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OBSCENATÓRIO DA IMPRENSA

UMA SACADA FORA (OB) DA CENA (SCENUS) DO LUGAR DA AÇÃO (TORIUS) DA IMPRENSA

–> A FOLHA DE SÃO PAULO NÃO SABE O QUE É DEMOCRACIA.

TV de Lula Faz Um Ano Sem Conteúdo”. A manchete é de notícia da FSP do último dia 24. O objetivo da matéria era mostrar que a TV Brasil, estatal criada no governo Lula, ainda não produz 100% de sua programação (aproveita programas da TVE), não chega a todo o país e não aparece nas estatísticas do IBOPE. Observações do jornal paulista que mostra ainda pulsar a veia pró-ditadura que lhe valeu a liberdade de se tornar, na época da ditadura militar, um dos jornais de maior circulação na cidade de São Paulo. Primeiro, as acusações de que a TV seria usada como bunker de propaganda governamental foram à pique mesmo antes da tevê entrar no ar. Como os programas e políticas públicas do governo são afetivamente aplicados no plano coletivo, a tevê “do Lula” acaba fazendo o papel informativo de levar à população aquilo que está sendo feito pelo governo. E cabe à população discernir se concorda ou não com aquilo que está sendo informado. Papel que caberia aos outros meios de comunicação, caso estes não estivessem enredados nas tramas do capital. Quanto à programação, o que a TV Brasil tem apresentado configura-se, no âmbito brasileiro, como o novo, já que a programação de TODAS as outras emissoras segue o mesmo padrão do entretenimento esvaziado e redundante dos clichês da sociedade de consumo. Daí, por tabela, não ser capturado pelo índice do consumo televisivo: o IBOPE. Como lhe é impossível discernir que o aprendizado e o informar-se se dá numa transação cognitivo-epistemológica que requer o movimento intensivo de afectos e perceptos, o colunista da FSP apenas reverbera aquilo que o galo cantou alhures em sua coluna, aliás, desnecessária justamente por isso. Quanto à TV Brasil, que não é de Lula, como também não o é o Bolsa Família, no pouquíssimo (em termos de número) que produziu até agora, já superou todas as outras emissoras, que não produzem nada.

–> A PRESTIDIGITAÇÃO DROMOLÓGICA DA IMPRENSA

O filósofo Paul Virilio, em seus estudos sobre a sociedade atual, afirma que um dos grandes trunfos que a mídia televisiva, radiofônica, escrita e internética utilizam para re-formar sem in-formar. A Dromologia de Virilio propõe a investigação do processo de aceleração do tempo, que elimina o espaço e o próprio tempo, impedindo assim o exercício cognitivo-reflexivo: a tomada de consciência do mundo em que vivemos. Exemplo disto é a situação dos navios petroleiros e cargueiros retidos na costa da Somália. A imprensa mundial em massa (equivocadamente chamada de massa) utiliza a palavra “PIRATA” para se referir aos somalis que abordam os navios e cobram somas vultosas de dinheiro para liberá-los. O Estado de São Paulo, reeditando uma notícia de agências internacionais, vai na mesma onda e repete o erro. Ocorre que a nenhuma agência calhou ouvir os supostos piratas, e sequer investigar no dicionário o que quer dizer a palavra pirata, que é aquele que se apossa ilegalmente e por meio de violência da carga e dos pertences de outro em meio hídrico. Nenhum somali roubou nem uma gota do petróleo transportado, nem abriu sequer um contâiner da carga levada pelos navios retidos. Um representante dos somalis afirmou que não considera a atividade um crime, mas apenas a cobrança de pedágio, já que o país não tem um governo centralizado que possa patrulhar as águas sob sua jurisdição. A informação “produzida” pelos meios de comunicação em massa tem menos como foco a veracidade que a velocidade. Desaparecimento do tempo. Ao utilizar a palavra “piratas” sem evocar outros acontecimentos em que a pirataria esteve presente, a mídia oculta – ou supõe ocultar – outras ligações da pitararia no mundo: a pirataria que europeus, estadunidenses, japoneses e outros bem-nascidos fazem na Amazônia, com ou sem consentimento dos governos locais, com suas mochilas lotadas de animais, sementes e frutas que só existem aqui, ou xeretando via satélite a vida dos povos nativos. Outros: a pirataria européia, responsável pelo “descobrimento” do Brasil e do continente americano, a pirataria inglesa (os corsários), sem os quais a Inglaterra jamais poderia se tornar o império que foi. A pirataria violentadora dos povos africanos, que resultou em séculos de parasitismo econômico e deixou como herança as pseudo-democracias, dentre as quais a Somália, que hoje se pirataria fizesse – e não o faz – apenas imitaria o que aprendeu com seus algozes. E se algum programa televisivo quisesse ir mais longe, como bem lembra o blogueiro Georges Bourdoukan, teria que viajar até o Egito antigo e à Palestina, eterna vítima de saques e de pirataria terrestre, desde os tempos do alucinado Moisés. Sem esse solo histórico-epistemológico, resta ao espectador-ledor-videota conformar-se com a versão midiótica dos fatos. Desaparecimento do espaço. A técnica que transforma os somalis em malvados piratas é a mesma que transforma os catarinenses isolados pelas águas, e que têm que pagar 200 reais em um garrafão de água, quando tomam produtos de supermercados ilhados, em saqueadores. Voilá!

–> A CONDENAÇÃO DE DANTAS E O PAVOR MIDIÓTICO.

Daniel Dantas tem ao seu redor toda uma trama midiótica, que vai desde as principais revistas semanais e a maior parte dos alcunhados articulistas destas revistas em seu bolso, até telejornais, passando por economistas, profissionais do Executivo, Legislativo e Judiciário. Com a condenação de DanDan pela justiça (não pelo juiz De Sanctis, como afirma a mídia, desonestamente confundindo o agente com a instituição), muitos deles começam a se desesperar. Cômica, a reação, por exemplo, d’O Estado de São Paulo, que deu uma matéria inteira que, a um leitor desatento, pode achar que Nélio Machado é articulista do jornal, já que mais de 75% do texto é “ditado” por ele. No blogue do jornalista Luis Nassif, mil outros exemplos de articulistas, comentaristas, jornalistas e outros “istas” que vendem a garganta e a pena a favor dos favores de Dan Dan, que conta até com assessoria especial do STF. Como já dito neste bloguinho a respeito de outra condenação histórica, não se trata da condenação, da prisão, da punição que, de resto, já se mostrou ineficaz como método de recuperação moral, mas de fazer funcionar, talvez como nunca na história deste país, uma instituição para aquilo que ela foi criada: garantir a igualdade entre os cidadãos. Expõe, portanto, a quem queira e possa ver, a nulidade de todos os agentes que se prestam ao papel de subserviência aos interesses do capital, em detrimento da socialidade. Na midiose, na (in)justiça, nas instâncias governamentais…

OBSCENATÓRIO DA IMPRENSA

UMA SACADA FORA (OB) DA CENA (SCENUS) DO LUGAR DA AÇÃO (TORIUS) DA IMPRENSA

–> A BONDADE, A JUSTIÇA E A CARIDADE MIDIÁTICAS NO CASO ELOÁ.

A mídia necrófila suga até a última gota dos fatos, transformando-os em notícia. Até uma palavra, uma gota de sangue, se “bem” aproveitados, dão meia hora de “notícia”. Algumas vezes, a mídia deliberadamente e sem escusas, sai da sua condição de autodefesa, a de que pretende informar com isenção, para abraçar certas campanhas ditas de caridade. Após explorar até o último filão do caso Lindemberg/Eloá (ao menos até o próximo espirro de Lindemberg na cadeia, ou a próxima revelação bombástica da sobrevivente sequestrada), a mídia agora ataca de transformar a dor em esperança. Mostra os beneficiários com a decisão da família da moça em doar os órgãos, e aponta um aumento do número de doadores, desde que começou esse filão benemerente. Crente que elogio em boca própria é vitupério, a mídia apenas joga a linha, noticiando o aumento, esperando que o esperto telespectador-videota fisgue o anzol e reconheça que ela, a mídia, tem responsabilidade neste aumento, como divulgadora e propagadora da atitude do Bem. Seria a tal responsabilidade social? De qualquer sorte, o preconceito contra a doação de órgãos quase sempre tem origem na ignorância, no desconhecimento, no enunciado supersticioso das igrejas. Enunciado repetido à exaustão pela mídia, através de suas corruptelas, o culto ao simulacro do corpo, o consumismo constante, o individualismo como modo de existir. A caridade só tem razão de existir em um mundo onde a miséria seja a regra. Se o que move os doadores de órgãos que aumentaram as estatísticas da saúde é a compaixão, então nada mudou, e teremos que sacrificar uma nova Eloá por semana para que os índices de doação não voltem aos anteriores. A mídia apenas embarca no plano da espetacularização da dor. Como diz Saramago, direto da Ilha de Lanzarote, mas vendo o mundo com maior acuidade que os arautos da opinião pública: “a caridade é o que resta quando não há bondade nem justiça”.

–> OS INTERESSES DA MÍDIA APARECEM NAS MANCHETES (I)

A linguagem, do ponto de vista da chamada comunicação de massas, é simples: como seu objetivo não é comunicar, mas ordenar, ela está sempre numa figuração imperativa, mesmo que o modo verbal seja outro. Quando se trata de uma chamada para uma matéria cujo objetivo é fazer crer, a linguagem é objetiva: “Fulano Fez”, “Cicrano Afirmou”. Quando se trata de confundir (o efeito negativo do imperativo, o “não”, usam-se dos mesmos recursos. A manchete de notícia da Folha de São Paulo do último dia 06 é um exemplo disso: “Delegado Afirma Ter Sofrido ‘Violência’ em uma ‘Trama’”. Assim mesmo, sem nomes, sem referências. Quem quiser saber de que delegado se trata, e de que “trama” – as aspas fazem a diferença, ainda que para destacar a fala atribuída a outrem – ele está falando. A Folha de São Paulo avisou a Daniel Dantas, meses antes de sua prisão, que uma investigação estava ocorrendo. Tem, portanto, ligações íntimas com o acusado pela operação Satiagraha. Quando a notícia não é lesiva ao inimigo, não se usa o nome dele nas manchetes. O texto da notícia é igualmente evasivo, evita tomar posições, como se as acusações de Protógenes fossem apenas dele. Aridez informativa. Fosse DD o falante, certamente a notícia teria mais destaque. Não por acaso a mesma operação anti-Satiagraha que prendeu, violentou e tramou (sem as aspas, assim mesmo) contra Protógenes, De Sanctis e Lacerda evitou citar jornalistas judicialmente envolvidos na investigação, e de veículos envolvidos, como a própria Folha. Advogam em causa própria, e não é no editorial do jornal.

–> OS INTERESSES DA MÍDIA APARECEM NAS MANCHETES (II)

Quando o governo ajuda, a manchete fica mais fácil ainda de se fazer. É o caso da atuação pífia do Ministro da Justiça, Tarso Genro, na condução da Polícia Federal e a sua facção pró-Daniel Dantas. O colunista Kennedy Alencar deita e rola, primeiro elogia o ministro na sua atuação contra o abafamento dos casos de tortura durante a ditadura, para em seguida chamá-lo de ditatorial na operação que invadiu a casa de Protógenes e pode levá-lo à prisão. O título da nota: “Os Polêmicos Tarso e Protógenes”. Esquece-se, no entanto, de Daniel Dantas, aquele cujos tentáculos organizacionais incluem o jornal onde ele trabalha. Discutir a amplitude da operação Satiagraha, e o porquê do abafamento multinstitucional do caso (PF, STF, Ministério da Justiça, Grande Mídia), nem pensar. Alencar somente cita DD de passagem, como o acusado na operação que não deu certo. Enquanto Protógenes pode ser preso, o delegado Bruno, aquele que vazou a foto do dinheiro dos “aloprados” para a rede Globo continua delegando. E a mídia favorável a Dantas continua atuando, ainda mais quando facilitada pela atuação pífia, para não dizer conivente do governo brasileiro.

–> A MÍDIA NÃO QUER INFORMAR; QUER PROTAGONIZAR (I)

Tempos sombrios para a arte, quando o artista é mais importante que a obra, ou quando a visibilidade social se presta menos ao conhecimento que ao panoptismo travestido de fascinação vouyeurística. O mesmo vale para o jornalismo: quando o repórter é mais importante que a notícia, então já não há mais jornalismo. Na rede Globo, no último dia 04, em plena eleição estadunidense, o repórter e dublê de erudito Pedro Bial, teve um ataque de ódio com a equipe técnica do Jornal Nacional. Tudo porque ele era o escalado para trazer notícias dos EUA, e na hora, por problemas técnicos, quem entrou para dar as notícias foi outra apresentadora. O que vale mais, a notícia ou o noticiador? Para Bial, vítima do simulacro do reality show televisivo, mais vale o ideal dele mesmo. Ainda que como espectro, ele desapareça na telinha tão rápido quanto a informação que trouxe, e tenha tanta importância quanto ela.

–> A MÍDIA NÃO QUER INFORMAR; QUER PROTAGONIZAR (II)

Se o espetáculo translúcido do desaparecimento de Bial provocou uma crise agressiva do intemperado jornalista, é quase certo que ele ficaria felicíssimo se fosse ele o protagonista do mais recente “boom” telemático da tevê estadunidense, vanguarda mundial (inclusive na desfaçatez nas práticas politicofastras). Na cobertura das eleições presidenciais, a CNN colocou em seu estúdio, em Nova Iorque, imagem holográfica da repórter Jessica Yellin, que estava em Chicago. Uma dúzia de câmeras em HD filmaram a repórter de vários ângulos e sua imagem foi reproduzida no estúdio. O hiper-real se fazendo hiper-ultra real na sociedade midiotizada. A mídia holográfica não se diferencia da mídia analógica: não houve nenhuma mudança na forma como a notícia é produzida. Pouco importa aos iraquianos que a CNN, em consonância com o governo Bush, afirme a existência de armas de destruição em massa no Iraque com uma repórter holográfica ou com uma nota em papel lida pelo apresentador: os efeitos catastróficos de um terrorismo de Estado já se instalaram por lá. Quanto ao repórter, que já não existe como corpo-potência produtor, já o era exatamente por isso, espectral. A tecnologia apenas se encarregou de dar forma perceptiva ao que já, há muito, é um telejornalismo holográfico, espectral, inexistente.


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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