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VAMOS FALAR SOBRE GÊNERO?

IMG-20150915-WA0013Por: Brenda Oliveira*

Existem muitas características que nos tornam diferentes um dos outros ao passo que somos muito parecidos em outros aspectos. Dependendo da localidade onde nascemos e nos desenvolvemos adquirimos características bem diferentes em relação a uma região bem próxima da nossa. A escolaridade, a religião e a cultura nos fazem tão diversos.

Desde criança somos ensinados se comportar de maneira a corresponder às expectativas que foram colocadas no momento da nossa concepção. Se nascermos com uma vagina nossos pais nos ensinam tudo o que uma menina deve fazer e nós devemos seguir a risca esse padrão, ou contrário, seremos confundida com outro gênero, e isso é inaceitável.  

Crescemos dentro de uma perspectiva, que meninos jogam bola e meninas brincam de boneca, e nenhum pode entrar na brincadeira do outro. É como se em duas caixas fossem colocados os papéis de menina e os papéis de meninos. Cada um só pode usar as características das caixas que correspondem ao seu gênero imposto no momento do nascimento. Se alguém ousar sair da regra pode sofrer várias consequências.

Observamos isso de forma muita clara na sociedade, onde os papéis de gênero são construídos socialmente. Ser mulher é uma construção social, assim com o ser homem também é uma construção e isso nada tem a ver com o genital.

Para a biologia, o sexo é definido pelo tamanho das suas células reprodutivas (pequenas: espermatozoides, logo, macho; grandes: óvulos, logo, fêmea), e só. Mas isso não define um comportamento feminino ou masculino a forma como vou me colocar no mundo, a forma como meu gênero será imposto e como será minha expressão de gênero.  Isso varia conforme nossa cultura.

O conceito de ser homem e ser mulher é diferente em cada cultura, assim o que é considerado papel de mulher na Islândia pode ser considerado papel de homem no Brasil. Ser masculino no Japão é bem diferente de ser masculino no Brasil, por exemplo.

O gênero é social, e isso nada tem a ver com seus cromossomos ou o formato da sua genitália, tem a ver com o autoconceito, sua autopercepção. O papel de gênero que vamos adotar ou não independe de nossos genitais, está mais ligado à expressão social.

Se observarmos o tempo e a história, em algum momento passamos por mudanças e inversão de papel. Comportamos-nos como é imposto ao gênero oposto, seja em uma brincadeira de criança, ou seja, em caso de sobrevivência como foi para Maria Quitéria que se vestiu de homem para lutar na guerra da independência.

Dentro dessas nuances que é o ser humano, nasce a transexualidade. Atualmente o DSM V aponta a transexualidade como Disforia de Gênero, patologizante. Só que a transexualidade não é uma doença, não é contagiosa e muito menos uma perversão sexual. É uma questão de identidade de gênero. Vamos deixar claro aqui que nada tem a ver com a orientação sexual. A orientação sexual está no campo da afetividade, por quem ou por qual eu direciono minha libido, meu desejo sexual ou não. Transexualidade está no campo do autoconceito, da forma como me vejo e me coloco no mundo. Logo uma pessoa transexual pode ser hétero, bissexual, homossexual, pansexual ou assexuada.  

A transexualidade não é um capricho, podemos inclusive observar ao longo da historia. Para ser bem claro, mulher transexual é qualquer pessoa que reinvidica o reconhecimento como mulher. E homem transexual é qualquer pessoa que reinvidica o reconhecimento como homem, como bem definiu Jaqueline Gomes de Jesus.

O reconhecimento da identidade trans* ocorre ainda na infância para algumas pessoas, mas para outros ocorre ao longo da vida, principalmente na adolescência. Em sua maioria, tardam esse reconhecimento por diversos motivos, os principais são o preconceito (aqui vamos usar o termo transfobia, que é o termo usado dentro da comunidade T para se referir a discriminação de pessoas travestis e transexuais), repressão e a falta de conhecimento sobre o assunto.

Muitas mulheres trans* no inicio de sua identificação são lidas e se leem como homens gays afeminados e com os homens trans* a mesma coisa, no inicio são lidos como mulheres lésbicas masculinizadas.

Depois que chegam ao entendimento sobre sua identidade essas pessoas passa pela transição, ou seja, a adequação do corpo ao gênero com o qual se identifica. E graças aos avanços da medicina homens e mulheres trans* podem se hormonizar e alcançar um corpo igual ao de homens e mulheres biológicos, ou seja, cisgêneros. Isso claro, se a pessoa tiver dinheiro para custear todo o tratamento.

Do contrário o que o senso comum diz a cirurgia de adequação genital não muda o gênero. Como sempre diz Daniela Andrade, mulher transexual e ativista do movimento T no Brasil, “ninguém deita em uma mesa de cirurgia homem e levanta de lá mulher, assim como ninguém deita mulher e levanta homem” existe todo um trabalho que antecede essa cirurgia, incluindo uma equipe multidisciplinar de pessoas cisgêneras que vai “julgar” se você pode ou não ir para uma fila de espera (aproximadamente 10 anos). Existe um protocolo transexualizador, além de uma hormonização compulsória que as pessoas transexuais passam para poder ter o aval da equipe multidisciplinar.

Assim cada pessoa adota uma expressão de gênero correspondente ao que se identificam, mulheres transexuais reivindicam o direito de serem tratadas como qualquer outra mulher, com os deveres e direitos que lhe são reservados, assim como os homens transexuais também adotam uma expressão de gênero masculino e reivindicam nome e tratamento conforme sua identidade de gênero.

Para essas pessoas, a necessidade de viver de forma completa como se sentem interiormente é prioritária. Por isso a necessidade de um novo nome, usar o banheiro adequado ao gênero, trabalho, aceitação social e a cirurgia de transgenitalização. Algumas pessoas optam por não fazer essa cirurgia.  

Outra nuance do ser humano é a travestilidade. Como bem definiu Jaqueline Gomes de Jesus, “entende-se, nesta perspectiva, que são travestis as pessoas que vivenciam papéis de gênero feminino, mas não se reconhecem como homens ou como mulheres, mas como membros de um terceiro gênero ou de um não-gênero.”

Para esse grupo, é imprescindível o tratamento no feminino. É considerado um insulto tratar uma travesti no masculino. Não se trata de homens travestidos, mas sim de uma figura feminina, que não é homem e nem mulher. Por isso enfrentam tanta dificuldade de adentrar no mercado de trabalho, muitas empresas são discriminatórias, preferem não associar sua imagem a esse ser, inusitado, uma incógnita, um terceiro sexo.

Dada a situação social de uma travesti, visto que muitas saem cedo da escola sem terminar os estudos por conta de sua condição, o abandono da família e dos amigos, muitas recorrem a prostituição como única fonte de sustento. Isso não quer dizer que toda travesti é uma profissional do sexo.

A grande dificuldade do homem é entender que a transexualidade e a travestilidade é mais uma forma de ser e de se manifestar do ser humano. Por isso ele marginaliza e o trata de forma tão excluída pessoas que pertençam a esse grupo. Para deixar o preconceito de lado é preciso humanizar-se.

*Brenda Oliveira estudante do curso de Psicologia e pesquisadora sobre sexualidade e transgêneros. 

O PARTIDO DOS TRABALHADORES ACABOU! 12% DOS BRASILEIROS O ODEIAM!

129_1447-alt-bandeira do ptO invejoso tem como seu fator de base ressentido dois dilacerantes propósitos. Um ficar “feliz” quando confirma que a pessoa que ele inveja sofre, e, outro, quando confirma a morte dessa pessoa que ele inveja. Enquanto esses dois propósitos não se realizam ele é total angústia desesperada. Angústia como uma ameaça constante que lhe impede de atuar mesmo de forma tíbia. Porém, para ele é melhor invejar do que se mostrar tibiamente em seus atos, visto serem atos desnecessários para a sociedade.

Como é fácil entender, mas impossível aceitar, o invejoso quer, oral-paranoicamente, o que o outro tem e que ele considera como valor, mas como é tíbio, não pode ter. Daí ele inveja e culpa o outro por seu sofrimento. O invejoso é totalmente destituído da potência como capacidade de suplantar obstáculos, como diz o filósofo Kant, por isso, mesmo que fosse possível – o que não é ainda bem – o invejado transferir sua riqueza ontológica para o invejoso, ele nada poderia fazer, porque sua natureza é tíbia, inerte. Em palavra mais realística: ele é o puro ressentimento.

Com essas enunciações que mostram o modo de ser invejoso, é possível entender porque as direitas invejosas alucinam e deliram o fim do Partido dos Trabalhadores (PT). O PT é o único partido político do Brasil que não foi organizado por uma família, um grupo econômico, por empresários, por fundamentalistas, ou seja, por entidades com objetivos particulares. Códigos estratificados pelo sistema capitalista que afasta a práxis das políticas públicas fundamentalmente distributivas.

O PT nasceu do encadeamento de potências coletivas, como forma de subjetivação, que se expressava em gradientes a-significante e a-sujeitado. Inteligência coletiva como rede de produção de desejos fundante de uma democracia-constitutiva. Em uma língua mais compreendida: produção de desejos socializantes. O agenciamento de enunciações coletivas PT carregou códigos dos trabalhadores, atrizes, atores, produtores cultural filósofos, professores, sociólogos, economistas, donas de casas, estudantes, médicos, psiquiatras, psicólogos, engenheiros, urbanistas, arquitetos, jogadores de futebol, locutores, jornalistas entre outras enunciações. Daí porque  Política, Estética e Ética são seus corpos sociais que afirmam sua singularidade.

Com esse corpo produtivo composto pelas mais ativas existências que emanaram no fim da década de 70 e começo da década de 80, o PT pensou o Brasil presente e futuro se tornando a estrela, que não se queria guia, mas um corpo com luz própria sem precisar do sol da “política” dominante que iluminava e ilumina os partidos conservadores e reacionários. Em verdade, o sol-capitalista.

Com o passar dos anos o PT foi realizando sua atuação como partido político e ocupando cargos legislativos e executivos com administrações eminentemente populares o que permitiu, também, a eleição de Lula duas vezes presidente. Entretanto, durantes esses percurso o partido agregou em seu quadro indivíduos indigentes cognitivos, sensoriais e éticos, fortemente incapazes de compreender a essência do partido compostas pelas insignes personagens que lhe conceberam a existência. Essas indigências possibilitaram aos invejosos elementos para a externarem suas invejas arrolando todo o partido.

Essas invejas apanharam alguns membros do partido que saíram pousando de mais éticos que seus criadores. Na verdade, só mostraram suas indigências cognitiva, sensorial e ética, porque não entenderam que a essência do partido continua. Sua singularidade não mudou. Os princípios básicos do socialismo continuam como corpo do partido. Esses indigentes, moralmente burgueses, só confirmaram que nunca entenderam os pressupostos do partido como entenderam a filósofa Marilene Chauí e o professor e cientista político Emir Sader, entre outros superiores, que permaneceram no partido.

Pois bem, a inveja das direitas aumentou ainda mais, mas não move moinhos. Aliás, não move nem a si. Durantes essas décadas passadas ele, compulsivamente, se deu ao inútil trabalho em querer acabar com o PT. Como mídia alucinada e delirante, ela, paranoicamente, teceu todos os tipos de trama sórdida para atingir o partido. Porém, como o inativo é um corpo morto e o ativo vivo, não há possibilidade de composição entre os dois. Resultado: o PT continua no gosto da maior parte da população brasileira, como partido político.

Demonstração cruel para os invejosos. Pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi mostrou que somente 12% da população odeiam o PT. É fácil compreender quem são esses 12%. Os invejosos; é mais do que lógico. Até a lógica aristotélica confirma. 

Com essa realidade grandemente democrática que mostra o PT como o partido mais respeitado pela população, obriga parafrasear o dito popular: Por muito tempo os invejosos vão ter que engolir o PT.

BRASIL OCUPA A 75ª POSIÇÃO NO RANKING IDH

Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2009 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o Brasil ocupa a 75ª posição entre as 182 nações estudadas pelo Relatório. Em uma escala que vai de 0 a 1, em que o 1 representa a nota absoluta, o Brasil recebeu a classificação de 0,813. O relatório também mostra em primeiro lugar, o melhor lugar para se viver, a Noruega, com uma classificação de 0,971. E em último lugar, o pior lugar para se viver, Níger, com 0,340.

De acordo com o Relatório, o Brasil vem crescendo, mas muito lentamente, e os itens que mais contribuem para essa quase paralisia são Saúde e Educação. O país ainda tem grande taxa de mortalidade infantil, além de ter uma expectativa de vida de apenas 72 anos. O que também contou para o Brasil ficar na mesma posição foi a entrada de outros países no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. São Países com o Índice de Desenvolvimento Humano maior que o do Brasil.

Sobre os itens Saúde e Educação, o economista Flávio Comim, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, afirmou: “Isso está ligado não só à saúde, mas também à educação. Por exemplo, entre as crianças filhas de mães sem nenhum acesso à educação, as taxas de mortalidade infantil chegam a 119 por mil nascidos vivos. É um número maior do que de muitos países africanos”.

Ainda sobre a educação que poderia elevar o Brasil a outra posição no Índice de Desenvolvimento Humano, o economista Flávio Comim disse: “Se olhássemos apenas a taxa de matrícula, teríamos um IDH igual ao de países desenvolvidos, Mas, quando se acrescentam 10% de analfabetos, isso puxa o IDH da educação para 71º. Se olhássemos só a expectativa de vida, nosso IDH seria de 82º”.

EM TRÊS DIAS OS RICOS GASTAM O QUE POBRE GASTA EM UM ANO. PODE, MANO?

O que o pobre gasta em um ano, o rico, que compõe 1% da população brasileira, gasta em três dias. Dados apresentados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), baseados em índices apresentados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do ano de 2008.

Apesar de estar registrando desde 2001 queda da desigualdade social num ritmo realmente bom, o Brasil ainda é um monumento à desigualdade. Aqui, uma família considerada pobre leva um ano para gastar o mesmo que o uma mais rica gasta em apenas três dias”, afirmou Sergei Soares, pesquisador do Ipea.

O Ipea, para medir a desigualdade no Brasil, usou o Coeficiente de Gini, que varia de um a zero, e mostra que quanto mais próximo for de um esse Coeficiente, menos justa é a distribuição de renda da sociedade. De 2001 até 2008, o Coeficiente de Gini, vem demonstrando queda. Se em 2001 era 0,594, em 2008 caiu para 0,544.

Para Sergei Soares, se esta tendência se mantiver, que é de 0,007, em vinte anos o Brasil chegará em um ponto, que pode ser considerado justo. Correspondendo 0,40 no Coeficiente de Gini.

Para acelerar esse processo é necessário que façamos mais do que olhar as coisas positivas que têm sido feitas. O indicado é que o país atue de forma a melhorar o sistema educacional e a reduzir a informalidade. E, é claro, isso envolve também medidas que objetivem também a redução da desigualdade racial e regional do país”, analisou Sergei Soares.

É, mano, o Brasil para caminhar alegre, construindo sua própria história, precisa se fazer Brasil de Todos os Manos. Nenhum mano discriminado. Nenhum mano improdutivo. Todos, manos, potências de agir.

POPREZA EXTREMA NO BRASIL É REDUZIDA

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicou, com base nos dados da Pnad – Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio, que a pobreza extrema no Brasil foi reduzida à metade, em 2008, em comparação com 2003. O que o Ipea chama de “nível chinês” de crescimento.

Enquanto a renda per capita, em sua totalidade, de 2001 a 2008 cresceu 2,8%, a renda de 10% da população mais pobre cresceu, neste mesmo período, quase três vezes mais: 8,1%. Já a renda dos 10% mais ricos teve o crescimento médio de 1,4%.

Mas, segundo o Ipea, mesmo com todo crescimento da renda dos mais pobres, o Brasil ainda apresenta uma grande desigualdade social. Os 40% mais pobres vivem apenas com 10% da renda nacional do país, enquanto os 10% mais ricos vivem com mais de 40% da renda nacional.

Embora com essa desigualdade, a pesquisa mostra que a população residente em domicílio de boa qualidade, com o básico de bens de consumo duráveis, nos períodos de 1998 a 2008, passou de 44,6% para 56,5%.

AMAZÔNIA EM UM MÊS TEM DESMATAMENTO DE 498 KM²

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou dados do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), mostrando que só no mês de agosto a Amazônia sofreu um desmatamento de 498 km² de áreas nativas correspondentes a um município do Rio.

Foram registrados pelos satélites do Inpe as seguintes dimensões de desmatamentos nos Estados.

  • Mato Grosso, 105,2 Km².

  • Rondônia, 50,9 Km².

  • Amazonas, 21,7 Km².

  • Acre, 6,3 Km².

  • Amapá, Maranhão, Roraima e Tocantins, desmatamentos inferiores a 5 km².

As áreas medidas pelo Deter são as que sofreram corte raso, o desmate completo. Também as que estão em degradação progressiva. É um alerta para fiscalização e controle dos órgãos ambientais.

CNI/IBOPE: SÓ DÁ LULA…

Lula-Povo

Sai mais uma pesquisa CNI/IBOPE e os números do governo Lula continuam estáveis, o que neste caso significa que se movimentam como numerais na preservação do ser democrático da população a partir de sua integridade de governar ativamente com eticidade e inteligência. Dá só uma olhada:

  • 58% de avaliação positiva do governo Lula;

  • 72% aprovam sua maneira de governar;

  • 7 é a média de 0 a 10 para o seu governo;

  • 68% é o índice de confiança no presidente;

  • 40% afirmaram que o 2º mandato está sendo melhor que o primeiro…

Não tem pra ninguém! Quem sente uma fisgada é a direita invejosa, ressentida e mau amada, que vê que todas as suas forçações de barra, juntamente com a seqüelada mídia, não aderem ao Sapo Barbudo. Dá-lhe Lula…


USAR O CONTROLE REMOTO É UM ATO DEMOCRÁTICO!

EXPERIMENTE CONTRA A TV GLOBO! Você sabe que um canal de televisão não é uma empresa privada. É uma concessão pública concedida pelo governo federal com tempo determinado de uso. Como meio de comunicação, em uma democracia, tem como compromisso estimular a educação, as artes e o entretenimento como seu conteúdo. O que o torna socialmente um serviço público e eticamente uma disciplina cívica. Sendo assim, é um forte instrumento de realização continua da democracia. Mas nem todo canal de televisão tem esse sentido democrático da comunicação. A TV Globo (TVG), por exemplo. Ela, além de manter um monopólio midiático no Brasil, e abocanhar a maior fatia da publicidade oficial, conspira perigosamente contra a democracia, principalmente, tentando atingir maleficamente os governos populares. Notadamente em seu JN. Isso tudo, amparada por uma grade de programação que é um verdadeiro atentado as faculdades sensorial e cognitiva dos telespectadores. Para quem duvida, basta apenas observar a sua maldição dos três Fs dominical: Futebol, Faustão e Fantástico. Um escravagismo-televisivo- depressivo que só é tratado com o controle remoto transfigurador. Se você conhece essa proposição-comunicacional desdobre-a com outros. Porque mudanças só ocorrem como potência coletiva, como disse o filósofo Spinoza.

Acesse esquizofia.wordpress.com

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CAMPANHA AFINADA CONTRA O

VIRTUALIZAÇÕES DESEJANTES DA AFIN

Este é um espaço virtual (virtus=potência) criado pela Associação Filosofia Itinerante, que atua desde 2001 na cidade de Manaus-Am, e, a partir da Inteligência Coletiva das pessoas e dos dizeres de filósofos como Epicuro, Lucrécio, Spinoza, Marx, Nietzsche, Bergson, Félix Guattari, Gilles Deleuze, Clément Rosset, Michael Hardt, Antônio Negri..., agencia trabalhos filosóficos-políticos- estéticos na tentativa de uma construção prática de cidadania e da realização da potência ativa dos corpos no mundo. Agora, com este blog, lança uma alternativa de encontro para discussões sociais, éticas, educacionais e outros temas que dizem respeito à comunidade de Manaus e outros espaços por onde passa em movimento intensivo o cometa errante da AFIN.

"Um filósofo: é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias; que é atingido pelos próprios pensamentos como se eles viessem de fora, de cima e de baixo, como por uma espécie de acontecimentos e de faíscas de que só ele pode ser alvo; que é talvez, ele próprio, uma trovoada prenhe de relâmpagos novos; um homem fatal, em torno do qual sempre ribomba e rola e rebenta e se passam coisas inquietantes” (Friedrich Nietzsche).

Daí que um filósofo não é necessariamente alguém que cursou uma faculdade de filosofia. Pode até ser. Mas um filósofo é alguém que em seus percursos carrega devires alegres que aumentam a potência democrática de agir.

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