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PROCURA-SE INIMIGO DO TRABALHADOR E DA DEMOCRACIA? AQUI SE ENCONTRA! VEJAM AS CARAS QUE VERÃO A SENSIBILIDADE, INTELIGÊNCIA E ÉTICA! AMAZONENSES, NÃO ESQUEÇAM PAUDERNEY, O DE SEMPRE

EX-DEPUTADO FEDERAL FRANCISCO PRACIANO, O PRAÇA, CONFIRMA NIETZSCHE: “NA ESCOLA BÉLICA DA VIDA O QUE NÃO ME MATA ME FORTALECE”

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AFINPRESS – O Blog Afinsophia  fazendo a cobertura  deste PED do Partido dos Trabalhadores, ontem, dia 9 de abril  tem a alegria de anunciar que está entre nós, Ele, Francisco Ednaldo Praciano, o Praça, ex-vereador, ex-deputado Federal do Amazonas, referência de compromisso com a ética e trabalho visando o bem comum do povo do Estado do Amazonas.

Como Deputado Federal foi uma referência. Discursava, defendia nosso Estado. Fez inúmeras proposições repassando verbas parlamentares para investimentos em Hospitais, como o Getúlio Vargas, para educação, ciência e para as artes. Foi combativo. Quando veio o golpe, nosso Praça não estava mais na praça. Mas, se presente no parlamento e nas ruas teria sido uma voz contra o medonho.

Acometido de uma bactéria o cearamazonense retornou à sua terra Natal para se recuperar. A volta à sua terra, a energia que daquele torrão emitia sua força fez com que o guerreiro Praça não fosse ao mundo de Eurídice.

Revigorado, alegre, Praça conversou conosco e com outros seus correligionários, explicou a situação que viveu com a enfermidade, o coma, a UTI, o emagrecimento e o afinamento de suas pernas grossas. Recuperado, quando olhou para as pernas e viu o estado de caneta que se encontravam disse: “nunca mais vou andar”.

Aquele que nunca mais ia andar está aí. Andou por vários locais de votação na cidade e o Blog Afinsophia teve a grata satisfação de encontrá-lo na Escola Estadual Dom Milton Correa Pereira, ciceroneado pelo ex-prefeito de Maués, Carlos Góes, no Núcleo 12 da Cidade Nova II. Ouvimos dele também que neste momento não está pensando em candidatura, quer estar envolvido com a militância, ir para as ruas onde se constrói e produz a democracia.

Mas, a recuperação de Praça e a possibilidade de sua candidatura em 2018 não nos surpreende, pois em entrevista com Mãe Luci em Janeiro de 2016, depois que o medonho aconteceu ela previu este fato que divulgamos novamente.

“Em tempo-imóvel obstruindo o movimento real democrático por força da estupidez, cobiça e indigência existencial, saber de possíveis prospectivas que possam auxiliar nas manifestações futuras, O Blog Afinsophia, movido por seu engajamento no devir Afrosófico, foi até a Casa da Mãe Luci para ouví-la e saber quais as suas previsões para o ano de 2017.

BA – Já que a senhora está falando sobre esses poderes, significa então que poderemos ter nas de 2018, para deputados algumas surpresas, já que os funcionários públicos ao tomarem consciência de suas importâncias para a sociedade, podem votar conscientemente, não votarem mais nesses golpistas atuais, e elegerem verdadeiros democratas.

ML – Certíssimo. Mas eu tenho uma previsão, nessa questão, para 2018.

BA (Ansiosos) – Qual?

ML (Sorrindo baforando) – O ex-deputado Francisco Praciano vai se candidatar, e ganhar com uma votação estrondosa.”

O que mãe Luci fala, com essa onividência, nos transporta ao filósofo alemão, Friedrich Wilhelm Nietzsche; Praça ficou doente, na doença buscou forças para ter saúde, contrariou todos os diagnósticos médicos, mas não contrariou o filósofo do Anticristo, do Aurora, da Gaia Ciência e a mais recente flecha filosófica, Tagarelando em Nietzsche, do filósofo, teórico da Psiquiatria Materialista, teatrólogo, encenador, membro da AFIN, Marcos José, de onde extraímos estes enunciados:

” A condição sadia da doença como transposição a cura, a felicidade, a vida que vingou é que levam Nietszche afirmar “na escola bélica da vida o que não me mata me fortalece”. O que não me mate mostra minha felicidade.

Continua o Tagarelando: “Aquela energia para o absoluto isolamento de despreendimento das relações habituais, a imposição de não mais me deixar curar, servir, socorrer – isso trai a incondicional certeza de instinto sobre o que, então era mais que tudo necessário. Tomei a mim mesmo em mãos, curei a mim mesmo: a condição para isso qualquer fisiólogo admitirá – é ser no fundo sadio. Um ser tipicamente mórbido não pode ficar são, menos ainda curar-se a si mesmo; para alguém tipicamente são, ao contrário, o estar enfermo pode até ser um enérgico estimulante ao viver, ao mais viver. De fato, assim me parece aquele longo tempo de doença; descobri a vida a mim mesmo como que de novo, saboreei todas as boas e mesmo pequenas coisas, como os outros não saberiam saborear – fiz da minha vontade de saúde, de vida, a minha filosofia…Pois atente-se para isso: Foi durante os anos de minha menor vitalidade que deixei de ser um pessimista; o instinto de auto restabelecimento proibiu-me uma filosofia da pobreza e do desânimo… E como se reconhece, no fundo a vida que vingou? Um homem que vingou faz bem aos nossos sentidos; ele é talhado em madeira dura, delicada e cheirosa ao mesmo tempo. Só encontra sabor no que lhe é salutar; seu agrado, seu prazer cessa, onde a medida do salutar é ultrapassada. Inventa meio de curas para injúrias; utiliza acasos ruins em seu proveito; o que não o mata o fortalece. De tudo o que vê, ouve e vive forma instintivamente sua soma; ele é um princípio seletivo, muito deixa de lado. Está sempre em sua companhia, lide com homens, livros ou paisagens; honra na medida em que elege, concede, confia.”

Este fragmento, para Francisco Ednaldo Praciano, neste dia histórico em que o Partido dos Trabalhadores escolhe dirigentes municipais, delegados para o 6º Congresso Nacional Marisa Letícia Lula da Silva, é um tema para dizer, que nosso guerreiro Praça, que não é um guerreiro bélico, mais um  Nietzcheano, uma pessoa que tem na sua singularidade um comprometimento com a humanidade, com o povo e com a democracia.

O ex-deputado Praciano terá sempre o carinho, a consideração deste Blog e se fazendo cumprir as previsões de Mãe Luci, estaremos com esse guerreiro como candidato a Deputado Federal para construirmos um parlamento democrático que ajudará o maior e melhor presidente do Brasil a mudar de novo tudo a partir de 2018 que já está em marcha com Praça na praça.

SÓ HÁ UMA SAÍDA CONTRA OS DEGENERADOS E AS ABERRAÇÕES: ELEIÇÕES DIRETAS PARA PRESIDENTE, SENADORES E DEPUTADOS FEDERAIS. E O POVO TEM UM CANDIDATO

O Brasil está muito mal. Há entre nós nazi-facistas. A violência urbana está fora de controle. Os golpistas por serem aberrações não inspiram segurança a ninguém. Causam mais insegurança. Isto está demonstrado com a indicação do dublê de ministro policial para o STF. De golpista não podemos esperar nada que promova o bem estar da população. Os golpistas que  derrubaram Dilma Rousseff tinham um objetivo. “Estancar essa porra da Lava Jato.”

O enredo foi pensado tendo como personagens Aécio Never, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, MT, STF, PGR, Moro e mais de 300 picaretas que compõem o Congresso Nacional.

O resultado do golpe de Estado está ai. Quebradeira geral da Engenharia brasileira. Sucateamento das grandes empreiteiras. Desemprego. Mais de 12 milhões de trabalhadores desempregados. Fome, muita fome. Necessidade que nos governos de Lula e Dilma foi varrida do mapa da fome do Brasil.

A violência nos presídios, hoje no Espírito Santo, demonstra o país que temos. Um país fruto de um desgoverno predatório, entreguista, que deve ser responsabilizado nas cortes internacionais porque todos seu membros são ladrões, corruptos e estão citados na Lava Jato que só persegue o presidente Lula porque Lula é do povo e eles tem medo do povo.

Neste momento só há uma saída para o Brasil e para os brasileiros e brasileiras. Lutar por eleições diretas para todos os cargos já, não aceitar as indicações do ministro policial para o STF, não aceitar o gato angorá com status de ministro, não aceitar as reformas da previdência e trabalhista e nas ruas, em casa, na escola, no trabalho, no campo, onde o povo estiver, debater, questionar tudo que esses lacaios, vendilhões da pátria estão fazendo para prejudicar milhares de brasileiros e brasileiras.

E o povo tem um candidato. Um candidato que nas horas felizes e tristes como nesta imagem registrada pela lentes do fotógrafo Ricardo Stuckert durante o funeral de Marisa Letícia, comprova que na equação Lula, povo, trabalhadores temos uma subjetividade que a fotosofia clicou e que chamamos de TRANSLULAÇÃO.

É isso isso golpistas, degenerados, aberrações. Lula é superior. Lula será o  futuro presidente da República do Brasil.

ENTIDADES DE DIREITOS HUMANOS, SINDICATOS E MOVIMENTOS SOCIAS CONDENAM A TRUCULÊNCIA DA PM DE ALCKMIN CONTRA ESTUDANTES

O fato já é comum, embora tenha tido da sociedade racional profunda contestação. Sempre que estudantes se reúnem para manifestarem insatisfação contra alguma decisão dos governos que lhes atingem de forma negativa, logo aparece a reação (de força pétrea psicológica reacionária) em forma de violência provocada pela polícia desses governos.

A população brasileira mais uma vez presenciou, ou teve notícia, da truculência da Polícia Militar do governo Alckmin, do PSDB, partido da burguesia-ignara, contra estudantes que realizavam manifestações na Avenida Paulista contestando o aumento da tarifa do transporte público que passou de R$ 3,50 para R$3,80.

O resultado da truculência policial deixou dezenas de jovens feridos por estilhaços de bombas, balas de borracha e cassetetes. De acordo com o Movimento Passe Livre (MPL) foram 20 estudantes feridos.

Foi mais um déjà vu policial, expressão de como os governos do PSDB não sabem trata com temas relativos à educação. Dias passados, o mesmo braço repressor de Alckmin usou de violência contra estudantes que protestaram contra o plano de “reorganização” do ensino público que o governado queria impor aos estudantes, seus país e a comunidade.

Em nota a Anistia Internacional condenou a truculência da PM de Alckmin. Ela considerou “muito grave que a Polícia Militar de São Paulo continue reprimindo protestos pacíficos com uso excessivo e desnecessário da força e detenções arbitrárias”.

“A politica aplicada pelo governador de São Paulo de criminalizar os movimentos sociais e reprimir manifestações como a de ontem mostra cada vez mais a face autoritária e repressora de Geraldo Alckmin que não condiz com o Estado Democrático de Direito que vivemos.

Saímos às ruas por não pactuar com mais um aumento abusivo dos transportes públicos, por acreditar no nosso direito em acessar a cidade e entender que esse aumento vai contra isso”, disse Ângela Meyer, presidenta da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES).

“É uma violência lamentável, muito ruim que o governo Alckmin siga essa truculência. A policia está cada vez mais equipada para empregar a violência. Agora não pode mais se manifestar? Tem que escolher o que a polícia quer? E o direito de ir e vir? A Constituição foi rasgada pelo governador nesse episódio”, sentenciou Martim de Almeida Sampaio, diretor da Comissão de Direitos Humanos da OAB(SP).

“Esta atitude não condiz com uma sociedade democrática onde é legítimo o direito de manifestação de todo cidadão. Não podemos aceitar a forma covarde e violenta com que o governador Alckmin e os governos do PSDB em outros estados tem agido para reprimir toda e qualquer ação da sociedade civil organizada, seja do movimento sindical durante as greves, dos movimentos sociais e mais recentemente as agressões a alunos, pais e professores contra o fechamento de escolas no estado de São Paulo”, observou , em nota, o Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de São Paulo.

“Foi um ataque covarde. Mais um ataque covarde contra manifestantes pacíficos”, disse a Central Sindical Conlutas.

Vejam os vídeos que mostram o “carinho” usado pela polícia contra os estudantes. Mas na mídia burguesa, como a Globo, os estudantes são colocados como agressores. Por sua vez, o secretário de Segurança, Alexandre de Moraes, teceu elogios à ação da PM. “Ótima a alteração da estratégia”.

A INCONFUNDÍVEL ROSTIDADE DOS COXINHAS: INVEJA E ÓDIO

e196060b-a6d8-4b89-a7ca-f60395210f8aO amigo perguntou: “Você viu os rostos dos coxinhas? Que loucura! Ódio e inveja!”

Você viu o rosto dele? Tinha uma profunda expressão de ódio. Quando ela chegou já deu para perceber que ela não estava para conversa. Verdade. Cara de inveja pela promoção de Cláudia.

Não se nasce com rosto. O rosto é uma inscrição que se processa durante a existência das pessoas. O que há é cabeça, não rosto, dizem os filósofos Deleuze e Guattari. No lugar do que vai ser tido como rosto há um muro branco. Local de inscrição dos signos e das redundâncias. Mas um sujeito não se reduz a signos, redundância-significante. Há uma subjetivação que “não existe sem um buraco negro (D/G)”. O buraco negro é “onde aloja sua consciência, sua paixão, suas redundâncias (D/G)”. Dois estratos.

O rosto começa no muro branco para aparecer vagamente no buraco negro como rostidade pai, mãe, patrão, criança, policial, professor, etc., como traços significantes indexados específicos. A subjetivação necessita do rosto para escava o buraco negro por onde atravessa.

Mas a rostidade como significante e subjetivação não se mostra apenas no processo muro branco-buraco negro. Ela se mostra também nos objetos que também estão rostificados. Uma casa, uma cadeira, uma roupa, uma paisagem que se conectam a máquina abstrata de rostificação. “Essa roupa me olha”. Ou melhor, os objetos me olham. Me olham de acordo com minha rostidade. Meus significantes, minha consciência, minhas paixões.

No caso do rosto de Cristo. Ou rostos de Cristo, há também traços do agenciamento realizado pela máquina abstrata de rostificação. Há o rosto de Cristo o amante, o que não acusa, o que não cobra, que não julga, não persegue e que só ama seu próximo. O Cristo alegre. O rosto que Barrabás e Judas viram. E há o rosto de Cristo criado por Paulo. O rosto do crucificado que rostifica compaixão, dívida, julgamento, castigo, condenação, perdão compensatório e sem amor ao próximo, como liberdade. Esse segundo, a rostidade do homem ocidental onde a superstição, tida por religião, e o capitalismo fazem uso para manter a opressão ambiciosa. “Cristo de mercado. Cristo-tirânico (D/G)”.

Jornalistas livre e pessoas, também livres, se preocuparam em interpretar a redundância-significante dos cartazes exibidos pelos coxinhas, analfabetos políticos. Mas o que havia nos cartazes? Dizeres contra Dilma, Lula e o Partido dos Trabalhadores? Não. Os cartazes exibiam a rostidade dos coxinhas. “Deviam ter mortos todos”, dizia uma rostidade. “Somos Todos Cunha”, se exibia outro. Não havia Dilma, Lula e PT, mas só a rostidade coxinha.

O amigo viu a rostidade coxinha nos cartazes. Um cartaz expressava todos. “Viu os rostos deles?”. A gatinha, a madame mal-amada, o homem-fálico-narcisista, o jovem caráter-anal obsessivo, o bombado, o homofóbico, o racista, o arrivista, o misógino, estavam no muro brando-buraco negro dos cartazes. Foram 795 mil rostos no Brasil? Não. Uma rostidade só. Uma única inscrição. Uma rostidade redundância-significante e uma subjetividade-golpista-nazifascistas. Uma rostidade burguesa-branca, ponto-molar paranoico. Eu atribuível como rostidade determinada sem possibilidade de traços a-significantes e a-subjetivos.

Deleuze e Guattari nos dizem: “Se o rosto é uma política, desfazer o rosto também o é, engajando devires reais, todo um devir-clandestino. Desfazer o rosto é o mesmo que atravessar o muro do significante, sair do buraco negro da subjetividade”.

Mas os coxinhas não querem sair dessa opressão rostificadora. Eles querem continuar a cultuar o rosto do Cristo crucificado como ressentimento e má consciência. Quer dizer: eles não podem. Desfazer o rosto é a morte com quem eles não sabem lidar como criação para o novo. Eles não podem desejar. Eles são estratificados por linhas duras muito bem segmentadas e estriadas. Muito bem estratificadas como identidade, organização e subjetivação molar. Não qualquer possibilidade de variável, resíduos, neles.

Essa a inconfundível rostidade dos coxinhas: inveja e ódio.  

         

            

JOGADORES ALEMÃES IMITANDO MACACOS, RELACIONANDO-OS A BRASILEIROS, MOSTRAM SUAS REAIS CORTESIAS PARA AS CONSCIÊNCIAS COLONIZADAS GERMANÓFILAS. ELAS MERECEM

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Os jogadores alemães enquanto estiveram no Brasil simularam uma cortesia e uma educação que só os germanófilos obstruídos, ou escotomizados, não viam. Além de uma grande parte de brasileiros germanófilos tecerem-lhes abundantes elogios, muitos dos chamados grandes comentaristas de futebol do Brasil se rasgaram em exaltações aos conterrâneos de Hitler. Até a ESPN, do consciente Trajano, caiu na simulação e gastou inúmeras matérias elogiando a simulação. Uma verdadeira república de germanófilos.

 Pois bem, levaram a Copa e quando chegaram de volta à sua terra, mostraram o que esse blog já havia afirmado. A cortesia e a educação não passavam de pura simulação. “Os bons moços”, que os germanófilos brasileiros cobriram de referências notáveis, mostraram o quanto carregam de ódio e desprezo pelos brasileiros.

Os jogadores Klose, Schürrle, Mustafi, Götze, Weidenfeller e Kroos, amados pelos germanófilos brasileiros, desfilaram na passarela quase de cócoras imitando macacos, gritando: ”Assim andam os gaúchos!” Gaúchos para eles são os brasileiros. E lentavam, gritando, em pés: “Assim andam os alemães!” Numa prepotência que o mundo já conhece de miserável lembrança.

Tem mais. Neuer, Schweinsteiger, Höwedes, Grosskreuz, Draxler Matthias e Günter entraram em fila indiana imitando como os jogadores brasileiros entravam em campo. Mostrando um total desprezo por nossos jogadores. E com o apoio do público alemão. Isto é muito perigoso.

O psiquiatra alemão criador da Bioenergética, Wilhelm Reich, certa vez, comentado a ascensão do nazismo, afirmou que estava convencido que sua vitória não fora resultado da propaganda desencadeada por Hitler, mas, sim, porque o povo alemão a desejava. Ao observar o comportamento nazista dos jogadores alemães nos deixa uma preocupação em relação ao mundo atual onde grupos neonazistas estão proliferando.

Aqui mesmo no Brasil já se observa essa ameaça. Esse ano tem eleição para Presidência da República e há anos materializou-se uma campanha, como esta, para destruir os governos populares e impedir que Dilma seja reeleita. Uma campanha que tenta ofender Dilma de todas as formas. Um exemplo próximo, a burguesia-ralé usando a pornofonia, linguagem sui generis dessa classe, contra a presidenta no Estádio Itaquerão. Explícito comportamento nazifascista.

Como o nazismo é composto de corpos que carregam partículas sadomasoquistas, é possível que os germanófilos brasileiros tenham gostado das expressões dos jogadores alemães. É só constatar que eles estão excitados pela volta do patrão Fundo Monetário Internacional (FMI).

Veja o vídeo e confirme como se mantém vivo o nazismo.

TORTURADORES NORTE-AMERICANOS NÃO USAM SÓ HEAVY METAL PARA TORTURAR, MAS TAMBÉM MÚSICAS DO PROGRAMA INFANTIL VILA SÉSAMO

Segundo antigas informações de 2008, divulgadas pela imprensa norte-americana, os militares torturadores norte-americanos usam, em sua sessões de tortura contra presos no Iraque e Afeganistão, músicas do heavy metal de bandas como Metálica e AC/DC, como “playlist” imposto pelo exército.

Mas, não é só o heavy metal que é usado pelos torturadores. Eles também usam as músicas do programa educativo infantil, Vila Sésamo, que surgiu nos Estados Unidos, em 1969, e que no Brasil   foi apresentado na década de 70 e 2007. Assim, não é somente o som pesado, como se identifica o metal, mas também as musicas ditas leves que são usadas nas sessões de torturas.

A rede de TV Al Jazeera, que fez a revelação através de um documentário que mostra as torturas na base militar norte-americana em Guantánamo, em Cuba, entrevistou o compositor das músicas do programa Vila Sésamo, Christopher Cerf, e ele se mostrou aterrorizado ao saber como seu trabalho estava sendo usado.

“Minha primeira reação foi: isso não pode ser verdade”, exclamou Christopher Cerf.

POLICIAIS MILITARES SÃO SUSPEITOS DE ASSASSINATOS DURANTE A PARALISAÇÃO NA BAHIA

A paralisação dos policiais militares na Bahia reivindicando melhoria salarial teve, além dos fatos já conhecidos como a forte ostentação agressiva dos mesmos com exibição de armas, tiros e seqüestro de viaturas, um elemento que chamou a atenção das autoridades baianas. O número de homicídios durante os dias de paralisação. Foram 180 homicídios, sendo 111 na região metropolitana e 69 nos outros municípios

Com a quantidade de homicídios, o mês de fevereiro quebrou a média diária de homicídios que era antes da paralisação de 6,7. O mês de fevereiro com maior número de homicídios foi em 2010, com 172. Daí que as autoridades do governo da Bahia levantam suspeitas de há fortes indícios de que houve participação de policiais em partes desses assassinatos. Nos 180 homicídios, 45 são atribuídos a policiais militares ou ex-policiais.

Alguns crimes segundo o diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Arthur Gallas, relacionados à segurança de comerciantes feita por policiais e que são difíceis de investigação, porque os integrantes da PM dão pouca colaboração.

“Os suspeitos de envolver policiais são característicos desses grupos que fazem segurança clandestina em áreas populares, a pedido de comerciantes. Em todos esses casos, as vítimas são jovens, negras, usuárias de drogas, sem residência fixa, com histórico de furtos e roubos na região em que circulavam. Pessoas que prejudicam os negócios dos comerciantes.

As corporações têm conhecimento de muitos casos, mas eles são abafados pela própria cultura dos militares”, disse Gallas.

No meio desses assassinatos o que chamou a atenção das autoridades baianas foram as possíveis autorias de policiais que participavam da manifestação nesses assassinatos com “a intenção de causar comoção na sociedade para pressionar o governo”.

“Ainda não temos elementos para atribuir os homicídios ao comando da greve, mas há fortes indícios, em alguns casos, da intenção de causar comoção na sociedade para pressionar o governo.

O que notamos foi um crescimento dos índices de criminalidade dentro da proporcionalidade (territorial) que era observada antes da greve, então temos de ter cuidado de avaliar o que foi, de fato, resultante da paralisação.

O que é certo é que, com a greve, tivemos um campo mais fértil para a criminalidade. As apurações vão ser feitas e é claro que vamos instaurar os inquéritos,” afirmou o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa.      

SECRETÁRIO NACIONAL DE ARTICULAÇÃO SOCIAL É AGREDIDO PELA POLÍCIA DE ALCKMIN EM PINHEIRINHOS

Paulo Maldos, secretário nacional de articulação social, com larga experiência em movimentos populares, foi designado pela Secretaria-Geral da República para dialogar com a comunidade que vivia em Pinheirinhos e o governo do estado de São Paulo para resolver o impasse na reintegração de posse. Ao chegar, no local, às 8 horas de domingo, ao saber da presença de policiais fortemente armados no local, foi dialogar com o comandante da Tropa de Choque da Polícia Militar de São Paulo, presente ali por ordem do governador, mas não foi atendido.

Impossibilitado em sua missão, Maldos, recuou e foi conversar com os moradores que pacificamente observavam os movimentos dos policiais. De repente, para o desespero dos moradores, os policiais começaram a atirar com balas de borracha e lançar bombas de gás lacrimogêneo. Foi então, que pela primeira vez, Maldos, sentiu o impacto de balas em seu corpo.

“A comunidade de Pinheirinhos foi agredida de forma brutal. Fui ver as perspectivas para construir um programa habitacional para aquela comunidade. Fui passar o dia para conversar sobre a possibilidade de verticalização, construção de prédios.

Ouvi os gritos dos policiais dizendo para eu voltar. Peguei um cartão da Presidência da República, mas recebi armas apontadas para mim.

Estavam todos perplexos com aquela situação. Quando estava de costas, recebi tiros dados pela Tropa de Choque, que me atingiram na perna. Tenho militância há algumas décadas e é pela primeira vez que sou agredido dessa forma. Atiraram também contra a Polícia Rodoviária Federal.

Houve uma agressão ao pacto federativo. Tínhamos esse dois acordos, que para mim eram incompatível com aquela realidade de presença militar ostensiva”, afirmou Maldos.

Havia uma decisão da Justiça Federal suspendendo a reintegração de posse, um acordo entre os governos federal, estadual e municipal de 15 dias de trégua para criar proposta aos moradores, tudo isso o governador de São Paulo, Geraldo Alck,im, rasgou em nome da violência contra famílias desarmadas e indefesas em todos os sentidos urbanos.

O governador Alckmin, com sua polícia, proporcionou ao mundo civilizado, atos que afirmam a vida real do nazismo-estatal, digno do cinema do cinegrafista grego Costa Gravas.

A PAZ CRISTÃ DOS ESTADOS UNIDOS E DAS POTÊNCIAS EUROPEIAS NAS PESSOAS DE SEU PRESIDENTE OBAMA E A OTAN

Assistam o curta “Mentira Tem Pernas Curtas e Cassetetes Longos” e as imagens, antes e depois, da família Khaleda, ser bombardeada pelos mísseis da paz da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).  A destruição da Líbia que para Obama e a OTAN foi um sucesso para a democracia e a segurança dos povos. 

http://www.khaleda.org/brochure.pdf

RAPAZ É TIDO COMO HOMOSSEXUAL POR GRUPO NAZISTA E É AGREDIDO

Mais um caso comum de agressão contra pessoas homossexuais, ou tidas por homofóbicos homossexuais, ocorreu ontem, dia 4, na Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro.

Um rapaz, que voltava do 5º DP, no centro do Rio, onde fora declarar que havia perdido seus documentos, ao caminhar por uma rua encontrou um grupo de homens – nazistas em razão de suas posições – que gritavam contra pessoas que passavam e as agrediam com impropérios. O rapaz, atraído pelos gritos e a confusão, olhou para saber o que estava ocorrendo no momento em que o grupo o percebeu.

Não deu outra: o grupo nazista, acreditando trata-se de um homossexual, foi em sua direção e o agrediu com um pedaço de madeira. O rapaz com ferimentos no rosto, ligou para a delegacia narrando o que havia lhe ocorrido.

Foi então, que o delegado Alcides Alves Pereira, aconselhou a procurar um atendimento médico contra os ferimentos.

“Ele disse está machucado e eu o orientei a procurar atendimento médico antes de voltar para registrar a ocorrência”, disse o delgado do 5° DP.

PREMIÊ DA NORUEGA DIZ QUE EUROPA VAI MUDAR DEPOIS DO ATENTADO, MAS SEU PAÍS CONTINUARÁ PREGANDO A DEMOCRACIA

Um assassinato em massa de civis, concretizado por outro civil, não é o mesmo que o assassinato em massa executado por um país intervencionista, como os Estados Unidos, em alguma coalizão, junto com a própria Noruega em ação chamada por eles de guerra.

Na chamada guerra, se posta como motivo dos assassinatos as discordâncias das posições dos países dominadores sobre os vitimados. O que parece diminuir a culpa e a cobrança dos que não aceitam essas estratégias de dominação. Agora, o ato do civil tem outra interpretação tanto dos elementos internos e externos. São irmãos, conterrâneos, vivendo no mesmo solo como os mesmos valores, consideram. É aí que a observação leva para uma análise mais detalhada da prática política do sistema vigente nesse país. A Noruega é uma democracia, e atualmente governada pelo partido Trabalhista, um dos motivos apresentados pelo assassino do ataque.

O primeiro-ministro Jens Stoltenberg diz que o governo não pode ter o país protegido 100% do terrorismo. É verdade. Mas o que leva um homem se armar em um país democrata, e matar 76 pessoas? Seria só a patologia mental em si mesma, ou entendimento dos recursos usados pelos Estados imperiais e os grupos terroristas, e que como modelo servem para um só indivíduo delirar como justiceiro?

O assassino Anders Breivik recorreu ao modelo que ele encontrou à sua frente para cometer o assassinato em massa. Para ele, não serviram as prédicas cristãs como meio de aproximação aos seus irmãos. A prédica alteridade/solidária. Nele a força terrorista de todas às formas que vivenciou cotidianamente foram mais fortes do que as abstrações religiosas. O terror é situado em tempo e espaço. As abstrações religiosas são inatingíveis, são diáfanas, deslocadas, não servem como apoio ao concreto. No caso em questão, só para balizar o fato, eliminando a culpa.

O primeiro-ministro diz que a Europa vai mudar depois do atentado e que a Noruega vai continuar defendendo os valores democráticos e abertura. Isso é bom, mas a Noruega deve também pensar a sua democracia como práxis interna e como práxis externa. Isso ajuda a perceber a ação dos valores democráticos sobre a sociedade, e tornar mais visível seus inimigos. Porque o terrorismo tem sua marca de igualdade tanto por grupos fundamentalistas como por grupos amparados pelo poder econômico e as designações estatais. O terrorismo é um modelo de alcançar por via da violência os objetivos tanto ideais como matérias de quem faz seu uso.

RAIO EM CEU AZUL? ATIRADOR DE OSLO MILITOU POR 7 ANOS NO PARTIDO NORUEGUÊS DE EXTREMA-DIREITA, 2ª FORÇA DO PAÍS

A primeira reação da chamada grande imprensa diante dos atentados de dimensões catastróficas ocorridos em Oslo, em que morreram cerca de 90  pessoas, foi relacionar sua autoria a grupos terroristas islâmicos. O ‘New Yok Times’ chegou a divulgar um texto atribuído a um desses grupos,  que confirmava a autoria dos massacres. A informação foi rapidamente replicada em todo o mundo, sem qualquer investigação empírica, como algo dotado de uma lógica  autoexplicativa. Era falso. Tudo isso aconteceu antes que o próprio governo norueguês fornecesse uma pista para elucidar as motivações dos atentados. Quando se pronunciou, foi para advertir  que as maiores suspeitas recaíam sobre Anders Behring Breivik,  jovem branco, alto, louro, de olhos verdes e de classe média, islamofóbico, que  militou durante sete anos (1999/2006) no Partido do Progresso, uma legenda norueguesa de extrema direita, nacionalista e xenófoba. Segunda força do país, com 29% dos votos e 41 cadeiras no Parlamento, o PP é uma espécie de emulação nórdica do Tea Party norte-americano e a única legenda da Noruega que em plena crise mundial defende o corte de impostos e de gastos governamentais. Nisso se identifica com a ala bushiniana do Partido Repúblicano dos EUA e congêneres nativos. O enredo não fazia sentido. Na pauta esfericamente blindada da narrativa dominante  quase não há espaço para interações entre crise econômica,  extrema direita e violência terrorista. É bom ir se acostumando. O estreitamento do horizonte social produzido por interesses financeiros que levaram o mundo a uma espiral ascendente de incerteza, desemprego e volatilidade gera impulsos mórbidos que a extrema direita historicamente instrumentalizou. Vide as duas guerras mundiais do século 20. Uma precipitação da mídia em circunstancias como essa envolve o risco, nada desprezível, de desencadear represálias violentas contra comunidades etnicas e religiosas em diferentes pontos do planeta. É inevitável lembrar que a manipulação do medo e do ódio nos EUA, através de mídias como a Fox News, de Rupert  Murdoch, após o repulsivo atentado de 11 de Setembro, pavimentou o caminho de uma guerra desordenada em busca de ‘armas de destruição em massa’, de resto nunca encontradas. Sobretudo em situações extremas, a pluralidade da informação de alcance isonômico mostra-se uma salvaguarda indispensável da democracia contra a manipulação do medo e da dor pelo império do preconceito e da intolerancia.
 
*(Carta Maior; Domingo, 24/07/ 2011)
 

TROPAS DA OTAN MATAM CRIANÇAS E DEPOIS PEDEM DESCULPAS

As tropas militares da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), formadas por militares de vários países europeus, encontram-se no Afeganistão desde a invasão comandada pelo ditador norte-americano, presidente Bush, cujos objetivos são se vingar dos ataques às duas Torres Gêmeas no 11 de setembro provocados pelos terroristas comandados por Bin Laden, e proteger a população afegã contras as investidas dos inimigos internos da democracia. O vetusto discurso para validar as invasões norte-americanas nos países que considera uma ameaça para si, ou uma possibilidade de faturamento econômico, como ocorre, por exemplo, no Iraque.

Domingo, essas tropas militares da OTAN, no afã de proteger os civis contra os inimigos da democracia bombardearam 14 civis, sendo 12 crianças e dois adultos. E soe ocorrer em situações como essas, os comandantes responsáveis pelo terror correram para pedir desculpas. Uma preocupação que deve ser entendida por dois planos. Um como uma falha dos militares membros da OTAN, que se ufanam de perfeitos nas técnicas bélicas, e outro como um ato inútil, pois as desculpas jamais ressuscitarão as crianças e os adultos assassinados em nome da paz que só os pacifistas bélicos entendem e praticam.

Levantes populares: do Oriente Médio ao Meio Oeste

Há apenas algumas semanas, a solidariedade entre jovens egípcios e policiais do Wisconsin, ou entre trabalhadores líbios e funcionários públicos de Ohio, seria algo inacreditável. O levante popular na Tunísia foi provocado pelo suicídio de um jovem chamado Mohamed Bouazizi, universitário de 26 anos de idade, que não encontrava trabalho em sua profissão.Nos conflitos que vemos hoje em Wisconsin e Ohio há um pano de fundo semelhante. A “Grande Recessão” de 2008, segundo o economista Dean Baker, ingressou em seu trigésimo mês sem sinais de melhora. O artigo é de Amy Goodman.

Amy Goodman – Democracy Now

Cerca de 80 mil pessoas marcharam no sábado passado ao Capitólio do estado de Wisconsin, em Madison, como parte de uma crescente onda de protesto contra a tentativa do flamante governador republicano Scott Walker, não só de acossar os sindicatos dos servidores públicos, mas de desarticulá-los. O levante popular de Madison ocorre imediatamente em seguida aos que vêm ocorrendo no Oriente Médio. Um estudante universitário veterano da guerra do Iraque, levava um cartaz que dizia “Fui ao Iraque e voltei a minha casa no Egito?”. Outro dizia: “Walker, o Mubarak do Meio Oeste”.

Do mesmo modo, em Madison, circulou uma foto de um jovem em uma manifestação no Cairo com um cartaz que dizia: “Egito apoia os trabalhadores de Wisconsin: o mesmo mundo, a mesma dor”. Enquanto isso, em uma tentativa de derrubar o eterno ditador Muammar Kadafi, os líbios seguem desafiando a violenta ofensiva do governo, ao mesmo tempo que mais de 10 mil pessoas marcharam terça-feira em Columbus, Ohio, para se opor à tentativa do governador republicano John Kasich de dar um golpe de estado legislativo contra os sindicatos.

Há apenas algumas semanas, a solidariedade entre jovens egípcios e policiais do Wisconsin, ou entre trabalhadores líbios e funcionários públicos de Ohio, seria algo inacreditável.

O levante popular na Tunísia foi provocado pelo suicídio de um jovem chamado Mohamed Bouazizi, universitário de 26 anos de idade, que não encontrava trabalho em sua profissão. Enquanto vendida frutas e verduras no mercado, em repetidas oportunidades foi vítima de maus tratos por parte das autoridades tunisianas que acabaram confiscando sua balança. Completamente frustrado, ele ateou-se fogo, o que acabou incendiando os protestos que se converteram em uma onda revolucionária no Oriente Médio e Norte da África. Durante décadas, o povo da região viveu sob ditaduras – muitas das quais recebem ajuda militar dos EUA -, sofreu violações dos direitos humanos, além de ter baixa renda, enfrentar altas taxas de desemprego e não ter praticamente nenhuma liberdade de expressão. Tudo isso enquanto as elites acumulavam fortunas.

Nos conflitos que vemos hoje em Wisconsin e Ohio há um pano de fundo semelhante. A “Grande Recessão” de 2008, segundo o economista Dean Baker, ingressou em seu trigésimo mês sem sinais de melhora. Em um documento recente, Baker diz que devido à crise financeira “muitos políticos argumentam que é necessário reduzir de forma drástica as generosas aposentadorias do setor público e, se possível, não cumprir com as obrigações de pensões já assumidas. Grande parte do déficit no sistema de aposentadorias se deve à queda da bolsa de valores nos anos 2007-2009”.

Em outras palavras, os mascates de Wall Street que vendiam as complexas ações respaldadas por hipotecas que provocaram o colapso financeiro foram os responsáveis pelo déficit nas pensões. O jornalista vencedor do prêmio Pulitzer, David Cay Johnston disse recentemente: “O funcionário público médio de Wisconsin ganha 24.500 dólares por ano. Não se trata de uma grande aposentadoria; 15% do dinheiro destinado a esta aposentadoria anualmente é o que se paga a Wall Street para administrá-lo. É realmente uma porcentagem muito alta para pagar Wall Street por administrar o dinheiro”.

Então, enquanto a banca financeira fica com uma enorme porcentagem dos fundos de aposentadoria, os trabalhadores são demonizadas e pede-se a eles que façam sacrifícios. Os que provocaram o problema, em troca, logo obtiveram resgates generosos, agora recebem altíssimos salários e bonificações e não estão sendo responsabilizados. Se rastreamos a origem do dinheiro, vemos que a campanha de Walker foi financiada pelos tristemente célebres irmãos Koch, grandes patrocinadores das organizações que formam o movimento conservador tea party. Além disso, doaram um milhão de dólares para a Associação de Governadores Republicanos, que concedeu um apoio significativo à campanha de Walker. Então, por acaso resulta surpreendente que Walker apoie às empresas ao outorgar-lhes isenções se impostos e que tenha lançado uma grande campanha contra os servidores do setor público sindicalizado?

Um dos sindicatos que Walter e Kasich têm na mira, em Ohio, é a Federação Estadunidense de Empregados Estatais de Condados e Municípios (AFSCME, na sigla em inglês). O sindicato foi fundado em 1932, em meio à Grande Depressão, em Madison. Tem 1,6 milhões de filiados, entre os quais há enfermeiros, servidores penitenciários, seguranças, técnicos de emergências médicas e trabalhadores da saúde. Vale a pena lembrar, neste mês da História Negra, que a luta dos trabalhadores da saúde do prédio n° 1733 de AFSCME fez com que o Dr. Martin Luther King Jr. Fosse a Memphis, Tennessee, em abril de 1968. Como me disse o reverendo Jesse Jackson quando marchava com os estudantes e seus professores sindicalizados, em Madison, na semana passada: “O último ato do Dr. King na terra, sua viagem a Memphis, Tennessee, foi pelo direito dos trabalhadores negociarem convênios coletivos de trabalho e o direito ao desconto da quota sindical de seu salário. Não é possível beneficiar os ricos enquanto se deixa os pobres sem nada”.

Os trabalhadores do Egito, formando uma coalizão extraordinária com os jovens, tiveram um papel decisivo na derrubada do regime deste país. Nas ruas de Madison, sob a cúpula do Capitólio, está se produzindo outra mostra de solidariedade. Os trabalhadores de Wisconsin fizeram concessões em seus salários e aposentadorias, mas não renunciaram ao direito a negociar convênios coletivos de trabalho. Neste momento seria inteligente que Walker negociasse. Não é uma boa época para os tiranos.

Amy Goodman – Democracy Now

Tradução: Katarina Peixoto

Fonte: Blog Carta Maior

GOVERNO DE BAHREIN USA REPRESSÃO VIOLENTA PARA INIBIR PROTESTOS

O que seria o terceiro dia de protestos contra o governo de Bahrein realizado pelo povo, que exige mudanças e reformas, como criação de empregos, construção de casas populares, libertação de prisioneiros políticos, além da criação de um Parlamento mais popularmente representativo, já que o país é governado pela família real de minoria sunita, se transformou em pesadelo para milhares de pessoas que se encontravam concentradas na Praça Pearl (Pérola) Square, no centro de Manama.

Centenas de tanques de guerra e milhares de soldados tomaram conta da praça e de outras ruas da cidade, atirando bombas de gás lacrimogêneo e batendo de bastão nos manifestantes que se encontravam dormindo. A repressão violenta caiu sobre crianças, mulheres e homens de todas as idades que se encontravam na Praça em concentração para iniciar mais um dia de protesto.

Diante do saldo de quatro mortos e centenas de feridos, os militares afirmaram que controlaram “as partes-chave da cidade”, e todas as formas de protestos estavam proibidas. A manifestação que vinha sendo realizada de maneira pacífica foi condenada em vários países que viram no ato repressor uma ação desnecessária.

Havia centenas de mulheres e crianças acampadas aqui. As pessoas dormiam em barracas. Agora há uma densa névoa de gás lacrimogêneo e essas pessoas podem estar presas aqui, inalando esse gás”, analisou Ibrahim Sherif, membro do partido secular Waad.

Bahrein é um dos aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio, lá está instalada uma Base da Quinta Frota Naval dos Estados Unidos, daí que o governo Obama não estava vendo com bons olhos as manifestações populares que vinham ocorrendo, embora tenha afirmado que o governo de Bahrein devesse agir com moderação e respeitasse os “direitos universais de seus cidadãos”.

Na verdade, os Estados Unidos vêm se preocupando muito com a onda de manifestações populares que estão a exigir reformas profundas nos países muçulmanos no norte da África e no Oriente Médio, onde ele tem ingerência. O governo Obama teme que ocorra nesses países o que ocorreu na Tunísia e no Egito.

POLÍCIA DE SÃO PAULO VIOLENTA ESTUDANTES

A polícia militar de São Paulo e a Guarda Civil Metropolitana, como já é comum quando ocorre em manifestações por melhorias profissionais ou reivindicações populares, fizeram uso de cassetetes, bomba de gás lacrimogêneo e balas de borracha contra estudantes que ontem, dia 17, protestavam contra o aumento da passagem de ônibus que no último dia 5 passou de R$ 2,70 pata R$ 3.

Explicando o motivo da truculência policial, o capitão da Polícia Militar Amarildo Garcia afirmou que a ação foi necessária para restabelecer a ordem na frente da prefeitura, já que os estudantes quebraram a ordem.

Houve a quebra da ordem. Eles incitaram contra a Polícia Militar, quebraram o alambrado, quiseram invadir a prefeitura. Jogaram rojão e pedra contra a prefeitura”, ajuizou o policial.

Durante a violência, um estudante teve o nariz quebrado por policias no momento em que foi imobilizado e que os policiais lhe aplicavam vários chutes. Para justificar a ação violenta, o capitão Garcia afirmou que o rapaz havia ferido três policiais com uma bandeira.

Mas não foram só os estudantes que sentiram o peso da pressão policial. Dois vereadores do Partido dos Trabalhadores (PT), Antonio Donato e José Américo, também foram vitimados pela fúria da polícia.

Fui tentar impedir a loucura da polícia. Atirar contra jovens desarmados é um absurdo”, protestou o vereador Donato.

Os estudantes, mesmo com toda a repressão, afirmam continuar durante toda noite em vigília na frente da prefeitura. De acordo com Nina Cappello, uma das dirigentes do Movimento Passe Livre, a manifestação visa pressionar a prefeitura a negociar um valor menor para a passagem.

OAB DE PERNAMBUCO SE POSICIONA CONTRA POLICIAIS MILITARES QUE OBRIGARAM PRESOS SE BEIJAREM

A violência contra os direitos humanos provocada por policiais militares de Pernambuco, que obrigaram dois presos a se beijarem, gravada, inclusive pelos próprios policiais, propagou-se com grande rapidez pela internet, precipuamente no Youtube.

O ato dos policiais foi tão aviltante para os internautas que chegou ao pique de acessos. Mas, para o bem da consciência e dignidade brasileira, a maioria das opiniões dos que acessaram foi contrária ao abuso de poder perpetrado pelos inconstitucionais agentes públicos.

O vídeo mostra os policiais, na força de suas prepotências, com os presos impotentes diante das fardas, das armas e da indiferença com os princípios públicos de polícia, obrigando que eles se beijem na boca por repetidas vezes, além de um dos policias cometer o crime de racismo, chamando-os de macacos.

Diante do fato constrangedor para a maioria da sociedade brasileira, que não apoia abuso de poder cometido por policiais que violentam os princípios institucionais que regem o órgão público. É bom lembrar que o estado de Pernambuco, que tem uma população cultural e intelectual racionalmente esclarecida e atuante, tem como governador Eduardo Campos – o mais votado no Brasil nas últimas eleições –, um homem de esquerda que luta pela defesa dos direitos humanos.

Daí que a posição do secretário da Defesa Civil, Wilson Damázio, ao ver o vídeo e depois afirmar que o que viu é “bastante constrangedor”, e por isso vai identificar os policiais envolvidos, investigá-los e, comprovado o crime, poderão receber penas de prisão domiciliar ou demissão do serviço público. Se realizada, mostrará que o governador Eduardo Campos tem propósito racional de não tolerar a violência contra os direitos humanos, tão disseminada no Brasil, como afirmam os relatórios das entidades nacionais e internacionais que trabalham com esse tema.

Foi assim que, diante desse quadro, a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Pernambuco (OAB/PE), através de seu presidente, Henrique Mariano, se posicionou contrária ao ato dos policiais militares, afirmando que é um ato estimulado pela certeza da impunidade, posto que a violência aplicada aos presos não tem nenhuma relação com o crime cometidos por ele.

Está claro que é apenas um abuso de autoridade baseado na certeza da impunidade”, afirmou Mariano.

As cenas filmadas pelos próprios policiais com seus celulares mostra a afinidade com as violências cometidas por soldados americanos que filmaram suas próprias violências contra prisioneiros no Iraque e que correu o mundo. O que confirma que a necessidade de causar dor no outro é universal. Nisso, a preocupação dos organismos dos diretos humanos se encontrar em ação em todo o mundo.

Mas há um signo que chama atenção nesse ato dos policiais militares obrigarem os presos a se beijarem, e na boca. O signo do beijo. O que representa o beijo para eles? Será que eles acreditaram que os dois presos tinham o mesmo sentido do beijo que eles, policiais, e se sentiriam humilhados aos se beijarem, pois sabiam que quem soubesse iria tachá-los de homossexuais, visto beijo entre dois homens, para os policiais, é ato gay, portanto imoral, repugnante e forma de castigo? Se for dessa forma entendido, é lógico se tratar de posição homofóbica.

Nesse seguimento, saltam algumas questões da ordem libertária, cultural e teosófica. Como agiriam estes policiais se pegassem o livre Maradona beijando um de seus amigos? E se fossem a um país europeu onde o beijo, culturalmente, entre os homens é comum (ao contrário do Brasil, onde alguns policias afirmam que a tortura é cultural) e não carrega nenhum signo moral de castração, mas, pelo contrário, afirma a consciência de alguém que não tem dificuldade de lidar com sua sexualidade? E se soubessem, teosoficamente, que Cristo, que não tinha qualquer relação com a opressão e nenhum medo dos tiranos, também beijava seus discípulos, como agiriam?

Um fato é real. Se encontrassem tanto ato explícito do beijar entre os homens, eles não tomariam o beijo como uma forma de castigo, já que o único objetivo do castigo é punir, assim como quem pune é ao agente moral. Mesmo que seja um castigo injusto, como afirma o filósofo Nietzsche.

O SHOW DA CONSCIÊNCIA COAGULADO DA DIREITA NA CPIM

Consciência coagulada é um enunciado do filósofo Sartre para significar o homem dos subterfúgios. Aquele que faz uso constante das fugas como forma de contornar a existência. O homem de má-fé: o que se esconde nas transcendências para não enfrentar o mundo. A insuportável conseqüência, jamais princípio. O cabotino, o covarde, o burguês. O sujeito dos projetos existenciais malogrados,

CONSCIÊNCIA ANDRÉ EDUARDO

Foi esta consciência coagulada da direita que se mostrou (sempre se mostra) nos depoimentos do assessor do senador Álvaro Dias, e do funcionário da Casa Civil, José Aparecido. O depoente da direita, André Eduardo, perdido na impossibilidade de recorrer à má-fé, a fuga através dos subterfúgios, que estavam muito bem limitados, nos presenteou com o buraco negro da significância lingüística, expressando seu estado mental e sua realidade sensorial na rostidade da semiótica dominante. O muro branco da inscrição paranóica do sistema capitalístico com sua moral molar. O que não dá para esconder em razão da pulsação ecolálica: a repetição cruel dos regimes de signos imobilizados. A rostidade como subjetivação da dor se mostrava com maior contágio quando ele tentava garatujar um sorriso no canto da boca. A exibição da dolorosa vertigem. Plasticidade reveladora que eliminava a necessidade de ouvir as palavras usadas como argumentos de sua defesa. Triste sofrimento quando se quer ser verdade e se mostra o contrário.

CONSCIÊNCIA ÁLVARO DIAS

Na platéia, seu chefe, senador Álvaro Dias, também sujeito da consciência coagulada, ricocheteava na rostidade buraco negro, tentando inutilmente escapar, recorrendo à má-fé com a transcendência: “Temos que investigar o substantivo: quem fez o dossiê, e a mando de quem”. Negação do tempo e espaço com sua expressão e conteúdo como ato dos depoimentos. A dor do projeto malogrado: nenhum homem pode fugir de seu acontecimento. O acontecimento do senador Dias é sua escolha de ter entregue os dados oficiais para a revista Veja. Tudo que agora tenta deslocar da investigação que lhe envolve. Como nenhum homem pode dissipar o real ao recorrer à lógica da inobservância, o senador era só sofrimento. Um homem abatido, procurando a todo custo se mostrar seguro e convicto de sua posição. Mas tudo só malogro. Suas vãs tentativas ricocheteavam em suas próprias palavras transcendentes de sua má-fé: suas viscosas fugas. Nada de escapar do destino que ele mesmo traçou pata si, mandando às favas o decoro parlamentar. Agora, ecoa em seus ouvidos, pois sua razão há muito foi abandonada, o enunciado de Sartre: “Todo homem é responsável por sua escolha”.

CONSCIÊNCIA AGRIPINO MAIA

Tentando re-esculpir a auto-imagem que imaginou para si de um democrata, fragmentada depois que a ministra Dilma Roussef revelou ao Brasil sua genética política concebida na demagogia dos coronéis de barranco, que lhe permitiu durante décadas gozar dos privilégios matérias que este tipo de trono concede, o senador líder do PFL, Agripino Maia, fisgado em sua consciência coagulada, afirmou está vendo um desfile de mentiras. E que o que a sociedade brasileira (dele) queria saber, não ia ser revelado: quem fez o ‘dossiê’, e amando de quem. Como sabia que ali isso não seria revelado, ia depositar sua esperança na investigação da Polícia Federal. Visível subterfúgio para não assumir o erro de tentar confundir a democracia com intriga. Como diria o senador Cristovam Buarque, sem pauta para o Brasil, seu Agripino envereda pela única senda que sabe viajar: a intriga. O que ele chama de fiscalização e cobrança do governo Lula. Está longe o tempo, talvez jamais chegue, em que a imagem que o senador zelava como real para poder trocar com possíveis brasileiros incautos, seja restaurada par poder ser exibida como seu maravilhoso fator democrático.

CONSCIÊNCIA ARTHUR NETO

Muro branco, cujas inscrições significantes ecoam em impulsivos clichês vazadores da voz, fala clonada da consciência coagulada da burguesia, o senador Arthur Neto baixou suas defesas afetivas e mostrou a inscrição rostidade de um sujeito aprisionado no imponderável. Dada sua compulsiva performance simulante, exibiu o rosto-inscrição: nada a fazer. Não há como pela má-fé recorrer a uma transcendência para eliminar o real do momento que jamais queria. Agora, estava ali, como joguete à mercê dos acasos e a das certezas de seus inimigos. Mesmo assim, recorreu às suas cartas-blefes, inseparáveis. A acusação engendrada por sua consciência coagulada onipotente: Dilma é a culpada! O ‘dossiê’ foi feito por sua ordem. Confundindo sua prática intrigante com democracia, tirou de si mesmo, sem perceber, uma depreciação contra o governo Lula: “A que nível chegou a democracia do Brasil”. Enfurecido em sua paraindignação, o maior indignado dos indignados, afirmou ter acabado seu respeito com o senador Tião Viana senador que suprimiu uma hora do dia acreano, determinando o único estado do Brasil a ter 23 horas , pelo mesmo haver lhe dito que André Eduardo entregara uma cópia do tal ‘dossiê’ a seu assessor. Encurralado e manietado como uma insuportável conseqüência, andava, gesticulava, pedia palavra, mas tudo era imponderável para si naquele recinto: muitas vaidades, desesperos e medos.

A direita, em sua consciência coagulada, blefou em inventar CPI, agora desliza em seu próprio visgo existencial.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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