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RESISTIR, SEMPRE, VERGAR, JAMÉ; 78% QUEREM CASSAÇÃO DE TEMER E 90% ELEIÇÕES DIRETAS JÁ!

Vagner Freitas

“A resistência de vocês é fundamental” – Dilma falando a Gregório Duvivier

Todo vergar simboliza submissão. Uma árvore não se verga ao vento. Ela compõe com o vento. Todo sorriso diante do opressor é sorriso opressor. Não podemos dizer que seja sorriso. O que é o sorrir? O que é rir? Rir é criar. Rir é entender o humor e com o sorrir refletir sobre a situação posta. Moro não ri frente ao tirano. O riso do escravo frente ao tirano escravo não é riso.

Isto posto nos leva a refletir sobre situação  política do Brasil neste momento. A nossa resistência, como disse Dilma é fundamental. Precisamos falar do que está acontecendo no Brasil toda hora. Precisamos denunciar as arbitrariedades e violências que se cometem por parte dos tiranos golpistas contra o povo brasileiro.

Por que o exército condecorou Moro? O que fez Moro para receber essa honraria? Quebrou com a economia, desenvolve uma perseguição seletiva contra Lula e o PT e por isso é condecorado. Um juiz não deve ser condecorado. Sua atitude de magistrado nada mais é do que sua obrigação. Julgar justamente. Não por convicção. Moro recebe prêmio da Rede Globo, Dória e agora do Exército, instituição nacional, que aparece em pesquisas com alto valor de reconhecimento. Só que com essa premiação entendemos que  compactua com o medonho.

As duas pesquisas publicadas pela Vox Populi/CUT e pelo Ibope demonstram que se as eleições para presidente fossem hoje, Luís Inácio Lula da Silva seria eleito em primeiro turno. Não teria para ninguém.

Duas situações dão respaldo a isso. A forma de governar de Lula e Dilma nos dois governos populares que empreenderam e que as políticas sociais adotadas beneficiaram o povo: Luz para Todos, por exemplo. Quem fez isso antes? Ninguém. A outra situação que está fazendo Lula manter o minarete apontado para ser tricampeão é a saga desenfreada da Globo, e demais mídias golpistas, empresários, e a justiça, que não é justiça brasileira que não julgou, não se posicionou diante do golpe (faz parte), da derrocada da economia, dos desmandos e roubos no país. Quanto mais “batem” em Lula, mais ele cresce na aceitação popular, porque a leitura que o povo faz do enredo é que ele representa a classe trabalhadora, como milhares, ele é contra tudo o que se está votando no congresso contra a classe.

A revista Carta Capital deste final de semana divulga mais informações da pesquisa da Vox Populi/CUT feita entre os dias 6 e 10 de abril com população maior de 16 anos de todos os Estados brasileiros incluído o DF com margem de erro de 2,2 para mais ou menos.

O destaque deste corte da pesquisa é que 78% dos brasileiros desejam a cassação do golpista Fora Temer e 90% querem eleições diretas já.

Tudo o que os golpistas vem impondo de mudanças prejudiciais ao povo contribui para esse quadro. O primeiro, claro. já foi o golpe que Dilma sofreu. Nesse golpe, atendendo interesses do capital, visava-se implantar o Estado mínimo. A PEC da morte é um exemplo, assim como o que Pedro Parente está fazendo na Petrobras e as investidas para controle da água doce de nosso país. Os interesses por terras na Amazônia é muito grande. E os interessados não são nacionais. São estrangeiros. E dentre os estrangeiros sobressaem representantes de grandes empresas. Os sistemas de vigilâncias da Amazônia nada mais são do que monitores de identificação onde estão nosso recursos minerais.

O cerco a Lula. Lula não é o proprietário do apartamento do Guarujá. 73 testemunhas, unânimes enunciaram que Lula não é o dono do apartamento. Léo Pinheiro está preso desde 2014. No seu primeiro depoimento inocentou Lula e por esse motivo inviabilizou sua delação. A procuradoria comandada por Delagnol e pelo juiz que não é das araucárias o deixaram preso. Leo Pinheiro quer sair do xilindró, Moro não tem provas para prender Lula, só convicção, a audiência de Lula é dia 03 de maio, precisa-se dessa prova, mas não há. O dia se aproxima, o Juiz de Brasília Vallisney de Souza quer ser mais rápido que Moro transformando Lula em réu. Há perseguição contra Lula, o Partido dos Trabalhadores e o povo.

Como diz o jornalista Josias de Souza “é desnecessária e arriscada a detenção de Lula”.

A situação do povo está muito difícil. Mais de 13 milhões de brasileiros estão desempregados. A fome e falta de dinheiro é grande. Ou paramos isso ou a derrocada nos levará ao buraco.

Por isso, o dia 28 de abril será muito importante: “A crise política só começará a ser debelada com novas eleições, e somente uma intensa mobilização popular, com os movimentos sociais e a população nas ruas, será capaz de antecipá-las”, enuncia Vagner Freitas, presidente da CUT, pois não temos como esperar do Legislativo qualquer solução. “Boa parte dos deputados e senadores que estão aí sabe que não será capaz de se reeleger em 2018, até pelos impactos da Lava Jato. Parecem negociar o fim de suas carreiras políticas.”

Todas as categorias de trabalhadores devem parar suas atividades, ir para as ruas, se manifestar, porque só assim nós derrubaremos os golpistas que nos impuseram tais mazelas. Resistir sempre, se vergar aos tiranos jamée.

NÃO TEM GLOBO QUE SEGURE O GOLPE. LULA É QUERIDO E ESTÁ PRESO NO CORAÇÃO DO SEU POVO

ricardo stuckert

Por que a Globo usa de 4 horas, 33 minutos para denegrir a imagem do ex-presidente Lula e 18 minutos para falar mal da presidente Dilma Rousseff eleita com 54.501.118 votos e o dublê junto com Aécio tiveram 21 minutos?

Porque no governo do Lula e da Dilma não se quebrou o monopólio dessa empresa golpista.

A quebra desse monopólio não dependia só dos dois, teria que passar pelo congresso, é claro. Mas se tivessem os dois trabalhado para isso, principalmente o Lula no primeiro e segundo mandatos não teríamos uma emissora sonegadora de impostos, golpista, colocando os dois com mais tempo negativo do que os golpistas Aécio, Temer e seus 8 ministros delatados.

Mas, a Globo pra nós já era. É bom que Requião vá mesmo visitar os irmãos Marinhos na penitenciária. Esperamos. E isso será em breve. Porque na Democracia que vamos reconstruir não há lugar para golpistas e nem emissora de televisão que propaga ideias nefastas e defende interesses privados e dos Estados Unidos contra o bem comum, contra o povo.

Prova de que a Globo não influencia o povo brasileiro está ai na pesquisa da Vox Populi/CUT. Lula é o primeiríssimo nas intenções de votos para 2018. Está com mais de 45% de preferência contra todos os golpistas. Menos o Ciro. O Ciro não é golpista. Já foi ministro de Lula e está no PDT que um dia teve Leonel de Moura Brizola. Só essa pesquisa para nós já foi um grande alento depois da decisão arbitrária de ontem do juiz das Araucárias de determinar que Lula esteja presente nas oitivas das mais de oitenta testemunhas. Lula teria que se mudar para Curitiba. Isso é uma jogada, como disse o jurista italiano, de juiz que está perdendo o jogo. Lula irá prendê-lo e ele está com medo.

Atenção caravanas com destino a Curitiba. Serão mais de cem mil defensores de Lula que chegarão à cidade das araucárias a partir do dia 1º de Maio, inclusive, enviados deste Blog como correspondentes da AFINPRESS. O juiz da 13ª Vara de Curitiba que este Blog já conhece, a Vara, quer intimidar o caravaneiros. O certo é estarmos em Curitiba no dia 3 de Maio e no término da audiência retornarmos para nossos Estados. Não tem como ficar em Curitiba nas mais de 80 audiências, e é claro, isso é para intimidar, é um forma de pressionar Lula que já recorreu e não tem como prosperar mais uma arbitrariedade dessa. Mas  se for preciso um exército de Lulas é o que temos em excesso.

O dia 18 de abril também foi muito bom porque, desde ontem, anunciado uma produção de cinema, transmitido pela TV franco-alemã ARTE, nessa terça-feira 18, o documentário “Brasil: O grande salto para trás”, das francesas Frédérique Zingaro e Mathilde Bonnassieux,  com Duvivier divulgaram com mais de 55 minutos o golpe que nossa Democracia e a presidente Dilma sofreram e como era o Brasil antes e como está agora. É um trabalho cinematográfico interessantíssimo e que neste momento deve-se propagar, divulgar mostrando o que está se concretizando de ruim no nosso país.

Os golpistas levaram um surra na Câmara dos Deputados quando leram as propostas da reforma trabalhista: 230 x 163. Deputados golpistas que aprovaram a admissibilidade do golpe estão a deixando o golpista mor e seu projeto de ponte para o futuro.

Categorias de trabalhadores começam a reagir contra as propostas de mudanças na CLT, reforma trabalhista, terceirização já aprovada e sancionada, reforma da previdência. A invasão da Câmara dos Deputados por policiais civis em Brasília pela segunda vez demonstra que o grau de aceitação das medidas que o congresso vota está chegando num limite e que o povo não aceitará. O povo não aceita um congresso com deputados e senadores acusados de roubo votarem medidas que só prejudica o trabalhador.

A decisão do Papa Francisco de não atender ao convite do dublê de presidente foi uma decisão política. Está certo o papa.

No mais, a Odebrecht, grande empresa brasileira se constituiu como império devido as relações promíscuas que sempre manteve com governos e não nos venham dizer, senhores da Odebrecht, senhor Emílio, que a corrupção aumentou depois da ditadura. Na ditadura havia corrupção e vocês veem enriquecendo a muito tempo no Brasil. E ainda dizem que no governo de FHC não houve investimento em infraestrutura. Claro, investiu-se noutros negócios. Paraísos fiscais por exemplo.

O próximo dia 28 de abril iremos para o Brasil com uma monstra greve geral. Todos os trabalhadores da cidade e do campo estão sendo convocados pelos líderes dos trabalhadores, pelas centrais sindicais, movimento sociais, pra pararmos o Brasil exigindo a queda desse golpistas, eleições diretas já, pois não consideramos o dublê de presidente e seus dublês de ministros como nossos governantes. Vamos avantes companheiros. Avantes Camaradas. Nossa vitória está próxima e aqui parafraseamos Lenin: Todo poder aos trabalhadores brasileiros!

METALÚRGICOS DEBATEM NO ABC A REFORMA POLÍTICA: “EMPRESA NÃO É ELEITOR”

b61c6250-5c35-4de9-a912-4206e853cd66Trabalhadores se reúnem no 8° Congresso dos Metalúrgicos do ABC para discutir o tema que mais preocupa, politicamente, a sociedade brasileira: a reforma política. Tema que se para a sociedade é fundamental para que a democracia se consolide como democracia real, onde os direitos políticos sejam abrangentes a todos os seguimentos, todavia para a maioria dos parlamentares não tem significado de necessidade democrática.

Como um dos pontos da reforma política é o fim do financiamento privado dos candidatos pelas empresas, o que avaria de forma contundente a democracia, posto que faz do parlamentar um mero promotor dos interesses dessas empresas no Congresso Nacional acarretando atos de corrupção como se tem visto, essa maioria não pretende votar esse ponto. Deixando que tudo fique como se encontra: uma promiscuidade-parlamentar.

É exatamente esse ponto que encontra sendo debatidos pelos metalúrgicos, sindicalistas, movimentos sociais, OAB, CNBB, estudantes e outras categorias. O congresso contou com a abertura feita pelo secretário-executivo da Comissão Brasileira de Justiça e Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Carlos Moura que foi contra o financiamento privado.

“Não é possível que empresas financiem campanhas. Empresa não é eleitor. Empresa não vota. Portanto, nós precisamos, com a reforma política, impedir que empresas possam financiar campanhas”, afirmou Carlos Moura.

Rafael Marques, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a sociedade tem que se envolver com os poderes constituídos, porque caso contrário tudo torna-se mais difícil em relação a mudanças.

“Temos que mudar, de uma maneira que esse Congresso tenha mais a cara do Brasil, que os políticos, como um todo, tenham a cara do Brasil. Que o Judiciário tenha a cara do Brasil, o que não tem”, disse Marques.

Para Wagner Santana, Wagnão, secretário-geral do sindicato a único forma de se fazer política decente é através da reforma política.

“Empresas que dependem da destinação de recursos públicos para obras são as grandes financiadoras dos partidos políticos. Portanto, se nos quisermos, de fato, discutir alteração e um modo de fazer política, nesse país, mais decente, temos que discutir a reforma política”, observou Wagnão.

Por sua vez, e mostrando que deve ter sempre vez, a juventude metalúrgica vem atuando de forma produtiva para que toda a sociedade tenha conhecimento de como se encontra a questão e tome posição. Segundo, Alessandro Guimarães, coordenador da Juventude Metalúrgica do Sindicato, a entidade encontra-se conversando como todos os seguimentos da sociedade.

“Podem ter certeza que a juventude vai estar conversando com todo o mundo que for preciso e levando esse debate da reforma política. A gente vai continuar questionando, conversando, nas faculdades, falando da importância. E, se precisar, vamos pressionar o governo, como a gente já fez”, mandou ver, Alessandro.

PREOCUPADAS COM A VOTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO NO SENADO AS CENTRAIS SINDICAIS PREPARAM ESTRATÉGIAS DE LUTA

3e28b1f1-2f72-409b-9309-939bb63798ecDiante do desastre que foi a votação da PL 4.330 produzido pelos deputados-patronais, momento em que os direitos trabalhistas conquistados historicamente em várias frentes de lutas foram destruídos, as centrais sindicais se reuniram para traçar as estratégias de luta para reverter o desastre no Senado, onde a PL espera análise e votação por parte dos senadores.

Ontem, dia 11, os principais líderes sindicais se reuniram para tratar do assunto, assim, como também, as preparações para as manifestações que serão realizadas no dia 29, em todo o Brasil. A luta contra a precarização do trabalho e a perda dos direitos dos trabalhadores são as principais preocupações das centrais sindicais diante da ameaça da aprovação da terceirização no Senado, embora o presidente da Casa, Renan Calheiros, já tenha afirmado que ela não passa.

“Não queremos a terceirização na atividade-fim. Queremos a regulamentação, não a precarização. Do jeito que passou tudo foi rasgado, depois de uma série de ações que de certa forma distanciaram as centrais”, afirmou Ricardo Patah, presidente da UGT.

Sérgio Nobre, secretário-geral da CUT, concebeu que a discussão em relação aos direitos dos trabalhadores vai além da PL 4.330.

“Temos uma preocupação enorme com os rumos da economia. Nosso problema é maior que o 4.330. As restrições estão chegando e paralisando a economia. Temos que superar as nossas diferenças. Temos que aceitar que a terceirização na atividade-fim é um desastre. Agora, o que temos a fazer, é a batalha no Congresso”, observou Sérgio Nobre.

Para Wagner Gomes, secretário-geral da CTB, os pontos de preocupação das centrais sindicais devem ser o combate à terceirização na atividade-fim, as MPs 664 e 665 e o ajuste fiscal.

“Isso é o que unifica todas centrais. Esta plenária é um reforço na nossa mobilização para o dia 29. Cada setor vai fazer uma atividade contra a terceirização e as MPs 664 e 665. A partir de agora é fundamental a mobilização das centrais estaduais e dos sindicatos para fazermos um grande ato rumo à greve geral”, disse Wagner Gomes.

Por sua vez, foi a CSP-Conlutas, através de Atenágoras Lopes, da executiva, quem mais enfatizou a necessidade da greve geral em defesa dos direitos dos trabalhadores.

“O Brasil carece de uma greve geral. No dia 29, se todas as centrais estiverem de acordo para uma parada geral, aí vamos estar incluídos”, disse Atenágoras.

DILMA SE REUNIU COM LIDERES SINDICAIS, SE POSICIONOU CONTRA A TERCEIRIZAÇÃO E FEZ BALANÇO DA POLÍTICA TRABALHISTA

07908ca1-9207-4a94-a7d6-42469fc115baTendo como pauta a discussão sobre o Projeto de Lei 4.330, terceirização, e estrutura da política trabalhista em seu governo e a importância da valorização do salário-mínimo, a presidenta Dilma Vana Rousseff se reuniu no Palácio do Planalto com os líderes sindicais da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Contag, além dos ministros Joaquim Levy, da Fazenda, Manoel Dias, do Trabalho, Nelson Barbosa, do Planejamento, Carlos Gabas, da Previdência Social e Aloizio Mercadante, da Casa Civil.

Durante a reunião a presidenta também falou sobre a data do 1° de Maio, Dia do Trabalhador, que se comemora hoje. E como já foi informado por seu governo, esse ano ela não falará em cadeia nacional de rádio e televisão. Ela fara uso da internet. Decisão que dividiu as opiniões. Para alguns ela deveria usar a cadeia de rádio e televisão porque possibilita maior comunicação com a sociedade brasileira. Para outros a internet é importante ela fala, porque hoje é um recurso comunicacional que abrange muitos brasileiros e permite contato direto com os internautas, o que o rádio e a televisão não permite.

“É preciso manter a diferença da terceirização entre atividade-fim e atividade-meio nos mais diversos ramos da atividade econômica.

É urgente e necessário regularizar o trabalho terceirizado para que milhões de trabalhadores tenham proteção no emprego e garantia de salário digno, também é importante para os empresários porque significa segurança para eles, uma legislação clara sobre terceirização.

É fundamental que possamos garantir por lei, até 2019, o aumento do poder de compra do salário e queria lembrar que, nos 4 anos do meu primeiro mandato, por conta da política salário-mínimo que adotamos em 2011, tivemos aumento de 14% de salário-mínimo acima da inflação.

Tomamos um conjunto de medidas e fizemos ajustes porque queremos reduzir a inflação e queremos fazer esses ajustes para voltar a crescer e em bases sólidas.

Vai nos caber encontrar a melhor estratégia e definir o instrumento mais eficiente para que nossos objetivos sejam atingidos.

Consideramos que as manifestações dos trabalhadores são legitimas e temos que estabelecer esse diálogo sem violência”, disse Dilma.

Dilma afirma que as reivindicações dos trabalhadores são legitimas e que devem ser vistas sem violência, dimensão política trabalhista que o governador do Paraná, Beto Richa, do partido da burguesia-ignara-parasita, PSDB, não tem. Aliás, os governantes do PSDB, já que sempre tiveram dificuldade democrática em lidar como os interesses reivindicatórios dos trabalhadores. A sensibilidade e intelecto deles se reduzem ao primitivismo opressor e dominador: violência-corporal. Vide exemplo, o que vem ocorrendo com os professores do Paraná. 

PARLAMENTARES DA BASE ALIADA ENTRAM COM PEDIDO DE MANDATO DE SEGURANÇA NO STF PARA IMPEDIR A VOTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO

b732fa52-ac14-4d29-ad5e-6bad51128cd0Na noite do dia 7, o Projeto de Lei (PL) 4.330 que regulamenta a total prática da terceirização no país, teve aprovada sua tramitação em rito de urgência urgentíssima pelos parlamentares que tramam contra os trabalhadores em benefício do capital representado por seus patrões capitalistas que não satisfeitos com o assalto da mais-valia pretendem mais lucros em nome de uma falsa modernidade trabalhista.

Diante do acinte contra os trabalhadores e a maior parte da sociedade brasileira, já que são os trabalhadores que produzem economia de onde saem as rendas de outros trabalhadores que desempenham funções sociais específicas, parlamentares da base aliada se reuniram para tratar da possibilidade de entrar com um mandato de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir a votação da PL 4.330. O teor da decisão se baseia no fato de que a Medida Provisória (MP) 664, enviada pela União ao Congresso, cuja data para sua votação em fevereiro, já expirou.

Se for considerada da MP 664, a votação da PL da terceirização será tida como inconstitucional. Diante da realidade-democrática, o presidente da Câmara, com perfil total de antidemocrata, o reacionário Eduardo Cunha (PMDB/RJ) afirmou que o recurso não tem força nenhuma porque a MP 664 não lida em plenário. Todavia, como os parlamentares da base aliada, principalmente os governantes, não são avoados e nem desatentos, eles afirmaram que já houve a leitura em plenário da MP 664. Tudo ocorreu semanas trás, de forma ligeira, e o próprio relatório da comissão especial afirma que foi lido na ata sessão.

“Já há convicção de que, caso o resultado da mesa, seja de que a votação da PL pode ter continuidade, a não que a explicação apresentada não deixe margem para dúvidas, será ajuizado o mandado de segurança na Suprema Corte”, afirmou um deputado.

AUTORITARISMO DE EDUARDO CUNHA, DE IMPEDIR SINDICALISTAS ASSISTIR A VOTAÇÃO DA PL 4.330, É DERRUBADO POR MINISTRO

image_largeDurante a manifestação dos trabalhadores em frente ao Congresso Nacional contra a votação da PL 4.330 que coloca o trabalhador em posição maior de escravidão, a terceirização total no mercado de trabalho, quando vários manifestantes foram feridos e agredidos pela Polícia Legislativa e Policia Militar, o reacionário e processado presidenta da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ) afirmou, com arrogância e prepotência, que a manifestação dos trabalhadores lhe impulsionava para votar com maior ligeireza a PL da terceirização.

Como já lhe é peculiar, Eduardo Cunha, impediu que os representantes sindicais circulassem nas dependências da Casa do Povo, onde quase não há representantes do povo. Proibidos, os trabalhadores tiveram mais um dos seus direitos reprimidos: o direito à liberdade de participar, pelo menos visualmente, da votação de um projeto de lei que atenta contra sua dignidade de produtor de economia para satisfazer os capitalistas e – como não? -, os próprios deputados que são algozes de seus direitos.

Porém, ontem, dia 8, a prepotência – a prepotência é a cidadela dos inseguros que tomam as instituições como suas protetoras – do campeão de processos, deputado Eduardo Cunha, enfraqueceu. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio autorizou a entrada e circulação dos representantes Central Única dos Trabalhadores (CUT) na Câmara para que possam assistir a votação da irracional PL da terceirização. A violência contra os trabalhadores em benefício dos patrões.

“Mostra-se simplesmente inimaginável que criem obstáculos ao ingresso do cidadão em qualquer das Casas que o integram. Em tempos estranhos, como o presente, há de se buscar o fortalecimento desse imprescindível Poder, em atuação constante, considerado o sistema de freios e contrapesos – tão necessário a evitar-se o cometimento do mal que é o abuso”, disse o ministro em sua decisão.

SINDICATO DE XAPURI, NO ACRE, PROTESTA CONTRA A AFIRMAÇÃO DE MARINA QUE DISSE SER CHICO MENDES ELITE

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Para fugir de um questionamento levantado por um dos participantes no alcunhado debate da TV Band, que afirmou que Marina estava se aliando com a elite, ela, de forma recorreu à estratégia de escape afirmando que todo mundo é elite. Os capitalistas, os trabalhadores, Chico Mendes… Uma forma de desconstruir a opinião pública de que está fazendo a velha política que ela nega.

Diante da conceituação de que Chico Mendes é elite feita por Marina, o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri, no Acre, publicou uma nota de protesto contra o acinte eleitoreiro da candidata sobrenatural. No mesmo sentido a filha de Chico Mendes disse que não vota em Marina, mas em Dilma.

Leia a nota e a entrevista com  Dercy Cunha, a vice-presidenta do sindicato.

Diante da declaração da candidata à Presidência da República para as próximas eleições, Marina Silva, onde esta coloca o companheiro Chico Mendes junto a representantes da elite nacional, o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Xapuri (Acre), legítimo representante do legado classista do companheiro Chico, vem a público manifestar-se nos seguintes termos:

Primeiramente, o companheiro Chico foi um sindicalista e não ambientalista, isso o coloca num ponto específico da luta de classes que compreendia a união dos Povos Tradicionais (Extrativistas, Indígenas, Ribeirinhos) contra a expansão pecuária e madeireira e a conseqüente devastação da Floresta. Essa visão distorcida do Chico Mendes Ambientalista foi levada para o Brasil e a outros países como forma de desqualificar e descaracterizar a classe trabalhadora do campo e fortalecer a temática capitalista ambiental que surgia.

Em segundo, os trabalhadores rurais da base territorial do Sindicato de Xapuri (Acre), não concordam com a atual política ambiental em curso no Brasil idealizada pela candidata Marina Silva enquanto Ministra do Meio Ambiente, refém de um modelo santuarista e de grandes Ong’s internacionais. Essa política prejudica a manutenção da cultura tradicional de manejo da floresta e a subsistência, e favorece empresários que, devido ao alto grau de burocratização, conseguem legalmente devastar, enquanto os habitantes das florestas cometem crimes ambientais.

Terceiro, os candidatos que compareceram ao debate estão claramente vinculados com o agronegócio e pouco preocupados com a Reforma Agrária e Conflitos Fundiários que se espalham pelo Brasil, tanto isso é verdade, que o assunto foi tratado de forma superficial. Até o momento, segundo dados da CPT, 23 lideranças camponesas foram assassinadas somente neste ano de 2014. Como também não adentraram na temática do genocídio dos povos indígenas em situação alarmante e de repercussão internacional.

Por fim, os pontos elencados, são os legados do companheiro Chico Mendes: Reforma Agrária que garanta a cultura e produção dos Trabalhadores Tradicionais e a União dos Povos da Floresta.

Xapuri, 27 de agosto de 2014

José Alves – Presidente

Há desconforto dos trabalhadores de Xapuri com a forma como o legado de Chico Mendes está sendo tratado pela campanha de Marina Silva?

Sim, exatamente.

Por quais motivos?

O nome de Chico Mendes é usado de forma indevida, colocando ele em uma condição do que ele não era. Ele era um sindicalista defensor dos direitos dos trabalhadores, de melhoria de qualidade de vida, e nunca foi esse ambientalista da forma como é colocado pelos políticos.

Por que isso acontece, na sua opinião?

Porque isso rende, né? Isso, de certa forma, em termos de angariar recursos e apoios, tem importância.

Que relação a senhora teve com o Chico Mendes?

Fui a segunda presidenta do sindicato, logo depois do presidente fundador, e antes do Chico. Tivemos sempre uma relação muito boa, de muito trabalho conjunto.

Pelo que a senhora conhecia dele, acredita que ele concordaria com a forma como o legado dele surge na campanha eleitoral? Ele apoiaria Marina?

Só se ele tivesse mudado muito de opinião. Do contrário, eu imagino que ele teria a mesma postura que nós. A gente entende que, na campanha política, tudo acontece para chegar ao poder, mas as alianças e os vínculos que a Marina tem nos mostram que ela jamais teria condições de aplicar um projeto de sustentabilidade. A verdadeira sustentabilidade ofende os interesses do grande capital.

Existe alguma candidatura que contemple as demandas dos trabalhadores e trabalhadoras de Xapuri?

Olha, infelizmente, as candidaturas que representam aquilo que a gente sonha estão em desvantagem em termos de preferência. Tem algumas candidaturas que, se não mudarem ao chegar ao poder (porque o problema é quando os partidos chegam ao poder), seriam alinhadas, como as do Psol e do PSTU. São candidaturas que representam o que a gente sonha. Não orientamos votos, preferimos que as pessoas tirem suas próprias conclusões.

Entre as que estão disputando a liderança das pesquisas de opinião, há alguma mais próxima das posições do sindicato?

Não, são todas muito próximas. As propostas postas para a Amazônia, todos eles, são projetos de destruição, como as grandes obras de hidrelétricas e mineração. Isso não combina com nossos ideais.

O ECONOMISTA MÁRCIO POCHMANN DIZ QUE A NOVA CLASSE TRABALHADORA PRECISA DO ESTADO COMO PRECISA DE SINDICATO

São mais de 40 milhões de brasileiros que durante na última década deixou a linha de pobreza para se caracterizar, na pirâmide social, como a nova classe trabalhadora. Um fato possível com as políticas desenvolvidas pelo ex-presidente Lula e a presidenta Dilma.

Embora tenha ocorrido essa transformação social, não se pode afirmar que se-trata de ascensão de classe. Essa classe ainda precisa muito do Estado para poder promover educação, saúde e serviço público de qualidade para seus entes. Diferente da classe média que prescinde desses benefícios públicos porque tornou sua existência uma realidade privada que engloba a saúde, educação, transporte, entretenimento. Tudo como forma de deduzir o imposto de renda.

Esse entendimento é mostrado pelo economista Márcio Pochmann, professor do Instituto de Economia da Unicamp e ex-presidente do Instituto de Pesquisa de Aplicada (Ipea) que participou do debate promovido pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo no Centro de Pesquisa 28 de Agosto.

“É inegável a mobilidade social e material alcançada pelos brasileiros desde a década de 2000, com criação de milhões empregos, redução da miséria, ampliação das políticas públicas inclusivas, principalmente na educação e habitação e aumento do poder de consumo dos trabalhadores. Mas, essa inclusão, não é sinônimo de ascensão de classe.

A classe média poupa, investe, viaja, investe em cultura, lazer e conhecimento. Quer menos imposto e não quer o Estado. A classe média típica se delicia no momento de declarar o imposto de renda e calcular as deduções que tarar com planos de saúde, escolas particulares, fundo de previdência, enfim, gastos com serviços que recusou do Estado e foi buscar no setor privado; deduz até, pasme, despesa com a empregada doméstica.

Assim, a principal política social do Estado, vem do Ministério da Fazenda. A classe trabalhadora, entretanto, precisa do Estado. Sem ele, não terá acesso à educação, saúde, serviços públicos de qualidade.

Os avanços são analisados por partes, o pobre, a mulher, o negro, a moradia, a situação de rua… Sem se observar no todo, no macro, que o surgimento dos novos atores sociais se dar em desconexão com os setores que deviam representar esses novos atores.

De cada dez novos trabalhadores que ingressa no mercado de trabalho, apenas dois se sindicalizaram. Dos oito que não se filiaram, quatro apontaram como motivo o fato de o sindicato não os representar e os outros quatro consideram importante, mas não se associaram por não saber como e não conhecer a entidade que os representaria, Do mesmo modo, dos milhões de jovens que conquistaram acesso à universidade, a maioria não se aproximou de movimentos estudantis.

Estão surgindo movimentos sem pauta, porque não estão representados por instituições. Não estamos sem futuro nem sem projeto, mas estamos sem agenda para esses trabalhadores e é preciso alcançá-los. Na política não tem vaga. Se a esquerda não souber dar esses novos passos, outros darão”, analisou Márcio Pochmann.

NA DATA DA LIBERTAÇÃO DOS ESCRAVOS PROFESSORES DO AMAZONAS CONTINUAM ESCRAVISADOS PELO GOVERNO E SEU SINDICATO

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O dia era propício, para a transformação da data simbólica, 13 de maio, Dia da Libertação dos Escravos, em uma data real, onde a liberdade mostrasse seus efeitos como expressão trabalhista. Mas o simbólico prevaleceu, o a-histórico se mostrou dominante. Nem o Dia de Nossa Senhora de Fátima foi respeitado.

Os professores se prepararam para o embate contra o poder oficial pelos seus direitos trabalhistas. De um lado os professores, profissionais analfabetos, os que são carregados por um conhecimento restrito de sua profissão no contexto de uma sociedade pluridimensional, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Educação no Amazonas (Sinteam) aliado dos governos reacionários que dominam a cena apolítica no Estado do Amazonas. Do outro lado os professores com perspectiva política mais ampla, representados pelos grupos independentes, que também, de certa forma, se rivalizam, mas contrários à proposta do governo e a submissão do Sinteam, que é, para eles, uma representação ficcional da categoria.

Os primeiros concordaram com a proposta oferecida pelo governo de 5,6% agora e 3,6%, em janeiro de 2014, quando o governo será outro. Uma debochada bofetada na categoria que pede 20% de reposição. Os segundos não concordam com a proposta, e muito menos com a decisão de aceitá-la determinada pelo Sinteam.

 O dia 13 de maio seria o grande dia. Os deputados, mesmo em sua maioria pró-governo, iriam votar a proposta e os professores independentes iriam contestar a proposta que para eles é um acinte. Marcada a sessão para as nove horas, a galeria da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM) estava lotada, mas nem todos os deputados estavam presentes. O próprio presidente da sessão, o reacionário Belarmino Lins, vulgo Belão, conhecido no Amazonas como defensor e beneficiário de todos os governos direitistas que há 30 anos atrasam o Amazonas, chegou às 10h30 quando a sessão já havia começado e logo ocupou a presidência da mesa.

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Reiniciada a sessão, com o retardatário-deputado, alguns professores tentaram se pronunciar, mas Belão, que politicamente não tem nada de belo, tentou impedir.  Só que ele não sabia que o deputado José Ricardo, do Partido dos Trabalhadores (PT), havia concedido seu tempo para que os professores se pronunciassem. Enfezado e censurando o deputado Zé Ricardo, Belão, o parlamentar antagônico da estética-política, teve que ouvir os professores.

Em seguida, em uma visível articulação, o deputado reacionário do Partido dos Trabalhadores, Sinésio Campos, também aliado dos retrógados governos, conseguiu que o presidente do Sinteam, Marcos Libório, ocupasse a tribuna para fazer seu pronunciamento em defesa do Sinteam e do governo. Intento frustrado: os professores independentes compuseram uma sonora vaia acompanhada por expressões: “Fora, pelego! Baba-ovo! Puxa-saco! Cavernoso!”, ente outros codinomes pelegais.

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Diante da reação dos independentes, Belão, resolveu suspender a sessão e nada foi votado. Os professores independentes não pediram arrego: armaram acampamento na frente da ALEAM. Uma espécie de vigília para evitar qualquer manobra, além da que já havia sido decidida.

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Os professores acamparam porque acreditam que pode haver qualquer articulação para que os governantes levem vantagem. Eles lembram que anos passados, na calada da madrugada, deputados afetados pela mesma subjetividade dominadora de agora, votaram uma aposentadoria para o então vice-governador, hoje ex-governador e candidato ao Senado, Omar Aziz, mas que depois foi desfeita. Para o bem do erário público, é certo.

Hoje, dia 14, dia de lua cheia, os professores voltam a ocupar a ALEAM devido à promessa de que a proposta será votada. Os professores independentes não abrem mão dos 20%. Ainda mais agora que descobriram que a proposta do governo, não trata dos 3,4% de janeiro, quando será outro governo.

DILMA DISCURSA EM HOMENAGEM AO DIA DO TRABALHADOR E DEIXA AS DIREITAS PERPLEXAS E INCOMODADAS MAIS AINDA

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Dilma promoveu um discurso ao povo brasileiro em homenagem ao Dia do Trabalhador que de tão verdadeiro, corajoso e humano que não cabe, da nossa parte, qualquer análise. A verdade do discurso ficou explicita na forma que ela mostrou o tratamento que seu governo vem dando à sociedade brasileira, principalmente aos mais necessitados. Parte da sociedade que as direitas odeiam e que lhe impuseram, durante o tempo em estiveram no governo, um dos mais cruéis modos violência.

Dilma falou sobre a reforma política (que os parlamentares reacionários e antidemocratas não pretendem), Bolsa Família, Imposto de Renda, valorização do salário mínimo, caso Petrobrás, terrorismo que as diretas em todas suas facetas estão fazendo contra seu governo, e elogiou profundamente o trabalhador brasileiro. Cabe aqui o discurso de homenagem ao Dia do Trabalhador. Em especial, o trabalhador brasileiro.

PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTA DA REPÚBLICA, DILMA ROUSSEFF

30 de abril de 2014

Trabalhadores e trabalhadoras,

Neste primeiro de maio, quero reafirmar, antes de tudo, que é com vocês e para vocês que estamos mudando o Brasil. Vocês que estão nas fábricas, nos campos, nas lojas e nos escritórios, sabem que estamos vencendo a luta mais difícil e mais importante: a luta do emprego e do salário.

Não tenham dúvida: um país que consegue vencer a luta do emprego e do salário, nos dias difíceis que a economia internacional atravessa, esse país é capaz de vencer muitos outros desafios. É com este sentimento que garanto a vocês que temos força para continuar na luta pelas reformas mais profundas que a sociedade brasileira tanto precisa e tanto reclama.

Nas reformas para aperfeiçoar a política, para combater a corrupção, para aumentar a transparência, para fortalecer a economia e para melhorar a qualidade dos serviços públicos.

Nosso governo tem o signo da mudança e, juntos com vocês, vamos continuar fazendo todas as mudanças que forem necessárias para melhorar a vida dos brasileiros. Especialmente dos mais pobres e da classe média.

Continuar com as mudanças, significa, também, continuar lutando contra todo tipo de dificuldades e incompreensões. Porque mudar não é fácil, e um governo de mudança encontra todo tipo de adversários que querem manter seus privilégios e as injustiças do passado. Mas nós não nos intimidamos.

Se hoje encontramos um obstáculo, recomeçamos mais fortes, amanhã. Porque, para mim, as dificuldades são fonte de energia e não de desânimo. Se nem tudo ocorre no tempo previsto e desejado, isso é motivo para acumular mais forças.  Para seguir adiante. E em seguida mudar mais rápido. É assim que se vence as dificuldades. É assim que se vai em frente.

Minhas amigas e meus amigos,

Acabo de assinar uma medida provisória corrigindo a tabela do imposto de renda, como estamos fazendo nos últimos anos, para favorecer aqueles que vivem da renda do seu trabalho.

Isso vai significar um importante ganho salarial indireto e mais dinheiro no bolso do trabalhador.

Assinei, também, um decreto que atualiza em 10% os valores do Bolsa Família, recebidos por 36 milhões de beneficiários do programa brasil sem miséria, assegurando que todos continuem acima da linha da extrema pobreza, definida pela ONU.

Anuncio, ainda, que assumo o compromisso de continuar a política de valorização do salário mínimo, que tantos benefícios vêm trazendo para milhões de trabalhadores e trabalhadoras.

A valorização do salário mínimo tem sido um instrumento efetivo para diminuição da desigualdade e para o resgate da grande dívida social que ainda temos com os nossos trabalhadores mais pobres.

Algumas pessoas reclamam que o nosso salário mínimo tem crescido “mais do que devia”. Para eles, um salário mínimo melhor não significa mais bem estar para o trabalhador e sua família.

Dizem que a valorização do salário mínimo é um erro do governo. E por isso defendem a adoção de medidas duras. Sempre contra os trabalhadores.

Nosso governo nunca será o governo do arrocho salarial, nem o governo da mão dura contra o trabalhador! Nosso governo será, sempre, o governo da defesa dos direitos e das conquistas trabalhistas. Um governo que dialoga com os sindicatos e com os movimentos sociais e encontra caminhos para melhorar a vida dos que vivem do suor do seu trabalho.

Trabalhadoras e trabalhadores,

Meu governo também será sempre o governo do crescimento com estabilidade, do controle rigoroso da inflação e da administração correta das contas públicas.

Nos últimos anos o Brasil provou que é possível, e necessário, manter a estabilidade e ao mesmo tempo garantir o salário e o emprego.

Em alguns períodos do ano, sei que tem ocorrido aumentos localizados de preços, em especial dos alimentos. E esses aumentos causam incômodo às famílias. Mas são temporários. Na maioria das vezes, motivados por fatores climáticos.

Posso garantir a vocês que a inflação continuará rigorosamente sob controle. Mas não podemos aceitar o uso político da inflação por aqueles que defendem o “quanto pior, melhor”. Temos credibilidade política para dizer isso.

Nos últimos 11 anos, tivemos o mais longo período de inflação baixa da história brasileira. Também o período histórico em que mais cresceu o emprego e em que o salário mais se valorizou.

Neste período, o salário do trabalhador cresceu 70% acima da inflação. Geramos mais de 20 milhões de novos empregos com carteira assinada, sendo que 4,8 milhões no atual governo.

Neste mesmo período também conseguimos a maior distribuição de renda da história do brasil.

Trabalhadoras e trabalhadores,

É com seriedade e firmeza que quero voltar a falar das reformas que iniciamos, e vamos continuar lutando para ampliá-las, em favor do brasil.

Quero garantir a você, trabalhadora, e a você, trabalhador, que nossa luta pelas mudanças continua. Nada vai nos imobilizar.

A tarifa de luz, por exemplo, teve a maior redução da história. A seca baixou o nível dos reservatórios, e tivemos de acionar as termoelétricas, o que aumentou muito as despesas. Imagine se nós não tivéssemos baixado as tarifas de energia elétrica em 2013.

Os investimentos que fizemos em geração e transmissão de energia permitem, hoje, ao Brasil superar as dificuldades momentâneas, mantendo a política de tarifas baixas.

Neste primeiro de maio, dia do trabalhador, dia de quem vive honestamente do suor do seu trabalho, quero reafirmar o compromisso do meu governo no combate incessante e implacável à corrupção.

Novos casos tem sido revelados por meio do trabalho da polícia federal e da controladoria geral da união, órgãos do governo federal.

Sei que a exposição destes fatos causa indignação e revolta a todos – seja à sociedade, seja ao governo. Mas isso não vai nos inibir de apurar mais, denunciar mais e mostrar tudo à sociedade, e lutar para que todos os culpados sejam punidos com rigor.

O que envergonha um país não é apurar, investigar e mostrar – o que pode envergonhar um país é não combater a corrupção, é varrer tudo pra baixo do tapete.

O Brasil já passou por isso no passado, e os brasileiros não aceitam mais a hipocrisia, a covardia ou a conivência.

É com esta franqueza que quero falar da Petrobras. A Petrobras é a maior e mais bem sucedida empresa brasileira. É um símbolo de luta e afirmação do nosso país. É um dos mais importantes patrimônios do nosso povo.

Por isso, a Petrobras jamais vai se confundir com atos de corrupção ou ação indevida de qualquer pessoa.

O que tiver de ser apurado, deve e vai ser apurado, com o máximo rigor. Mas não podemos permitir, como brasileiros que amam e defendem seu país, que se utilizem de problemas, mesmo que graves, para tentar destruir a imagem da nossa maior empresa.

Repito, aqui, o que disse há poucos dias em Pernambuco: não transigirei, de nenhuma maneira, em combater qualquer tipo de malfeito, ou atos de corrupção, sejam eles cometidos por quem quer que seja.

Mas igualmente não ouvirei calada, a campanha negativa dos que, para tirar proveito político, não hesitam em ferir a imagem desta empresa que o trabalhador brasileiro construiu com tanta luta, suor e lágrimas.

Trabalhadores e trabalhadoras,

Vocês lembram dos pactos que firmamos após as manifestações de junho. Eles já produziram muitos resultados. Precisamos ampliá-los muito mais.

O pacto pela educação, por exemplo, gerou a lei que permitirá que a maior parte dos royalties e dos recursos do pré-sal seja aplicada na educação.

Isso vai melhorar o salário dos professores e revolucionar a qualidade do nosso ensino.

O pacto pela saúde viabilizou o Mais Médicos, e, em apenas seis meses, já colocamos mais de 14 mil médicos em 3.866 municípios.

E o que é mais importante: estes números significam a cobertura de atenção médica para 49 milhões de brasileiros.

O pacto pela mobilidade urbana está investindo 143 bilhões de reais, o que permite a implantação de metrôs, veículos leves sobre trilhos, monotrilhos, BRTs, corredores de ônibus e trens urbanos.

Com isso, estamos melhorando o sistema viário, e o transporte público, nas cidades brasileiras.

Além de acelerar as ações destes pactos, é preciso agora, sobretudo, tornar realidade o pacto da reforma política.

Sem uma reforma política profunda, que modifique as práticas políticas no nosso país, não teremos condições de construir a sociedade do futuro que todos almejamos.

Estou fazendo e farei tudo que estiver ao meu alcance para tornar isso uma realidade. Foi assim que encaminhei ao congresso nacional uma proposta de consulta popular para que o povo brasileiro possa debater e participar ativamente da reforma política.

Sempre estive convencida que sem a participação popular não teremos a reforma política que o Brasil exige. Por isso, além da ajuda do congresso e do judiciário, preciso do apoio de cada um de vocês, trabalhador e trabalhadora.

Temos o principal: coragem e vontade política. E temos um lado: o lado do povo. E quem está ao lado do povo, pode até perder algumas batalhas, mas sabe que no final colherá a vitória.

Viva o primeiro de maio!
Viva a trabalhadora e o trabalhador brasileiros!
Viva o Brasil!

SINDICATOS DOS PROFESSORES AFIRMAM QUE O ANO DE 2013 FOI DE LUTAS E GANHOS

Com mobilização marcada para o dia 4 dezembro, em Brasília, os sindicatos dos professores do Brasil fizeram uma avaliação de suas atuações no ano de 2013, e, segundo eles, o resultado foi de ganhos.

Foram muitas as manifestações realizadas pela categoria em todo o Brasil. As reivindicações foram desde a apresentação de pisos de carreiras e salários até melhores condições da educação no país. Principalmente no ensino público. A categoria que trabalha no ensino público do Rio de Janeiro foi a que mais demonstrou nacionalmente sua luta reivindicatória por salários justos e qualidade eficiente de ensino. Os professores do Rio foram perseguidos, espancados e presos, mas mesmo assim não desanimaram diante da intransigência das ditas autoridades do Estado.

Nos dias 23,24 e 25 de abril, a categoria fez paralização nacional convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), na Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública. Aderiram à greve convocada pela confederação professores de 22 estados; Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Os professores do estado do Amazonas não participaram pelos motivos óbvios: alienação profissional ou anemia molar, e sua condição de pelego. O sindicato dos professores dos Amazonas é braço reacionário dos governos que há quase 30 anos imobiliza o estado. Tanto governo estadual ou municipal. 

Fazendo justiça, não foi todo o Amazonas que mostrou seu corpo alienado e inerte. No município de Apuí, muito distante da capital Manaus, talvez por isso não contaminado pelo sindicato submisso – os professores realizaram greve entre os dias 3 e 5 de junho. Suas reivindicações foram por que eles não recebiam o Piso Salarial Nacional do Magistério, que chegou a defasagem de 31%. A greve chegou ao fim com a promessa do governo de pagar 14% de reajuste para os professores e 9% para outros trabalhadores da educação.           

“Foi um ano positivo dentro dos limites colocados para a gente. O salário e o plano de carreira são os dois grandes motes da negociação e temos todo um processo de mobilização que não conseguiu avançar, mas que manteve o piso e a carreira sem nenhuma redução. A mobilização foi mais de resistência e de impedir que a gente perdesse.

Ano que vem é um ano eleitoral e fica mais difícil nas redes estaduais porque só temos até abril para negociar. Depois disso a lei eleitoral impede. Porém, são anos que os estados abrem um pouco mais. Não chega no que a gente quer, mas historicamente conseguimos reajustes de dois dígitos.

Ao todo, 50% dos cursos de licenciatura são a distância e 70% deles estão no setor privado, que prioriza mais vender os produtos do que aprimorar sua qualidade. Sabemos que na prática temos um processo de defasagem de uma geração que não vivenciou a ditadura militar. A gente tem que resgatar a história e pensar em quais as demandas para o futuro”, analisou o secretário de assuntos educacionais da CNTE, Heleno Araújo.

DEPUTADOS ESTADUAIS OBEDECEM GOVERNO E ENGANAM PROFESSORES

“Me movo como como educador, porque, primeiro, me movo como gente.”  Paulo Freire

Três deputados apenas escaparam. Os demais, todos, inclusive um que é professor faltaram com a verdade e no dia 05 de junho de 2013 numa tramitação célere aprovaram a mensagem nº 52 de 2013 que reajustou o salário dos professores.

Os professores foram enganados porque antes da aprovação dessa mensagem os deputados haviam se comprometido que antes da votação do reajuste promoveriam uma audiência pública com todos os envolvidos no processo educativo, mas isso não aconteceu.

Todos os professores estavam orientados e um grande número deles participaria dos debates. Só que não foi possível. “O único debate franco e honesto” envolveu apenas os parlamentares, segundo, Chico Preto, que em carta aos educadores do Amazonas disse que “existe o reconhecimento de que há muito a ser melhorado quanto à remuneração e estrutura para os professores.”

Nessa carta, Chico Preto se vangloria que os professore obtiveram um aumento real de 11%. Sendo 6,31% a partir de 1º de maio e 3,69% em 1º de dezembro.

O deputado em momento algum diz que os 6,31% refere-se às perdas salariais motivadas pelas ondas cíclicas do capitalismo mundial e que nos afetam com suas marolhinhas. O deputado esqueceu de colocar em sua carta que os professores pleiteavam 15% de reajuste salarial, vale transporte, vale alimentação, plano de saúde e HTP para todos os professores da SEDUC, sem exceção.

Não adianta o deputado colocar o que disse Paulo Freire e que tem respeito pela categoria se seus atos são contraditórios. Vota com a proposta do governo e nocauteia as reivindicações dos professores.

Dignos e que honraram suas palavras foram os deputados José Ricardo, Marcelo Ramos e Luis Castro. Fizeram suas propostas de emendas, pleitearam a audiência, mas “necas.” Os demais, todos são lesa professores.

O deputado, professor, líder do governo e já de há muito tempo lesa professor, Sinésio Campos, assim como Chico Preto divulgou um comunicado no cyber espaço que em instantes recebeu uma chuvarada de comentários desairosos, negativos e imediatamente foi garfado do ar, mas salvo, está navegando na rede a partir de comentários no facebook da ASPROM.

Ouvindo um dos coordenadores da ASPROM-MANAUS, na noite de sábado, este educador disse que as atenções estão voltadas para a regularização da Associação, filiação e sua possível transformação num Sindicato livre do SINTEAM. Falou que irão manter a categoria mobilizada e não descartou novas paralizações. Um trabalho será feito de acompanhamento das votações da L.D.O e nessas leis serão feitas as proposições de aumentos salariais para a categoria em 2014. Com isso o governo não poderá dizer que não possuirá recursos para pagamento da categoria.

Para concluir, “existe o reconhecimento de que há muito a ser melhorado quanto à remuneração e estrutura para você, professor”. Não são nossas palavras, mas do deputado Chico Preto. Há sim, muito a ser melhorado na educação do Estado do Amazonas a começar, propagando-se a verdade e não a mentira. O professor não vai receber 11% agora, mas pelo teor da carta do deputado ele recebeu aumento real.

Durma-se com uma falta de verdade  dessa. São as tramas do capitalismo e sua ideologia atuando contra o trabalhador,  estando-o a jogar contra a sociedade.   

Trabalhadores rurais defendem novo enquadramento sindical

da Agência Brasil

Os movimento de trabalhadores rurais vai defender no Congresso Nacional a alteração na Lei 11.326/2006, que define regras para o enquadramento sindical dos agricultores familiares. Na avaliação dos sindicalistas, a legislação vigente não é suficiente para nortear as políticas públicas para o segmento e defendem que o texto seja revisto para se adequar às diferentes realidades do campo.

A alteração defendida pelos sindicalista prevê que também que passe a ser considerado trabalhador rural quem tem imóvel de até 4 módulos fiscais e contrate mão de obra assalariada por até 120 pessoas dias/ano. O documento com a proposta de mudança foi aprovado, hoje(7), no 11º Congresso Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

O novo critério defendido pelos trabalhadores rurais já é aplicado para fins previdenciários. Eles querem que também seja adotado para acesso aos recursos do Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf).

A Lei 11.326/2006 impõe critérios para classificar as propriedades rurais e definir o perfil do agricultor familiar. A redação atual, considera, entre outros critérios, como agricultor familiar quem utiliza predominantemente mão de obra da própria família nas atividades econômicas e não tem imóvel rural com área maior do que 4 módulos fiscais – área mínima necessária a uma propriedade rural para que sua exploração seja economicamente viável.

Os trabalhadores rurais também defenderam mudanças no modelo agrícola do país. Eles querem mais acesso à terra, que a Embrapa disponibilize mais assistência técnica e alterações na área do crédito fundiário. Na terça-feira (5) a presidenta Dilma Roussef participou da abertura do congresso da Contag e prometeu acelerar a reforma agrária no país.

Antes, eles rejeitaram a proposta de fazer parcerias com o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), com a Via Campesina e outros movimentos. Eles defenderam o fortalecimento da atividade do Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR).

O Congresso dos trabalhadores rurais também homenageou a mulher trabalhadora rural, em referência ao Dia Internacional da Mulher comemorado amanhã (8). As camponesas leram uma carta na qual enfatizam que as mulheres “saíram da invisibilidade, da dependência de seus maridos e hoje lutam em conjunto contra a pobreza, a fome e a violência.”

MINISTÉRIO DO TRABALHO DIVULGA NOVAS REGRAS PARA O REGISTRO SINDICAL

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O Ministro do Trabalho Brizola Neto tornou público as novas regras para a criação de sindicatos e consequente obtenção da Certidão de Registro Sindical. As diretrizes, que altera a Portaria  186/08, serão divulgadas hoje no Diário Oficial da União e entrarão em vigor em 30 dias.

O intuito da mudança é a criação de regras mais rigidas como as citadas pela Agência Brasil: reconhecimento em cartório das atas e dos estatutos das entidades, a identificação dos diretores dos sindicatos por meio da Carteira de Trabalho e do Programa de Integração Social, a realização de assembleia em caso de desmembramento de entidades e a publicação dos atos processuais do Cadastro Nacional de Entidades Sindicais do Ministério.

As medidas visam agilizar e controlar ao processo como explicou o ministro: “Vamos evitar descontrole e o favorecimento na concessão de registros”.

Lembrando que todas as solicitações de registro são feitas por meio de formulário eletrônico. Há um valor variável a ser pago por esse cadastro, que pode ser simulado na página do ministério na internet. O processo de concessão de registro pode ser acompanhado na página eletrônica do MTE.

Em um país com 14 mil sindicatos a modificação na forma de registro é uma maneira de buscar uma organização sindical mais organizada. Porém o que atualmente preocupa mais do que a desburocratização dos sindicatos é o descompromisso de vários deste que deveriam existir como sindicatos junto a luta dos trabalhadores. Além disto muitos que deveriam atuar como representante dos trabalhadores estão ligados a subjetividade da direitaça e suas ligações reacionárias.

Por estes motivos entende-se que estas modificações podem sim dispor os movimentos a uma organização positiva, mas os trabalhadores também devem manter os sindicatos operantes e defendendo o seus direitos.

Renasce o sindicalismo nos EUA?

No final do ano passado, uma série de manifestações envolveu trabalhadores do Walmart, o maior empregador dos EUA, e da indústria de fast-food no país. A luta contra os baixos salários e por mais benefícios, como sempre na história norte-americana, parte de um novo movimento sindical liderado por imigrantes. Seria um renascimento? A análise é do jornalista David Brooks, correspondente do ‘La Jornada’ em Nova York.

David Brooks – La Jornada para o portal Carta Maior

Trabalhadores dos restaurantes de fast-food em Nova York lançaram no final do ano passado uma campanha para exigir um salário digno, enquanto em centenas de eventos em todo o país os trabalhadores do Walmart e aliados comunidade realizaram, no final de novembro, uma breve paralisação dos trabalhos e manifestações. Ambos os eventos não tiveram precedentes no país.

No Walmart, os cerca de 500 colaboradores do participaram com centenas de apoiadores e aliados comunitários e sindicalistas em centenas de atos exigiam melhores salários, maior participação na tomada de decisões sobre as condições e horários, planos de saúde e muito mais. A maior empresa comercial do mundo (apenas nos EUA tem cerca de um milhão 400 mil empregados) tentou reduzir as dimensões do que aconteceu, mas os trabalhadores e seus aliados afirmam que foi apenas o primeiro aviso de uma iniciativa que tem se expandido no último ano, e algo que a empresa nunca enfrentou – conhecida como uma das mais anti-sindicais – em seus 50 anos de existência.

Poucos dias depois, um incêndio em uma fábrica de roupas em Bangladesh, Tazreen, onde são fabricadas roupas para o Walmart, entre outras empresas, causou a morte de 112 trabalhadores. Quando o fogo começou, houve pânico porque não havia saídas de emergência na fábrica. Primeiro o Walmart disse que não tinha qualquer relação com a fábrica, mas, depois que os trabalhadores divulgaram fotos de etiquetas das roupas que fabricavam, a companhia teve de admitir que a empresa era seu fornecedor.

O fogo não era novidade. Durante as duas últimas décadas, ocorreram pelo menos 33 incêndios em fábricas em Bangladesh, que causaram a morte de cerca de 500 trabalhadores. Esse é o preço de roupas baratas vendidas no Walmart, Gap e outras empresas, afirmam os defensores dos direitos trabalhistas, em ambos os países. O grande sucesso do Walmart é baseado na redução do preço mais barato, o que significa pagar o mínimo para os que fabricam seus produtos no exterior e aos seus trabalhadores que vendem esses produtos aqui.

Antes, estas fábricas se concentravam em Nova York, onde há um século era a capital da indústria da confecção. Em 1911, uma fábrica se incendiou, Triangle Shirtwaist, a um quarteirão da Washington Square Park. As saídas de emergência estavam trancadas e os trabalhadores – principalmente muitas mulheres jovens (algumas de 14 anos), imigrantes italianas e judias – se jogaram das janelas do 10º andar. Morreram 146. A tragédia chocou a nação e gerou um movimento reformista que promoveu algumas das primeiras leis de saúde e segurança no trabalho, bem como a organização de um sindicato nacional poderoso: ILGWU. “Agora o traslado global da produção permitiu que as empresas de varejo, como Walmart e Gap, voltem o relógio para 1911, recriando em lugares como Bangladesh as condições brutais e custos muito reduzidos que prevaleciam no momento do incêndio de Triangle”, disse Scott Nova, diretor do Consórcio de Direitos dos Trabalhadores.

Robert Reich, secretário do Trabalho do governo Clinton e especialista em políticas públicas, diz que há 50 anos o maior empregador privado do país foi a General Motors, que pagava a seus funcionários um salário por hora equivalente a cerca de 50 dólares (incluindo benefícios de pensão e saúde). Hoje, acrescentou, o maior empregador do país é o Walmart, cujo empregado médio ganha 8,81 por hora, enquanto um terço dos seus funcionários trabalha menos de 28 horas por semana e, portanto, não se qualificam para receber os benefícios. Reich acrescenta que o Walmart faturou 16 bilhões em 2011, muito do que enriqueceu os acionistas da companhia, incluindo a família de seu fundador, Sam Walton. Afirma que a riqueza da família Walton é superior ao total de 40% das famílias que na parte de baixo da pirâmide econômica.

Enquanto isso, em outro setor de salários mínimos, em Nova York, foi feito o esforço mais ambicioso até agora para sindicalizar os trabalhadores de “fast-food” no país. A Iniciativa Fast Food Forward é liderada por uma ampla coalizão de organizações comunitárias, de direitos civis e sindicatos em Nova York. A iniciativa, também anunciada no final do ano passado, visa sindicalizar os trabalhadores de Taco Bell, Burger King, McDonalds, Domino’s Pizza e muitos mais nesta cidade.

A indústria de fast-food no país é uma indústria no valor de 200 bilhões de dólares. A campanha destaca que em 2011 o presidente-executivo da Wendy ‘s recebeu 16 milhões e meio de dólares, enquanto os seus funcionários ganham menos de US $ 20 mil por ano. Muitos ganham apenas US $ 8 ou menos por hora, e a campanha visa aumentar esse nível de salário para US $ 15 por hora. Estima-se que 50 mil trabalhadores estão empregados na indústria em Nova York. Ao mesmo tempo, esta iniciativa diz que é parte da luta nacional para trabalhadores de baixa renda em vários setores, como os do Walmart.

Reich, como muitos analistas mais, observa que um dos principais fatores na queda da renda e dos benefícios para os trabalhadores e a dramática concentração de riqueza no país tem a ver com o enfraquecimento dos sindicatos. Mais de um terço dos trabalhadores do setor privado foram sindicalizados nos anos 50, hoje, menos de 7% pertencem a um sindicato.

Mas com estas iniciativas e muitos mais esforços locais, mas igualmente vitais em vários cantos do país, talvez não seja o fim dos sindicatos. É importante afirmar que, como sempre na história deste país, parte do novo movimento sindical é liderado por imigrantes. Não são poucos os que estão se perguntando se essas novas iniciativas são sinais de vida para o sindicalismo nos Estados Unidos.

Divulgação e tradução: Telesur

HOJE É DIA DE GREVE! DIA NACIONAL DE LUTAS

Os sindicatos das categorias dos servidores públicos federais de todo o país promovem hoje, dia 25, o Dia Nacional de Lutas. A manifestação, que envolve todos os funcionários públicos federais, tem como objetivo pressionar o governo federal que durante três anos não concede aumento aos servidores.

A reunião da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) com o Ministério do Planejamento realizada ontem, dia 24, acabou sem acordo, por isso a confederação criticou com veemência a intransigência do governo.

Os trabalhadores reivindicam a definição de uma política salarial, reajuste emergência de 28, 8% e de benefícios, definição de data-base, e retomada dos debates sobre o Projeto de Lei 2203/11, eu criou mudanças remuneratórias e estruturais em mais de 30 categorias do funcionalismo público federal.

E vamos à luta!     

TRABALHADORES REALIZAM GREVE NA USINA DE BELO MONTE

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada do Estado do Pará (SINTRAPAV) anunciou ontem, dia 23, que os trabalhadores da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no estado do Pará, descontentes com o descaso do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) que os trabalhadores entraram em greve.

Os trabalhadores tomaram a decisão depois de verem suas reivindicações não cumpridas pelo CCBM. Entre elas redução do período de baixada – quando o trabalhador recebe uma folga de nove dias para visitar a família, com passagem paga pelo CCBM -, e o aumento do vale alimentação para R$ 300, que agora é de R$ 95. Somente 850 trabalhadores encontram-se em atividades nos serviços essenciais para os alojamentos nos cinco canteiros da obra, nas áreas de saúde, água, esgoto, alimentação, segurança patrimonial. Na obra estão alojados 7,7 mil trabalhadores.

Como estratégia de greve os trabalhadores montaram barricadas no acesso ao travessão 27, que liga a Rodovia Trasamazônica à estrada de terras para os sítios Pimental e Canais e Diques. De acordo com Roginel Gobbo, vice-presidente do SINTRAPAV, ocorreram as barricadas, mas os serviços essenciais foram mantidos.

“Fizemos alguma barricadas, mas apenas para explicar aos trabalhadores o que estava acontecendo. Não impedimos ninguém de trabalhar, mas deixamos clara a necessidade de eles aderirem à greve, até porque ela foi votada e decidida por eles. Além disso, pedimos ao CCBM que identificasse os ônibus que transportariam os funcionários responsáveis pelos serviços essenciais. Não houve nenhuma objeção a eles serem levados aos canteiros.

 Estamos abertos à negociação e aguardamos a manifestação do CCBM. Qualquer movimentação deles, no sentido de atender nossas propostas, pode interromper a greve”, disse Gobbo.

Mas a empresa vem se mostrando intransigente e afirmou que “a princípio, não deverá haver negociação com o sindicato”.

DILMA CONVERSA COM CENTRAIS SINDICAIS

 Durante mais de três horas os representantes das principais centrais sindicais do Brasil se reuniram com a presidenta Dilma Vana Rousseff para discutirem ações contra a desindustrialização do país, que pode gerar desemprego na indústria, e reivindicações trabalhistas.    

        Discutiram também os impactos da guerra cambial na indústria nacional, que a enfraquece por falta de competitividade em relação aos produtos importados, em função  da valorização do real. Os sindicalistas aproveitaram a reunião para pedia à presidenta mudança no fator previdenciário e isenção de Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros ou Resultados (PLR).

     O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, disse que essa pauta já havia sido apresentada à presidenta, mas que nenhuma resposta foi dada.

   “Continuamos com uma pauta que já foi apresentada à presidenta, e não temos nenhuma resposta, nenhum ponto concreto. Continuamos reivindicando e exigindo respostas que, até agora, não vieram: por exemplo, a isenção do Imposto de Renda na PLR”, disse Artur.

     Sobre a negociação para isentar os trabalhadores do desconto do Imposto de Renda sobre a PLR, segundo o deputado federal Paulinho da Força (PDT/SP), presidente da Força Sindical, ela está em andamento no Congresso Nacional, em forma de duas propostas de emenda à Medida Provisória 556, mas que depende da sinalização do Palácio do Planalto.

     “O ministro da Fazenda, Guido Mantega, diz que está estudando o assunto a uma ano, parece aluno ruim”, ironizou o da Força.

         Paulinho disse também que a presidenta “deu uma aula de economia”, mas anunciou medidas imediatas para conter o enfraquecimento da indústria nacional diante das importações.

      “Eu fiquei satisfeito com o discurso dela, só que a prática do governo é outra. É um governo lento, demorado. Enquanto as empresas estão quebrando, e está começando a ter desemprego na área industrial, a avaliação da presidenta é altíssima. O problema é a indústria. A indústria brasileira está quebrando, e as medidas do governo são lentas”, afirmou o da Força.

      De acordo com o da Força, a parte mais importante da reunião foi quando a presidenta falou sobre o câmbio.

     “Ela disse: “Quem apostar no câmbio, vai perder. Se for preciso, meu governo vai editar uma medida provisória toda semana para garantir que o câmbio não se valorize”, repetiu o da Força.  ”

EDUCAÇÃO NO AMAZONAS REFLETE POLÍTICA MÍSTICA E VIOLENTA DE SEUS GOVERNANTES E DO SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO ESTADO DO AMAZONAS – SINTEAM

O ano letivo escolar iniciou dia 01 de fevereiro de 2012 com  jornada pedagógica nas escolas estaduais e municipais da capital. No dia 02, a SEDUC-AM recepcionou os professores aprovados no último concurso  com a presença de convidados dentre estes o deputado federal Carlos Souza, irmão do falecido Wallace Souza, que deveria estar na abertura da Câmara Federal  e do vice-governador José Melo e ontem, dia 03/02/2012 a SEMED-MANAUS reuniu no auditório Canãa, da igreja Assembleia de Deus, os professores municipais. É sobre esses dois encontros que falaremos.
Que o governo do Estado através da Secretaria de Estado da Educação e Qualidade de Ensino promova um encontro de recepção aos  professores concursados para orientá-los quanto à relação professor-aluno, período probatório, metodologia de ensino, critérios de avaliação até que não seria ruim porque os profissionais ali presentes estariam lidando com temas relacionados à futura carreira profissional, mas trazer para palestrar um bacharel em administração e técnicas de liderança e gestão de pessoas não foi a melhor iniciativa.
Terminada as falas da professora responsável pelo projeto Eureka, do Secretário Gedeão Amorim e do vice-governador  o cerimonial liberou os presente para o “mata a broca”, para um “rango” de 5 “minutinhos”. Como, mais de 1.200 pessoas poderiam “rangar” em 5 minutos, quitutes como bacalhau, segundo nos informaram, salgados, refrigerantes, doces, café, leite, salada de frutas, etc? Não deu outra, o palestrante das lideranças chamava os presentes para seus lugares e não era atendido e nem adiantou declarar que naquela manhã havia conversado com Deus  (está aí o novo Moisés, declarou um professor) para este iluminá-lo em mais uma rentável palestra que só interessa para vendedores no capitalismo.
A educação no Amazonas é vista como mercado. Mercado que injeta muito dinheiro em buffet, aluguel do Clube do Trabalhador, pagamento do palestrante que viu sua platéia depois de satisfeita,  de “barriga cheia”, não lhe dar bolas e rumar para suas respectivas moradias.

VIOLÊNCIA SOBREPÕE-SE À TERNURA – UFC NAS ESCOLAS

A abertura do ano letivo da SEMED-MANAUS  foi semelhante. No momento que se luta contra a violência na não cidade de Manaus e nas escolas, o prefeito e o secretário municipal de educação receberam no encontro o lutador de UFC José Aldo Júnior, campeão na modalidade peso pena. Esse tipo de luta que só era apresentada na TV por assinatura, agora a TV Globo mostra ao vivo com o  penteador de macaco, Galvão Bueno e que vem recebendo inúmeras críticas por ser uma concessão pública autorizada pelo governo federal. Como o tal lutador identifica-se com uma não cidade violenta, como Manaus, o prefeito que é candidato à reeleição o utilizou como escudo para evitar as vaias e ainda entregou a chave da cidade ao mesmo. Entendemos como uma violência esse encontro com o lutador. Que o prefeito quisesse recebê-lo, que o fizesse noutro lugar, na sua casa, por exemplo, mas não num lugar público. Essa modalidade de violência é perniciosa, e motiva crianças, adolescentes e jovens a praticá-las no dia, inclusive dentro das próprias escolas.
Menos glamoroso no tocante ao “rango”, o prefeito que foi cassado pela juíza Maria Eunice Torres do Nascimento declarou que a cidade é outra, que está investindo maciçamente na educação, reformou escolas, aumentou salário de professores (aquele aumento que os professores discutiriam em inúmeros outros encontros e que foram enganados, embora tenham sido alertados que aquilo era jogo de cena)  e foi até condecorado por esses feitos com placas de plástico, bronze e ferro. O que o gestor público faz nada mais é do que sua obrigação e para isso não tem porque  se auto-elogiar a não ser com terceiras intenções: manter-se no cargo para conseguir mais benefícios para si e seus seguidores, como aqueles de branco que enfileirados lhe deram passagem, aliás esses nada auferem, pois a claque só tem uma função: ser claque. Se a claque fosse craque, não teríamos políticos como o prefeito da não cidade de Manaus.
De educação mesmo, nos dois encontros não tivemos nada. Tivemos sim, os velhos clichês de que nossa educação é a melhor, o Estado e a Prefeitura estão preocupados com a educação das pessoas, sendo que não é o que vemos na prática. Vemos sim, a manutenção do misticismo, o fato de um palestrante ter falado com Deus e uma prefeitura utilizado o auditório de uma Igreja comandada pelo Deputado Federal Silas Câmara que está sendo investigado por crimes  como falsidade ideológica, abuso de poder econômico, dentre outros. Não vemos isso como referência para mudanças na educação de crianças, adolescentes, jovens e das pessoas de uma não cidade. Manaus, assim, continuará sendo uma não cidade.

SOBROU PARA O SINTEAM

Um sindicato é o organismo representativo, de luta e de defesa dos interesses de seus associados. Num Sindicato, assim como nos governos, deve haver alternâncias de comando. Deve haver reuniões com a participação de seus associados. Mas não é o que vemos no atual SINTEAM. Nesses 32 anos de existência, boa parte da história da luta dos professores ainda remonta à antiga APPAM até idos de 1989. Depois, aqueles que combatiam os pelegos, tornaram-se pelegos e não querem “deixar o osso.”  Em época de eleição armam-se dos mais variados vícios para perpetuarem-se no comando do Sindicato, tanto é, que depois da última greve de professores inúmeros associados desligaram-se porque viram que seu sindicato não mais os representava. Se não mudar não adianta carta de boas-vindas nem convite para os professores associarem-se.

PROFESSORES DO PSS COM CONTRATOS RESCINDIDOS NÃO RECEBEM SUAS FÉRIAS E NEM UM TERÇO DAS MESMAS

Se o SINTEAM defendesse seus professores entraria com uma ação coletiva na justiça do trabalho para que o governo do Estado do Amazonas efetuasse o pagamento das férias e de um terço que os mesmos teem direito. Muitos professores foram dispensados da SEDUC-AM  e não recorrem à justiça porque temem represálias. É nessa hora que o Sindicato deve posicionar-se e tomar uma atitude. Diferente de muitas empresas que saldam seus débitos trabalhistas, muitas vezes via judicial,  é claro, o Estado do Amazonas é omisso nesta questão.
Concluímos dizendo que mudanças na educação jamais passarão por essas iniciativas. Não adianta gastar-se dinheiro dessa forma inútil quando nas escolas faltam máquinas xerográficas para reprodução de textos de história, língua portuguesa, física, matemática. Como cobrar resultados na Prova Brasil, olimpíada de matemática, de língua portuguesa, SADEAM, PISA, ENEM, PSC se faltam recursos que são utilizados noutros fins?


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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