embriaguez. Uma sapataria produz sapatos cuja função é calçar os indivíduos. Assim que, quando se deixa de fabricar esses objetos (ou qualquer objeto), as pessoas têm suas existências domésticas conturbadas.

A DISSIPAÇÃO DA FUNÇÃO SOCIAL

A fábrica, juntamente com os operários, não cumpriu sua função social. Também do mesmo modo, quando a cachaçaria deixa de fabricar cachaça impede a embriaguez do consumidor alcóolico. E a sapataria ao deixar de fabricar sapatos deixa o consumidor descalço. Nos três casos a falta de produção faz desaparecer a função social que existe em razão da necessidade dos indivíduos. O que acarreta mudanças angustiantes nos usuários que entram em forte ansiedade social visto que os objetos fazem parte de seus universos sociais. 

A DUPLICAÇÃO DO SOM

Sendo assim, uma empresa telefônica, por trabalhar com tecnologia-comunicativa, tem como matéria de sua função social a fala e a audição. O som duplicado: som do emissor, e som do receptor. Mas não se trata de um som qualquer, pois, no caso, seria mero ruído. Entretanto, a telefonia, tirando os ruídos na comunicação, não trabalha com ruídos, trabalha com som-mensagem. O emissor seleciona uma mensagem para enviar a um receptor. Para isso ele usa um canal: o telefone. Que ele tem um contrato como assinante da linha. Desta forma, o telefone é o elemento-canal responsável pela concretização da comunicação entre os falantes-ouvintes. A necessidade da comunicação surge em razão do homem ser um ente das relações. Seja das relações próximas ou distantes (tele do grego, distante). O telefone tem a função social de realizar as relações distantes.

A MORAL INOPERANTE E DESONESTA DA OI

O que significa que ao selecionar uma mensagem a ser transmitida por um aparelho telefônico, o emissor desperta em si um estado-afetivo de perspectiva alternante. Ele pretende, através da mensagem, a conformidade da alteridade do diálogo com quem pretende a comunicação. Vários fatores podem impedir a efetuação dessa alteridade-telefônica: receptor com aparelho ocupado, linha suspensa por falta de pagamento ou, então, pane na companhia telefônica. Pois é exatamente esse último fator o responsável pela perversa inoperância da telefônica OI. Há mais de semanas, usuários de telefonia-fixa estão sem linha em seus aparelhos, na capital do Amazonas, Manaus. As reclamações se transmutam constantemente em inúmeros protocolos seguidos da informação: ”Deu pane em uma centra, mas já está sendo providenciado o reparo e seu telefone dentro de 24 horas ou mais tardar, 48 horas estará funcionado”. Passam horas e horas, os sinos cansam de dobrar, e nada. A Oi continua com sua sádica perversidade impedindo a comunicação de seus usuários.

Além do estado-afetivo de ansiedade social imposta pela perversa Oi aos usuários, o que chama muita atenção é o sentido moral da empresa. Seus atendentes sem qualquer pejo de honestidade e sinceridade, sintomatizado em hipocrisia (a hipocrisia é a mentira em ação) como respostas aos usuários, usam esse tipo debochado de locução: “Colocamos seu caso em prioridade”.

NÃO DIGA OI, DIGA ALÔ

Diante dessa perversa inoperância telefônica, vários usuários estão recorrendo aos seus direitos nos órgãos competentes como o Procom. Por tal desafeto patológico a locução oi, deve ser usada somente nas relações reais. No telefone nada como um Alô!

PARA O DEPUTADO FREIXO (PSOL/RJ), O ESTADO AO OPTAR PELA REPRESSÃO NEGA SEU PAPEL. ENQUANTO ISSO, SHEHERAZADE…

A sociedade do Rio de Janeiro vem entrando cada vez mais em estado de ansiedade social, tendo como causa a violência que vem continuamente aumentando no estado. A violência não só como fator produzido pelo considerados marginais, mas também pela própria polícia que tem mantido um caráter de justiceira.

Nos últimos dias, a população foi testemunha de alguns casos criminais que lhe deixaram mais ansiosa. Um rapaz de 16 anos, acusado de roubar bicicleta, foi preso por trinta homens, no bairro do Flamengo, amarrado nu, em um poste, e torturado pelos mesmos. Outro caso apresenta um homem acusado de roubo e assassinato, morto no meio da rua durante em plena a luz do sol, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. No dia 2, a policial Alda Rafael Castilho, prestando serviço na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), no Complexo da Penha, foi assassinada durante um ataque de criminosos. Em busca de suspeitos, no Morro do Juramento, a polícia matou três pessoas.                       

DEMOCRACIA E VIOLÊNCIA

Analisando a situação atual de insegurança no Rio de Janeiro, o deputado Marcelo Freixo do PSOL, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, afirmou que essa situação afasta a democracia da criação de uma sociedade mais justa, é preciso saber o que se quer, se a barbárie ou a lei. Para Freixo, quando o Estado aumenta a repressão ele nega seu papel.

“Entrei pessoalmente em contato com a mãe da Alda. E já solicitamos auxilio psicológico para a família. Sob o episódio do Juramento, oficiamos a Polícia Civil para saber o nome de todos os mortos e o laudo pericial. Também estamos acompanhando as investigações sobre o rapaz torturado no Flamengo.

Cada ação desta nos afasta da democracia e de uma sociedade mais justa. O Estado e a lei existem justamente para não permitir a barbárie. É claro que as pessoas sentem raiva quando são vítimas de um crime, mas isso não dá o direito de agir com as próprias mãos, acima da lei.

Existe uma necessidade pedagógica de diálogo. Um amplo diálogo nas escolas, igrejas, na imprensa e em todas as instituições para saber o que a sociedade pretende, que caminhos queremos. Todos temos essa responsabilidade.

Temos um calendário nesse ano que pode aumentar o acirramento, com a Copa e as eleições. O que estamos colhendo é também o resultado de anos de descaso na escala pública que geraram esse movimento raivoso de falta de compreensão e que pede justiça com as próprias mãos”, analisou o deputado.

VALENTE VAI REPRESENTAR NO MP CONTRA SBT E TELE-JUSTICEIRA

Por sua parte, o deputado federal Ivan Valente, também do PSOL, ao constatar a estupidez, a arrogância e a ignorância da apresentadora-âncora do SBT, Raquel Sheherazade, fazendo apologia à tortura e incentivando o linchamento de criminosos em plena rua, ao comentar o ato de espancamento do jovem negro pelos trinta homens, decidiu entrar com uma representação no Ministério Público contra a TV de Silvio Santos e a tele-justiceira. https://i1.wp.com/www.quimicosunificados.com.br/arquivos/2011/05/WEB-Ivan-Valente-1-337x252.jpg

“Essa espécie de fascismo televisivo que prolifera pelas tevês precisa de um freio que passa pela democratização da mídia e pelo controle social. A mesma jornalista Raquel que apoia o linchamento de jovem negro e pobre defende as estripulias do astro Bieber como coisa de adolescente”, disse Valente.

SINDICATO DOS JORNALISTAS SE MANIFESTA

Também o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e sua Comissão de Ética publicou uma nota de repúdio contra a posição nazifascista da tele-justiceira.

“O desrespeito dos direitos humanos tem sido prática recorrente da jornalista, mas destacamos a violência simbólica dos recentes comentários por ela proferidos nos programa de 4/2/2014. Sheherazade violou os direitos humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e fez apologia à violência quando afirmou que “num país que sofre a violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível- Ela se referia ao grupo de rapazes que, em 31/1/2014, prendeu um adolescente acusado de furto e, após acorrenta-lo a um poste, espancou, filmou-o e divulgou as imagens na internet.Rachel Sheherazade

É preciso lembrar que os canais de rádio e tevê não são propriedade privada, mas concessões públicas que não pode funcionar à revelia das leis e da Declaração Universal dos Direitos Humanos”, diz trecho da nota.

SBT TIRA AS BRONCAS

Diante da atitude da tele-justiceira, Silvio Santos, divulgou nota se isentando da responsabilidade.

“A opinião é de total responsabilidade da jornalista e comentarista. A emissora respeita a liberdade de expressão de seus comentaristas, porém ressalta que a opinião é da mesma, e não do SBT”, diz a nota.

PAROXISMO DA ESTUPIDEZ DE SHEHERAZADE

A tele-justiceira, em seu delírio-megalomaníaco-midiático, mandou recado aos que atuam com os direitos humanos. Delirando que será escutada.

“Faça um favor ao Brasil. Leve um bandido para casa”.

No ínfimo de sua inteligência, plagiou a discriminadora estudante de direito Mayara  P. Petruso, que odeia Dilma, e proferiu:

“Faça um favor para São Paulo, mate um nordestino afogado”.

Veja o vídeo e analise a inteligência-ética da tele-justiceira.

SINDICATO DOS METROVIÁRIOS AFIRMA QUE DESDE 2011 CHAMA ATENÇÃO PARA O PERIGO DOS TRENS SUCATEADOS DE SÃO PAULO

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Enquanto o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alkmin, do partido porta-voz da burguesia-ignara, PSDB, e seu secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, afirmam que o caos apresentado no Metrô na segunda-feira, dia 4, que atingiu milhares de usuários, foi obra de “sabotagem” e de “vândalos”, Altino de Melo Prazeres Junior, presidente do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, disse que a ameaça de perigo já havia sido revelada desde o ano de 2011. Para ele o caos na frota K, foi apenas a consequência de como se encontram os trens em São Paulo. Segundo ele, desde essa época o sindicato vem avisando a direção do Metrô e o Ministério Público sobre essa ameaça.

O trem que sofreu a pane é o mesmo que, em agosto, desencarrilhou perto da Estação Palmeiras Barra Funda e abriu sozinho todas as portas do lado contrário da plataforma Santa Cecília, no mês de outubro.

“O trem que iniciou o processo de problemas ontem foi o K07. No ano passado, entre 10 de outubro e 9 de novembro, houve 696 falhas só na frota K. São falhas registradas pelo próprio Metrô. Dessas 696 falhas, mais de 300 ocorreram só com o K07.

Essa porta abriu, mas não fechou. Ficou emperrada. Teve que ser isolada, demorou bastante, em horário de pico, e o trem teve que ser evacuado na estação Brás. A demora acabou acarretando outros problemas em outros trens. E o problema maior foi no ar-condicionado.

Tiveram que desenergizar a via na Estação Marechal Deodoro, porque havia usuários nos trilhos, e os trens que usam ar-condicionado acabaram ficando sem energia. Os vagões estavam superlotados e as pessoas obviamente tentaram sair. Quem já esteve nessa situação, dentro de um trem lotado, com ar-condicionado parado, sabe que é um desespero total. Que culpa tem o cara de querer sair daquele sufoco? Não tem culpa.

Esse conjunto de falhas, já sabíamos que estava ocorrendo há algum tempo. Sempre dissemos que a empresa estava trabalhando com a sorte, apostando na sorte. E que, se isso ocorresse no pico da tarde, com as pessoas voltando para suas casas, ia causar tumultos.

A população está em risco. Vamos consultar a categoria e possivelmente realizar uma assembleia para decidir como vamos lidar com esse problema. Com o evento de ontem, está demonstrado que tudo aquilo que a gente falava faz sentido. A própria imprensa dizia que estávamos exagerando. Mas os fatos demonstraram.

Nossa preocupação é que isso pode acontecer novamente, e o governo pode não ter tanta sorte. Estamos a beira de uma tragédia”, analisou Altino.

OS ALIENADOS MÉDICOS-BURGUESES VÃO DESATINAR MAIS AINDA, PORQUE O GOVERNO VAI TRAZER MAIS MÉDICOS ESTRANGEIROS

No momento, são 6,658 mil médicos estrangeiros trabalhando no Programa Mais Médicos em 2.177 municípios e 28 distritos indígenas, mas a meta do governo federal é até março desse ano chegar ao número de 13 mil médicos que atuarão nos municípios inscritos no programa.

Como o objetivo precípuo do governo Dilma é a saúde da população, principalmente a mais carente, seu governo deverá contratar mais profissionais da medicina. E é claro, que quando se enuncia profissionais da medicina se está considerando os profissionais médicos engajados em suas profissões como seres sociais e humanos, e não os alienados médicos-burgueses com suas mentalidades farisaicas e filisteias.

Médicos que defendem uma ética médica, mas não cumprem (seu sentido fariseu), visto que são de espírito estreito e vulgar (seu sentido filisteu). Alcunhados médicos que violentaram os médicos cubanos, ignorantes de que toda profissão, por sua realidade humana, é universal, e fazem uso da internet para lançar impropérios contra o governo Dilma com a intenção de não a verem reeleita. Triste e deplorável intenção dos alienados médicos-burgueses, analfabetos políticos, como diz o teatrólogo alemão, Brecht, posto que para o bem da maior parte da população a eleição presidencial já ocorreu. Dilma já se encontra em 2015.

E o maior desatino desses alienados médicos-burgueses é saber que a avaliação do trabalho dos médicos estrangeiros feita pelas populações atendidas é claramente positiva. Os pacientes atendidos mostraram segura confiança nos trabalhos desses profissionais. E mais, para o arrepio desatinado da neurose de conversão dos alienados médicos-burgueses, seu fator excitante, essas populações demonstraram satisfação com o tratamento humanamente carinhoso que receberam desses profissionais, além, é lógico, do conhecimento científico. Afecção carinhosa difícil de ser expressa pelos médicos de espírito estreito e vulgar cujo único carinho que expressam é a sensualidade abstraída do fetichismo do capital. Reificação dos sentidos e cognição, diria o filósofo Karl Marx.

DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO PUBLICA MP PARA APRESSAR VERBAS PARA SEREM APLICADAS NAS ÁREAS ATINGIDAS PELAS CHUVAS

As áreas dos estados do Espirito Santo e Minas Gerais atingidas pelas chuvas que caíram nos últimos dias destruindo casas deixando milhares desabrigados e causando a morte de vários moradores, deverão com brevidade receber verbas para suas recuperações. Para que isso fosse possível, o governo federal publicou no Diário Oficial da União (DOU) uma Medida Provisória (MP). Ela muda a Lei nº 12.340, de 1° de dezembro de 2010 que trata das transferências de recursos da União aos órgãos e entidades dos estados, municípios e o Distrito Federal.

A transferência dos recursos deverá ser feita por meio de depósito em conta específica do beneficiário em instituição financeira oficial federal. Outra forma será pelo Fundo Nacional para Calamidades Pública, Proteção e Defesa Civil (Funcap). A MP também estabelece que será da União a responsabilidade de determinar as diretrizes e aprovar os planos de trabalho de ações de prevenção em áreas de risco e recuperação. Depois dos trabalhos aprovados, também é da responsabilidade da União o repasse de recursos aos entes beneficiários, como também fiscalizar as metas físicas e avaliar o cumprimento das ações estabelecidas pela lei.

O estado do Espírito Santo tem sido o território onde mais ocorreram mortes: são 27 mortos. E o município onde mais morreram moradores, foi em Itaguaçu. Quatro moradores morreram por aterramento e mais quatro por causas variadas. Em Colatina morreram seis, em Baixo Guandu, morreram quatro, e em Domingos Martins, Barra do São Francisco e Nova Venécia, um morador em cada um desses municípios. São 50 municípios atingidos.

Em Minas Gerais o número de mortos é de 18 moradores. Foram pessoas vitimadas por desabamento e deslizamento. Além dos mortos existem seis moradores feridos, 3.410 desalojados e 744 desabrigados. Já são 79 municípios afetados onde 26 decretaram situação de emergência ou calamidade pública.

Hoje, dia 27, a presidenta Dilma visitará o estado de Minas Gerais para avaliar os desastres ocorridos pela ação das chuvas e tomar as providências cabíveis. Segundo Francisco José Teixeira, ministro da Integração Nacional, a presidenta vai oferecer ajuda ao governador Antônio Anastásia (PSDB).

 “Estamos viajando com a presidenta para poder oferecer ajuda que já foi oferecida por mim, enquanto ministro, ao governador do estado de Minas Gerais. Também queremos disponibilizar esta ajuda para o estado e já estamos enviando esforços para ajudar os municípios mais afetados.

Com essa nova medida provisória o componente se torna mais ágil. Vamos poder agora liberar de uma forma menos burocratizada, mais imediata, os recursos para poder reconstruir pontes, estradas, habitações para as populações que têm que sair da área de risco, drenagem urbana. Tudo aquilo que é necessário para reconstruir e para prevenir novos desastres serão feitas em velocidade muito maior que está sendo feita hoje”, disse o ministro.

DILMA MANIFESTA CONTRARIEDADE SOBRE A VIOLÊNCIA ENTRE TORCEDORES DO VASCO E A.PARANAENSE, E MINISTÉRIO DOS ESPORTES DIZ QUE VAI INTERVIR

Sobre as brigas violentas entre os torcedores do Vasco – rebaixado para Série B – e os torcedores do Atlético Paranaense – nas Libertadores -, alguns órgãos da imprensa e telespectadores classificaram de selvageria. Dois erros. Um, os selvagens não brigam motivados por frustrações. Dois, os selvagens não jogam futebol e muito menos profissional-capitalizado. Um julgamento que sai de um erro perigoso que acredita que os habitantes das selvas são violentos. A violência é urbana. Ela viola os direitos dos outros. E no caso do futebol é das torcidas, que violam o direito do torcedor assistir uma partida desse esporte euforizante. Mas esta violência, nos estádios, não é só recusada. Ela também é aceita, dissimuladamente, pelas televisões que fazem as transmissões das partidas, porque ela surge como um espetáculo a parte do que estava programado. As cenas de soco, pontapé, gravata, rasteira, chutes nos órgãos genitais, quer dizer, em toda parte do corpo, é espetáculo já assegurado por emissoras como a TV Globo. Ela exibe cenas semelhantes  de lutas aberrantemente irracionais, para não dizer desumanas.

Por isso, se desconfia da sinceridade do locutor-comentarista do Sport TV, quando ele se mostra indignado com o fato e diz que não é jornalista para cobrir guerra, mas sim esporte. E o que conta contra essa “sinceridade”, é o fato de que a televisão transmite as cenas de violência, e depois seus ditos profissionais ainda comentam detalhes das lutas. Sem contar, contando, que muitas vezes algumas posturas de alguns comentaristas desse esporte insinuam violência.

É visível a tendenciosidade desses comentaristas. No momento da paralização da pelada em função das lutas e ataques covardes de torcedores, alguns comentaristas se lembraram de Eurico Miranda, uma das personagens mais funesta para o futebol brasileiro, um aproveitador do que este esporte pode proporcionar – foi eleito deputado com os votos dos torcedores-iludidos do Vascão -, afirmando que se ele ainda fosse presidente do Vasco tiraria os jogadores de campo e iria ganhar os pontos no tapetão. O que levou a inferência de que Roberto Dinamite pudesse ‘euricar’ sua administração. O que graças ao seu bom-senso, não ‘euricou’. Para a frustração dos comentaristas estimuladores da violência-trapaceira.

Mas a presidenta Dilma Vana Rousseff, não perdeu sua lucidez e comentou as brigas entre as torcidas como um fato que deve ser entendido como ausência de tolerância.

“São chocantes as cenas de brigas entre os torcedores no jogo Atlético Paranaense x Vasco. Essa violência vai contra tudo que acreditamos ser o futebol, um esporte de paixão, mas também de tolerância.

O país do futebol não pode mais conviver com a violência nos estádios”, afirmou Dilma.

Por sua vez, o ministro do Esporte, Aldo Rabelo (PCdoB/SP), afirmou ser necessária a presença da Polícia Militar nos estádios, para conter a violência. E que vai identificar os culpados para puni-los.

“Os responsáveis devem ser identificados e punidos, cumprindo-se o Estatuto do Torcedor, que prevê penas de reclusão e de banimentos dos estádios aos torcedores que cometeram atos de violência”, disse o ministro.

MINISTRO DA SAÚDE DIZ QUE O BRASIL É O PRIMEIRO PAÍS A OFERECER TRATAMENTO GRATUITO AOS DIAGNOSTICADOS COM HIV

Em entrevista a RBA, o ministro da Saúde Alexandre Padilha disse que com a distribuição gratuita de medicamento às pessoas diagnosticadas com o HIV, promovida pelo governo federal, provavelmente serão incluídas mais de 100 mil pessoas no novo programa. Ele disse que antes os remédios eram distribuídos somente quando os pacientes apresentavam sintomas físicos, mas agora não. De acordo com o ministro, há 17 anos o Sistema Único de Saúde (SUS) incluiu mais 313 mil no programa. A partir de agora, os remédios serão distribuídos logo que o teste seja confirmado como positivo. A dose tripla combinada, três medicamentos em um, que tem mais eficácia, será distribuída pelos SUS.

O início da distribuição começará no Rio Grande do Sul que apresenta o maior número de casos per capita, e no Amazonas que apresenta o maior número de mortes. Uma estatística que precisa ser observada pelas autoridades da saúde no estado do Amazonas, visto que o Rio Grande do Sul que tem um índice populacional maior apresenta o maior número de casos tem menos morte que no estado com menor índice populacional, que é o Amazonas.

“O Brasil estará na vanguarda no tratamento contra a Aids. A nova estratégia é oferecer o tratamento assim que o teste der positivo. Ao oferecer o medicamento mais rapidamente, você espera que a pessoa tenha qualidade de vida melhor e reduza o risco de transmitir o vírus a outras pessoas.

Temos uma geração mais jovem que não viveu o início do enfretamento da Aids. Não viu artistas, esportistas, parentes morrendo com Aids, e por isso talvez tenham menos sensibilidade com a questão”, observou o ministro Padilha.

PARA ADILSON DE SOUZA, TENENTE-CORONEL DA RESERVA DA POLÍCIA MILITAR DE SP, A VIOLÊNCIA DA PM É “RESQUÍCIO DA DOUTRINA DE SEGURANÇA NACIONAL” DA DITADURA

Já vem de muitos anos a ideia de que é preciso desmilitarizar a Polícia Militar em função do papel que vem desempenhando no Brasil. Há hoje na sociedade brasileira, de acordo com pesquisas de especialistas, uma descrença quase que geral na importância da instituição como sentido de segurança pública. Todas às pesquisas mostram que a população não acredita na Polícia Militar. E muitos dos entrevistados afirmam que a temem

Motivos para tal descrença são muitos. A PM tem siso constantemente noticia dos meios de comunicação. E notícia nada agradável para a população. O tema noticioso é sempre a arbitrariedade e a violência praticada por membros dessa instituição. Casos como o do pedreiro Amarildo, preso, torturado e mortos por policiais militares no Rio de Janeiro, e o caso do jovem Douglas Rodrigues, morto por um policia militar, em São Paulo, já são comuns no Brasil. Como disse uma sobrinha do pedreiro Amarildo: “as crianças são tratadas, na favela, com tapa na cara pelos policiais”. É uma violência que atinge a dignidade social, principalmente dos pobres e negros. E muitas vezes apoiada por algumas pessoas.

Todos esses temas foram discutidos no programa da TVT, Melhor e Mais Justo, que contou com a presença do tenente-coronel, Adilson Paes de Souza, autor do livro O Guardião da Cidade, que mostra como a Polícia Militar continua com a mesma mentalidade e ações da ditadura militar com sua Doutrina de Segurança Nacional. Para Adilson Paes de Souza é necessário desmilitarizar a PM e criar uma Polícia Civil. Em seu entender, a palavra autoridade perdeu seu sentido de responsabilidade para significar hoje violência, arbitrariedade e truculência. De acordo com sua observação, temas como violência policial, tortura e preconceito não eram debatidos nas 1.100 horas de aulas na formação dos policiais. Somente 90 horas de aulas eram dedicadas aos temas dos direitos humanos. Para Adilson de Souza é preciso entender quais os mecanismos que na mente e no ensino policial, “faz com que uma pessoa reduza a outra a objeto a ponto de praticar violência”.

“Desmilitarizar não é defender uma polícia sem armas, mas a existência de uma Polícia Civil. Não há a menor necessidade de que uma instituição de segurança pública seja militar. Essa condição leva a uma série de abusos e de tradição de subcultura da violência que é inaceitável no Estado Democrático de Direito.

Existem supostas autoridades que apregoam o extermínio e a morte. Isso exerce um efeito pedagógico nefasto sobre a mente de policiais militares e da sociedade civil, que faz com que eles defendam ideias como a pena de morte ” analisou o tenente-coronel reformado.

Para ele, o fato de desmilitarizar a PM constituísse em desarmar a Doutrina de Segurança Nacional que até hoje é atuante no Brasil. A violência extrajudicial praticada pela PM no Brasil já foi tema do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) que pediu para o governo brasileiro desenvolver políticas de segurança que mude esse quadro de violência praticada pela PM.

Para Ângela Mendes de Almeida, coordenadora do Observatório de Violências Policiais da Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP) as ações dos militares nas periferias têm o objetivo de exterminar os pobres.

“Quando o jovem (Douglas Rodrigues) perguntou ao policial ‘por que você me matou?’, ele não percebeu que a polícia está lá para matar todos eles, para torturá-los, para humilhá-los e tem uma grande parte da população que aprova esse tipo de ação, desde que seja com o pobre”, observou Ângela de Almeida.

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA!

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DAS NEGRAS CORES DE MINHA VIDA

A consciência é negra

O desatino é branco

 A cor é negra

O cutelo é branco

A potência é negra

O poder é branco

A essência é negra

O padrão é branco

A singularidade é negra

O clone é branco

A razão é negra

O contra senso é branco

A alma é negra

O peso é branco

A música é negra

O grunhir é branco

A terra é negra

O pé é branco

A flor é negra

O ódio é branco

A linha é negra

O ponto é branco

A atriz é negra

O bufão é branco

A alegria é negra

O pranto é branco

A liberdade é negra

O medo é branco.

* Assim Faço-me Inconfundivelmente Negra (AFIN).  

PESQUISA DA ESCOLA DE DIREITO DA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS MOSTRA QUE A POLICIA MATA 5 PESSOAS POR DIA NO BRASIL, E QUE 70% DOS BRASILEIROS NÃO CONFIAM NELA

A Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas publicou seu 7ª Anuário Brasileiro de Segurança Pública, cuja pesquisa usou como método a comparação dos dados dos Estados Unidos com os dados brasileiros. Segundo a pesquisa, as polícias civis e militares, em confronto no ano passado, provocaram a morte de 1,89 mil pessoas. O que corresponde cinco mortes por dia. Nos Estados Unidos foram 410, em confronto.

Segundo a pesquisa, 23 policiais militares foram mortos em serviço e 22 fora de serviço. Já na Polícia Civil cinco foram mortos em serviço e oito fora de serviço. Mas um dado que chamou a atenção dos pesquisadores foi a quantidade de pessoas que não confiam nas polícias. De acordo com a pesquisa 70% dos entrevistados afirmaram não confiar na polícia. Como as entrevistas foram efetuadas no primeiro semestre desse ano foi possível fazer uma comparação com a pesquisa do primeiro semestre do ano passado. Resultado: alta de 14% em relação ao semestre do ano passado. Enquanto nos Estados Unidos, 88% confiam na polícia e na Inglaterra, 82% confiam.

Para um dos coordenadores da pesquisa Renato Sérgio Lima, esse padrão das polícias brasileiras é “inaceitável”.

“Um padrão das polícias que se mostra inaceitável. A polícia está matando muito e também morrendo muito. A instituição esta falhando, não estamos protegendo o policial e não estamos protegendo a população.

O cenário que a gente está traçando é extremamente grave”, observou Renato Cunha.  

Por sua vez, o ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, falando sobre os dados da pesquisa, que mostra a desconfiança da população em relação às polícias, disse que é preciso que construir uma atuação policial que volte a ter a confiança da população.

“Acredito que esse dado mostra a necessidade de construirmos uma atuação policial que volte a inspirar confiança na população.

Temos que refletir onde está a falha e como e onde corrigi-la. Os órgãos policias têm de perceber de que maneira recuperar essa confiança. Os procedimentos equivocados e as ilegalidades têm que ser corrigidos e as corporações em geral têm que ter clareza de que, quando há vícios, tem que cortar na própria carne. Temos um trabalho para readquirir a confiança da população nas autoridades policiais”, disse o ministro. 

ESTUDO DO INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA MOSTRA QUE DE TRÊS PESSOAS ASSASSINADAS DUAS SÃO NEGRAS

O estudo Segurança Pública e Racismo Institucional que faz parte do Boletim de Análise Político-Institucional do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que foi elaborado pelos pesquisadores da Diretoria de Estudos e Políticas do Estado das Instituições e das Democracias (Diest) divulgou que o racismo predominante no Brasil confirma que o homicídio de uma adolescente negro é 3,7 vezes maior do que de um branco. Para o estudo, embora o racismo institucional seja mais evidente nas ações das polícias, todavia outros grupos também praticam essa discriminação.

“O desvio comportamental presente em diversos outros grupos, inclusive aquele de origem dos seus membros.

Ser negro corresponde fazer parte de uma população de risco: a cada três assassinatos, dois são de negros. Cada ano uma maior proporção de jovens, cada vez mais jovens, é assassinada.

Contudo, a segurança pública é uma das esferas da ação estatal em que a seletividade racial se torna mais patente”, mostraram os pesquisadores Almir Oliveira Junior e Verônica Couto de Araújo Lima.

Diante a apresentação do estudo, na sede do Ipea, Daniel Cerqueira, diretor do Diest, que participou do Rio, em videoconferência, confirmou o teor da pesquisa sobre racismo institucional mostrando que mais 60 mil pessoas são assassinadas durante o ano no Brasil com uma grande parcela de negros.

“Há um forte viés de cor/raça nessas mortes. O negro é discriminado duas vezes: pela condição social e pela cor da pele. Como falar em direitos fundamentais e democracia.

Enquanto o homem negro perde 1,73 ano de expectativa de vida ao nascer, vinte meses e meio, a perda do branco é de 0,71 ano, o que equivale a oito meses e meio”, analisou Daniel.

BRASIL NÃO ESPERA E SUPERA A META ESTABELECIDA PELA ONU PARA O COMBATE DA MÍSERIA EXTREMA QUE SERIA PARA 2025

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) junto com o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome divulgou estudo que mostra que o governo brasileiro – diga-se por coerência histórica: governo popular de Lula e Dilma – conseguiu ultrapassar a meta traçada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a diminuição das desigualdades sociais. Nos planos da ONU, as desigualdades em 50% deveriam ser alcançadas entre os anos de 2000 e 2025.

O estudo mostra que foi o programa Bolsa Família que ajudou diretamente na diminuição das desigualdades no Brasil. Em apenas 11 anos os 10% mais pobres do país tiveram um acréscimo em suas rendas de 120,22%. Já o crescimento dos mais ricos chegou 26,41%. O que significa que a renda dos mais pobres aumentou cinco vezes mais do que a renda da burguesia. E, como já foi publicado dias antes, a pobreza de modo geral no Brasil teve uma queda de 70%.

De acordo com o estudo divulgado, a política social do Bolsa Família mexe com a vida dos beneficiados, porque se encontra calcada sobre três pilares.

       1 – Transferência de renda que contribui para aumento de consumo e movimentação econômica.

       2 – Acesso da população de baixa renda a serviços públicos.

       3 –  Inclusão produtiva dessas famílias.

“Conseguimos atingir e superar a meta da ONU em menos da metade do tempo previsto.

Trata-se de uma abordagem que está ligada a canais diversos de combate a pobreza.

O principal elemento do Bolsa Família tem sido o combate frontal à desigualdade, a capacidade de chegar aos mais pobres dos pobres. O Brasil, que antes era chamado do país das desigualdades, a Belíndia da América Latina, teve no Bolsa Família sua primeira vitória efetiva”, analisou o diretor do Ipea, Marcelo Neri.

Como título de comparação, para quem tem interesse ou para quem tem memória muito curta, Belíndia – junção de Bélgica e Índia, dada a diferença de desenvolvimento econômico, segundo especialistas –  era como se designava a situação da maioria da sociedade brasileira que perambulava em total miséria contrastando com as classes mais nababescas. Tudo isso, nos desgovernos do ’príncipe’ sem trono, Fernando Henrique, responsável pela derrocada do Brasil econômica e socialmente.  

GOVERNO BRASILEIRO DIVULGA NOTA CONDENANDO ATO TERRORISTA EM SHOPPING DE NAIRÓBI, ONDE 68 PESSOAS FORAM MORTAS

Número de reféns no centro comercial de luxo  ainda é desconhecido  (AFP PHOTO JAMES QUEST )

O governo brasileiro através de do Ministério das Relações Exteriores divulgou nota condenado ato terrorista que resulto em 68 mortos. O ato terrorista ocorreu no sábado no Centro Comercial Wetsgate, em Nairóbi, Quênia, mas até ontem, dia 22, domingo, os rebeldes ainda se mantinham no interior do shopping dominando reféns que é frequentado, principalmente, por um público consumidor formado pela classe alta do país e pessoas de procedência estrangeira.

O ato terrorista que atingiu tanto quenianos e estrangeiros como franceses, ingleses, norte-americanos, africanos, caucasianos, asiáticos foi executado pelo grupo extremista islâmico somali Al-Shabab que já havia feito ameaça de execução do ato terrorista, assim como já vem provento atentados desde o ano de 2011. Segundo testemunhas, os terroristas atiravam em todas as direções sem escolher alvos específicos. Quatro deles foram presos e um foi morto.

“Ao condenar de forma veemente os atos dessa natureza, o governo brasileiro manifesta as mais sinceras condolências e sua solidariedade aos familiares das vítimas, ao povo e ao governo do Quênia”, diz a nota.

Por sua vez, o governo queniano afirmou que não vai dá trégua aos terroristas e que eles serão punidos exemplarmente.

UNICEF AFIRMA QUE NO BRASIL A MORTALIDADE INFANTIL CAIU 77%. ASSIM, A EXTREMA-DIREITA MORRE

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) divulgou através de seu Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, que no Brasil a mortalidade infantil caiu 77%, em 77% entre 1990 e 2012. A taxa de mortalidade infantil no Brasil, em 1990, era de 62 crianças para mil nascidas. Agora o número caiu para 14. O que coloca no Brasil no ranking mundial no 120º lugar entre os 190 países.

O mais importante para a sociedade brasileira é que a queda da mortalidade infantil no Brasil teve uma média acelerada mais que nos outros países. Essa diminuição ocorreu mais aceleradamente nos últimos dez anos. Nos governos populares de Lula e Dilma.

O ministro da Saúde Alexandre Padilha, entusiasmado com o resultado, afirmou que essa queda ocorreu, principalmente, em função das ações do Sistema único de Saúde (SUS) e os programas sociais que foram implementados.

“O Brasil reduziu mais a imortalidade infantil que todo o mundo, mas que toda a América Latina, mais que os emergentes, mais que os BRICS. Se alguém pergunta, por que existe o SUS, uma parte da resposta aparece nesses números.

Importante ressaltar o aprendizado daquilo que deu certo e onde podemos avançar. O maior impacto se deu nos últimos dez anos, quando a expansão dos serviços de saúde se deu junto com a expansão de programas sociais para reduzir a pobreza. Onde expandimos o saneamento e a presença dos agentes comunitários de saúde, com orientação e prevenção, tivemos queda muito grande na mortalidade infantil”, considerou o ministro.

Desse jeito, não há inveja que se mantenha. Um dia uma ministra recebe prêmio das Organizações das Nações Unidas (ONU) por seu trabalho na diminuição do desmatamento da Amazônia, no outro dia, a UNICEF vem afirmar que o Brasil mais diminuiu a mortalidade infantil. São notícias tenebrosamente violentas para a extrema-direita que acredita que governos populares não servem para o Brasil. Para elas só os governos burgueses que estimulam todas formas de trapaças e exploração.

EM 5 DE SETEMBRO DE 1850 O AMAZONAS FOI ELEVADO À CATEGORIA DE PROVÍNCIA E ATÉ HOJE CONTINUA PROVÍNCIA

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Até os meados do século XIX a Região Norte tinha como sua maior expressão econômica e política a Província do Grão-Pará, com capital em Belém. A Província do Grão-Pará não só representava um poder econômico e social da região, mas acima de tudo um tenaz poder político. Era, para o resto do governo no Brasil, uma espécie de fortaleza. Entretanto, por sua dimensão geográfica, não podia manter proteção às áreas territoriais que estavam em sua incumbência. Foi esse um dos principais motivos que no dia 5 de setembro de 185 o Amazonas elevado à categoria de Província.

Era necessário, e urgente, que uma administração-política instalada no Amazonas se responsabilizasse sobre a segurança de seu território, agora tão imenso. Um desafio geo-político. Essa preocupação derivava do fato de que o Peru, estimulado e protegido pelos Estados Unidos – como sempre os ianques mostrando sua voracidade capitalista -, tinha grande interesse nas terras brasileiras. Todavia, se a elevação à categoria de Província do Amazonas deu-lhe uma face de território autônomo, por outro lado, seus percursos históricos não lhe permitiram independência que pudesse permitir aos seus habitantes amazonenses uma existência digna de sua potência natural como estado.

       …o Ciclo da Borracha serviu apenas para o enriquecimento

    de coronéis de barranco e as indústrias europeias e norte-americana”

Em relação à satisfação de seu povo, sua realidade contém uma história mais de sofrimentos e mazelas que propriamente de segurança, satisfação e conforto. Os ciclos econômicos que ofereceu ao mundo, principalmente, o Ciclo da Borracha, serviu apenas para o enriquecimento de coronéis de barranco e as indústrias europeia e norte-americana – aí um fator do interesse ianque pela região Amazônica -. Deixando atrás de si famílias, nostalgicamente conservadores, com um ressaibo de uma recordação que socialmente não serve sequer de lembrança, mas de indignação. Visto que não permitiu ao estado e muito menos, ainda, à capital, Manaus, o sentido do desenvolvimento e progresso. O fim do Ciclo da Borracha, depois de causar a morte de milhares de índios e espoliar seringueiros, trabalhadores espoliados em sua dignidade através de um salário desumano, em condição de escravatura, deixou atrás de si um lugar bombardeado pela ganância capitalista. Uma praga que até hoje perdura impedindo que Manaus se torne uma cidade. Que Manaus tenha alma. Espírito. Mente.  

Esse o legado desse ciclo histórico-econômico que arrasou um povo e deixou como deboche um teatro que serve de orgulho – o orgulho é uma ideia má dos que carregam baixa potência de agir, como diz o filósofo Spinoza – aos imbecilizados pelos modelos culturais europeus. Um teatro chamado despudoradamente de Teatro Amazonas que não reflete a potência-natural do Amazonas. Um antropomorfismo predador.

                 “Colonizados passaram a repetir so atos de seus colonizadores.

                   A lógica: o colonizado reflete o modelo de seu colonizador”

Mas o estado do Amazonas não continua província apenas em razão das forças capitalistas alienígenas que lhe submeteram a condição de colônia para melhor explorar suas matérias-primas. Não. O Amazonas continua província porque o vírus da consciência colonizada – como diz o filósofo Hegel, o Senhor e o Escravo ou o psiquiatra africano Frantz Fanon em sua obra Condenados da Terra – se distribuiu atavicamente em algumas famílias do estado coadjuvadas por grupos estrangeiros. Colonizados passaram a repetir os atos de seus colonizadores. A lógica: o colonizado reflete o modelo de seu colonizador. Ou na linguagem de Freud: uma criança espancada reproduz nos outros, quando adulta, a violência recebida.

Daí que o estado molar – fixo – em que o Amazonas se encontra hoje é o resultado de uma trapaça política implantada em seio por grupos sem qualquer dimensão política.

  “Com considerável número de desemprego e municípios abandonados até

          pela prática médica. O que força a migração para a capital”.

O que o torna um dos estados do Brasil menos desenvolvido, com um baixo índice escolar, um alto índice de criminalidade, que vai de prefeito-corrupto-pedófilo de municípios aos descuidistas das esquinas-escuras. Com considerável número de desemprego e municípios abandonados até pela prática médica. O que força a migração para a capital. Daí, a importância histórica do Programa Mais Médicos do governo federal na região.

Para não redundar em um estado que apenas expressa a derrocada pode-se levar em consideração – por cortesia – a chegada do Nacional F. C. além das oitava s de finais, na Copa Brasil, parando no Vasquinho. E para quem gosta – e que gosto -, o representante, ou o escoadouro de nossa violência, de luta livre que no momento se encontra em ascensão. Mas luta livre não educa um povo, e muito menos é fundamental para criação de uma consciência-democrática. A não ser para o prefeito de Manaus, Arthur Neto, que adora essa violência travestida de esporte. Mesmo sem saber do significado psiquiátrico dessa atividade. Tem o boi do município de Parintins, mas não é autóctone. Além de ser uma carnavalização da fabulação pecuarista modelizado nas escolas-de-samba carioca banhado pela Coca-Cola.

      “Tudo que parecia ser progressista era apenas simulação. Falsa

               mentalidade burguesa fingindo revolucionária”

Essa condição molar em que o Amazonas se encontra na contemporaneidade – sem ser contemporâneo de estados desenvolvidos – bem que poderia ser diferente se tivesse havido, pelo menos, no pós-ditadura a formação de uma consciência política da população que impedisse a subida ao poder de grupos reacionários que há mais de trinta anos dominam o estado impondo este modelo triste de administração-pública. Mas nada disso foi possível. Tudo que parecia ser progressista era apenas simulação. Falsa mentalidade burguesa fingindo revolucionária. E a constatação se encontra na união siamesca dessa simulada esquerda com os ultraconservadores que dominam a alcunhada cena política do estado do Amazonas. Por enquanto, triste província.

Periferia cobra Estado sobre chacinas e grupos de extermínio

da Agência Brasil

São Paulo – Em audiência pública hoje (24) no bairro do Capão Redondo, na zona sul da capital paulista, moradores cobraram providências do Poder Público para as recorrentes chacinas e a atuação de grupos de extermínio na periferia da cidade. No dia 4, sete pessoas foram mortas em um crime no Capão Redondo.

Francisco José Carvalho Magalhães, pai do estudante Pedro Thiago de Souza Magalhães, executado no Campo Limpo – bairro vizinho do Capão Redondo – aos  20 anos por um grupo de extermínio em 14 de outubro de 2012, pediu apuração sobre o caso, ainda sem solução. “Ninguém sabe falar nada. Recolheram o corpo do local rapidamente e ninguém nunca me deu explicação. Cheguei na delegacia, o boletim de ocorrência já estava feito. Ele foi morto com armas exclusivas das Forças Armadas”, disse.

Magalhães diz que, em um domingo, seu filho, que cursava administração de empresas no Centro Universitário Anhanguera, em São Paulo, saiu de casa ao meio-dia para um fazer trabalho da faculdade. “Ele saiu de casa falando que ia pegar o pen drive. Quando deu três horas, me ligaram que ele tinha sido alvejado a bala”. Pedro foi morto com nove tiros, sete dados pelas costas. No boletim de ocorrência consta apenas que quatro pessoas desceram de um carro prata e dispararam contra o rapaz.

Depois da morte de Pedro, a região foi palco de uma chacina que deixou sete mortos no último dia 4. O crime, que ocorreu no Capão Redondo, está sendo investigada pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e pela Corregedoria da Polícia Militar, órgão que apura desvios de conduta de membros da corporação.

A Secretaria de Segurança Pública descartou que uma das vítimas da chacina seria o cinegrafista amador que fez imagens de uma ação policial no mesmo bairro, ocorrida em novembro do ano passado e que resultou na morte de um servente de pedreiro. As imagens mostram que um policial militar dispara contra um homem mesmo depois de ele estar rendido.

“O que aconteceu lá foi uma retaliação aos trabalhadores. Todo mundo sabe que dentro da polícia existe um grupo de extermínio, isso aí está na cara, não tem mais como esconder de ninguém. Aquela gravação foi para a mídia, vieram dar o troco”, disse Doraci Mariano, presidente da Associação Joacris, presente na audiência.

“Hoje, a polícia é motivo de medo. As crianças veem um carro e já correm. Na verdade, eles [os policiais] acham que da ponte [que dá acesso da Marginal Pinheiros ao bairro do Campo Limpo] para cá todo mundo é bandido. A abordagem é diferente. É com arma na cabeça, o cara pára você e fala: você pensa que está onde, no Jardins? [bairro nobre de São Paulo]”, acrescenta Mariano.

Além das denúncias, os moradores pediram na audiência pública uma maior presença de políticas públicas na região, ligadas a cultura e a cidadania. “As reivindicações vão desde Bolsa Família para as vítimas da violência, que já estão passando necessidade, a trazer para cá os programas sociais de esporte, lazer e cultura para a garotada, para as pessoas que estão à margem, trazer projetos sociais que a gente não conhece”, disse Paulo Roberto Clemente da Silva, da organização não governamental Capão Cidadão.

Convidados a participar da audiência, o secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Rogério Sotilli, e o secretário municipal da Igualdade Racial, Netinho de Paula, estiveram presentes. “Viemos aqui para aprender com essa comunidade, valorizar o que ela tem a dizer, valorizar sua expressão política, social e cultural. Nós estamos nos abrindo para aprender”, disse Sotilli.

Procurada, a Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo disse que o secretário da pasta, Fernando Grella, iria se manifestar sobre as cobranças dos moradores em entrevista coletiva na noite de hoje.

A GUERRA ACABOU!

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O ÚLTIMO DOMINGO DE AMAZONINO, O NÃO PREFEITO DE MANAUS

“Vai agourar tua mãe” poderão  pronunciar-se vários seguidores do caudilho. Este domingo se revestirá de histórico porque os futuros domingos não o mais teremos como não prefeito. Isto não quer dizer que a não cidade de Manaus irá transformar-se numa Curitiba nos próximos anos sob o governo do velho prefeito Artur Neto  do PSDB paulistano.

Infelizmente as conseqüências de sua não atuação como homem comprometido politicamente com as mudanças em benefício do povo perdurarão por muito tempo e serão difíceis de cicatrização.

Amazonino Mendes que se promoveu junto com outro caudilho já falecido não foi capaz de pensar e mudar politicamente o Estado do Amazonas e nem Manaus.

A Zona Franca de Manaus criada em 1967 como pólo de desenvolvimento da região pelos militares não foi capaz de interiorizar-se por equívocos dos governantes e políticos amazonenses que governaram este Estado.

Em 1982 a Zona Franca alcançava 15 anos de existência. O processo de distensão lenta e gradual do Presidente Geisel possibilitou a realização das primeiras eleições no Brasil.

Gilberto Mestrinho foi eleito e trouxe consigo a maioria dos políticos, administradores, economistas que ainda hoje estão na direção do governo do Estado, prefeitura e órgãos responsáveis por políticas sociais. Amazonino, Eduardo Guerreiro de Sempre Braga, Omar Aziz, Pauderney Avelino, Humberto Michiles, Alfredo Nascimento, Pedro Carvalho dentre vários outros personagens estão governando este Estado e mudanças, never.

Por que a Zona Franca de Manaus não promoveu o desenvolvimento do interior? Quem foram os responsáveis por isso? Gilberto, Amazonino, Eduardo e todos que estavam no comando político do Estado durante toda a dinastia de D. Gilberto.

O que provocou essa não interiorização da Zona Franca de Manaus? O êxodo rural. Manaus a partir de 1977 começou a super povoar-se. Nossos governantes sabiam que isso ia render dividendos políticos proveitosos. Tanto que quando o falecido Gilberto ganhou a eleição falou que ali iniciava um reinado que permaneceria por mais de 30 anos de dinastia. Dito e feito. Gilberto, Amazonino, Eduardo, Omar.

A cidade cresceu desordenadamente.  Invasões e muitas invasões tomaram conta da urbe. As terras eram sempre de pessoas ligadas aos governantes e que rendiam portentosas fortunas. Povo temente a Deus e aos senhores batizaram tais bairros com o nomes de Amazonino Mendes, Braga Mendes, Alfredo Nascimento, João Paulo, Cidade de Deus, Nova Cidade, Paz, Redenção, Menino Deus, N. S. de Fátima, e muitos outros deuses e santos.

O resultado disso tudo é que temos hoje uma não cidade com ideal divino, mas ostentando  índices de violência, superando o Rio de Janeiro, São Paulo que são megalópoles, em quantidade de homicídios, assaltos, tráfico e consumo de drogas elevadíssimos.

E os responsáveis por essa epidemia de violência são os políticos que aí estão e principalmente o que passará na prefeitura seu último domingo. Amazonino Mendes.

Sua administração foi perdulária, irresponsável. De início foi acusado de captação ilícita de votos  o que lhe custou a cassação pela insigne juíza de direito, Maria Eunice Torres do Nascimento.

Fez as mais mirabolantes promessas dentre uma delas a de construir mil creches. Não fez nenhuma. Enganou o povo, especialmente seus eleitores. Taparia todos os buracos deixados pelo português Serafim. Enganou o povo. A não cidade se constitui por essas mazelas. Há buracos tanto nas ruas como em órgãos municipais, como por exemplo,  na MANAUSPREV gerenciada pela mulher do deputado Sidney Leite, de Maués.

No sistema de transporte como é de praxe maquiou mais uma vez as licitações de transporte. Um ou dois grupos de empresários pintam ônibus denominando-os de Açai, Rondônia, Vegas,  Líder só pra caboco ver. O SINETRAM continua mandando na cidade. Manda tanto que o BRT não será construído.

Amazonino com toda a prática política vivenciada não aprendeu e não apresentou nada diferente. Do simples funcionário do DER-AM que “pirangava”  cigarro de um colega e de outro tornou-se um  homem poderoso e os esqueceu. As decisões da atual desadministração foram todas centralizadas nele. Seus secretários percebendo isso nada fizeram a não ser ganhar muito dinheiro e enriquecer ainda mais.

Amazonino não construiu nenhuma casa para o povo. E teve muita oportunidade para isso, pois o Ministério das Cidades através de convênios ofereceu muito dinheiro e que não foi aproveitado. O que beneficiou muitos habitantes sem casa foi o projeto do governo federal, Minha Casa, Minha Vida.

Emblemático na sua desadministração foram os desmoronamentos de terras, incêndios em favelas, alagamentos de casas e sua raiva não contida de mandar uma paraense morrer por lhe ter cobrado providências e o direito de ter uma moradia digna.

E o que é pior, doente, o não prefeito recorreu ao Hospital Albert Einstein em São Paulo para uma cirurgia do coração enquanto por aqui as Unidades Básicas de Saúde em reforma não foram concluídas. A UBS Artur Virgílio Filho, no bairro Amazonino Mendes é uma vergonha de projeto. Mais parece um galpão. A empresa que ganhou a licitação orçada em mais de três milhões de reais rebocou externamente toda a parede construída e depois disso estão levantando mais umas carreiras de tijolos que precisarão de reboco numa clara demonstração de erro da construtora e de seus engenheiros.

O último domingo de Amazonino, o não prefeito. Não se preocupem seguidores do caudilho, não estamos agourando-o. Este será o último domingo dele como não prefeito, mas teremos todos os domingos com ele, lembrando de sua desventura. Os homens passam e deixam marcas eternas. Os homens morrem e não morrem. Os que viajam e fazem obras lindas permanecem eternos com suas belezas. Os maus permanecerão com suas maldades  para sempre.

Au revoair…

     

PADRE HAITIANO DIZ QUE IMIGRAÇÃO PARA O BRASIL ENVOLVE TRÁFICO DE PESSOAS

O padre haitiano Onac Axenat, residente no estado do Acre, parte do Brasil que mais recebeu haitianos em dois anos imigrantes sem visto, afirmou, em entrevista, que imigração ilegal de haitianos pode ser considerada como tráfico de pessoas. De acordo com o missionário da Sociedade dos Sacerdotes de São Tiago (SSST), da Igreja Católica, disse que os haitianos pagam até US$ 4 mil, por pessoa, para se submeter a uma rede tráfico coordenada por coites no Haiti.

Atuando no Brasil desde 2010, logo depois do terremoto que atingiu Porto Príncipe, o padre, tem atuado como apoio psicológico dos imigrantes ilegais. Segundo ele,, sua posição de padre e também descendente do Haiti, fica mais fácil ganhar a cominação deles e trabalhar como ajuda.

Ele disse que o que mais lhe chamou atenção dos haitianos que chegaram no Acre por via dos coiotes, foi que eles logo ao chegarem eram abertos e alegres, mas com o decorrer do tempo forem ficando calados e deprimidos. O padre contou que na ultima vez em que esteve na cidade de Basileia, o que ouviu deles foi que eles tinham medo.

“Alguns dos imigrantes venderam tudo no Haiti. A promessa era de receberem salários entre US$ 1 mil e US$ 2 mil”.

Ele afirmou ainda, que vê com tristeza o aumento da imigração. Alguns deles tem baixa escolaridade, e outros nenhuma formação profissional.

O Brasil acolheu muito bem o meu povo, mas o que estou esperando é que se corte esse tráfico de pessoas.

Tudo está concentrado em Porto Príncipe, tudo é centralizado na capital e o terremoto nos paralisou. O emprego não é fácil, mas há o que fazer. O Haiti é o meu país e está no meu coração, temos que pensar no futuro e esse futuro estar no país e fazê-lo crescer”, desabafou entristecido o padre.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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